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	<title>evolução | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>evolução | Graciemag</title>
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		<title>&#8220;Tenha orgulho de sua faixa-branca&#8221;, ensina professor Ricardo Evangelista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:10:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Evangelista (Academia Renzo Gracie Baytown) ensina o segredo para aproveitar a jornada na faixa-branca sem ter medo do sufoco. Confira nas linhas abaixo e acelere a sua evolução no Jiu-Jitsu! 1. Paciência e foco. A disciplina trará resultados consistente, de longo prazo. Só é preciso manter a paciência e traçar metas de curto prazo,&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/tenha-orgulho-de-sua-faixa-branca-ensina-o-professor-ricardo-evangelista/">“Tenha orgulho de sua faixa-branca”, ensina professor Ricardo Evangelista</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222092" style="width: 1206px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222092" class="size-full wp-image-222092" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam.png" alt="" width="1196" height="789" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam.png 1196w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam-1024x676.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam-768x507.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Ricardo-Evangelista-is-a-black-belt-from-GFTeam-150x99.png 150w" sizes="(max-width: 1196px) 100vw, 1196px" /></a><p id="caption-attachment-222092" class="wp-caption-text">Ricardo Evangelista em foto de Vitor Freitas</p></div>
<p>Ricardo Evangelista (Academia Renzo Gracie Baytown) ensina o segredo para aproveitar a jornada na faixa-branca sem ter medo do sufoco. Confira nas linhas abaixo e acelere a sua evolução no Jiu-Jitsu!</p>
<p><strong>1. Paciência e foco.</strong> A disciplina trará resultados consistente, de longo prazo. Só é preciso manter a paciência e traçar metas de curto prazo, realistas, até você poder atingir metas maiores.</p>
<p><strong>2. Seja antifrágil!</strong> Procure se colocar sempre em “crise”, isto é, em situações ruins e que você não domina. Saia da sua zona de conforto mais vezes. Isso é o que vai trabalhar a sua mente. O lema precisa ser sempre: “Tempo ruim o tempo todo”.</p>
<p><strong>3. Humildade sempre.</strong> Deixe seu ego fora da academia. Tenha orgulho de usar sua faixa-branca, assim como serão motivo de orgulho todas as próximas. Nunca menospreze o seu oponente nem seu amigo de treino, afinal o aprendizado é eterno.</p>
<p><strong>4. Curta a jornada.</strong> O grande segredo de chegar a faixa-preta de Jiu-Jitsu é curtir o processo tanto como os resultados. O processo é lento? Sim, mas desistir não vai acelerar nada, pelo contrário.</p>
<p><strong>5. Treinar em pé é importante</strong> Eu sempre gostei de reservar pelo menos um dia da semana para treinar as quedas. Se você evoluir sem se sentir confortável lutando em pé, seus adversários um dia hão de tirar proveito disto!</p>
<p><strong>6. Estude!</strong> Aproveite ao máximo sua empolgação inicial e estude sobre o Jiu-Jitsu, suas histórias e suas técnicas. No início tudo é mais fácil de absorver, e uma visão geral vai abrir muito a sua mente. Aproveite para conhecer a defesa pessoal e o Jiu-Jitsu em situações reais.</p>
<p><strong>7. Tenha bons hábitos.</strong> O seu corpo é o templo do seu espírito, por isso deve ser bem cuidado também para que possamos treinar direito. Portanto, durma bem e se alimente bem, pois nós somos o que nós comemos, bebemos e, por incrível que possa parecer, o quanto dormimos.</p>
<p><strong>8. Treine, treine, treine.</strong> O segredo para executar uma posição com perfeição é a repetição. Então TREINE sempre mais um pouco, até ficar no automático.</p>
<p><strong>9. Domine o seu medo.</strong> O temor em excesso pode deixar qualquer praticante ansioso, ou mesmo travado. Descubra como controlar o medo, você deve aprender a conviver com ele e descobrir, pouco a pouco, uma forma de utilizá-lo ao seu favor.</p>
<p><strong>10. Não desista!</strong> O sucesso a médio e longo prazo é recompensador, mas vida de atleta não é fácil. Vão existir dias em que nada dá certo, dias em que você se sente sem energia e desmotivado. E isso é normal, não quer dizer que você não é competente ou que o treino não foi bom. Ser um atleta é um misto de boas ideias, experiência, hora certa, estratégias corretas, dedicação e acima de tudo, ser resiliente. Vença sua cabeça diariamente, e bons treinos!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tenha-orgulho-de-sua-faixa-branca-ensina-o-professor-ricardo-evangelista/">“Tenha orgulho de sua faixa-branca”, ensina professor Ricardo Evangelista</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma cartilha Gracie para o faixa-branca de Jiu-Jitsu mudar de patamar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2022 07:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A equipe GRACIEMAG costuma compilar as melhores e mais valiosas dicas para o leitor que está começando na academia de Jiu-Jitsu e deseja mudar de patamar nos treinos. Neste fim de semana, as dicas vêm do professor de Jiu-Jitsu e craque do MMA e do Bellator, Neiman Gracie. O casca-grossa filho de mestre Marcio Macarrão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_199619" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-199619" class="wp-image-199619 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163.jpg" alt="Neiman Gracie dedica vitória à família, após finalizar no Bellator 163. Foto: Bellator MMA/Divulgação" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/Neiman-Gracie-mostra-tatuagem-apos-finalizar-Rudy-Bears-no-Bellator-163-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-199619" class="wp-caption-text">Neiman Gracie dedica vitória à família, após finalizar no Bellator 163. Foto: Bellator MMA/Divulgação</p></div>
<p><a href="https://www.graciemag.com/category/revistas/" target="_blank" rel="noopener">A equipe GRACIEMAG</a> costuma compilar as melhores e mais valiosas dicas para o leitor que está começando na academia de Jiu-Jitsu e deseja mudar de patamar nos treinos.</p>
<p>Neste fim de semana, as dicas vêm do professor de Jiu-Jitsu e craque do MMA e do Bellator, <a href="http://twitter.com/neimangracie" target="_blank" rel="noopener">Neiman Gracie</a>.</p>
<p>O casca-grossa filho de mestre Marcio Macarrão deu dez ideias para o faixa-branca que deseja chegar até a faixa-preta em alta pressão – sem deixar de manter o alto astral, uma característica marcante de Neiman.</p>
<p>Leia a seguir, e comente: qual foi sugestão sua favorita?</p>
<p><em><strong>&#8220;1. Comece pelo começo.</strong> </em>Aprenda bem o básico. Não tenha pressa para aprender posições mirabolantes. O básico é o que funciona sempre, da faixa-branca à preta.</p>
<p><em><strong>2. Acumule tempo de voo.</strong></em> O que determina se um piloto de avião é bom ou ruim é o tempo que ele passa voando. No Jiu-Jitsu não é diferente, quanto mais tempo no tatame treinando, melhor você vai ficar.</p>
<p><em><strong>3. Treine a sua defesa.</strong></em> Para ser completo você tem de ser tão bom se defendendo quanto atacando. Ponha-se em situações de perigo na academia e tente sair delas.</p>
<p><em><strong>4. Não deixe de treinar seu ataque.</strong></em> Como dizia o grande general chinês Sun Tzu, a invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Um modo simples de lapidar seus ataques: pegue um parceiro de treino novato e tente finalizá-lo sempre com o mesmo golpe. Assim você vai conseguir aperfeiçoar sua finalização ao máximo.</p>
<p><em><strong>5. Cuide bem da máquina.</strong></em> Coma bem, durma cedo, não fume e não beba. Se você fizer tudo o que sua mãezinha mandava você vai se sentir muito melhor nos treinos também!</p>
<p><em><strong>6. Deixe seu ego do lado de fora do dojô.</strong></em> Você vai tomar amasso de gente mais nova e mais velha que você, mas isso é normal. Lembre-se que isso faz parte do aprendizado. Seja o prego hoje, para amanhã ser o martelo.</p>
<p><em><strong>7. Divirta-se. Se você não está se divertindo então não vale a pena.</strong> </em>Tenha em mente que o Jiu-Jitsu traz os melhores amigos da sua vida e momentos inesquecíveis.</p>
<p><em><strong>8. Os detalhes fazem toda a diferença.</strong></em> Por exemplo, botar a mão um pouco mais fundo na gola vai fazer toda a diferença no seu estrangulamento. O Jiu-Jitsu é uma arte de detalhes, sempre preste atenção neles.</p>
<p><em><strong>9. Mantenha a mente aberta.</strong> </em>Você sempre pode aprender coisas novas de qualquer pessoa, de um faixa-branca a um faixa-vermelha. Quanto mais você aprender melhor você será.</p>
<p><em><strong>10. Leia sempre GRACIEMAG.</strong></em> Onde mais você poderia aprender lições valiosas como esta e outras que você acabou de ler aqui?&#8221;</p>
