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	<title>Gracie Barra | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Gracie Barra | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:22:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
<p><iframe title="Raspagem com gancho, partindo da guarda aberta" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xkUDrcgjrIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu/">Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nas internas: a lenda do casca-grossa Zé Beto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:48:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curte as histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu? Essa também vem do nosso baú. Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos. Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149847" style="width: 601px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-149847" class="size-full wp-image-149847" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg" alt="Quem será o misterioso atleta do quebra-cabeças? Foto: Divulgação" width="591" height="826" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg 591w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-215x300.jpg 215w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-107x150.jpg 107w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><p id="caption-attachment-149847" class="wp-caption-text">O lendário Zé Beto assombrou muitas gerações de competidores&#8230; Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Curte as <a href="https://www.amazon.com.br/Jiu-Jitsu-nas-internas-hist%C3%B3rias-bastidores-ebook/dp/B09X25RDG9" target="_blank" rel="noopener">histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu?</a></p>
<p>Essa também vem do nosso baú.</p>
<p>Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos.</p>
<p>Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de Jiu-Jitsu, capaz de amassar qualquer um com um jogo completo e justo?</p>
<p>Convocamos Marcio Feitosa, tricampeão mundial pela IBJJF e tarimbado professor da Gracie Barra, para relembrar uma história clássica, que envolve um famigerado lutador chamado Zé Beto.</p>
<p>Conta aí, Feitosa:</p>
<p>“Zé Beto já fez muita gente trocar de categoria, fazer e desfazer dieta, tirar nome de campeonato, ou simplesmente não aparecer para lutar. Espalhou terror e pânico por várias e várias gerações de competidores”, conta o faixa-preta.</p>
<p>“Sua origem é um pouco incerta, ninguém conhece direito de onde Zé Beto surgiu. Lembro de ter ouvido falar dele a primeira vez há muitas décadas, em rodas de conversa com o mestre Carlos Gracie Jr. Para dar uma ideia de como Zé Beto era respeitado, vou contar uma história de um amigo nosso, cujo nome vou manter em sigilo para preservá-lo. Ele morava comigo em Lake Forest, na Califórnia, na época em que dividíamos um apartamento com Marco Joca ‘Piu-Piu’, Marcio Pé de Pano, André Fernandes da IBJJF, Kayron e mestre Carlinhos. Era época do Pan-Americano, e essa figura, então de faixa-roxa, estava altamente preparado para o campeonato.</p>
<p>“No auge da preparação dele, um dos companheiros então propôs: ‘É chegada a hora de introduzi-lo ao Zé Beto’. Numa noite, todos na jacuzzi da academia de musculação, relaxando após um dia de treinos duros, alguém soltou:</p>
<p>&#8220;‘Ih, fera… Eu acho que você vai cair de cara com o Zé Beto’. Um outro devolveu de lá: ‘Ih rapá… Zé Beto gosta de jogar sujo, dar cabeçada, adora arrumar confusão… Agora, eu não acho que ele tenha nada demais não, o problema é que o pessoal já começa a luta se entregando, só porque o cara tem um nome famosinho no Jiu-Jitsu. Ele tem aquelas quedas dele, fica por cima amassando, mas é só fazer seu jogo’.</p>
<p>&#8220;Um terceiro emendou: ‘Meu irmão, eu não acho o jogo de queda dele nada demais, sabia? Ele é muito mais perigoso com aquela guarda, sabe dar bons botes de braço na fechada, perna grande e forte…’ Nosso amigo faixa-roxa já estava demonstrando uma mudança no olhar.</p>
<p>“No dia seguinte, ele já começou a fazer sua própria pesquisa. Quem afinal seria esse tal de Zé Beto? De que equipe viria? ‘Não quero saber não, vou cair para dentro dele!’. Só que pelo olhar você percebia que os pensamentos não estavam confirmando aquelas palavras. Dois ou três dias depois, veio o anúncio: ‘Vou baixar de peso, sabia? Estou leve para a categoria, faltam só uns quilinhos’. E tome de dieta e passar fome.</p>
<p>“No auge da magreza do rapaz, a pilha ressurge: ‘Meu irmão, não tem jeito, tu vai ter de encarar o Zé Beto mesmo, tem de subir de categoria. Tá afrouxando para ele não, né? Tu és duro em pé também, vamos trocar em pé com ele e passar com tudo’. Foi suficiente: fim de dieta e toma de subir de peso novamente.</p>
<p>“Depois de uma semana de estresse, pilha, Zé Beto para lá e para cá, o pessoal se reuniu e revelou a verdade: ‘Meu irmão, Zé Beto não existe, é pegadinha. Nem saiu sua chave ainda’. Nosso amigo perigou não levar na esportiva, mas no fim se acalmou e sorriu. Só restou a ele uma reação: manter o legado vivo e continuar passando para a frente, para os jovens companheiros de luta, o folclore do temido Zé Beto”.</p>
<p>E você, já ouviu ou vivenciou alguma clássica pegadinha do mundo do Jiu-Jitsu? Divida conosco&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Artigo publicado originamente na GRACIEMAG edição #216. Para assinar sua revista de Jiu-Jitsu favorita, clique aqui!</strong></em></a></li>
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		<title>7 dicas para ensinar Jiu-Jitsu fora do Brasil, por Prof. Seidler Rodrigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 22:33:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Formalize seu contrato. Não se mude com base em um acordo verbal. Já vi muitos professores enfrentarem problemas por não terem um contrato formalizado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-768x1024.jpg" alt="" width="650" height="867" class="aligncenter size-large wp-image-244108" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-1152x1536.jpg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-1536x2048.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-113x150.jpg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Ex-farmacêutico, a fera Seidler Rodrigo foi picado pela mosquinha do Jiu-Jitsu e nunca mais parou de competir, aprender e ensinar. Há cerca de cinco anos, decidiu deixar Niterói e ir ajudar a divulgar o <a href="https://gbwestjordan.com" target="_blank" rel="noopener">Jiu-Jitsu em Utah</a>. “Só tenho saudade da resenha e do açaí pós treinos que sempre rolava na saída da GB Rio Matriz e da GB Icaraí”, diz o faixa-preta.</p>
<p>Mas qual seria o segredo para ensinar numa cultura diferente – e trocar as belas praias de Niterói pelo clima mais seco de Utah? “Moro nos Estados Unidos há quase cinco anos, e já<br />
ouvi muitas histórias de sucesso e também de decepção. O que aconselho é ir sempre preparado, como o Jiu-Jitsu sempre ensina, aliás.”</p>
