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	<title>exclusiva | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:55:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira! * Artigo publicado originalmente nas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212878" style="width: 1314px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212878" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg" alt="" width="1304" height="958" class="size-full wp-image-212878" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17.jpeg 1304w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-300x220.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-768x564.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-1024x752.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-15-at-22.14.17-150x110.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1304px) 100vw, 1304px" /></a><p id="caption-attachment-212878" class="wp-caption-text">Gordon Ryan em foto de Blanca Marisa Garcia para a GRACIEMAG</p></div>
<p>Rei absoluto do Mundial Sem Kimono e campeão peso e absoluto do ADCC 2019, Gordon Ryan recebeu uma série de cartas e perguntas de nossos leitores. Como não é de fugir, ele encarou todas de frente, e as respostas, publicadas na GRACIEMAG #264, em fevereiro de 2019, estão abaixo. Confira!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>“Você diz que finalizar mais e mais nos campeonatos é o seu modo de atrair audiência para o Jiu-Jitsu. O trash-talk também funciona para buscar popularidade?”</strong></p>
<p><strong>GORDON RYAN:</strong> Claro, o trash-talk é uma parte disso, de ajudar o Jiu-Jitsu a ser um esporte popular entre os espectadores. Se você for espiar uma lista dos lutadores e artistas marciais mais bem-sucedidos, mais populares e mais lembrados, serão sempre os caras que provocavam e faziam trash-talk. Muhammed Ali, Mike Tyson, Conor McGregor&#8230; Você tem de ser excitante para o público de alguma maneira. Seja no ringue, cage, tatames ou mesmo fora da academia. Muita gente não tem as habilidades necessárias para levantar a plateia durante as competições, e tenta substituir o talento pela falação. Outros não têm a personalidade para provocar mas, mesmo calados, são competidores eletrizantes. Historicamente, porém, os lutadores que se eternizam são os que possuem ambas as habilidades. Provocar não é para todo mundo. Mas o motivo dos fãs gostarem de mim é que eu falo e faço, eu sustento o que digo. E o mais importante: eu falo muito porque eu acredito do fundo do coração que as coisas que digo são absolutamente verdades. E por isso eu tenho hoje os fãs mais leais no esporte.</p>
<p><strong>“Como funciona sua mente durante uma luta de campeonato?”</strong><br />
Meu processo de raciocínio durante minhas lutas é bem simples. Eu normalmente começo devagar, e o motivo para isso é que estou simplesmente estudando meu adversário. Quero sentir logo como eles vão reagir a certas ações minhas. À medida que a luta avança, eu começo a entender o jogo deles e a fazer os ajustes necessários para alcançar uma posição de vantagem, de onde eu posso, por fim, controlá-los e finalizá-los.</p>
<p><strong>“O que o motiva a acordar e treinar forte todos os dias?”</strong><br />
Motivação para mim é moleza. Eu nunca penso no curto prazo, não penso se estou cansado ou se estou ansioso por férias. Tudo para mim é em longo prazo, são meus objetivos para o futuro que contam. Onde eu quero estar quando eu fizer 30, 40, 50, 60 anos. Sou adepto ferrenho da mentalidade “dê tudo de si ou não dê nada”. Ou seja, ou eu vou investir 110% do meu esforço em direção a um objetivo ou nem vou me importar nada com aquilo. A última coisa que quero é chegar aos 38 anos cheio de conquistas mas passar embaraços frente à nova geração nas competições por não ter me dedicado totalmente aos treinos. Isto é, se em algum ponto da minha vida eu não me sentir motivado a treinar em tempo integral eu simplesmente vou me aposentar. Mas, até lá, vou treinar com a mesma fome que eu sempre tive, desde que era um faixa-marrom que ninguém conhecia.</p>
<p>Outro fator que me motiva é que estamos sempre melhorando alguma técnica nos treinamentos com John (Danaher). Não é chegar na academia e fazer as mesmas coisas todo dia sem melhorar, como ocorre muito. Isso sim é maçante. Nos nossos treinos, toda semana literalmente a gente sente a evolução maciça, e se eu rolasse com a minha versão de dois meses atrás não teria nem graça. Motivação então é isso: perceber que há sempre uma novidade para aprendermos, e há sempre lutadores da novíssima geração querendo fazer o nome em cima dos atuais campeões. É tudo do que preciso lembrar para sair da cama bem disposto.</p>
<div id="attachment_218823" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg" alt="" width="1024" height="683" class="size-full wp-image-218823" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218823" class="wp-caption-text">Gordon supera Buchecha e fica com o título absoluto. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo Film</p></div>
<p><strong>“Ser campeão com kimono ou brilhar no UFC: qual é o seu sonho maior?”</strong><br />
No momento, meu foco ainda é vencer com kimono. Eu treino ativamente com o pano e para MMA todos os dias. Eu me divirto mais nos treinos de MMA, admito. E a luta de chão é apenas metade da luta nos ringues. Uma metade e tanto, claro. Mas apenas metade. Há algo sobre aprender a outra metade da luta (a parte de trocação) que realmente me interessa.</p>
<p><strong>“O Keenan Cornelius disse, numa edição recente de GRACIEMAG (GM #262), que ele é o seu criador. Como a vitória contra ele catapultou seu nome no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
(Risos) Foi. Finalizar Keenan pela primeira vez foi um passo monumental na minha carreira. Mas a vitória que deu o grande pontapé inicial na minha trajetória, ao meu ver, foi meses antes: no EBI 6 de 2016, em que finalizei o Yuri Simões e o Rustam Chsiev quando ninguém me conhecia. Mas concordo, vencer Keenan foi um grande passo para construir minha marca.</p>
<p><strong>“Quem é o seu maior rival hoje? Felipe Preguiça?”</strong><br />
Meu maior rival hoje eu diria que é o Felipe, com certeza. Ele é a única pessoa que me venceu de fato por duas vezes na faixa-preta. Creio que na nossa primeira luta todas as tentativas de finalização foram praticamente minhas, durante os 40 minutos de disputa. Até que, claro, ele cravou aquela linda catada de costas quando eu tentava o ashi-garami. Na segunda luta, sinto que eu ditei o ritmo da luta 100%, até que ele obteve a mesma pegada de costas, com menos de dois minutos para o fim. Felipe provavelmente será o único cara competitivo contra mim sem o kimono. Ele é provavelmente um dos poucos caras que tem jogo para disputar comigo em qualquer regra, em qualquer formato de luta.</p>
