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	<title>Godoí | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Godoí | Graciemag</title>
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		<title>Como o &#8220;Godoi Choke&#8221; pode encaixar no seu jogo no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 14:08:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roberto Godoi, professor e líder de uma das mais tradicionais e respeitadas escolas de Jiu-Jitsu de São Paulo, é um dos renomados campeões que integram o programa GRACIEMAG Indica (GMI), que procura unir a comunidade do esporte no planeta. O famigerado &#8220;Jason&#8221;, dono de dez medalhas de ouro no Mundial Master da IBJJF, faz questão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="im">Roberto Godoi, professor e líder de uma das mais tradicionais e respeitadas escolas de Jiu-Jitsu de São Paulo, é um dos renomados campeões que integram o programa <a href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.graciemag.com/pt/gmi/&amp;source=gmail&amp;ust=1478364443510000&amp;usg=AFQjCNGOOb1UoTGdQ-JvEh38ZCyWQbT_hg">GRACIEMAG Indica (GMI)</a>, que procura unir a comunidade do esporte no planeta.<br />
</span></p>
<p>O famigerado &#8220;Jason&#8221;, dono de dez medalhas de ouro no Mundial Master da IBJJF, faz questão de estar sempre competindo para testar seus golpes e técnicas – e, de quebra, aprender com as gerações mais novas.</p>
<p>Para nossa equipe, o professor ensinou com exclusividade uma variação do estrangulamento rodado, sua marca registrada conhecida como &#8220;Godoi Choke&#8221;. A técnica foi lapidada ali por 2015.</p>
<p>O oponente virou de quatro? Finalize como Godoi. Repare no detalhe de catar a perna, e teste nos treinos.</p>
<p><iframe title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/estrangulamento-rodado-como-o-godoi-choke-pode-encaixar-no-seu-jogo-no-jiu-jitsu/">Como o “Godoi Choke” pode encaixar no seu jogo no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3 dicas essenciais de Godoi para gerenciar academias de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 10:44:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em clássica edição de GRACIEMAG, um dos destaques entre os leitores foi uma entrevista do professor Roberto Godoi, onde o popular “Jason” recordou como sua academia passou de 30 praticantes no início para uma rede de filiais que envolve milhares de alunos hoje. Muitos leitores inclusive pediram mais histórias, dicas e detalhes para gerir bem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205785" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205785" class="size-large wp-image-205785" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-1024x671.jpeg" alt="" width="650" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-1024x671.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-768x504.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-150x98.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45.jpeg 1060w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-205785" class="wp-caption-text">Professor Roberto Godoi à frente de sua equipe na graduação da G13BJJ. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Em clássica edição de <a href="https://www.graciemag.com/2018/02/07/graciemag-252-o-novo-desafio-do-samurai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GRACIEMAG</a>, um dos destaques entre os leitores foi uma entrevista do professor Roberto Godoi, onde o popular “Jason” recordou como sua academia passou de 30 praticantes no início para uma rede de filiais que envolve milhares de alunos hoje. </p>
<p>Muitos leitores inclusive pediram mais histórias, dicas e detalhes para gerir bem uma escola de Jiu-Jitsu. Godoi, claro, encarou a missão e mandou as mais valiosas.</p>
<p>Confira e aprenda com quem soube chegar aonde chegou.</p>
<p><strong>1. Ações de divulgação e marketing</strong><br />
Para o líder da escola G13BJJ, o professor precisa responder algumas perguntas para se certificar que está no caminho certo. Entre elas: “Seu bairro e região sabem da existência de sua academia? Conhecem o seu trabalho de excelência dentro do BJJ? Os potenciais novos alunos têm chegado a sua academia?” Portanto, o primeiro passo é entender como divulgar sua equipe para o público local.</p>
<p><strong>2. Consultoria de vendas desde a porta</strong><br />
