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	<title>mente | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>mente | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Gustavo Dantas destrincha lições para você superar adversidades psicológicas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 00:32:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229821" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229821" class="size-full wp-image-229821" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/gd.jpg" alt="" width="620" height="438" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/gd.jpg 620w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/gd-300x212.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/gd-150x106.jpg 150w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-229821" class="wp-caption-text">Professor competidor, GUstavo usa sua experiência nos tatames para ajudar outros atletas. Foto: Mike Calimbas</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #274. Para conteúdo exclusivo com o melhor do Jiu-Jitsu, assine a revista em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Nosso GMI no Arizona, Estados Unidos, o professor Gustavo Dantas é especialista na técnica de fortalecer a mente dos atletas da arte suave. Após muitos anos de estudo e experiências práticas, Gustavo listou e analisou os principais erros que costumam sabotar a mente do lutador de Jiu-Jitsu. E passou a desenvolver soluções muito eficientes para você evitar essas falhas.</p>
<p>Num primeiro momento, o professor da GD Jiu-Jitsu Academy oferece um questionário para que o atleta possa reconhecer algumas características psicológicas a serem aperfeiçoadas. Em seguida, o professor ataca as falhas individualmente, pessoalmente ou via uma série de vídeos desenvolvidos para quem nunca mais quer sofrer “travas mentais” quando estiver sob pressão, seja um competidor ou um praticante com outra profissão desgastante mentalmente. Confira o que aprendemos com Dantas, neste bate-papo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que é a pressão psicológica para você, professor, e por que isso ocorre repetidamente no esporte – e até mesmo fora dele?</strong></p>
<p><strong>GUSTAVO DANTAS:</strong> Eu nesses anos todos de estudo aprendi que o principal erro do lutador, e do ser humano de modo geral, esportista ou não, é depositar toneladas de expectativas em algo que a pessoa não tem o menor controle. É aquela neurose típica de concentrar todos os seus pensamentos na vitória, “não posso perder, só posso ganhar”, como se não houvesse outras pessoas com o mesmo objetivo que você, que podem ser mais talentosas ou mais esforçadas que você. A medalha de ouro pode ser um objetivo e até mesmo um sonho, mas não depende somente de você, e sim de uma centena de outros fatores. Eu comecei a aprender sobre isso há décadas. Afinal, precisei entrar em seis campeonatos de Jiu-Jitsu diferentes até conseguir ganhar a primeira luta, a partir da faixa-azul. De travar ali em competições então acho que entendo, pois senti na pele. O que acontecia? A cada nova tentativa, eu entrava com um fardo maior pesando nos ombros e nas costas: “Já perdi aquela, desta vez não posso voltar sem uma vitória pelo menos…” Isso prejudica a cabeça de qualquer pessoa. Claro que eu perdia por uma série de outras falhas técnicas, mentais e de treinamento, mas o melhor caminho para acertar é uma mente leve, sem uma sobrecarga inútil de pensamentos nocivos.</p>
<p><strong>Como esvaziar então a mente?</strong></p>
<p>É um processo constante de limpar a cabeça e evitar que aquelas perguntas fiquem martelando você. Eu chamo esse nosso inconsciente de “passageiro obscuro”, aquela voz que fica ali levantando as questões mais incômodas na hora mais errada: “Será que você é bom o suficiente?”. “Ih, aquele oponente ali vem ganhando tudo, como você vai ganhar dele?”. “E se perder, o povo vai ficar decepcionado contigo, hein…” Há, nesse ponto, uma notícia ruim e uma boa sobre isso: esse “passageiro obscuro” vai ser companheiro para o resto da vida. A boa, no entanto: é possível controlar esse fluxo de dúvidas e questões negativas. O primeiro passo, portanto, é reconhecer a voz prejudicial assim que ela surgir. A partir daí, você passa a gerenciar todas essas emoções. “Peraí, deixa eu administrar aqui esses pensamentos. Isso eu já estou ligado que é besteira, sai. Isso eu arquivo. Isso é o pensamento certo, vou com ele”… Autoconsciência é o segredo. E isso é um processo que você “treina” todos os dias, todas as horas da sua vida.</p>
<p><strong>Ansiedade, tensão, apreensão em excesso… Como ensinar a domar esses obstáculos que estão na vida de qualquer adulto, de qualquer atleta?</strong></p>
<p>O procedimento principal é aprender a aproveitar o momento. Você está com saúde? Tem seu kimono para treinar? Tem um professor? Aprenda a apreciar o que já tem, e os momentos bons. O que atrapalha é focar nos maus sentimentos, e não em tudo de bom ao redor.</p>
<p><strong>Eu sou um lutador que vai competir agora no absoluto, mas estou nervoso demais. O que você me diria?</strong></p>
<p>Quando alguma sombra de dúvida passar pela sua cabeça numa hora decisiva, você precisa ajustar esse problema na hora, como uma mão perigosa que entra na sua gola. “Pare tudo e reflita: você tem o controle sobre o resultado final, sobre o árbitro, sobre o que o rival vai fazer? Claro que não.” E aí é só entrar para realizar o que depende de você, do que você sabe e o que treinou. Só o seu dia a dia, ou seja, o seu processo diário, o que chamo de “agora”, interessa. Alimentação, sono, preparação física são suas chaves do sucesso. O resto virá se você realmente quiser muito.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>É um mecanismo idêntico, portanto, para o cara que luta ou seja lá qual for a profissão dele, certo?</strong></p>
<p>Exatamente, porque a gente vê isso a toda hora. Por que a pessoa talentosa ou sábia trava? Imaginemos um cara que estuda para concurso, está na maior pindaíba, precisa de dinheiro e estudou por meses a fio. Ele não controla se será aprovado ou não, pois há outros concorrentes ali na mesma situação, com o mesmo merecimento. Mas se ele entra para fazer a prova pensando no dinheiro, na obrigação de passar, ele já começa a ver os ombros numa tensão muscular que pesa uma tonelada. Fica branco e a boca seca. E, mesmo sabendo as respostas, a cabeça dele dá branco. Então gerenciar os pensamentos que viajam com você na sua cabeça é fundamental para tudo. E precisamos nos policiar o dia inteiro contra essas negatividades.</p>
<p><strong>A respiração é fundamental?</strong></p>
<p>Sim, quando a negatividade chega, o primeiro passo é estar ligado nisso. O segundo é respirar por um tempo. E voltar para o presente, para o agora. A capacidade de se concentrar no agora, no que você pode realizar neste exato instante, é o grande segredo dos supercampeões de qualquer modalidade, nos personagens célebres de qualquer época.</p>
<p><strong>Qual é, então, a receita principal para ter uma mente positiva e vitoriosa?</strong></p>
<p>Visualize uma chave de campeonato de Jiu-Jitsu, um Mundial: quantos ali estão num estado mental 100% idêntico a um dia qualquer na academia? Poucos? Provavelmente nenhum? Bem, mas se estivessem pode ter certeza de que a atuação desses daria um salto espetacular. Por isso o trabalho mental é importante. Mas o que faz o lutador que sucumbiu à pressão retornar, como eu procurei fazer após minhas derrotas? A vontade de estar lá, o amor por aquilo. O principal é amar o que você faz e ter realmente a vontade de ser melhor a cada dia, sem dar a honrarias e ao reconhecimento um peso excessivo. A partir dessa paixão e certeza do que você ama fazer, você consegue parar, respirar e analisar cada aspecto que possa estar atrasando seu desenvolvimento.</p>
<p><strong>Um dos casos mais comuns que nossa equipe escuta é: “Ih, fulano era muito melhor na academia que nos torneios…”. Ou, porventura, o oposto. O cara comum na academia que virava um leão nos campeonatos. São esses os aspectos que você costuma analisar?</strong></p>
<p>Sim, normalmente os atletas que vêm a mim para afiar o condicionamento mental respondem a uma série de questionários. Por exemplo: ele duvida de sua capacidade? Está preocupado com o que pensam dele? Tem medo de desapontar familiares e equipe? Tem um medo de errar que o paralisa? A alegria de viver do atleta está totalmente ligada ao êxito esportivo? Ele cria rótulos negativos o tempo todo, como “Eu canso em finais”, “Jamais consigo raspar…” Mas a principal pergunta é a última: é sobre o desejo de ser o melhor a cada dia no que faz. Se o camarada tem isso dentro dele, a partir dali a mente dele pode ser blindada contra qualquer fraqueza.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gustavo-dantas-destrincha-licoes-para-voce-superar-adversidades-psicologicas-no-jiu-jitsu/">Gustavo Dantas destrincha lições para você superar adversidades psicológicas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Gustavo Dantas ensina a identificar – e corrigir – 10 falhas psicológicas no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 10:16:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já teve alguma atuação abaixo do esperado no Jiu-Jitsu? Pode ser que o problema esteja na forma como você prepara sua mente antes de competir. Nosso GMI no Arizona, Estados Unidos, o professor Gustavo Dantas é especialista na técnica de fortalecer a parte psicológica dos atletas da arte suave. Após anos de estudo teórico&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_129354" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-129354" class="size-full wp-image-129354" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg" alt="" width="1600" height="1067" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-129354" class="wp-caption-text"><em>Gustavo Dantas em foto de Erin Herle</em></p></div>