<p>Confira 7 conselhos essenciais do professor da <a href="http://www.gbslc.com" target="_blank" rel="noopener">GB Salt Lake City</a> para você se adaptar como instrutor lá fora:</p>
<p>1. Estude o idioma local. Isso vai abrir muito mais oportunidades, tanto como professor quanto como competidor.</p>
<p>2. Tenha clareza sobre sua proposta e seus desejos. Muitas vezes, há uma confusão entre ser atleta e ser professor. Certifique-se de que suas expectativas estão alinhadas.</p>
<p>3. Formalize seu contrato. Não se mude com base em um acordo verbal. Já vi muitos professores enfrentarem problemas por não terem um contrato formalizado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB.jpg" alt="" width="828" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB.jpg 828w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-300x261.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-768x668.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>4. Cuide da documentação de imigração. Siga as leis locais e busque apoio de um advogado de imigração.</p>
<p>5. Sempre pesquise a reputação do seu empregador. Nem todos que entram no mercado são pessoas com quem vale a pena trabalhar.</p>
<p>6. Avalie o plano de carreira. Algumas ofertas iniciais podem ser modestas, mas o crescimento vem com o tempo. Já vi vários casos de ofertas irrecusáveis que acabam não sendo cumpridas.</p>
<p>7. Entenda a cultura da equipe. Se você quer focar em competições, procure um time com esse objetivo. O mesmo vale para defesa pessoal e para estilo de vida, ou qualquer outro foco que o Jiu-Jitsu possa trazer de benefícios. Oss!</p>
<div id="attachment_227630" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-227630" class="size-large wp-image-227630" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-1024x902.jpeg" alt="" width="650" height="573" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-1024x902.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-300x264.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-768x676.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-150x132.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-227630" class="wp-caption-text">Professor Rodrigo diplomado pelo grande mestre Robson Gracie. Foto: Reprodução</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-dicas-para-ensinar-jiu-jitsu-fora-do-brasil-por-professor-seidler-rodrigo/">7 dicas para ensinar Jiu-Jitsu fora do Brasil, por Prof. Seidler Rodrigo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 13:01:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222943" style="width: 537px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222943" class="size-full wp-image-222943" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg" alt="" width="527" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg 527w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-297x300.jpg 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-148x150.jpg 148w" sizes="auto, (max-width: 527px) 100vw, 527px" /><p id="caption-attachment-222943" class="wp-caption-text">A estrela Dominyka Obelenyte aos 14 anos, na faixa-azul, ao vencer o Campeonato Mundial da IBJJF na divisão adulto. Foto: John Lamonica/ GRACIEMAG</p></div>
<p>Em 2009, a equipe GRACIEMAG investigou nas páginas da nossa revista sobre os erros e acertos que cometemos na etapa da faixa-azul. O artigo trazia uma série de posições e macetes ilustrados em imagens detalhadas. Hoje, relembramos esse artigo que ajudou tanta gente a passar de faixa, e separamos os melhores momentos do texto, com alguns vídeos que podem ajudá-lo.</p>
<p>Confira e aprenda com alguns grandes formadores de faixas-pretas.</p>
<p><strong>Ricardo “Cachorrão” Almeida – Líder da RABJJ, em Nova Jersey</strong></p>
<p>“Se eu tiver que apontar os três erros mais comuns dos faixas-azuis, a primeira com certeza será a postura. Eles são pegos diversas vezes no triângulo ou são raspados por estar com a postura errada. Para corrigir isso, meus alunos aprendem a abrir a guarda de pé e a passar a guarda emborcando o adversário. O segundo erro é a pegada das costas. Vejo os faixas-azuis perderem a posição por tentarem colocar os dois ganchos de uma vez. A correção disso é puxar o adversário para cima deles e colocar um gancho de cada vez. E o terceiro erro é o uso da força durante o combate. Pela inexperiência, eles tendem a dar preferência ao uso da força sobre a técnica, o que pode causar contusões. Para corrigir, nos mais jovens, o tempo e a experiência consertam a falha na maioria das vezes. Já entre os praticantes mais velhos, deixo claro que apenas tomando amasso nos treinos é que se corrigem os erros.”</p>
<p><strong>Milton Regis – Líder da Kioto BJJ, em Sayville, NY</strong></p>
<p>“Na faixa-azul, a confiança é algo a ser trabalhado e precisa ser exercitada como um movimento novo, e tanto pelo aluno como pelo professor. É tarefa do professor identificar quem são os alunos que estão a ponto de desistir. Como ajudar esse aluno? Oferecendo uma atenção especial, corrigindo detalhes, motivando toda vez que ele acertar algo, ainda que seja uma pequena evolução. Outra ideia é sugerir aulas privadas, e não forçar a participar de campeonatos se não for esse o objetivo do aluno. O praticante deve saber que uma eventual falta de fundamentos técnicos, se não for corrigida na faixa-azul, será muito difícil de ser sanada depois”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Blue Belt Submission Highlight (Part 1) | 2023 IBJJF Brasileiros" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0aD5KR3D6Qg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Paulo Tavares – Líder da Paulo Tavares Academy, na Austrália</strong></p>
<p>“Quando por baixo, montado, um bom lutador nunca estica o braço nem dá as costas para escapar. Mantém a cabeça no chão e os cotovelos colados ao corpo. Isso grande mestre Helio Gracie já dizia. E gosto também de trabalhar o lado emocional dos lutadores. Aqui na academia, gosto de dizer que todos somos campeões. Ano passado, levei meus alunos para competir e, pelo pouco tempo, eu iria voltar feliz se eles não fossem finalizados, mas para a minha surpresa, os oito que competiram foram campeões.”</p>
<p><strong><br />
Sérgio Correa –&nbsp;Líder do time Marra Senki</strong></p>
<p>“Quando se fala em erros dos faixas-azuis, penso primeiro em controle de posição, depois em variação de posições, como por exemplo a variação entre estrangulamentos e chaves de braço e por último a insistência no erro, que só termina com muito treino específico.”</p>
<p><strong>João Pedro Santos – Líder da Choke Academy</strong></p>
<p>“Primeiro, falemos do estrangulamento da gola cruzada. Os faixas-azuis se precipitam e gastam força ao apertar antes de ajustar as pegadas, ou apertam abrindo os cotovelos. Para corrigir, os pulsos têm que ficar em contato com o pescoço na hora do ajuste e os cotovelos próximos um do outro enquanto a pressão no pescoço é feita com os pulsos. Na guarda, o erro está na postura. Os faixas-azuis se inclinam para frente ou para um dos lados, facilitando o ataque de quem está por baixo. E quando estão por baixo, não se preocupam em quebrar a postura do adversário antes de iniciar os ataques, o que facilita a passagem de guarda. Para resolver, se por cima, uma postura ereta dificulta para o adversário. Por baixo, deve-se ter claro que a postura do que está por cima deve ser quebrada. Por último, vejo que muitos faixas-azuis compram DVDs e livros de grandes estrelas do Jiu-Jitsu, mas por falta de experiência não conseguem discernir o que é realmente importante. No caso, o melhor é primeiro aprender os fundamentos antes de querer se especializar.”</p>
