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	<title>morte | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>morte | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Qual será o desfecho do caso Leandro Lo? Vereador Juninho Boi avalia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 13:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Olha, eu não sou juiz nem advogado para prever o desfecho exato do caso. O que espero muito é que ele seja julgado na justiça comum, e seja tratado como um cidadão suspeito de um assassinato brutal, pois foi exatamente o que aconteceu. Esperamos apenas a justiça dos homens", diz Juninho Boi ao GRACIEMAG.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201358" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201358" class="wp-image-201358 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/leandro-lo1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/leandro-lo1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/leandro-lo1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/leandro-lo1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-201358" class="wp-caption-text">Leandro Lo, em foto de Luca Atalla</p></div>
<p>No último dia 9 de agosto, o vereador e faixa-preta de Jiu-Jitsu Juninho Boi subiu à tribuna da Câmara Municipal de Bragança Paulista para lamentar a morte brutal do amigo Leandro Lo. Num discurso importante e contundente, Juninho pediu justiça. O professor de artes marciais preparou ainda um ofício para as principais autoridades de segurança pública de São Paulo, que estão tratando do caso da morte de Lo.</p>
<p>&#8220;Por favor, governador Rodrigo Garcia, não abandone esse caso e o acompanhe até o fim, pois existe uma nação acompanhando e esperando justiça pela vida do nosso amigo&#8221;, pediu Juninho.</p>
<p>A equipe GRACIEMAG foi conversar com o vereador sobre os próximos passos do caso.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Quais foram as consequências do seu discurso, professor? Como a morte do Leandro Lo tem sido encarada no mundo da política?</strong></p>
<p><strong>JUNINHO BOI:</strong><em> Como vereador, faixa-preta e amigo do Leandro, me senti na obrigação de levar o assunto para a tribuna da Câmara Municipal de Bragança. Consegui o apoio dos meus colegas da Câmara e fiz um ofício para o governador do estado de São Paulo, Rodrigo Garcia, para o secretário de Segurança Pública, para o delegado geral da Polícia Civil de SP e para o Comandante da Polícia Militar do estado, para que possamos ter mais força para tratar o caso. Creio que quando uma pessoa pressiona as autoridades isso tem um peso. Quando alguém eleito pelo povo e por milhares de pessoas e tem uma caneta na mão, sem dúvidas é um outro peso, ainda maior. Por isso mobilizei todos para mostrar que estamos atentos ao caso, e que não vamos desistir até que a justiça seja feita para o Leandro. É algo que devemos a ele e especialmente à família dele, que segue procurando reunir forças para seguir a vida.</em></p>
<p><strong>Está circulando um manifesto e os atletas e campeões amigos e adversários pedem justiça e agilidade na apuração do caso. Isso pode ajudar de fato?</strong></p>
<p>Sim, acredito que as redes sociais ajudam muito para que as autoridades vejam o quanto ele era querido e admirado. Nada justifica a atitude do atirador. Repare que nem se fosse um tiro por legítima defesa, pois ninguém desfere um tiro no rosto de ninguém depois de perder na luta corporal. Isso na minha visão e de boa parte da comunidade do Jiu-Jitsu foi de fato um assassinato cruel. Assim, os amigos, admiradores e colegas de Lo não podem parar de pressionar as autoridades enquanto o caso não for solucionado. É o caminho que temos.</p>
<div id="attachment_238412" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238412" class="wp-image-238412 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi-838x1024.jpg" alt="" width="650" height="794" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi-838x1024.jpg 838w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi-246x300.jpg 246w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi-768x938.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi-123x150.jpg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Juninho-Boi.jpg 1170w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238412" class="wp-caption-text">Juninho Boi em sua escola em Bragança, a FFTeam. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>O que você crê sinceramente que vá ocorrer com o policial que matou Lo?</strong></p>
<p>Olha, eu não sou juiz nem advogado para prever. O que espero muito é que ele seja julgado na justiça comum, e seja tratado como um cidadão suspeito de um assassinato brutal, pois foi exatamente o que aconteceu. Esperamos apenas a justiça dos homens.</p>
<p><strong>Você, como professor de Jiu-Jitsu, também tem muitos amigos entre homens da lei e policiais. Como a morte do Lo foi vista por eles?</strong></p>
<p>Tenho muitos amigos policiais, que honram de verdade a farda. Eles ficaram muito contrariados e desapontados com o acontecido. Não somente a nação do Jiu-Jitsu como também as corporações e o pessoal da polícia ficaram arrasados com o que fez aquele tenente, que com sua atitude matou um campeão e nos tirou para sempre a alegria e o talento de Leandro Lo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-sera-o-desfecho-do-caso-leandro-lo-vereador-juninho-boi-avalia/">Qual será o desfecho do caso Leandro Lo? Vereador Juninho Boi avalia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tragédia, garra e carisma: o legado de Leandro Lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 15:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dono de oito títulos mundiais, Leandro Lo, de 33 anos, foi morto nesta madrugada, em São Paulo. O lutador foi baleado numa festa dentro do Clube Sírio, na zona sul de São Paulo, após uma confusão. Conforme o advogado da família, Ivã Siqueira Júnior, informou, Leandro teve uma discussão com o policial militar Henrique Velozo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-238173 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-1024x998.jpg" alt="" width="650" height="633" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-1024x998.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-300x292.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-768x748.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-150x146.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo.jpg 1170w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Dono de oito títulos mundiais, Leandro Lo, de 33 anos, foi morto nesta madrugada, em São Paulo. O lutador foi baleado numa festa dentro do Clube Sírio, na zona sul de São Paulo, após uma confusão.</p>
<p>Conforme o advogado da família, Ivã Siqueira Júnior, informou, Leandro teve uma discussão com o policial militar Henrique Velozo e, para apaziguar a situação, o lutador o imobilizou. Em seguida, ele sacou a arma e disparou uma vez na cabeça de Lo. Ivã relatou que, após o tiro, o autor ainda desferiu dois chutes no campeão, que já estava no chão, antes de fugir do local.</p>
<p>Leandro Lo foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya, também localizado na zona sul de São Paulo, mas não resistiu.</p>