<p>Para assinar GRACIEMAG e estudar os melhores macetes, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui e veja o que é preciso fazer.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/uma-cartilha-gracie-para-o-faixa-branca-de-jiu-jitsu-mudar-de-patamar/">Uma cartilha Gracie para o faixa-branca de Jiu-Jitsu mudar de patamar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 dicas de Rodrigo Cavaca para não perder para si mesmo no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 13:08:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ir mais longe no Jiu-Jitsu, profissionalmente ou como amador, é sempre um desafio, que exige comprometimento e esforço contínuo. Munido da experiência que acumulou ao longo de anos competindo e ensinando a arte suave, nosso GMI Rodrigo Cavaca separou sete dicas para ajudar você, aplicado leitor, a trilhar o caminho do sucesso no Jiu-Jitsu. Que&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/7-dicas-de-rodrigo-cavaca-para-nao-perder-para-si-mesmo-no-jiu-jitsu/">7 dicas de Rodrigo Cavaca para não perder para si mesmo no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201866" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201866" class="size-full wp-image-201866" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Rodrigo-Cavaca-GMI-1.jpg" alt="" width="720" height="520" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Rodrigo-Cavaca-GMI-1.jpg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Rodrigo-Cavaca-GMI-1-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Rodrigo-Cavaca-GMI-1-150x108.jpg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-201866" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p>Ir mais longe no Jiu-Jitsu, profissionalmente ou como amador, é sempre um desafio, que exige comprometimento e esforço contínuo. Munido da experiência que acumulou ao longo de anos competindo e ensinando a arte suave, nosso GMI Rodrigo Cavaca separou sete dicas para ajudar você, aplicado leitor, a trilhar o caminho do sucesso no Jiu-Jitsu.</p>
<p>Que tal mudar seus hábitos a partir de hoje? Confira com Cavaca e aprenda o que você tem feito de errado. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1. Evite ambientes negativos:</strong> “Ambientes negativos nos empurram para a derrota, pois normaliza o ato de perder. Afinal, estamos rodeados de pessoas que perdem diariamente para elas mesmas e você acaba por viver no mesmo fluxo delas.”</p>
<p><strong>2. Fuja de pessoas tóxicas:</strong> “Costumo dizer que é melhor andar sozinho e feliz do que com gente negativa. É fácil identificar se você está cercado por pessoas tóxicas – normalmente, são aquelas que te fazem revisitar o passado em vez de pensar o futuro. O passado serve apenas para trazer ensinamentos para os dias atuais e evitar que se cometam erros. Você deve se blindar de pessoas que vivem no passado.”</p>
<p><strong>3. Selecione o seu entretenimento:</strong> “Você não tem de assistir ao que as pessoas querem que você assista. Você deve consumir o que você quer, um conteúdo que faça sentido para seu amadurecimento pessoal e profissional. É você quem controla isso.”</p>
<p><strong>4. Saiba aonde você quer chegar:</strong> “Quando falo sobre ter uma direção, algumas pessoas acham que é banal. Não é: saber aonde você quer chegar é ter um objetivo em mente. É como diz o ditado, se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve. E esse ‘qualquer caminho’ pode ser a rota errada”.</p>
<p><strong>5. Seja forte:</strong> “A direção sem a força também não serve de muita coisa, afinal, você precisa saber o que fazer e como agir para chegar aonde quer. Quer ser campeão? Ande ao lado de campeões. Quer ser bem sucedido? Junte-se a pessoas de sucesso. É assim que encontrará a força necessária.”</p>
<p><strong>6. Planeje a longo prazo:</strong> “Um dos principais hábitos negativos é, sem dúvida, o foco no curto prazo, pois ele acarreta em falta de constância, disciplina e persistência no caminho certo. Quem atira para todos os lados não conclui o que começa, julgando como sortudos aqueles que alcançam seus objetivos. Já aquele que foca no longo prazo tem clareza de que está caminhando diariamente com direção e força.”</p>
<p><strong>7. Não espere algo em troca:</strong> “Eu não tinha o hábito da generosidade, pois dava algo ao mundo esperando em troca. Porém, percebi que, ao dar esperando a retribuição, eu não estava dando de coração. Com essa percepção, você alcança a verdadeira generosidade e até o seu ‘bom dia’ fica diferente. Essa generosidade ajuda a vida a fluir melhor.”</p>
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		<title>O milagre da rivalidade no Jiu-Jitsu, com André Galvão e Bráulio</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 09:18:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre na busca de trazer grandes lições para você, nossa equipe mergulha novamente em nosso baú para recordar as melhores reportagens publicadas na revista de Jiu-Jitsu mais lida do país. Esta semana recordamos o artigo de capa da GRACIEMAG #188, publicada em 2012, com os proveitos que uma rivalidade sadia pode oferecer a quem faz&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91730" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Braulio-Estima-e-Andre-Galvao-rivais-no-ADCC-2013-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-91730" class="size-full wp-image-91730" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Braulio-Estima-e-Andre-Galvao-rivais-no-ADCC-2013-1.jpg" alt="Braulio Estima e Andre Galvao rivais no ADCC 2013" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Braulio-Estima-e-Andre-Galvao-rivais-no-ADCC-2013-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Braulio-Estima-e-Andre-Galvao-rivais-no-ADCC-2013-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Braulio-Estima-e-Andre-Galvao-rivais-no-ADCC-2013-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-91730" class="wp-caption-text">Braulio Estima e Andre Galvão Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>Sempre na busca de trazer grandes lições para você, nossa equipe mergulha novamente em nosso baú para recordar as melhores reportagens publicadas na revista de Jiu-Jitsu mais lida do país.</p>
<p>Esta semana recordamos o artigo de capa da GRACIEMAG #188, publicada em 2012, com os proveitos que uma rivalidade sadia pode oferecer a quem faz Jiu-Jitsu.</p>
<p>Para ler mais conteúdos exclusivos como este, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG, em formato digital.</a></p>
<p><em><strong><br />
<span style="font-size: 14pt;">O milagre da rivalidade</span></strong></em></p>
<p>Quando Carlson Gracie era jovem, seu pai, Carlos, tinha um jeito bastante curioso para incentivar o filho a fugir da estagnação nos treinos. Carlos anunciava aos jornalistas cariocas que João Alberto Barreto, à época instrutor da Academia Gracie, seria o representante da família para o próximo grande desafio de vale-tudo.</p>
<p>“Isso aconteceu inclusive às vésperas do combate contra o Valdemar Santana. Não tinha cabimento eu lutar contra o Valdemar. Ele tinha vencido o mestre Helio [no histórico combate com duração de 3h45m]. Era um assunto que alguém da família teria que resolver. Mas só de o Carlos sugerir o meu nome, o Carlson passava a treinar feito louco”, recorda Barreto.</p>
<p>Por anos a fio, João Alberto Barreto funcionou como o grande estímulo de aperfeiçoamento técnico para Carlson, aquele a morder seu calcanhar. Um rival. Claro, a relação de amizade entre os dois lutadores nunca foi abalada em razão disso. Era uma rixa tácita, construtiva, e foi assim que a concorrência de Barreto serviu como agente catalisador à expansão do potencial de Carlson, que se firmou ao longo da carreira como um dos maiores campões de sua época, derrotando Valdemar Santana e tantos outros adversários em confrontos épicos.</p>
<p>Visionário e extremamente intuitivo, grande mestre Carlos sabia que uma relação sadia de rivalidade é capaz de contribuir de forma decisiva para a evolução dos praticantes de Jiu-Jitsu. Os anos passaram, o século mudou, Carlos e Carlson já faleceram, mas o “milagre da rivalidade” continua beneficiando atletas em todo o planeta. Veja, por exemplo, o que o jovem faixa-preta Jeff Glover declarou recentemente sobre seu grande rival, Caio Terra:</p>
<p>“De uma forma meio louca, Caio tem incentivado bastante o meu trabalho. Nossa rivalidade chama atenção no mundo do Jiu-Jitsu e isso serve para nos empurrar para frente. Sou muito grato ao Caio, ele me faz buscar aperfeiçoamento, afinal, tenho receio de perder para ele. Eu treino cada vez mais para que isso não aconteça, não quero ser derrotado por ele, Caio é como uma montanha enorme que eu tenho que escalar.”</p>
<p><strong>Vaidade e estagnação</strong></p>
<p>Embora, na teoria, as relações de rivalidade sejam benéficas para o progresso dos praticantes de Jiu-Jitsu; na prática, há uma muralha de cabreirismos e hesitações que faz com que muitos praticantes evitem o enfrentamento. Em outras palavras, não é todo mundo que sabe lidar de forma proveitosa com uma relação de rivalidade, seja ela entre companheiros de treinos (como no caso de Carlson e João Alberto) ou entre lutadores de academias diferentes (feito Glover e Terra).</p>
<p>Muitas vezes, em vez de estimular crescimento e motivar o esforço nos treinos, a figura do rival causa pânico, bloqueios, afastamentos e desistências. Sim, há quem abandone o esporte por conta dessa incapacidade de se expor à possibilidade de perder para um rival. Em grande parte dos casos, essa incapacidade está ligada a um pecado capital: a vaidade.</p>
