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	<title>esporte | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Mar 2025 14:09:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>esporte | Graciemag</title>
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		<title>Quer evoluir no Jiu-Jitsu? Arrume um grande amigo que treina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 14:04:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“A atitude mais poderosa que você pode fazer para adicionar mais anos saudáveis é organizar sua rede social mais próxima, isto é, seu círculo de amizades”, diz Dan Buettner, em reportagem de Tara Parker-Pope, do “NY Times”. “Em geral, você quer amigos com quem possa ter uma conversa significativa. Alguém para quem você pode ligar num dia ruim, e que vão se importar. Seu grupo de amigos é melhor do que qualquer substância química ou suplemento antienvelhecimento”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_226500" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226500" class="wp-image-226500 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/11949557_163663510636895_1410315773231775454_n.jpg" alt="Velhos amigos da equipe Carlson Gracie, em Copacabana. Foto: GRACIEMAG" width="960" height="540" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/11949557_163663510636895_1410315773231775454_n.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/11949557_163663510636895_1410315773231775454_n-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/11949557_163663510636895_1410315773231775454_n-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/11949557_163663510636895_1410315773231775454_n-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-226500" class="wp-caption-text">Velhos amigos da equipe Carlson Gracie, em Copacabana. Foto: GRACIEMAG</p></div>
<p>Sábio filósofo que estudou com afinco o poder das amizades, o casca-grossa grego Aristóteles costumava dizer: “Quem se deleita na solidão, ou é uma fera selvagem ou um deus.”</p>
<p>Caso o amigo leitor não seja uma divindade, um bárbaro à solta ou um solitário convicto, você está com a faca e o queijo na mão para desenvolver de uma vez por todas seu Jiu-Jitsu. Para tal, basta olhar para seu amigo ou amiga ao seu lado.</p>
<p>De acordo com tese do pesquisador Dan Buettner, autor da “National Geographic”, a maior ferramenta para atrair saúde invejável e vida longa, tão eficaz quanto a alimentação consciente e o exercício diário, são as boas companhias.&nbsp;</p>
<p>O argumento de Buettner é sólido, e se sustenta numa ideia simples sobre a humanidade: comportamentos são contagiosos.</p>
<p>“Eu argumento que a atitude mais poderosa que você pode fazer para adicionar mais anos saudáveis é organizar sua rede social mais próxima, isto é, seu círculo de amizades”, diz Dan Buettner, em reportagem de Tara Parker-Pope, do “NY Times”. “Em geral, você quer amigos com quem possa ter uma conversa significativa. Alguém para quem você pode ligar num dia ruim, e que vão se importar. Seu grupo de amigos é melhor do que qualquer substância química ou suplemento antienvelhecimento”.</p>
<p>Amizades com interesses em comum trazem uma influência contínua, mais consistente que uma dieta – que pode ser abandonada – ou uma modalidade esportiva – que volta e meia aborrece e cai na <span class="il">estagnação</span>. Já uma boa companhia jamais deixa a peteca cair.&nbsp;</p>
<p>No caso do Jiu-Jitsu, o resultado é similar. Aquele cupincha aficionado pelo treininho vai enviar <a href="https://www.instagram.com/graciemagoficial/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">novos vídeos de defesa pessoal</a>, terá um enfoque técnico sobre certa posição que você não tinha enxergado e, claro, vai puxá-lo no dia em que você não pretendia sair do sofá.</p>
<p>No fim das contas, a lição é a mesma desde os tempos do velho Aristóteles: a vida é muito curta para ficar perto de pessoas negativas, que veem o mundo o tempo todo como um copo meio vazio.</p>
<p>Por fim, um conselho importante do pesquisador americano: três ou cinco amigos do mundo real valem mais do que 50 de amigos distantes das redes virtuais.</p>