Toda academia bem sucedida investe consistentemente no treinamento do que antes era chamado de “recepção”; hoje, o caminho é transformar a antiga recepção num eficiente departamento de vendas. “Muitos alunos ficam na academia dependendo desse primeiro contato. Essa medida aumenta significativamente o número de matrículas e planos vendidos a seus clientes”, explica Godoi. “Nesse primeiro contato com o novo aluno, nossas consultoras devem estar treinadas e preparadas para entender que cada aluno novo é uma pessoa diferente entre si; e o principal, são pessoas com objetivos totalmente diferentes dentro do Jiu-Jitsu.”</p>
<p><strong>3. Fidelização das turmas já existentes</strong><br />
Pouco adianta divulgar bem sua academia e atrair muitos novos alunos sem um bom trabalho para quem chega. “Procure responder estas perguntas: Como anda o treinamento e a motivação do quadro de profissionais de sua academia? E sua infra-estrutura, equipamentos e higiene das dependências no geral, são atrativas?”. O Jiu-Jitsu já exige esforço e dedicação em cima do tatame, ofereça conforto fora dele.</p>
<p>Para conferir mais dicas de Roberto Godoi e de outros aclamados professores e mestres do Jiu-Jitsu, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG</a>.</p>
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		<title>Roberto Godoi recalls his mishaps and victories in Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 16:00:36 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207940" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207940" class="size-full wp-image-207940" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-207940" class="wp-caption-text">Godoi in a striking photo by Luca Atalla for Gallerr.com</p></div>
<p>A respected teacher and fierce competitor, with countless titles in Brazil and abroad, Roberto Godoi has already accumulated more than three decades of a firm commitment to Jiu-Jitsu. The road was long and full of challenges, but the professor, who always liked to test himself, has endured over the years and built his image in parallel with the G13BJJ, a team which he led in Brazil and now leads in <a href="https://www.instagram.com/g13bjjhq_us/">american soil</a>, furthering the reach of the gentle art in the US and spreading the benefits of Jiu-Jitsu among its people. </p>
<p>We&#8217;ve talked with Godoi and the chat revisited great moments in the teacher&#8217;s trajectory, from the first contact with the sport and his first academy to the analysis of his many years as a black belt, including valuable tips for you to successfully walk the path of constant learning in the gentle art.</p>
<p>Check the interview below and learn with Roberto Godoi!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: First and foremost: how did your classic nickname, “Jason” come about?</strong></p>
<p>ROBERTO GODOI: (Laughter). That&#8217;s a good one. The nickname was born at Waldomiro &#8220;Junior&#8221; Perez&#8217;s academy. I was one of the toughest workouts in the gym and almost always wore a dirty gi that had a rip or two. Despite being young at the time, I also never had much hair, and this all coincided with the success of the films in the series “Friday The 13th”. When Junior was going to separate the training duos, he would say: “Go, you&#8217;ll train with Jason!”. But the one who made the nickname stick and led me to embrace it was a good friend of ours, who developed my first patch for the gi; when I saw it, it was a Jason doll in a mask and gi! The younger kids always thought it was awesome, but I never really cared.</p>
<p><strong>You have more than three decades in Jiu-Jitsu, with more than twenty of those years as a black belt. What has been the most memorable experience in all these years?</strong></p>
<p>That&#8217;s right, I was promoted to black belt at the end of 1996, and for many years I&#8217;ve proudly carried it around my waist. I fondly remember my first fights as a black belt, at the 1997 IBJJF Hawaii Pan. At the Jiu-Jitsu World Championship, I got third place at Tijuca Tênis Clube and it was a unique moment. We used to live real adventures, with car caravans leaving São Paulo, crashes in the Serra das Araras, the suffering of weigh-ins the day before&#8230; I remember this one time i ran around the gym for three hours and still had to weigh naked to beat the limit and be allowed to fight. We stayed in  small fifth-rate hotels, huddled together, sneaking in the middle of the night so the managers wouldn&#8217;t notice. These are stories that people hardly believe nowadays.</p>