<p>“Muita gente não aceita perder nem em treino”, lamenta o faixa-preta Léo Nogueira. “Ganhar ou perder de um companheiro de time, que mal tem? O diferencial para evoluir e se tornar um campeão é justamente não se guardar. É treinar cansado, passar perigo. Treinar inteiro é fácil, quero ver treinar exausto.”</p>
<p>GRACIEMAG garante: se o praticante de Jiu-Jitsu mudar a maneira de ver o enfrentamento com o rival, se em vez de buscar a vitória, o lutador passar a perseguir apenas o aprendizado, tudo ficará extremamente mais fácil e prazeroso. “A pressão em ter que vencer um rival pode simplesmente implodir um lutador”, analisa Rickson Gracie. “Faça o máximo que puder e saiba que o resultado final não depende apenas de você. É assim que tiro a pressão do meu cotidiano. Só vou fazer o que for possível, o que não for possível já está resolvido. Qualquer que seja o resultado eu vou voltar para casa satisfeito”, conclui Rickson.</p>
<div id="attachment_10744" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-10744" class="size-large wp-image-10744" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1-819x1024.jpg" alt="" width="650" height="813" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1-120x150.jpg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/10/braulio-galvao-1.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-10744" class="wp-caption-text">O famigerado triângulo invertido de Braulio sobre Galvão, no ADCC 2009. Foto: Arquivo GRACIEMAG</p></div>
<p>Flávio Canto é um ótimo exemplo de lutador que não se deixa paralisar pela pressão e pelo medo de enfrentar um rival. Canto vivencia isso com a alegria e com o entusiasmo de estar sempre aprendendo. O craque chega ao extremo de ensinar, em detalhes, seus golpes mais fortes para os rivais. “Sempre ofereci o meu conhecimento para os adversários. Claro que muitas vezes não consegui mais pegá-los nos golpes e técnicas que lhes ensinei. Não importa. Isso fez com que eu tivesse que me aperfeiçoar ainda mais para conseguir vencê-los. Ou seja, se você ensinar seus pontos fortes para seus parceiros de treino e adversários, será obrigado a evoluir.”</p>
<p><strong>Como identificar um rival</strong></p>
<p>A figura de um rival não pode ser confundida com a de um “adversário qualquer”. Por exemplo: o faixa-roxa que você vence a toda hora nos treinos não é capaz de estabelecer com você uma relação de rivalidade. Esse faixa-roxa não é capaz de tirar você da zona de conforto, não adrenaliza um embate. Rival é o avesso disso, é aquele oponente que de alguma forma consegue alfinetar a sua confiança. É aquele que tem potencial para sobressair num confronto contra você. Claro, essa relação de rivalidade se acirra ainda mais caso haja uma grande recorrência de confrontos entre vocês, em circunstâncias especiais, como por exemplo, num desafio evolvendo milhares de dólares, na superluta do maior evento de submission do planeta.</p>
<p>É o caso de André Galvão e Bráulio Estima, dois astros do Jiu-Jitsu que vão se enfrentar na superluta<br />
do ADCC 2013. O mundo das artes marciais está ansioso para assistir ao confronto desses dois guerreiros, cuja relação de rivalidade serve como modelo e guia para esta reportagem, afinal, André e Bráulio se permitem usufruir das benesses da competitividade amigável e proveitosa que travam entre si.</p>
<p>“Graças a Deus eu sofri aquele triângulo invertido do Bráulio no ADCC 2009”, diz Galvão. “Agradeço por aquilo ter acontecido na minha vida, pois me ajudou a não querer mais aquilo pra mim e me deu muita vontade de voltar a vencer, em vez de simplesmente desistir.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Andre Galvao VS Braulio Estima / World Championship 2008" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/X4m2FDkmzV4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Galvão e Bráulio se enfrentaram duas vezes. Na primeira vez, deu Galvão, num combate eletrizante na final da categoria meio-pesado do Mundial 2008. “Tudo começou ali”, lembra André. “A luta foi muito boa, estudei muito o jogo do Bráulio naquele ano.”</p>
<p>No segundo embate, no ADCC 2009, Bráulio derrotou Galvão de forma esplêndida, recorrendo a um triângulo invertido que acabou estampado na capa da GRACIEMAG #153. Tal acontecimento, capaz de traumatizar muitos lutadores, teve o tal “efeito catalisador” em Galvão. O craque treinou até não poder mais, melhorou seu poder cardiovascular, aperfeiçoou a técnica, caçou a superação de forma implacável. No ADCC seguinte, edição de 2011, André se sagrou campeão no peso e no absoluto, dando a volta por cima, e aparecendo na capa da GRACIEMAG #176, desta vez com uma imagem vitoriosa, a qual ele teve o maior orgulho de enquadrar e pendurar na parede.</p>
<p>Bráulio sabe que Galvão está vindo num ritmo frenético para enfrentá-lo em 2013, o que obriga o Carcará a treinar cada vez mais para conter o ímpeto do rival. E é assim que a dinâmica da boa rivalidade fomenta a evolução de ambos os faixas-pretas.</p>
<p>“O Galvão me obriga a treinar diversos fundamentos específicos, como, por exemplo, a defesa para o armdrag”, analisa Bráulio. “O armdrag é uma das técnicas mais perigosas do Galvão, ele faz com muita eficiência, e termina o movimento grampeado nas costas do adversário. Aliás, foi assim que eu perdi para ele naquele Mundial de 2008, com um estrangulamento pelas costas.”</p>
<p><strong>Jamais escolha treinos! </strong></p>
<p>GRACIEMAG vê extrema importância nessa perspectiva de grande aprendizagem a partir do cultivo da figura do “bom rival”. Queremos banir da vida de nossos leitores a cultura de “escolher adversários” e se manter confortável treinando ou competindo apenas contra aqueles que são derrotados facilmente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ADCC 2009 87 9 kg Final   Braulio Estima VS Andre Galvao" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/7qWCJnC_kuw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Se você escolhe treinos na academia, você vai ficar sempre na estaca zero. Os desafios começam nos treinos com seus companheiros. Aquele cara que tem guarda chata, aquele que amassa por cima, aquele que te pega sempre&#8230; Esses são os caras que você deve sempre chamar para treinar e tentar achar uma melhora a cada dia. Essa é a minha filosofia, é o jeito que eu aprendi e fiz”, ensina Galvão.</p>
<p>“Concordo com o André, mas vale lembrar que também pode ser produtivo treinar com colegas de nível técnico inferior ao nosso”, pondera Bráulio. Só vai depender da sua criatividade, leitor, em transformar um “treino fácil” num “treino instigante”. Por exemplo, você pode deixar um colega menos graduado encaixar uma chave de braço em você. A partir dessa situação, treine a mecânica das defesas para tal chave. Que tal?</p>
<p>“Pelo fato de eu ser da primeira geração da Gracie Barra PE, poucos me amassavam no time, então eu e meu professor Zé Radiola bolávamos treinos específicos para eu evoluir”, recorda Bráulio.</p>
<p>Criatividade, portanto, está entre as virtudes que o praticante de Jiu-Jitsu não pode abrir mão. A outra virtude fundamental tem a ver com a humildade em querer estar sempre aprendendo. Junte a esses dois elementos um bocado de disposição e pronto. O progresso do lutador de Jiu-Jitsu virá naturalmente. Os campeões garantem!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ADCC Beijing 2013 - Andre Galvao Vs. Braulio Estima - Superfight 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Gui5wWJA4gI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-milagre-da-rivalidade-no-jiu-jitsu-com-andre-galvao-e-braulio-estima/">O milagre da rivalidade no Jiu-Jitsu, com André Galvão e Bráulio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma cartilha Gracie para faixas-brancas, com Neiman</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 08:41:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estrela do Bellator, o craque Neiman Gracie ensina hoje sua cartilha para chegar até a faixa-preta em alta pressão – e alto astral. Confira as lições nas linhas abaixo, retiradas de artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG. Para conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218076" style="width: 1206px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218076" class="size-full wp-image-218076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg" alt="" width="1196" height="732" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman.jpg 1196w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-768x470.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-1024x627.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/neiman-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1196px) 100vw, 1196px" /></a><p id="caption-attachment-218076" class="wp-caption-text">Neiman Gracie executando sua raspagem da guarda-aranha. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Estrela do Bellator, o craque Neiman Gracie ensina hoje sua cartilha para chegar até a faixa-preta em alta pressão – e alto astral.</p>
<p>Confira as lições nas linhas abaixo, retiradas de artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG. Para conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital.</a></p>
