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	<title>lições | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Oct 2024 12:42:11 +0000</lastBuildDate>
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	<title>lições | Graciemag</title>
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		<title>Entrevista: As lições do saudoso mestre Armando Wriedt</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 03:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Célebre aluno de Helio Gracie, grande mestre Armando Wriedt (pronuncia-se Vridi) completaria, neste 17 de outubro de 2024, seu centenário. Em entrevista iluminada concedida à equipe de GRACIEMAG há dez anos, mestre Armando Wriedt (1924-2019) falou sobre a essência do Jiu-Jitsu, lembrou o dia em que conheceu seu professor e analisou as principais lições que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-222612" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Armando-Wriedt-o-mestre-doce.jpg" alt="" width="773" height="960" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Armando-Wriedt-o-mestre-doce.jpg 773w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Armando-Wriedt-o-mestre-doce-242x300.jpg 242w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Armando-Wriedt-o-mestre-doce-768x954.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Armando-Wriedt-o-mestre-doce-121x150.jpg 121w" sizes="(max-width: 773px) 100vw, 773px" /></p>
<p>Célebre aluno de Helio Gracie, grande mestre Armando Wriedt (pronuncia-se Vridi) completaria, neste 17 de outubro de 2024, seu centenário.</p>
<p>Em entrevista iluminada concedida à equipe de GRACIEMAG há dez anos, mestre Armando Wriedt (1924-2019) falou sobre a essência do Jiu-Jitsu, lembrou o dia em que conheceu seu professor e analisou as principais lições que tirou de uma vida inteira dedicada à arte de ensinar o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Confira e aprenda um pouco com o doce mestre, que não gostava de dar faixas.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi a maior lição de vida que o Jiu-Jitsu lhe ensinou, mestre Armando?</strong></p>
<p><strong>ARMANDO WRIEDT:</strong> O Jiu-Jitsu me ensinou variadas lições de vida. A primeira foi como me alimentar. Em seguida, como me conduzir perante a sociedade. A maior, no entanto, creio que tenha sido ser sempre lhano, amável e sincero no trato com as pessoas. Até mesmo com aqueles indivíduos adversos, que em certas ocasiões nos agridem. O bom praticante de Jiu-Jitsu deve estar sempre pronto para contra-atacar o mal, sim – ou seja, castigar aquele sentimento ruim que exacerbou naquele instante, mas jamais castigar o indivíduo em si, que como qualquer pessoa pode ter um curto-circuito e perder a razão e o bom senso vez ou outra.</p>
<p><strong>Certa vez um aluno seu perguntou sobre faixa, e sua resposta foi marcante: “Meu filho, você vem aqui atrás de faixa ou conhecimento?”. Você vê a graduação como um termômetro secundário nas artes marciais em geral?</strong></p>
<p>A graduação é importante para o ego do praticante. Mas não é tão importante quanto o conhecimento do Jiu-Jitsu, isto é, a defesa pessoal e a parte de luta esportiva que é usada nas competições.</p>
<p><strong>Qual seria sua dica principal para o leitor que deseje continuar treinando e ensinando aos 90 anos?</strong></p>
<p>Antes de tudo, é preciso ser uma pessoa perseverante e disciplinada. Jiu-Jitsu é disciplina. E, obviamente, deve-se renunciar a algumas coisas, em especial certos vícios, como fumar, beber e outros excessos em geral. Ajuda muito, ainda, seguir o regime alimentar desenvolvido pelos Gracie, que deu muito certo não apenas para eles como para vários alunos pelo mundo, e se mostrou assim uma dieta ideal para quem luta, e até para quem nunca vestiu um kimono.</p>
<p><strong>Qual foi o dia mais feliz da sua vida, no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>O dia mais feliz na minha carreira foi aquele em que recebi o convite de Helio Gracie para integrar o grupo e a família de professores que estava sendo formado para ministrar as aulas na então futura academia Gracie da avenida Rio Branco, número 151, 17º andar, no Rio de Janeiro.</p>
<div id="attachment_222597" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222597" class="size-large wp-image-222597" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-1024x713.jpg" alt="" width="650" height="453" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-1024x713.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-300x209.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-768x534.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-1536x1069.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt-150x104.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Valetudo-no-Maracana-1953-Carlson-Joao-Alberto-Vigio-Armando-Wriedt.jpg 1956w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-222597" class="wp-caption-text">Tropa de elite pronta para um vale-tudo no Maracanã, em maio de 1953: Helio Vígio, Carlson, João Alberto Barreto e mestre Armando – todos vitoriosos naquela tarde.</p></div>
<p><strong>No que suas aulas mudaram, daquele tempo para cá?</strong></p>
<p>As técnicas do Jiu-Jitsu são as mesmas. O que mudou foi que eu estou melhorando como professor, acho que hoje consigo fazer os alunos entenderem mais facilmente os movimentos do que há 60 anos.</p>
<p><strong>Como você conheceu o professor Helio?</strong></p>
<p>Esse dia me marcou muito. Conheci Helio Gracie numa partida de basquete em Teresópolis. Ele estava na torcida com amigas mocinhas, e ficou impressionado com a minha maneira de atuar. Comentou que eu era incansável, corria a quadra toda sem perder o fôlego. Fomos apresentados no intervalo do jogo, e eu jamais tinha ouvido falar de Jiu-Jitsu. Saímos para montar a cavalo, conversar e fiquei assim amigo do famoso e campeoníssimo Helio Gracie.</p>
<p><strong>Você, por temperamento, é contra a violência. Mas protagonizou seis lutas de vale-tudo, ali pelos anos 1950. Você acha importante testar-se em lutas sem regras? Aprendeu muito com elas?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu prega a reação suave contra o oponente, é uma arte que ensina que não se deve fazer mal ao semelhante. Por isso até hoje vejo o vale-tudo é como uma modalidade violenta, que não representa exatamente o nosso Jiu-Jitsu, a arte suave. O que aprendi naquelas lutas foi que eu não devia aderir a esse esporte. Até hoje nem consigo assistir a nenhuma luta na televisão.</p>
<p><strong>Você vive há décadas nessa bela casa. Jiu-Jitsu é sinônimo de natureza? O praticante deve procurar lugares ao ar livre para treinar vez ou outra?</strong></p>
<p>Sim, isso faz parte do Jiu-Jitsu. Nossa arte nos leva a exercitar a paciência, a contemplação, a tranquilidade, a paz de espírito em si. E nada melhor do que viver cercado de um ambiente que alimente essa paz. Para mim é o ideal viver nesse paraíso em que vivo.</p>
<p>Confira uma aula especial de mestre Armando em idos de 2003, quando o faixa-vermelha estava perto de completar 80.</p>
<p><iframe title="XX/XX/2003" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/uJKLtkvjzFI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-as-licoes-do-saudoso-mestre-armando-wriedt/">Entrevista: As lições do saudoso mestre Armando Wriedt</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lições de Helio Gracie para mudar seu Jiu-Jitsu e sua vida em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 20:12:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * 1. Em tudo que fazia, do ato de comprar frutas a ter de fazer uma viagem, Helio Gracie priorizava a técnica e a economia de esforço.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_137582" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-137582" class="size-full wp-image-137582" title="Helio Gracie leva uma queda em demonstracao de defesa pessoal e Jiu Jitsu Foto Arquivos" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/Helio-Gracie-leva-uma-queda-em-demonstracao-de-defesa-pessoal-e-Jiu-Jitsu-Foto-Arquivos.jpg" alt="Helio Gracie leva uma queda em demonstracao de defesa pessoal e Jiu Jitsu Foto Arquivos" width="640" height="580"><p id="caption-attachment-137582" class="wp-caption-text">Helio Gracie (1913-2009) leva uma queda em demonstração de defesa pessoal e Jiu-Jitsu. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>1.</strong> Em tudo que fazia, do ato de comprar frutas a ter de fazer uma viagem, Helio Gracie priorizava a técnica e a economia de esforço. Tudo para se beneficiar da máxima eficiência e, como ele dizia, não dar depois &#8220;com os burros n&#8217;água&#8221;. Imite o professor e procure descomplicar sua vida.</p>
<p><strong>2</strong>. Lutador durão, jamais o Gracie nascido em 1º de outubro de 1913 bateu num de seus filhos e sobrinhos, por mais peraltas que fossem. Educava apoiado em sua moral, e da maneira mais eficaz: dando o exemplo.</p>
<p><strong>3</strong>. O professor de Jiu-Jitsu procurava sempre dar dicas saudáveis para aqueles que o cercavam. Com isso, ajudava a construir um ambiente melhor à sua volta e livrar os amigos de problemas. Inspire-se no mestre, e dê bons conselhos.</p>
<p><strong>4</strong>. Apesar de altamente versátil como lutador (Helio era ótimo até com as cotoveladas), ele nos ensinava que todo praticante tem de ter ao menos um golpe forte para as horas mais complicadas. No caso do grande mestre, é este que você vê a seguir, no instante 1min30s.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Helio Gracie" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/bQmz1YDVt3c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>5</strong>. Todo dia ao acordar, o Gracie procurava pisar em sua vaidade. Mesmo após tantas vitórias, tantas primeiras páginas dos jornais, tantos alunos ilustres, o professor que gostava de usar a faixa-azul falava abertamente sobre suas derrotas, os tempos de fracote e o seu lado mais humano. E tudo com excelente humor.</p>
<p><strong>6</strong>. Se Helio Gracie deparava-se com um adversário realmente desafiador, era naquela direção que ele ia. Só assim seu Jiu-Jitsu era testado e evoluía. Pense nisso ao encarar aquele colega de treino encruado.</p>
<p><strong>7</strong>. Ao ligar o televisor para ver alguma luta do UFC, o professor não conseguia entender quando um atleta urrava trepado na grade após vencer qualquer lutinha. &#8220;Ué, ele achou que ia perder?&#8221;, dizia. Curta as vitórias, mas mantenha a postura e não seja dominado pela euforia de momento. O sucesso, afinal, é uma estrada longa.</p>
<p><strong>8</strong>. Sempre que possível, inspire-se em Helio e passe um tempo cercado pela natureza. Vai ver como sua mente, seu corpo e alma vão agradecer.</p>