<p><strong>It&#8217;s been more than thirty years competing nonstop. How do you think this constancy in the championships helps you, as a teacher and as a citizen?</p>
<p>Nowadays, as a 47-year-old athlete, my body now recovers from the various injuries I&#8217;ve had during that time, and with that comes some limitations, but that&#8217;s not going to stop me, at least not now! I&#8217;m passionate about that feeling of stepping on the mat, testing myself, listening to the guys saying that so-and-so is in my division and that he&#8217;s trained hard to win. It&#8217;s these feelings that keep that child&#8217;s flame burning inside me, the desire to train similar to when I started in the sport. Competing also makes me a better professional every day – the objective is not to prove anything to anyone but to pursue the continuous evolution and balance of my Jiu-Jitsu, not to mention the improvement of our group as a whole.</p>
<p><strong>It&#8217;s that Rickson Gracie quote, studying and learning never end…<strong></p>
<p>Yes, because Jiu-Jitsu evolves and modernizes every year. I know I have a lot to learn and improve; with that, competing and training with my students daily forces me to keep up to date with the latest in our art. Furthermore, championships are great for seeing friends, sharing laughs, expanding our network of contacts, among many other benefits for a teacher.</p>
<p><strong>How did you start training Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Jiu-Jitsu came into my life by chance. When I was a kid, the school I went to sometimes had fights, and in my class, there was a kid from Argentina who could hold his own in a brawl. One day, this guy went to Rio de Janeiro for the year&#8217;s end and came back shocked. He called me and said: “If you don&#8217;t want to be beaten by anyone else in your life, you have to learn what I saw in Rio!”. He had visited a Gracie academy and said that he had been twisted in every way: “Dino (that was my nickname), this is what you need to practice, it&#8217;s called Jiu-Jitsu!”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-234036" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg" alt="" width="875" height="537" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-1024x628.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-768x471.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-150x92.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram.jpg 1073w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p><strong>And was it easy to find a gym in São Paulo?</strong></p>
<p>I learned that Marcelo Behring, who was already a famous champion trained by Rickson, had just arrived in São Paulo in 1988. I went there but the gym was too sought after and the training was expensive, so I couldn&#8217;t afford it. I got lucky that my brother came back from the US and gave me a brand new jacket, which I sold for the price of three months of training and got started. It was there that I met Waldomiro, who was Marcelo&#8217;s right-hand man and later would be my teacher and great friend.</p>
<p><strong>What was the most memorable fight of your career?</strong></p>
<p>All of them had their valor and brought great learning. But I don&#8217;t feel able to summarize in a moment, or personal achievement, my entire trajectory in Jiu-Jitsu. My greatest achievement in the sport was, without a doubt, the number of people and lives I could help improve, not only those who trained with me but their families and friends as well.</p>
<p><strong>Do you still remember your first gym?</strong></p>
<p>I was still a purple belt, in 1992, when, alongside a friend, I decided to set up the first gym I had, in the back of my house. It was small there, with enough room for about 15 students per class, and in the first month we already had 30 students training – and about ten waiting for a vacancy. Today, our G13BJJ school has been structuring itself more and more at the company level and seeking to give full support and feedback to its franchised students and teachers. The structure is unimaginable, comparing it to that gym in the back of the house. Our concern today is to ensure that G13BJJ is seen and recognized as a “martial arts school”, with us fulfiling our role as good educators.</p>