<p><strong>Vinícius “Draculino” Magalhães –&nbsp;Líder da GB Texas</strong></p>
<p>“A faixa-azul é o momento mais complicado da caminhada dentro do Jiu-Jitsu. Vemos uma grande discrepância técnica entre os atletas, já que encontramos desde aquele que acabou de ganhar a faixa até aquele que endurece com os mais graduados. Tecnicamente, porém, aponto a fraqueza na defesa contra finalizações, a falta no ajuste do posicionamento e a demora para captar os erros do adversário.”</p>
<p><strong>Demetrius Ramos – Líder da Tucson BJJ, no Arizona</strong></p>
<p>“Os faixas-azuis não têm uma boa base em pé. Para melhorar, precisam treinar mais técnicas do jogo em pé, além de outras opções como puxar para guarda. Outro problema é o desconhecimento das regras. Para isso, basta estudar as regras da IBJJF e participar de cursos de arbitragens. Por último, os azuis cansam rápido, principalmente nos grandes eventos. Para melhorar, deve-se acostumar a treinar mesmo estando cansado.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="VITOR BELFORT VS RODRIGO COMPRIDO MEDEIROS BJJ Match BLUE BELT OLD SCHOOL Jiu Jitsu" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/BWUtNybUq-8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rafael Lovato Jr – Líder do Lovato Jiu-Jitsu, em Oklahoma</p>
<p>“É difícil ser específico, pois o faixa-azul ainda tem muito a aprender, mas há pontos que merecem destaque. Deve-se manter os braços fechados quando o adversário estiver passando sua guarda. Muitos se esquecem disso e deixam o oponente colocar o gancho por baixo, o que torna a passagem de guarda quase certa. Para se prevenir, os braços devem estar colados. Outro erro é quando estiver passando a guarda, lembre-se de manter os cotovelos colados ao corpo, o que vai prevenir a guarda-aranha, raspagens, ataques ao braço, triângulos etc.”</p>
<p><strong>Alexandre “Soca” Carneiro – Líder da Soca BJJ, em New York</strong></p>
<p>“Três dicas: na meia-guarda, por baixo, o certo é entrar com o braço por baixo da axila do oponente para criar mais espaço para a reposição. Quando for pego na chave de pé, não rode para o lado contrário da torção, mas para o lado da pressão. Quando for atacado no estrangulamento, não tente abrir a própria gola, o que só irá ajudar o oponente a enterrar a mão.&#8221;</p>
<p>E para você, qual é o erro mais comum na faixa-azul do Jiu-Jitsu? Comente com a gente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rio Open de Jiu-Jitsu - Final absoluto faixa-azul masculino" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sJbbCtHmy-A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul/">Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que Diego Trindade aprendeu sobre a linguagem do Jiu-Jitsu ao ensinar na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 16:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A aclimatação de Diego Trindade, de volta ao Brasil após uma aventura pela China, segue de vento em popa. O competidor de Jiu-Jitsu sem kimono anda treinando forte em Brasília, e já mira duas competições grandes em setembro, o Manaus Open e o Sul-Brasileiro no Rio de Janeiro. Diego ajudou a popularizar o Jiu-Jitsu na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243924" style="width: 641px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243924" class="wp-image-243924 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1.jpg" alt="O professor e campeão de Jiu-Jitsu Diego, após brilhar no ADCC Tailândia. Fotos: Divulgação" width="631" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1.jpg 631w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1-246x300.jpg 246w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-1-123x150.jpg 123w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /><p id="caption-attachment-243924" class="wp-caption-text">O professor e campeão de Jiu-Jitsu Diego, após brilhar no ADCC Tailândia. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>A aclimatação de Diego Trindade, de volta ao Brasil após uma aventura pela China, segue de vento em popa. O competidor de Jiu-Jitsu sem kimono anda treinando forte em Brasília, e já mira duas competições grandes em setembro, o Manaus Open e o Sul-Brasileiro no Rio de Janeiro.</p>
<p>Diego ajudou a popularizar o Jiu-Jitsu na China, país com 1,4 bilhão de pessoas que ainda é um mercado e tanto para o crescimento da arte suave. O país teve algumas escolas com trabalhos consistentes, como a China Top Team do professor Ruy Menezes, desde 2003, e a GB em Xiamen.</p>
<p>Diego, professor na Excellence School of BJJ, contou o que aprendeu após cinco anos no país da Grande Muralha. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que fez você decidir encarar essa epopeia, e desbravar os tatames chineses?</strong></p>
<p><strong>DIEGO TRINDADE:</strong> Eu já tinha lutado alguns campeonatos no exterior e decidi que eu queria ter a experiência de morar fora do Brasil por um tempo. Sempre fui uma pessoa de grandes amizades e boa rede de contatos profissionais. Comecei as conversas e logo um amigo intermediou uma proposta de trabalho na China. Era um país de fato desafiador, mas nunca tive medo de desafios.</p>
<p><strong>Quais foram os maiores desafios por lá? </strong></p>
<p>Olha, nem sempre foi fácil. Com perseverança e dedicação consegui conquistar meu espaço na China. Primeiro precisei ganhar reconhecimento como professor, e depois como atleta. Mas houve uma série de aspectos positivos. Estar na China me permitiu viajar e lutar competições por toda a Ásia, como no ADCC Tailândia, o ADCC Singapura, o ADCC Coreia do Sul, ADCC Filipinas, ADCC Malásia e o Asian Open no Japão, entre outros. A experiência na China foi, assim, fundamental para o meu crescimento como pessoa, como professor e como atleta.</p>
<p><strong>Poderia contar um pouco sobre esse crescimento pessoal?</strong></p>
<p>Eu fui à China sem saber mandarim, por exemplo. Ao longo dos últimos anos, dei aulas para alunos chineses e também para praticantes de diversas nacionalidades. A China é assim, atrai gente de todo o globo. Com isso, aprendi que a linguagem corporal do Jiu-Jitsu brasileiro é universal. Em algumas regiões do interior da China, o Jiu-Jitsu ainda é uma arte muito nova. Para mim, foi desafiador e gratificante poder difundir o Jiu-Jitsu brasileiro em várias comunidades do outro lado do mundo. E pude verificar que, do outro lado do mundo, o grappling e o Jiu-Jitsu sem kimono estão de fato se desenvolvendo muito rapidamente. Isso me fez aprender também, e evoluir bastante nessa linha do esporte.</p>
<p><strong>Quais são os seus planos para o seu time no Brasil? </strong></p>