<p>Você já teve alguma atuação abaixo do esperado no Jiu-Jitsu? </p>
<p>Pode ser que o problema esteja na forma como você prepara sua mente antes de competir. Nosso GMI no Arizona, Estados Unidos, o professor Gustavo Dantas é especialista na técnica de fortalecer a parte psicológica dos atletas da arte suave.</p>
<p>Após anos de estudo teórico e experiências práticas, Gustavo identificou dez erros que costumam sabotar os competidores, e agora apresenta soluções realmente eficazes para você evitá-los.</p>
<p>Num primeiro momento, o professor da <a href="https://instagram.com/gdjjacademy?igshid=1odkv34e40lqm">GD Jiu-Jitsu Academy</a> oferece um questionário para que o atleta possa reconhecer características psicológicas a ser aperfeiçoadas.</p>
<p>Em seguida, o professor vai ao ataque contra a primeira falha, numa série de vídeos desenvolvidos para que você, amigo leitor, nunca mais sofra &#8220;travas mentais&#8221; quando estiver sob pressão numa arena. Confira.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Top 10 Erros Psicológicos que os atletas cometem e como evitá-los | Vlog Desliga, Deleta &amp; Bloqueia" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2zfOFME_oq4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-gustavo-dantas-ensina-a-identificar-e-corrigir-10-falhas-psicologicas-em-atletas-de-jiu-jitsu/">Vídeo: Gustavo Dantas ensina a identificar – e corrigir – 10 falhas psicológicas no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 10:10:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228973" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228973" class="wp-image-228973 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg" alt="" width="650" height="387" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-1024x610.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-300x179.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-768x458.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis-150x89.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/mario-reis.jpg 1102w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-228973" class="wp-caption-text">Professor Mario Reis com seu time de competição, reunido no famoso treino do meio-dia. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Você sabe qual academia teve mais medalhas no masculino adulto do Mundial? Em todo torneio de grande porte da IBJJF, além das lutas nos tatames, outra disputa que chama a atenção é a corrida de pontuação por equipes. A Alliance levou a melhor no Mundial de Jiu-Jitsu 2019, o campeonato mais disputado do ano. Mas para somar tal pontuação, uma academia em questão trouxe um fôlego a mais na contagem.</p>
<p>&#8220;Tivemos dez medalhas&#8221;, apontou o professor Mario Reis, líder da Alliance/Mario Reis, em Porto Alegre. &#8220;Três na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial.&#8221;</p>
<p>Para o professor, o bom resultado vai além dos treinos incessantes, drills, preparação física e trabalho mental. Para alcançar o melhor do atleta, um ambiente equilibrado e amistoso, repleto de campeões com o mesmo propósito, pode ser a chave do sucesso. E se engana quem pensa que o atleta, para alcançar o seu ápice esportivo, precisa respirar Jiu-Jitsu 24 horas por dia.</p>
<p>&#8220;Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali&#8221;, revelou Mario Reis. &#8220;Os demais todos trabalham ou estudam além de se dedicarem nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Para entender melhor como funciona a fórmula vencedora de Mario e desvendar alguns detalhes da mística que envolve treinar na Alliance Mario Reis, conversamos com o professor sobre as estratégias adotadas no time, para trazer o melhor ambiente para seus competidores e extrair o melhor de cada indivíduo, dentro e fora do tatame, para fazer deste uma pessoa melhor, e consequentemente um atleta melhor. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: A Alliance/Mario Reis, filial potente do time, teve  boa parte dos atletas inscritos medalhando e conquistando o topo dos pódios. Qual foi o saldo do seu time nessa contagem de resultados e o que isso significou para você?</strong></p>
<p><strong>MARIO REIS:</strong> A Alliance é uma equipe com uma estrutura incrível, tanto no contexto competição quanto na didática de ensino. Nosso time teve um saldo muito positivo nesse Mundial, pelo espírito de equipe que construímos aqui, todo mundo treina junto e no mesmo horário, misturando os competidores com atletas de demais perfis. Acredito que seja o principal fator. No adulto masculino tivemos três medalhistas na faixa-azul, dois na faixa-roxa, quatro na marrom e um na faixa-preta. Todas as faixas foram contempladas no Mundial, dez no total, e isso me faz quer que a união desses foco parecido é o que determina o resultado expressivo que alcançamos.</p>
<p><strong>Tamanha conquista como a do Mundial 2019 talvez não se deva apenas ao talento individual de cada atleta, mas ao conjunto de tudo que engloba a preparação. Quais são os fatores diferenciais da Alliance/Mario Reis para alcançar tais resultados?</strong></p>
<p>Esse resultado me deixou muito feliz. Já sou naturalmente muito otimista. Gosto de trabalhar toa situação como uma oportunidade de crescimento. Às vezes eu olho e vejo no aluno coisas que nem ele mesmo vê, como o seu potencial. Quando o aluno compra a crença do seu professor a coisa fica ainda mais possível de acontecer. O professor não faz milagre, mas ele consegue tocar num ponto que possa ser a virada de chave para o sucesso dele, como estar entre os melhores de sua academia. Por vezes identificamos alguma fragilidade no aluno, não só técnica mas por vezes na autoconfiança ou na resiliência. Isso impede que ele alcance os objetivos que almeja. Quando vejo um aluno pra baixo eu levo ele para a salinha da academia, que é um espaço para trabalhar o psicológico e o emocional do aluno, para que ele volte melhor para o treino e não calhe de &#8220;contaminar &#8221; os outros com essa negatividade. Gerencio essa vibe para manter a harmonia, primordial para alcançar sua melhor versão.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>Quais as características um atleta precisa possuir para integrar o seleto grupo de elite da Alliance/Mario Reis?</strong></p>
<p>O atleta para participar desse treino só para competição, ao meio-dia, ele tem que ser selecionado por mim. Esse grupo tem que estar sempre com uma mentalidade pronta, blindada, raçuda, guerreira e resiliente. Esses são os requisitos para compor nosso time principal. Muitos alunos se emocionam ao serem escolhidos para integrar esse treino. É uma conquista poder fazer parte disso. Eles valorizam mais por não ser um privilégio dado, tem que ser conquistado de maneira árdua.</p>
<p><strong>Qual a dica primordial do professor Mario Reis para o atleta que quer ser competidor de ponta? O que não pode faltar para que ele alcance seus objetivos competitivos?</strong></p>
<p>Dá para ser campeão numa academia sem campeões? Até dá. Mas é muito mais difícil. Existem raros casos, mas normalmente os maiores índices saem de times de campeões. Quando você está treinando e se sente fraco, cansado e frágil, você olha para o lado e tem um campeão com uma energia de força, de confiança, você acaba se abastecendo dessa vibe. Estava conversando com o Fábio Gurgel outro dia sobre isso. Lembrei a ele que, na selva, o leão só sabe que é leão quando olha para o lado e vê outro leão. Ele não tem um espelho. É assim que ele sabe o que ele é, ao compor aquele grupo. O campeão é a mesma coisa. Ao ter um campeão ao teu lado tu se abastece das energias, das qualidades. Saber andar com as pessoas certas faz com que ele potencialize o que ele precisa para melhorar, o que às vezes não aconteceu por estar com as pessoas erradas, num ambiente errado.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12">
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<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/CGN_ZKljHlH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orgulho de mais, a academia que colocou o maior número de atletas no pódio do último mundial 2019 no adulto masculino , todos treinaram juntos e no mesmo horário e 80% trabalhava ou estudava e não podia se retocar somente ao JiuJitsu. ( não fazer da dificuldade uma comodidade e sim uma oportunidade de crescer )<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;" href="https://www.instagram.com/marioreisjiujitsu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mario Reis</a> (@marioreisjiujitsu) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2020-10-11T21:37:54+00:00">11 de Out, 2020 às 2:37 PDT</time></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>O que você define como &#8220;dedicação máxima&#8221; para um atleta alcançar o seu melhor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Existe uma crença que, para ser campeão mundial, o cara tem que treinar apenas Jiu-Jitsu e mais nada. Dos nossos dez medalhistas no adulto masculino no Mundial 2019, apenas um se dá ao luxo de só treinar Jiu-Jitsu, que é o Nicolas Meregali. Os demais todos trabalham ou estudam além da dedicação nos treinos. Não estavam focados apenas nas competição e mesmo assim obtiveram um grande resultado no maior torneio do Jiu-Jitsu. No nosso exemplo dos medalhistas, um é secretário da academia, o outro é militar, um é personal trainner, um é motoboy, e mesmo assim todos eles chegaram no auge de suas respectivas categorias em paralelo a outra funções.</p>