<p>We teach both students who think about competing and those who dream of being an entrepreneur and knowing how to teach and manage their own business one day. Today we have more than 7,000 students in 71 units, 55 of those in Brazil, between São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, and Santa Catarina. Outside Brazil, there are five in the US and one in Australia.</p>
<p><strong>What tips would you give to succeed in Jiu-Jitsu and reach a black belt?</strong></p>
<p>It is difficult to summarize in a few tips, because there are many variables involved. But I would say number one is discipline, to train constantly and not give up; the second is health – for your machine to work well, take care of it; the third is self-confidence: believe in yourself, and don&#8217;t let anyone or anything tell you that you can&#8217;t or aren&#8217;t capable!</p>
<p><strong>Will effort always beat talent in Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>I&#8217;m sure talent without discipline and a lot of effort gets us nowhere. Since I was a kid, I liked to fight, but I&#8217;ve always been tougher and more persevering than a talented guy himself. In several of the fights and championships I&#8217;ve won, I&#8217;ve been successful knowing that to be victorious I would first have to overcome my lack of talent. I&#8217;m certainly a tougher guy today because I have that focus and because I know what I&#8217;m made of. I always strive to be a better Godoi today than I was yesterday.</p>
<p><strong>One of your strengths is sticking your hand in the collar, standing or on the ground, always triggering a blow… How does this tactic of yours work?</strong></p>
<p>We must first remember that our fight starts standing up before going to the ground, so it is evident that, whether for takedowns, sweeps, or pulling to guard, all positions have their preparations and nuances, especially these details of grips on collars and sleeves to make it happen successfully. Standing, I try to exert my dominant left-hand grip on the opponent&#8217;s collar, and when I get it, it opens up a good range of attacks and positions for me, details that I pass on to everyone on our team. But Jiu-Jitsu isn&#8217;t always what we want, it&#8217;s the opportunities that arise at the time of the fight, so in our routine training at G13, we focus on both our strong game and our weak side, to try to increase the balance and elevate our game.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>You&#8217;ve done seven MMA fights and started back in 1995. What did you learn about Jiu-Jitsu and about yourself stepping into these rings?</strong></p>
<p>Those were different times, in which it was a natural way to migrate and fall into MMA at some point in their trajectory, even to seek this “validation” of their degree. And with me, it was no different. I learned several lessons in MMA and I am grateful for each experience that today adds to the baggage I have, and so I can contribute to achieving the goals of my athletes, be those professional or not. My dream is to serve as a ramp for all my students to reach much further than me.</p>
<p><strong>You, like many teachers, went through a change of image that is similar to the evolution that took place with Jiu-Jitsu: in the past, it gave a strong image; today, you resemble a father of the students, respectful, cordial to opponents… Is the current Jason a peaceful one?</strong></p>
<p>Yes, it&#8217;s a natural maturation of mine as a person, which happened in parallel with the transformation of Jiu-Jitsu&#8217;s values ​​as a sport and a lifestyle around the world. I was at the front of a group and was a “master” very early on, and with this immaturity, I had my mistakes, but also my successes. Back then, that was a stereotype stuck in most Jiu-Jitsu fighters, but nowadays I&#8217;m better prepared as a person, in every way, to fill my position. I owe much of this to my parents and to what I learned in Jiu-Jitsu, for being this unique tool for emotional balance and rescue of moral values ​​that, practiced daily, shapes us and those around us so that we can have a more harmonious and all-around better society.</p>