<div id="attachment_194080" style="width: 1510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194080" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg" alt="" width="1500" height="844" class="size-full wp-image-194080" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/preguica-ryan4-1-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></a><p id="caption-attachment-194080" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça ataca as costas de Gordon Ryan para finalizar no mata-leão. Foto: Gallerr</p></div>
<p><strong>“Você crê que ainda tem brechas no seu jogo?”</strong><br />
Meu jogo com kimono certamente tem falhas. Há muito ainda a aprender em termos de pegadas, especialmente na parte em pé. No meu jogo sem pano tem brechas também, claro. Há sempre espaço para melhorarmos em tudo. Especialmente, como já disse, na minha parte em pé. Mas, sem o kimono, eu diria que tenho mais espaço para evoluir do que propriamente falhas. Já no MMA, por fim, eu hoje sou praticamente péssimo em tudo (risos).</p>
<p><strong>“Que conceito do treinador John Danaher mudou sua vida no Jiu-Jitsu?”</strong><br />
Danaher enxerga o esporte de uma maneira completamente diferente do que qualquer outra pessoa. Todo mundo tem “seus movimentos favoritos”, onde colocam você em suas posições de ataque preferidas e usam seus movimentos/truques prediletos de lá. Mas, se você olhar para muitos desses faixas-pretas de nível mundial, depois que você os tira da zona de conforto e os coloca numa posição a que não estão acostumados, eles não sabem muito o que fazer. Então, toda abordagem de John em relação ao Jiu-Jitsu é baseado numa série de sistemas projetados para por esses caras em posições nas quais eles não estão acostumados – e que são as mesmas posições em que vivemos treinando diariamente. Com essa abordagem, fomos facilmente capazes de, em menos de cinco anos, superar atletas de nível mundial que já eram campeões na faixa-preta quando a gente nem treinava Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_218808" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218808" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" class="size-full wp-image-218808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/gordon-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-218808" class="wp-caption-text">Gordon Ryan ficou com o ouro até 99kg. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo FIlm</p></div>
<p><strong>“O que você aprendeu durante a final do pesadíssimo contra o Roberto Cyborg no Mundial Sem Kimono, onde rolaram pegadas fortes e até tapas?”</strong><br />
Aprendi na final contra Cyborg que sou realmente o melhor nessa guerrilha psicológica. Consegui entrar na cabeça de um homem adulto, um lutador experiente, e o forcei a jogar fora uma das maiores medalhas da temporada. Isso é simplesmente incrível para mim. Ele é um faixa-preta que está nesse esporte praticamente desde que eu estou vivo, e o vimos sofrer um colapso mental legítimo, a ponto de ele ter de recorrer a suaves tapões em mim, em plena final de um Mundial faixa-preta. Eu acho fantástico (risos).</p>
<p><strong>“O que você aprendeu na final do absoluto no Mundial Sem Kimono, contra o Yuri?”</strong><br />
A final com o Yuri foi meio decepcionante. Eu tinha vencido ele por 11 a 0 no início do dia, e já tinha lutado contra ele e o finalizado duas vezes antes disso, no EBI e no Kasai. Pensei portanto que seria capaz de finalizá-lo de novo. Mas ele conseguiu fazer alguns bons ajustes para travar melhor a luta nas finais. Se houve algo a aprender, foi que brasileiros ficam muito bravos quando os árbitros não lhes dão as vantagens e as exigências que fazem (risos). Se o Yuri tivesse vencido por vantagens todos os “haters” da internet diriam eu sou uma porcaria. Mas quando eu obtive minha vantagem todos os brasileiros no torneio estavam chorando que os árbitros roubaram o Yuri. Eu pergunto: quando na história dos campeonatos um juiz roubou para um americano contra um brasileiro? Literalmente nunca. Talvez eu tenha apenas vencido aquela luta? Será possível aceitar que um gringo é mesmo bom nesse esporte?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/exclusivo-gordon-ryan-revela-detalhes-de-suas-vitorias-e-derrotas-no-jiu-jitsu/">Exclusivo: Gordon Ryan revela detalhes de suas vitórias e derrotas no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aposentar-se sem arrependimentos: a lição de Yuri Simões para o ADCC 2019</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 22:32:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campeão de duas categorias do ADCC, em duas divisões diferentes, Yuri Simões parte para sua terceira edição com a mira fixa em fazer história. Após estrear no Abu Dhabi Combat Club em 2015 e faturar a divisão até 88kg, o atleta da CTA retornou com ouro em 2017, na Finlândia até 99kg. Seu foco agora&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218360" style="width: 1526px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218360" class="size-full wp-image-218360" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153.png" alt="" width="1516" height="1080" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153.png 1516w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153-300x214.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153-768x547.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153-1024x729.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190912-023012-e1568266752153-150x107.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1516px) 100vw, 1516px" /></a><p id="caption-attachment-218360" class="wp-caption-text">Yuri após treinar rumo ao ADCC 2019. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Campeão de duas categorias do ADCC, em duas divisões diferentes, Yuri Simões parte para sua terceira edição com a mira fixa em fazer história. Após estrear no Abu Dhabi Combat Club em 2015 e faturar a divisão até 88kg, o atleta da CTA retornou com ouro em 2017, na Finlândia até 99kg. Seu foco agora é na divisão acima de 99kg, contra os maiores e mais pesados competidores do evento.</p>
<p>Em conversa com GRACIEMAG, Yuri revelou seus planos para o torneio que rola na Califa, nos dias 28 e 29 de setembro, as motivações para pular de uma categoria para outra e o que esperar de seus duelos contra nomes de peso no Jiu-Jitsu sem kimono, como Buchecha, Gordon Ryan e outros. Confira na nossa entrevista exclusiva!</p>
<p><em>A cobertura do ADCC 2019 é um oferecimento da <a href="http://instagram.com/KingzBrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@KingzBrasil</a></em></p>
<p><a href="http://www.kingzbrasil.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-218698 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/kingz.jpg" alt="" width="905" height="194" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/kingz.jpg 905w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/kingz-300x64.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/kingz-768x165.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/kingz-150x32.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 905px) 100vw, 905px" /></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual a motivação para ir subindo de categoria e buscar desafios ainda maiores no torneio?</strong></p>