<p>Bons treinos, e oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quer-evoluir-no-jiu-jitsu-arrume-um-grande-amigo-que-treina/">Quer evoluir no Jiu-Jitsu? Arrume um grande amigo que treina</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Artigo: Uma breve história do Jiu-Jitsu esportivo feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 12:15:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Willian von Söhsten* * Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #238 . Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * No início, nosso Jiu-Jitsu era um território dominado por homens, que desbravaram os primeiros caminhos na criação desta legítima arte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222549" style="width: 739px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/leka1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222549" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/leka1.jpg" alt="" width="729" height="547" class="size-full wp-image-222549" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/leka1.jpg 729w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/leka1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/leka1-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></a><p id="caption-attachment-222549" class="wp-caption-text">Leka Vieira e Letícia Ribeiro: pioneiras do Jiu-Jitsu competitivo entre as mulheres. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Texto: Willian von Söhsten*</p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #238 . Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>No início, nosso Jiu-Jitsu era um território dominado por homens, que desbravaram os primeiros caminhos na criação desta legítima arte marcial brasileira. Como as mulheres se habituaram a fazer, sua entrada neste mundo fechado se deu com muita batalha, determinação e provas de que elas têm total capacidade para elevar o nome da arte suave mundo afora. </p>
<p>Muitas mulheres marcaram para sempre seus nomes na história do Jiu-Jitsu brasileiro – casos de Yvone Duarte, reconhecida como a primeira faixa-preta da história do esporte e que hoje ostenta o quinto grau. Outro exemplo de pioneira foi Kyra Gracie, uma das maiores referências no mundo do kimono rosa e a primeira da família Gracie a conquistar seu espaço no clã e ser condecorada com a faixa mais escura.</p>
<p>O termômetro mais evidente para medir a evolução do Jiu-Jitsu feminino ao longo dos anos está nos grandes campeonatos. A primeira edição do Mundial aconteceu em 1996, mas as meninas só deram as caras em 1999. E até 2004, faixas-roxas lutavam juntas com marrons e pretas. Tempo de consagração de estrelas como Leka Vieira, Letícia Ribeiro, Dani Figueiredo e outras pioneiras, além da chegada de muitas outras novatas.</p>
<p>“Costumo brincar que dei muito azar. Assim que peguei a faixa-marrom lutei duas vezes o Mundial contra meninas que já eram grandes faixas-pretas, e ainda assim consegui chegar ao pódio. Em 2012, já na faixa-preta, pensei que com a experiência adquirida seria minha vez de levar alguma vantagem sobre as menos graduadas. E adivinha? Nesse ano as faixas foram separadas definitivamente”, lembra com humor a atleta Bruna Ribeiro.</p>
<p><strong>(Leka Vieira em ação no Mundial de 1999, no qual foi campeã peso-pena da chave mista de faixas-roxas, marrons e pretas)</strong></p>
<p><iframe title="Leka Vieira vs Patricia Lage: Mundial 1999" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/E2C5dPLujo8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Isso ocorria pois a quantidade de atletas que se inscreviam nas competições femininas ainda era muito pequena. “Ou misturava ou não tinha luta mesmo”, admite Bruna. Álvaro Mansor, diretor de arbitragem de IBJJF, lembra que com faixas-roxas lutando contra faixas-pretas a regra usada era sempre a da maior faixa. Hoje, tudo mudou. Já existe uma grande quantidade de atletas mulheres que dominam as áreas de luta e que se dedicam exclusivamente ao esporte – professoras, instrutoras, atletas, donas de academia e treinadoras que do Jiu-Jitsu retiram seu sustento. Diretor da IBJJF, Marcelo Araújo, o Siriema, recorda que no primeiro Mundial só existiam as categorias pena, médio e pesado para as mulheres. Hoje, a única categoria que falta para o feminino é a “pesadíssima”, que deve aparecer no futuro breve.</p>