<p><strong>In 2001, Godói-Macaco, which had been projected on the São Paulo sports circuit, broke up. What lessons did you learn from the breakup?</strong></p>
<p>Godoi-Macaco in its heyday was unique, and whoever lived that, lived! I won&#8217;t take it for granted and am proud of everyone who went there. I don&#8217;t mean to besmirch so many others who fought hard for it in SP, but we were one of the main reasons for the rise of Jiu-Jitsu in São Paulo and Brazil at the time. We helped build it in São Paulo and I always believed in myself, I knew my role and value within the team. This was reflected in my self-confidence and total security, which didn&#8217;t make me fear the separation or starting from scratch. But that&#8217;s the summary of Jiu-Jitsu, the art prepares us to be champions in life. I just focused on work, not listening to the naysayers, because &#8220;the dogs bark and the caravan passes by&#8221;.</p>
<p><strong>In December, it was ten years since Ryan&#8217;s death. What do you think was his importance for Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ryan&#8217;s loss represented the loss of a great fighter, it was great human material. But Ryan lost to himself. Often the biggest battles we face in our lives are not against face-to-face or physical body opponents that we can physically hit. That&#8217;s why the fight is often unequal and why we shouldn&#8217;t judge anyone. Controversial or not, he was always an aggregator and was regarded by his students as a natural leader. His coming to SP, regardless of all the “causes”, did contribute to the promotion of Jiu-Jitsu in our state and revealed many athletes and friends which I&#8217;ll carry for the rest of my life. Nowadays, they carry his legacy and name around the world.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-godoi-recalls-his-mishaps-and-victories-in-jiu-jitsu/">Roberto Godoi recalls his mishaps and victories in Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 15:00:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207940" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207940" class="size-full wp-image-207940" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-207940" class="wp-caption-text">Godoi em foto marcante de Luca Atalla para o Gallerr.com</p></div>
<p>Professor respeitado e competidor ferrenho, com incontáveis títulos no Brasil e no exterior, Roberto Godoi já acumula mais de três décadas de compromisso firme com o Jiu-Jitsu. A estrada foi longa e cheia de desafios, mas o professor, que sempre gostou de se testar, perdurou no decorrer dos anos e construiu sua imagem em paralelo à equipe G13BJJ, time que lidera.</p>
<p>Nós conversamos com Godoi para a edição número #261 da GRACIEMAG, no ano em que completou seu trigésimo aniversário no Jiu-Jitsu, e o papo revisitou grandes momentos da trajetória do professor, desde seu primeiro contato com o esporte, a primeira academia, até chegar na análise de seus muitos anos de faixa-preta, com dicas valiosas para você percorrer com sucesso o caminho de aprendizado constante da arte suave.</p>
<p>Confira a conversa a seguir e aprenda com Roberto Godoi!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #251. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Primeira pergunta, antes que esqueçamos: como surgiu seu clássico apelido, “Jason”?</strong></p>
<p><strong>ROBERTO GODOI:</strong> (Risos). Boa. O apelido nasceu na academia do Waldomiro Perez, o Junior. Eu era um dos treinos mais duros na academia e quase sempre estava de kimono sujo e com um rasgo ou outro. Desde novo, eu também nunca tive muito cabelo, e isso tudo coincidiu com o sucesso dos filmes da série “Sexta-feira 13”. Quando o Junior ia separar os treinos, ele mandava: “Vai lá, você treina com o Jason, vai!”. Mas quem realmente fez o apelido pegar e eu assumi-lo, foi um grande amigo nosso, que desenvolveu meu primeiro patch para o kimono; quando eu vi, era um boneco do Jason de máscara e kimono! A molecada mais jovem sempre se amarrou, mas eu mesmo nunca liguei muito.</p>
<p><strong>Este ano você completa 30 anos de Jiu-Jitsu, 21 já como faixa-preta. O que viveu de mais memorável nestes anos todos?</strong></p>