<p><strong>9</strong>. Procure dizer sempre &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221; na vida, sem evasivas, temores ou dissimulações.</p>
<p><strong>10</strong>. Por fim, é como Helio Gracie pediu antes de nos deixar em 2009, ou &#8220;mudar de CEP&#8221; como costuma dizer o filho Rorion: antes de treinar um aluno para ganhar campeonatos, ensine-o primeiro a não ser surpreendido nas escolas e nas ruas. Como o professor detalha a seguir, para nossos aplausos e agradecimentos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MASTER HELIO GRACIE - The Key of Gracie System (CLASSIC)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/oanm5r8Mbks?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-helio-gracie-para-mudar-seu-jiu-jitsu-e-sua-vida-em-2024/">10 lições de Helio Gracie para mudar seu Jiu-Jitsu e sua vida em 2024</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Ivan Rocha e a importância de manter a mente e corpo alinhados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 11:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Ivan Rocha*  O Jiu-Jitsu traz inúmeros benefícios à saúde mental do praticante. Vivemos num mundo em que boa parte das pessoas sofre de ansiedade e/ou depressão. Jamais se viu uma sociedade tão frágil quanto a atual. Cada vez mais o ser humano sente a necessidade de algo que possa suprir um vazio, um item&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_241001" style="width: 731px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241001" class="size-full wp-image-241001" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.03.26.jpeg" alt="" width="721" height="901" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.03.26.jpeg 721w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.03.26-240x300.jpeg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.03.26-120x150.jpeg 120w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /><p id="caption-attachment-241001" class="wp-caption-text">Professor Ivan Rocha é faixa-preta de Jiu-Jitsu desde 2010. Foto: Reprodução</p></div>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Texto: Ivan Rocha*</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> O Jiu-Jitsu traz inúmeros benefícios à saúde mental do praticante. Vivemos num mundo em que boa parte das pessoas sofre de ansiedade e/ou depressão. Jamais se viu uma sociedade tão frágil quanto a atual. Cada vez mais o ser humano sente a necessidade de algo que possa suprir um vazio, um item mágico que possa aliviar a pressão e tirar o foco delas dos problemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos grandes benefícios do Jiu-Jitsu está na melhora da concentração e do foco. Por exemplo, durante um treino ou uma competição de Jiu-Jitsu, um detalhe faz toda a diferença porque às vezes precisamos pensar e executar mais de um movimento num curto intervalo de tempo. Se você não se mantiver atento, seu desempenho pode sofrer uma queda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os valores e a filosofia do Jiu-Jitsu te tornam mais calmo, centrado e equilibrado. A prática  da arte suave ajuda a nossa mente a ficar mais forte e blindada contra o estresse e a depressão. O exercício de atividades físicas auxilia na liberação da dopamina – hormônio  responsável pelo nosso bem estar e prazer – e, com isso, temos a autoconfiança reerguida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além destas melhorias na saúde mental, o Jiu-Jitsu é primordial para manter a forma física e combater ou prevenir doenças, como a obesidade. Estabelecer uma rotina de treinos e praticar atividades físicas com regularidade estimulam os ganhos de massa corporal e são aspectos valorosos para você impulsionar seu rendimento no tatame.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se estamos com a mente equilibrada, reduzimos o nível de ansiedade e conseguimos dormir melhor. A qualidade do sono é crucial para enfrentarmos os nossos desafios do cotidiano, seja dentro ou fora do tatame. Dormir bem é sinônimo de qualidade de vida.</span></p>
<div id="attachment_241003" style="width: 914px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-241003" class="size-full wp-image-241003" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.14.53.jpeg" alt="" width="904" height="678" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.14.53.jpeg 904w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.14.53-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.14.53-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-08.14.53-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px" /><p id="caption-attachment-241003" class="wp-caption-text">Ivan Rocha foi graduado faixa-preta pelo professor Alexandre Vasconcelos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O Jiu-Jitsu deixa o praticante pronto para encarar qualquer pressão nos âmbitos profissional e pessoal. Os constantes perrengues nos treinos e a situações de desconforto nos ensinam na prática o poder da consistência e do esforço. Depois de resistirmos àquele aperto, nos sentimos preparados para confrontar a maior das adversidades.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Defendo esses pontos porque respiro o Jiu-Jitsu há 23 anos. Foi no tatame onde eu aprendi grandes lições que me moldaram. Entendi que somos mais fortes do que imaginamos e devemos correr atrás dos nossos sonhos. Também aprendi que a saúde física e mental são os bens mais preciosos que nós temos, por isso, devemos nos cuidar física e mentalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que a preparação mental seja mais desafiadora do que a física, porque é a nossa mente que nos guia. Nossa mentalidade nos impulsiona ou bloqueia nossas ações. O medo é inerente ao ser humano, mas não podemos ser dominados por essa sensação. Quando o medo e a ansiedade nos vencem, nos tornamos impotentes perante à situação. Eu sempre falo aos meus alunos que o sucesso está à nossa frente, no entanto, é preciso pagar o preço. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredite em cada conquista como se ela já existisse. É interessante treinar com atletas  mais fortes e com o nível de Jiu-Jitsu acima do seu, esses fatores deixam a nossa mente mais confiante e nosso físico mais forte. Diante da dura rotina diária e a pressão por resultados, é aconselhável aos atletas de alto rendimento o investimento em psicólogos para fortalecer a mente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passei a valorizar a preparação mental há cerca de 15 anos, quando percebi que os alunos iniciantes começavam a treinar em razão da baixa autoestima. Após poucos meses no Jiu-Jitsu, eles apresentaram uma evolução significativa em diversos aspectos, como na socialização com os parceiros de treino, recuperação da autoconfiança e na hipertrofia muscular. Esses pequenos ganhos diários sempre me deixaram realizado como professor. Isso me estimulava a seguir em frente com o meu trabalho e reforçar para eles que é essencial manter a mente e o corpo alinhados. O Jiu-Jitsu é a ferramenta que uso para transformar a vida dos meus alunos e passar os ensinamentos que aprendi com os meus professores.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">* </span><span style="font-weight: 400;">O professor GMI Ivan Rocha é faixa-preta do terceiro grau de Jiu-Jitsu e representa a Gracie Barra.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-ivan-rocha-e-a-importancia-de-manter-a-mente-e-corpo-alinhados/">Professor Ivan Rocha e a importância de manter a mente e corpo alinhados</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lições de ouro: 10 frases ricas em ensinamentos da saga dos Mundiais</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 12:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 20 anos à beira da área de luta em todos os Mundiais de Jiu-Jitsu, a equipe GRACIEMAG sempre procurou aprender com os grandes ídolos do esporte. Não apenas os observando em ação, mas escutando atentamente o que os campeões tinham a dizer. Selecionamos, aqui, dez das frases mais marcantes e instrutivas colhidas por nossas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_161090" style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/Roger-Gracie.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-161090" class="size-full wp-image-161090" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/Roger-Gracie.jpg" alt="Roger Gracie após vencer mais uma luta no Mundial de Jiu-Jitsu. Foto: Regis Chen" width="704" height="469" /></a><p id="caption-attachment-161090" class="wp-caption-text">Roger Gracie após vencer mais uma luta no Mundial de Jiu-Jitsu. Foto: Regis Chen</p></div>
<p>Há 20 anos à beira da área de luta em todos os Mundiais de Jiu-Jitsu, a equipe GRACIEMAG sempre procurou aprender com os grandes ídolos do esporte. Não apenas os observando em ação, mas escutando atentamente o que os campeões tinham a dizer.</p>
<p>Selecionamos, aqui, dez das frases mais marcantes e instrutivas colhidas por nossas reportagens. Aprenda com eles!</p>
<p>As inscrições para o Mundial de Jiu-Jitsu 2015 se encerram hoje. Para ir à luta, visite IBJJF.org.</p>
<p><strong>10. Fernando Tererê, no Mundial 2004:</strong></p>
<blockquote><p>O Roger não me deu espaço nenhum, eu só conseguia mexer os olhos!</p></blockquote>
<p><strong>9.  Felipinho Costa, ouro no Mundial 2003:</strong></p>
<blockquote><p>Nunca tive o dom, mas ralei muito.</p></blockquote>
<p><strong>8. Ronaldo Jacaré, no Mundial 2004</strong></p>
<blockquote><p>O pessoal até comentou que antigamente os lutadores abandonavam o Jiu-Jitsu para lutar MMA. Hoje, eles deixam o tatame para formar equipes de Fórmula-1: ‘correm&#8217; para caramba&#8230;</p></blockquote>
<p><strong>7. Kron Gracie, ao vencer o Mundial 2006 de faixa-roxa diante do avô, Helio Gracie:</strong></p>
<blockquote><p>Sempre ouvi do meu avô que pontos e vantagens não valiam de nada, por isso vim hoje buscando finalizar todas as minhas lutas.</p></blockquote>
<p><strong>6. Xande Ribeiro, após o ouro absoluto no Mundial 2006:</strong></p>
<blockquote><p>O pessoal costuma esquecer que a luta de Jiu-Jitsu começa em pé e a queda também vale dois pontos.</p></blockquote>
<p><strong>5. Guy Ritchie, diretor de cinema, durante o Mundial 2009, em que Roger Gracie finalizou todas as suas nove lutas:</strong></p>
<blockquote><p>Aprendo com o Roger há alguns anos, mas não podia imaginar que ele era assim tão melhor que os outros.</p></blockquote>
<p><strong>4.  Bruno Malfacine, no Mundial 2009:</strong></p>
<blockquote><p>Tinha vontade de chorar de tanto treino.</p></blockquote>
<p><strong>3. Saulo Ribeiro, sobre a vitória de Xande contra Roger no Mundial 2006:</strong></p>