<p><strong>1.</strong> Comece pelo começo. Aprenda bem o básico. Não tenha pressa para aprender posições mirabolantes. O básico é o que funciona sempre, da faixa-branca à preta.</p>
<p><strong>2.</strong> Acumule tempo de voo. O que determina se um piloto de avião é bom ou ruim é o tempo que ele passa voando. No Jiu-Jitsu não é diferente, quanto mais tempo no tatame treinando, melhor você vai ficar.</p>
<p><strong>3.</strong> Treine a sua defesa. Para ser completo você tem de ser tão bom se defendendo quanto atacando. Ponha-se em situações de perigo na academia e tente sair delas.</p>
<p><strong>4.</strong> Treine o seu ataque. Como dizia o grande general chinês Sun Tzu, a invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Um modo simples de lapidar seus ataques: pegue um parceiro de treino novato e tente finalizá-lo sempre com o mesmo golpe. Assim você vai conseguir aperfeiçoar sua finalização ao máximo.</p>
<p><strong>5.</strong> Divirta-se. Se você não está se divertindo então não vale a pena. Tenha em mente que o Jiu-Jitsu traz os melhores amigos da sua vida e momentos inesquecíveis.</p>
<p><strong>6.</strong> Cuide bem da máquina. Coma bem, durma cedo, não fume e não beba. Se você fizer tudo o que sua mãezinha mandava você vai se sentir muito melhor nos treinos também!</p>
<p><strong>7.</strong> Deixe seu ego do lado de fora do dojô. Você vai tomar amasso de gente mais nova e mais velha que você, mas isso é normal. Lembre-se que isso faz parte do aprendizado. Seja o prego hoje, para amanhã ser o martelo.</p>
<p><strong>8.</strong> Os detalhes fazem toda a diferença. Por exemplo, botar a mão um pouco mais fundo na gola vai fazer toda a diferença no seu estrangulamento. O Jiu-Jitsu é uma arte de detalhes, sempre preste atenção neles.</p>
<p><strong>9.</strong> Mantenha a mente aberta. Você sempre pode aprender coisas novas de qualquer pessoa, de um faixa-branca a um faixa-vermelha. Quanto mais você aprender melhor você será.</p>
<p><strong>10.</strong> Leia sempre GRACIEMAG, na revista digital e site. Onde mais você poderia aprender lições valiosas como esta e outras que você leu aqui?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/uma-cartilha-gracie-para-faixas-brancas-de-jiu-jitsu-com-neiman-gracie/">Uma cartilha Gracie para faixas-brancas, com Neiman</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ivan Rocha e sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 17:18:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável” ensina Ivan Rocha, GMI e professor de renome no cenário mundial do Jiu-Jitsu. Conhecido como “Cabecinha”, Ivan utiliza sua experiência, acumulada ao longo de 22 anos na arte suave como atleta e instrutor, para guiar e incentivar alunos a mostrarem seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234945" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234945" class="size-full wp-image-234945" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-2-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234945" class="wp-caption-text">Confira a entrevista do professor abaixo. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p>“Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável” ensina Ivan Rocha, GMI e professor de renome no cenário mundial do Jiu-Jitsu. Conhecido como “Cabecinha”, Ivan utiliza sua experiência, acumulada ao longo de 22 anos na arte suave como atleta e instrutor, para guiar e incentivar alunos a mostrarem seus melhores resultados dentro e fora dos tatames.</p>
<p>Com 15 anos investidos no ensino do Jiu-Jitsu, Ivan foi um dos pioneiros do esporte na Itália, onde liderou e fortaleceu a Gracie Barra Milão, firmando o status da equipe como uma das mais fortes da região. Apesar de seu sucesso na esfera competitiva, Cabecinha reserva seu fascínio pelo poder transformador do Jiu-Jitsu e ressalta como a arte suave tem o potencial para mudar a vida de todos, independente de características e dificuldades individuais.</p>
<p>Firme em sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu, Ivan papeou com GRACIEMAG para explicar como a arte suave o ajuda a tocar a vida de seus alunos, a importância da dedicação e do amor no esporte e como a paixão pelo ensino contribuiu para sua evolução nos tatames. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte?</strong></p>
<p>IVAN ROCHA: Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi pela televisão, ao assistir as lutas da família Gracie no Pride. Como eu já conhecia a arte marcial, não hesitei quando um amigo me convidou para um treino na casa dele. Tinha 17 anos na época e fiquei uma semana na casa dele, treinando e me apaixonando pelo Jiu-Jitsu. O esporte mexeu comigo de uma forma inédita, então não demorei para procurar uma equipe de Jiu-Jitsu e começar a treinar de verdade. Foi aí que conheci o professor Caveirinha, que na época liderava a Gracie Barra Caveirinha aqui em Belo Horizonte, e dei o primeiro passo na minha carreira na arte suave.</p>
<div id="attachment_234941" style="width: 550px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234941" class="size-full wp-image-234941" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59.jpeg" alt="" width="540" height="360" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59.jpeg 540w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.59-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /><p id="caption-attachment-234941" class="wp-caption-text">Amarrando a faixa após um confronto. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre fui muito competitivo e um dos fatores que atraiu a minha atenção para o Jiu-Jitsu foi o fato de que qualquer pessoa, independente de idade ou forma física, podia competir. Lutei meu primeiro campeonato ainda na adolescência, com dois meses de treino e pesando 64Kg. Foi uma sensação única, um misto de empolgação e alegria que alimentaram ainda mais a minha crescente paixão pelo Jiu-Jitsu. Competi bastante até a faixa-roxa, mas decidi me dedicar mais às aulas e acabei desacelerando na marrom e na preta. Queria que meus alunos sentissem a mesma alegria que sentia no Jiu-Jitsu, então preferi dedicar meu tempo a alimentar esse sentimento de conquista em cada um deles.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Conquistei a faixa-preta em 2010, pelas mãos do meu amigo Alexandre Batatinha, na Itália. Após longos dez anos de Jiu-Jitsu, receber a preta com o tatame cheio, cercado de alunos e amigos, foi uma experiência única e inexplicável. A energia naquele dia era só amizade, alegria e parceria, conseguia sentir que todos estavam felizes pela minha conquista. Diante de tudo isso, não aguentei e chorei igual uma criança (risos). Sempre digo que a emoção desse dia só perde para o nascimento do meu filho, que foi o dia mais emocionante da minha vida.</p>
<div id="attachment_234943" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234943" class="size-full wp-image-234943" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1.jpeg" alt="" width="960" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-768x510.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-1-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234943" class="wp-caption-text">&#8220;Queria que meus alunos sentissem a mesma alegria que sentia no Jiu-Jitsu, então preferi dedicar meu tempo a alimentar esse sentimento de conquista em cada um deles&#8221;. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Você mencionou anteriormente que sua carreira de competidor acabou ficando em segundo plano, com a ocupação de professor se tornando a sua prioridade no Jiu-Jitsu. A que se deve esta mudança?</strong></p>
<p>É difícil desempenhar esses dois papéis com excelência, por conta do esforço físico e mental que o Jiu-Jitsu exige de seus praticantes. Tive uma queda no meu rendimento como atleta, mas recebi em troca muita experiência e evolução como professor. É muito gratificante ver meus alunos superarem desafios e lutarem com paixão para conquistar o pódio. Essa emoção é algo que pude sentir com frequência, por conta da equipe forte e competitiva que formei na Itália. Meus alunos participavam de quase todos os campeonatos e tive a honra de assistir suas conquistas dentro e fora do país. Para um professor, essa é uma experiência que não tem preço, é o sonho de todo profissional que se dedica ao ensino. Ver a vitória dos meus alunos é algo que me completa e me faz feliz.</p>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar a importância de dar o nosso melhor em tudo que fazemos. Com amor, foco e disciplina, nenhuma meta é impossível e nenhum objetivo é inalcançável. Aprendi isso na minha fase de competidor, quando lutava com raça e sem dar importância às dificuldades, sempre focado na alegria da vitória. Ensino aos meus alunos que a técnica e a vontade caminham lado a lado, sempre dependendo uma da outra para que você seja triunfante. Esses dois fatores dependem apenas da dedicação, que por sua vez depende do quanto você quer ser vitorioso.</p>
