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	<title>Jiu-Jitsu | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 17:27:02 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jiu-Jitsu | Graciemag</title>
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		<title>10 frases para você explicar o que é Jiu-Jitsu para qualquer um</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Jiu-Jitsu é o maior instrumento educativo que existe.” ~ Grão-Mestre Carlos Gracie “É o triunfo da inteligência sobre a força bruta.” ~ Grão-Mestre Rorion Gracie “O Jiu-Jitsu é a escola onde o agressivo descobre seus limites e o tímido se socializa.” ~ Grão-Mestre Carlos Rosado “Jiu-Jitsu não é a arte de bater, e sim&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245463" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245463" class="wp-image-245463 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-150x116.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-245463" class="wp-caption-text">Helio e Carlos Gracie. Arquivo</p></div>
<p>“O Jiu-Jitsu é o maior instrumento educativo que existe.”<br />
~ Grão-Mestre Carlos Gracie</p>
<p>“É o triunfo da inteligência sobre a força bruta.”<br />
~ Grão-Mestre Rorion Gracie</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é a escola onde o agressivo descobre seus limites e o tímido se socializa.”<br />
~ Grão-Mestre Carlos Rosado</p>
<p>“Jiu-Jitsu não é a arte de bater, e sim a de jamais apanhar.”<br />
~ Mestre Royce Gracie</p>
<p>“Faça um teste hoje mesmo. Afinal, uma aula de Jiu-Jitsu vale mais do que mil palavras.”<br />
~ Mestre Fabio Gurgel</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de dominar fisicamente um antagonista, sem necessidade de machucar.”<br />
~ Professor Demian Maia</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma metáfora para a própria vida. Ao se testar nesse laboratório idealizado e confortável que é a academia, e depois nos campeonatos, a pessoa consegue absorver lições e adequá-las ao cotidiano. Por isso o Jiu-Jitsu talvez seja o melhor método de autoconhecimento jamais inventado”.<br />
~ Professor Luca Atalla</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de defesa inteligente que despreza o uso de fogo contra fogo, e usa água contra fogo.&#8221;<br />
~ Professor Rener Gracie</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma espécie de arte da metamorfose, onde volta e meia vemos um cordeiro virar um leão.”<br />
~ Professor Paulo Miyao</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de dobrar roupa com gente dentro.”<br />
~ Anônimo</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-frases-para-voce-explicar-o-que-e-jiu-jitsu-para-qualquer-um/">10 frases para você explicar o que é Jiu-Jitsu para qualquer um</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Turris Invitational: 103 competições, uma virada e um novo desafio no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Algumas histórias começam no tatame ainda na infância e seguem por caminhos diferentes até chegar a um mesmo ponto. É o caso de Pedro Henrique Chagas Valim e Kauan da Silva Gallinaro, que construíram trajetórias distintas no Jiu-Jitsu e agora terão pela frente um novo capítulo no Turris Invitational, que acontece no dia 14&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_246859" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246859" class="wp-image-246859 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246859" class="wp-caption-text">Kauan Gallinaro e Pedro Henrique Valim se enfrentam em luta casada de kimono &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Algumas histórias começam no tatame ainda na infância e seguem por caminhos diferentes até chegar a um mesmo ponto. É o caso de Pedro Henrique Chagas Valim e Kauan da Silva Gallinaro, que construíram trajetórias distintas no Jiu-Jitsu e agora terão pela frente um novo capítulo no Turris Invitational, que acontece no dia 14 de novembro no Rio de Janeiro, em uma luta casada de kimono na faixa-roxa.</p>
<p>Aos 18 anos, Pedro Henrique já acumula uma impressionante experiência competitiva. Natural de Três Corações (MG), ele começou a treinar aos sete anos, na GFTeam, e desde então disputou 103 competições. São 67 medalhas de ouro, além de títulos brasileiros, sul-americanos, mundiais e pan-americanos por diferentes organizações. Atualmente, o atleta representa a Gracie Barra Lavras.</p>
<p>“Sempre levei o esporte com muita dedicação e levo muito a sério a preparação física, técnica e mental. Tenho objetivos grandes no esporte e na vida e continuarei trabalhando duro para alcançá-los”, afirma Pedro.</p>
<p>Do outro lado estará Kauan Gallinaro, que teve os primeiros contatos com o esporte ainda criança, passando pelo judô antes de encontrar no Jiu-Jitsu sua grande paixão. Aos nove anos, já havia conquistado títulos no Internacional Kids, na Califórnia, e no NAGA, em Las Vegas. Depois de uma pausa nas competições de Jiu-Jitsu e uma passagem pelo MMA amador, retornou ao tatame aos 15 anos e precisou reconstruir sua trajetória competitiva. Esse processo ganhou força em 2026, justamente quando os resultados começaram a aparecer com mais frequência.</p>
<p>“2026 foi o ano da virada, o ano em que os resultados começaram a ser positivos e eu comecei a me destacar. Agora, como nunca, eu quero finalizar todo mundo, ser o melhor e mostrar para todos que o ‘segredo’ é treinar incansavelmente até as coisas começarem a dar certo”, destaca Kauan.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/turris-invitational-103-competicoes-uma-virada-e-um-novo-desafio-no-jiu-jitsu/">Turris Invitational: 103 competições, uma virada e um novo desafio no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os 3 pilares de um bom professor de Jiu-Jitsu, inspirados pela maior poeta do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Cecilia Meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de se tornar uma imensa poeta, Cecília Meireles (1901–1964) foi filha de professora. Orfã de pai e mãe, mergulhou nos livros. Tornou-se uma influente educadora –&#160;foi professora primária, escritora de livros infantis e professora de literatura. Terminaria célebre, ainda, como tradutora, ao verter para o português livros de poesia da Índia e da China,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246840" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246840" class="wp-image-246840 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-1024x684.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-1024x684.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem.jpg 1200w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246840" class="wp-caption-text">Cecilia Meireles em foto de capa de seu livro Crônicas de viagem. Arquivo</p></div>