<blockquote><p>Foi uma luta digna de Rocky Balboa. Apanhou, apanhou e no final, &#8220;pou&#8221;!</p></blockquote>
<p><strong>2. Ronaldo Jacaré, após a eletrizante final do absoluto no Mundial 2004:</strong></p>
<blockquote><p>Botei na cabeça que não ia bater e fiz o meu corpo corresponder.</p></blockquote>
<p><strong>1. Marcus Buchecha, no Mundial 2013:</strong></p>
<blockquote><p>O Leozinho me mostrou essa posição um dia e comecei a treinar muito, é quase um berimbolo. Mas a galera me pediu para não arriscar contra o Rodolfo, pois se eu caísse por baixo estaria f… Decidi arriscar e deu certo, caí nas costas dele.</p></blockquote>
<p>E a sua frase favorita, amigo leitor? Mande aqui nos comentários. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manifesto &#8220;old school&#8221;: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 03:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador. Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_137424" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-137424" class="size-full wp-image-137424" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg" alt="" width="940" height="629" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-768x514.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-137424" class="wp-caption-text">José Mario Sperry x Roberto Roleta em 1998. Foto: Ricardo Azoury</p></div>
<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador.</p>
<p><strong><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225 da revista GRACIEMAG. E se você quiser assinar o nosso ACERVO DIGITAL, com acesso a mais de 50 publicações, CLIQUE AQUI. </a></strong></p>
<p><strong>1. COMPROMISSO COM O COMBATE REAL</strong></p>
<p>Na guerra, quando um samurai japonês perdia a espada e se via obrigado a um combate corpo a corpo contra o inimigo, ele dificilmente pensaria em manobras do tipo berimbolo para lidar com o enfrentamento. Qualquer ação que o deixasse demasiadamente exposto a um ataque do oponente seria fatal. Morte imediata. Fim. É daí que nascem as estratégias de ataque reto e objetivo da versão <em>old school</em> de nossa arte marcial.</p>
<p>Uma filosofia de não dar espaços, de liquidar rapidamente o problema. Um jogo extremamente sério e sem firulas. Adaptando essa “filosofia do samurai” aos tempos de hoje, já que estamos em pleno século 21, uma época em que o Jiu-Jitsu é praticado majoritariamente de forma esportiva e educativa, a doutrina old school e seus apóstolos tentam evitar que a modernidade se desprenda totalmente da essência marcial da arte suave. A “fonte” não pode ser esquecida jamais. Uma questão de preservação de “quem somos” e “deonde viemos”.</p>
<p>Não se trata obviamente de um ataque cego às inovações e à criatividade das novas gerações. Claro que não! O que se quer é, dentro do bom senso, preservar nossas raízes. Por isso, recomenda-se usar as noções de defesa pessoal para balizar a criatividade e a inventividade técnica dos novos lutadores mundo afora. “Eu utilizaria essa técnica numa situação de combate real contra um adversário extremamente perigoso?” Esta é uma pergunta para você fazer a si mesmo. Uma questão de autoconhecimento e autocrítica. Você mesmo terá o discernimento e o livre-arbítrio de se especializar em tal técnica inventiva ou não. Assim, a arte será modernizada ao mesmo tempo em que conservaremos o legado de nossos ancestrais.</p>
<p><strong>2. CULTO AO TREINO DURO</strong></p>
<p><em>Old school</em> até a alma, o campeão mundial de Jiu-Jitsu José Mario Sperry observa uma falha muito recorrente no comportamento de praticantes de Jiu-Jitsu em academias mundo afora. “Essa mania de ‘escolher treinos’ é uma verdadeira praga. Vejo muita gente se negando a rolar com adversários mais pesados ou mais bem preparados técnica e fisicamente. Não me permito isso hoje, que rondo os 50 anos, muito menos na época em que eu era um garoto. Se quer pegar leve que vá fazer hidroginástica”, brinca Zé Mario.</p>
<p>Claro, existem limites e periodizações no treinamento de Jiu-Jitsu. Ir até o limite físico todos os dias não é proveitoso e tende a levar um praticante ao overtraining e às lesões. Porém, se você só se submete a ‘treinos fáceis’, você não evolui. Fica estagnado. Sem contar que não condiciona a sua mente e o seu coração a situações de adversidade. E, como bem sabemos, um dos grandes benefícios da arte suave é justamente o condicionamento do praticante a não se apavorar nos momentos de aperto. O que vale tanto para os treinos e competições, como também para a vida.</p>
<p>Os correligionários da causa <em>old school</em> querem evitar que nossa arte marcial se contamine por uma perspectiva superficial e hedonista de “treinamento para o bem-estar”, muito recorrente no universo fitness. A popular “aulinha para madame”. Com todo o respeito às madames, as atividades fáceis e leves jamais poderão ser o objetivo de quem veste o kimono e entra num dojô. Falaremos mais sobre isso no próximo tópico.</p>
<p><strong>3. PUJANÇA FÍSICA NÃO É ABDOME TANQUINHO<br />
</strong></p>
<p>“Lembro que, quando eu cansava num combate, eu ficava feliz. Afinal, se eu estava cansado, o adversário só poderia estar completamente morto. Eu tinha total confiança no meu vigor físico”, diz Zé Mario, cuja rotina de malhação nunca teve como objetivo modelar o corpo. Hoje em dia, no entanto, é recorrente observarmos muitos praticantes preocupados em fazer pose sem camisa para o espelho e postar fotos contraindo os músculos no Instagram. Trata-se de uma distorção total do culto à saúde do corpo de um guerreiro da dinastia old school. Nossos ancestrais ensinavam que o corpo não deve ser cultuado como uma “obra estética”, mas sim como uma “máquina de combate”. Para isso você deve ser muito cuidadoso com sua alimentação (o combustível), com a malhação cotidiana (manutenção, blindagem e turbinagem) e, sobretudo, com a dinâmica dos treinos duros com kimono (o manejo efetivo da máquina, além do estímulo à capacitação e resistência do motor).</p>
<p>“Não se trata de querer ser halterofilista ou posar de fortão na praia. A ideia é unir força, gás e técnica, daí a necessidade dos treinos duros e constantes, articulados com uma malhação casca-grossa. É a vontade de impor o ritmo, de quebrar o adversário no giro, de fazer força no momento certo que leva o praticante a um estágio superior”, diz Zé Mario.</p>
<p>Mais uma vez vale lembrar que o Jiu-Jitsu é marcial e não um desses modismos fitness para emagrecimento rápido. Não estamos de frente para o espelho, estamos dentro da arena. Não é hedonismo, mas sim, como diria o povo da equipe Carlson Gracie, “tempo ruim o tempo todo”. Desenvolva em você, por exemplo, a capacidade de treinar cansando e administrar a dor. Use a malhação como uma aliada à sua trajetória no Jiu-Jitsu e não para alimentar a sua vaidade estética. Oss!</p>
<p><strong>4. O BÁSICO QUE FUNCIONA</strong></p>
<p>Muitos praticantes da nova geração discriminam golpes básicos, de mecânica extremamente simples, pelo fato de serem técnicas ensinadas para faixas-brancas. Por essa lógica, os olhos dos lutadores só deveriam brilhar para golpes complexos, com dinâmicas super elaboradas. Talvez seja por isso que algumas posições clássicas do Jiu-Jistu, que fazem parte da cartilha para iniciantes, estejam sumindo das academias e dos grandes campeonatos. Um exemplo muito oportuno é o estrangulamento relógio, um dos golpes prediletos de Zé Mario.</p>
<p>Para a doutrina <em>old school</em>, quanto mais simples for o golpe, melhor. Não precisa ser nada espalhafatoso e avançado para ser tido como eficiente. “Eu me destaquei no Mundial de Jiu-Jitsu e no ADCC trabalhando apenas com o feijão-com-arroz. Minhas técnicas nunca foram muito vistosas, eu só fazia o básico mesmo. Porém, eu fazia esse básico muitíssimo bem. Eu era um lenhador que havia passado anos afiando um meu machado. Por exemplo: a passagem de guarda que utilizo até hoje eu aprendi com o Otavio Peixotinho quando eu ainda era faixa-azul”, analisa Zé Mario.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-238303" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg" alt="" width="877" height="491" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p><strong>5. DOUTRINA CASCA-GROSSA</strong></p>
<p>Às vezes, ouvimos um praticante de Jiu-Jitsu dizer que não foi à academia porque estava fazendo muito frio no dia ou chovia torrencialmente. São desculpas intoleráveis dentro da filosofia old school. Só para a gente trabalhar com “parâmetros de disposição”, a maioria dos professores de Jiu-Jitsu old school é de uma época anterior ao profissionalismo do MMA. Naquele tempo, o nome dos desafios entre artes marciais distintas se chamava vale-tudo. Lutadores subiam ao ringue sem patrocínio, vislumbrando uma bolsa baixíssima se comparada às de hoje (alguns participavam de graça). Lutavam sem limites de peso e de tempo. Muitas vezes disputavam campeonatos de vale-tudo em formato de GP, nos quais podiam fazer mais de três lutas numa mesma noite. Sem luvas!</p>
<p>Se você treina numa academia que de alguma forma valoriza essa época, é preciso ter o mínimo de respeito a esses guerreiros do passado. Claro, não se trata de passar por provações tão tenebrosas. Porém, há um mínimo de atitudes a serem honradas, entre elas a disposição ao treino, a pontualidade, a dedicação, a raça durante os combates, o ímpeto em aprender, a lealdade ao mestre, a persistência e a resistência também. “Academia de Jiu-Jitsu não é fábrica de confetes”, costuma dizer Fabio Gurgel. Apesar do bom-humor das palavras de Gurgel, leve a mensagem a sério. Deixe as desculpas esfarrapadas de lado e simplesmente vá treinar!</p>
<p><strong>6. COMPETIÇÕES, DESAFIOS E ADRENALINA</strong></p>
<p>“Não se aperfeiçoe para competir. Compita para se aperfeiçoar”. Essa é uma máxima comum nas academias de Jiu-Jitsu. Ela ensina que o seu Jiu-Jitsu, querido leitor, tende a evoluir bastante (tanto em aspectos técnicos como também por um ponto de vista emocional) quando praticado dentro da área de luta de um torneio com torcida (contra e a favor), arbitragem rigorosa, e um adversário que muitas vezes provoca medo, aflição e adrenalina. Os seguidores da linhagem old school tendem a se alimentar de adrenalina. Precisam de desafios para viver e encontram nos campeonatos de Jiu-Jitsu o habitat natural perfeito para deixarem a essência guerreira fluir.</p>