<p>Minha raiz é o Jiu-Jitsu com kimono, não tem jeito. Mas essa bagagem de no-gi que adquiri enquanto estive fora do Brasil me fez evoluir com atleta, professor e treinador. Nesse retorno ao Brasil, pretendo continuar concentrado no Jiu-Jitsu sem pano, pois acredito que este é o momento de um grande salto de crescimento na modalidade, aqui e lá fora. Serão ainda muitos eventos divulgando a modalidade, pagando bem aos jovens e mudando o cenário esportivo brasileiro também.</p>
<p><strong>Brasil e China têm relações diplomáticas somente há 50 anos, e tudo por lá ainda parece ser um mistério para nós. O que aprendeu sobre o país, e sobre o Brasil?</strong></p>
<p>A China é um país que investe e valoriza o esporte em geral. Com o Jiu-Jitsu não é diferente. Desde criança, atletas que se destacam recebem incentivo governamental, inclusive em dinheiro, para se dedicar aos treinamentos e à vida de atleta. Além disso, a China tem diversas academias com excelente estrutura, e cada vez mais atletas chineses vêm se destacando no esporte. Já existem alguns lutadores chineses no UFC, por exemplo. Com isso, mais e mais chineses vem se interessando pelo Jiu-Jitsu brasileiro. Enquanto estive na China, tive a oportunidade de treinar alguns atletas chineses com grande potencial. Mas o Jiu-Jitsu brasileiro ainda tem muito espaço para crescer na China.</p>
<p><strong>E nos países vizinhos, o que você pôde conferir?</strong></p>
<p>Nos outros países asiáticos o Jiu-Jitsu sem kimono e o MMA também só fazem crescer. A Tailândia possui centros de treinamentos de alto rendimento que atraem atletas do mundo inteiro, até pela sua tradição no muay thai. E belos países como Singapura, Malásia, Filipinas e outros estão em processo de evolução, com bastante espaço para novos instrutores.</p>
<p><strong>O que você ainda lembra quando pensa em seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu? </strong></p>
<p>Minha primeira vez nos tatames foi quando dois amigos me convidaram para conhecer a arte suave. Vi ali que de suave aqueles treinos não tinham nada, já que fui finalizado milhões e milhões de vezes e não entendi nada. De todo modo, aquilo me desafiou e me atraiu. Desde então, nunca mais parei. Sou a prova viva de que o faixa-preta é o faixa-branca perdidinho que nunca desistiu.</p>
<p><strong>Do que mais se orgulha em sua trajetória no esporte? </strong></p>
<p>Da minha persistência. Ao longo da minha trajetória no Jiu-Jitsu, eu conheci muita gente. A maioria ficou pelo caminho. Muitos se apaixonavam pela arte suave assim como eu, mas depois de um tempo desistiam, iam fazer outra coisa. Outros, por algum motivo da vida, não tiveram condições de continuar. Minha faixa-preta é um troféu que me fez ganhar o mundo e me deu condições de viver do esporte. Nunca foi fácil, mas eu sempre persisti, pois foi esta a escolha que fiz para minha vida lá atrás.</p>
<p>Saiba mais sobre o trabalho do professor <a href="https://www.instagram.com/diegotrindadejj/" target="_blank" rel="noopener">GMI Diego Trindade, aqui.</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-243922" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1.jpg" alt="" width="786" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1.jpg 786w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-300x293.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-768x750.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Diego-Trindade-BJJ-1-150x147.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-diego-trindade-aprendeu-sobre-a-linguagem-do-jiu-jitsu-ao-ensinar-na-china/">O que Diego Trindade aprendeu sobre a linguagem do Jiu-Jitsu ao ensinar na China</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 13:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor Vinicius “Draculino” Magalhães, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss! “Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235793" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235793" class="wp-image-235793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg" alt="Draculino conquistou o ouro na divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla" width="1024" height="604" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-768x453.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235793" class="wp-caption-text">Draculino conquistou o ouro na antiga divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><em>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor <a href="https://www.instagram.com/draculinojj/" target="_blank" rel="noopener">Vinicius “Draculino” Magalhães</a>, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss!</em></p>
<p>“Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu já sabia disso, e repeti essa constatação em voz alta, no ginásio da Califórnia State University Dominguez Hills, no sábado, bem antes de tudo acontecer. Eu ainda não podia saber, claro. Mas, umas 24 horas depois, naquele domingo fatídico, eu acordaria na maior tranquilidade, pensando que era a manhã da luta – até ver que ao meu lado estava o Wellington Megaton, com os trajes de árbitro do <a href="https://ibjjf.com/events/results/2008-world-jiu-jitsu-no-gi-ibjjf-championship" target="_blank" rel="noopener">2º Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono</a>. Caí numa tocaia. Mas deixemos isso para o fim.</p>
<p>A história começou no sábado, 9 de agosto de 2008. Não, na real começou antes, no mês de maio. Foi quando aceitei a missão de estabelecer nos EUA e comandar a <a href="https://www.graciemag.com/2011/12/03/draculino-mostra-54-tecnicas-em-menos-de-12-minutos/" target="_blank" rel="noopener">Gracie Barra Texas</a>, na cidade de Houston. Após um período totalmente voltado para o MMA e para o desenvolvimento dos meus alunos, achei que era a hora de voltar a botar a cara nos torneios e sentir a adrenalina de competir entre a garotada.</p>
<p>Estou com 37 anos. Não lutava um campeonato na categoria adulto desde 2002, no Pan da IBJJF. Com as coisas mais mansas, e com 150 alunos em Houston, quis mostrar a eles que o Jiu-Jitsu é para todos, e que mais vale cair dentro e lutar do que ficar pensando em desculpas ou se esconder atrás da fama.</p>
<p>A merda de ficar afastado é que você perde muito a tarimba, as manhas de competição – o ritmo da luta, a malandragem, coisas assim. Estranhei até como bater o peso para o campeonato, depois de tanto tempo sem enfrentar as balanças. O segredo é saber quantos quilos você perde ao dormir, e assim calcular certinho quanto você precisa bater pela manhã, para não ficar nem muito acima nem muito abaixo do seu peso ideal. Por isso passei aqueles dias carregando minha balança a tiracolo pelo ginásio, enquanto o pessoal brincava comigo.</p>
<p>A melhor sensação para mim foi na hora de aquecer, aquele frio na barriga antes da primeira luta. Não se trata de medo, você sabe. É pura adrenalina nas veias. Como eu estava dizendo, o vale-tudo e o MMA são extremos, claro, e podem ter lances brutais. Mas por outro lado você conhece o adversário, estuda o estilo do rival com antecedência, ganha uma bolsa boa, passagens aéreas para você e seu time – e faz uma luta só e a missão está cumprida. Praticamente o oposto do Jiu-Jitsu, em que lutamos por amor ao esporte, não faz ideia sobre quem vai encarar e o que pode acontecer.</p>