<p class="p1">Antes de se tornar uma imensa poeta, Cecília Meireles (1901–1964) foi filha de professora. Orfã de pai e mãe, mergulhou nos livros. Tornou-se uma influente educadora –&nbsp;foi professora primária, escritora de livros infantis e professora de literatura. Terminaria célebre, ainda, como tradutora, ao verter para o português livros de poesia da Índia e da China, escritos originalmente em sânscrito, hindi ou mandarim.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Como cronista, aquela carioca do bairro do Rio Comprido inspirava e emocionava o leitor. Cecília deixou incontáveis crônicas, publicadas nos maiores jornais do país. Ainda jovem, a futura autora dos consagrados livros “Romanceiro da Inconfidência” e “Batuque” refletiu sobre as qualidades e pilares fundamentais dos bons professores.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">A crônica “Qualidades do professor” apareceu nas páginas do jornal carioca “Diário de Notícias”, em 10 de agosto de 1930, e está em variadas antologias – como “Cecília Meireles: obra em prosa” (Editora Nova Fronteira). Cecília, nas primeiras linhas, lança um elogio e uma provocação aos mestres:</p>
<p class="p1">“Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.”</p>
<p class="p1">Em seguida, ela sugere que transformar vidas, no fim das contas, passa por três aspectos fundamentais: o coração, a imaginação e o conhecimento. Ensina, Cecília:</p>
<p class="p1">1. “Ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.”</p>
<p class="p1">2. “Ter imaginação para sugerir.”</p>
<p class="p1">3. “Ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.”</p>
<p class="p1">Confira a crônica na íntegra, a seguir no GRACIEMAG.com, e aprenda com a mestra Cecília Meireles.</p>
<p class="p1">•&nbsp;“QUALIDADES DO PROFESSOR”<span class="Apple-converted-space">&nbsp; </span>•</p>
<p class="p1">(Crônica de 1930)</p>
<p class="p1">Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.</p>
<div id="attachment_246841" style="width: 547px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246841" class="wp-image-246841 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990.png" alt="" width="537" height="342" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990.png 537w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990-300x191.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990-150x96.png 150w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><p id="caption-attachment-246841" class="wp-caption-text">A poeta Cecilia Meireles foi eternizada na cédula de 100 cruzeiros nos anos 1990. Reprodução</p></div>
<p class="p1">Destinado a pôr-se em contato com a infância e a adolescência, nas suas mais várias e incoerentes modalidades, tendo de compreender as inquietações da criança e do jovem, para bem os orientar e satisfazer sua vida, deve ser também um contínuo aperfeiçoamento, uma concentração permanente de energias que sirvam de base e assegurem a sua possibilidade, variando sobre si mesmo, chegar a apreender cada fenômeno circunstante, conciliando todos os desacordos aparentes, todas as variações humanas nessa visão total indispensável aos educadores.</p>
<p class="p1">É, certamente, uma grande obra chegar a consolidar-se numa personalidade assim.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Ser ao mesmo tempo um resultado — como todos somos — da época, do meio, da família, com características próprias, enérgicas, pessoais, e poder ser o que é cada aluno, descer à sua alma, feita de mil complexidades, também, para se poder pôr em contato com ela, e estimular-lhe o poder vital e a capacidade de evolução.</p>
<p class="p1">E ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.</p>
<p class="p1">E ter imaginação para sugerir.</p>
<p class="p1">E ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.</p>
<p class="p1">E saber ir e vir em redor desse mistério que existe em cada criatura, fornecendo-lhe cores luminosas para se definir, vibratilidades ardentes para se manifestar, força profunda para se erguer até o máximo, sem vacilações nem perigos.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Saber ser poeta para inspirar. Quando a mocidade procura um rumo para a sua vida, leva consigo, no mais íntimo do peito, um exemplo guardado, que lhe serve de ideal.</p>
<p class="p1">Quantas vezes, entre esse ideal e o professor, se abrem enormes precipícios, de onde se originam os mais tristes desenganos e as dúvidas mais dolorosas!</p>
<p class="p1">Como seria admirável se o professor pudesse ser tão perfeito que constituísse, ele mesmo, o exemplo amado de seus alunos!</p>
<p class="p1">E, depois de ter vivido diante dos seus olhos, dirigindo uma classe, pudesse morar para sempre na sua vida, orientando-a e fortalecendo-a com a inesgotável fecundidade da sua recordação.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-3-pilares-de-um-bom-professor-de-jiu-jitsu-inspirados-pela-maior-poeta-do-brasil/">Os 3 pilares de um bom professor de Jiu-Jitsu, inspirados pela maior poeta do Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Carlson Gracie e GFTeam se destacam no Carioca de Jiu-Jitsu da FJJRIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[FJJ-Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último final de semana foi de muito Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. O Club Municipal recebeu o Carioca de Jiu-Jitsu da FJJRIO, que contou com equipes tradicionais no topo do pódio. Nas disputas de kimono, a Carlson Gracie ficou com a primeira colocação por equipes, seguida pela GFTeam e pela Gracie Humaitá. Já no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246835" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246835" class="wp-image-246835 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246835" class="wp-caption-text">A GFTeam foi a campeão geral no No Gi, seguido da Carlson Gracie e da Nova União &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>O último final de semana foi de muito Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. O Club Municipal recebeu o Carioca de Jiu-Jitsu da FJJRIO, que contou com equipes tradicionais no topo do pódio. Nas disputas de kimono, a Carlson Gracie ficou com a primeira colocação por equipes, seguida pela GFTeam e pela Gracie Humaitá. Já no No Gi, a GFTeam terminou no topo da classificação por equipes. A Carlson Gracie ficou com a segunda colocação, enquanto a Nova União completou o pódio em terceiro lugar.</p>
<div id="attachment_246836" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246836" class="wp-image-246836 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246836" class="wp-caption-text">Rafael Oliveira faturou o título do pesadíssimo e do absoluto de kimono &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Além do título por equipes, a competição também teve destaque individual nos absolutos. Nas disputas de kimono, o grande nome foi o atleta Rafael de Paula Oliveira, da Davila Jiu-Jitsu, que teve grande desempenho para conquistar o título da categoria pesadíssimo e também do absoluto. Já no No Gi, o destaque ficou por conta de Pablo de Oliveira Custódia, da Carlson Gracie. O faixa-preta conquistou o título da categoria meio-pesado e também levou o absoluto.</p>
<p>A competição também contou com uma divisão dedicada às categorias Kids, reforçando a presença das novas gerações no Jiu-Jitsu carioca. A Gracie Barra ficou com o título por equipes, seguida pela Rio BJJ, em segundo lugar, e pela Carlson Gracie, que terminou na terceira colocação.</p>