<p>Um ótimo exemplo de faixa-preta <em>old school</em> é o campeão mundial BJ Penn. Para o ídolo havaiano, a adrenalina pré-luta é como uma turbulência num avião de passageiros. “Não há nada que você possa fazer, então aproveite a experiência”, opina o havaiano, com bom humor. “Agora que estou mais experiente”, continua BJ, “sinto mais a adrenalina antes das lutas. Só que eu não reajo mais como uma pessoa de vida comum e convencional. Pelo contrário. Eu me aceito mais como lutador. Quando bate a adrenalina, eu simplesmente adoro!”. É assim que os lutadores passam a crescer nas situações de adversidade. É quando passam a gostar daquilo que afugenta a maioria que eles entram em contato direto com a fonte milenar do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>7. A ARTE DE IMPOR PRESSÃO</strong></p>
<p>Como já falamos no tópico 1, o Jiu-Jitsu <em>old school</em> tem um compromisso estratégico com o combate real. Por essa linha de raciocínio, é natural que o lutador prefira cair por cima do que puxar para a guarda, concorda? É por isso que há uma indisfarçável predisposição a jogar por cima quando analisamos as lutas dos principais defensores da doutrina old school. A cartilha para esses lutadores seria mais ou menos assim: derrubar, passar a guarda, montar e finalizar. Claro, saber fazer guarda é fundamental, o praticante de Jiu-Jitsu deve ser completo tecnicamente, mas numa estratégia de guerra a tendência natural é essa: derrubar, passar, montar e finalizar.</p>
<p>Pois bem. Toda essa experiência em enfrentar a guarda dos adversários transformou os representantes da escola antiga em virtuoses na arte de distribuir o peso de forma implacável, apavorando o incauto que está por baixo. Os expoentes do Jiu-Jitsu old school sabem muito bem usar a gravidade a favor de seu jogo. Gostam de “embrulhar” os adversários, impondo o máximo de desconforto. Zé Mario Sperry tem um bordão que diz: “Jiu-Jitsu não é Socila. Jiu-Jitsu é Dorcila”, diz o craque, parodiando o famoso curso de etiqueta social. Há quem diga que a pressão do ombro do passador sobre o rosto do guardeiro é “pura grosseria”. Quem acredita nisso, além de estar cometendo um grave erro de avaliação, certamente não se graduou numa escola <em>old school</em>.</p>
<p><strong>8. GRADUAÇÃO NO LONGO PRAZO</strong></p>
<p>Uma das grandes críticas feitas pela turma da velha guarda do Jiu-Jitsu incide sobre o curto período de tempo com que certas escolas graduam seus alunos à condição de faixas-pretas. Tema muito polêmico nas redes sociais, a graduação é vista pelos professores de Jiu-Jitsu old school como um processo que requer muito rigor e avaliações. Carlinhos Gracie, líder da Gracie Barra, costuma dizer: “Disciplina e consistência. Devo a esses dois fatores tudo que consegui na minha vida. As coisas nunca aconteceram do dia para a noite, os resultados vieram como consequência de um trabalho de muitos anos. É preciso persistir, e isso é uma coisa difícil de ser ensinada nos dias de hoje, uma época em que a sociedade revela tanta fome de conquistas imediatas.”</p>
<p>O general da Alliance Fabio Gurgel concorda com Carlinhos. Na edição #223, Gurgel declarou: “Na minha opinião, o critério para a faixa-preta engloba vários fatores: a técnica obviamente; o tempo de estrada; o conhecimento da história do Jiu-Jitsu; a frequência às aulas; comportamento exemplar; e a gentileza em relação aos outros. Porém, alguns professores não se preocupam tanto e passam por cima de algumas etapas importantes.”</p>
<p>Gurgel continuou: “Precisamos lembrar sempre que muitas vezes esses que estão tão se graduando hoje vão passar o Jiu-Jitsu adiante. Sem critérios, a graduação vira um telefone sem fio, a mensagem que chega lá na ponta vai ficando muito longe da origem. Hoje, na Alliance, nós temos um sistema de graduação baseado na frequência do aluno. Porém, quando o assunto é a faixa-preta isso passa a ser apenas um pré-requisito, não sendo garantia de absolutamente nada. O aluno precisa completar todos os requisitos, ou fica na marrom – a faixa-preta não é para todos.”</p>
<p><strong>9. LUTE PARA FINALIZAR E NÃO PARA VENCER POR VANTAGENS</strong></p>
<p>Nos campos de batalhas do Japão feudal, não havia árbitros indicando pontos e vantagens no decorrer dos combates. Na luta real corpo a corpo só há uma única opção: a busca por finalização. Portanto, adaptando essa filosofia aos dias de hoje, em que o Jiu-Jitsu enveredou para o âmbito esportivo, os atletas devem valorizar os três tapinhas do oponente.</p>
<p><strong>10. A PERMANENTE CONSAGRAÇÃO DO JIU-JITSU ENTRE AS OUTRAS ARTES MARCIAIS</strong></p>
<p>Antes de o Jiu-Jitsu se consagrar mundialmente, algo que aconteceu nos ringues de vale-tudo na virada do século 20 para 21, havia uma grande preocupação na comunidade da arte suave em se afirmar entre as outras modalidades de luta. Daí o enfrentamento direto em eventos como as primeiras edições do UFC. Hoje essa preocupação já não é tão explícita assim em nossa comunidade, já que a eficiência do Jiu-Jitsu chegou a uma condição de unanimidade. Algo inquestionável. No entanto, para os defensores da escola old school, essa manutenção do Jiu-Jitsu no topo das modalidades de luta parece jamais ter fim.</p>
<p>Na edição #212, por exemplo, o campeão de Jiu-Jitsu Marcinho Feitosa chamou a atenção de nossa equipe de reportagem para um detalhe: “Reparem como a comunidade do Jiu-Jitsu vibra com a ascensão do Ronaldo Jacaré no UFC. Toda vez que ele luta, parece que todos nós batemos no peito e gritamos: ‘Estou te falando, meu irmão, o Jiu-Jitsu ainda é e sempre será a melhor luta para um confronto desarmado, em qualquer situação!’” Quem é old school de verdade entende exatamente o que Marcinho quis dizer. São grandes entusiastas da nossa arte marcial e se orgulham muito disso. Atuam como defensores de uma nobre causa. Formam uma espécie de sociedade não muito secreta, responsável por blindar uma irrefutável verdade ao longo dos tempos: só o Jiu-Jitsu salva.</p>
<p>É triste perceber que, nas competições e até mesmo nas academias, muitos confrontos estão baseados na estratégia de “vitória magra”, aquela que acontece por uma vantagem, sem a demonstração da devida combatividade e a busca por uma torção ou por um estrangulamento. Pontos e vantagens têm um papel importante nos campeonatos. São essas pontuações que permitem o desempate de um combate. Porém, os lutadores não devem se ater meramente à vitória no placar. Devemos buscar a vitória por excelência. A vitória por finalização.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="OLD SCHOOL BJJ MATCH: Mario Sperry vs Roberto Roleta Magalhaes 1998 Mundials Absolute Finals" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/9Wg4mr7xr1o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-manifesto-old-school-como-treinar-jiu-jitsu-ao-estilo-samurai-com-mais-adrenalina-e-menos-firulas/">Manifesto “old school”: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Leia GRACIEMAG e aprenda dicas de Jiu-Jitsu para iniciantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 11:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criada em 1994, a GRACIEMAG é a revista favorita do lutador de Jiu-Jitsu, sempre com uma seção original e útil para o seu jogo de chão. Uma das seções mais comentadas pelos leitores é a Página Branca, com dicas para você que ainda está começando sua caminhada nas artes marciais. Relembre as lições dadas pelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="" href="https://www.graciemag.com/pt/2012/10/leia-a-graciemag-e-aprenda-10-dicas-de-jiu-jitsu-para-iniciantes/2065_1-2/" rel="attachment wp-att-78706"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-78706" title="2065_1" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/2065_11.jpg" alt="" width="650" height="419" /></a></p>
<p>Criada em 1994, a GRACIEMAG é a revista favorita do lutador de Jiu-Jitsu, sempre com uma seção original e útil para o seu jogo de chão. Uma das seções mais comentadas pelos leitores é a Página Branca, com dicas para você que ainda está começando sua caminhada nas artes marciais.</p>
<p>Relembre as lições dadas pelo campeão <a href="https://www.instagram.com/felipecostabjj/" target="_blank" rel="noopener">Felipinho Costa</a> numa edição antiga, e a<a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">ssine hoje mesmo GRACIEMAG</a>. Oss&#8230;</p>
<h3>1.  Certifique-se que a academia escolhida tem perfil semelhante ao seu</h3>
<p>É comum pessoas se desanimarem por um início ruim no Jiu-Jitsu. O ideal portanto é fazer uma pesquisa antes de começar a ir regularmente às aulas, para você se certificar de que o professor escolhido é experiente, atencioso com todos os alunos e não apenas com o melhores. Veja se ele realmente gosta do que faz. Caso você se dê conta de que os instrutores não lhe dão atenção, não pense que isso é normal, pois não é. Melhor do que parar de treinar é mudar para uma academia na qual você se sinta bem recebido.</p>
<h3>2.  Defesa pessoal é importante!</h3>
<p>Muitos professores negligenciam a importância de ensinar defesa pessoal, mesmo as técnicas básicas – alguns por não saber mesmo e outros por achar isso algo ultrapassado. A defesa pessoal permite que você entenda técnicas que hoje você nem se dá conta, mas nem por isso são menos interessantes. O Jiu-Jitsu virou um esporte, sim, e a parte de defesa pessoal ficou um pouco de lado por alguns professores, mas lembre-se que todas as técnicas atuais, de alguma forma, se originaram do básico, da defesa contra agressores. Conhecer e entender o básico é como ter conhecimento da história da arte: permite que você não cometa erros com base na experiência prévia.</p>
<h3>3. Jiu-Jitsu é com kimono, ponto</h3>
<p>Por mais divertido que seja, e por mais que esteja na moda, procure não se aventurar pelo Jiu-Jitsu sem kimono sem antes ter um entendimento bom das técnicas de pano. Lembre-se: é mais fácil adaptar seu conhecimento do pano para o sem pano do que o contrário.</p>
<h3>4.  Não chame um faixa preta para treinar</h3>
<p>Essa é um pouco das antigas, mas muitos graduados ainda se ofendem com isso. Na verdade, o graduado se sente um pouco desafiado quando isso acontece. Evidentemente que existem maneiras e maneiras de se falar qualquer coisa e não é uma regra pétrea, nem sempre os graduados vão se ofender. Mas confie: o mais graduado sabe quem está disponível somente pela maneira que a pessoa olha para ele. Olhe com humildade e se coloque à disposição para treinar. Se ele quiser, vai fazer o convite. E o seu treino como convidado será muito mais prazeroso, eu posso garantir.</p>
<h3>5. Confie na técnica ensinada</h3>
<p>Pode ser frustrante seguir treinando quando você é o mais novo da classe e todos te amassam, mas resista às frustrações. Procure se defender usando o máximo de técnicas que você já aprendeu, e caso se sinta sem opções converse com o professor. Ele geralmente vai gostar de ter um feedback de suas necessidades.</p>
<h3>6 . Pergunte aos mais experientes</h3>