<p>YURI SIMÕES: A motivação é fazer história. Dediquei a minha vida inteira ao Jiu-Jitsu, com e sem kimono. Quero um dia poder me aposentar e ter certeza absoluta de que dei o melhor na minha carreira como competidor. O Jiu-Jitsu é a minha vida, eu sempre vou estar motivado em fazer algo que eu amo.</p>
<p><strong>Ser um veterano do ADCC deve ter suas vantagens. Ainda dá um frio na barriga de competir no formato deles?</strong></p>
<p>Sim, mas pra mim isso é completamente normal! Eu acredito que só não não fica nervoso aquele que não se importa tanto com o resultado. O grande lance é se você vai perder o controle, ou deixar o “nervosismo” e a adrenalina te dominar ao ponto de atrapalhar o seu desempenho. Quanto ao fato de ser veterano e isso ajudar, tento não pensar muito por esse lado por que não quero jamais me acomodar. Se for pra me acomodar prefiro nem lutar! Eu treino e penso como se esse fosse ou meu primeiro ADCC, é preciso ter muita fome de vitória.</p>
<p><strong>Buchecha, Cyborg e Kaynan são craques da categoria. Qual o adversário mais perigoso na sua chave?</strong></p>
<p>Eu acho que seria injusto apontar um cara em uma chave onde todos estão 100% qualificados para estarem ali, a maioria dos atletas da minha chave já conquistou pelo menos alguns títulos de peso no esporte. No mais todo mundo que compete sabe muito bem que nenhum oponente jamais deve ser subestimado. Eu acho que o que vai fazer a diferença é o coração e a vontade de vencer na hora.</p>
<p><strong>A estratégia e conhecimento da regra sempre estiveram ao seu lado. O Caio Terra segue com o caderninho estudando tudo?</strong></p>
<p>Com certeza, isso sempre ajuda! O Caio é um perfeccionista nessa parte de estratégia e regras.</p>
<p><strong>Outro que está inscrito e pode fazer uma revanche com você é o Gordon Ryan. Qual o caminho pra bater o americano no jogo sem kimono?</strong></p>
<p>Quer mesmo que eu revele a estratégia antes da luta? Vocês podem esperar apenas muita vontade de eu ser campeão novamente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/aposentar-sem-arrependimentos-a-licao-de-yuri-simoes-para-o-adcc-2019/">Aposentar-se sem arrependimentos: a lição de Yuri Simões para o ADCC 2019</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: João Gabriel Rocha analisa retorno em Abu Dhabi e ritmo para o Mundial da IBJJF</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 19:37:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campeão da divisão até 110kg do Abu Dhabi World Pro 2019, João Gabriel Rocha teve três dias de uma verdadeira maratona até chegar ao topo do pódio. Depois da conquista, ao finalizar Yahya Al Hammadi, a fera bateu um papo com nossa equipe. Na conversa, o faixa-preta da Soul Fighters ressaltou a iminência do Mundial&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_215383" style="width: 1324px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215383" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site.jpg" alt="" width="1314" height="739" class="size-full wp-image-215383" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site.jpg 1314w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/joao-site-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1314px) 100vw, 1314px" /></a><p id="caption-attachment-215383" class="wp-caption-text">João Gabriel avaliou sua atuação em Abu Dhabi. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Campeão da divisão até 110kg do Abu Dhabi World Pro 2019, João Gabriel Rocha teve três dias de uma verdadeira maratona até chegar ao topo do pódio. Depois da conquista, <a href="https://www.graciemag.com/2019/04/30/video-o-estrangulamento-de-joao-gabriel-rocha-no-abu-dhabi-world-pro-2019/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ao finalizar Yahya Al Hammadi</a>, a fera bateu um papo com nossa equipe.</p>
<p>Na conversa, o faixa-preta da Soul Fighters ressaltou a iminência do Mundial da IBJJF, com o teste de luxo nos Emirados Árabes para avaliar o ritmo de competição e o retorno ao Abu Dhabi World Pro após vencer sua dura batalha contra o câncer.</p>
<p>Confira na nossa entrevista exclusiva no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="João Gabriel Rocha analisa retorno em Abu Dhabi e ritmo para o Mundial da IBJJF" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Q1iH9junHKo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-gabriel-rocha-analisa-retorno-em-abu-dhabi-e-ritmo-para-o-mundial-da-ibjjf/">Vídeo: João Gabriel Rocha analisa retorno em Abu Dhabi e ritmo para o Mundial da IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Tayane Porfírio comenta mudança para a Gracie Barra</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 14:17:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_215147" style="width: 1254px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215147" class="size-full wp-image-215147" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg" alt="" width="1244" height="936" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg 1244w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-300x226.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-768x578.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-1024x770.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1244px) 100vw, 1244px" /></a><p id="caption-attachment-215147" class="wp-caption-text">Tayane em aulão ministrado na GB Fulham. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Do Rio das Pedras para Londres. Foi por essa singela troca de ares que a campeã mundial Tayane Porfírio pegou a todos de surpresa nessa terça-feira, após divulgar uma foto vestindo as cores da Gracie Barra. Faixa-preta consagrada no time da Alliance, a fera falou com exclusividade à GRACIEMAG que estava de fato indo para o time liderado por Carlinhos Gracie, e por motivos bem específicos.</p>
<p>Tayane frisou que não teve nenhum problema com a Alliance, e que tinha partido de mala e cuia para a Gracie Barra Fulham para buscar melhores oportunidades de carreira e poder ajudar sua família aqui no Brasil.</p>
<p>&#8220;Cheguei a um ponto de não mais conseguir ajudar meus pais, e isso se tornou doloroso&#8221;, disse Tayane. &#8220;Meu pai não pode trabalhar por problemas de saúde e minha mãe se mata de trabalhar para poder prover aos meus irmãos e sobrinho. Quero ver minha família bem e me sentir realizada trabalhando com o que eu amo.&#8221;</p>
<p>Contudo, o que mais se ouviu nas redes sociais e a maior pergunta gerada por conta da mudança é se agora, com Tayane na Gracie Barra, os fãs podem esperar um duelo entre ela e Gabi Garcia. Antes elas defendiam a mesma bandeira, e um fechamento poderia acontecer. Tayane, contudo, foi comedida.</p>
<p>&#8220;Bom, eu prefiro não falar sobre lutar com ela. Acho que cada um tem um tipo de atitude em se expor, e não é legal ficar falando em específico de uma só atleta, até porque são várias atletas no Mundial e ninguém sabe se a gente vai se esbarrar ou não.&#8221;</p>