<div id="attachment_246837" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246837" class="wp-image-246837 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246837" class="wp-caption-text">A Gracie Barra ficou com o título da categoria Kids &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Com disputas de kimono, sem kimono (No Gi) e nas categorias Kids, o Carioca da FJJRIO movimentou o cenário competitivo do estado e reuniu equipes tradicionais do Jiu-Jitsu em mais uma importante competição do calendário fluminense. A próxima etapa do Estadual da FJJRIO acontece nos dias 24 e 25 de outubro, quando a Arena Carioca recebe o campeonato Rei do Rio.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdhguSziH2m/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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		<title>Os treininhos de Jiu-Jitsu nos tempos do jovem ídolo Carlson Gracie</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:14:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_169912" style="width: 704px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-169912" class="wp-image-169912 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1.jpg" alt="" width="694" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1.jpg 694w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1-300x220.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /><p id="caption-attachment-169912" class="wp-caption-text">Carlson Gracie. Archives</p></div>
<p>Nos anos 1990, um jovem repórter chamado Luca Atalla, ainda faixa-roxa, teceu variadas perguntas sobre Jiu-Jitsu para o saudoso grande mestre Carlson Gracie. Papo vai, papo vem, e Luca perguntou como eram os treinos em sua época de ouro nos ringues, ali pelos anos 1950 e 1960. O faixa-vermelha rememorou como era a programação de treinos, rascunhada sob a orientação do pai, grande mestre Carlos Gracie.</p>
<p>“Nossos treinos para as lutas eram com tempo marcado. Treinar Jiu-Jitsu sem relógio, até um desistir, a gente nunca fez. Não adiantava treinar até um bater, isso é besteira. O sujeito se esgota”, lembrou mestrão Carlson. “Meu tipo de treino era o seguinte, como meu pai falava: ‘Você treina 15 minutos, com cinco caras. Mas você não pode descansar, é um pique. Se eu notar que você tá descansando eu paro o treino e vou te esculhambar, então tem de ser pra valer.’ Por que era daquele jeito? Porque não adianta treinar 15 minutos direto e acabar ficando ali, descansando na guarda. É preciso atacar o tempo todo, por baixo, por cima, tem de fazer esforço. Eram 15 minutos só. Naquela época eu dizia ‘só’ porque eu era incansável.”</p>
<p>O faixa-vermelha lembrou que os treinos físicos eram simples: corridas na areia da praia, pular muita corda, caminhadas ladeiras acima e nas dunas do Rio. Já os treinos voltados para finalização e para seus duelos de vale-tudo eram ainda mais curiosos:</p>
<p>“No início, meu treinamento para valer era em cima das técnicas. Mas depois que fiquei mais maduro, com uns três vale-tudos na bagagem, passou a ser o seguinte: os caras podiam tentar me dar porrada à vontade e eu não. Só treinava assim. Sem luva, sem nada. Eu de sungão, e eles podiam vir e tentar bater à vontade. Fuzileiros navais, boxeadores e muitos outros sparrings. Todo mundo que ia treinar eu dizia, pode bater, e eu não podia. Só podia me defender, agarrar e finalizar. Sempre treinei assim.”</p>
<p>E você, como costuma variar seus treinos e manter a defesa pessoal em dia, como os grão-mestres Carlos e Carlson nos ensinam?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-treininhos-de-jiu-jitsu-nos-tempos-do-jovem-idolo-carlson-gracie/">Os treininhos de Jiu-Jitsu nos tempos do jovem ídolo Carlson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Grand Prime em Porto Alegre define novos classificados para a Copa dos Campeões 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A reta final da temporada 2026 da Copa Prime começou em grande estilo. No último dia 13 de setembro, o Meca Sports Bar, em Porto Alegre, recebeu a Grand Prime, primeira etapa da última trilogia do calendário, reunindo mais de 600 atletas em um dia marcado por grandes disputas e decisões importantes para a Copa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246828" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246828" class="wp-image-246828 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246828" class="wp-caption-text">Primeira etapa da última trilogia da temporada movimentou o Meca Sports Bar, teve 511 lutas e marcou também a decisão do Card Especial &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>A reta final da temporada 2026 da Copa Prime começou em grande estilo. No último dia 13 de setembro, o Meca Sports Bar, em Porto Alegre, recebeu a Grand Prime, primeira etapa da última trilogia do calendário, reunindo mais de 600 atletas em um dia marcado por grandes disputas e decisões importantes para a Copa dos Campeões.</p>
<p>Ao todo, foram registradas 603 participações, distribuídas em 275 categorias, com a realização de 511 lutas ao longo do evento. Os atletas representaram 110 equipes, reforçando a abrangência e a força da competição nesta fase decisiva da temporada.</p>
<p>Dentro do tatame, os números também demonstraram a intensidade das disputas: 46% das lutas foram decididas por finalização, evidenciando o nível técnico e a busca constante dos atletas pela vitória.<br />
A Grand Prime contou ainda com 39 faixas pretas e uma presença expressiva das categorias de formação. Foram 153 participações nas categorias de base e 187 entre os juniores, além de 124 no Adulto e 136 nas categorias Master.</p>
<p><strong>Card Especial define novos classificados</strong></p>
<p>Além das disputas válidas pela Grand Prime, o evento recebeu a decisão do Card Especial, confronto que colocou frente a frente campeões da Copa Sul Brasileira e da Copa América valendo classificação para a Copa dos Campeões 2026. Sete atletas venceram seus confrontos e garantiram o direito de avançar para a grande competição que encerra a temporada:</p>
<p>Adulto Faixa Marrom: João Victor Ritter Vasconcelos da Silva<br />
Master 1 Faixa Branca: Facundo Long<br />
Master 1 Faixa Roxa: Jonatas Benites<br />
Master 1 Faixa Preta: Gabriel Giovane Horn Machado<br />
Master 2 Faixa Roxa: Sean Carvalho<br />
Master 2 Faixa Marrom: Ernani Bohrer da Rosa<br />
No-Gi Master 4 Faixa Preta: Roger Ribas</p>
<p>Com os resultados do Card Especial, mais sete nomes passam a integrar o grupo de atletas que conquistaram no tatame o direito de disputar a Copa dos Campeões, marcada para o dia 29 de novembro, na FIERGS em Porto Alegre.</p>
<div id="attachment_246829" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246829" class="wp-image-246829 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246829" class="wp-caption-text">Com 90 pontos ainda em jogo, disputa segue completamente aberta para as próximas etapas &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p><strong>90 pontos ainda estão em jogo na</strong> Grand Prime</p>
<p>Se a primeira etapa começou a desenhar a classificação da Grand Prime, a disputa está longe de estar definida. Com as etapas de Farroupilha, em 18 de outubro, e a terceira e última etapa, em 8 de novembro, ainda são 90 pontos em jogo na trilogia. Isso significa que mesmo os atletas que não participaram da Grand Prime 01 ainda têm grandes possibilidades de entrar na disputa, recuperar a diferença e buscar a classificação.</p>
<p>A Grand Prime é o último caminho da temporada para a Copa dos Campeões. Ao final das três etapas, o GOLD CARD garantirá aos campeões da trilogia o direito de ocupar as últimas vagas no grande evento que encerra a temporada. A competição também distribui pontos fundamentais para a definição do TOP RANKING 2026, mantendo diferentes disputas abertas nesta reta final do calendário.Com 90 pontos ainda disponíveis, cada resultado das próximas etapas pode mudar o cenário das categorias.</p>
