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	<title>LPM Jiu-Jitsu | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Bullying infantil: como o Jiu-Jitsu pode ser o antídoto em 11 lições</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2021 12:35:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bullying nas escolas, como os vulcões, pode ser um fenômeno ora adormecido, ora em erupção – com riscos de calamidades. De fato, como se vê nos EUA há décadas e mais recentemente no Brasil, é difícil prever casos nos quais as brincadeiras de mau gosto podem culminar em reações trágicas. Há, porém, um remédio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204996" style="width: 747px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204996" class="size-full wp-image-204996" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg" alt="" width="737" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg 737w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-150x96.jpg 150w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /><p id="caption-attachment-204996" class="wp-caption-text">Nosso GMI Cleiber Maia, professor da LPM JIu-Jitsu, de Laranjeiras. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O bullying nas escolas, como os vulcões, pode ser um fenômeno ora adormecido, ora em erupção – com riscos de calamidades.</p>
<p>De fato, como se vê nos EUA há décadas e mais recentemente no Brasil, é difícil prever casos nos quais as brincadeiras de mau gosto podem culminar em reações trágicas. Há, porém, um remédio para o mal que nunca falha, não tem contra-indicação e nem é custoso: a prática do Jiu-Jitsu, uma ferramenta que desde os anos 1920 é usada por grande mestre Carlos Gracie contra a covardia e a timidez infantil.</p>
<p>Segundo o professor Cleiber Maia, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> na escola LPM Jiu-Jitsu, a arte suave vai além de um sistema de lutas, e acaba sendo uma ferramenta integradora, capaz de promover a união entre crianças, adolescentes e adultos, gerando confiança mútua em qualquer faixa etária.</p>
<p>&#8220;Vivenciar e ensinar o Jiu-Jitsu como defesa pessoal ajuda a combater as relações abusivas&#8221;, defende Cleiber, que listou 11 dicas para os professores ajudarem a minimizar o bullying entre os mais jovens. Confira e comente!</p>
<p>1. O professor deve criar instrumentos para agregar a família dos alunos, como eventos de graduação, competições internas e com outras equipes, aniversários, aulão de pais e filhos, confraternizações rotineiras etc.</p>
<p>2. A equipe deve estar imbuída do sentimento de acolhimento aos novos alunos de forma indiscriminada.</p>
<p>3. O compartilhamento generoso do conhecimento deve ser uma prática diária entre professores e também entre os alunos.</p>
<p>4. O professor deve garantir que não ocorra, em hipótese alguma, relações abusivas no dojô. Cuidado com práticas que parecem inofensivas, mas que podem conter algum resquício de uma cultura de opressão e covardia, como apelidos depreciativos, linchamentos com faixas, preconceito etc.</p>
<p>5. O lema durante o treino deve ser: &#8220;Se o adversário está tendo facilidade demais, dificulte. Se está tendo dificuldades demais, facilite&#8221;.</p>
<p>6. A equipe deve apoiar o movimento de superação das limitações pessoais de cada membro dela.</p>
<p>7. O professor tem de garantir que o dojô, acima de tudo, seja um ambiente de educação.</p>
<p>8. No Jiu-Jitsu aprendemos que o incômodo é uma benção. Ele faz o adversário sair do ponto onde está em busca de uma condição melhor. Diferentemente da provocação que é uma prática típica de pessoas imaturas.</p>
<p>9. O professor deve ser um estudioso atento da natureza humana. Deve entender e respeitar as paixões que movem seus alunos com mais intensidade, para norteá-los como modelos de virtude.</p>
<p>10. O aluno deve perceber que toda luta deve ser em prol uma causa maior, de interesse coletivo.</p>