<p>“A entrada da categoria feminino no Mundial foi um grande passo para sua exposição, mas ao mesmo tempo o número reduzido de competidoras fazia com que muitas categorias contassem apenas com uma atleta, ou nenhuma. Não havia luta, portanto. Foi decidido então que juntar alguns pesos e faixas faria com que a competição ganhasse visibilidade e status. Com o aumento de praticantes e competidores foi possível separar completamente as categorias de faixa”, explica Marcelo.</p>
<p>E, pensando bem, quem melhor que as mulheres para representarem o Jiu-Jitsu? Menos fortes fisicamente do que os homens, elas fazem valer a velha máxima do grande mestre Helio Gracie: “O Jiu-Jitsu nasceu para dar chance aos mais fracos enfrentarem os mais pesados e fortes”. Com a modalidade feminina cada vez mais firme, com representantes como Gabi Garcia, Mackenzie Dern, Monique Elias, Bia Mesquita e a campeã absoluta Dominyka Obelenyte, o futuro do esporte promete – e as academias pelo mundo cada vez se enchem mais com praticantes de rabo de cavalo e kimoninho rosa.</p>
<p>E você, amigo leitor, tem alguma lutadora favorita?</p>
<p><strong>(Leka Vieira na semifinal do Pan 2019. A fera foi campeã no master 3)</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="2019 Pan Jiu Jitsu IBJJF Championship Professor  Leka Vieira" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/JEIrKTwADUs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>* Willian von Söhsten é formado em jornalismo e direito, com pós-graduação em semiótica. É faixa-preta de Cícero Costha e professor de Jiu-Jitsu da Team Nogueira em Ribeirão Preto, SP.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/artigo-uma-breve-historia-do-jiu-jitsu-esportivo-feminino/">Artigo: Uma breve história do Jiu-Jitsu esportivo feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>E se o capitão do Titanic treinasse Jiu-Jitsu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 15:06:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como ensinam os Gracie, o benefício essencial do Jiu-Jitsu é levar o praticante a ser capaz de raciocinar calmamente durante as piores ocorrências. O que nos leva a refletir: e se o Jiu-Jitsu já fosse popular no início do século XX? O que, por exemplo, poderia ter acontecido caso o célebre navio Titanic fosse comandado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244124" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244124" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/A-1912-engraving-by-Willy-Stower.jpg" alt="O Titanic, em clássica obra de Willy Stower, 1912." width="640" height="438" class="size-full wp-image-244124" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/A-1912-engraving-by-Willy-Stower.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/A-1912-engraving-by-Willy-Stower-300x205.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/A-1912-engraving-by-Willy-Stower-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-244124" class="wp-caption-text">O Titanic, em clássica obra de Willy Stower, 1912.</p></div>
<p>Como ensinam os Gracie, o benefício essencial do Jiu-Jitsu é levar o praticante a ser capaz de raciocinar calmamente durante as piores ocorrências. </p>
<p>O que nos leva a refletir: e se o Jiu-Jitsu já fosse popular no início do século XX? O que, por exemplo, poderia ter acontecido caso o célebre navio Titanic fosse comandado em sua primeira – e última – viagem por um experiente e infalível praticante de Jiu-Jitsu?</p>
<p>Dureza especular, claro. Boas são as chances de que o iceberg vencesse de fato a disputa. Mas por certo algumas medidas de prevenção e contenção de danos seriam bem diferentes – antes, durante e depois da colisão, ocorrida em abril de 1912.</p>
<p>Curiosamente, algumas das melhores histórias sobre o naufrágio foram registradas em livro por um sobrevivente de nome Gracie. Era o coronel Archibald Gracie, que se salvou após se agarrar como pôde num bote que passava, provando ter uma pegada similar a de seus distantes sobrinhos-netos brasileiros.</p>
<p>Mestre Rickson Gracie costuma dizer que o bom praticante de Jiu-Jitsu é um eterno estudioso. O desastre ocorreu por uma confluência de falhas, mas uma delas foi de fato a falta de estudo do cenário e atenção aos detalhes – ou seja, puro Jiu-Jitsu, como se vê. </p>
<p>Por exemplo, águas extremamente frias e calmas com estrelas refletidas são sinais evidentes de um campo de gelo por perto. Faltou, portanto, um estudioso mais atento a bordo.</p>