<p>Exato, fui promovido faixa-preta no fim de 1996, e há 21 anos trago ela com muito orgulho em minha cintura. Em 1997 lembro com carinho das minhas primeiras lutas como faixa-preta, no Pan do Havaí da IBJJF. No Mundial de Jiu-Jitsu, belisquei um terceiro lugar no Tijuca Tênis Clube, foi um momento único. Vivíamos verdadeiras aventuras, com caravanas de carro saindo de São Paulo, batidas na serra das Araras, o sofrimento das pesagens no dia anterior… Lembro de ter ficado correndo três horas em volta do ginásio e ainda ter de pesar nu para bater o peso e poder lutar. Ficávamos num hotelzinho de quinta categoria, amontoados, entrávamos furtivamente na madrugada para os gerentes não perceberem. São histórias que hoje o pessoal mal acredita.</p>
<p><strong>São três décadas praticamente sem parar de competir. Como acha que essa constância nos campeonatos o ajuda, como professor e como cidadão?</strong></p>
<p>Com 43 anos, meu corpo cobra hoje as diversas lesões que tive no decorrer desse tempo, e com isso vêm algumas limitações, mas não será isso que vai me parar, pelo menos não agora! Tenho paixão por aquele sentimento de pisar no tatame, de me testar, de ouvir os caras falando que fulano está na minha categoria e que ele está treinado para ganhar. São esses sentimentos que mantêm acesa dentro de mim aquela chama de criança, a vontade de treinar similar a de quando comecei no esporte. Competir também me torna um profissional melhor a cada dia – a busca não está em provar nada a ninguém, e sim perseguir a evolução contínua e o equilíbrio do meu Jiu-Jitsu, sem falar no aprimoramento do nosso grupo como um todo.</p>
<p><strong>É aquela frase do Rickson Gracie, o estudo e o aprendizado não terminam nunca…</strong></p>
<p>Sim, pois o Jiu-Jitsu evolui e se moderniza a cada ano. Eu sei que tenho muita coisa a aprender e melhorar; com isso, competir e treinar com meus alunos diariamente me obrigam a ficar atualizado com o que há de mais atual na nossa arte. Além do mais, os campeonatos são ótimos para rever amigos, dar risadas, ampliar nossa rede de contatos, entre tantos outros benefícios para um professor.</p>
<p><strong>Como você começou a treinar Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu entrou na minha vida por acaso. Eu estava num colégio que volta e meia tinha confusão na saída, e na minha turma havia um argentino bom de briga. Um dia, esse camarada foi passar um fim de ano no Rio de Janeiro e voltou em choque. Ele me chamou e disse: “Se você não quiser apanhar de mais ninguém na vida, você tem de aprender o que vi no Rio!”. O argentino tinha visitado uma academia Gracie e contou que tinha sido retorcido de tudo que é jeito: “Dino (era meu apelido), o que você precisa fazer é isso, chama Jiu-Jitsu!”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-234036" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg" alt="" width="875" height="537" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-1024x628.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-768x471.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-150x92.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram.jpg 1073w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p><strong>E foi fácil achar uma academia em São Paulo?</strong></p>
<p>Eu fiquei sabendo que o Marcelo Behring, que já era um famoso campeão formado pelo Rickson, havia acabado de chegar em SP em 1988. Parti para lá mas a academia era badalada e os treinos eram caros, eu não tinha condição nenhuma de pagar. Dei sorte pois meu irmão voltou dos EUA e me deu uma jaqueta novinha. Vendi a jaqueta pelo preço de três meses de treinos e comecei. Foi lá que conheci o Waldomiro, que era o braço direito do Marcelo e depois seria meu professor e grande amigo.</p>
<p><strong>Qual foi a luta mais memorável de sua carreira?</strong></p>
<p>Todas tiveram valor, e trouxeram grande aprendizado. Mas não me sinto capaz de resumir num momento, numa conquista pessoal, toda minha trajetória dentro do Jiu-Jitsu. Meu maior feito no esporte sem dúvidas foi o número de pessoas e vidas que pude ajudar a melhorar, não só os que treinaram comigo mas seus familiares e pessoas em torno também.</p>
<p><strong>Ainda se lembra de sua primeira academia?</strong></p>
<p>Eu ainda era faixa-roxa, em 1992, quando junto com um amigo decidi montar a primeira academia que tive, nos fundos da minha casa. Lá era pequeno, tinha espaço para cerca de 15 alunos por turma, e no primeiro mês já tínhamos 30 alunos treinando – e uns dez esperando vaga. Hoje nossa escola G13BJJ vem se estruturando cada dia mais a nível de empresa, e buscar dar todo o suporte e o retorno aos seus alunos e professores franqueados. A estrutura é inimaginável, olhando para aquela academia nos fundos de casa. Nossa preocupação hoje é cuidar para que a G13BJJ seja vista e reconhecida como uma &#8220;escola de artes marciais”, e nosso papel cada vez mais é de bons educadores.</p>