<p><strong>E em qual sentido essas atribuições e atitudes fora dos tatames influenciam no resultado final de um competidor?</strong></p>
<p>Acredito na vibe que a gente precisa descobrir para performar bem num Mundial. Nem todo campeão mundial vai atingir a sua luz. Tem pessoas que não tem hábitos saudáveis de vida, que não são grandes exemplos, e se tornam campeões. Isso não determina um campeão. Eu, como professor, gosto de trabalhar a parte profissional e a parte pessoal de forma conectada. Uma ajuda muito a outra. Se você é uma pessoal legal, com um estilo de vida bom, que cuida da sua energia interior, tá sempre numa vibe legal, não reagindo negativamente aos problemas da vida, fazendo deles uma oportunidade de crescer, você se torna melhor. Não divido o pessoal e o profissional do indivíduo. As duas têm que estar alinhadas para que tu seja a tua melhor versão, conquistando uma imagem legal, patrocínios melhores. O atleta tem que vender uma verdade. Ser uma boa pessoa e um bom atleta. Existem campeões que não vendem uma boa imagem e que são repelidos por grandes imagens. Trabalho com alunos alinhados na melhore versão de ambas as áreas.</p>
<p><strong>Muito das suas explicações sobre o ambiente na sua academia se devem a &#8220;vibe&#8221;. Como o professor Mario Reis define essa &#8220;vibe&#8221;?</strong></p>
<p>É o que a pessoa &#8220;vibra&#8221; e os outros sentem. Isso é a vibe. Por exemplo, um campeão vibra sua autoconfiança. Quando eu falo da vibe da nossa academia é de disso que eu falo, é uma energia boa que a mentalidade otimista, confiante, de pessoas que cuidam bem da sua alma produzem. Cada um joga uma energia no ambiente. Às vezes algum deles chega com a energia perturbada, e eu já detecto isso olhando para os olhos do atleta. Se ele chega cabisbaixo, triste. Nessa hora eu levo ele para a minha salinha, e lá eu ajudo a levantar ele. Sem contar que, muitas vezes, um levanta a vibe do outro. Isso depende do ambiente que nós estamos. Eu trabalho administrando essa vibe nos atletas, para harmonizar a energia do todo e sempre ter um bom ambiente para os atletas evoluírem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mario-reis-e-a-receita-para-melhorar-o-desempenho-da-sua-academia-nos-torneios-de-jiu-jitsu/">Mario Reis dá receita para sua equipe vencer geral no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Vencer é contagioso”, ensina treinador das estrelas Jimmy Pedro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2020 09:06:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para Jimmy Pedro, judoca e professor americano, o treinamento mental é tão importante quanto o físico na obtenção de bons resultados. Em artigo publicado originalmente na edição #254 de GRACIEMAG (assine aqui em formato digital), listamos os principais tópicos ensinados por Jimmy para formar campeãs e campeões olímpicos. * “Força mental vem da vontade de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142966" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142966" class="size-full wp-image-142966" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/DSC_0405-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/DSC_0405-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/DSC_0405-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/10/DSC_0405-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-142966" class="wp-caption-text">Jimmy Pedro (azul) e Travis Stevens em treino registrado por GRACIEMAG.</p></div>
<p>Para Jimmy Pedro, judoca e professor americano, o treinamento mental é tão importante quanto o físico na obtenção de bons resultados. Em artigo publicado originalmente na edição #254 de GRACIEMAG (<a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine aqui em formato digital</a>), listamos os principais tópicos ensinados por Jimmy para formar campeãs e campeões olímpicos.</p>
<p>* “Força mental vem da vontade de vencer. Ter coração vem da formação e mentalidade de um vencedor. No treinamento, um vencedor nunca vai parar. Caso ele faça isso, caso ele ‘se entregue’, então terei de intervir e trabalhar sua mente e sua técnica. Esse lutador precisa treinar mais forte e fazer ajustes e melhorias. Uma vez que alguém decide se tornar um campeão, esse alguém tem de estar disposto a fazer o trabalho máximo para alcançar o topo.”</p>
<p>* “O lutador precisa acreditar em si, esse é o grande elixir da vitória.”</p>
<p>* “Acredito que vencer é contagioso. Se você se cercar de vencedores, você terá uma chance muito maior de ser um vencedor, porque você se alimenta dessa energia positiva e age como eles agem, seguindo seus exemplos. Ganhar é uma mentalidade.”</p>
<p>* “Meus atletas são ensinados a usar técnicas de visualização antes das competições. Quero que eles enxerguem suas metas, e se convençam totalmente de que elas são possíveis.”</p>
<p>* “Ao longo do dia de competição, sempre reforço nosso mantra com a equipe: ‘Hoje é o nosso dia! Hoje ninguém vai nos vencer! Ninguém! Hoje nós vamos nos tornar campeões!’. Repito essas palavras antes de cada luta.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Travis Stevens&#039; coach Jimmy Pedro teaches how to apply the Kouchi Gari" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/12BxBGwKyaE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>* “Os atletas que se comprometem a fazer todo o sacrifício possível odeiam perder mais do que qualquer coisa na vida. Para eles, perder dói demais. Porque eles se sacrificaram muito para brigar pelo sucesso.”</p>
<p>* “Somente verdadeiros guerreiros, que fazem todo o sacrifício possível e vão até o limite no treinamento, terão o coração, a coragem e a determinação para prevalecer nos momentos decisivos da carreira.”</p>
<p>* “Como evitar que a tensão e a adrenalina pré-luta contaminem os músculos e minem o atleta com ácido lático? Bem, primeiro, eu me certifico de que todos os nossos atletas se aqueceram corretamente. Eles fazem alongamento  ativo, então executam algumas simulações de luta e, finalmente, treinam com um companheiro. É como se o aquecimento já fosse a primeira luta. Daí eles colocam o agasalho para manter seus músculos quentes. Então chega a hora de concentração e relaxamento. Os atletas são ensinados a fechar os olhos e visualizar o sucesso, enxergando-se como vencedores.”</p>
<p>* “Pouco antes da luta, utilizamos exercícios de respiração profunda, inspirando pelo nariz, enchendo a barriga com o ar e expirando pela boca. Isso reduz o ritmo cardíaco e permite ao atleta alcançar a concentração e o relaxamento ideais.”</p>
<p>* “Creio que a ansiedade é o que mais inibe o desempenho do lutador, por isso é fundamental aprender a relaxar antes das lutas.”</p>
<p><em>Curtiu o artigo? Leia sempre em primeira mão os melhores artigos sobre psicologia e treinamento de alto nível, aqui em GRACIEMAG! <a href="https://graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine ao clicar aqui</a>.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/vencer-e-contagioso-ensina-jimmy-pedro-ex-judoca-e-treinador-da-selecao-americana/">“Vencer é contagioso”, ensina treinador das estrelas Jimmy Pedro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Davi Ramos e sua mente blindada para brilhar no Jiu-Jitsu e no MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 14:21:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Competidor de kimono, campeão do ADCC e atleta do UFC, Davi Ramos está acostumado a competir em alto nível. Seus treinos e foco levaram a fera a vôos cada vez maiores no esporte, e uma mente forte e direcionada foram peça essencial nesse processo até o topo. GRACIEMAG conversou com Davi para entender um pouco&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200327" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200327" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n.jpg" alt="" width="960" height="640" class="size-full wp-image-200327" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/306867_685127_11953207_10153650268637053_5441976904500288277_n-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-200327" class="wp-caption-text">Davi Ramos com o troféu do ADCC 2015. Foto: Divulgação/ADCC</p></div>
<p>Competidor de kimono, campeão do ADCC e atleta do UFC, Davi Ramos está acostumado a competir em alto nível. Seus treinos e foco levaram a fera a vôos cada vez maiores no esporte, e uma mente forte e direcionada foram peça essencial nesse processo até o topo.</p>
<p>GRACIEMAG conversou com Davi para entender um pouco mais a cabeça de um casca-grossa do seu calibre. Confira!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #252. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>Estratégia</strong><br />
“Pretendo finalizar todos os meus oponentes, mas primeiro vou bater neles, cansá-los em pé e depois no chão, onde quero finalizar com o meu Jiu-Jitsu agressivo. Pretendo ser diferente em relação aos faixas-pretas que são ótimos ao verter as técnicas para o MMA, mas são limitados quando saem de suas especialidades, sempre revelando falhas ao socar, chutar, dar joelhadas&#8230; Um lutador de MMA tem que ser misto, tem que ter a habilidade de jogar bem em todas as situações. Vou ser completo e perigoso em tudo, batendo, derrubando e finalizando por cima ou por baixo, como sempre fui no Jiu-Jitsu”.</p>
<p><strong>Inspirações</strong><br />
“Se eu pudesse escolher virtudes de outros lutadores para adicionar ao meu jogo, eu gostaria de um bocado da determinação do Rodrigo Minotauro, nunca vi ninguém buscar finalizações em situações tão adversas. Escolheria também a habilidade do Demian Maia em pegar as costas e grudar na retaguarda dos oponentes. Ah, claro, e não posso esquecer daquela pressão sobrenatural do Ronaldo Jacaré”.</p>