<p><strong>Próxima parada: Farroupilha</strong></p>
<p>A disputa agora deixa Porto Alegre e segue para a Serra Gaúcha. No dia 18 de outubro, Farroupilha recebe a segunda etapa da Grand Prime e mais um capítulo da corrida pelo último GOLD CARD da temporada.<br />
Para quem começou pontuando em Porto Alegre, será a oportunidade de ampliar a vantagem. Para quem não participou da primeira etapa ou ainda precisa recuperar posições, os 90 pontos que permanecem em disputa mantêm o caminho aberto. Depois de Farroupilha, a trilogia terá sua decisão no dia 8 de novembro, quando serão conhecidos os campeões da Grand Prime e os últimos classificados para a Copa dos Campeões.</p>
<p>Leitores da Gracie Mag garantem desconto especial utilizando o voucher #GracieMagPrime.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/grand-prime-em-porto-alegre-define-novos-classificados-para-a-copa-dos-campeoes-2026/">Grand Prime em Porto Alegre define novos classificados para a Copa dos Campeões 2026</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Turris Invitational: histórias de superação no Jiu-Jitsu se encontram em duelo de kimono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:40:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caminho até o tatame do Turris Invitational, que estreia no dia 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro, não foi linear para João Ramiro Lopes Krett e Gabriel Moura. Os dois tiveram contato com o Jiu-Jitsu ainda crianças, passaram por períodos longe das competições e, em momentos diferentes, encontraram motivos para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246825" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246825" class="wp-image-246825 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246825" class="wp-caption-text">Gabriel Moura e João Ramiro construíram trajetórias marcadas por recomeços e agora se enfrentam em luta casada no Rio de Janeiro &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>O caminho até o tatame do Turris Invitational, que estreia no dia 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro, não foi linear para João Ramiro Lopes Krett e Gabriel Moura. Os dois tiveram contato com o Jiu-Jitsu ainda crianças, passaram por períodos longe das competições e, em momentos diferentes, encontraram motivos para voltar. Agora, as histórias de recomeço se cruzam em uma luta casada de kimono.</p>
<p>João começou no Jiu-Jitsu aos três anos, influenciado pelo pai, e entrou no universo das competições ainda criança. Depois de enfrentar dificuldades e a pressão por resultados, acabou se afastando completamente do esporte por seis anos. Nesse período, chegou a sonhar em ser jogador de basquete, mas a paixão pelo tatame falou mais alto.</p>
<p>Em 2023, voltou a competir e foi campeão. No ano seguinte, repetiu o resultado e permaneceu invicto na categoria. Hoje, o Jiu-Jitsu voltou a ocupar o centro de sua vida. “Em 2023, voltei a competir e fui campeão do ano. Em 2024, também fui campeão, permanecendo invicto na categoria”, conta o faixa-roxa de Jiu-Jitsu, que encara o Turris Invitational como mais um passo na busca pelo sonho de viver do esporte.</p>
<p>Gabriel também começou cedo, aos sete anos, acompanhando o pai nos treinos. Primeiro no judô e depois no Jiu-Jitsu, encontrou rapidamente o gosto pelas competições, mas também passou por um período de afastamento. Incentivado pela família, voltou aos treinos e, depois de conquistar uma vitória em seu retorno às competições, percebeu que queria levar o esporte a sério.</p>
<p>A mudança para Jundiaí foi outro passo importante nessa trajetória. “O Jiu-Jitsu deixou de ser apenas uma atividade que eu fazia e passou a fazer parte da minha vida”, relembra Gabriel, que é faixa azul da arte suave.</p>
<p><strong>Um novo capítulo no Turris Invitational</strong></p>
<p>Agora, os dois chegam ao Rio de Janeiro com a missão de transformar suas histórias de recomeço em desempenho dentro do tatame. A luta promete colocar frente a frente dois atletas que conhecem o caminho da competição e chegam em busca de mais um passo na carreira.</p>
<p>Para João, estar no Turris Invitational representa justamente a oportunidade de mostrar o resultado de todo esse processo. “Minha obsessão por ser melhor e viver da arte marcial aumenta a cada vez que luto em grandes campeonatos e conheço pessoas que sempre admirei.”</p>
<p>Gabriel, por sua vez, encara o momento como parte de uma caminhada que, segundo ele, ainda está apenas começando. “Sei que ainda tenho muito para aprender e muitos objetivos para conquistar, mas gosto de pensar que estou construindo tudo isso passo a passo.”</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/turris-invitational-historias-de-superacao-no-jiu-jitsu-se-encontram-em-duelo-de-kimono/">Turris Invitational: histórias de superação no Jiu-Jitsu se encontram em duelo de kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ADCC 2026: o feito histórico da Gracie Barra no absoluto, a nova geografia do grappling e a dinastia dos filhos</title>
		<link>https://www.graciemag.com/adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ADCC 2026 terminou em Cracóvia, na Polônia, com uma sensação diferente das edições anteriores. O Brasil continua sendo uma potência incontestável, mas já não ocupa sozinho o centro do mapa. A competição, que historicamente funcionou como uma vitrine máxima do Jiu-Jitsu brasileiro, apresentou uma fotografia muito mais internacional: Rússia, Polônia, África do Sul e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246821" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246821" class="wp-image-246821 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246821" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça foi o primeiro atleta da história a conquistar dois títulos do absoluto do ADCC &#8211; Foto: reprodução Instagram</p></div>
<p>O ADCC 2026 terminou em Cracóvia, na Polônia, com uma sensação diferente das edições anteriores. O Brasil continua sendo uma potência incontestável, mas já não ocupa sozinho o centro do mapa. A competição, que historicamente funcionou como uma vitrine máxima do Jiu-Jitsu brasileiro, apresentou uma fotografia muito mais internacional: Rússia, Polônia, África do Sul e Estados Unidos colocaram campeões no topo. Oito atletas conquistaram seu primeiro título do ADCC, enquanto a Europa teve sua melhor participação na história do evento, com oito medalhas, sendo dois ouros.</p>
<p>O mapa do grappling mudou, é verdade, mas, quando falamos em Brasil, talvez ninguém represente melhor a continuidade da tradição brasileira do que Kennedy Maciel. Filho de Rubens Charles “Cobrinha”, tricampeão do ADCC (2013, 2015 e 2017), Kennedy conquistou o título até 66kg e repetiu o feito do pai na mesma categoria. Na final, diante de Gavin Corbe, Kennedy confirmou o título com um triângulo de braço. O resultado criou uma das imagens mais simbólicas da edição: pai e filho campeões do mesmo torneio, na mesma categoria, separados por gerações, mas unidos pelo mesmo DNA competitivo.</p>