<p>Ensinamos tanto aos alunos que pensam em competir quanto aos que sonham em empreender e saber lecionar e gerir seu próprio negócio um dia. Hoje somos mais de 7 mil alunos em 71 unidades, sendo 55 unidades no Brasil, entre São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Santa Catarina. Fora do Brasil são cinco nos EUA e uma na Austrália.</p>
<p><strong>Que dicas você daria para ter sucesso no Jiu-Jitsu e chegar à faixa-preta?</strong></p>
<p>Difícil resumir em poucas dicas, porque são muitas variáveis envolvidas. Mas eu diria que a número um é a disciplina, para treinar constantemente e não desistir; a segunda é a saúde – para sua máquina funcionar bem, cuide de seu corpo; e a terceira é a autoconfiança: acredite em você, e não deixe nada ou ninguém falar que você não pode ou não é capaz!</p>
<p><strong>Esforço sempre vai vencer o talento, no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Eu estou certo que talento sem disciplina e muito esforço não nos leva a lugar nenhum. Desde criança eu gosto de lutar, mas sempre fui mais aguerrido e perseverante que um cara talentoso em si. Em várias lutas e campeonatos que venci, obtive sucesso por saber que para ser vitorioso eu precisaria primeiro superar uma carência de talento minha. Hoje certamente sou um cara mais duro hoje por ter esse foco, por saber do que sou feito. Sempre procurei me esforçar mais hoje para a cada dia ser um Godoi melhor do que ontem.</p>
<p><strong>Um dos seus pontos fortes é enfiar a mão na gola, em pé, no chão, já sempre engatilhando um golpe… Como funciona essa sua tática?</strong></p>
<p>É preciso primeiro lembrar que nossa luta começa em pé antes de ir para o chão, por isso é evidente que, seja para quedar, raspar ou chamar na guarda, todas as posições tem seus preparativos e nuances, em especial esses detalhes de pegadas em golas e mangas para poderem acontecer com sucesso. Em pé eu procuro exercer minha pegada dominante de canhoto na gola do oponente, e quando a consigo, ela me abre um bom leque de ataques e posições, detalhes que repasso para todos do nosso time. Mas Jiu-Jitsu nem sempre é o que queremos, e sim o que aparece na hora da luta, então em nossos treinamentos rotineiros na G13, enfocamos tanto nosso jogo forte quanto nosso lado deficiente, para tentarmos cada vez mais equilibrar e elevar nosso jogo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você fez sete lutas de MMA e começou lá atrás, em 1995. O que aprendeu sobre Jiu-Jitsu e sobre si mesmo subindo nesses ringues?</strong></p>
<p>Eram tempos totalmente diferentes, em que era um caminho meio natural migrar e cair para dentro do &#8220;vale-tudo&#8221; em algum momento de sua trajetória, até para buscar essa “validação” de sua faixa. E comigo não foi diferente. Tive diversas lições e aprendizados dentro do vale-tudo e sou grato por cada experiência que hoje soma para a bagagem que possuo, e assim consigo contribuir para realizar os objetivos dos meus atletas, profissionais ou não. Meu sonho é servir de rampa para todos os meus alunos chegarem muito mais longe do que eu.</p>
<p><strong>Você, como muitos professores, passou por uma mudança de imagem que é similar à própria evolução que se deu com o Jiu-Jitsu: antigamente, passava uma imagem de marra; hoje, você se assemelha a um paizão dos alunos, respeitador, cordial com os oponentes… O Jason hoje é de paz?</strong></p>
<p>Sim, trata-se de um amadurecimento natural meu como pessoa, que aconteceu paralelamente à transformação dos valores do Jiu-Jitsu como esporte e estilo de vida no mundo todo. Eu estive à frente de um grupo e fui um “mestre&#8221; muito cedo, e com essa imaturidade tive meus erros, mas também meus acertos. Lá atrás esse era um estereótipo colado na maioria dos lutadores de Jiu-Jitsu, mas sem dúvida alguma hoje sou uma pessoa muito melhor preparada, em todos os sentidos, para ocupar minha posição. Boa parte disso eu devo a meus pais e ao que aprendi no Jiu-Jitsu, por ser essa ferramenta única de equilíbrio emocional e resgate de valores morais que, praticado diariamente, nos molda e aos que nos cercam, para termos um convívio mais harmonioso e conquistarmos uma sociedade melhor.</p>