<p><strong>Alto rendimento</strong><br />
“Muita gente acha que para ter gás infinito no MMA é preciso treinar à exaustão sempre, fazer 20 rounds todo dia. Acredito que a fórmula para o sucesso não seja essa. Nem sempre treinar além da conta vai render grandes benefícios. É melhor treinar menos, mas de forma correta, na intensidade máxima. Isso sim, se doar ao máximo sempre. Prefiro fazer menos rounds e me doar 100% em cada round até o último, como se fosse o primeiro”.</p>
<p><strong>Técnica refinada</strong><br />
“Recebi muitos elogios ultimamente pelas minhas pegadas de costas no MMA, as pessoas pedem dicas para melhorar na posição. Olha, o segredo do bom pegador de costas é treinar muita repetição, experimentando todos os ângulos e situações possíveis. Tem que fazer muito treino específico, como essa sequência que demonstro passo a passo, nesta reportagem”.</p>
<p><strong>Especialidade</strong><br />
“Eu adoro as chaves de pé. Fiz ótimas adaptações desses golpes para o MMA. Sempre foram o meu forte e não deixo de treinar nunca, essas chaves são a minha especialidade”.</p>
<p><strong>Superação</strong><br />
“Minha luta contra o Serginho Moraes, que é um cara excelente no chão, foi muito parelha (Serginho venceu por decisão unânime dos jurados, o combate foi realizado em março de 2017). Para dizer a verdade, creio que venci essa luta, então não me sinto nem um pouco pressionado. Estou tranquilo e muito bem treinado para seguir meu caminho sem traumas ou inseguranças”.</p>
<p><strong>Adrenalina</strong><br />
“Quando me perguntam qual é a diferença entre um torneio de Jiu-Jitsu e um de MMA, creio que a resposta tenha muito a ver com a questão emocional. A adrenalina é outra. Vejo sangue nos meus olhos e uma vontade muito louca de lutar no UFC. É algo mais selvagem, entende? E a preparação é bem diferente também. Você sabe que não vai se machucar no Jiu-Jitsu. Já no MMA a coisa não é bem assim. Você enfrenta alguém que pode causar um dano sério à sua saúde. Por outro lado, é apenas um adversário por evento. No Jiu-Jitsu me parece mais difícil, pois você compete contra vários estilos diferentes, de forma sequencial, o que é muito complicado e desafiador”.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/davi-ramos-e-sua-mente-blindada-para-brilhar-no-jiu-jitsu-e-no-mma/">Davi Ramos e sua mente blindada para brilhar no Jiu-Jitsu e no MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Lucas Lepri para eliminar os buracos do seu Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 18:09:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_147026" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147026" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1.jpg" alt="" width="640" height="426" class="size-full wp-image-147026" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-147026" class="wp-caption-text">Lucas Lepri em foto para a GRACIEMAG #238, por Gustavo Aragão</p></div>
<p>De 2007 até 2019, Lucas Lepri sempre figurou entre os maiores competidores da faixa-preta nos pesos leves. Com o título no Mundial do ano passado, a fera acumulou seis ouros mundiais, um pódio fechado com Michael Langhi em 2015, e habilidade de sobra para os fãs de Jiu-Jitsu estudarem com frieza, na figura de um atleta muito técnico que quase não leva pontos nos maiores torneios do mundo e executa suas técnicas com precisão nos tatames.</p>
<p>Para entender melhor o jogo justo de Lepri, conversamos com a fera e com Elan Santiago, primeiro professor de Lepri que hoje está radicado no Catar, e montamos este dossiê com as melhores dicas sobre o assunto para você blindar o seu jogo e se tornar um competidor ainda melhor.</p>
<p>Confira no artigo de capa da GRACIEMAG #238, e para ler mais conteúdos de  qualidade como este, assine agora a melhor revista de Jiu-Jitsu <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" rel="noopener noreferrer" target="_blank">clicando aqui</a>!</p>
<p>*</p>
<p>Qual é o dia mais feliz na vida de um faixa-preta de Jiu- Jitsu? Engana-se quem pensou numa medalha de ouro em Mundial. Apesar de ser um feito memorável, tal glória não é para todos, e é equiparada a um sentimento único: o dia em que o faixa-preta percebe que seu aluno é tão habilidoso e completo que é ca- paz de finalizá-lo de fato num treino. Tal experiência aconteceu com o fenomenal Lucas Lepri, hoje tri mundial dos leves, num certo rola ocorrido ali pelo fim do ano de 2002.</p>
<p>Seu professor, Elan Santiago, lembra com emoção daquele dia em Uberlândia, simpática cidade de Mi- nas Gerais. “Eu percebi que o Lucas estava evoluindo muito, e cheguei a comentar com um amigo que ele, em dois anos ou menos se bobear, se tornaria capaz de me finalizar. Ninguém levou fé no que eu disse. Acontece que, uns três meses depois daquilo, fomos treinar. O Lucas foi passando devagar, cruzando o joelho como eu ensinara, me baseando no estilo do Zé Mario Sperry, e chegou do lado matando um dos meus braços. Encaixou a kimura e não tive opção”, recorda Elan, até hoje um pouco emocionado.</p>
<p>“Fiquei deitado uns segundos, maravilhado, saboreando aquela transmissão de conhecimento que no Jiu-Jitsu fica cristalina. Parei o treino, reuni a turma e discursei que aquele era, de verdade, a ocasião mais feliz para mim no Jiu-Jitsu até então. O dia em que fui finalizado por um aluno meu. A partir dali comecei a botar minhas fichas em que o Lepri seria um dia o melhor peso leve da história dos Mundiais, com mais ouros na faixa- -preta do que qualquer um”, aposta o professor da Alliance.</p>
<p>Com 32 anos, Lepri ainda quer mais títulos além dos três ouros que tem, conquistados nos Mundiais da IBJJF em 2007, 2014 e 2016 – em 2015, Lucas fechou com Michael Langhi, que ficou com o título oficialmente. Mais do que as peças de ouro, contudo, Lepri coleciona a admiração dos seus colegas. Dos galinhos aos pesadíssimos, de Bruno Malfacine a Marcus Buchecha, outros muitos competidores, analistas, professores e árbitros o consideram um dos faixas-pretas mais técnicos, eficientes e completos do cenário atual do esporte. Um craque em estar sempre um passo à frente dos adversários, e que tampouco demonstra ter grandes brechas em seu Jiu-Jitsu. “Duas coisas impressionam nas lutas do Lepri: ele termina com o kimono seco e arrumado, e seus combates quase não fazem barulho. É só um suish, suish, suish, e o outro cara termina batucando”, exemplifica uma velha raposa do Jiu-Jitsu. </p>
<p>Mas o que o leitor, seja professor ou aluno, pode aprender com Lucas Lepri para saltar de patamar? A equipe GRACIEMAG estudou o elaborado jogo de Lepri, investigou suas quedas, sua guardinha sentada de gancho, suas passagens afiadas cruzando o joelho e outros muitos segredos, numa instrutiva tarde na Alliance Rio. A seguir, contamos o que extraímos de mais valioso. </p>
<p><em>IMITE O BOM EXEMPLO DE LUTADORES COMPLETOS </em><br />
Garotão capoeirista, dono de uma base sólida e um domínio corporal invejável, Lucas Lepri começou no Jiu-Jitsu depois de se impressionar com umas lutas na TV. No caso dele, não foi Royce Gracie ou uma luta no UFC, mas um reality show curioso, intitulado “20 e poucos anos” e transmitido pela MTV no ano 2000. Um dos personagens era o jovem paulista Fernando “Margarida” Pontes, que vivia viajando pelo país e pelos EUA perseguindo o sonho de ser campeão mundial como faixa-preta – meta que atingiria em 2001. Lucas, ainda cabeludinho e com o apelido simpático de “Sansão”, foi tomado de admiração por aquele estilo de vida e foi experimentar o Jiu-Jitsu. Marga sempre foi seu ídolo nos tatames, e Lucas passou a admirar e perseguir o jogo ofensivo por baixo e por cima, e em especial a finalização em todos os combates. </p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lucas Lepri teaches how to pass the one leg X guard landing on the omoplata" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/p4jz2E0l06c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>CONQUISTE UMA MENTE VENCEDORA E SEM BRECHAS </em><br />
Lepri fez um senhor Mundial de Jiu-Jitsu em 2007, quando finalizou Celsinho Venícius e Michel Maia para abiscoitar seu primeiro ouro na faixa-preta. O que se seguiu foi um jejum angustiante, em que o craque batia na trave mas não voltava ao topo do pódio – o que só foi ocorrer novamente em 2014. Foi hora de amansar a mente e lapidar a cabeça de campeão. “Eu senti que o gás e a técnica estavam em dia, mas eu precisava treinar um pouco a parte mental para avançar aqueles centímetros que faltavam até o ouro. Li alguns livros de velhos técnicos e competidores, como por exemplo o “Psychology of Champions”, que o Rubens Cobrinha me indicou. Ali aprendi a perder o medo e a não me cobrar demais. Com a leitura aliada aos treinos duros, retomei a autoconfiança, e voltei a vencer.&#8221;</p>
<p><em>ABSORVENDO 70% DOS ENSINAMENTOS </em><br />
Segundo o professor Elan Santiago, Lepri sempre teve um ouvido extraordinário para o aprendizado. &#8220;O normal é um aluno reter 30% da novidade que o professor demonstra. O Lucas compreendia mais de 70% desde a faixa-branca, já executava a técnica pedida com perfeição e incluía suas próprias variações”, destaca. Apesar de isso ser um dom, torna-se uma dica preciosa para qualquer praticante: é preciso absorver o máximo do que o instrutor está demonstrando. Para tal, atenção redobrada, silêncio e determinação para repetir o golpe ensinado sempre vão ajudá-lo a aumentar essa absorção da nova informação. </p>