<p>A única coisa certa em todos os torneios de Jiu-Jitsu, por exemplo, é que vai haver ao menos uma grande surpresa, uma zebra a galopar nos tatames. O negócio é fazer tudo certinho para que não seja contra você.</p>
<p>Preparei meu Ipod com 4 mil músicas. Nada de hip-hop, que sou da antiga, mas acabei não escutando meu rock favorito antes da hora da verdade – “Angel of death”, da banda Slayer. Olha aí, vai ver que foi isso que fez a diferença, que causou aquele lance com os vagalumes. Tremendo papelão, foi o que pensei na hora. Mas claro que não me envergonho agora. Vergonha eu teria caso eu mutucasse, fugisse da luta ou agisse como um frouxo.</p>
<p>Em campeonatos de Jiu-Jitsu, e aí vale com ou sem kimono, já vi o certo dar errado, o errado dar certo, a técnica perder para ignorância e vice-versa. Depende do dia de cada um, e de outra série de fatores. Essa é a magia do esporte. E é essa magia que me faz estar lá sempre no ginásio, mesmo quando eu não vou lutar, e encarar calor ou frio nos ginásios da Califórnia.</p>
<p>Naquele fim de semana, o calorão estava especial, e o clima dentro da área de lutas não era mais ameno. Afinal, não é sempre que podemos ver em ação Saulo Ribeiro, Roberto Godói, Baret Yoshida, Jorge Pereira e tantos outros nomes da minha época. Tanto que a divisão de masters tinha mais astros que na categoria adulto.</p>
<p>Porém, formado por uma nova geração de astros, faixas-pretas cascas-grossíssimas, o adulto foi um espetáculo para os torcedores. Acostumado a um tempo em que víamos um mar de caras feias e lutadores cheios de marra, me impressionou ver como a molecada atual é educada, cordial e respeitosa com a gente e entre eles. Todos se cumprimentavam, trocavam reverências, numa clara demonstração que lutam para se divertir e evoluir, antes de tudo. Alguns, inclusive, me disseram que eu era um grande exemplo, por estar ali inscrito entre eles após faturar o ouro na minha divisão de 37 anos. Foi muito legal ouvir isso.</p>
<p>Eu sabia que não precisava provar nada a ninguém – exceto a você mesmo, todos os dias da vida. Por isso eu cheguei a rir ao ver uma luta da garotada. Percebi que para chegar perto da explosão, timing e pujança dos garotos, eu precisaria de uns cinco campeonatos em sequência. Foi o ritmo forte da maioria, mais do que a técnica, que me chamou a atenção. O que dizer de Rubens Cobrinha? A luta dele pelo ouro dos leves, contra Jeff Glover, foi a luta que mais me impressionou no evento. Um verdadeiro jogo de xadrez, vencido por Cobrinha por uma vantagem ao quase chegar do lado e dar um bote nas costas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Time Travel Tuesdays - Rubens Cobrinha Charles vs Jeff Glover   Nogi Worlds 08" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h6cNbCw6pkU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na minha divisão, o peso-pena, Bruno Frazatto venceu Denilson Pimenta na final. Pimenta luta desde a minha época também, e é um cara bem forte e completo. Bruninho usou sua guarda para raspar e virar a luta no finzinho, quando perdia por 2 a 4. Um lutão de duas, com o perdão da expressão chula, “putas velhas de tatame”.</p>
<p>O grande nome do evento, claro, foi Antonio Braga Neto, campeão absoluto após vencer Gabriel Vella numa final sensacional, no cair da tarde de domingo. Braga Neto surpreendeu ao, com segundos de luta, ir para cima e derrubar Vella, caindo por cima.</p>
<p>No feminino, a mesma coisa, vi muita técnica e humildade. Além da campeã absoluta, a faixa-marrom Ana Laura Cordeiro, campeã após vencer Ana Carolina e Penny Thomas, ainda vi Letícia Ribeiro finalizando bonito no peso-pluma.</p>
<p>E, para coroar, ainda teve o Saulo Ribeiro, campeão meio-pesado numa divisão cheia de garotos, como Gregor e Igor Gracie, que estavam cheios de fome de vitória.</p>
<p>Campeonatos são assim, uma grande festa, em que mesclam-se estilos e experiências. No meu caso, senti falta de ritmo, acredito. Admito que, mesmo após vencer o peso-pena entre os veteranos, não fiquei completamente satisfeito com minha exibição. Achei minhas duas lutas truncadas.</p>
<p>Até que chegou a hora de lutar entre os adultos. E eu, que quase não cometia erros tolos quando era competidor assíduo, acabei cometendo aquele erro primário, logo em minha primeira luta no adulto.</p>
<p>Era cerca de uma e meia da tarde de domingo. Eu sabia que meu oponente, Johnny Ramirez, era um aluno do Rodrigo Medeiros e um cara bem duro. Afinal, ele tinha feito uma luta boa com meu aluno Samuel Braga, em que o Samuel venceu por dois ou três pontos. Fiz minha tática, então: pus na guarda, raspei como manda o figurino e fiquei ali por cima fazendo minhas vantagens na meia-guarda.</p>
<p>Quando a luta parou e voltou no meio, tentei dar uma movimentada maior. Fui fazer uma passagem de guarda um pouco arriscada quando não há o kimono, em que se bota a mão no joelho para pressionar e passar por cima da perna. Deu no que deu.</p>
<p>Ao ver a gravação depois, eu não sabia se ria ou chorava. Meu braço escorregou certinho e caiu dentro do triângulo dele. Eu pulei para dentro do golpe!</p>
<p>Rapidamente, tentei fazer a defesa tradicional do triângulo, no que ele laçou minha perna. Golpe arrochado, vi então voltar aquela poderosidade da antiga, dos tempos em que minha geração foi criada a ferro e fogo. Eram tempos duros, quando incutiam na gente que devíamos ir até o fim para não ser finalizado. E, com os três tapinhas, não poderíamos testar de fato onde era o fim, certo?</p>
<p>Dormir ou bater? Eu, que nunca tinha batido na minha vida num campeonato, decidi que não seria logo agora, aos 37 anos. Não, eu não desistiria depois de velho, naquele Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>Naquele instante, com meu pescoço imprensado dentro do triângulo, cinco reflexões cruzaram minha mente na velocidade do pensamento:</p>
<p><em>1. Puta merda, que erro! Caí dentro do triângulo feito um idiota.</em></p>
<p><em>2. Preciso me defender.</em></p>
<p><em>3. Ih, não vai dar para defender. Caramba, agora eu sei exatamente como o Royler se sentiu no ADCC 2003. O que faço?</em></p>
<p><em>4. Ferrou. E agora: bater ou não bater?</em></p>
<p><em>5. Bater é o caralho. Vou ficar aqui mesmo.</em></p>
<p>Cheguei até a sonhar. Dormir num golpe é uma sensação estranha, porque é um lance suave. Não é nada traumático, como um nocautaço no vale-tudo. Primeiro, aparecem umas luzes piscando, como um bando de vaga-lumes. Quando você não espera mais, dorme.</p>
<p>Jiu-Jitsu, portanto, é isso: errou, já era, apagou. Deixo claro, primeiro, que meu jovem oponente teve todos os méritos. Segundo: batucar e desistir em campeonato não é demérito para ninguém, pelo contrário. Isso é loucura minha que ninguém deve pensar em seguir, não.</p>
<p><em>The end.</em>&#8221;</p>