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<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Se Kennedy representa o futuro conectado à tradição, Felipe Preguiça representa a capacidade de um campeão sobreviver ao tempo. Preguiça tornou-se o primeiro atleta da história a conquistar duas vezes o absoluto do ADCC. E o título veio depois do brasileiro perder na semifinal da divisão acima de 99kg. O faixa-preta da Gracie Barra não desanimou. Ele decidiu seguir no torneio e voltou para disputar o absoluto.</p>
<p>Felipe venceu quatro lutas no peso aberto e terminou o campeonato no topo depois de derrotar Roosevelt Sousa na final com um mata-leão. Esse foi o quarto título da Gracie Barra no absoluto, isolando a equipe como a maior campeã da divisão mais importante do grappling mundial. Antes do segundo título de Preguiça, Roger Gracie em 2005 e Braulio Estima em 2009 já tinham conquistado o título.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdPZu7CqC9t/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DdPZu7CqC9t/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1e7-1f1f7.png" alt="🇧🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> FLOGRAPPLING BRASIL (@flograpplingbrasil)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Outro capítulo marcante foi escrito por Victor Hugo, que anunciou a sua aposentadoria do ADCC. O brasileiro conquistou o título acima de 99kg com uma campanha impecável, finalizando os quatro adversários que enfrentou, e, aos 28 anos, encerrou a sua trajetória na competição no topo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdUGdH8uDZ6/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DdUGdH8uDZ6/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por FloGrappling (@flograppling)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>Fenômeno americano</strong></p>
<p>Durante muito tempo, atletas estrangeiros chegavam ao ADCC como desafiantes que precisavam superar o domínio brasileiro. Em Cracóvia, essa relação mudou. Magomed Dzharbaev, da Rússia, conquistou os 77kg. Pawel Jaworski levou o título dos 88kg para a Polônia. Luke Griffith colocou a África do Sul no topo. E os Estados Unidos conquistaram títulos com Jasmine Rocha e Helena Crevar.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdOck5rIUzZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DdOck5rIUzZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por @adccworld</a></p>
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<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Poucas atletas simbolizam melhor essa mudança do que Helena Crevar. A americana, de apenas 19 anos, conquistou o título e confirmou uma ascensão que já vinha sendo observada há alguns anos. Mais do que isso: ela venceu todas as suas lutas por finalização.</p>
<p>Crevar já vinha chamando a atenção por sua qualidade técnica, mas neste ADCC ela apresentou um jogo muito mais completo, capaz de conectar wrestling, guarda, passagem e finalizações. E esse é o ponto que mais chama atenção. Aos 19 anos, Helena já não pode ser tratada apenas como uma promessa e sim como uma das referências da nova geração. E provavelmente ainda estamos vendo apenas o começo.</p>
<p><strong>Surpresa e o encontro de gerações</strong></p>
<p>No feminino, talvez a maior surpresa tenha sido a eliminação da multicampeã Gabi Pessanha nas quartas de final. A brasileira chegou ao ADCC cercada de enorme expectativa depois de uma temporada extraordinária, mas encontrou em Anabel Lopez uma adversária capaz de levar a luta para um cenário diferente. O combate terminou empatado e foi decidido a favor de Anabel pelos árbitros.</p>
<p>A derrota não diminui o tamanho de Gabi, mas mostra uma diferença importante entre o circuito tradicional da IBJJF e o ADCC. O wrestling, a administração do tempo e cartilha de regras ganham um peso diferente. Para uma atleta acostumada a dominar adversárias, a estreia no ADCC também serve como aprendizado sobre como vencer lutas apertadas dentro de outro sistema.</p>
<p>Enquanto Gabi Pessanha conhecia o ADCC pela primeira vez, Ana Carolina Vieira já sabia exatamente o que precisava fazer. A irmã de Rodolfo Vieira conquistou o bicampeonato até 65kg ao derrotar Sarah Galvão na final. O confronto carregava uma simbolismo especial: de um lado, a irmã de uma das grandes referências do Jiu-Jitsu brasileiro; do outro, a filha de André Galvão, lenda do Jiu-Jitsu e um dos maiores campeões da história do ADCC.</p>
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<p>Mas a final não foi vencida por sobrenome. A luta foi para o overtime e Ana Vieira encontrou as costas para finalizar Sarah com um mata-leão. O resultado também mostrou que a experiência ainda tem enorme valor em um esporte cada vez mais jovem. Sarah, porém, saiu de Cracóvia ainda maior do que entrou. Assim como Helena Crevar, ela representa uma geração que já não chega ao ADCC apenas para ganhar experiência. Chega para disputar o título.</p>
<p><strong>O próximo ADCC já começou</strong></p>
<p>O Brasil continua produzindo campeões e histórias que parecem pertencer à tradição do esporte. Kennedy Maciel repetiu o feito do pai. Felipe Preguiça entrou para uma lista que agora pertence apenas a ele. Ana Vieira confirmou sua posição entre as melhores do mundo. Mas, ao mesmo tempo, atletas de diferentes países mostraram que podem competir no mesmo nível.</p>
<p>O ADCC nasceu profundamente ligado ao Jiu-Jitsu brasileiro, com um ou outro estrangeiro de outra modalidade se destacando, mas o esporte cresceu. Nas últimas edições, atletas como Gordon Ryan, Giancarlo Bodoni e Kade Ruotolo já mostravam que o ADCC está muito mais global. Nesta edição, Luke Griffith, da África do Sul, Pawel Jaworski, da Polônia, e o russo Magomed Dzharbaev, comprovam essa mudança.</p>
<p>O mundo aprendeu. E agora quer o ouro. Para o Brasil, isso não precisa ser uma ameaça. Pode ser justamente o estímulo que faltava para uma nova evolução. O ADCC 2026 mostrou que o futuro do grappling não será brasileiro, americano, europeu ou russo. Será de quem conseguir juntar tudo isso em um único jogo. Oss</p>
<p><strong>RESULTADOS COMPLETOS:</p>
<p>Masculino:</strong><br />
-66 kg: Campeão — Kennedy Maciel | Vice-campeão — Gavin Corbe<br />
-77 kg: Campeão — Magomed Dzharbaev | Vice-campeão — PJ Barch<br />
-88 kg: Campeão — Pawel Jaworski | Vice-campeão — Marlon Tajik<br />
-99 kg: Campeão — Luke Griffith | Vice-campeão — Kaynan Duarte<br />
+99 kg: Campeão — Victor Hugo | Vice-campeão — Josh Saunders</p>
<p><strong>Feminino:</strong><br />
-55 kg: Campeã — Jasmine Rocha | Vice-campeã — Ana Rodrigues<br />
-65 kg: Campeã — Ana Carolina Vieira | Vice-campeã — Sarah Galvão<br />
+65 kg: Campeã — Helena Crevar | Vice-campeã — Anabel Lopez</p>
<p><strong>Absoluto masculino:</strong> Campeão — Felipe “Preguiça” Pena | Vice-campeão — Roosevelt Sousa<br />
<strong>Superluta:</strong> Vencedor — Yuri Simões | Derrotado — Kaynan Duarte</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos/">ADCC 2026: o feito histórico da Gracie Barra no absoluto, a nova geografia do grappling e a dinastia dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 21:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Chicão Bueno]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[pride]]></category>
		<category><![CDATA[Vale Tudo]]></category>