<p>Confira a descrição do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar de São Paulo antes da confirmação da morte cerebral do atleta.</p>
<p>&#8220;Preliminarmente, trata-se de ocorrência envolvendo o multicampeão mundial de Jiu-Jitsu Leandro Lo Pereira do Nascimento e o policial Militar Henrique Otávio Oliveira Velozo. Conforme relatam as testemunhas, o policial Henrique, após breve discussão, se dirigiu à mesa da vítima Leandro, pegando uma garrafa da mesa, em ato contínuo a vítima se levantou, tirou a garrafa da mão do autor e, em golpe de luta, o derrubou e imobilizou. Neste momento, colegas da vítima separaram ambos e pediram &#8220;para deixar isso quieto&#8221;. O autor, após se levantar, deu a volta na mesa e, de fronte a vítima, sacou sua arma e desferiu disparo, o qual atingiu a região frontal da cabeça da vítima (testa, lado esquerdo). Vítima encontra-se em estado gravíssimo no Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Saboya.&#8221;</p>
<p>Campeão de tudo, Lo brilhou pela última vez nos tatames em junho deste ano, quando conquistou seu oitavo título mundial. O lendário guardeiro exibiu versão como passador e protagonizou uma final eletrizante com Isaque Bahiense. Inflamado pelo público presente na Pirâmide, em Long Beach, Lo sacudiu o ginásio ao derrubar o adversário no double-leg e marcar 2 a 0 para levar a medalha de ouro.</p>
<p>Ainda nos tatames, Leandro Lo comemorou o feito ao dançar seu icônico “forrozinho”. Ele foi campeão mundial em quatro categorias diferentes – leve, médio, meio-pesado e absoluto.</p>
<p>Leandro Lo foi coroado campeão mundial absoluto em 2018, aos 29 anos. Depois de bater na trave nas edições anteriores, Lo contou com um gesto solidário do amigo Marcus Buchecha para levar o título. Como machucara o ombro na luta anterior, contra Mahamed Aly, Lo não tinha condições de disputar a final do aberto com Buchecha.</p>
<p>Eles “fecharam” a luta e o representante da Checkmat resolveu ceder o título para Leandro. No ano seguinte, Lo retribuiu a gentileza de Buchecha e consagrou o amigo na reedição da final do absoluto.</p>
<p>Além de oito títulos mundiais na faixa-preta – o primeiro vencido em 2012 – Leandro Lo conquistou oito títulos Pan-Americanos, três títulos Brasileiros de kimono, dois sem kimono e um Europeu. Ele também venceu e sete GPs da Copa Pódio em três categorias diferentes – quatro no leve, duas no médio e uma no pesado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Leandro Lo VS Lucas Lepri / World Championship 2012" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/5zj1VPZWRTg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Leandro Lo leva consigo uma extensa e vitoriosa carreira no Jiu-Jitsu, coroada pelos maiores títulos que o esporte poderia consagrá-lo. Carismático, Lo conquistou a comunidade do Jiu-Jitsu não apenas pelo que fez com kimono. Alegre e sorridente, o saudoso faixa-preta fez muitos amigos em sua vida e deixa um legado que será eterno, entre várias capas de GRACIEMAG que faziam sucesso nas bancas.</p>
<p>Relembre aqui uma entrevista feita pela equipe do GRACIEMAG.com com Leandro Lo há nove anos, na qual ele ensina uma passagem de guarda De La Riva:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Graciemag: Leandro Lo ensina passagem da guarda De La Riva (Subtitled in English)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/PQKKhRdF5e8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tragedia-garra-e-carisma-o-legado-de-leandro-lo/">Tragédia, garra e carisma: o legado de Leandro Lo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O adeus ao faixa-vermelha Julio Secco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 16:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunidade do Jiu-Jitsu despediu-se nesse dia 15 de janeiro do faixa-vermelha Julio Secco, que faleceu em sua casa, na cidade de Rio Grande, aos 81 anos. Grande mestre Secco nascera em Belém do Pará, treinou com Helio Gracie no Rio e se tornou instrutor na mítica escola Gracie na avenida Rio Branco, nos anos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-236090 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/01/Julio-Secco-mestre-de-Jiu-Jitsu.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/01/Julio-Secco-mestre-de-Jiu-Jitsu.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/01/Julio-Secco-mestre-de-Jiu-Jitsu-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/01/Julio-Secco-mestre-de-Jiu-Jitsu-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>A comunidade do Jiu-Jitsu despediu-se nesse dia 15 de janeiro do faixa-vermelha Julio Secco, que faleceu em sua casa, na cidade de Rio Grande, aos 81 anos.</p>
<p>Grande mestre Secco nascera em Belém do Pará, treinou com Helio Gracie no Rio e se tornou instrutor na mítica escola Gracie na avenida Rio Branco, nos anos 1960. Já nos anos 1990, o mestre voltou a migrar pelo interior do Brasil, dessa vez para o sul, onde ajudou a semear a arte em cidades gaúchas como Pelotas, Bagé, Jaguarão.</p>
<p>Pelo Jiu-Jitsu, mestre chegou a encarar pedreiras, como o brabo Pé de Pato: “Certa vez o Pé de Pato chegou à academia da Av. Rio Branco, 151 no 17º andar, me insultando por causa de uma menina”, lembrava o mestrão. “Chamei-o para resolver a rixa no tatame, trancamos a porta e eu lhe dei uma surra bem dada, ele ficou caído”, contou em entrevista ao portal BJJ Fórum.</p>
<p>Em novembro de 2021, quando as pernas já não exibiam a força de outrora, mestre Julio fez questão de graduar seus alunos no Rio Grande do Sul, sentado em sua famosa poltrona. Ficam os ensinamentos, detalhes técnicos e a garra, incutidos em centenas e centenas de <a href="https://www.instagram.com/p/CYzBhY6rPoG/" target="_blank" rel="noopener">alunos da linhagem Secco</a>. Obrigado, mestrão!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-ao-faixa-vermelha-julio-secco/">O adeus ao faixa-vermelha Julio Secco</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O samurai Helio Gracie e seus 7 duelos contra a morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 12:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Já disse aos meus filhos que quando eu morrer quero uma festa. Sem bebida, sem esculhambação”, declarou Helio Gracie, numa de suas últimas memoráveis entrevistas à equipe GRACIEMAG. A cerimônia, de fato sóbria e sem bagunça, tardou a acontecer, tamanha era a saúde do faixa-vermelha. Contudo, o flerte de Helio Gracie (1913-2009) com a morte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-142472" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/helio03-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/helio03-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/helio03-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/helio03-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>“Já disse aos meus filhos que quando eu morrer quero uma festa. Sem bebida, sem esculhambação”, declarou Helio Gracie, numa de suas últimas memoráveis entrevistas à equipe GRACIEMAG. A cerimônia, de fato sóbria e sem bagunça, tardou a acontecer, tamanha era a saúde do faixa-vermelha. Contudo, o flerte de Helio Gracie (1913-2009) com a morte foi intenso e constante, samurai destemido que sempre foi. Confira a seguir sete episódios em que o grande mestre olhou nos olhos do perigo e voltou vivo para nos contar a história, antes de falecer de causas naturais há mais de uma década.</p>