<div id="attachment_235800" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235800" class="size-full wp-image-235800" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235800" class="wp-caption-text">Draculino com os alunos na GB, em foto de Bruno O&#8217;Hara / Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rafael Ferraz ensina defesa de guilhotina na GB Panamby</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 00:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A aula de hoje é sobre defesa pessoal, com o faixa-preta Rafael Ferraz, líder da nossa GMI Gracie Barra Panamby. A guilhotina em pé, golpe muito forte e difícil de ser defendido, traz algumas opções para quem recebe o golpe, e Rafael explica esses detalhes. Primeiro, o professor ressalta a importância de dominar o braço&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230346" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230346" class="size-large wp-image-230346" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-1024x652.jpg" alt="" width="650" height="414" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-1024x652.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-300x191.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-768x489.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-1536x978.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz-150x95.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/rafa-ferraz.jpg 1612w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-230346" class="wp-caption-text">Escalada para defender a guilhotina em pé. Foto: Reprodução</p></div>
<p>A aula de hoje é sobre defesa pessoal, com o faixa-preta Rafael Ferraz, líder da nossa <a href="https://www.graciemag.com/academias/gb-panamby/" target="_blank" rel="noopener">GMI Gracie Barra Panamby</a>. A guilhotina em pé, golpe muito forte e difícil de ser defendido, traz algumas opções para quem recebe o golpe, e Rafael explica esses detalhes.</p>
<p>Primeiro, o professor ressalta a importância de dominar o braço que ataca e subir a cabeça, para diminuir a pressão do golpe. Em seguida, ele coloca seu peso no adversário, para que ele mude a posição do corpo, e assim Rafael tenha caminho livre para colocar sua perna e aplicar a queda, livrando o golpe. A movimentação serve também ao receber a guilhotina em pé no treino ou campeonato.</p>
<p>Confira os detalhes da movimentação no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Defesa Pessoal contra Guilhotina." width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/C88pnRsGEQw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-ferraz-ensina-defesa-de-guilhotina-na-gb-panamby/">Rafael Ferraz ensina defesa de guilhotina na GB Panamby</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Carlinhos discute suposta separação entre &#8220;Jiu-Jitsu esportivo x defesa pessoal&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 14:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-coral fundador da equipe Gracie Barra, Carlos Gracie Jr passa uma temporada em Santa Catarina, onde mata saudades do Brasil e dos amigos do Jiu-Jitsu. O mestre, idealizador também da Federação Internacional de Jiu-Jitsu, aproveitou a ocasião para dar sua parcela de opinião sobre um debate que movimenta as redes sociais e as conversas na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55652" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-55652" class="size-full wp-image-55652" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/03/Roger-Carlinhos-Gracie-by-Ivan.jpg" alt="Roger Carlinhos Gracie by Ivan" width="700" height="467" /><p id="caption-attachment-55652" class="wp-caption-text">Carlinhos Gracie com Roger na GB América, na Califórnia. Foto por Ivan Trindade.</p></div>
<p>Faixa-coral fundador da equipe Gracie Barra, Carlos Gracie Jr passa uma temporada em Santa Catarina, onde mata saudades do Brasil e dos amigos do Jiu-Jitsu.</p>
<p>O mestre, idealizador também da <a title="SIte da IBJJF" href="http://ibjjf.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Federação Internacional de Jiu-Jitsu</a>, aproveitou a ocasião para dar sua parcela de opinião sobre um debate que movimenta as redes sociais e as conversas na academia há um tempinho: o Jiu-Jitsu esportivo que se espalha pelo mundo pode ser visto como uma vertente que se contrapõe às técnicas de defesa pessoal?</p>
<p>&#8220;Isso é um pouco de fantasia, uma forma de dividir o Jiu-Jitsu: o Jiu-Jitsu é uma coisa só&#8221;, começa Carlinhos Gracie, no vídeo esclarecedor a seguir. Veja e participe do debate.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Gracie Jr: Jiu-Jitsu Esportivo Vs Defesa Pessoal" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/_mOz8qz9jRc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O café da manhã de Carlos Gracie Jr para você treinar Jiu-Jitsu com saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 13:51:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como é o café da manhã de um Gracie? O suco alimenta sozinho ou é preciso o acompanhamento de sólidos, como pães e laticínios? Que ingredientes orgânicos e novidades do mercado também fazem bem para você? Neste vídeo exclusivo, GRACIEMAG traz para você o desjejum de mestre Carlos Gracie Jr, aditivado por muitos ensinamentos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142180" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142180" class="wp-image-142180 size-full" title="CarlosGracie_DietA GRACIE_GM200" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1.jpg" alt="Carlinhos Gracie e seu desjejum. " width="620" height="460" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1.jpg 620w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1-300x223.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-142180" class="wp-caption-text">Carlinhos Gracie e seu desjejum.</p></div>
<p>Como é o café da manhã de um Gracie?</p>
<p>O suco alimenta sozinho ou é preciso o acompanhamento de sólidos, como pães e laticínios? Que ingredientes orgânicos e novidades do mercado também fazem bem para você?</p>
<p>Neste vídeo exclusivo, GRACIEMAG traz para você o desjejum de mestre Carlos Gracie Jr, aditivado por muitos ensinamentos e macetes para uma alimentação saborosa e rica em energia.</p>
<p>Confira, aprenda com o fundador da Gracie Barra e adapte para seu próprio cardápio.</p>
<p>O artigo completo sobre os hábitos de mestre Carlinhos saiu na edição #200 de GRACIEMAG. Para ler mais <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">artigos, clique aqui.</a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="//player.vimeo.com/video/77103822" width="930" height="523" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-cafe-da-manha-de-carlinhos-gracie-para-voce-treinar-jiu-jitsu-com-saude/">O café da manhã de Carlos Gracie Jr para você treinar Jiu-Jitsu com saúde</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Matheus “Mascote” Chedid traça metas para 2024 e relembra armlock marcante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 17:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
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		<category><![CDATA[Matheus Chedid]]></category>