<p>Uma das coisas mais legais do Jiu-Jitsu é a troca de informações e pontos de vistas sobre uma técnica. Sinta-se bem à vontade para tirar dúvidas com os mais graduados, nas horas certas. Logo após batucar, pergunte o que você poderia ter feito para defender determinado ataque ou mesmo não ter perdido aquela “quase” finalização. Muitas vezes os mais graduados já terão passado por essas situações e podem mostrar os atalhos. Graduados adoram se sentir valorizados, e terão o maior prazer em tentar ajudar.</p>
<h3>7. Faça o dever de casa</h3>
<p>É muito frustrante para um professor dar o seu máximo ensinando uma técnica ou conceito e ver que pouco tempo depois o aluno esqueceu. Fazer muitas repetições é fundamental, mesmo que você julgue que aquela técnica não é muito útil para seu jogo. Lembre-se que, como iniciante, seu estilo ainda não está definido, então o que parece inútil hoje pode vir a ser seu maior trunfo no futuro. Além da repetição, tire alguns minutos do seu dia para rever as técnicas mentalmente.</p>
<h3>8. Seja finalizado!</h3>
<p>Você não precisa querer bater, mas como aluno não tenha medo de se colocar em posição de desvantagem. Se isso resultar em ser finalizado, tudo bem, que sirva de lição. Garanto que no momento real de perigo, por já estar habituado com o desconforto, suas chances de prevalecer serão muito maiores.</p>
<h3>9. Arrisque mais</h3>
<p>Não faz o menor sentido treinar como se estivesse lutando campeonato, com pavor de errar. Existem momentos de treinar como se estivesse lutando, e seu professor saberá lhe orientar quanto a isso. Em geral, eu aconselho sempre a arriscar, tentar coisas novas, buscar aplicar a técnica do dia… Quanto mais diversificado seu jogo, mais e melhores ferramentas você terá para definir o seu potencial no futuro.</p>
<h3>10 Confie, seja confiável e divirta-se</h3>
<p>Nunca segure uma finalização depois dos “três tapinhas&#8221;. Se houver a menor dúvida se seu parceiro bateu, solte – melhor a precaução do que o mal estar. Sendo confiável e confiando nos seus parceiros e treinadores, o ambiente se torna mais seguro e agradável. Se você não está se divertindo, nada mais faz sentido. Jiu-Jitsu é para o resto da vida, cada etapa é muito boa, é o melhor vício que você pode adquirir!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leia-a-graciemag-e-aprenda-10-dicas-de-jiu-jitsu-para-iniciantes/">Leia GRACIEMAG e aprenda dicas de Jiu-Jitsu para iniciantes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ulpiano Malachias e as lições de sua vida dedicada ao Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 11:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Líder da nossa GMI Gracie Barra Westchase, uma das filiais da GB de maior sucesso no mundo, Ulpiano Malachias acompanhou de perto a expansão da escola de Carlinhos Gracie pelo mundo, com sua parcela de atuação na empreitada. Para entender melhor, GRACIEMAG bateu um papo com Piano, e os avanços do jovem de Minas Gerais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230790" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230790" class="size-large wp-image-230790" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3-1024x781.jpg" alt="" width="650" height="496" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3-1024x781.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3-300x229.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3-768x586.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3-150x114.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/ulpiano-3.jpg 1221w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-230790" class="wp-caption-text">Professor Ulpiano em treino na Gracie Barra Westchase. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Líder da nossa GMI Gracie Barra Westchase, uma das filiais da GB de maior sucesso no mundo, Ulpiano Malachias acompanhou de perto a expansão da escola de Carlinhos Gracie pelo mundo, com sua parcela de atuação na empreitada.</p>
<p>Para entender melhor, GRACIEMAG bateu um papo com Piano, e os avanços do jovem de Minas Gerais até ganhar o mundo, com passagens pela Europa, Ásia antes de fincar suas raízes nos EUA é recheada de lições. Confira a conversa nas linhas abaixo e aprenda com quem trabalhou duro para vencer os maiores desafios da vida. Oss!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>ULPIANO MALACHIAS: Meus primeiros passos no Jiu-Jitsu foram através de um amigo de infância, Erik Wanderley. Ele morava do outro lado da casa da minha tia, era campeão mundial e aluno do mestre Draculino. Em 2002, um vizinho meu se mudou para Los Angeles para lutar em alguns campeonatos de Kung-Fu e MMA. Como eu era novo e achava que era “brigador”, me mudei para lá. Nas faixas coloridas foram muitos amassos e lições. Apanhei muito. Perdi uma final do Pan na marrom para o José Júnior, por exemplo. Eu todo fortão e ele com aquele olhar de quieto inocente (risos). Me bateu, mas viramos grandes amigos.</p>
<p><strong>Em que momento você entendeu que seria uma peça-chave na expansão da equipe no mundo? </strong></p>
<p>Em 2005 eu estava na Califórnia e treinava diariamente com o mestre Carlos Gracie Jr. Por estar próximo, eu consegui entender a visão do mestre e o porquê da importância de estar fazendo as escolas se alinharem, com a visão que ele tinha sobre o lifestyle do esporte. Foi uma transição bem normal para mim, eu ajudava nas aulas da escola do mestre na Califórnia com os professores Márcio Feitosa, André Fernandes, Flávio Almeida e Marco Piu Piu. Em 2007, abri a minha primeira escola, por sinal a primeira franquia da Gracie Barra nos EUA, a GB Santa Ana, também na Califa. Se sou importante na Gracie Barra eu não sei, mas tento meu melhor para passar minha experiência para as gerações mais novas. E esse é o ciclo.</p>
<p><strong>Qual foi seu maior desafio como líder de academia e o que aprendeu com isso?</strong></p>
<p>Foi mudar para o Texas. Não conhecia ninguém aqui. O Draculino era o mais próximo, a 40 milhas de distância. Então começar do zero, sem alunos, parceiros de treinos e amigos foi difícil, mas se tivesse sido fácil talvez não tivesse me empenhado tanto para o sucesso. Aprendi a ter ainda mais paciência e dedicação, assim como no Jiu-Jitsu. Semear a ideia de que irmandade, lealdade e, sobretudo, respeito a hierarquia é muito importante, não só no Jiu-Jitsu, mas também na vida.</p>
<p><strong>Quais os próximos passos da sua ascendente caminhada no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Não me acho melhor que ninguém, mas trabalho muito e acompanhar meu ritmo de trabalho é para poucos. O desafio é ver essa geração nova de alunos conquistar o objetivo de viver do Jiu-Jitsu. O alvo é apoiar meus alunos e ajudá-los a serem campeões.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ulpiano-malachias-e-as-licoes-de-sua-vida-dedicada-ao-jiu-jitsu/">Ulpiano Malachias e as lições de sua vida dedicada ao Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 dicas de Isaque Paiva para você evoluir no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 15:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1- É preciso estudar, tornar-se um CDF em Jiu-Jitsu. Mas esse estudo precisa ser prazeroso, uma atividade que deixe você mais entusiasmado a cada dia. Se o estudo representar uma atividade chata para você, ela não vai durar muito tempo. Lembre-se, Jiu-Jitsu é longo prazo.  2- Não adianta simplesmente treinar. Você e o seu mestre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236524" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138-300x212.jpg" alt="" width="872" height="616" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138-300x212.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138-1024x723.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138-768x543.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138-150x106.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120138.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 872px) 100vw, 872px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1-<strong> É preciso estudar</strong>, tornar-se um CDF em Jiu-Jitsu. Mas esse estudo precisa ser prazeroso, uma atividade que deixe você mais entusiasmado a cada dia. Se o estudo representar uma atividade chata para você, ela não vai durar muito tempo. Lembre-se, Jiu-Jitsu é longo prazo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2- Não adianta simplesmente treinar. Você e o seu mestre precisam programar treinos efetivos, de acordo com os seus objetivos na arte suave. Se você quer se tornar um grande campeão, é preciso treinar de acordo com essa meta. <strong>Você não deve treinar para simplesmente se sentir cansado</strong>, entende? É preciso treinar para se tornar mais técnico e eficiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3- <strong>Tenha uma rotina equilibrada</strong>, na qual você consiga encaixar de forma harmoniosa os momentos de treino, de lazer, de descanso, de alimentação, de preparação física. Ser desorganizado, com uma rotina caótica, vai comprometer o seu rendimento de uma forma geral. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236526" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159-300x233.jpg" alt="" width="876" height="680" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159-1024x794.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159-768x596.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159-150x116.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120159.jpg 1052w" sizes="auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4- Esportes como o wrestling e judô contribuíram muito na minha evolução e se forem bem supervisionados podem complementar o rendimento dos praticantes e atletas de Jiu-Jitsu. <strong>Tenha mente aberta para absorver novos conhecimentos.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">5- Sempre mostre respeito pela sua família, pelos seus professores e pelos seus parceiros de treino. <strong>A vida de um lutador não é uma jornada individual</strong>, é uma missão que envolve uma coletividade, é preciso unir forças e não se isolar. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236528" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120247-300x232.jpg" alt="" width="881" height="681" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120247-300x232.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120247-768x594.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120247-150x116.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_120247.jpg 974w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">6- <strong>Saiba dosar a afobação e a ansiedade.