<p><strong>1. Colisão com um ônibus, em 1933</strong></p>
<p>Logo no início de sua vitoriosa carreira, sem ter feito mais de três lutas, Helio Gracie sofreu um grave acidente no bairro do Humaitá, quando sua moto colidiu com um ônibus. Segundo Reila Gracie em seu “Carlos Gracie, o criador de uma dinastia”, o estrago na perna e no joelho foi tão grande que os médicos aconselharam a amputação. Seu irmão Carlos não permitiu, e a carreira de Helio pôde prosseguir, um ano depois.</p>
<p><strong><br />
2. Nadando com tubarões em Abrolhos</strong></p>
<p>Quando era iniciante, o hoje veterano faixa-preta Joe Moreira estava treinando defesa pessoal e começou a dar seguidos passos para trás diante do oponente, recuando em excesso. Levou então um pescotapa afetuoso do professor Helio Gracie, que puxava o treino: “Meu filho, você é caranguejo? Quem anda para trás é caranguejo. Lutador de Jiu-Jitsu só anda para a frente – vai lá, agarra o cara e derruba”, lembrou Moreira, em entrevista recente ao Portal do Vale-Tudo. A história, ocorrida há umas boas quatro décadas, resume bem a filosofia de vida do saudoso grande mestre. Foi assim que, no verão de 1947, durante viagem entre o Rio e Fortaleza, Helio se atirou do navio Itanajé, para salvar um incauto que caíra do convés. Nenhum dos marinheiros se dispunha a salvar o náufrago, por conta dos tubarões, mas Helio saltou, trouxe o infeliz com vida e ganhou uma medalha de bravura da empresa Standart Oil.</p>
<p><strong>3. No limite contra Kimura</strong></p>
<p>No livro “Helio Gracie, um super homem brasileiro”, o professor conta ao amigo, aluno e jornalista José Amádio que entrou para a luta contra o mais pesado judoca japonês Masahiko Kimura, em 1951, para matar ou morrer, e que não tinha a mais leve ilusão de que sairia vencedor contra um campeão mais jovem e daquele tamanho. “Entrei lá para conhecer meu próprio limite”, disse Helio. Antes da peleja, declarou aos jornais: “Um lutador nunca foge da arena. Kimura pode quebrar meus ossos, mas não vai quebrar minha moral.” Diante do então presidente Getúlio Vargas, Helio chegou a perder os sentidos durante uma queda, e voltou. No fim, teve o braço envergado numa chave de braço, mas não batucou. A toalha atirada por Carlos Gracie marcou o fim da gloriosa batalha no Maracanã.</p>
<p><strong>4. Acidente na serra</strong></p>
<p>Piloto audaz, Helio Gracie nos anos 1950 sofreu outro acidente grave, quando num dia de densa neblina, seu automóvel colidiu com um caminhão-tanque na altura do hotel Quitandinha, em Petrópolis. Quebrou a rótula esquerda e o nariz, perdeu muito sangue e por fim ficou numa cama de hospital por um tempo, mas depois voltou à ativa. “Helio é valente até nos desastres: para lutar, escolheu um Kimura; para colidir, um caminhão-tanque desse porte”, comentou-se, como lembra Reila Gracie em seu livro.</p>
<p><strong>5. A briga de 3h40min com Valdemar</strong></p>
<p>Mestre Helio já estava aposentado dos ringues em 1955 quando uma discussão com seu ex-aluno e funcionário ganhou estardalhaço via imprensa, e o professor mais uma vez não recuou. Após quase quatro horas de vale-tudo, Helio tomou um chute no rosto desferido por Valdemar Santana e o árbitro interrompeu. “Reza a lenda que até a ‘Hora do Brasil’ foi interrompida no rádio para noticiar o resultado. A foto de Helio, com o olho direito deformado, era chocante”, escreveu o jornalista Fellipe Awi, em seu livro “Filho teu não foge à luta”.</p>
<p><strong>6. Salto de paraquedas</strong></p>
<p>Aos 86 anos, Helio Gracie não se fez de rogado: convidado pelos filhos, saltou de paraquedas pela primeira vez na vida, e aterrisou rindo lá embaixo.</p>
<p><strong>7. Desabamento em Itaipava</strong></p>
<p>Um ano antes de falecer, em 2008, Helio e sua esposa Vera dormiam no famoso sítio de Itaipava, quando foram acordados por um estrondo. Um desabamento, causado por uma enchente na região, levara parte da casa. O morro parou certinho na porta do casal, e Helio Gracie mais uma vez saiu ileso. “Parecia que a natureza sabia quem estava ali naquele quarto e demonstrou respeito”, sorriria o filho Royler Gracie, na ocasião.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-samurai-helio-gracie-e-seus-7-duelos-contra-a-morte/">O samurai Helio Gracie e seus 7 duelos contra a morte</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O adeus a Koga, o colecionador de ippons</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 07:12:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jiuliano Leon, professor do @MundoMakoto Como explicar o fenômeno Koga para a nova geração de lutadores brasileiros? Para começar essa explicação, preciso sintonizar você, caro leitor, no espaço-tempo da carreira Toshihiko Koga. Na transição entre os anos 1980 e 1990, o acesso à informação era muito mais difícil que nos dias atuais. Não havia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231433" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231433" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/03/19960723A0323_Koga_JPN.jpg" alt="" width="800" height="640" class="size-full wp-image-231433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/03/19960723A0323_Koga_JPN.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/03/19960723A0323_Koga_JPN-300x240.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/03/19960723A0323_Koga_JPN-768x614.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/03/19960723A0323_Koga_JPN-150x120.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-231433" class="wp-caption-text">Koga aplica sua queda característica sobre Flávio Canto, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Foto: David Finch</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Jiuliano Leon, professor do @<a href="http://instagram.com/mundomakoto" rel="noopener" target="_blank">MundoMakoto</a></em></p>
<p>Como explicar o fenômeno Koga para a nova geração de lutadores brasileiros?</p>
<p>Para começar essa explicação, preciso sintonizar você, caro leitor, no espaço-tempo da carreira Toshihiko Koga.</p>
<p>Na transição entre os anos 1980 e 1990, o acesso à informação era muito mais difícil que nos dias atuais. Não havia internet e viagens internacionais e importações eram prazeres para poucos.</p>
<p>Assim, uma fita VHS com o título &#8220;101 ippons”, regravada e copiada pessimamente várias vezes, se tornou uma iguaria entre jovens judocas brasileiros. Quem tinha, via e revia várias vezes, cuidando com muito zelo para não se deteriorar de tanto assistir.</p>
<p>Nessa fita eram apresentados os 101 mais belos ippons da temporada do circuito mundial. No mesmo, uma figura carismática, arrojada e com golpes iguais, mas executados de forma impar, se destacava.</p>
<p>Numa época em que a coragem, a destreza e a forma de vencer importavam tanto ou mais do que o título propriamente dito, Koga se destacava na multidão. Sua coragem e sua genialidade era tanta que algumas vezes o fez perder títulos, mas o consagrou na história, naquela prateleira lá em cima, reservada aos gênios.</p>
<p>Mesmo sendo multicampeão japonês, campeão olímpico e tricampeão mundial, os títulos ficam à margem de sua grandeza. Pois são incapazes de descrever ou simbolizar o tamanho desse craque que perdemos hoje, por conta de um câncer.</p>