<p>Confira abaixo o papo na íntegra, na nossa entrevista exclusiva desta quarta-feira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi a saída da Alliance?</strong><br />
<strong>TAYANE PORFÍRIO:</strong> Cheguei na equipe em 2014, há 5 anos. A relação com a equipe sempre foi tranquila, tanto com os professores quantos demais competidores. Seja nas sedes ou filiais. Minha relação com o Gigi sempre foi maravilhosa, eu o tenho como pai. Ele me acolheu, e ensinou muito além do Jiu-Jitsu. Sobre valores, princípios, me orientou inúmeras vezes profissional e pessoalmente falando. Um verdadeiro mestre. Um guia. A conversa com o Gigi foi difícil. O assunto, querendo ou não, é delicado. Não quero que pensem que o Gigi perdeu uma atleta, na verdade o Gigi me tornou esta atleta. Agora, ele só fez com que a atleta dele ganhasse o mundo. O reconhecimento vai ser sempre “ela foi aluna do Alexandre Paiva” “ela é faixa-preta do Gigi”. Estou com ele desde a azul, foi ele que me tornou a Tayane Porfírio que eu sou hoje!</p>
<p><strong>E como foi o convite para ir para a GB?</strong><br />
Ninguém de fato me chamou ou convenceu a compor a equipe GB. A decisão de vir para a Gracie Barra de Londres foi apenas de abraçar a oportunidade que tenho aqui. Londres provem de mais infraestrutura e qualidade de vida.<br />
Já considerava sair do Brasil por vários motivos como segurança, reconhecimento, etc. Conheci Londres em 2016 e já “sonhava” com esse lugar por filmes e fotos, acabei me apaixonando. Londres e Portugal sempre foram minhas paixões. Além do mais aqui tenho amigos, não me sinto desamparada e aprenderei inglês. Sabemos o quanto isso é importante em qualquer profissão, principalmente para lutadores. Precisar viajar, dar seminários e saber comunicar bem. Sinto que esse momento chegou. Vinha estudando essa possibilidade desde agosto, conversava com amigos meus sobre minha situação no Brasil e sempre me falavam que eu precisava sair do Brasil pra dar aula, ter melhores condições financeiras etc. Eu acho que eu sei onde meu calo aperta, sei que vão falar que sou creonte e coisas do tipo, mas quem vai pagar minhas contas? Sou eu! As pessoas do meio do Jiu-Jitsu precisam amadurecer e parar de falar tanta besteira. Eu não deixo de ser brasileira</p>
<p><strong>Qual foi o real motivo da sua mudança?</strong><br />
Aqui vou poder ganhar um bom salário, fazendo o que eu amo e poder ajudar minha família! Infelizmente no Brasil você tem que decidir entre pagar aluguel ou comer. O Jiu-Jitsu não é reconhecido no Brasil como deveria. As pessoas reclamam de um seminário que custa R$ 40,00, acham caro. Cobrar R$ 100,00 numa aula particular vão dizer que você está louco. Há muitas empresas também que vêem o atleta como um total pedinte. Não entendem a logística de patrocínio. Precisamos de roupas sim, mas roupas esportivas não pagam conta de luz, por exemplo. Atletas se machucam, precisam pagar consultas médicas, remédios, fisioterapia etc. O principal motivo de mudar é minha família. Sempre fui uma pessoa que pensei muito na família, em ajudá-los. Se eles estão bem, eu estou bem. Tenho emocional e inspiração pra seguir. Cheguei a um ponto de não mais conseguir ajudar meus pais, e isso se tornou doloroso. Meu pai não pode trabalhar por problemas de saúde e minha mãe se mata de trabalhar para poder prover aos meus irmãos e sobrinho. Quero ver minha família bem e me sentir realizada trabalhando com o que eu amo.</p>
<p><strong>E para quando podemos esperar sua estreia na GB?</strong><br />
Ainda não sei. Preciso me organizar e minha família se adaptar a isso também. Meu irmão morava comigo, minha mão voltou pro nordeste.. enfim, muita coisa acontecendo. Preciso me estruturar para então voltar a ativa.</p>
<p><strong>Com a ida para a GB, fica inevitável projetar uma colisão de estrelas entre você e Gabi. Como acha que vai ser?</strong><br />
Bom, eu prefiro não falar sobre lutar com ela. Acho que cada um tem um tipo de atitude em se expor, e não é legal ficar falando em específico de uma só atleta, até porque são várias atletas no Mundial e ninguém sabe se a gente vai se esbarrar ou não. Colisão de estrelas vemos várias vezes, em diferentes organizações. Eu entendo a expectativa do público mas não tenho nada específico com ninguém. São várias atletas “nessa rota de colisão” e ninguém sabe ao certo quem vai “pro confere” ou como vai acabar. O importante é sempre fazermos uma luta limpa, honesta e com profissionalismo. Fico extremamente feliz de hoje ser uma das atletas que se destacam. Tenho 24 anos, ainda tem muita coisa por vir, e sei que vão surgir diversas outras atletas. Acredito que cada uma faz a diferença em seu meio e todas tem espaço para brilhar! Mais uma vez irei usar essa frase: Deus trabalha em silêncio, planeja em oculto e honra em público!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-tayane-porfirio-comenta-mudanca-para-a-gracie-barra/">Entrevista exclusiva: Tayane Porfírio comenta mudança para a Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Kaynan Duarte e a mente fixa em bater recordes no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Apr 2019 09:47:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Astro da nova geração do Jiu-Jitsu internacional, com apenas 21 anos de idade, Kaynan já passou do status de promessa para atuar como favorito em todo torneio que passa. Seja de kimono ou sem pano, o faixa-preta da Atos Jiu-Jitsu, que foi destaque nas faixas coloridas, confirma sua grande fase nas disputas entre a elite&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_215067" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215067" class="size-full wp-image-215067" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044.jpg" alt="" width="1080" height="712" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044-768x506.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044-1024x675.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG-20190412-WA0044-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-215067" class="wp-caption-text">Kaynan Duarte em ação no Abu Dhabi Grand Slam. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>Astro da nova geração do Jiu-Jitsu internacional, com apenas 21 anos de idade, Kaynan já passou do status de promessa para atuar como favorito em todo torneio que passa. Seja de kimono ou sem pano, o faixa-preta da Atos Jiu-Jitsu, que foi destaque nas faixas coloridas, confirma sua grande fase nas disputas entre a elite da arte suave, e suas ambições vão além.</p>
<p>Campeão no Pan de kimono com recente sucesso no Kasai Pro sem pano, ao finalizar o arisco Craig Jones em lance inesperado, Kaynan mostra sua versatilidade ao migrar para os dois estilos tão distintos com facilidade.</p>
<p>&#8220;Como estou treinando mais de kimono então tenho gostado mais do pano, mas quando eu parto para as atividades sem kimono eu passo a apreciar mais o sem pano&#8221;, disse a fera que já tem vaga garantida no ADCC 2019.</p>