</strong> No início da carreira eu não tinha muita orientação de treinos mais voltados para competição e conforme acontecia a competição eu ia fazendo a inscrição, correndo atrás de patrocínio e buscando treinos de competição em vários lugares, não tinha um planejamento de treinos específicos e estratégias para competir, eu não fazia um planejamento de como direcionar a carreira, cheguei a participar de 32 competições em um ano. Um exagero, que simplesmente poderia ter me atrapalhado com lesões graves. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">7- <strong>Aprenda a dar aulas.</strong> Transferir conhecimento, ensinar Jiu-Jitsu agrega na vida de um modo geral. Só desperta a paixão de aprender quem tem a paixão de ensinar! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">8- <strong>Conheça as regras dos campeonatos.</strong> Uma das grandes lutas que fiz na vida foi na Seletiva Abu Dhabi em Gramado, em 2012 , contra o Bruno Frazatto. O juiz queria me desclassificar por eu ter saído do tatame durante a comemoração, a regra havia acabado de mudar em relação a isso. Foi um grande susto, porque eu tinha ganhado a luta por finalização, mas acabaria perdendo pois a regra havia mudado. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236530" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-300x238.jpg" alt="" width="876" height="695" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-300x238.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-1024x812.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-768x609.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-1536x1218.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820-150x119.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/20220304_110820.jpg 2045w" sizes="auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">9- <strong>Estude inglês.</strong> Isso vai ajudar muito quando a sua trajetória no Jiu-Jitsu levar você para fora do Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">10- <strong>Tenha sempre um mantra motivacional ao qual você possa recorrer nos momentos difíceis.</strong> Um que tenho usado muito é: “Minha mente faz o que meu coração acredita”. </span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/9-dicas-de-isaque-paiva-para-voce-evoluir-no-jiu-jitsu/">10 dicas de Isaque Paiva para você evoluir no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 lições (sérias ou não) que Sérgio Mallandro nos ensinou ao receber a faixa-preta</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 03:09:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #265. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Demorou 45 anos para Sérgio Neiva Cavalcanti amarrar oficialmente a faixa-preta de Jiu-Jitsu na cintura. Se ele ficou ansioso, angustiado ou frustrado nestas mais de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224459" style="width: 693px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2019-02-02-at-13.53.22.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224459" class="size-full wp-image-224459" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2019-02-02-at-13.53.22.jpg" alt="" width="683" height="470" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2019-02-02-at-13.53.22.jpg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2019-02-02-at-13.53.22-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2019-02-02-at-13.53.22-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><p id="caption-attachment-224459" class="wp-caption-text">Serginho Mallandro ao receber sua faixa-preta de Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #265. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Demorou 45 anos para Sérgio Neiva Cavalcanti amarrar oficialmente a faixa-preta de Jiu-Jitsu na cintura. Se ele ficou ansioso, angustiado ou frustrado nestas mais de quatro décadas? Que nada. Ele era só risos.</p>
<p>Serginho Mallandro, humorista dos mais festejados do Brasil, entrou enfim para a galeria de faixas-pretas do time Carlson Gracie, uma escuderia que marcou sua vida e trajetória desde garoto, e para sempre.</p>
<p>Sua história no Jiu-Jitsu teve início nos anos 1970, aos 18 anos, quando ele entrou pela primeira vez no famoso dojo da rua Figueiredo Magalhães, em Copacabana. “Pouca gente sabe, mas fui o sexto aluno do Carlson Gracie na Figueiredo”, garante Mallandro. “Já tinham lá o Fernando Pinduka, o Fabio Macieira, havia poucos. Toda vez que entro naquela academia eu me emociono, pois vivi muitos momentos ali”.</p>
<p>Aos 63 anos, depois de uma carreira sólida na televisão e agora nos teatros, Serginho foi condecorado pelo antigo parceiro Pinduka, hoje faixa-vermelha. Ao receber a honraria máxima da arte suave, no dia 2 de fevereiro de 2019, Mallandro deu um rola, encaixou uma quedinha e recebeu uma saraivada de tapinhas nas costas. O comediante carioca lembrou que, apesar de fazer graça e levar a vida com alegria, também passou por muitos testes como qualquer um ali à sua volta – e não faltavam professores, admiradores e velhos amigos na academia Akxe da Barra da Tijuca, todos bem recebidos pelo anfitrião Vini Campelo.</p>
<p>“Vivi altos e baixos, do sucesso ao ostracismo, e sempre tive força para dar a volta por cima e me reerguer”, reconheceu Serginho. “Ao meu lado, tive sempre a força da arte suave, os ensinamentos de um mestre icônico como Carlson e a certeza de que o nosso Jiu-Jitsu vai muito além de uma cor da faixa.”</p>
<p>Confira, a seguir, o que mais aprendemos de mais sério com o rei do “glu-glu yeah yeah”, seu bordão mais famoso.</p>
<p><strong>1.</strong> Autoconfiança para falar com Silvio Santos: “No Jiu-Jitsu aprendi a ter disciplina, integridade, fidelidade aos amigos, e uma segurança enorme para tratar com qualquer um, do contrarregra ao Silvio Santos. É muito mais fácil lidar com as pequenas e grandes adversidades da vida, em casa, na rua ou no trabalho, quando se treina Jiu-Jitsu.”</p>
<p><strong>2.</strong> Amizades. “O Jiu-Jitsu é uma filosofia, é como se fosse uma religião. A academia passa a ser como nosso templo sagrado. E é como se você estivesse entrando numa grande família, uma família maravilhosa e cheia de valores positivos. Por isso é uma arte que educa tão bem nossas crianças.”</p>
<p><strong>3.</strong> A arte de relaxar. “Quem treina se torna um cara mais tranquilo, pois os tatames são ótimas válvulas de escape para o estresse diário. O treino relaxa qualquer um. Pus meus filhos no Jiu-Jitsu, e hoje meu sobrinho é um faixa-preta casca-grossa. Sempre dou este conselho às pessoas, bote os moleques para treinar. É de kimono que encontramos mais facilmente o equilíbrio entre nossas ações e emoções.”</p>
<p><strong>4.</strong> Disciplina. “Na nossa época, não podíamos ter relações sexuais antes das lutas. Ainda existe isso? Bom, acho que parei de competir por isso (risos). Então você partia com apetite agressivo contra o oponente.&#8221;</p>
<p><strong>5.</strong> Segurança em todas as horas. “O Pinduka era nosso Capitão Nascimento. Qualquer confusão e o Carlson gritava: “Pinduka!”. Ele podia estar dormindo, que era chamado. Lembro que na época da luta contra o grande campeão Marco Ruas, quando havia uma rivalidade enorme entre as modalidades de arte marcial, o Pinduka estava dormindo no tatame e o Carlson disse: “Bichão, você vai sair na porrada, está preparado?”. E ele estava sempre preparado. O Jiu-Jitsu tem esse benefício, o de nos deixar preparado para tudo quando se está treinado. Você fica realmente seguro que é capaz de alavancar o mundo e vencer qualquer parada.”</p>
<p><strong>6.</strong> Adaptação fácil. “O Carlson nos dizia: ‘Se você treinar todos os dias, vai ser um bom lutador mesmo que não queira. Poderoso…! Você vai ser muito poderoso, bicho! Mas, se você tiver o dom, e ainda treinar todos os dias, você vai ser um lutador espetacular, um campeão mundial’. A lição é que o Jiu-Jitsu é de fato para todos, e qualquer um pode se adaptar, só depende da pessoa botar o kimono na mochila e aparecer na academia. Como o Carlson deixa saudade na gente!”</p>
<p><strong>7.</strong> A arte de ganhar e perder. “Batuquei muito na academia, fui muitas vezes amassado! Mas quando fazia o golpe do ‘glu-glu yeah-yeah’, ninguém resistia (risos)! Sempre quis ser faixa-preta, claro, mas, juro, o meu maior sonho era outro: ver o que vejo hoje em dia, o Jiu-Jitsu como uma luta universal, praticada por todas as idades. A gente lutava para provar que o Jiu-Jitsu era a melhor luta do mundo. Essa galera ganhou de todo mundo e hoje o esporte foi pelo mundo afora. Realizei o meu grande sonho de ver isso acontecer. É no UFC, é nas escolas com as crianças, com as meninas. Receber a faixa-preta é um momento de muita emoção, vivo um flashback com toda minha vida. Mas meu sonho maior, por amar esta luta, pude ver durante todos esses anos: o sucesso do Jiu-Jitsu pelo planeta.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Serginho Mallandro recebe a faixa-preta de Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/eeaSrDuUAco?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-ensinamentos-serios-e-engracados-que-sergio-mallandro-nos-passou-ao-receber-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu/">7 lições (sérias ou não) que Sérgio Mallandro nos ensinou ao receber a faixa-preta</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Carlos Gracie que são transmitidas por gerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 14:16:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kayron, o pequeno Kailan, Carol e Carlinhos. O Jiu-Jitsu influenciando todas as gerações da família.  O legado do saudoso grande mestre Carlos Gracie segue vivo em seus descendentes, como o mestre Carlos Gracie Jr., que segue à risca os ensinamentos do pai, passando o mais puro estilo de vida do Jiu-Jitsu a seus filhos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-227644" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-300x244.jpg" alt="" width="846" height="688" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-300x244.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-1024x832.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-768x624.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-150x122.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /></p>
<p><em>Kayron, o pequeno Kailan, Carol e Carlinhos. O Jiu-Jitsu influenciando todas as gerações da família. </em></p>
<p>O legado do saudoso grande mestre Carlos Gracie segue vivo em seus descendentes, como o mestre Carlos Gracie Jr., que segue à risca os ensinamentos do pai, passando o mais puro estilo de vida do Jiu-Jitsu a seus filhos e netos.</p>
<p>Veja abaixo uma lista das lições mais célebres do legado Gracie, e logo a seguir um vídeo no qual Carlinhos reflete sobre as aulas de sua vida na construção do que é a arte suave. Oss!</p>