<p>A boa notícia é que você não precisa acreditar no meu depoimento ou esperar exaustivamente seu VHS de baixa qualidade chegar. Você pode acessar o YouTube, digitar “Koga” simplesmente e ser também uma testemunha ocular da história dessa lenda.</p>
<p>Hoje, esse ídolo se tornou eterno, seu nome, adjetivo e seu exemplo, ensinamento.</p>
<p>Do Brasil ao Japão, sei que muitos choraram sua partida, e o fim do sonho de um dia aprender com ele.</p>
<p>Muito, muito obrigado, Koga.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Toshihiko Koga | Ippon Seoi and Seoi Nage Compilation Highlights" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qDn9vMT7yK8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-a-koga-o-colecionador-de-ippons/">O adeus a Koga, o colecionador de ippons</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rayron Gracie e os bastidores e lições do documentário &#8220;Cartas para meu pai&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 19:31:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[History]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Grande mestre Carlos Gracie, o pioneiro da família no Jiu-Jitsu, costumava tratar o luto e a ida para outro plano com serenidade: &#8220;A morte faz parte da vida&#8221;. Pois seu bisneto Rayron também soube encarar a morte do pai Ryan (1974–2007) de frente, e produziu um documentário tocante sobre o luto, a motivação e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230699" style="width: 1210px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230699" class="size-full wp-image-230699" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron.jpg" alt="" width="1200" height="517" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron-300x129.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron-1024x441.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron-768x331.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Ryan-e-Rayron-150x65.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-230699" class="wp-caption-text">Pai e filho em Nova York. Foto: Divulgação</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grande mestre Carlos Gracie, o pioneiro da família no Jiu-Jitsu, costumava tratar o luto e a ida para outro plano com serenidade: &#8220;A morte faz parte da vida&#8221;. Pois seu bisneto Rayron também soube encarar a morte do pai Ryan (1974–2007) de frente, e produziu um documentário tocante sobre o luto, a motivação e a saudade. No fundo, &#8220;Cartas para meu pai&#8221; (2021) é sobre a universal temática de não desistirmos jamais. Ou seja, um filmaço sobre o puro Jiu-Jitsu.</p>
<p>O GRACIEMAG.com conversou com o faixa-roxa Rayron, 19 anos, pelo Whatss, e o jovem campeão mundial desfiou as durezas e lições do filme, dirigido por Allen Alcantara e exibido no YouTube. Confira o que aprendemos nas linhas a seguir.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Vocês realizaram um filme muito inspirador, sobre as batalhas de um jovem lutador, mas também um documentário muito poderoso sobre a saudade e o luto. Que dica você daria para quem perdeu alguém, Rayron?</strong></p>
<p>RAYRON GRACIE: Acredito que a primeira coisa a fazer é aceitar o fato de que essa dor, essa saudade, nunca vai passar. Não há nada que possamos fazer para trazer o nosso herói de volta. Devemos achar, então, uma maneira de canalizar essa energia em ações produtivas. No meu exemplo, como acontece com milhares de outros praticantes, uso o Jiu-Jitsu, mas mesmo assim não é o suficiente. Como disse no documentário: “Apesar de achar a maioria das respostas para as minhas perguntas no tatame, existem algumas que somente o meu pai pode responder”. E é por isso que escrevo as cartas. Dessa maneira me comunico com meu pai, mas também com aquele garoto que brincava com ele na sala de casa.</p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu especificamente ajuda nessa aceitação, na diminuição do sofrimento?</strong></p>
<p>Eu já fiz todos os esportes que você possa imaginar. Mas somente treinando Jiu-Jitsu consegui perceber que a minha mente estava de fato em outro plano. O foco passa a ser como um lago calmo, onde você consegue ver o seu reflexo de maneira clara. Assim que o treino acaba, o lago parece ficar turvo novamente, você perde aquela sabedoria de viver no momento. Olha, isso acontece todos os dias. Mas cada treino, cada dia fica um pouco melhor. O Jiu-Jitsu é um grande aliado para a saúde mental, e mais importante para a evolução espiritual.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Letters To My Father - Rayron Gracie (Documentary 2021)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/9gKsbTMvPh0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Qual foi sua maior luta até ver esse filme ficar pronto?</p>
<p>Meu pai dizia desde muito novo que tinha certeza de que iria partir para outro plano, aos 33 anos. Parecia que ele realmente sabia. Não sei se foi então o motivo, mas acredito que aquilo o fez criar uma vontade de eternizar esses momentos, filmar, registrar, fotografar. Ele viajava para todos os lugares com uma pequena câmera com a qual registrou imagens realmente incríveis, vocês podem assistir a algumas delas no documentário, as que estão lá eu escolhi com muito carinho. Sou muito grato por ele ter eternizado tantos momentos e pretendo fazer o mesmo na minha jornada. No processo do documentário, senti muita saudade. Então fiz o mesmo que venho fazendo há 13 anos. Escrevi algumas cartas para botarmos a conversa em dia.</p>
<p><strong>Como nasceu a ideia do filme?</strong></p>
<p>Desde que tive acesso a essas filmagens do meu pai que tenho a vontade de fazer esse projeto. Para mim é um documento muito especial e tenho certeza de que muitos vão se identificar com essa história. Pretendo ainda fazer novos projetos com o Allen [Alcantara, diretor], um cara sensacional e uma das pessoas mais criativas e prestativas que já tive o prazer de conhecer.</p>
<p><strong>Aos 15 anos você disse ao GRACIEMAG.com que se via nos ringues no futuro. Como anda alimentando esse sonho de representar a família no MMA?</strong></p>
<p>Tenho meus objetivos para o futuro mas eu procurar focar no agora. Vivo um dia de cada vez, tentando canalizar minha energia para os treinos de hoje. Acredito que sim, devo migrar para o MMA depois da cumprir minha carreira no Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rayron-gracie-detalha-os-bastidores-e-licoes-do-documentario-cartas-para-meu-pai-com-imagens-ineditas-de-ryan/">Rayron Gracie e os bastidores e lições do documentário “Cartas para meu pai”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Marcelo Behring, 25 anos após sua morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saga do lutador de Jiu-Jitsu Marcelo Behring jamais foi esquecida, mesmo após sua trágica morte há 25 anos. A revista &#8220;Trip&#8221; publicou um artigo de Fellipe Awi sobre as muitas vitórias (como no vale-tudo em 1984, contra Flávio Molina) e a derrota (para as drogas) do carioca. Valente, altamente técnico e com fama de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123024" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-123024" class=" wp-image-123024 " title="Marcelo Behring em foto do arquivo da familia Revista Trip" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/06/Marcelo-Behring-em-foto-do-arquivo-da-familia-Revista-Trip.jpg" alt="Marcelo Behring durante suas jornadas em defesa do Jiu-Jitsu e em busca de altas ondas. Foto: Arquivo da Família/Revista Trip" width="620" height="366" /><p id="caption-attachment-123024" class="wp-caption-text">Marcelo Behring (1964-1995) na Austrália, em mais uma jornada em busca de altas ondas e em defesa da arte. Foto: Arquivo da Família/Revista Trip</p></div>