<p>Além disso, mesmo com torneio importantes pela frente, como o Abu Dhabi World Pro e Brasileiro ainda neste mês, Kaynan já tem mira fixa no Mundial, e só o ouro não é o bastante para o sedento competidor da Atos.</p>
<p>&#8220;Quero defender os títulos que eu conquistar. Um objetivo que eu tenho é bater alguns recordes. Ganhar muitos atletas já ganharam, agora ficar no topo por alguns anos é o mais difícil.&#8221;</p>
<p>Confira abaixo as declarações do craque Kaynan Duarte, na nossa entrevista exclusiva desta semana!</p>
<p><strong>GRACIEMAG:</strong> Você sente que está mais embalado do que nunca ou está na mesma constante de sempre?<br />
<strong>Kaynan Duarte:</strong> Estou com certeza na minha melhor fase, vindo de grandes vitórias, algo que me motiva e da muita confiança, mas acredito que cada campeonato é algo diferente, o que passou passou e o que importa é o que esta por vir</p>
<p><strong>Você começou a ter visibilidade na faixa-roxa, na seletiva do ADCC 2017. O que mudou no Kaynan roxa para o Kaynan na preta?<br />
</strong>Mudou que agora, com certeza, estou com muito mais experiência e mais maturidade. Mas ainda com a mesma vontade de vencer</p>
<p><strong>Você já encarou grande nomes do Jiu-Jitsu, mas qual deles foi o mais complicado de encarar?<br />
</strong>Tive e ainda vou ter muitos atletas que vão querer me atrapalhar nos meus próximos desafios, mas acho melhor eu guardar pra mim qual deles eu acho que é o mais duro. Ha-ha!</p>
<p><strong>Um detalhe do seu jogo é sempre começar na frente nas pontuações. Qual o segredo para pontuar antes?<br />
</strong>Isso é uma coisa que gosto muito de fazer, mas não é um plano fixo, pois na luta tudo pode acontecer e mudar de repente. O que sempre penso é tentar ficar completo em todos aspectos, tanto na luta em pé, fazendo guarda ou passando.</p>
<p><strong>No Kasai você evitou a posição forte do Craig Jones e contra atacou com bela transição. Foi algo novo ou você já treinava a técnica?<br />
</strong>É uma posição que eu faço muito nos treinos, mas geralmente eu uso na prática de kimono. Ali, sem kimono, eu não planejava usar essa transição, mas assim que ele entrou no giro para cruzar o joelho eu apliquei a técnica e deu tudo certo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BwBHTlgA-AU/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" data-instgrm-version="12">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/BwBHTlgA-AU/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Como você anula o bote no seu tornozelo, fiel leitor? Com a fera @kaynanduarte contra @craigjones. (Repost @ze_cobra via @kasaigrappling) #defesa #bjjvideos #nogi #graciemag #jiujitsu #kasai</a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;" href="https://www.instagram.com/graciemagoficial/?utm_source=ig_embed&amp;utm_medium=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Gracie Magazine Brasil</a> (@graciemagoficial) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2019-04-09T02:08:00+00:00">8 de Abr, 2019 às 7:08 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>Os próximos meses serão movimentados, com e sem kimono. Como fazer para conciliar as duas modalidades nos treinos?<br />
</strong>Este ano está sendo bem movimentado mesmo. Estarei no Brasileiro, no Abu Dhabi World Pro e no ADCC. Estou treinando muito de kimono, mas consigo treinar sem kimono também. É sempre difícil conciliar, porque é bem diferente um do outro. Mas trabalhamos com um cronograma bem alinhado para trabalhar tudo da melhor maneira.</p>
<p><strong>Você vê muita diferença ao atuar com e sem kimono? Em qual você se sente mais à vontade?<br />
</strong>Depende. Eu gosto muito de lutar com e sem kimono. Para treinar acho que sem kimono é um pouquinho mais difícil, mas para lutar eu gosto de ambos. Mas tudo depende da época também. Como estou treinando mais de kimono então tenho gostado mais do pano, mas quando eu parto para as atividades sem kimono eu passo a apreciar mais o sem pano.</p>
<p><strong>Mesmo muito jovem, você entra como um dos favoritos nos próximos torneios. Qual a sua projeção para o futuro?<br />
</strong>Estou bem confiante. Já consegui ganhar os principais títulos da temporada, estou bem focado para o Mundial. Só penso mesmo em ganhar esse título, ainda não tenho planos para além do ouro mundial. Primeiro vou atingir a minha meta para depois pensar nos meus próximos passos. Mas já garanto que quero defender os títulos que eu conquistar. Um objetivo que eu tenho é bater alguns recordes. Ganhar muitos atletas já ganharam, agora ficar no topo por alguns anos é o mais difícil. Depois que eu atingir meus objetivos, quero ter a minha escola, fazer outros campeões, assim como o André Galvão faz comigo na Atos. E sobre os seminários, depois desse período de competições, vou buscar lecionar em alguns seminários sim. Sobre família, acho que é um pouco cedo ainda. Ha-ha!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-kaynan-duarte-e-a-mente-fixa-em-bater-recordes-no-jiu-jitsu/">Entrevista exclusiva: Kaynan Duarte e a mente fixa em bater recordes no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Raoni Barcelos agradece elogio de Minotauro e analisa luta no UFC Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 18:26:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com duas vitórias no UFC sem deixar na mãos dos jurados, Raoni Barcelos chega com status de promessa para uma nova era do MMA brasileiro no Ultimate. Apontado desde muito jovem como material de luxo para o quadro de pesos-penas do evento, Raoni, hoje com 30 anos, quer caminhar devagar e sempre ao topo da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_210376" style="width: 796px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/raoni.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-210376" class="size-full wp-image-210376" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/07/raoni.jpg" alt="" width="786" height="492" /></a><p id="caption-attachment-210376" class="wp-caption-text">Raoni aplica combinação que valeu a vitória e o bônus de luta da noite em sua estréia no UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Com duas vitórias no UFC sem deixar na mãos dos jurados, Raoni Barcelos chega com status de promessa para uma nova era do MMA brasileiro no Ultimate. Apontado desde muito jovem como material de luxo para o quadro de pesos-penas do evento, Raoni, hoje com 30 anos, quer caminhar devagar e sempre ao topo da divisão, e terá pela frente um grande teste.</p>
<p>No dia 11 de maio, o brasileiro encara Said Numagomedov, com a responsabilidade de representar sua cidade natal no UFC Rio, na Jeunesse Arena, na Barra da Tijuca. Além disso, <a href="https://www.graciemag.com/2019/04/02/rodrigo-minotauro-ve-fim-da-entressafra-de-idolos-no-ufc-e-aponta-seus-2-craques-diferenciados-do-mma-nacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">como disse Rodrigo Minotauro em entrevista recente à GRACIEMAG</a>, Raoni está entre as maiores apostas da nova safra brasuca. Com pés no chão, Raoni agradeceu, mas sem perder a sobriedade.</p>