<p>Se você sentir que está esquecendo rápido ou não está retendo bem o que foi aprendido, procure anotar num grande caderno/agenda cada técnica nova, e pergunte tudo ao professor até eliminar sua dificuldade naquela posição. “Um tipo de treino que eu gosto é o de repetir a posição para fixar, mas no treino à vera”, acrescenta Lepri. “Em vez de realizar cem passagens num colega deitadão ao estilo drill, eu procuro concretizar dez vezes aquele tipo de passagem contra um colega que está tentando me raspar. Vou, passo, finalizo, tento de novo, até o fim do treino”. </p>
<p><em>PROCURE EXECUTAR A “LUTA PERFEITA” </em><br />
O que é realizar uma luta considerada perfeita no Jiu-Jitsu? Derrubar, passar a guarda, montar e finalizar, sem jamais deixarem encostar suas costas no chão. Se você buscar executar essa “luta perfeita” em alguns treinos, mentalizando que você não pode deitar de costas, sua sequência de ataques, suas quedas e transições para a vitória vão dar um salto de qualidade. Jamais negligencie sua guarda, mas escolha um dia ou alguma parte do treino para testar se você é capaz de uma “luta perfeita”. </p>
<p><em>QUEBRANDO A VAIDADE DO REI DA ACADEMIA</em><br />
É uma rotina comum no Jiu-Jitsu um aluno evoluir muito na academia e, ao mesmo tempo em que ganha habilidade, é assombrado pela vaidade. A vaidade, porém, é uma das grandes inimigas da evolução do lutador, e precisa ser combatida na raiz. O aluno que se acostuma a ganhar sempre tende a ficar limitado, a apelar sempre para seu jogo mais forte. “Para se tornar um praticante de Jiu-Jitsu completo, é preciso enfrentar dificuldades diárias, e superá-las. Se o seu treino está fácil demais, algo está errado”, prega Elan Santiago. E como atacar esse problema? Quebrando a vaidade e derrubando o rei da academia de seu trono. </p>
<p>Se você é professor, crie desafios para seu aluno mais promissor, como dar mais um treino mesmo cansado, ou levando-o a ficar no centro passando ou raspando todos os colegas. Incentive um treino específico de defesa de costas quando já estiver cansado, e por aí vai. Se você é aluno, busque o treino mais difícil da academia, o cara mais pesado, depois o cara mais rápido, sem jamais se iludir que você é invencível. Ao acostumar-se a batucar ou passar dificuldades, o praticante vai abrir a mente e aprender novidades. </p>
<div id="attachment_147071" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147071" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg" alt="" width="640" height="427" class="size-full wp-image-147071" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147071" class="wp-caption-text">Lucas Lepri em papo com GRACIEMAG. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p><em>OBJETIVOS DE UM MINUTO </em><br />
Para ser cada vez mais completo, não basta apenas ir à academia. Treinar todo dia vai fazer você ficar duro, atento nas defesas, mas se você quiser ser eficaz por cima, por baixo, na guarda, passando, e ter um arsenal de finalizações, você vai precisar dos treinos específicos, quando você afia separadamente cada aspecto do seu jogo. Um dos treinos que Elan Santiago gostava de puxar com Lepri era uma contagem regressiva de um minuto. Por baixo, o guardeiro tem somente um minuto para raspar e ficar por cima. Quando você estabelece um prazo para sua movimentação, você acelera seu jogo enquanto evita que o passador se acostume com sua guarda e perceba o que você vai tentar. Seja rápido e mortal, procure treinar de olho no relógio da parede. </p>
<p><em>TREINE SEM KIMONO PARA VERIFICAR A EFICÁCIA DE SUAS MANOBRAS</em><br />
Lucas Lepri tem uma série de posições no seu arsenal que dependem da pegada na lapela, mas faz questão de ter um jogo tão eficiente com ou sem o pano. “Minha guarda sentada com ganchos e minha passagem cruzando o joelho eu executo sem o kimono com o mesmo grau de eficiência, não fico dependente da pegada”, explica o mineirinho de Uberlândia. Na Alliance, por sinal, toda sexta é dia de deixar o kimono no armário, num verdadeiro treino casual. Busque treinar sem o kimono de vez em quando para medir sua técnica numa situação com menos pontos de apoio, e muito mais escorregadia. </p>
<p><em>ESTUDE O TEMPO TODO </em><br />
Elan relembra ainda que as técnicas que ia passando para o Lucas ao longo dos anos eram todas colhidas  no melhor laboratório que havia: “Eu ia ver os campeonatos da CBJJ não apenas para torcer, mas para aprender. E voltava de lá com uma quedinha do Saulo Ribeiro, uma manobra nova do Fernando Tererê, uma passagem do Fabio Gurgel. Dali você vai para a academia e testa, tenta de novo, até compreender se aquela técnica é útil para você ou não, mas de qualquer modo ela não será surpresa quando alguém tentar encaixar em você”, define Elan. </p>
<p><em>CORPO BLINDADO, EVOLUÇÃO MENOS LENTA</em><br />
Lucas Lepri jamais passou por uma cirurgia em sua vida de competidor, apesar dos treinos árduos e da centena de combates que realizou no Jiu-Jitsu. Para o mineirinho da Alliance, a parte física sempre foi fundamental para manter o corpo são e não perder treinos. “Desde que mudei para os EUA, em 2008, faço uma preparação sob  orientação do meu treinador, Kevin. Faço muito treino de explosão, levantamento, elástico, pilometria, o que para mim tem funcionado de modo essencial para fortalecer meus ligamentos e o corpo em geral. Treino Jiu-Jitsu há 16 anos e nunca me machuquei seriamente, vejo o treino físico constante e consistente não apenas como um meio de turbinar meu gás, mas como uma prevenção de contusões”, ensina Lepri. “Outra coisa que me ajudou a não me machucar foi sempre dar os três tapinhas rápido, sem vaidade e sem deixar estalar”, conclui o campeão mundial. </p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-lucas-lepri-para-eliminar-os-buracos-do-seu-jiu-jitsu/">As lições de Lucas Lepri para eliminar os buracos do seu Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como não enlouquecer na pandemia, por Raphael Abi-Rihan</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 13:17:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_156280" style="width: 1222px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-156280" class="size-full wp-image-156280" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1.jpg" alt="Abi Rihan lendo GRACIEMAG revista de Jiu Foto Araga" width="1212" height="808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1.jpg 1212w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/05/Abi-Rihan-lendo-GRACIEMAG-revista-de-Jiu-Foto-Araga-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1212px) 100vw, 1212px" /></a><p id="caption-attachment-156280" class="wp-caption-text">Abi-Rihan lendo a revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG: os craques do esporte recomendam. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Raphael Abi-Rihan*</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>“O Jiu-Jitsu”, como já ensinou Rickson Gracie, “é a arte de estar pronto para o imprevisível”. Atualmente, por mais experiente e preparado para o imprevisível que a gente seja, enfim nossa comunidade conheceu um adversário à altura do nosso esporte: um inimigo invisível conhecido por coronavírus. Estamos, sem dúvida nenhuma, diante do maior desafio das nossas vidas – o que não significa, certamente, que sairemos derrotados, pelo contrário.</p>
<p>É da natureza do artista marcial enfrentar qualquer adversidade com equilíbrio, serenidade e paciência. Todo praticante do Jiu-Jitsu aprende, treino a treino, dia a dia, a se aperfeiçoar na arte de reagir sob pressão, de não desistir facilmente e de lutar pela vida. Desta vez, contudo, há uma grande diferença para todas as batalhas que já vimos, vivemos e vencemos: quase sempre, conhecemos o adversário, suas possibilidades e limites.</p>
<p>Há uma outra particularidade que faz dessa guerra um desafio inédito: normalmente, quando vamos à luta, contamos com um mestre, mentor ou amigo mais experiente para nos orientar quanto ao caminho certo a tomar, sobretudo quando estamos em momentos de fragilidade.</p>
<p>Há, entretanto, lições do Jiu-Jitsu que servem para todas as horas. Os anos e décadas de treino nos concedem acesso a uma estratégia padrão que nos difere um pouco dos “meros mortais”: diante de um adversário poderoso e desconhecido, seguramos na guarda defensiva, estudamos o seu “modus operandi”, escutamos as instruções dos mais capacitados e esperamos a presa enfraquecer para então dar o bote certeiro. É, assim, como tenho procurado reagir.</p>
<div id="attachment_225959" style="width: 941px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225959" class="size-full wp-image-225959" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan.jpg" alt="" width="931" height="653" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan.jpg 931w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan-300x210.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan-768x539.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/abi-rihan-150x105.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 931px) 100vw, 931px" /></a><p id="caption-attachment-225959" class="wp-caption-text">Professor Abi-Rihan seguiu com os treinos de Jiu-Jitsu em casa, e incluiu a família toda. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Assim que a quarentena foi decretada, em março, e fui apresentado ao “adversário”, minha primeira ação foi evitar o pânico, me equilibrar emocionalmente e planejar a próxima semana, quinzena, mês&#8230; Eu logo entendi que, como pai de família, professor de Jiu-Jitsu e mentor de um grande grupo, muitas pessoas buscariam orientação, direção e palavras de conforto em mim. Mais do que nunca era o momento de reafirmar o meu papel de interventor social e administrador de conflitos – porém sem o auxílio de dois aliados inseparáveis até então: o tatame e o kimono.</p>