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<div id="attachment_246813" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246813" class="wp-image-246813 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246813" class="wp-caption-text">Chicão Bueno começou a lutar Vale-Tudo nos anos 90 – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A relação de Francisco “Chicão” Bueno com as artes marciais começou muito antes de ele pensar em se tornar lutador profissional. Aos três anos de idade, o Judô foi a porta de entrada para uma trajetória que já dura cinco décadas e passou por diferentes modalidades, países e algumas das principais organizações do MMA em sua época. Para Chicão, porém, a luta sempre representou algo maior do que a competição.</p>
<p>Ainda criança, Chicão também teve contato com o Taekwondo. A experiência, no entanto, durou pouco. Por ser muito novo, acabou não podendo continuar na academia do renomado mestre Kim. Mais tarde, vieram o Karatê, o Boxe, o Muay Thai e, posteriormente, o Jiu-Jitsu e o Wrestling. O contato com diferentes estilos teve papel fundamental em sua formação. Em vez de enxergar as modalidades de maneira isolada, Chicão passou a absorver características de cada uma delas e, com o tempo, desenvolveu uma maneira própria de trabalhar.</p>
<p>“Cada modalidade acrescentou demais à minha formação como ser humano. O Judô é uma disciplina incrível, o Karate, o Boxe, o Muay Thai, o Jiu-Jitsu, o Wrestling também. Acho que tudo fez parte da minha formação e, criei também, junto com isso tudo, um sistema meu”, explica.</p>
<p><strong>Dos Estados Unidos ao início do Vale-Tudo profissional</strong></p>
<p>A busca por novas experiências levou Chicão aos Estados Unidos em 1997, quando recebeu um convite de um empresário. Na Califórnia, passou a participar de diversos eventos de Vale-Tudo, em uma época em que o esporte ainda estava distante da estrutura e da popularidade que o MMA alcançaria nos anos seguintes.</p>
<p>“Cheguei nos Estados Unidos em 97, a convite do empresário, e aí fiz várias lutas. Tinham muitas lutas naquela época que não são mencionadas hoje. São os eventos que tinham em San Pedro, na Califórnia. Eu lutei muitas, muitas vezes. Era Vale-Tudo, na verdade, não era nem o MMA, nem o No Holds Barred, era Vale-Tudo mesmo, real”, relembra.</p>
<div id="attachment_246814" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246814" class="wp-image-246814 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246814" class="wp-caption-text">Atualmente Chicão treina lutadores de alto nível como Carlos Mota Tizil, ex-campeão da LFA – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Um ano depois, em 1998, Chicão recebeu o convite para participar da primeira edição do ADCC. Ele chegou à final, mas uma lesão o impediu de disputar o combate decisivo. A estreia no MMA profissional só aconteceria em 1999, no IVC, quando teve pela frente o lutador americano Jason Godsey. A partir dali, Chicão passou a buscar definitivamente uma carreira como atleta de alto rendimento.</p>
<p>“Eu buscava realmente ali uma carreira como atleta de alto rendimento. E, depois do IVC, tive oportunidade de lutar em grandes organizações da época como o Meca, o Cage Warriors, o WVC e o maior deles, o Pride. Aí começou um outro nível de competição”.</p>
<p>Foi justamente nessa fase que Chicão passou a integrar uma geração histórica do esporte. O peso-pesado brasileiro teve a oportunidade de competir em diferentes organizações e chegou ao Pride, então uma das maiores vitrines do MMA mundial. Entre suas experiências mais marcantes está o confronto com o ucraniano Igor Vovchanchyn no Pride 8, que ocorreu em 1999. Para Chicão, a luta teve um impacto que ultrapassou o resultado esportivo.</p>
<p>“O período mais marcante realmente foi a vitória contra o Satoshi Honma, que me botaram de escada, e também a derrota para o Igor Vovchanchyn, que, enfim, me congelou um pouco. Eu não estava emocionalmente pronto naquele momento. Mas a vida não é só feita de vitória. E as derrotas, às vezes, podem ser vitórias também. E vice-versa, dependendo de como você olha para a coisa.”</p>
<div id="attachment_246815" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246815" class="wp-image-246815 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg" alt="" width="800" height="820" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-293x300.jpg 293w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-768x787.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-146x150.jpg 146w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246815" class="wp-caption-text">Chicão foi formado por André Pederneiras e hoje é faixa coral de Jiu-Jitsu – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A formação construída desde a infância também ganhou reconhecimento dentro do Jiu-Jitsu. Faixa-preta formado por André Pederneiras, Chicão recebeu a graduação à faixa-coral, um marco que, para ele, representa muito mais do que uma faixa.</p>
<p>“Para mim, a faixa nunca foi uma coisa muito importante. É o que você carrega dentro, o que realmente vale. Mas, enfim, para o mundo, uma faixa-coral representa o tempo, o que você realizou no esporte, o que você conquistou dentro dos tatames, dos ringues, dos octógonos. Então a faixa-coral passou a ser um marco da minha história.”</p>
<p>Hoje, depois de décadas dedicadas às artes marciais, Chicão olha para trás e entende que todas as etapas fizeram parte de uma mesma formação. Para o faixa-coral, a maior conquista dessa jornada não está necessariamente nos títulos, cinturões ou graduações, mas na capacidade de continuar aprendendo e evoluindo.</p>
<p>“A arte marcial, realmente, é uma escola de vida. Acho que é uma oportunidade para você se reconectar com você mesmo. No final do dia, a coisa mais importante é a evolução. 1% a cada dia, ou 1% a cada ano, cada um no seu tempo. A arte marcial, realmente, é o autoconhecimento, é o maior tesouro que temos”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixa-coral-de-jiu-jitsu-chicao-bueno-relembra-epoca-do-vale-tudo-e-luta-contra-vovchanchyn-no-pride/">Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De um lado, um manauara formado desde cedo na competição e que encontrou no Rio de Janeiro o caminho para viver exclusivamente da luta. Do outro, um atleta que começou no Jiu-Jitsu em um projeto social, migrou para o MMA ainda adolescente e construiu uma sequência de dez vitórias consecutivas. Agora, as trajetórias de Aridriano&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246809" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246809" class="wp-image-246809 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246809" class="wp-caption-text">Paulo Henrique “PH” e Aridriano “Diamante” se enfrentam em uma luta casada No Gi &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>De um lado, um manauara formado desde cedo na competição e que encontrou no Rio de Janeiro o caminho para viver exclusivamente da luta. Do outro, um atleta que começou no Jiu-Jitsu em um projeto social, migrou para o MMA ainda adolescente e construiu uma sequência de dez vitórias consecutivas. Agora, as trajetórias de Aridriano “Diamante” Carvalho e Paulo Henrique “PH” se cruzam no tatame do Turris Invitational. Faixas-pretas e atletas de MMA, os dois protagonizam uma luta casada No Gi, marcada para 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro. E, pelas promessas dos dois lados, quem espera uma luta amarrada pode se decepcionar.</p>