<p>&#8220;Fico muito feliz por ser apontado como destaque por uma lenda do esporte como o Minotauro, mas o mais importante é fazer por onde&#8221;, disse Raoni. &#8220;Já passaram outros nomes pelo UFC com esse status de promessa e acabaram não corresponderam muito. Quero fazer meu trabalho da melhor maneira possível, com a cabeça em chegar aos meus objetivos.&#8221;</p>
<p>Confira o papo com Raoni Barcelos a seguir, na nossa entrevista exclusiva desta quarta-feira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Rumo à sua terceira luta, já se sente veterano no UFC ou ainda bate aquele frio na barriga?</strong><br />
<strong>RAONI BARCELOS:</strong> Venho de duas vitórias consecutivas no UFC, uma por nocaute e uma por finalização. Não me sinto veterano não, pelo contrário. Estou começando agora, é uma escada que eu estou subindo, devagarzinho, rumando ao meu objetivo, aonde eu quero chegar. Com certeza dá um frio na barriga, é normal, ainda mais lutando em casa. Isso faz parte de todo atleta. Acho que quando ele perde essa adrenalina perdeu a graça. Sinto esse frio na barriga, mas é gostoso até.</p>
<p><strong>Crê que seu jogo encaixa bem contra o do Nurmagomedov?</strong><br />
Ele tem um jogo bem completo também, tanto em pé quanto no wrestling. Chuta bastante, inclusive. Em cada um dos meus camps eu estudo bastante, trabalho em cima do jogo do oponente para anular o que ele faz. Vou impor o meu jogo forte, para nocautear ou finalizar, cercar ele em pé sem dar brechas pros seus golpes rodados.</p>
<p><strong>Em que fundamento você se sente mais à vontade hoje?</strong><br />
Além da trocação afiada e do chão, procuro sentir a luta. Se tiver oportunidade de nocautear em pé é isso que eu vou buscar, se pintar uma brecha para finalizar no chão eu vou pra pegar. Você não pode errar na luta, qualquer erro é fatal, então a missão é jogar bem justo, sem errar. Lógico que o wrestling me dá uma base muito boa, para defender as tentativas de queda e derrubar durante as minhas transições. Depende muito de como a luta caminha.</p>
<p><strong>Relembre uma das técnicas favoritas de Raoni, a seguir:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Derrube qualquer adversário e finalize, com Raoni Barcelos" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/8rtmvROadr8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Como você encarou os elogios rasgados de Minotauro?</strong><br />
Fico muito feliz por ser apontado como destaque por uma lenda do esporte como o Minotauro. Ele falar e lembrar do meu nome me deixa muito contente, ser eleito como uma promessa do UFC. Mas o mais importante é fazer por onde, pois já passaram outros nomes pelo UFC com esse status de promessa e acabaram não corresponderam muito. Ser apontado desta forma é bom e ruim ao mesmo tempo. É bom pela exposição, o público cria uma expectativa nas suas lutas, e é ruim pois se você tropeçar e perder uma luta sequer já era, você deixa de ser promessa. Fico feliz sim por ser apontado, mas tento fazer meu trabalho da melhor maneira possível com a cabeça em chegar aos meus objetivos.</p>
<p><strong>Você finalizou duas lutas em 13. Acha que criou poucas chances no solo?</strong><br />
Varia muito de uma luta para outra. Não tive muita oportunidade de usar o meu chão no RFA, por exemplo. Como eu falei antes, luta é luta. Cada adversário tem sua peculiaridade, mas pode ter certeza de que quando eu usar o meu Jiu-Jitsu vai ser com foco certo de pegar, ou ao menos ter o domínio por cima para nocautear.</p>
<p><strong>A responsabilidade de lutar no Rio de Janeiro é grande?</strong><br />
É uma emoção muito grande poder lutar na minha cidade natal. Fiz três camps para tentar entrar no UFC em eventos anteriores no Rio, numa delas estava até com o contrato assinado mas não consegui lutar. Desta vez eu vou lutar, de fato, e estou realizado em poder representar minha equipe, minha família e as crianças do projeto social da Usina de Campeões. Tem muito tempo que eu não luto no Brasil, meus amigos estão se movimentando já para comprar o ingresso e me ver lá no dia 11 de maio. Fico muito feliz de representar o meu bairro, sou suburbano de Marechal Hermes com muito orgulho e levantar a bandeira de quem está comigo nesta luta. Estou muito feliz mesmo.</p>
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<div class="entry clr">
<div class="entry-content">
<h3>UFC 237<br />
Jeunesse Arena, Rio de Janeiro<br />
11 de maio de 2019</h3>
<p>Rose Namajunas x Jessica Andrade<br />
Anderson Silva x Jared Cannonier<br />
José Aldo x Alexander Volkanovski<br />
Rogerio Minotouro x Ryan Spann<br />
Luana Carolina x Yana Wu<br />
Bethe Correia x Irene Aldana<br />
Thiago Pitbull x Laureano Staropoli<br />
Talita Bernardo x Jessica-Rose Clark<br />
Raoni Barcelos x Said Nurmagomedov<br />
Thiago Moisés x Kurt Holobaugh<br />
Warlley Alves x Serginho Moraes</p>
</div>
</div>
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		<title>Entrevista exclusiva: &#8220;Já me sinto um campeão mundial&#8221;, diz Levi Jones-Leary</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 05:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nova geração do Jiu-Jitsu continua chegando forte. Depois de brilhar na faixa-marrom e começar 2019 com ouros no Europeu e recentemente no Pan, o jovem faixa-preta Levi Jones-Leary, o &#8220;Levizão&#8221; (ou Xanadu, como sua mãe costuma chamá-lo), segue forte na sua busca pela glória na arte suave, sem fugir da fama, inclusive. &#8220;Meu objetivo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214588" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/FinalsPans-72.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214588" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/FinalsPans-72.jpg" alt="" width="720" height="480" class="size-full wp-image-214588" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/FinalsPans-72.jpg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/FinalsPans-72-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/FinalsPans-72-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><p id="caption-attachment-214588" class="wp-caption-text">Levizão no duelo contra Renato Canuto no Pan 2019. Foto: Blanca Marisa Garcia/GRACIEMAG</p></div>
<p>A nova geração do Jiu-Jitsu continua chegando forte. Depois de brilhar na faixa-marrom e começar 2019 com ouros no Europeu e recentemente no Pan, o jovem faixa-preta Levi Jones-Leary, o &#8220;Levizão&#8221; (ou Xanadu, como sua mãe costuma chamá-lo), segue forte na sua busca pela glória na arte suave, sem fugir da fama, inclusive.</p>
<p>&#8220;Meu objetivo é chegar ao nível da Princesa Diana no quesito fama&#8221;, brincou o australiano que completou 22 anos neste mês de março. </p>