<div id="attachment_234939" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234939" class="size-full wp-image-234939" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58.jpeg" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-12.30.58-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-234939" class="wp-caption-text">Ivan e seu filho no tatame. Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><strong>Qual é a chave para ter uma equipe bem-sucedida no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Acredito que o sucesso e a evolução de uma equipe dependem muito de quanto o líder ama o trabalho e se dedica ao mesmo. Quando o professor sente amor por seu ofício e propaga valores positivos, como disciplina e respeito, os alunos passam a sentir orgulho e gratidão de fazer parte da equipe. São esses os sentimentos que impulsionam esses praticantes e que aumentam o rendimento de cada um deles como atletas. Tudo isso parte do amor do professor, pois quem ama se dedica e busca evoluir, de forma a dar o seu melhor e instigar seus alunos a fazer o mesmo.</p>
<p><strong>Já experiente e com muitos anos de bagagem no Jiu-Jitsu, como a sua visão da arte marcial mudou desde a sua época como faixa-branca?</strong></p>
<p>Hoje tenho uma compreensão mais profunda do Jiu-Jitsu. Ele é mais que um esporte, é um estilo de vida voltado para formar pessoas de bem, com mentes fortes e corpos saudáveis. Desejo que todos tenham a oportunidade de experienciar o que o Jiu-Jitsu proporciona, pois vai muito além do bem estar. Sinto muita gratidão por ter conhecido essa arte marcial e por saber que, através dela, estou contribuindo para tornar a vida dos meus alunos melhor, formando pessoas equilibradas e, desta forma, fazendo minha parte para criar um mundo melhor.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ivan-rocha-e-sua-missao-de-construir-um-mundo-melhor-atraves-do-jiu-jitsu/">Ivan Rocha e sua missão de construir um mundo melhor através do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 15:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor respeitado e competidor ferrenho, com incontáveis títulos no Brasil e no exterior, Roberto Godoi já acumula mais de três décadas de compromisso firme com o Jiu-Jitsu. A estrada foi longa e cheia de desafios, mas o professor, que sempre gostou de se testar, perdurou no decorrer dos anos e construiu sua imagem em paralelo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207940" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207940" class="size-full wp-image-207940" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/godoi-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-207940" class="wp-caption-text">Godoi em foto marcante de Luca Atalla para o Gallerr.com</p></div>
<p>Professor respeitado e competidor ferrenho, com incontáveis títulos no Brasil e no exterior, Roberto Godoi já acumula mais de três décadas de compromisso firme com o Jiu-Jitsu. A estrada foi longa e cheia de desafios, mas o professor, que sempre gostou de se testar, perdurou no decorrer dos anos e construiu sua imagem em paralelo à equipe G13BJJ, time que lidera.</p>
<p>Nós conversamos com Godoi para a edição número #261 da GRACIEMAG, no ano em que completou seu trigésimo aniversário no Jiu-Jitsu, e o papo revisitou grandes momentos da trajetória do professor, desde seu primeiro contato com o esporte, a primeira academia, até chegar na análise de seus muitos anos de faixa-preta, com dicas valiosas para você percorrer com sucesso o caminho de aprendizado constante da arte suave.</p>
<p>Confira a conversa a seguir e aprenda com Roberto Godoi!</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #251. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Primeira pergunta, antes que esqueçamos: como surgiu seu clássico apelido, “Jason”?</strong></p>
<p><strong>ROBERTO GODOI:</strong> (Risos). Boa. O apelido nasceu na academia do Waldomiro Perez, o Junior. Eu era um dos treinos mais duros na academia e quase sempre estava de kimono sujo e com um rasgo ou outro. Desde novo, eu também nunca tive muito cabelo, e isso tudo coincidiu com o sucesso dos filmes da série “Sexta-feira 13”. Quando o Junior ia separar os treinos, ele mandava: “Vai lá, você treina com o Jason, vai!”. Mas quem realmente fez o apelido pegar e eu assumi-lo, foi um grande amigo nosso, que desenvolveu meu primeiro patch para o kimono; quando eu vi, era um boneco do Jason de máscara e kimono! A molecada mais jovem sempre se amarrou, mas eu mesmo nunca liguei muito.</p>
<p><strong>Este ano você completa 30 anos de Jiu-Jitsu, 21 já como faixa-preta. O que viveu de mais memorável nestes anos todos?</strong></p>
<p>Exato, fui promovido faixa-preta no fim de 1996, e há 21 anos trago ela com muito orgulho em minha cintura. Em 1997 lembro com carinho das minhas primeiras lutas como faixa-preta, no Pan do Havaí da IBJJF. No Mundial de Jiu-Jitsu, belisquei um terceiro lugar no Tijuca Tênis Clube, foi um momento único. Vivíamos verdadeiras aventuras, com caravanas de carro saindo de São Paulo, batidas na serra das Araras, o sofrimento das pesagens no dia anterior… Lembro de ter ficado correndo três horas em volta do ginásio e ainda ter de pesar nu para bater o peso e poder lutar. Ficávamos num hotelzinho de quinta categoria, amontoados, entrávamos furtivamente na madrugada para os gerentes não perceberem. São histórias que hoje o pessoal mal acredita.</p>
<p><strong>São três décadas praticamente sem parar de competir. Como acha que essa constância nos campeonatos o ajuda, como professor e como cidadão?</strong></p>
<p>Com 43 anos, meu corpo cobra hoje as diversas lesões que tive no decorrer desse tempo, e com isso vêm algumas limitações, mas não será isso que vai me parar, pelo menos não agora! Tenho paixão por aquele sentimento de pisar no tatame, de me testar, de ouvir os caras falando que fulano está na minha categoria e que ele está treinado para ganhar. São esses sentimentos que mantêm acesa dentro de mim aquela chama de criança, a vontade de treinar similar a de quando comecei no esporte. Competir também me torna um profissional melhor a cada dia – a busca não está em provar nada a ninguém, e sim perseguir a evolução contínua e o equilíbrio do meu Jiu-Jitsu, sem falar no aprimoramento do nosso grupo como um todo.</p>
<p><strong>É aquela frase do Rickson Gracie, o estudo e o aprendizado não terminam nunca…</strong></p>
<p>Sim, pois o Jiu-Jitsu evolui e se moderniza a cada ano. Eu sei que tenho muita coisa a aprender e melhorar; com isso, competir e treinar com meus alunos diariamente me obrigam a ficar atualizado com o que há de mais atual na nossa arte. Além do mais, os campeonatos são ótimos para rever amigos, dar risadas, ampliar nossa rede de contatos, entre tantos outros benefícios para um professor.</p>
<p><strong>Como você começou a treinar Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu entrou na minha vida por acaso. Eu estava num colégio que volta e meia tinha confusão na saída, e na minha turma havia um argentino bom de briga. Um dia, esse camarada foi passar um fim de ano no Rio de Janeiro e voltou em choque. Ele me chamou e disse: “Se você não quiser apanhar de mais ninguém na vida, você tem de aprender o que vi no Rio!”. O argentino tinha visitado uma academia Gracie e contou que tinha sido retorcido de tudo que é jeito: “Dino (era meu apelido), o que você precisa fazer é isso, chama Jiu-Jitsu!”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-234036" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg" alt="" width="875" height="537" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-300x184.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-1024x628.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-768x471.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram-150x92.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210805-124739_Instagram.jpg 1073w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p><strong>E foi fácil achar uma academia em São Paulo?</strong></p>
<p>Eu fiquei sabendo que o Marcelo Behring, que já era um famoso campeão formado pelo Rickson, havia acabado de chegar em SP em 1988. Parti para lá mas a academia era badalada e os treinos eram caros, eu não tinha condição nenhuma de pagar. Dei sorte pois meu irmão voltou dos EUA e me deu uma jaqueta novinha. Vendi a jaqueta pelo preço de três meses de treinos e comecei. Foi lá que conheci o Waldomiro, que era o braço direito do Marcelo e depois seria meu professor e grande amigo.</p>
<p><strong>Qual foi a luta mais memorável de sua carreira?</strong></p>
<p>Todas tiveram valor, e trouxeram grande aprendizado. Mas não me sinto capaz de resumir num momento, numa conquista pessoal, toda minha trajetória dentro do Jiu-Jitsu. Meu maior feito no esporte sem dúvidas foi o número de pessoas e vidas que pude ajudar a melhorar, não só os que treinaram comigo mas seus familiares e pessoas em torno também.</p>
<p><strong>Ainda se lembra de sua primeira academia?</strong></p>
<p>Eu ainda era faixa-roxa, em 1992, quando junto com um amigo decidi montar a primeira academia que tive, nos fundos da minha casa. Lá era pequeno, tinha espaço para cerca de 15 alunos por turma, e no primeiro mês já tínhamos 30 alunos treinando – e uns dez esperando vaga. Hoje nossa escola G13BJJ vem se estruturando cada dia mais a nível de empresa, e buscar dar todo o suporte e o retorno aos seus alunos e professores franqueados. A estrutura é inimaginável, olhando para aquela academia nos fundos de casa. Nossa preocupação hoje é cuidar para que a G13BJJ seja vista e reconhecida como uma &#8220;escola de artes marciais”, e nosso papel cada vez mais é de bons educadores.</p>