<p>Tarefas até então corriqueiras passaram a não fazer o mesmo sentido, hábitos eram proibitivos e precisávamos nos reinventar. Criei assim uma nova rotina, a envolver muito planejamento estratégico, manutenção da saúde física e mental e ações para manter a imunidade em alta e as contas em dia.</p>
<p>Uma família bem estruturada, amigos realistas e uma rede de apoio unida e solidária foram recursos fundamentais para entendermos, juntos, que era o momento de buscar proteção – proteger a nós mesmos, a quem amamos e, não menos importante, proteger nosso local de trabalho. Local, que para muitos, funciona como um templo sagrado, e que estava a perigo pois o mercado do Jiu-Jitsu foi impactado imediatamente, gerando desesperança em muita gente.</p>
<p>Recomendo, assim, aos praticantes de modo geral que olhem um pouco mais para o passado e agarrem-se aos preceitos essenciais que a família mais tradicional dessa arte nos ensina, há quase um século. Como o pioneiro Carlos Gracie já insistia na primeira metade do século passado, a melhor maneira de manter sua saúde física e mental em dia é se exercitar com consistência. Mestre Carlos dava o exemplo e movimentava seu corpo todas as manhãs, até depois dos 90 anos.</p>
<p>Realize portanto séries de ginástica natural, que podem ser facilmente realizadas em casa, alimente-se de modo saudável e preze pelas suas horas de sono. São aspectos vitais, hoje como nunca, para manter o equilíbrio do seu organismo e do seu sistema imunológico.</p>
<p>Aconselho, ainda, que não perca a conexão com sua escola de Jiu-Jitsu – com seu professor, parceiros de treino e colegas de luta. Afinal, nossa arte e seus benefícios vão muito além do dojo.</p>
<div id="attachment_168148" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-168148" class="size-full wp-image-168148" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1.jpg" alt="" width="960" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1-768x508.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/398359_10150799792479784_1028229930_n-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-168148" class="wp-caption-text">Abi-Rihan em ação. Foto: Flashsport</p></div>
<p>Aos lutadores/competidores, fiquem tranquilos. De maneira geral, podemos encarar a paralisação como uma adaptação do calendário competitivo, ou seja, ninguém vai ficar em desvantagem pois o problema é mundial. Toda temporada esportiva, de fato, precisa de um “período de transição”, aquela fase em que o atleta assume uma perda temporária ou “destreino” a fim de se recompor para o próximo ciclo competitivo. Então, o momento pode ser de profilaxia, atividades de intensidade baixa à moderada, trabalhos complementares como mobilidade e reabilitação de lesões, planejamento tático com estudo por vídeos etc.</p>
<p>O período de transição com zero Jiu-Jitsu não é fácil para ninguém, no entanto sobreviveremos sem feridas, em especial os atletas. Já as federações sim, vão necessitar de um fôlego maior e, como grandes empresas que são, devem adotar seus planos emergenciais. E, logo que isso acabar, haverão de voltar com toda força.</p>
<p>A conclusão a que chego, após essas semanas de reflexão e aprendizado, é que tudo na vida é flexível e adaptável, com exceção dos valores mais importantes que a arte suave nos ensina. Esses valores transcendem qualquer pandemia, pânico ou inimigo invisível. E são a esses valores que precisamos nos agarrar agora.</p>
<p>A única certeza que temos é que cedo ou tarde tudo isso vai acabar, e estaremos aqui aguardando para celebrar e treinar o nosso Jiu-Jitsu. Fiquem firmes.</p>
<p style="text-align: right;"><em>* O professor carioca foi entrevistado por Marcelo Dunlop.</em></p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nao-enlouquecer-na-pandemia-por-raphael-abi-rihan/">Como não enlouquecer na pandemia, por Raphael Abi-Rihan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:55:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira! * Artigo publicado originalmente nas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212878" style="width: 1314px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212878" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg" alt="" width="1304" height="958" class="size-full wp-image-212878" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg 1304w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-300x220.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-768x564.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-1024x752.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-150x110.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1304px) 100vw, 1304px" /></a><p id="caption-attachment-212878" class="wp-caption-text">Gordon Ryan em foto de Blanca Marisa Garcia para a GRACIEMAG</p></div>
<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>“Você diz que finalizar mais e mais nos campeonatos é o seu modo de atrair audiência para o Jiu-Jitsu. O trash-talk também funciona para buscar popularidade?”</strong></p>
<p><strong>GORDON RYAN:</strong> Claro, o trash-talk é uma parte disso, de ajudar o Jiu-Jitsu a ser um esporte popular entre os espectadores. Se você for espiar uma lista dos lutadores e artistas marciais mais bem-sucedidos, mais populares e mais lembrados, serão sempre os caras que provocavam e faziam trash-talk. Muhammed Ali, Mike Tyson, Conor McGregor&#8230; Você tem de ser excitante para o público de alguma maneira. Seja no ringue, cage, tatames ou mesmo fora da academia. Muita gente não tem as habilidades necessárias para levantar a plateia durante as competições, e tenta substituir o talento pela falação. Outros não têm a personalidade para provocar mas, mesmo calados, são competidores eletrizantes. Historicamente, porém, os lutadores que se eternizam são os que possuem ambas as habilidades. Provocar não é para todo mundo. Mas o motivo dos fãs gostarem de mim é que eu falo e faço, eu sustento o que digo. E o mais importante: eu falo muito porque eu acredito do fundo do coração que as coisas que digo são absolutamente verdades. E por isso eu tenho hoje os fãs mais leais no esporte.</p>
<p><strong>“Como funciona sua mente durante uma luta de campeonato?”</strong><br />
Meu processo de raciocínio durante minhas lutas é bem simples. Eu normalmente começo devagar, e o motivo para isso é que estou simplesmente estudando meu adversário. Quero sentir logo como eles vão reagir a certas ações minhas. À medida que a luta avança, eu começo a entender o jogo deles e a fazer os ajustes necessários para alcançar uma posição de vantagem, de onde eu posso, por fim, controlá-los e finalizá-los.</p>
<p><strong>“O que o motiva a acordar e treinar forte todos os dias?”</strong><br />
Motivação para mim é moleza. Eu nunca penso no curto prazo, não penso se estou cansado ou se estou ansioso por férias. Tudo para mim é em longo prazo, são meus objetivos para o futuro que contam. Onde eu quero estar quando eu fizer 30, 40, 50, 60 anos. Sou adepto ferrenho da mentalidade “dê tudo de si ou não dê nada”. Ou seja, ou eu vou investir 110% do meu esforço em direção a um objetivo ou nem vou me importar nada com aquilo. A última coisa que quero é chegar aos 38 anos cheio de conquistas mas passar embaraços frente à nova geração nas competições por não ter me dedicado totalmente aos treinos. Isto é, se em algum ponto da minha vida eu não me sentir motivado a treinar em tempo integral eu simplesmente vou me aposentar. Mas, até lá, vou treinar com a mesma fome que eu sempre tive, desde que era um faixa-marrom que ninguém conhecia.</p>
<p>Outro fator que me motiva é que estamos sempre melhorando alguma técnica nos treinamentos com John (Danaher). Não é chegar na academia e fazer as mesmas coisas todo dia sem melhorar, como ocorre muito. Isso sim é maçante. Nos nossos treinos, toda semana literalmente a gente sente a evolução maciça, e se eu rolasse com a minha versão de dois meses atrás não teria nem graça. Motivação então é isso: perceber que há sempre uma novidade para aprendermos, e há sempre lutadores da novíssima geração querendo fazer o nome em cima dos atuais campeões. É tudo do que preciso lembrar para sair da cama bem disposto.</p>
<div id="attachment_218823" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg" alt="" width="1024" height="683" class="size-full wp-image-218823" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218823" class="wp-caption-text">Gordon supera Buchecha e fica com o título absoluto. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo Film</p></div>
<p><strong>“Ser campeão com kimono ou brilhar no UFC: qual é o seu sonho maior?”</strong><br />
No momento, meu foco ainda é vencer com kimono. Eu treino ativamente com o pano e para MMA todos os dias. Eu me divirto mais nos treinos de MMA, admito. E a luta de chão é apenas metade da luta nos ringues. Uma metade e tanto, claro. Mas apenas metade. Há algo sobre aprender a outra metade da luta (a parte de trocação) que realmente me interessa.</p>
<p><strong>“O Keenan Cornelius disse, numa edição recente de GRACIEMAG (GM #262), que ele é o seu criador. Como a vitória contra ele catapultou seu nome no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
(Risos) Foi. Finalizar Keenan pela primeira vez foi um passo monumental na minha carreira. Mas a vitória que deu o grande pontapé inicial na minha trajetória, ao meu ver, foi meses antes: no EBI 6 de 2016, em que finalizei o Yuri Simões e o Rustam Chsiev quando ninguém me conhecia. Mas concordo, vencer Keenan foi um grande passo para construir minha marca.</p>