<p>A saga do lutador de Jiu-Jitsu Marcelo Behring jamais foi esquecida, mesmo após sua trágica morte há 25 anos. A revista &#8220;Trip&#8221; publicou um artigo de Fellipe Awi sobre as muitas vitórias (como no vale-tudo em 1984, contra Flávio Molina) e a derrota (para as drogas) do carioca.</p>
<p>Valente, altamente técnico e com fama de que não sentia dor desde bebê, o irmão hiperativo de Sylvio Behring sonhava em se profissionalizar no vale-tudo, ou talvez correr de carro ou virar músico.</p>
<p><a title="Reportagem sobre os 18 anos da morte do lutador de Jiu-Jitsu Marcelo Behring, em 2013 " href="http://revistatrip.uol.com.br/revista/222/reportagens/o-homem-que-nao-sentia-dor.html#10" target="_blank" rel="noopener noreferrer">(Leia o artigo completo sobre Marcelo Behring na &#8220;Trip&#8221;, aqui.)</a></p>
<p>GRACIEMAG embarca na lembrança e lista três lições positivas que aprendemos com a vida incansável de Marcelo Behring.</p>
<h3>1. Em defesa do Jiu-Jitsu</h3>
<p>Marcelo Behring dedicou-se a defender o Jiu-Jitsu onde quer que fosse. Com atitude e coragem, ajudou a popularizar as técnicas da arte no Havaí (onde encarou os temidos black trunks), na Austrália e também em São Paulo. Jamais, no entanto, puxou para si o papel de pioneiro. &#8220;O importante é o crescimento do Jiu-Jitsu. Não quem o faz crescer&#8221;, ensinou, em entrevista publicada pela &#8220;Trip&#8221; em 1995.</p>
<h3>2. A importância do mentor</h3>
<p>Behring sempre reforçava a lealdade a Rickson e aos Gracie de modo geral (era normal elogiar os alunos de Carlson também, como Cássio Cardoso e Wallid Ismail). Sobre a importância de Rickson em seu desenvolvimento como atleta, disse certa vez: &#8220;Sou um cara muito emotivo, portanto a presença dele me incentivava muito a lutar, me fazia pensar menos e agir mais&#8221;.</p>
<h3>3. Profissão: amigo</h3>
<p>&#8220;Além do Jiu-Jitsu, a minha outra profissão é ser amigo. Adoro ter amigos e ser pai&#8221;, ensinou Behring, o casca-grossa romântico que o Jiu-Jitsu perdeu em 1995.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-do-lutador-de-jiu-jitsu-marcelo-behring-18-anos-depois-de-seu-desaparecimento/">As lições de Marcelo Behring, 25 anos após sua morte</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>8 lições de Kobe Bryant para lutadores de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 16:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 26 de janeiro, o mundo do esporte perdeu Kobe Bryant, de 41 anos, em um chocante acidente de helicóptero que levou junto sua filha e mais sete amigos da família. Dono de cinco títulos da NBA e duas medalhas olímpicas, além de um Oscar, Kobe colecionou recordes que lhe abrem um lugar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_221135" style="width: 856px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221135" class="wp-image-221135 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA.jpg" alt="" width="846" height="1197" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA.jpg 846w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-212x300.jpg 212w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-724x1024.jpg 724w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-768x1087.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-106x150.jpg 106w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /><p id="caption-attachment-221135" class="wp-caption-text">O ex-karateca Kobe Bryant leva a bola, durante jogo pelos Lakers. Foto: Keith Allison from Kinston, USA/ Wikipedia</p></div>
<p>No último dia 26 de janeiro, o mundo do esporte perdeu Kobe Bryant, de 41 anos, em um chocante acidente de helicóptero que levou junto sua filha e mais sete amigos da família.</p>
<p>Dono de cinco títulos da NBA e duas medalhas olímpicas, além de um Oscar, Kobe colecionou recordes que lhe abrem um lugar eterno na história do esporte.</p>
<p>Em abril de 2016, nossa equipe compilou alguma das frases favoritas que a saudosa lenda da bola alaranjada, e ex-karateca, gostava de usar para motivação. Relembre e use para sua própria rotina nos treinos. Oss, e RIP, Kobe.</p>
<p><strong>1. “A última vez que eu me senti intimidado foi quando eu tinha 6 anos, numa aula de karatê.</strong> Eu era faixa-laranja e o instrutor me disse para enfrentar um faixa-preta alguns anos mais velho e bem maior do que eu. Eu estava apavorado, e o cara realmente acabou comigo. Mas foi ali que eu percebi que ele não acabou comigo tanto quanto eu temia, eu não me machuquei. E vi que não havia nada a temer na verdade. Foi ali que percebi que intimidação não existe se sua mente está na sintonia certa.”</p>
<p><strong>2. “Cuidado ao me provocar</strong>. Se você balançar uma árvore, pode cair um leopardo lá de cima.”</p>
<p><strong>3. “Você está disposto a fazer o que é certo mesmo que isso signifique ser tachado como o vilão?</strong> Eu prefiro ser lembrado como um vencedor do que como um bom companheiro de equipe. Gostaria que ambas as coisas andassem de mãos dadas o tempo todo, mas isso não é realidade.”</p>
<p><strong>4. “Eu não tenho nada em comum com as pessoas preguiçosas que culpam os outros por sua falta de sucesso.”</strong></p>
<p><strong>5. “Não há uma jogada que seja uma jogada nova</strong>. Eu roubei todas essas jogadas de todos esses grandes jogadores. Tento honrar os caras que vieram antes, porque aprendi muito com eles. É tudo em nome do jogo. É muito maior do que eu.”</p>
<p><strong>6. “Eu era como um cavalo selvagem que tinha o potencial de se tornar um campeão</strong>, mas no início era selvagem demais. Por sorte tive um treinador como Phil Jackson para me domar.”</p>
<p><strong>7. “Quando eu tenho a chance de marcar Michael Jordan, eu quero marcá-lo.</strong> Eu quero ele. É o desafio definitivo.”</p>
<p><strong>8. “Se você me vir brigando com um urso, pode rezar pelo urso”</strong>.</p>
<p>&gt;&gt;&gt; Estas lições foram originalmente publicadas na edição #231 de GRACIEMAG, em . Para ler sua revista de Jiu-Jitsu favorita, <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui. </a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/8-licoes-de-kobe-bryant-para-lutadores-de-jiu-jitsu/">8 lições de Kobe Bryant para lutadores de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como suportar a pior porrada que a vida pode nos dar, com Rickson Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 18:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Treinar Jiu-Jitsu é aprender, pouco a pouco, dia a dia, a ficar mais calejado para suportar as porradas da vida. Foi o que aprendemos com mestre Rickson Gracie, lutador que virou sinônimo de invencibilidade ao apresentar um cartel de 11 lutas e 11 vitórias no vale-tudo, para não mencionar as incontáveis vitórias no Jiu-Jitsu como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-208213 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-butterfly-1-1-gallerr-e1520949159944.jpg" alt="" width="1000" height="1000" /></p>