<p>Ensinamos tanto aos alunos que pensam em competir quanto aos que sonham em empreender e saber lecionar e gerir seu próprio negócio um dia. Hoje somos mais de 7 mil alunos em 71 unidades, sendo 55 unidades no Brasil, entre São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Santa Catarina. Fora do Brasil são cinco nos EUA e uma na Austrália.</p>
<p><strong>Que dicas você daria para ter sucesso no Jiu-Jitsu e chegar à faixa-preta?</strong></p>
<p>Difícil resumir em poucas dicas, porque são muitas variáveis envolvidas. Mas eu diria que a número um é a disciplina, para treinar constantemente e não desistir; a segunda é a saúde – para sua máquina funcionar bem, cuide de seu corpo; e a terceira é a autoconfiança: acredite em você, e não deixe nada ou ninguém falar que você não pode ou não é capaz!</p>
<p><strong>Esforço sempre vai vencer o talento, no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Eu estou certo que talento sem disciplina e muito esforço não nos leva a lugar nenhum. Desde criança eu gosto de lutar, mas sempre fui mais aguerrido e perseverante que um cara talentoso em si. Em várias lutas e campeonatos que venci, obtive sucesso por saber que para ser vitorioso eu precisaria primeiro superar uma carência de talento minha. Hoje certamente sou um cara mais duro hoje por ter esse foco, por saber do que sou feito. Sempre procurei me esforçar mais hoje para a cada dia ser um Godoi melhor do que ontem.</p>
<p><strong>Um dos seus pontos fortes é enfiar a mão na gola, em pé, no chão, já sempre engatilhando um golpe… Como funciona essa sua tática?</strong></p>
<p>É preciso primeiro lembrar que nossa luta começa em pé antes de ir para o chão, por isso é evidente que, seja para quedar, raspar ou chamar na guarda, todas as posições tem seus preparativos e nuances, em especial esses detalhes de pegadas em golas e mangas para poderem acontecer com sucesso. Em pé eu procuro exercer minha pegada dominante de canhoto na gola do oponente, e quando a consigo, ela me abre um bom leque de ataques e posições, detalhes que repasso para todos do nosso time. Mas Jiu-Jitsu nem sempre é o que queremos, e sim o que aparece na hora da luta, então em nossos treinamentos rotineiros na G13, enfocamos tanto nosso jogo forte quanto nosso lado deficiente, para tentarmos cada vez mais equilibrar e elevar nosso jogo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Godoi teaches his BJJ signature move: the Godoi Choke" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iIEJP6YgE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você fez sete lutas de MMA e começou lá atrás, em 1995. O que aprendeu sobre Jiu-Jitsu e sobre si mesmo subindo nesses ringues?</strong></p>
<p>Eram tempos totalmente diferentes, em que era um caminho meio natural migrar e cair para dentro do &#8220;vale-tudo&#8221; em algum momento de sua trajetória, até para buscar essa “validação” de sua faixa. E comigo não foi diferente. Tive diversas lições e aprendizados dentro do vale-tudo e sou grato por cada experiência que hoje soma para a bagagem que possuo, e assim consigo contribuir para realizar os objetivos dos meus atletas, profissionais ou não. Meu sonho é servir de rampa para todos os meus alunos chegarem muito mais longe do que eu.</p>
<p><strong>Você, como muitos professores, passou por uma mudança de imagem que é similar à própria evolução que se deu com o Jiu-Jitsu: antigamente, passava uma imagem de marra; hoje, você se assemelha a um paizão dos alunos, respeitador, cordial com os oponentes… O Jason hoje é de paz?</strong></p>
<p>Sim, trata-se de um amadurecimento natural meu como pessoa, que aconteceu paralelamente à transformação dos valores do Jiu-Jitsu como esporte e estilo de vida no mundo todo. Eu estive à frente de um grupo e fui um “mestre&#8221; muito cedo, e com essa imaturidade tive meus erros, mas também meus acertos. Lá atrás esse era um estereótipo colado na maioria dos lutadores de Jiu-Jitsu, mas sem dúvida alguma hoje sou uma pessoa muito melhor preparada, em todos os sentidos, para ocupar minha posição. Boa parte disso eu devo a meus pais e ao que aprendi no Jiu-Jitsu, por ser essa ferramenta única de equilíbrio emocional e resgate de valores morais que, praticado diariamente, nos molda e aos que nos cercam, para termos um convívio mais harmonioso e conquistarmos uma sociedade melhor.</p>
<p><strong>Em 2001 a Godói-Macaco, que vinha com projeção no circuito esportivo paulista, se separou. Que lições você tirou da separação?</strong></p>
<p>A Godoi-Macaco em seus tempos áureos foi única, e quem viveu aquilo, viveu! Não cuspo no prato em que comi e tenho orgulho de todos que ali passaram, sem desmerecer a tantos outros que batalharam com muito afinco lá atrás em SP, mas fomos um dos principais responsáveis pelo surgimento com relevância do nome Jiu-Jitsu no mapa de SP e do Brasil na época. Ajudamos a construir o Jiu-Jitsu paulista e sempre acreditei em mim, soube do meu papel e valor dentro do time. Isso refletiu na minha autoconfiança e total segurança, que não me fez temer qualquer separação ou reinício do zero que eu precisasse passar. Mas isso é o resumo do Jiu-Jitsu, a arte nos prepara para ser um campeão na vida. Eu apenas foquei no trabalho, sem dar ouvidos a bochichos, porque “os cães ladram e a caravana passa”.</p>
<p><strong>Em dezembro fez dez anos da morte do Ryan. Qual você acha que foi sua importância para o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>A perda do Ryan representou a perda de um grande lutador, era um grande material humano. Mas o Ryan perdeu para ele mesmo. Muitas vezes as maiores batalhas que enfrentamos em nossas vidas não são contra oponentes de rosto ou de corpo físico contra o qual conseguimos atingir fisicamente. Por isso a luta muitas vezes é desigual, e dessa forma não devemos julgar ninguém. Controverso ou não, ele sempre foi um agregador e tido por seus alunos como um líder nato. Sua vinda para SP, independentemente de todos os “causos”, contribuiu sim para o fomento do Jiu-Jitsu em nosso estado e revelou muitos atletas e amigos que tenho para a vida e levam hoje o legado e nome dele pelo mundo.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roberto-godoi-completa-30-anos-de-jiu-jitsu-e-relembra-os-percalcos-e-vitorias-na-carreira/">Roberto Godoi relembra percalços e vitórias no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como você ensina seu aluno a ter &#8220;atitude&#8221;? Professor Cleiber Maia esclarece</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 12:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor de Jiu-Jitsu com MBA em administração esportiva, o faixa-preta Cleiber Maia (Equipe LPM) está sempre estudando para ser um professor melhor. Nosso GMI no Rio de Janeiro, Cleiber escreveu um artigo instrutivo, publicado na GRACIEMAG #231, para ajudar seus alunos a irem mais longe e sua academia a ser mais rentável. Nossa equipe separou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_189798" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-189798" class="size-full wp-image-189798" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Professor-Cleiber-Maia-GMI-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Professor Cleiber Maia ensina em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação" width="1024" height="685" /><p id="caption-attachment-189798" class="wp-caption-text">Professor Cleiber Maia ensina Jiu-Jitsu em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu com MBA em administração esportiva, o faixa-preta Cleiber Maia (Equipe LPM) está sempre estudando para ser um professor melhor. Nosso GMI no Rio de Janeiro, Cleiber escreveu um artigo instrutivo, publicado na GRACIEMAG #231, para ajudar seus alunos a irem mais longe e sua academia a ser mais rentável.</p>
<p>Nossa equipe separou cinco das principais dicas de Cleiber, a seguir. Para agendar seminários ou aulas com o professor, entre em contato pelo WhatsApp (21) 99431-4178 , ou no e-mail cleibermaia@gmail.com . Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1. Um bom professor não tem medo de perder o aluno:</strong> &#8220;Quem tem medo de perder aluno se preocupa mais em agradar do que educar. A educação demanda aquele desconforto que vai fazer o aluno sair do ponto onde está para um outro melhor.&#8221;</p>
<p><strong>2. Ensinar Jiu-Jitsu é mais que um trabalho, é uma missão:</strong> &#8220;Assim como na vida e nas competições, na carreira de professor também obtemos resultados insatisfatórios algumas vezes. Somente aqueles que encaram o ensino do Jiu-Jitsu como uma missão têm forças para atravessar os momentos de vacas magras.&#8221;</p>
<p><strong>3. Você vale o que representa:</strong> &#8220;O valor das coisas está no que elas representam e não simplesmente no que é entregue. As causas que você defende, aquilo que você valoriza, a forma de falar, o que expõe em sua mídia social, a forma de se vestir e até a postura do seu corpo vão ser a referência para os outros do que você representa e, por conseguinte, do seu valor. Antes de reclamar do baixo faturamento ou da crise econômica, reflita se você representa o que seu público valoriza. Por vezes é melhor mudar seu posicionamento no mercado do que tentar parecer ser o que não é.&#8221;</p>