<p><strong><em>“Com o Jiu-Jitsu aprendi, sobretudo, a grande lição, que foi a de me conhecer profundamente.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“De nada vale a força física bruta contra a ciência dos samurais.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“O adepto do Jiu-Jitsu deve, acima de tudo, prestigiar, amar e defender o grande esporte que praticamos.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“É quando os lutadores cansam que a luta começa realmente a ser travada.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“Comer errado é o pior dos venenos.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-227605" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg" alt="" width="798" height="685" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg 1078w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-300x258.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-1024x880.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-768x660.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-150x129.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 798px) 100vw, 798px" /></a></p>
<p><em>Carlos Gracie Jr. com o filho mais novo, Kayan, e com a memória do pai Carlos Gracie ao fundo, no quadro clássico das academias de Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Jamais lute contra a pessoa, e sim contra os movimentos dela.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“O hábito de acender um cigarro é uma burrice social. Imaginemos que fosse socialmente elegante ter dois cilindros que exalassem fumaça espetados nas narinas. Imitarias isso também?”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Emprega o maior tempo no aperfeiçoamento de ti mesmo, e nenhum tempo em criticar os outros.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“Promete a ti mesmo ser grande demais para sentir desassossego, nobre demais para sentir cólera, forte </em></strong><strong><em>demais para sentir temor e feliz demais para sentir contrariedades.”<br />
</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Gracie Jr. revela como aprendeu Jiu-Jitsu e criou o método Gracie Barra" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3hy1dmBFlSg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-carlos-gracie-que-sao-retransmitidas-por-geracoes/">As lições de Carlos Gracie que são transmitidas por gerações</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lições de vida e de Jiu-Jitsu do ídolo Ricardo Arona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 10:57:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2000, recém promovido da faixa-roxa para a faixa-marrom, Ricardo Arona despontou como estrela da célebre academia Carlson Gracie. Dono de um olhar frio e um coração quente, o jovem niteroiense de 21 anos se embolava sem medo com os faixas-pretas do time, e assim foi moldando sua gana e afiando suas garras. Certo dia,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201720" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201720" class="size-large wp-image-201720" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg" alt="Ricardo Arona faz guarda, durante o ADCC 2001. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG" width="650" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-768x508.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-150x99.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg 1429w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-201720" class="wp-caption-text">Ricardo Arona faz guarda em duelo no ADCC. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG</p></div>
<p>Em 2000, recém promovido da faixa-roxa para a faixa-marrom, Ricardo Arona despontou como estrela da célebre academia Carlson Gracie.</p>
<p>Dono de um olhar frio e um coração quente, o jovem niteroiense de 21 anos se embolava sem medo com os faixas-pretas do time, e assim foi moldando sua gana e afiando suas garras.</p>
<p>Certo dia, foi marcada uma seletiva interna para apontar quem representaria a academia no ADCC 2000, em Abu Dhabi. O jovem faixa-marrom foi vencendo os bichos-papões com quedas pouco usuais e um jogo muito explosivo, calcado nos treinos em Itacoatiara, praia de Niterói, onde Arona treinava em dois percursos: um de explosão, numa subida reta, e outro de resistência, um caminho mais longo e sinuoso até o topo de um costão.</p>
<p>“Na final, me vi frente a frente com o Amaury Bitetti, que era meu ídolo. Consegui esgrimar e desequilibrá-lo com muito esforço, e quando vi que ia arremessá-lo de costas no chão, eu me segurei e o pus no chão cheio de respeito”, recordou Arona certa vez, para a reportagem de GRACIEMAG.</p>
<p>No ADCC 2000, Arona não respeitou ninguém, e derrubou astros consagrados como Tito Ortiz e Jeff Monson para faturar seu primeiro grande título relevante na carreira.</p>
<p>A seguir, destacamos algumas das principais lições de Arona para você desenvolver seu espírito de lutador e também lutar com olhos de tigre.</p>
<p><strong>1.</strong> “O lutador completo é o que tem a mente e o corpo preparados.”</p>
<p><strong>2.</strong> “Sempre busquei o contato com a natureza, subir montanha, nadar no mar, pegar onda. Itacoatiara, onde moro, é um lugar bem nativo, mexe com a minha essência de lutador. Gosto de estar sozinho com a natureza, isso mexe com o meu lado guerreiro.”</p>
<p><strong>3.</strong> “Gosto de me sentir um tigre sozinho na mata. Quando subo no ringue para lutar, me sinto como o mais forte dos felinos: solitário, caçador, pronto para matar ou morrer. Meu instinto diz que eu não posso ter medo de um lutador do meu peso.”</p>
<p><strong>4.</strong> “A cabeça é de fato o grande diferencial entre os lutadores. Você pode estar bem preparado fisicamente, mas se a cabeça não estiver numa boa são grandes as chances de derrota.”</p>
<p><strong>5.</strong> “Sempre tive lutas difíceis na minha vida. Aprendi a oxigenar bem o corpo nos momentos complicados. Nas situações mais críticas, no aperto, você não pode perder o controle. Tem de respirar e concentrar toda sua energia para sair do sufoco, de uma vez só – pois pode ser sua última oportunidade na luta. É tudo psicológico. Você tem de entrar à vontade sempre, e permanecer assim na hora de explodir e contra-atacar.”</p>
<p><strong>6.</strong> “Com 14 anos, comecei a treinar muito Jiu-Jitsu. Aos 15, já fazia muita taparia, treinos de defesa pessoal e vale-tudo na academia. Com isso perdi o medo. Quando o cara me encara, eu não tremo. Gosto da adrenalina. Pode ser qualquer um, que eu não temo ninguém. Eu só ando para a frente. Não ando para trás de jeito nenhum.”</p>
<p><strong>7.</strong> “Gosto de lutar contra caras mais fortes, vejo apenas como mais um desafio na vida – e eu gosto do desafio, quanto maior, melhor.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ricardo Arona visita à academia Carlson Gracie" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/KUjoHzskdsU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>8.</strong> “Quando vou lutar, o espírito de guerreiro me domina. Nesse instante, se você pegar uma faca e me cortar, eu não sinto nada, de tanta adrenalina. Já quebrei duas costelas, tomei chute na cara e continuei indo para cima.”</p>
<p><strong>9.</strong> “Quem não tem uma essência forte, não se torna um vencedor num esporte duro como o nosso.”</p>
<p><strong>10.</strong> “No fim, meu mantra ao lutar é este: não posso sentir cansaço, não posso sentir dor.”</p>
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		<title>Fabulário geral do armlock no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 07:55:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57337" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-57337" class="size-full wp-image-57337" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/04/MG_7987-3.jpg" alt="Rafael Mendes finaliza Cobrinha no armlock" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/04/MG_7987-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/04/MG_7987-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/04/MG_7987-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-57337" class="wp-caption-text">Rafael Mendes estica o braço de Rubens Cobrinha no Pan 2012. Foto: Ivan Trindade</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #235. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>Valorize o que há de subjetivo no golpe:</strong> Certa vez, grande mestre Robson Gracie disse que, após tantos anos de experiência, ele percebeu que “o Jiu-Jitsu é uma mensagem espiritual. Se você treina, você entende isso facilmente. Uma pegada simples no kimono é de um poder extrassensorial”, disse o faixa-vermelha.</p>
<p>Nessa mesma linha de pensamento, podemos constatar que, quem pratica Jiu-Jitsu percebe rapidamente a magia que se revela no ato de esticar o braço do oponente. Todo um estilo de vida transparece a partir de um golpe tão sagaz e emblemático. O armlock define o tamanho da nossa ousadia.</p>
<p>Não é uma questão de acertar ou errar, basta arriscá-lo e você será recompensado. O grande prêmio que o Jiu-Jitsu pode oferecer ao praticante da arte suave é o orgulho de si mesmo. Descobrir-se uma pessoa de atitude, aquela que busca a finalização perfeita e jamais se acovarda.</p>
<p><strong>O corpo inteiro, em sincronia, aplica o ataque:</strong> Em 2012, na GRACIEMAG #190, o faixa-preta Ricardo “Franjinha” Miller, da academia Paragon, chamou atenção para uma das falhas mais comuns durante a aplicação do armlock: atacar em etapas, como se o golpe fosse construído numa progressão de ações independentes umas das outras. “Os iniciantes não têm coordenação”, explicou Franjinha, “movem os quadris e só depois controlam o braço inimigo, quando, na verdade, esses dois movimentos (fuga dos quadris e controle do braço) têm que acontecer de forma integrada e simultânea”.</p>
<p>Claro, não há outra maneira para se obter sincronismo e coordenação, apenas a prática intensa proporcionará isso a você, serão muitos anos de repetição. Portanto, não perca um treino sequer. Aqueça fazendo drills de ataques com armlock. E tenha paciência. Um dia, de repente, quando você se der conta, vai estar com um jogo vistoso, dinâmico, esticando o braço de geral com movimentos fluidos, ágeis e muito bem coordenados.</p>