<p>Treinar Jiu-Jitsu é aprender, pouco a pouco, dia a dia, a ficar mais calejado para suportar as porradas da vida.</p>
<p>Foi o que aprendemos com mestre Rickson Gracie, lutador que virou sinônimo de invencibilidade ao apresentar um cartel de 11 lutas e 11 vitórias no vale-tudo, para não mencionar as incontáveis vitórias no Jiu-Jitsu como faixa-preta.</p>
<p>Em entrevista ao pessoal da revista &#8220;Ragga&#8221;, em 2010, o Gracie comentou o mais profundo revés capaz de estraçalhar uma pessoa – mesmo que seja um samurai. Rickson jamais havia falado tão abertamente sobre a morte do filho, Rockson, encontrado num hotel em Nova York, em dezembro de 2000.</p>
<p>Após ouvir a pergunta: “Qual foi a maior porrada que levou na vida?”, Rickson ensinou:</p>
<p>“Sem dúvida nenhuma, a perda do meu filho, há dez anos.”</p>
<p>“Sinto que essa partida representou muito, porque consegui administrar essa derrota. Nada pode ser mais significativo que perder alguém que você realmente ama&#8221;, aprofundou-se Rickson. &#8220;Quando você fala em perda, pode pensar na força, na perseverança, na reza, no acreditar que vai haver o amanhã, em todos esses fatores que, talvez, um amigo venha e bote a mão no seu ombro. Todas essas opiniões são relevantes, mas, na minha verdade, cheguei à conclusão que nada disso importa. Quando você perde uma coisa realmente profunda, você tem que sentar, chorar e aceitar que chegou ao fundo do poço”.</p>
<p>“Lá do fundo, você vê a razão de dar um tiro na cabeça, de parar de fazer o bem, de desistir de ser uma pessoa feliz. Você pode querer se enganar, &#8216;é ruim, mas posso aguentar&#8217;, e essa falta de honestidade faz que você nunca cure a ferida. Cheguei no fundo do buraco e decidi, lá do fundo, se ia voltar à tona ou não”, completou.</p>
<div id="attachment_21916" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/rickson-rockson-e-renato-barreto.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-21916" class="size-full wp-image-21916" title="rickson, rockson e renato barreto" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/rickson-rockson-e-renato-barreto.jpg" alt="" width="500" height="328" /></a><p id="caption-attachment-21916" class="wp-caption-text">Rickson, o faixa-preta Renato Barreto e Rockson. Foto: Renatobarreto.com.br</p></div>
<p>O Gracie precisou de anos para digerir a perda do filho, como ele explicou.</p>
<p>“Passei por um processo de cura com a minha família. Durante praticamente três anos, fiquei focado em reganhar essa energia e buscar uma razão que me fizesse ser feliz de novo. E a razão são os três filhos lindos que tenho, a minha família, o Jiu-Jitsu. Para fechar esse assunto na minha cabeça, busquei durante muito tempo um lado bom nessa partida, uma coisa que pudesse ter como vantagem diante dessa tragédia. Depois de muito meditar, de me enclausurar nos bosques, sem vontade de surfar, brincar, treinar, cheguei à conclusão de que existia uma vantagem, um lado positivo. Até aquele momento, realmente nunca havia dado valor ao tempo, sempre achei que era controlador do meu tempo, que poderia deixar para falar com meu filho amanhã, deixar uma viagem ou uma aula para depois, que o tempo era só uma questão de adaptação na minha agenda. Deixei de fazer muitas coisas achando que poderia fazer depois. Com a partida do meu filho, entendi que não existe o amanhã. A gente tem de fazer tudo como se não houvesse amanhã.”</p>
<p>Rickson comentou ainda sobre o aguardado confronto contra Kazushi Sakuraba, que acabou não acontecendo à época por causa da tragédia:</p>
<p>“Essa luta seria o meu maior salário em todos os tempos. Me ofereceram 5 milhões de dólares, eu botaria meu burro na sombra. Ele venceu vários Gracie e seria uma boa luta para mim, talvez a melhor luta. Realmente ele ficou atravessado na garganta de todo Gracie”, concluiu o hoje faixa-coral.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-suportar-a-pior-porrada-que-a-vida-pode-nos-dar-com-rickson-gracie/">Como suportar a pior porrada que a vida pode nos dar, com Rickson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual foi o dia mais feliz da vida do grande mestre de Jiu-Jitsu Helio Gracie?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2018 14:50:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142478" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/heliorosto-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142478" class="size-full wp-image-142478" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/heliorosto-1.jpg" alt="Helio Gracie costumava rir do perigo. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/heliorosto-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/heliorosto-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/heliorosto-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-142478" class="wp-caption-text">Helio Gracie em seu sítio em Itaipava. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p>O dia 29 de janeiro é uma data marcada pelos adeptos do Jiu-Jitsu como um dia de saudade. Em 2009, nessa data, o grande mestre Helio Gracie nos deixou, após uma pneumonia. O lendário professor tinha 95 anos. Dono de uma alegria contagiante e conselhos precisos, Helio não pode ser lembrado de forma alguma com tristeza, ele mesmo abominava tal sentimento. Nem mesmo a morte era capaz de assustar o mais valente dos homens que já passaram pela terra.</p>
<p>&#8220;Morte? Por que medo da morte?&#8221;, disse Helio após uma breve e forte risada. &#8220;Não preciso de nada, não tenho nada, não quero nada. Acho besteira o sujeito ter medo de morrer. Devia ter medo de nascer. Já disse aos meus filhos que quando eu morrer quero uma festa. Sem bebida, sem esculhambação. Mas quero uma festa com música, comida… Não sei se vocês acreditam em reencarnação, mas todos nós vamos e voltamos até o dia em que não precisamos voltar mais. Meu irmão Carlos dizia que o sujeito só não volta à Terra quando ele se enquadra no todo. Enquanto você pensar erradinho você volta para evoluir. O inferno é aqui mesmo.”</p>
<p>Seguindo os ensinamentos do grande mestre, neste 29 de janeiro de 2018, nós de GRACIEMAg homenageamos Helio Gracie relembrando o que seus filhos e amigos próximos puderam indicar como o dia mais feliz do casca-grossa enquanto estava entre nós. Para o filho Rickson, “É difícil apontar um dia numa vida linearmente feliz. O bicho foi um vencedor, com uma vida de sucesso onde realizou tudo o que quis”.</p>
<p>“É muito difícil ser uma pessoa de bem consigo mesmo, e Helio Gracie era. Isso é felicidade”, começou João Alberto Barreto. “Com tantos dias felizes na vida, é difícil destacar um, mas lembro duas ocasiões em que Helio estava transbordando de alegria. Uma, no dia do nascimento de seu primeiro filho, Rorion. E eu vi ele chorar uma vez: no dia em que Rorion o homenageou durante o UFC 1. A consagração, naquele palco, tirou lágrimas do professor. Lembro do dia em que ele ficou mais enraivecido: o dia da morte do Rolls em 1982. Ele estava muito chateado com a tragédia, pois tinha alertado ao sobrinho-filho dos riscos da asa delta”.</p>