		<category><![CDATA[Texas]]></category>
		<category><![CDATA[Ulpiano Malachias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Joia da equipe Gracie Barra Westchase no Texas, a fera Matheus “Mascote” Chedid tem tido uma temporada inesquecível, e sonha em chegar voando na elite do esporte. Após ser condecorado com a tão sonhada faixa-preta, o craque da equipe liderada por Ulpiano Malachias ensinou macetes para jovens lutadores e falou com o GRACIEMAG.com sobre suas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242863 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-682x1024.jpg" alt="" width="650" height="976" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-682x1024.jpg 682w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-768x1153.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-1023x1536.jpg 1023w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/12/Matheus-Chedid-em-foto-de-Tyy.jpg 1066w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Joia da equipe Gracie Barra Westchase no Texas, a fera <a href="http://Instagram.com/matheus_mascotebjj" target="_blank" rel="noopener">Matheus “Mascote” Chedid</a> tem tido uma temporada inesquecível, e sonha em chegar voando na elite do esporte.</p>
<p>Após ser condecorado com a tão sonhada faixa-preta, o craque da equipe liderada por Ulpiano Malachias ensinou macetes para jovens lutadores e falou com o GRACIEMAG.com sobre suas metas para 2024.</p>
<p>GRACIEMAG: Você ainda lembra de seu primeiro treininho?</p>
<p>MATHEUS CHEDID: Tenho muitas lembranças especiais desse dia. Comecei a treinar aos 12 anos, então faz algum tempo, mas me recordo de como foi estranho usar um kimono pela primeira vez. E, ao mesmo tempo, de como eu me apaixonei pelo esporte logo na primeira aula! O meu primeiro sparring era outro aluno completamente desengonçado, mas extremamente divertido. Acho que foi naquele momento que eu me apaixonei pelo esporte. Eu sei que já queria me inscrever na academia na mesma hora.</p>
<p>Como foi seu tempo de faixa-azul, quando muita gente desiste e outros se tornam fenômenos?</p>
<p>Foi ali que comecei a me tornar um atleta e realmente comecei a entender os conceitos do Jiu-Jitsu. Tive ótimas experiências nessa faixa e foi nela em que eu tive meus primeiros campeonatos internacionais. Creio que foi de fato um ponto de virada na minha carreira.</p>
<p>Como foi parar na GB Westchase?</p>
<p>Eu treinei desde o meu começo no Jiu-Jitsu na mesma academia, a Octógono, até a minha faixa-marrom. Meu mestre, Fred Blum, trabalhou durante muitos anos com o Ulpiano na Gracie Barra, e por causa disso eles têm uma amizade de longa data. Certo dia, Ulpiano mandou uma mensagem para o meu mestre perguntando se ele tinha algum atleta que gostaria de uma oportunidade de viver do esporte nos EUA. Meu mestre, mesmo com diversas opções, me escolheu dentre todos os alunos para me dar essa oportunidade, e pude seguir meu sonho e evoluir como pessoa. Eu decidi encarar o desafio de frente e agora estou vivendo algo com que apenas sonhava há alguns anos. Está sendo incrível, e não vou desapontá-los!</p>
<p>Que dica você dá para os novatos aproveitarem ao máximo cada faixa?</p>
<p>Há diversas dificuldades que precisamos superar em cada uma das faixas. Logo, a dica mais importante que posso dar é focar em pequenas evoluções. Todo pequeno detalhe que a gente aprende é um fator importante no desenvolvimento do Jiu-Jitsu, cada pequeno detalhe vai pouco a pouco nos ensinando a entender mais sobre os diferentes aspectos de cada posição. Além disso, aprender novidades toda semana acaba por ser um grande motivador durante toda a nossa jornada no Jiu-Jitsu.</p>
<p>Quais são suas metas para 2024?</p>
<p>Estrear na faixa-preta com grandes exibições. Minha principal meta é competir no Mundial da IBJJF, tanto de kimono quanto sem kimono, e experimentar como é lutar no mais alto nível do esporte, no palco sagrado da Pirâmide. Venho sonhando com esse momento há muito tempo e vou fazer o meu melhor para mostrar o meu Jiu-Jitsu.</p>
<p>O que de melhor você aprendeu com seus mestres?</p>
<p>Meus mestres sempre foram exemplos para mim em tudo, passei toda a minha adolescência dentro do tatame e formei a minha personalidade e princípios baseado nos exemplos deles. Hoje, o Ulpiano me ensina como assumir as responsabilidades da vida adulta e de como olhar para o futuro. Todos eles sempre me ensinaram muito sobre o esporte e sobre a vida. Sobre como ser uma boa pessoa dentro e fora do dojo. Pois, no fim da história, isso é o que importa. Então faço o que posso para criar um legado do qual vou me orgulhar, e isso aprendi com eles.</p>
<p>Que luta foi a mais memorável de sua trajetória até agora?</p>
<p>Não poderia ser outra além da minha primeira superluta nos EUA, em janeiro de 2023. Fui convidado para competir no Elevate Submission Series e estava muito ansioso para a luta naquele dia, pois não era muito habituado com lutas casadas na época. Felizmente consegui focar a minha mente e logo no começo da luta consegui realizar um armlock voador que simplesmente explodiu nas redes sociais. Sem dúvida nenhuma, é a minha finalização favorita dentre todas as minhas competições.</p>
<p>O que aprendeu de mais valioso ao disputar lutas sem pano depois de anos treinando apenas de paletó?</p>
<p>Quando eu cheguei aos EUA tinha pouca experiência e uma deficiência técnica em diversos aspectos do jogo sem kimono. Porém dei a sorte de estar em uma das melhores academias do mundo nesse ramo, e hoje estou dividindo o tatame com diversos competidores de alto nível, como o Pedro Marinho e muitos outros. Venho aprendendo muito e evoluindo o meu jogo graças a ajuda de todos os companheiros de treino. Sem dúvidas o que aprendi de mais valioso é que não existe um motivo para nos limitarmos a uma modalidade específica – Jiu-Jitsu vai ser sempre Jiu-Jitsu, independente de se estar usando kimono ou não, e eles sempre vão se completar e adicionar mais opções para o seu jogo.</p>
<p>Adaptou-se rápido ao estilo de vida nos Estados Unidos?</p>
<p>O processo de mudança para os EUA é bem complicado e vem com diversos pontos positivos e negativos. Hoje sou capaz de focar completamente no meu trabalho como atleta, enquanto no Brasil eu não tinha essa possibilidade e era necessário conciliar a vida de atleta com outro trabalho.</p>
<p>E a saudade?</p>