<p><strong>Em 2001 a Godói-Macaco, que vinha com projeção no circuito esportivo paulista, se separou. Que lições você tirou da separação?</strong></p>
<p>A Godoi-Macaco em seus tempos áureos foi única, e quem viveu aquilo, viveu! Não cuspo no prato em que comi e tenho orgulho de todos que ali passaram, sem desmerecer a tantos outros que batalharam com muito afinco lá atrás em SP, mas fomos um dos principais responsáveis pelo surgimento com relevância do nome Jiu-Jitsu no mapa de SP e do Brasil na época. Ajudamos a construir o Jiu-Jitsu paulista e sempre acreditei em mim, soube do meu papel e valor dentro do time. Isso refletiu na minha autoconfiança e total segurança, que não me fez temer qualquer separação ou reinício do zero que eu precisasse passar. Mas isso é o resumo do Jiu-Jitsu, a arte nos prepara para ser um campeão na vida. Eu apenas foquei no trabalho, sem dar ouvidos a bochichos, porque “os cães ladram e a caravana passa”.</p>
<p><strong>Em dezembro fez dez anos da morte do Ryan. Qual você acha que foi sua importância para o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>A perda do Ryan representou a perda de um grande lutador, era um grande material humano. Mas o Ryan perdeu para ele mesmo. Muitas vezes as maiores batalhas que enfrentamos em nossas vidas não são contra oponentes de rosto ou de corpo físico contra o qual conseguimos atingir fisicamente. Por isso a luta muitas vezes é desigual, e dessa forma não devemos julgar ninguém. Controverso ou não, ele sempre foi um agregador e tido por seus alunos como um líder nato. Sua vinda para SP, independentemente de todos os “causos”, contribuiu sim para o fomento do Jiu-Jitsu em nosso estado e revelou muitos atletas e amigos que tenho para a vida e levam hoje o legado e nome dele pelo mundo.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-godoi-completa-30-anos-de-jiu-jitsu-e-relembra-os-percalcos-e-vitorias-na-carreira/">Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roberto Godói ensina detalhes do &#8220;Godoi choke&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 13:25:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Líder da G13BJJ, nosso GMI Roberto Godoi faz questão de estar sempre competindo para testar seus golpes e técnicas, e hoje mostra com exclusividade uma variação do estrangulamento rodado, a qual apelidou de &#8220;Godói Choke&#8221;. O oponente virou de quatro? Finalize como Godói. Repare no detalhe de catar a perna, e teste nos treinos. Oss!&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146436" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1.jpg" alt="" width="1500" height="1000" class="size-full wp-image-146436" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/godoi-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><p id="caption-attachment-146436" class="wp-caption-text">Godoi Choke em aplicação pelo criador, Roberto Godoi. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Líder da G13BJJ, nosso GMI Roberto Godoi faz questão de estar sempre competindo para testar seus golpes e técnicas, e hoje mostra com exclusividade uma variação do estrangulamento rodado, a qual apelidou de &#8220;Godói Choke&#8221;.</p>
<p>O oponente virou de quatro? Finalize como Godói. Repare no detalhe de catar a perna, e teste nos treinos. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-godoi-ensina-detalhes-do-godoi-choke/">Roberto Godói ensina detalhes do “Godoi choke”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A raspagem que deu o título do Internacional de Master &#038; Sênior para Alan Moraes</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 16:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Internacional de Master &#38; Sênior de Jiu-Jitsu trouxe ótimas lutas no fim de julho. No sênior 1 peso-pena, Alan Moraes (Carlson Gracie) venceu Roberto Machado (Godói) na final com uma raspagem da omoplata. Veja como ele fez:</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Internacional de Master &amp; Sênior de Jiu-Jitsu trouxe ótimas lutas no fim de julho. No sênior 1 peso-pena, Alan Moraes (Carlson Gracie) venceu Roberto Machado (Godói) na final com uma raspagem da omoplata. Veja como ele fez:</p>
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