<p>Rorion foi pelo mesmo caminho: “Lembro de muitos momentos com ele, mas o dia do UFC 1, pela grande festa, num evento internacional, graças à vitória do Royce, foi um dos dias mais felizes da vida dele”.</p>
<p>Segundo Helio em vida, porém, uma de suas maiores alegrias veio nos tempos de lutador – a vitória em cima de Jukio Kato. “Foi quando vi que meu Jiu-Jitsu era superior ao dele.”</p>
<p>E que os ensinamentos do grande mestre estejam conosco, sempre. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-foi-o-dia-mais-feliz-da-vida-do-grande-mestre-de-jiu-jitsu-helio-gracie-2/">Qual foi o dia mais feliz da vida do grande mestre de Jiu-Jitsu Helio Gracie?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 17:44:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição #219, GRACIEMAG relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu. Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179366" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179366" class="size-full wp-image-179366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/06/Toco-Albuquerque-e-sua-turma-da-Nova-Geracao-no-Leblon-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Toco Albuquerque e sua turma da Nova Geracao no Leblon Foto Divulgacao" width="1024" height="595" /><p id="caption-attachment-179366" class="wp-caption-text">Toco Albuquerque (de azul) à frente de sua turma da Nova Geração no Leblon, no Rio. Foto: Nova Geração/ Divulgação</p></div>
<p>Em nossa <a title="Edição 219 de GRACIEMAG, sua revista favorita de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/05/gabi-garcia-e-o-jiu-jitsu-como-arma-de-superacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição #219, GRACIEMAG</a> relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como o surgimento do fenômeno Vitor Belfort, a conhecida &#8220;lentidão&#8221; de Carlson Gracie ao graduar seus alunos, e outros causos curiosos.</p>
<p>Aos 46 anos, o professor de Jiu-Jitsu e surfista, por fim, emocionou-se ao relembrar o dia em que quase morreu nos mares do Rio. Foi salvo pelo Jiu-Jitsu e pelos amigos feitos na Nova Geração. Confira a entrevista, publicada originalmente na seção Bate-Pronto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>GRACIEMAG: Você está para completar 20 anos de faixa-preta, mas a Nova Geração tem quase 25 anos de história no Rio de Janeiro. Como foi isso?</b></p>
<p><em><strong>FRANCISCO TOCO:</strong> </em>Comecei a ensinar junto com o Rodrigo Medeiros no Leblon, pois havia uma demanda, o pessoal queria uma academia no bairro e iniciamos como faixas-roxas, ou seja, ainda como instrutores. Na época isso causou até um alvoroço. Precisou o mestre Carlson vir a público dizer que ele era o mestre responsável pelo que a gente ensinava, o que nos deu enfim a chancela para seguirmos. Mas começamos sem a menor pretensão, apenas aceitamos o espaço cedido por uma academia de musculação. Quando vimos, em poucos meses estávamos com 200 alunos. Hoje acho importante ter um faixa-preta supervisionando tudo de dentro do dojô, mas foi o que aconteceu naqueles tempos. O tatame era de palha e soltava uma cor vermelha esquisita, mas a turma pegou. Na época em que Rodrigo e eu recebemos a faixa-marrom, já havia uma primeira safra de competidores da pesada, como o Alexandre Pulga, o Tiago Asfora, o Diego Asenjo, o Buiú e tantos outros.</p>
<p><strong>O que você recorda daquele inesquecível dia em que a faixa-preta chegou?</strong></p>
<p>Era um dia como outro qualquer na academia, seguíamos dando aula no cotidiano normal da escola, quando ouvimos que adentrava a academia simplesmente as figuras de mestre Carlson Gracie, professor Pedro Gama Filho e a equipe do “Jornal dos Sports”, para registrar tudo. Eu fiquei totalmente surpreso, vendo aquela cena clássica: o Carlson retirando os sapatos bem naquele estilo dele, e caminhando tatame adentro falando com todo mundo. O curioso é que o Carlson era um nome famoso, mas muita gente não conhecia seu rosto, e ficou todo mundo espantado com aquele mestre ali, uma entidade do Jiu-Jitsu causando aquele fuzuê maravilhoso. Ele disse: “Eu nunca fiz isso, de sair da minha academia em Copacabana para dar a faixa-preta para um aluno meu, mas o trabalho aqui no Leblon é maravilhoso e a faixa-preta é mais do que merecida”. Lembro que fiquei uns instantes petrificado de emoção. E no fim acabou que hoje tenho essa honraria que me enche de orgulho, a de ter sido graduado faixa-preta pelo Carlson de forma inédita na frente dos meus próprios alunos. Por acaso, minha família também estava presente, e foi uma comoção geral, todo mundo chorando. E ele realmente devia achar que eu estava merecendo, afinal fiquei quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema.</p>
<blockquote><p>“O Carlson me deixou quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema” Francisco Toco</p></blockquote>
<p><b><i> </i></b></p>
<p><strong>Além do Carlson, o Pedro Gama Filho é outro mentor seu. Como ele entrou na sua trajetória?</strong></p>
<p>Professor Pedro era amigo do meu pai havia muitos anos, e foi uma figura que me influenciou muito. Ele era adepto do karatê, alavancou o judô no Rio como poucos e era fã de Jiu-Jitsu. Nossa relação sempre foi estreita, e os filhos dele começaram a treinar comigo, e aprenderam comigo até se formarem faixas-pretas de Jiu-Jitsu. O Pedro “Doca”, filho dele, pegou a faixa-preta um dia antes do professor morrer, em 2004. Foi uma figura notável que ajudou muita gente, muitos jovens migraram para o esporte por causa dele, e o judô brasileiro deve muito a ele. Professor Pedro era um grande entusiasta, por exemplo, de trazer japoneses para treinar com os lutadores brasileiros, e isso fez o esporte evoluir bastante.</p>
<p><strong>Você outro dia viveu um duelo sinistro com a morte, e o Jiu-Jitsu salvou você da enrascada. Como foi?</strong></p>
<p>Eu moro no Leblon desde que nasci, e vejo o surfe como o esporte que permite o maior contato com a natureza. Mas, como no Jiu-Jitsu, é preciso principalmente respeitar – respeitar o mar, já que ele não aceita desaforo. De tanta intimidade, outro dia eu entrei com certa soberba e meio distraído na água, que estava bem gelada, com um vento leste frio que batia. Saímos então nadando mar adentro. Foi em outubro de 2014, e a missão era atravessar a arrebentação e jogar as cinzas da mãe de um aluno no mar aberto. Oramos, jogamos as cinzas, tudo certo, mas na volta tive um colapso, e fui pego de surpresa. Comecei a ficar com as pernas pesadas, paralisadas, e os braços foram ficando congelados enquanto eu remava. O pessoal foi nadando, foi ficando longe, e eu já não conseguia mais chamar ninguém. Sentei na prancha mas sentia que estava apagando, e que se caísse da prancha já era, ia me afogar e meus amigos não iam ver. O ar começou a faltar, e eu só pensava em duas coisas: primeiro, em me controlar. Segundo, que eu não podia morrer ali. Movi os pés vagarosamente e agarrei a prancha com toda a força que restava. Mantive a mente calma, e tracei como única meta de vida que eu não podia de forma alguma soltar a prancha. Deus parece que me escutou e veio uma onda de um metro e me levou. Fui bater nas pernas do Rodrigo Medeiros que, como amigo de longa data, percebeu na hora que eu não estava brincando, e correu comigo para o hospital. Se a onda me arrasta, mas eu bato em qualquer outra pessoa, talvez não houvesse tempo de me salvar. Mas fui guiado exatamente na direção do meu velho amigo. Eu já estava em coma.</p>