<p><strong>“Quem é o seu maior rival hoje? Felipe Preguiça?”</strong><br />
Meu maior rival hoje eu diria que é o Felipe, com certeza. Ele é a única pessoa que me venceu de fato por duas vezes na faixa-preta. Creio que na nossa primeira luta todas as tentativas de finalização foram praticamente minhas, durante os 40 minutos de disputa. Até que, claro, ele cravou aquela linda catada de costas quando eu tentava o ashi-garami. Na segunda luta, sinto que eu ditei o ritmo da luta 100%, até que ele obteve a mesma pegada de costas, com menos de dois minutos para o fim. Felipe provavelmente será o único cara competitivo contra mim sem o kimono. Ele é provavelmente um dos poucos caras que tem jogo para disputar comigo em qualquer regra, em qualquer formato de luta.</p>
<div id="attachment_194080" style="width: 1510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194080" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg" alt="" width="1500" height="844" class="size-full wp-image-194080" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><p id="caption-attachment-194080" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça ataca as costas de Gordon Ryan para finalizar no mata-leão. Foto: Gallerr</p></div>
<p><strong>“Você crê que ainda tem brechas no seu jogo?”</strong><br />
Meu jogo com kimono certamente tem falhas. Há muito ainda a aprender em termos de pegadas, especialmente na parte em pé. No meu jogo sem pano tem brechas também, claro. Há sempre espaço para melhorarmos em tudo. Especialmente, como já disse, na minha parte em pé. Mas, sem o kimono, eu diria que tenho mais espaço para evoluir do que propriamente falhas. Já no MMA, por fim, eu hoje sou praticamente péssimo em tudo (risos).</p>
<p><strong>“Que conceito do treinador John Danaher mudou sua vida no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
Danaher enxerga o esporte de uma maneira completamente diferente do que qualquer outra pessoa. Todo mundo tem “seus movimentos favoritos”, onde colocam você em suas posições de ataque preferidas e usam seus movimentos/truques prediletos de lá. Mas, se você olhar para muitos desses faixas-pretas de nível mundial, depois que você os tira da zona de conforto e os coloca numa posição a que não estão acostumados, eles não sabem muito o que fazer. Então, toda abordagem de John em relação ao Jiu-Jitsu é baseado numa série de sistemas projetados para por esses caras em posições nas quais eles não estão acostumados – e que são as mesmas posições em que vivemos treinando diariamente. Com essa abordagem, fomos facilmente capazes de, em menos de cinco anos, superar atletas de nível mundial que já eram campeões na faixa-preta quando a gente nem treinava Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_218808" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218808" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" class="size-full wp-image-218808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-218808" class="wp-caption-text">Gordon Ryan ficou com o ouro até 99kg. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo FIlm</p></div>
<p><strong>“O que você aprendeu durante a final do pesadíssimo contra o Roberto Cyborg no Mundial Sem Kimono, onde rolaram pegadas fortes e até tapas?”</strong><br />
Aprendi na final contra Cyborg que sou realmente o melhor nessa guerrilha psicológica. Consegui entrar na cabeça de um homem adulto, um lutador experiente, e o forcei a jogar fora uma das maiores medalhas da temporada. Isso é simplesmente incrível para mim. Ele é um faixa-preta que está nesse esporte praticamente desde que eu estou vivo, e o vimos sofrer um colapso mental legítimo, a ponto de ele ter de recorrer a suaves tapões em mim, em plena final de um Mundial faixa-preta. Eu acho fantástico (risos).</p>
<p><strong>“O que você aprendeu na final do absoluto no Mundial Sem Kimono, contra o Yuri?”</strong><br />
A final com o Yuri foi meio decepcionante. Eu tinha vencido ele por 11 a 0 no início do dia, e já tinha lutado contra ele e o finalizado duas vezes antes disso, no EBI e no Kasai. Pensei portanto que seria capaz de finalizá-lo de novo. Mas ele conseguiu fazer alguns bons ajustes para travar melhor a luta nas finais. Se houve algo a aprender, foi que brasileiros ficam muito bravos quando os árbitros não lhes dão as vantagens e as exigências que fazem (risos). Se o Yuri tivesse vencido por vantagens todos os “haters” da internet diriam eu sou uma porcaria. Mas quando eu obtive minha vantagem todos os brasileiros no torneio estavam chorando que os árbitros roubaram o Yuri. Eu pergunto: quando na história dos campeonatos um juiz roubou para um americano contra um brasileiro? Literalmente nunca. Talvez eu tenha apenas vencido aquela luta? Será possível aceitar que um gringo é mesmo bom nesse esporte?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/exclusivo-gordon-ryan-revela-detalhes-de-suas-vitorias-e-derrotas-no-jiu-jitsu/">Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 livros que fizeram a cabeça do professor e campeão Flávio Canto</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2020 04:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca constante da evolução como pessoa, o faixa-preta Flávio Canto aproveita as horas longe do tatame para exercitar a mente, se aperfeiçoar e aprender. Com ou sem kimono, o medalhista em Atenas-2004 e professor da campeã olímpica Rafaela Silva jamais deixa de estudar, e costuma ler muito entre as aulas. Canto inclusive faz anotações&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_132462" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-132462" class="size-full wp-image-132462" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flavio-Canto-repete-armlock-Foto-Gustavo-Aragao-1.jpg" alt="" width="640" height="405" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flavio-Canto-repete-armlock-Foto-Gustavo-Aragao-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flavio-Canto-repete-armlock-Foto-Gustavo-Aragao-1-300x190.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flavio-Canto-repete-armlock-Foto-Gustavo-Aragao-1-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-132462" class="wp-caption-text">Flávio Canto treina Jiu-Jitsu, judô e a mente com uma rica seleção de livros. Foto: Gustavo Aragão (Arquivos GRACIEMAG).</p></div>
<p>Em busca constante da evolução como pessoa, o faixa-preta Flávio Canto aproveita as horas longe do tatame para exercitar a mente, se aperfeiçoar e aprender. Com ou sem kimono, o medalhista em Atenas-2004 e professor da campeã olímpica Rafaela Silva jamais deixa de estudar, e costuma ler muito entre as aulas.</p>
<p>Canto inclusive faz anotações sobre os trechos mais significativos dos livros de que gosta. O faixa-preta de judô e Jiu-Jitsu curte também “graduar” suas leituras, dando a cada título de uma a cinco estrelas.</p>
<p>A seguir, as leituras que mereceram cinco estrelas do professor:</p>
<p><strong><em>“Abusado”, de Caco Barcellos<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“Agassi: autobiografia”, de Andre Agassi<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“Cem anos de solidão”, de Gabriel García Márquez<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“Dom Casmurro”, de Machado de Assis<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“Grande sertão: veredas”, de João Guimarães Rosa<br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“A guerra do fim do mundo”, de Mario Vargas Llosa<br />
</em></strong></p>
<p><em><strong>“Musashi”, de Eiji Yoshikawa</strong><br />
</em></p>
<p><em>“A nascente”, de Ayn Rand<br />
</em></p>
<p><em>“Sidarta”, de Herman Hesse</em></p>
<p>E você, tem algum livro que marcou sua vida, amigo praticante de Jiu-Jitsu? Poste nos comentários e convide outros amigos para ler.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>**** Para conferir outros artigos como este, publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG, assine a revista de <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jiu-Jitsu favorita dos lutadores, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-livros-que-fizeram-a-cabeca-do-professor-e-campeao-flavio-canto/">10 livros que fizeram a cabeça do professor e campeão Flávio Canto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>4 lições para você evoluir no Jiu-Jitsu hoje mesmo, com a campeã Ana Schmitt</title>
		<link>https://www.graciemag.com/4-licoes-para-voce-evoluir-no-jiu-jitsu-hoje-mesmo-com-a-campea-ana-schmitt/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=4-licoes-para-voce-evoluir-no-jiu-jitsu-hoje-mesmo-com-a-campea-ana-schmitt</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 14:41:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217356" style="width: 863px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217356" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57.jpeg" alt="" width="853" height="695" class="size-full wp-image-217356" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57.jpeg 853w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57-300x244.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57-768x626.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/WhatsApp-Image-2019-08-05-at-08.55.57-150x122.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 853px) 100vw, 853px" /></a><p id="caption-attachment-217356" class="wp-caption-text">Ana Carolina Schmitt em foto de Vitor Freitas</p></div>
<p>Para uma das principais estrelas do Jiu-Jitsu, 2019 será um ano difícil de esquecer.  Depois de ficar com a medalha de prata no Campeonato Brasileiro, Ana Schmitt deu a volta por cima ao conquistar seu segundo título mundial da IBJJF, como faixa-preta, em junho, na Califórnia. A atleta de Marcos Cunha foi campeã com maestria, ao vencer três adversárias no Mundial da IBJJF, incluindo Bianca Basílio na final.  </p>