<p><strong>4. Integridade é o segredo para uma vida longa como professor de Jiu-Jitsu:</strong> &#8220;Um professor deve dar atenção de forma equilibrada ao trabalho, à família, aos amigos, ao cônjuge, aos estudos e ao lazer. Aliás, essa forma de se comprometer com todas as áreas da nossa vida deve ser estimulada pelo professor desde cedo, caso contrário, há grande riscos de se perder um praticante de Jiu-Jitsu no meio do caminho.&#8221;</p>
<p><strong>5. Acelere o ritmo do aprendizado com atitudes libertadoras:</strong> &#8220;Não crie expectativas em função do ritmo de aprendizado no Jiu-Jitsu, pois ele está diretamente ligado a questões extraclasse do aluno. Muitas vezes a técnica é superestimada quando, na verdade, 99% das lutas são definidas na atitude. A técnica serve apenas para que seja gasto menos energia. É fundamental que o professor desenvolva a capacidade de estimular atitudes &#8216;libertadoras&#8217; em momentos críticos da luta a fim de quebrar padrões comportamentais &#8216;viciados&#8217; e crenças limitadoras. A diferença entre o professor e o mestre está na capacidade de ampliar a percepção do que é &#8216;possível&#8217; para o aluno.&#8221;</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-voce-ensina-seu-aluno-de-jiu-jitsu-a-ter-atitude-professor-cleiber-maia-esclarece/">Como você ensina seu aluno a ter “atitude”? Professor Cleiber Maia esclarece</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nika Schwinden e a evolução do Jiu-Jitsu feminino</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2021 16:36:07 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_232145" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232145" class="size-full wp-image-232145" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-01-at-13.01.27.jpeg" alt="" width="720" height="651" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-01-at-13.01.27.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-01-at-13.01.27-300x271.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-01-at-13.01.27-150x136.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232145" class="wp-caption-text">Nika e suas alunas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professora da GB Curitiba, nossa GMI Nika Schwinden se recorda de ser a única mulher em suas primeiras aulas de Jiu-Jitsu. Ainda com a faixa-roxa, ela buscou mudar esse cenário e, com a ajuda de seu professor, formou sua primeira turma completamente feminina, fato que gerou críticas e ceticismo em meio a seus colegas. A intenção, claro, era mudar o cenário do esporte para melhor, mesmo sob chumbo grosso.</p>
<p>Anos depois, Nika conversa com GRACIEMAG sobre as dificuldades que encarou durante sua primeira experiência com o ensino, além de analisar o aumento no número de mulheres praticantes e como a inclusão deste nicho impactou o cenário da arte suave. Confira o papo no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nika Schwinden e a evolução do Jiu-Jitsu feminino" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Hqz7J0lF_uw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/nika-schwinden-e-a-evolucao-do-jiu-jitsu-feminino/">Nika Schwinden e a evolução do Jiu-Jitsu feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 dicas para você não morrer no gás nos treinos e campeonatos de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2021 13:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu e preparador físico especializado em esportes de combate, Rafael Ribeiro respondeu à desafiadora pergunta do GRACIEMAG.com: que providências o lutador de Jiu-Jitsu deve tomar para melhorar o gás nos treinos e nas competições? 1. Faça um bom aquecimento no início das aulas de Jiu-Jitsu e antes de competir. A ciência tem avançado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_177136" style="width: 1730px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-177136" class="size-full wp-image-177136 " title="Rodolfo Vieira celebra seu titulo absoluto em 2011 Foto Dan Rod" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/05/Rodolfo-Vieira-celebra-seu-titulo-absoluto-em-2011-Foto-Dan-Rod.jpg" alt="Rodolfo Vieira celebra seu titulo absoluto em 2011 Foto Dan Rod" width="1720" height="1148" /><p id="caption-attachment-177136" class="wp-caption-text">O faixa-preta Rodolfo Vieira celebra seu título absoluto, em 2011: gás total até a última luta. Foto: Dan Rod/GRACIEMAG</p></div>
<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu e preparador físico especializado em esportes de combate, <a href="https://www.graciemag.com/2020/03/23/rafael-ribeiro-explica-as-diferencas-do-treino-em-quarentena-no-jiu-jitsu/" target="_blank" rel="noopener">Rafael Ribeiro</a> respondeu à desafiadora pergunta do GRACIEMAG.com: que providências o lutador de Jiu-Jitsu deve tomar para melhorar o gás nos treinos e nas competições?</p>
<h3><strong>1. Faça um bom aquecimento no início</strong> das aulas de Jiu-Jitsu e antes de competir.</h3>
<p>A ciência tem avançado muito no estudo desse tema, visando a melhorar o desempenho dos atletas. Hoje as pesquisas mostram que não há mais a necessidade de alongamentos estáticos antes da atividade física. Opte pelos alongamentos dinâmicos. Explore a liberação miofascial, a ativação dos glúteos, trabalhe a mobilidade das articulações. Esses dois últimos são muito importantes para a prevenção de lesões.</p>
<h3>2. Controle a quantidade de combates que você faz por semana.</h3>
<p>Cada fase do treinamento requer um número maior ou menor da quantidade de horas treinadas por semana. Você não pode e nem precisa fazer 10-15 &#8220;rolas&#8221; todos os dias, afinal, você não está “na guerra”; não se deve treinar sempre no seu máximo, pois assim o corpo e a mente não se recuperam e com isso você acaba se machucando e/ou rendendo menos nos treinos subsequentes.</p>
<h3>3. Diminua a quantidade de treinos perto da competição.</h3>
<p>Isso é o que a ciência do esporte chama de polimento. Nessa fase você precisa recuperar o seu corpo pra chegar muito bem na competição, justamente o contrário do que muita gente faz, querendo dar um &#8220;gás&#8221; no final.</p>
<h3>4. Alinhe a preparação física ao que você faz em cima do tatame.</h3>
<p>O seu treino de preparação física não pode ser um “concorrente” ao seu treinamento de Jiu-Jitsu, mas sim um trabalho integrado e complementar. Uma conversa entre os profissionais (o professor de Jiu-Jitsu e o preparador físico) para alinhar os objetivos em cada frente de trabalho pode ser o grande “pulo do gato” para a melhora do seu rendimento.</p>
<h3>5. Treine objetivos específicos numa luta.</h3>
<p>Gosto muito de colocar o atleta em posições possíveis de ocorrer num combate, dando objetivos para ele realizar naquela situação. Por exemplo: o atleta está na meia-guarda e tem 30 segundos pra fazer cinco pontos ou finalizar. Isso obriga o atleta a tomar decisões rápidas e jamais desistir de alcançar seu objetivo.</p>
<h3>6. Treine a velocidade.</h3>
<p>Quem treina apenas de forma lenta acaba se tornando um atleta lento, pois não estimula as fibras musculares de contração rápida. Se o adversário conseguir impor um ritmo acelerado no combate, por exemplo, é provável que o atleta lento sofra em termos de “gás”. Portanto, treine com rapidez e você se tornará mais veloz, e vai conseguir estar sempre na frente do seu adversário em termos de ritmo.</p>
<h3>7. Simule a competição.</h3>
<p>É importante ter no treinamento um dia em que o atleta simule as condições reais da competição, com tempos de luta, descanso, pontuações&#8230; Até a simulação de pessoas torcendo contra é um recurso válido para trabalhar os aspectos emocionais (que influem diretamente no gás do lutador).</p>
<div id="attachment_177142" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-177142" class="size-full wp-image-177142" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/05/Rafael-RibeiroGMI-na-Bahia-da-dicas-de-preparacao-fisica-para-turbinar-o-gas-do-lutador-de-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Rafael Ribeiro GMI na Bahia da dicas de preparacao fisica para turbinar o gas do lutador de Jiu Jitsu Foto Divulgacao" width="1280" height="960" /><p id="caption-attachment-177142" class="wp-caption-text">Professor Rafael Ribeiro ouve a dúvida de um lutador: até simulação de torcida contra pode ser benéfica para turbinar o gás no Jiu-Jitsu. Foto: Divulgação</p></div>
<h3>8. Alimente-se com as quantidades corretas de comida para cada fase de treino.</h3>
<p>O lutador de Jiu-Jitsu precisa se alimentar de acordo com as fases do treino e os objetivos do dia. Cada tipo de treinamento requer uma quantidade de nutrientes adequada. Por exemplo, as lutas exigem mais carboidratos, já os treinos de força e potência nem tanto. Então, ter um programa nutricional alinhado também ao treino é um fator decisivo.</p>
<h3>9. Informe-se sobre os suplementos que você usa.</h3>