<p>Representante da Nova União, Aridriano começou no Jiu-Jitsu aos 9 anos, em um projeto social em Manaus. Após anos de competições, migrou para o MMA aos 17 e permaneceu invicto durante dois anos na cidade. A decisão de deixar o Amazonas e se mudar para o Rio colocou o atleta sob a orientação do mestre Dedé Pederneiras, que o graduou à faixa-preta. Hoje, treinando ao lado de nomes como José Aldo, Diamante garante que o peso do nome Charles do Bronx no córner adversário não muda sua postura.</p>
<p>“Quando falam do meu adversário e citam o nome do Charles do Bronx (atleta do UFC), isso não me intimida. Até porque quem vai estar lutando comigo é o Paulo. Então, para mim, isso não muda absolutamente nada. Sou manauara e estamos na minha área. Não temo nomes.”</p>
<p>Do outro lado estará PH, atleta da Charles Oliveira Gold Team que começou no Jiu-Jitsu aos 11 anos e chegou ao MMA aos 13. Profissional desde os 18, construiu uma impressionante série de dez vitórias seguidas entre 2021 e 2025, além de somar dez triunfos por finalização na carreira. A vitória sobre Hugo Paiva no LFA 209, em uma guerra decidida por decisão dividida, abriu as portas para sua participação no Contender Series do UFC. No Turris Invitational, porém, PH promete voltar às origens e transformar o confronto em uma disputa de ritmo e agressividade.</p>
<p>“Não sou esse cara que vocês vão ver enchendo linguiça. Podem esperar de mim um show. Não vou lutar para vencer por pontos, vou entrar para buscar a finalização. Pode ter certeza que no dia 14 de novembro estarei no Rio de Janeiro pronto para sair na porrada”, disse PH.</p>
<p>A resposta de Diamante segue a mesma linha. Para o atleta da Nova União, a luta também não deve ser decidida por pontos. “Meu jogo é um só: entrar para finalizar e não amarrar a luta. Meu adversário pode esperar bastante ritmo, pressão e ataques o tempo todo, em todas as áreas. Qualquer brecha que ele der, eu vou tentar finalizar”, garantiu Aridriano.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixas-pretas-de-jiu-jitsu-e-atletas-de-mma-prometem-guerra-e-finalizacao-em-duelo-sem-kimono-no-turris-invitational/">Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você sabe por que o dia 6 de Setembro é uma data histórica para o Jiu-Jitsu no Brasil e no mundo?</title>
		<link>https://www.graciemag.com/voce-sabe-por-que-o-dia-6-de-setembro-e-uma-data-historica-para-o-jiu-jitsu-no-brasil-e-no-mundo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-sabe-por-que-o-dia-6-de-setembro-e-uma-data-historica-para-o-jiu-jitsu-no-brasil-e-no-mundo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246796" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246796" class="wp-image-246796 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/carlos-donato-helio-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246796" class="wp-caption-text">Carlos Gracie, seu sócio Donato Pires e George Gracie: os fundadores da academia em 1930&nbsp; &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Aquela edição do velho “Jornal do Brasil” trazia poucas fotografias e textos suculentos, como de hábito. Os assuntos eram os de sempre, manjados pelos leitores no Rio de Janeiro: Flamengo encara o time do Vasco da Gama, escaramuças em Cuba e na Argentina, joias furtadas por gatunos no bairro da Glória. Muita empolgação em torno do bloco “Sou eu mesmo”, com seu som de jazz. Havia também dicas importantes para curar hemorróidas e uma coluna com palpites quentes para jogar no bicho. Epa, não há como se enganar: trata-se de um jornal antigo mesmo, do início dos anos 1930.</p>
<p>Espiando melhor, o leitor fica por dentro das promissoras minas de diamante em Mato Grosso, do sucesso do filme sonoro “O veleiro de Shangai” e repara que, na arbitragem do Fla-Vas, está o notório lutador e professor de artes marciais Manoel Rufino dos Santos. Infelizmente nada sobre a novíssima música “Com que roupa?”, o primeiro sucesso de Noel Rosa dos 259 sambas que faria em vida.</p>
<p>A reportagem de maior valor de fato estava nas páginas esportivas, entre notas sobre remo, ping-pong, voleibol e turfe, com menções aos potros Gringazo, Urubu e Adios Amigos.</p>
<p>O jornal anunciava a inauguração de um novo espaço, ideal para jovens interessados num esporte que não se baseava só na força, mas na inteligência. Na noite de sábado, 6 de setembro de 1930, véspera de feriado, abrira a Academia de Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro, na rua Marquês de Abrantes, número 106. Uma noite histórica na então capital do país.</p>
<p>Meses antes, em julho, realizara-se no Uruguai a primeira Copa do Mundo de futebol. O Empire State Building começava a ser construído em Nova York, e Plutão acabara de ser descoberto por um astrônomo americano. O clube de futebol do São Paulo também era fundado. E, em poucos dias, o fã de boxe Getúlio Vargas assumiria o governo do Brasil, após um dramático golpe de estado. No Rio, porém, o papo era o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Dirigida por Donato Pires dos Reis, inspetor fiscal e recém-chegado do Pará, a Academia teria aulas de defesa pessoal ministradas por dois talentos do esporte: o professor Carlos Gracie, 28 anos, e o seu irmão e aluno, o promissor monitor George Gracie, de 18.</p>
<p>Os tatames da Academia de Jiu-Jitsu, de acordo com o “Jornal do Brasil” e outros diários, foram inaugurados com uma série de apresentações de defesa de golpes de faca. Professor Carlos Gracie fez um combate de exibição com um voluntário, praticante da luta romana, Edgard Santos Rocha, e finalizou o grandalhão de 90kg em 2min40s.</p>
<p>Para declarar aberta a escola, nada de garrafas de champanhe, e sim um inebriante discurso proferido pelo redator Alarico Cintra, poeta, historiador e autor de livros infantis, um dos primeiros matriculados na academia.</p>
<p>Relembre as palavras de mestre Alarico, naquela noite memorável:</p>
<p>“Meus senhores,</p>
<p>Aos dignos representantes da imprensa desta capital, desde já manifestam, por meu intermédio, os professores Donato Pires dos Reis, Carlos Gracie e George Gracie, efusivos agradecimentos pela honra de suas presenças nesta sala. Onde, preliminarmente, eles vão demonstrar o melhor método de defesa pessoal até hoje conhecido para o homem fino, incapaz de se afeiçoar a armas de fogo e a instrumentos fatais ao nosso semelhante.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu, esse recurso formidável de defesa pessoal, está sempre conosco, caracterizando o sistema de luta a prudência e a segurança com que, armados nós, apenas com as forças naturais dos nossos órgãos, pelo conhecimento dos pontos melindrosos do corpo humano e dos golpes infalíveis para pormos em xeque as articulações do agressor, serenamente podemos reagir na contingência dos ataques dos maus, dos degenerados, dos perversos, que avultam na coletividade social.</p>
<p>“Nossos assistentes aqui, pela visão dos fatos, ficarão habilitados a afirmar aos aquinhoados de bíceps de atletas, covardemente usados muitas vezes em cima dos fracos, na mansa despreocupação de que jamais poderão ser dominados, que precisam dosar suas atitudes de atrevimentos e provocações, tão próprias de certos indivíduos pandos de arrogância.</p>