<p>Aos 29 anos, Ana revela quatro conceitos que, para ela, são importantes para qualquer praticante de Jiu-Jitsu, seja ele competidor ou não. </p>
<p>Leia, pratique e lembre-se: um dia será o seu dia. </p>
<p><strong>Viva o momento</strong></p>
<p>“O Jiu-Jitsu me ensinou que com dedicação e determinação você consegue chegar aonde quer. Aprecie a jornada e não só o resultado. Goste do dia a dia, aprenda com as coisas boas que acontecem. Fique feliz com sua evolução. Valorize seus dias bons e aprenda a tirar lições quando você treina mal ou tem dias ruins. Viva o presente. Esteja no aqui e agora o máximo que você conseguir, dentro ou fora do tatame. O meu objetivo é estar sempre vivendo o momento. Não estou pensando no ontem nem no amanhã, apenas vivendo o exato momento!”</p>
<p><strong>Mentalize sua vitória </strong></p>
<p>“Para o Mundial, eu mentalizei minha vitória todos os dias. Coloquei na mente que eu iria vencer e que ninguém havia treinado mais que eu. Todos os dias eu mentalizada que eu já era a campeã e eu, realmente, me sentia assim. Minha irmã e meu cunhado foram para o Mundial comigo e fizeram práticas de yoga e meditação antes da competição junto comigo e eu juro que eu nunca lutei tão calma na minha vida. Estava tão confiante que não importava o quão difícil era a categoria. A cada luta que passava eu sabia que iria vencer! Mentalizar sua vitória, seu dia, seus objetivos é muito importante. Minha parte mental estava muito forte no Mundial.” </p>
<p><strong>Cuidado com o ego</strong></p>
<p>“O Yago, meu namorado e faixa-preta de Jiu-Jitsu, me ensina até hoje a deixar o ego de lado. Isso é muito difícil, mas é completamente necessário para você evoluir. Isso o Yago pega muito no meu pé. Meu objetivo é esquecer que existe o ego, pois ele nos impede de evoluir.”</p>
<p><strong>Acredite no processo </strong></p>
<p>“A evolução não tem segredo. Tudo é treino, dedicação, humildade e sabedoria. Seu corpo e sua mente é um conjunto de tudo. Acredite no processo.”</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/4-licoes-para-voce-evoluir-no-jiu-jitsu-hoje-mesmo-com-a-campea-ana-schmitt/">4 lições para você evoluir no Jiu-Jitsu hoje mesmo, com a campeã Ana Schmitt</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rômulo Caju, Vitor Shaolin e a mente de campeão para vencer no Jiu-Jitsu e na vida</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 19:26:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216764" style="width: 505px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/caju.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216764" class="size-full wp-image-216764" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/caju.jpg" alt="" width="495" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/caju.jpg 495w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/caju-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/caju-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 495px) 100vw, 495px" /></a><p id="caption-attachment-216764" class="wp-caption-text">Caju e Shaolin, primos e campeões dentro e fora dos tatames. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Hoje, o professor Rômulo &#8220;Caju&#8221; Azevedo, da nossa GMI <a href="http://instagram.com/cajujjacademy" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caju Jiu-Jitsu Academy</a>, vem ensinar o que aprendeu com seu primo, o campeão mundial <a href="http://instagram.com/vitorshaolin" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vitor Shaolin</a>.</p>
<p>“As pessoas me perguntam o que meu primo Vitor Shaolin me ensinou. Uma das coisas que mais admiro é a sua mentalidade de campeão”, diz <a href="http://instagram.com/cajubjj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rômulo Caju</a>. “Mesmo que ele não esteja mais competindo tanto, ele ainda mantém essa mentalidade durante sua rotina diária. Se há 5 ou 50 pessoas, seja a primeira ou a última aula da semana, ele ensina com a mesma energia, a mesma paixão, a mesma dedicação, o mesmo sorriso que te motiva.</p>
<p>Aprendi com ele, também, que quando falta 1 minuto para o fim do treino, é a hora de explodir, tentar virar e vencer, uma postura que molda nossa mentalidade – e turbina o gás.</p>
<p>Portanto, da próxima vez que você estiver cansado, da próxima vez que quiser desistir, da próxima vez que pensar em relaxar, lute contra seu instinto natural e dê tudo o que tem. Não é fácil, a luta é real, mas você se tornará uma pessoa melhor.</p>
<p>É o que aprendi com Shaolin e tento passar diariamente aos meus alunos. Oss!”</p>
<p><em>* Rômulo Caju é faixa-preta e líder da Caju Jiu-Jitsu Academy, nossa GMI em Santa Rosa, Niterói.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/romulo-caju-vitor-shaolin-e-a-mente-de-campeao-para-vencer-no-jiu-jitsu-e-na-vida/">Rômulo Caju, Vitor Shaolin e a mente de campeão para vencer no Jiu-Jitsu e na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marreta deixa pudor e aumenta agressividade: “Vou quebrar o Jon Jones”</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 19:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De enxadrista a demolidor, assim foi a evolução da mente de Thiago Marreta para atuar no UFC 239, contra o temido Jon Jones. O evento, agendado para o próximo dia 6 de julho, em Las Vegas, terá o brasileiro desafiando o título meio-pesado de Jones na luta principal. Antes de ter a luta confirmada pela&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216628" style="width: 1180px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216628" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta.jpg" alt="" width="1170" height="730" class="size-full wp-image-216628" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta.jpg 1170w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta-300x187.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta-768x479.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta-1024x639.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/marreta-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></a><p id="caption-attachment-216628" class="wp-caption-text">Jones e Marreta na encarada para o UFC 239. Foto: Reprodução</p></div>
<p>De enxadrista a demolidor, assim foi a evolução da mente de Thiago Marreta para atuar no UFC 239, contra o temido Jon Jones. O evento, agendado para o próximo dia 6 de julho, em Las Vegas, terá o brasileiro desafiando o título meio-pesado de Jones na luta principal.</p>
<p>Antes de ter a luta confirmada pela organização, <a href="https://www.graciemag.com/2019/03/20/entrevista-exclusiva-thiago-marreta-preve-jogo-de-xadrez-contra-jon-jones-no-ufc/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">GRACIEMAG conversou com a fera</a> sobre o possível duelo. Na bola da vez para enfrentar Jones e sonhando com seu primeiro cinturão no Ultimate, Marreta adotou uma postura mais estratégica, com o Jiu-Jitsu na equação.</p>
<p>&#8220;Acho que contra o Jones o melhor é ter uma mistura de tudo, um jogo de xadrez&#8221;, disse Marreta. &#8220;Contra o Jimmi Manuwa eu fui mais explosivo, mas contra o Jan Blachowicz lutei mais cadenciado. Em cada duelo uma coisa diferente acontece. Apesar de não precisar demonstrar muito no octógono, eu sei da minha qualidade no Jiu-Jitsu. Sou faixa-preta do Tatá Duarte e posso trocar transições no solo com qualquer um, sem contar as minhas finalizações guardadas na manga, mas usar isso ou não vai depender de como a luta vai correr. Se tiver oportunidade pode ser que eu coloque para baixo e trabalhe o meu Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Agora, com poucos dias para o duelo mais importante da sua carreira, Marreta virou a chave para o modo demolição. Em sua versão mais agressiva, o atleta da TFT deixou claro que não tem medo das credenciais de Jones, e que vai quebrar o americano caso este se descuide no octógono.</p>
<p>&#8220;Não tenho medo dele. Ele é um homem como qualquer outro, tem duas pernas e dois braços. Um descuido na minha frente e eu vou quebrar ele&#8221;, disse Marreta em entrevista ao ESPN.  &#8220;Todo mundo perde um dia. Qualquer um pode ser nocauteado, um dia. No dia 6 de julho será o dia dele. Não importa o round, mas eu vou nocautear. &#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, prefere a versão estratégica ou violenta de Thiago Marreta pra superar Jones no UFC 239? Confira o card do evento abaixo e acompanhe todas as lutas ao vivo no canal Combate. Não é assinante? Aproveite o preço para o UFC explosivo deste fim de semana. Acesse <a href="https://assinecombate.globo.com" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://assinecombate.globo.com</a> e garanta o pacote com desconto! </p>
<h3>UFC 239<br />
Las Vegas, Nevada<br />
6 de julho de 2019</h3>
<p>Jon Jones x Thiago Marreta<br />
Amanda Nunes x Holly Holm<br />
Jorge Masvidal x Ben Askren<br />
Jan Blachowicz x Luke Rockhold<br />
Diego Sanchez x Michael Chiesa</p>
<p><strong>Card preliminar</strong></p>
<p>Gilbert Melendez x Arnold Allen<br />
Marlon Vera x Nohelin Hernandez<br />
Cláudia Gadelha x Randa Markos<br />
Alejandro Perez x Song Yadong<br />
Edmen Shahbazyan x Jack Marshman<br />
Ismail Naurdiev x Chance Rencountre<br />
Julia Avila x Pannie Kianzad</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marreta-deixa-pudor-e-aumenta-agressividade-vou-quebrar-o-jon-jones/">Marreta deixa pudor e aumenta agressividade: “Vou quebrar o Jon Jones”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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