<p>Apesar da pouca idade e de ter conhecido o Jiu-Jitsu há pouco mais de sete anos (começou a treinar com 15 anos de idade), Levi conquistou diversos títulos importantes, como a trinca de Europeu, Pan e Mundial em 2018 como faixa-marrom, e as recentes vitórias pelo ouro sobre Lucas Lepri no Europeu e sobre Renato Canuto no Pan. Com isso, a aproximação do Mundial coloca o craque da Unity em evidência, mas a pressão não tira Levizão de seu foco: &#8220;Meus sonhos não me trazem ansiedade alguma, só felicidade.&#8221;</p>
<p>Confira nas linhas abaixo o papo com Levi Jones-Leary, na nossa entrevista exclusiva da semana!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Missão cumprida no Pan. Qual luta foi a mais complicada rumo ao ouro?</strong><br />
<strong>LEVI JONES-LEARY:</strong> Todo mundo que eu enfrentei foi muito duro, e parabéns a todos os caras da divisão, são todos competidores incríveis. Obviamente, o estilo do Renato é fantástico; ele é explosivo, e é difícil fazer pegadas nele. </p>
<p><strong>Você tem enfrentado finais duríssimas contra atletas de renome. Como controlar o nervosismo?</strong><br />
Acho que quanto maior a luta, mais eu dependo das técnicas que aprendi no meu treinamento quando jovem, especialmente o treinamento mental. Quanto mais eu me torno presente nesses momentos decisivos, melhor eu luto. Espero poder continuar assim.</p>
<p><strong>Depois de vencer o Europeu e o Pan, o próximo passo é o Mundial. Você fica ansioso com a proximidade de repetir o feito da marrom agora na elite?</strong></p>
<p>Sinto-me ótimo com isso! Meus sonhos não me trazem ansiedade; eles me trazem felicidade. Não me preocupo com tentar conquistar coisa alguma. Não quero viver num estado constante de querer. Vivo todo dia como se já tivesse conquistado meu sonho. No momento, o sonho é de ser campeão mundial faixa-preta. Então, honestamente, sinto como se já tivesse ganhado, e a sensação é ótima!</p>
<p><strong>Então podemos dizer que o seu objetivo maior é o Mundial na preta, ou tem planos?</strong></p>
<p>Eu já me sinto campeão na faixa-preta e estou preparando-me para meu próximo grande desafio, o Mundial. Não consigo enxergar muito longe no futuro por ora, nem preciso. Vou construir meu caminho um passo de cada vez. Tudo que eu posso dizer agora é: Fiquem de olho no &#8216;Xanadu&#8217;.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-ja-me-sinto-um-campeao-mundial-diz-levi-jones-leary-1/">Entrevista exclusiva: “Já me sinto um campeão mundial”, diz Levi Jones-Leary</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Elizeu Capoeira explica o detalhe de Jiu-Jitsu que valeu a vitória no UFC</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 19:21:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No apelido, “Capoeira”. No chão, Jiu-Jitsu de alta qualidade. Assim é Elizeu Zaleski dos Santos, 32 anos, que não perde no UFC desde 2015 e cada vez mais persegue os holofotes no peso até 77kg. No último fim de semana, no UFC Wichita, no Kansas, Elizeu Capoeira (21v, 5d) finalizou a pedreira Curtis Millender no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214296" style="width: 745px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/elizeu-capoeira.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214296" class="size-full wp-image-214296" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/elizeu-capoeira.jpg" alt="" width="735" height="462" /></a><p id="caption-attachment-214296" class="wp-caption-text">Capoeira aperta Curtis no estrangulamento vencedor do UFC Wichita. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>No apelido, “Capoeira”. No chão, Jiu-Jitsu de alta qualidade. Assim é Elizeu Zaleski dos Santos, 32 anos, que não perde no UFC desde 2015 e cada vez mais persegue os holofotes no peso até 77kg.</p>
<p>No último fim de semana, no UFC Wichita, no Kansas, Elizeu Capoeira (21v, 5d) finalizou a pedreira Curtis Millender no primeiro round, após bonita queda e o estrangulamento mão com mão pelas costas, o famigerado esgana-galo.</p>
<p>Dono de estilo empolgante na trocação, Elizeu é faixa-preta de Jiu-Jitsu, aluno de Cristiano Marcello, líder da CM System, de quem aprendeu detalhes interessantes que costuma usar no octagon. Confira o que aprendemos com a fera, nesta entrevista exclusiva a seguir.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O Curtis Millender também não perdia desde 2015, e você fez parecer fácil. Qual era a tática?</strong><br />
<strong>ELIZEU CAPOEIRA:</strong> Nossa estratégia era chamar a atenção dele na parte em pé, e assim que ele criasse uma oportunidade, uma brecha, eu partiria para levar a luta para o chão, para trabalhar no Jiu-Jitsu. Treinamos muito essas situações de solo, e tenho certeza de que o giro confundiu ele no chão. Ele não sabia muito o que fazer – e isso também fazia parte da estratégia, trazer volume de jogo no solo para obrigá-lo a tentar remapear a situação onde ele estava. Quando o oponente se atrasa para tentar fazer as defesas, fica mais fácil para quem ataca. E foi assim que eu pude buscar a finalização.</p>
<p><strong>Teve um detalhe no giro em que você deu um tapa no braço dele para ajustar o estrangulamento. Era uma posição programada?</strong><br />
Sim, é uma transição que eu aprendi com o meu professor Cristiano Marcello. É um ajuste que a gente sempre faz partindo da técnica do cinto de segurança ou “seat-belt”, tanto quando o rival está de quatro apoios ou virando de costas no chão. É uma posição do dia a dia mesmo, bem básica dos treinos, então ela acabou saindo no automático. Vale lembrar que a parte da luta que estava no solo foi bem perto do meu córner, então ainda tive instruções em tempo real da equipe, o que ajudou ainda mais!</p>
<p><strong>Qual é o seu plano agora no UFC? Enfrentar um top 5?</strong><br />
Espero um atleta bem ranqueado, apenas. Já pedi vários atletas e não fui correspondido, então a meta agora é estar pronto e esperar o próximo chamado. Meu objetivo maior é realizar lutas emocionantes e dar o meu melhor para o público. Meu trabalho fala por si só.</p>
<p><strong>Conte um pouco para quem não o conhece como foi sua trajetória, da capoeira para o MMA.</strong><br />
Comecei criança na capoeira, com 9 anos, foi a minha primeira arte marcial. Migrei para o MMA com 19 e fiz minha primeira luta com 21 anos. Comecei no Jiu-Jitsu na mesma época em que comecei a lutar MMA. Não levava tão a sério naquela época, treinava pelo MMA apenas, só mais tarde intensifiquei e comecei a competir de kimono também.</p>
<p><strong>Capoeira com Jiu-Jitsu é uma fórmula perfeita para o lutador, na sua visão?</strong><br />