<p>11. O mérito deve estar sempre no esforço e não na vitória. O sucesso ou fracasso do outro não deve ser referência quando se trata de ensino e educação. Cada aluno tem seu próprio tempo de aprendizado, seus anos de tatame e seus próprios objetivos.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bullying-nas-escolas-entenda-como-o-jiu-jitsu-pode-ser-o-antidoto-em-11-licoes/">Bullying infantil: como o Jiu-Jitsu pode ser o antídoto em 11 lições</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Jiu-Jitsu como ferramenta para caminhar com o medo e evoluir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jun 2018 08:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204996" style="width: 747px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204996" class="size-full wp-image-204996" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg" alt="" width="737" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber.jpg 737w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/cleiber-150x96.jpg 150w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /><p id="caption-attachment-204996" class="wp-caption-text">Nosso GMI Cleiber Maia, professor da LPM Jiu-Jitsu, de Laranjeiras. Foto: Divulgação</p></div>
<p style="text-align: right;">
<em>*Por Cleiber Maia</em></p>
<p>Quando a referência emocional para agir é o medo, surge a ideia de que é necessário haver controle do mesmo para se tomar uma decisão. Todos tem medo, e nega-lo chega a ser irresponsável, justamente pela tendência à falta de controle.</p>
<p>Essa é uma lógica recorrente na formação da personalidade &#8211; adotar um mecanismo de defesa derivado do medo para lidar com a responsabilidade, e que, até certo ponto, pode ser muito útil sob o ponto de vista de quem não quer lidar com riscos. Só que quem não assume riscos e compromissos não amadurece.</p>
<p>Cada vez mais pessoas se posicionam como vítimas das circunstâncias, pois assumir o papel de agente da mudança cria conflitos e é arriscado demais.</p>
<p>A vivência no Jiu-Jitsu pode ajudar a desconstruir esse mecanismo que compromete a coerência na tomada de decisão em conflitos, além de retardar o amadurecimento de uma pessoa. Com o tempo de prática, desenvolve-se a expertise para mapear estrategicamente o cenário de conflito, possibilitando a ação virtuosa de forma espontânea no momento oportuno.</p>
<p>A necessidade de lidar com essa questão emerge quando nos encontramos num cenário que se apresenta misterioso ou complexo demais para ser entendido completamente, ou dinâmico demais para ser sistematizado pela mente humana a tempo de agir de forma coerente. Nesses momentos prospera quem se propõe a improvisar corajosamente a cada respiração, fluindo de acordo com a tensão momentânea da vida.</p>
<p>Para quem treina Jiu-Jitsu, improvisar não significa agir irresponsavelmente. É se libertar para agir de forma não predeterminada, sem adotar como referência experiências passadas que poderiam distorcer a percepção da demanda necessária. O lutador deve ter o foco no momento e a capacidade de ser coerente em momentos incertos.</p>
<p>São tantas variáveis, e elas se alternam de uma forma tão dinâmica em cada situação, que o praticante de Jiu-Jitsu acaba se habituando, por força da circunstância, a agir coerentemente, tanto em situações urgentes onde a reação deve ser imediata quanto em momentos mais estáveis onde há tempo para refletir sobre as alternativas, assim como em momentos onde teoricamente não há mais energia suficiente, mas que ainda há um ímpeto inabalável que vem do coração de quem está imbuído de realizar uma missão.</p>
<p>Isso é o que eu chamo de integrar o instinto, o intelecto e a emoção para agir em sintonia com o universo em conflito. Só quem se prepara para lidar corajosamente com o caos terá a segurança necessária para assumir riscos e compromissos na vida. Esse é o caminho ideal para lidar com a dúvida inerente ao sentimento de medo e alcançar a maturidade com sabedoria, sem perder a fé na capacidade de enfrentar desafios.</p>
<p>O medo cria a ideia de que é preciso ter controle para assumir uma escolha e a coragem dá a convicção de que podemos conquistar a liberdade para assumir riscos e compromissos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Cleiber Maia é faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> LPM Jiu-Jitsu, em Laranjeiras, Rio de Janeiro.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-como-ferramenta-para-caminhar-com-o-medo-e-evoluir/">O Jiu-Jitsu como ferramenta para caminhar com o medo e evoluir</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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