<p>Não tome suplementos alimentares só porque um colega ou alguém famoso toma. Existem muitas substâncias que, além de nocivas, não funcionam ou estão nas quantidades erradas. Cada treino e cada indivíduo tem uma quantidade específica para tomar de cada suplemento, de acordo com cada objetivo de treino. Ou seja, é algo extremamente complexo, e que deve estar nas mãos de quem realmente estudou e entende do assunto.</p>
<h3>10. Durma bem.</h3>
<p>O sono é o principal mecanismo de recuperação do corpo e da mente. O atleta que tem boas noites de sono estará mais forte e disposto no dia seguinte para a continuação do treinamento.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-voce-nao-morrer-no-gas-nos-treinos-e-campeonatos-de-jiu-jitsu/">10 dicas para você não morrer no gás nos treinos e campeonatos de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Até pegar: Cristyan Martins e seu treino de progressão para finalizar no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 14:53:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da nossa GMI Evolução Jiu-Jitsu, Cristyan Martins tem no seu estilo do jogo uma visão progressiva, com avanço sistemático nas transições até pegar. Para exemplificar, Cristyan enviou para GRACIEMAG um vídeo treinando com seu aluno, e abriu alguns de seus macetes nesse soltinho amistoso. Vale reparar que todo movimento é feito com a intenção&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545.png" alt="" width="814" height="538" class="aligncenter size-full wp-image-228814" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545.png 814w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545-768x508.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201002-114545-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 814px) 100vw, 814px" /></a></p>
<p>Professor da nossa GMI Evolução Jiu-Jitsu, Cristyan Martins tem no seu estilo do jogo uma visão progressiva, com avanço sistemático nas transições até pegar.</p>
<p>Para exemplificar, Cristyan enviou para GRACIEMAG um vídeo treinando com seu aluno, e abriu alguns de seus macetes nesse soltinho amistoso. Vale reparar que todo movimento é feito com a intenção de se colocar melhor, rumo à finalização. </p>
<p>Confira no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cristyan Martins (Evolução JJ) e seu treino de progressão até pegar no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Z_Tfr5kUhhM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ate-pegar-cristyan-martins-e-seu-treino-de-progressao-para-finalizar-no-jiu-jitsu/">Até pegar: Cristyan Martins e seu treino de progressão para finalizar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cristyan Martins e o valor do BJJ na formação dos jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 23:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cristyan Martins, professor da nossa GMI Evolução Jiu-Jitsu, deixou Maringá, no Paraná, para lutar Jiu-Jitsu nos Estados Unidos. O faixa-preta foi pego no contrapé pela pandemia, e decidiu ficar por lá à espera da liberação dos torneios. Em papo com o GRACIEMAG.com, o professor comentou sobre a carreira, os rumos da academia e como vê&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_225941" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225941" class="size-full wp-image-225941" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe.jpg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/9a408a7f-7d29-4189-bc4f-61920ffc6abe-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-225941" class="wp-caption-text">Professor Cristyan com sua turma infantil, o futuro do Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Cristyan Martins, professor da nossa GMI Evolução Jiu-Jitsu, deixou Maringá, no Paraná, para lutar Jiu-Jitsu nos Estados Unidos. O faixa-preta foi pego no contrapé pela pandemia, e decidiu ficar por lá à espera da liberação dos torneios.</p>
<p>Em papo com o GRACIEMAG.com, o professor comentou sobre a carreira, os rumos da academia e como vê o futuro de sua equipe. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual é a primeira lembrança que você tem de kimono?</strong></p>
<p><strong>CRISTYAN MARTINS:</strong> Minha primeira lembrança é na minha infância, quando senti na pele de garoto o poder transformador que o Jiu-Jitsu possui, e como ele é capaz de mudar qualquer ser humano. Eu fui criado apenas pela minha mãe, não tive um pai que ensinasse a me defender. Com isso fui um menino que não tinha muita confiança em mim e segurança. Mas, por meio do Jiu-Jitsu, aprendi diariamente a ter autoconfiança, a ter os meios de me defender e me impor quando preciso ao longo de minha vida. Devo tudo isso ao Jiu-Jitsu, ao meu professor, e a meu primo-irmão que me levou para treinar.</p>
<p><strong>Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Eu me apaixonei pelo Jiu-Jitsu desde o começo e creio que alimentava esse desejo de ser professor já nas faixas coloridas. Eu adorava quando meu professor pedia para puxar o aquecimento, ou quando ele me pegava para mostrar as técnicas. Sempre pensei comigo: “Quando eu me tornar um faixa-preta, vou iniciar um trabalho legal com os jovens.” Porém, quando fui graduado não comecei a dar aulas imediatamente, pois queria antes me consagrar campeão de grandes eventos na faixa-preta adulto. Voltei minhas energias apenas aos treinos, até que em 2012 decidi largar tudo, inclusive a profissão de advogado, para viver o meu maior sonho: mudar a vida das pessoas com o Jiu-Jitsu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_225945" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225945" class="wp-image-225945 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46.jpeg" alt="" width="960" height="688" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-300x215.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-768x550.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-150x108.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-225945" class="wp-caption-text">Cristyan recebendo a faixa-preta no pódio, das mãos do seu professor Rodrigo Feijão. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Qual foi a principal lição que você aprendeu com seu professor, a fera Rodrigo Garcia “Feijão”?</strong></p>
<p>Difícil apontar a principal lição… Afinal, são 20 anos de aprendizado com ele, é muito ensinamento, de luta e de vida. Há no entanto um lema que ele nos passava sempre: “O sol nasce para todos”. Era uma frase que sempre resumiu a importância de sermos guerreiros, jamais desistir de nossos sonhos e sempre acreditar no trabalho. Eu procuro seguir ensinando isso – se você tiver comprometimento e constância nos treinos, conhecer bem seus objetivos traçados, não tem como dar errado. A dedicação supera qualquer coisa, até o talento.</p>
<p><strong>Qual foi seu dia mais feliz no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Meu dia mais feliz no Jiu-Jitsu foi quando recebi a faixa-preta, no pódio no Tijuca Tênis Clube, no Rio, em 2009. Eu começara a treinar em 1999, e lembro que em 2000, ainda na faixa-branca, passei 15 dias no Rio com o Feijão, para acompanhar o Mundial da IBJJF. Quando entrei naquele ginásio fiquei impressionado, cada equipe cantava seu hino e tentava abafar o grito da outra, num espaço pequeno mas lotado de lutadores e astros do esporte. Pude ver os faixas-pretas vencendo e pulando a grade para comemorar com os amigos na arquibancada, e naquele dia eu decidi que faria tudo para ser um bom faixa-preta também. Mas não poderia nunca imaginar que a tão sonhada faixa-preta viria praticamente uma década depois, quando fui campeão do Rio Open, na faixa-marrom peso-pena adulto. Foi para mim a maior alegria que tive na arte suave.</p>
<p><strong>O que você busca ensinar hoje, na sua academia em Maringá?</strong></p>
<p>Temos uma metodologia específica, com um programa estruturado para cada faixa etária, isso é um grande diferencial. Na minha opinião o Jiu-Jitsu é a melhor ferramenta pedagógica que existe, ideal para o desenvolvimento psicomotor das pessoas. É uma arte que trabalha variadas valências do ser humano, e é prazerosa. Hoje vejo minha escola exportando professores, atletas e profissionais qualificados em geral para os quatro cantos do mundo. Nossa didática busca isso, contribuir com a sociedade – mesmo que o aluno não se torne um atleta de elite ou um instrutor, sei que ele será um ser humano mais cauteloso, equilibrado e respeitoso, qualidades que prezo e que repasso a meus alunos.</p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu o ensinou a levar seu dia a dia?</strong></p>
<p>Nos tatames aprendi que em primeiro lugar devemos ter respeito, ser respeitoso a todos. Em segundo, devemos achar o ponto de equilíbrio que é tão vital em todas as áreas – um aspecto crucial na luta, mas também fora dela. E em terceiro, é preciso termos comprometimento com nosso propósito, para no fim colher os frutos do nosso trabalho. É uma filosofia de vida que aprendi nestes mais de 20 anos de Jiu-Jitsu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-225949" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-16-at-14.58.46-2-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cristyan-martins-detalha-o-valor-do-jiu-jitsu-na-formacao-de-jovens-saudaveis/">Cristyan Martins e o valor do BJJ na formação dos jovens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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