<p><strong>Que lições de Jiu-Jitsu tirou do episódio?</strong></p>
<p>Percebi como o Jiu-Jitsu é importante para o controle emocional do indivíduo, principalmente. Em nenhum momento perdi a calma e a esperança. O Jiu-Jitsu me ajudou também a não ter traumas, e voltar ao surfe depois de pouco tempo, agora ainda mais atento e respeitador do que antes. Além de dar meu ganha-pão, o Jiu-Jitsu me deu tudo tudo que tenho&#8230; Agora é apenas mais uma dívida que tenho com a arte.</p>
<div id="attachment_60560" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60560" class="size-full wp-image-60560 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/Toco-a-frente-da-equipe-campea-do-Brasileiro-de-Equipes-2005.jpg" alt="Francisco &quot;Toco&quot; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes da CBJJ, em 2005. Foto: Divulgação." width="500" height="375" /><p id="caption-attachment-60560" class="wp-caption-text">Nosso <a title="Seja um GMI e divulgue sua academia de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> Francisco &#8220;Toco&#8221; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes, em 2005. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o maior macete para ensinar as crianças a pegar o gosto pelo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ensinar a criançada exige primeiramente muita paciência, pelo agito natural e pela fragilidade maior de sentimentos delas. Mas eu gosto muito de trabalhar com crianças porque você molda o indivíduo. O adulto quando chega é sempre mais complicado, pois traz vícios, valores antigos, deformações. O pequeno praticante está totalmente aberto para apreender os princípios que você ensina e que acredita, aqueles ensinamentos que se tornam pilares e formam o caráter delas para a vida fora da academia. Respeito, responsabilidade, atitudes boas são alguns dos principais conceitos que procuro incutir nos jovens. Em todas as minhas aulas eu repito essas palavras, lembro a eles da importância de dar atenção aos estudos, do cuidado com a alimentação. Não estamos exigindo perfeição, estamos atrás de progresso, de trabalho e de melhoras um dia após o outro, com seriedade. Ver a criança crescer e evoluir é uma de nossas maiores recompensas.</p>
<p><strong>Qual foi a sua maior alegria como professor?</strong></p>
<p>A emoção maior foi sem dúvida no bicampeonato (2004/05) da Nova Geração no Campeonato Brasileiro de Equipes, no ano de 2005, pois foi o troféu que dedicamos ao professor Pedro. Ele já estava doente, com um câncer bravo, e assim que ganhamos reunimos todos os lutadores e vários professores de outras academias para uma oração no meio do tatame. Foi ainda melhor porque começamos perdendo por 2 a 0 para a Gracie Barra, e na última luta o Pulga virou e garantiu o ouro.</p>
<p><strong>O Pulga ficou conhecido por uma chave omoplata altamente eficiente. Qual é o papel do professor quando um aluno começa a desenvolver uma arma mortal com ele fez? Como lapidar esse tipo de talento particular?</strong></p>
<p>Eu gosto muito de trabalhar o Jiu-Jitsu básico com os alunos, tanto que um dos lutadores que mais gosto de ver é o Roger Gracie. Dentro de um jogo básico, desse arroz-com-feijão, vamos pondo um tempero, um ovo estalado, dependendo do biótipo do aluno e de suas facilidades. No caso do Pulga, ele era muito franzino. Chegou a ir a um médico, pois a gente ficava um pouco receoso de ele ser tão magro como era, parecia uma formiga perto dos outros. Quando competia, ele já largava com cinco quilos a menos que os rivais, e apanhava. Apanhava demais, saía do tatame chorando, dizendo que não ia mais lutar, aquele drama. Mas o Pulga não desistiu. E foi então que ele evoluiu tecnicamente, ganhou força e ainda acabou dotado de uma capacidade de se defender monstruosa, uma resistência que ele precisou desenvolver por questão de sobrevivência. De tanto apanhar. Toda posição no Jiu-Jitsu tem sempre uma brecha mínima para o adversário escapar enquanto você a engatilha, mas a omoplata do Pulga é das poucas que, deixou armar, ele encaixa e você fica com o braço pendurado. Você sabe que ele vai tentar e ele ainda assim consegue executar.</p>
<blockquote><p>“Quando chegou o dia da graduação do Vitor Belfort a faixa-roxa, fui muito sincero com ele. Disse que ele tinha uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor era apresentá-lo ao Carlson, o chefe de todos”</p></blockquote>
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<p><strong>O Vitor Belfort começou a treinar com você, até que você mesmo o mandou se embolar com os leões do Carlson em Copacabana. Como foi o início do astro do UFC de pano, na sua lembrança?</strong></p>
<p>Ele chegou aqui na Nova Geração já como faixa-amarela, pois havia treinado um pouco com o Isaías, que vinha do Carlson também. Logo que vi o Vitor treinando pela primeira vez percebi que era um garoto acima da média, talhado para competir. Tinha uma determinação e um dom de aprender com mais facilidade, de repetir as técnicas de modo fiel. Ele desde moleque gostava muito de repetir exaustivamente a posição ensinada no dia, até aprender. Seu primeiro torneio de destaque foi na Copa Aqualung, em que ele venceu o peso e o absoluto na faixa-azul, já que na faixa-verde não havia oponentes. Ele arrebentou de cara, e já exibia muita frieza. Quando chegou o dia da graduação dele a faixa-roxa, eu fui muito sincero com ele: “Você tem uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor é levarmos você para o Carlson, o chefe de todos. Vou apresentar você ao mestre pois é lá onde estão os leões”. Com o Wallid, Murilo, Libório e tantas feras, ele pôde evoluir e se tornar o atleta fenomenal em que se transformou. E olha, sinceramente, eu nunca fui e não sou fã de MMA, fiz de tudo para o Pulga não gostar de MMA, mas todo mundo tem um desejo e cabe ao professor respeitar o caminho de cada um.</p>
<p><strong>Hoje você tem seis filiais da Nova Geração, em Ipanema, Portugal, México e Califórnia. A missão como professor está completa, ou sempre tem uma satisfação por obter?</strong></p>
<p>Nossa academia sempre foi imbuída de um lado social muito forte, e que se renova a cada novo aluno. Os projetos sociais em nossa escola nasceram de uma história curiosa. Um dia, um aluno disse que não tinha mais como pagar, que não tinha dinheiro para um novo kimono. Eu imediatamente tirei o kimono do corpo e dei para ele continuar estudando o Jiu-Jitsu. A partir daí, comecei a perceber os frutos de dar condição a uma pessoa sem recursos financeiros de treinar aqui com a gente. Minha única exigência é o garoto estar na escola e não pisar na bola com os estudos e as notas. Hoje temos aqui uma média de 50 alunos bolsistas, treinando Jiu-Jitsu, boxe ou muay thai, e vemos diariamente o filho do desembargador rolando com o filho do porteiro, integrados totalmente, e isso é uma das maravilhas do Jiu-Jitsu e do Brasil como um todo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/">O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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