<p>“Todo aquele que se tornar senhor dos segredos das chaves do Jiu-Jitsu ficará apto a fechar os instintos do mau, do tarado, do assassino, na sala escura de sua própria consciência. Vai ser capaz de dominar, sem custo, criaturas nocivas nos meios sociais, criaturas que não valem o clássico tiro das suas vítimas, de repercussões dolorosas, num lar até então feliz, cheio de bondade, só um chefe que se viu arrastado ao assassínio pela contingência orgânica da sua inferioridade física.</p>
<p>“A defesa social encontra, portanto, no Jiu-Jitsu, o melhor meio de realizações proveitosas, fora do campo das violências deprimentes a que recorrem as autoridades para dominarem os desordeiros que, na maioria dos casos, habitualmente aparecem como heróis de desordens pela ilusão em que vivem de ninguém lhes surgir à frente a lhes exprobrar os desatinos.</p>
<p>“Meus distintos amigos, professores Donato Pires dos Reis, Carlos Gracie e George Gracie são mestres de Jiu-Jitsu – esse meio excelente de lutar, generalizado entre os nipônicos pigmeus, transformados assim em dominadores de gigantes. Os três já se manifestaram, pelos termos das cartas às redações de jornais, como homens decididos às corporificações das suas promessas, desde quando se propõem a medir vantagens contra qualquer pessoa habilitada, de qualquer outra escola de luta corporal.</p>
<p>“Não devo, assim, prosseguir na luta com as palavras. Também os prospectos da Academia de Jiu-Jitsu habilitarão melhor os dignos senhores representantes da imprensa a conceituarem sobre o patriótico empreendimento que marcará, sem dúvida, um grande acontecimento de palpitante desinteresse da nossa mocidade, ainda empolgada por esportes nos quais, geralmente, a força – e não a inteligência – continua a definir e apontar os campeões, os vitoriosos. Avante!</p>
<p>“Que as almas dos fracos de corpo escutem, pelos quatro cantos do Brasil, as nossas palmas de animação à esta benemérita trindade patrícia – os senhores Donato, Carlos e George – que se propõe a diminuir as estatísticas dos assassínios e os hóspedes dos cárceres.”</p>
<p>Há quase cem anos. Direto do túnel do tempo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Filmagens do Rio em 1930 - Rio de Janeiro" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/NcpI4t2ge90?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-sabe-por-que-o-dia-6-de-setembro-e-uma-data-historica-para-o-jiu-jitsu-no-brasil-e-no-mundo/">Você sabe por que o dia 6 de Setembro é uma data histórica para o Jiu-Jitsu no Brasil e no mundo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nacional GFTeam celebra união da equipe e fortalece investimento nos atletas de alto rendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:22:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246793" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246793" class="wp-image-246793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246793" class="wp-caption-text">O Nacional GFTeam reúne filiais de todo o Brasil e destina a renda para apoiar competidores nos maiores campeonatos do mundo &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>No dia 20 de setembro, a GFTeam realiza mais uma edição do Nacional GFTeam, um dos principais eventos do calendário da equipe. O campeonato representa um momento de encontro entre professores, atletas e líderes das filiais, além de ser uma importante ferramenta para financiar a carreira dos atletas de alto rendimento. À frente da organização dos eventos da equipe, Serginho Miranda, coordenador de eventos da GFTeam, destaca que o Nacional é uma oportunidade de celebrar não apenas os resultados conquistados nos tatames, mas também o trabalho realizado diariamente em cada filial.</p>
<p>“Esse evento é uma oportunidade dos professores e líderes das filiais se encontrarem, confraternizarem e juntos celebrarem a grandeza da equipe, celebrarem tantas conquistas que cada filiado ajudou a conquistar, graças ao trabalho coletivo que todos nós desenvolvemos”, afirma Serginho.</p>
<p>Uma das principais funções do Nacional está justamente fora do tatame. Há muitos anos, toda a renda arrecadada com o evento é destinada ao apoio aos atletas de alto rendimento da GFTeam. O recurso é utilizado para custear despesas fundamentais para a participação dos competidores nos principais torneios do mundo.</p>
<p>“O Nacional GFTeam é a nossa principal ação do ano referente aos nossos atletas de alto rendimento. Há muitos anos toda renda arrecadada no evento é destinada para os atletas. Passagens, inscrições e hospedagem nos maiores eventos do mundo são custeadas pela equipe para nossos principais atletas”, explica.</p>
<div id="attachment_246794" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246794" class="wp-image-246794 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/nacional-gfteam-serginho-miranda2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246794" class="wp-caption-text">O professor Serginho Miranda é o coordenador dos eventos da GFTeam &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Para Serginho, a força da GFTeam não pode ser medida apenas pelos títulos conquistados em determinadas competições. Segundo ele, a diversidade da equipe, presente em diferentes faixas etárias, graduações e perfis de praticantes, é um dos seus maiores diferenciais. “Já é um fato que há anos somos uma das cinco maiores equipes de Jiu-Jitsu do mundo. E, se pensarmos em diversidade, talvez sejamos a maior. Venho falando que uma equipe campeã mundial por equipes não necessariamente é a maior ou melhor equipe do mundo”, afirma.</p>
<p>Na visão do coordenador, a grandeza de uma equipe está também na capacidade de produzir resultados e oferecer espaço para diferentes perfis de praticantes. “A grandeza de uma equipe se mede pelo tamanho e resultados, sim, mas principalmente pela diversidade de ter todo tipo de aluno, competidores e estilos. A GFTeam faz resultados em todas as idades e faixas, desde o baby até o master 5, 6 e 7. Essa é nossa maior riqueza e grandeza. Além disso, somos uma das poucas equipes que têm um trabalho social muito forte devido às nossas origens e à nossa essência”, destaca.</p>
<p>A mobilização dos professores e filiados para o Nacional também representa, segundo Serginho, a manutenção de uma característica que acompanha a GFTeam desde sua origem: a união. Para ele, a participação das filiais é fundamental para que o evento alcance sua dimensão e, consequentemente, continue gerando benefícios para toda a equipe. “Nosso lema é ‘Sou porque somos’. E todos os nossos filiados sabem disso. Praticamente isso: somos a equipe mais unida do mundo. Hoje somos gigantes, mas somos as mesmas pessoas desde 1997”, afirma.</p>
<p><strong>Jiu-Jitsu como transformação</strong></p>
<p>Mais do que demonstrar força dentro do esporte, Serginho acredita que o Nacional também serve para reforçar uma mensagem que está diretamente ligada à essência da GFTeam: o poder transformador do Jiu-Jitsu. “Nossa missão é transformar a vida das pessoas para melhor através do Jiu-Jitsu. Nossa origem é do subúrbio, onde a maioria vem de uma classe social desfavorecida, não só financeiramente, mas muitas vezes também de estrutura familiar, afeto, educação e etc. Sabemos o quanto o esporte é capaz de mudar essa realidade”, conclui.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nacional GFTeam 2019" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xz2adY1-Rko?start=53&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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