Sinto que sim, a capoeira me deu muito da elasticidade, flexibilidade e agilidade que tenho hoje, e muito disso eu aproveito no Jiu-Jitsu. Fica fácil praticar outro esporte com a mobilidade da capoeira como base. E a capoeira influencia muito positivamente no meu jogo de Jiu-Jitsu também, principalmente na questão da versatilidade, aspecto essencial para se dar bem no Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-elizeu-capoeira-explica-o-detalhe-de-jiu-jitsu-que-valeu-a-vitoria-no-ufc-wichita/">Entrevista exclusiva: Elizeu Capoeira explica o detalhe de Jiu-Jitsu que valeu a vitória no UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: João Gabriel Rocha projeta duelo contra Buchecha no BJJ Stars</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 20:58:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O BJJ Stars chega recheado de grandes duelos no dia 23 de fevereiro, no ginásio do Hebráica, contando com vários craques do Jiu-Jitsu mundial em duelos eletrizantes. Em uma dessas batalhas, o atleta da Sloul Fighters João Gabriel Rocha terá a missão de bater o recordista de títulos mundiais na faixa-preta Marcus Buchecha. Para João,&#8230;</p>
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<p>O <a href="https://www.bjjstars.tv/" target="_blank" rel="noopener">BJJ Stars</a> chega recheado de grandes duelos no dia 23 de fevereiro, no ginásio do Hebráica, contando com vários craques do Jiu-Jitsu mundial em duelos eletrizantes. Em uma dessas batalhas, o atleta da Sloul Fighters João Gabriel Rocha terá a missão de bater o recordista de títulos mundiais na faixa-preta Marcus Buchecha.</p>
<p>Para João, encarar Buchecha já se tornou um clássico: Só em 2018 eles se enfrentaram duas vezes, e em outras ocasiões anteriores eles já mediram forças, sempre com Buchecha na vantagem. Para desequilibrar a disputa ao seu favor desta vez, porém, João terá uma abordagem diferente.</p>
<p>&#8220;Na hora da luta terei de estar preparado para tudo. Ele é bom em todas as áreas e é muito difícil lutar contra um adversário desse porte, mas a cada vez que nós nos enfrentamos a luta fica mais parelha, sendo decidida nos detalhes. As últimas duas, por exemplo, foram na decisão dos árbitros. Estou bem focado, me sentindo cada vez mais próximo e sei que falta pouco, vou superar esse detalhe e sair na porrada.&#8221;</p>
<p>Confira a entrevista completa abaixo!</p>
<p><strong>GRACIEMAG.com: O que você achou do evento BJJ Stars no geral? O formato, os nomes convidados. Como você acha que um evento desse porte impacta no cenário do Jiu-Jitsu?</strong><br />
<strong>JOÃO GABRIEL:</strong> O evento está maravilhoso em termos de card e infraestrutura. Não perde para nenhum evento internacional, muito bem organizado e é muito bom ter esse tipo de evento no Brasil. Hoje em dia todo mundo está fora, os faixas-pretas do adulto que competem em alto nível não estão mais no Brasil, então o público do Brasil fica carente de ver um evento grande assim. Os principais nomes lutam torneios como o Mundial, Pan, Europeu, além dos torneios de superlutas, e são todos fora do Brasil. O BJJ Stars chega para movimentar o mercado do Brasil, que está ficando melhor. Acho, inclusive, que a galera tem que apoiar na compra de ingressos ou pay-per-view, porque é uma forma de apoiar o esporte. Se o evento conseguir lucrar vamos ter mais eventos desse tipo.</p>
<p><strong>Como foi o chamado para o BJJ Stars e qual foi a sua reação ao saber que enfrentaria mais uma vez o Marcus Buchecha?</strong><br />
Estava no Brasil e o Fepa Lopes me contatou pra saber se eu teria disponibilidade para lutar nessa data. Já fiquei amarradão pelo simples fato de poder lutar no Brasil, ainda nem sabia qual era o adversário. Sinto falta de lutar no Brasil, então já praticamente topei só por isso. Logo em seguida, ele veio conversar e falou que seria o Buchecha. Aceitei de cara, porque é uma luta que me interessa muito e não tive dúvidas ao topar o desafia para emendar um camp no outro.</p>
<p><strong>Vocês são adversários há anos, e sempre travaram batalhas duras. O que o João tem de novo para trazer pro jogo desta vez?</strong><br />
Para ser bem sincero eu não mudei quase nada para enfrentar o Buchecha, mas eu tenho um motivo para isso. A cada vez que nós nos enfrentamos a luta fica mais parelha, sendo decidida nos detalhes. As últimas duas, por exemplo, foram na decisão dos árbitros. Já lutamos algumas vezes e ele saiu com o braço levantado em todas, mas eu estou bem focado, me sentindo cada vez mais próximo e sei que falta pouco, vou superar esse detalhe e sair na porrada, fazer o que eu sei e jogar o jogo. Quem conseguir botar as cartas na mesa primeiro vai sair vitorioso.</p>
<p><strong>Qual a diferença de morar e treinar nos EUA no que isso te fez melhor que outrora?</strong><br />
O pessoal aqui não tem distração. A gente se distrai muito fácil na nossa cultura, exemplo: ir par a academia a pé. Você para pra conversar com um amigo na rua, troca uma ideia e acaba chegando atrasado. Não faz o aquecimento direito, ou treina menos do que deveria. Aqui nos EUA não tem isso. Todo mundo chega no horário e com muita vontade de fazer tudo certinho, respeitar as normas da academia. O foco aqui é maior, do treino para casa e de casa para o treino. Tudo melhora, o lifestyle do Jiu-Jitsu está 100%, sem distração alguma. Não é ruim estar com as pessoas que a gente gosta, mas aqui eu foco totalmente em viver o esporte.</p>
<p><strong>Qual o maior perigo que o Buchecha pode trazer para esta luta?</strong><br />
O perigo é lutar com o Buchecha no geral. Todo mundo ressalta o jogo em pé dele, mas ele puxando também é complicado de passar. Ele é bom em todas as áreas e é muito difícil lutar contra um adversário desse porte. Ele tem 11 títulos mundiais, quatro deles passando por mim, então não tem pra onde correr.</p>
<p><strong>Qual a sua previsão pro combate? Tem uma estratégia montada para encarar a fera?</strong><br />
Eu já fiz estratégia e já não fiz estratégia para enfrentar o Buchecha, e até agora não deu certo em nenhuma das vezes. De uns tempos para cá eu entendi que eu tenho mais é que focar no meu jogo, na minha preparação. É complicado traçar uma estratégia, visualizar um cenário e na hora da luta ter que mudar tudo. Então, pela imprevisibilidade eu prefiro fazer o meu e na hora da luta estar preparado para tudo.</p>
<p><strong>BJJ Stars</strong><br />
<strong>Clube Hebraica, São Paulo (SP)</strong><br />
<strong>Sábado, 23 de fevereiro de 2019</strong></p>
<p><strong>Card principal</strong></p>
<p>Erberth Santos x Felipe Preguiça<br />
Leandro Lo x Nicholas Meregali<br />
Marcus Buchecha x João Gabriel Rocha<br />
Wellington Megaton x Marco Barbosinha<br />
Isaque Bahiense x DJ Jackson<br />
Roberto Godoi x Renato Babalu<br />
Patrick Gaudio x Tim Spriggs<br />
Fernando Tererê x Delson Pé de Chumbo<br />
Celsinho Venicius x Gabriel Rollo<br />
Michelle Nicolini x Bia Basílio<br />
Carlos Eduardo Silva x Ricardo Pingo</p>
<p><strong>GP Meio-Pesado</strong></p>
<p>Adriano Silva (B9) x Diego Gavião (Guigo JJ)<br />
Jurandir Vieira (G13) x Rodrigo Serafim (Alliance)</p>
<p>Luis Marques (LR Xtreme) x Diogo Almeida (Almeida JJ)<br />
Chico Salgado (BTT) x Paulo Procopio (X-Coach)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-joao-gabriel-rocha-projeta-duelo-contra-buchecha-no-bjj-stars/">Entrevista exclusiva: João Gabriel Rocha projeta duelo contra Buchecha no BJJ Stars</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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