<p>Pois é, o lutador que vem do Brasil paga o preço de precisar estar longe das pessoas que ama e de viver em uma cultura diferente. Felizmente tenho o Ulpiano e diversos parceiros de treino que sempre são extremamente solidários e isso ameniza o impacto da situação, mas é um sacrifício necessário, estar longe de pessoas tão especiais para mim, como minha esposa e minha família. Porém, eles nunca deixam de me incentivar, mesmo de longe. Prova disso foi durante a minha graduação para faixa-preta, quando meu pai viajou para o Texas apenas para poder estar presente na minha graduação, e isso é o tipo de momento que não tem preço. Tudo o que faço é para deixar as pessoas que amo orgulhosas, e sei que vou deixar um legado positivo. Quando eu olhar para trás um dia, quero saber que fiz o meu melhor. Cada passo da jornada conta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Elevate Submission Series 1 Chedid vs Mackenzie" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/bSj7FRsEb40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/matheus-mascote-chedid-traca-metas-para-2024-e-relembra-armlock-marcante/">Matheus “Mascote” Chedid traça metas para 2024 e relembra armlock marcante</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O triângulo invertido de Braulio Estima</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 14:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Bráulio Estima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú: qual o segredo do triângulo invertido que ajudou Braulio Estima a conquistar o absoluto do ADCC em Barcelona?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_488" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-488" class="wp-image-488 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/11/Graciemag_Xande_Braulio-1.jpg" alt="Braulio e Xande no ADCC 2009." width="400" height="311" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/11/Graciemag_Xande_Braulio-1.jpg 400w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/11/Graciemag_Xande_Braulio-1-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/11/Graciemag_Xande_Braulio-1-150x117.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-488" class="wp-caption-text">Braulio contra Xande no ADCC 2009.</p></div>
<p>Qual seria o segredo do triângulo invertido que ajudou Braulio Estima a conquistar tantos títulos – entre eles, o absoluto do ADCC 2009?</p>
<p>Segundo o próprio campeão, não tem mistério.</p>
<p>&#8220;É um golpe bem simples. Tudo é uma questão do tempo da posição, por isso requer prática, para você estar ligado na hora de atacar&#8221;, diz o popular Carcará.</p>
<p>&#8220;O segredo, se existe, é deixar o cara achar que está numa boa. E, quando ele menos esperar, cair na arapuca. Meu objetivo é fazê-lo pisar na casca de banana, deixar o cara fascinado pelo brilho do fogo e terminar tostado&#8221;, compara o La Fontaine do Jiu-Jitsu.</p>
<p>O craque nos ensinou a armadilha, passo a passo.</p>
<p>1– &#8220;Numa luta, há muitas coisas acontecendo antes do ataque propriamente dito, portanto esteja atento e traga o oponente para o seu jogo. É como hipnose, mas é Jiu-Jitsu! Primeiro certifique-se que você está numa posição segura, mantendo o controle da guarda e segurando os dois braços do oponente.&#8221;</p>
<p>2– &#8220;O principal é agora, na hora de chutar a perna esquerda por cima do pescoço. O detalhe é levar a virilha o mais perto possível do pescoço inimigo. Muito embora não pareça que está perto o suficiente, essa aproximação é fundamental.&#8221;</p>
<p>3– &#8220;Pois bem, agora é só chutar a perna direita por baixo e fechar o cadeado, sempre segurando o braço direito dele com a sua mão esquerda. Esta pegada, aliás, é a última que eu solto&#8221;, ensina o Carcará.</p>
<p>Confira a técnica na prática, em aula do Carcará com o amigo Bernardo Faria.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="The Tightest Reverse Triangle Choke by Braulio Estima" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2lCqmpZMhoI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-triangulo-invertido-de-estima-no-jiu-jitsu-com-e-sem-kimono/">O triângulo invertido de Braulio Estima</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jean Pierre: &#8220;Jiu-Jitsu for everyone, from children to American army soldiers&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 02:24:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Born in Teresopolis-RJ, 28 year old black belt Jean Pierre started his Jiu-Jitsu journey at the age of 15, much like many others. He always remained active within his community, staying involved in the Church and local outreach programs. However, after pursuing a career in sales: Jean realized he wanted to do something bigger&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242434" style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242434" class="wp-image-242434 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas.jpg" alt="" width="723" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas.jpg 723w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Gb-exercito-texas-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /><p id="caption-attachment-242434" class="wp-caption-text">Black belt Jean Pierre, from Gracie Barra Cedar Park, Texas.&nbsp;&nbsp;</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">Born in Teresopolis-RJ, 28 year old black belt Jean Pierre started his Jiu-Jitsu journey at the age of 15, much like many others. He always remained active within his community, staying involved in the Church and local outreach programs. However, after pursuing a career in sales: Jean realized he wanted to do something bigger with his life.</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">He was given the opportunity to move to America as an athlete and work full time in Brazilian Jiu-Jitsu in 2022, and since then has been under the instruction of 4th degree black belt Fabio Villela in Austin Texas. Working together with his team, Jean has been working tirelessly on helping the community in any way he can. Together with Professor Andre Sena, he conducted numerous Combative classes in the US. Army in Fort Hood, as well as special tactic classes for local law enforcement offices. While Jean has been dedicated to expanding his horizons in Jiu-Jitsu, he has discovered his passion for teaching children, and is looking to create a curriculum for special needs kids.</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">When asked why, in a world of tough Jiu-Jitsu fighters, he has developed this niche he replied: &#8220;A lot of people now are focusing on the fighters. A lot of people are focusing on Jiu-Jitsu as a weapon. But what about the kids without priviledge? What about the kids that have trouble learning things, or have to learn a little different then the other kids? Jiu-Jitsu is so much more than that. Jiu-Jitsu is also about making the weak become strong. About the underdog coming out ahead. If I can turn and help the kids people have turned their back to, this will mean more than any gold medal or title.&#8221;</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">Jean plans on continuing his goals next year, and working hard to make the next generation have a better future.</div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-242436 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas.jpg" alt="" width="723" height="964" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas.jpg 723w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/Exercito-Texas-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jean-pierre-jiu-jitsu-for-everyone-from-children-to-american-army-soldiers/">Jean Pierre: “Jiu-Jitsu for everyone, from children to American army soldiers”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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