<div id="attachment_233261" style="width: 577px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233261" class="size-full wp-image-233261" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Roger-Gracie-Eduardo-Telles.jpg" alt="" width="567" height="306" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Roger-Gracie-Eduardo-Telles.jpg 567w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Roger-Gracie-Eduardo-Telles-300x162.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Roger-Gracie-Eduardo-Telles-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px" /><p id="caption-attachment-233261" class="wp-caption-text">No ADCC 2005, Roger Gracie surpreendeu Eduardo Telles. Repare no polegar de Telles apontando para cima. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p><strong>Drills são importantes, porém, nada substitui o treino à vera:</strong> “A grande virtude técnica de um faixa-preta não é a quantidade de golpes que ele conhece, mas sim a experiência que ele tem na ‘aplicação real’ de cada golpe”, analisa mestre Carlos Gracie Jr. “O faixa-azul ainda não conhece as minúcias no encaixe do golpe, o timing dos apertos, as angulações corretas”, continua o faixa-vermelha-e-branca. “Ele ainda não sabe o que melhor funciona de acordo com o biótipo do adversário, tampouco sabe do que é realmente capaz quando está exausto e mesmo assim encontra uma oportunidade de arriscar a chave de braço”.</p>
<p>Em resumo: todo mundo está apto a conhecer um armlock, basta assistir a vídeos na internet. Não queremos dizer que a teoria é irrelevante. Pelo contrário, é também enriquecedora. Mas quando falamos de Jiu-Jitsu, falamos, sobretudo, de prática. Não somente de prática de repetição de golpes em exercícios específicos (o que também é fundamental, claro). Falamos, sobretudo, de prática de luta. O “rola”.</p>
<p>Por mais que o drill canse o atleta, o cansaço é diferente se comparado ao de um treino à vera. Este é um cansaço sob pressão, que envolve o risco de errar, a angústia do incerto, o desejo de vitória, a duração do combate, o momento do bote. Enquanto no drill o adversário fica parado como um boneco, no treino à vera ele impõe resistência, reage, contragolpeia. Ou seja, faça drills, estude a teoria das chaves de braço, assista a vídeos na internet, mas jamais deixe de se testar nos treinos e campeonatos. É a partir dos erros e acertos nos “campos de batalha” (e não no ambiente seguro do quartel) que você refinará o ajuste-fino da sua técnica e alcançará o armlock digno de um faixa-preta.</p>
<div id="attachment_233263" style="width: 665px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233263" class="size-full wp-image-233263" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Davi-Ramos-Lucas-Lepri.jpg" alt="" width="655" height="362" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Davi-Ramos-Lucas-Lepri.jpg 655w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Davi-Ramos-Lucas-Lepri-300x166.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Davi-Ramos-Lucas-Lepri-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px" /><p id="caption-attachment-233263" class="wp-caption-text">Foto: Gabriel Srur</p></div>
<p><strong>Armlocks não fazem dormir:</strong> Autoridades incontestáveis do Jiu-Jitsu, como o saudoso faixa-vermelha Helio Gracie, já vaticinavam que o golpe mais eficiente do Jiu-Jitsu é o estrangulamento. ”Sim, pois não tem valente que resista ao sono, qualquer um dorme”, nos disse o professor, certa vez. A lição de mestre Helio deve servir como um alerta a todos os lutadores de Jiu-Jitsu, sobretudo aqueles que precisam recorrer ao Jiu-Jitsu numa situação de defesa pessoal. Mesmo que você estique o braço do adversário com um armlock arrochado, isso não significa que a luta está encerrada e o oponente deixa de representar um perigo.</p>
<p>Quem não se lembra do combate entre Vitor Belfort e Jon Jones, no UFC 152, em 2012? A chave de braço que Vitinho encaixou em Jones foi o golpe mais comentado naquele ano. Embora o bote tenha agredido a articulação do cotovelo do americano, Jones arrancou o braço na marra e, mesmo lesionado, seguiu na disputa e venceu Belfort por finalização.</p>
<p>No Jiu-Jitsu competitivo, cenas semelhantes também acontecem com frequência. A mais emblemática de todas certamente foi registrada na luta entre Roger Gracie e Ronaldo Jacaré, na final da categoria absoluto do Mundial 2004. Mesmo com o braço “pendurado” após o ataque brutal de Roger via armlock da guarda, Jacaré seguiu na luta e se tornou campeão. Ou seja, nem sempre o armlock perfeito corresponderá aos três tapinhas do inimigo, muito menos ao fim do combate. Esteja preparado para esse cenário, caso ele venha a acontecer.</p>
<div id="attachment_233265" style="width: 684px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233265" class="size-full wp-image-233265" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Buchecha-Rodolfo-Vieira.jpg" alt="" width="674" height="336" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Buchecha-Rodolfo-Vieira.jpg 674w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Buchecha-Rodolfo-Vieira-300x150.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Buchecha-Rodolfo-Vieira-150x75.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 674px) 100vw, 674px" /><p id="caption-attachment-233265" class="wp-caption-text">Foto: Dan Rod</p></div>
<p><strong>O golpe mais versátil de toda a cartilha do Jiu-Jitsu:</strong> Quando vertemos os golpes do Jiu-Jitsu com kimono para a modalidade sem kimono e também para o âmbito da defesa pessoal, os estrangulamentos sofrem uma redução radical em seu leque de opções.</p>
<p>Veja, por exemplo, o caso de Roger Gracie, o maior especialista em estrangulamentos da montada nas lutas de Jiu-Jitsu com kimono. Na condição de lutador de MMA, Roger sofreu uma diminuição drástica em seu arsenal. “Para estrangular da montada numa luta de MMA, a eficiência cai de 100% para perto de zero. O jeito então é dar porrada e obrigar o cara a virar de costas. Ou então fazer o inimigo expor um braço e aí eu arrisco um armlock”, analisa Roger.</p>
<p>E é nessa análise que se revela talvez a grande virtude do golpe protagonista desta reportagem: a versatilidade. O professor da Gracie Barra Márcio Feitosa explica: “Isso se aplica não só quando comparamos o armlock com estrangulamentos, mas também quando comparamos o golpe com outras chaves, como a americana, a kimura ou a chave de pé. O armlock pode ser aplicado em um número maior de ângulos e situações, com fácil adaptação a qualquer posição”.</p>
<p>Esteja você por cima ou com as costas no chão, atacando da montada ou defendendo-se de uma blitz pelas costas, com ou sem kimono, sempre haverá um atalho para atacar o braço do adversário pela mecânica do armlock.</p>
<div id="attachment_233267" style="width: 549px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233267" class="size-full wp-image-233267" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Xande-Ribeiro-Dean-Lister.jpg" alt="" width="539" height="501" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Xande-Ribeiro-Dean-Lister.jpg 539w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Xande-Ribeiro-Dean-Lister-300x279.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Xande-Ribeiro-Dean-Lister-150x139.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 539px) 100vw, 539px" /><p id="caption-attachment-233267" class="wp-caption-text">Foto: Dan Rod</p></div>
<p><strong>A teoria de Arquimedes e outras sugestões para o arremate do armlock:</strong> A física, mais exatamente a teoria das alavancas desenvolvida pelo filósofo grego Arquimedes (“Dê-me um ponto de apoio e uma alavanca e eu moverei o mundo”), é fundamental para a compreensão da mecânica do armlock. Lembre-se sempre da porta, das dobradiças e da maçaneta. A física diz que uma força aplicada em uma alavanca é proporcional à distância do seu ponto de apoio.</p>
<p>No caso da chave de braço, se você usa o seu quadril como ponto de apoio e pousa o cotovelo do adversário ali, você está no caminho certo. Porém, se você aplicar a força com as mãos sobre o antebraço dele, numa região próxima ao cotovelo, em vez de prender e pressioná-lo pelo punho, você dificilmente vai obter pressão suficiente para finalizá-lo. Ao aplicar essa mesma força no punho ou na mão, a pressão (ou “torque”) aumenta consideravelmente, pois a distância do ponto de apoio (cotovelo) para o local onde se exerce força na alavanca (punho) é decisivamente maior. Esse é um dos principais macetes para você arrematar o golpe com sucesso.</p>
<p>Existem outros, como posicionar o polegar do adversário apontando para cima. Isso evita que o adversário gire o pulso, o que facilitaria a defesa. Outra sugestão é pesar a perna sobre a cabeça do oponente, deixando a nuca dele colada ao chão (no caso do armlock partindo da montada). Aproxime os joelhos. Nessas condições, dificilmente o golpe não será bem sucedido. Há quem ainda aconselhe o domínio da perna do adversário para evitar que ele se movimente e escape.</p>
<div id="attachment_233269" style="width: 641px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233269" class="size-full wp-image-233269" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Be-Faria-Leandro-Lo.jpg" alt="" width="631" height="295" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Be-Faria-Leandro-Lo.jpg 631w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Be-Faria-Leandro-Lo-300x140.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Be-Faria-Leandro-Lo-150x70.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /><p id="caption-attachment-233269" class="wp-caption-text">Foto: John Lamonica</p></div>
<p><strong>Conheça as defesas para o armlock e melhore a forma como você ataca:</strong> O Jiu-Jitsu é um jogo de espelhos. Quanto mais você estuda as defesas de um golpe, mais você compreende os elementos necessários para se utilizar o mesmo golpe na hora de atacar. E vice-versa.</p>
<p>Para você ser um bom lutador, você precisa ser completo, equilibrando o seu conhecimento entre os aspectos defensivos e ofensivos da arte suave. Sendo assim, jamais negligencie o estudo sobre as defesas para o armlock. São diversas minúcias e, claro, como já mencionamos anteriormente, só a prática do treino à vera será capaz de revelar a você o que funciona e o que é balela.</p>
<p>“Considerando o armlock que sofremos dentro da guarda do adversário, a técnica de defesa mais básica consiste em sempre acompanhar os quadris do oponente”, ensina Ricardo Franjinha. “Se o seu corpo ficar sempre no mesmo eixo dos quadris do adversário, será mais difícil que ele tenha sucesso no encaixe do armlock”.</p>
<p>Além disso, o professor alerta para os erros que não podemos cometer em tal situação: “Quanto à postura, o principal erro é deixar a cabeça baixa ou permitir que o oponente a controle. Não se pode deixar que o adversário tenha pegadas boas sem que se tente quebrá- -las. No que tange ao movimento, como já disse, o principal erro é não seguir a movimentação dos quadris do adversário, ou, antes disso, não controlar os quadris do oponente”.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/fabulario-geral-do-armlock-no-jiu-jitsu/">Fabulário geral do armlock no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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