<p>Foi apenas um dos vacilos do velho lobo do mar Edward John Smith, o comandante britânico do Titanic naquela tragédia em 1912. Sua equipe recebeu, naquele domingo, seis avisos de mar com gelo, mas mantiveram o transatlântico em velocidade máxima. Uma atitude comparável a um faixa-branca que visse a mão inimiga profundamente enfiada em sua gola, mas seguisse acelerando, na ilusão de passar a guarda.</p>
<p>Com a falsa visão dominante de que tamanho era documento, e que um barco gigante daquele jeito jamais seria vencido pelas forças da natureza, todo protocolo e prudência foram abandonados. O Titanic zarpou da Inglaterra para Nova York, aliás, com um início de incêndio num dos depósitos de carvão do navio de luxo, fator que distraiu boa parte da tripulação e se arrastou por dias, em pleno alto mar.</p>
<p>Após a colisão com o blocão de gelo, a falta de tranquilidade nos procedimentos de emergência foi a pá de cal. A carência de treinamento da tripulação, o desconhecimento de como desamarrar os botes, a negligência dos operadores do rádio e telégrafo e a paralisia do capitão, que segundo muitas fontes ficou perplexo e sem ação por longos minutos, fizeram tudo terminar mal.</p>
<p>E ainda faltou técnica e zelo pela ciência. Apesar da luneta ter sido desenvolvida desde 1608, não havia nenhuma em posse dos vigias que observavam o mar lá de cima, de acordo com os historiadores do Titanic. Deu no que deu.</p>
<p>E você, já evitou algum dano grande graças aos ensinamentos nos tatames? Conte para a gente.</p>
<p>Pratique Jiu-Jitsu, evite as pequenas e grandes tragédias, e enxergue mais longe. Oss!</p>
<p>Texto original em RicksonGracie.com.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TITANIC 2 Movie – Teaser Trailer – 20th Century Studios" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/IRS7cBmAb0M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/e-se-o-capitao-do-titanic-treinasse-jiu-jitsu/">E se o capitão do Titanic treinasse Jiu-Jitsu?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como se hidratar corretamente durante as atividades físicas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 15:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com vários autores, cerca de 60% de nossa composição corporal é feita de água, e em nossos músculos esse valor cresce um pouco mais (em torno de 75%). A água dá forma e estrutura para as células, está presente em todas as reações químicas do corpo, regula a temperatura corporal e facilita o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200442" style="width: 530px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200442" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua.jpg" alt="" width="520" height="346" class="size-full wp-image-200442" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua.jpg 520w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/dicas-beber-agua-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px" /></a><p id="caption-attachment-200442" class="wp-caption-text">Deu sede? É importante manter sempre o corpo hidratado, mesmo quando não se está treinando. Foto: Divulgação</p></div>
<p>De acordo com vários autores, cerca de 60% de nossa composição corporal é feita de água, e em nossos músculos esse valor cresce um pouco mais (em torno de 75%). A água dá forma e estrutura para as células, está presente em todas as reações químicas do corpo, regula a temperatura corporal e facilita o transporte de oxigênio e nutrientes em nosso organismo.</p>
<p>O importante papel que a água exerce em nosso corpo fica mais evidente quando praticamos exercícios físicos, visto que perdemos uma grande quantidade deste líquido por meio do suor. Assim, a correta hidratação traz benefícios para a saúde, poupando o organismo e melhorando a performance específica. A perda de 10% da água corpórea pode levar a distúrbios graves, como tonturas, dificuldades de concentração, espasmos musculares e problemas renais. E se a perda for superior a 20%, pode ser fatal.</p>
<p>Para evitarmos a desidratação, devemos lembrar sempre dos horários mais indicados para a prática esportiva ao ar livre, que seriam o início da manhã e final da tarde. Outras recomendações são evitar exercícios físicos prolongados em dias com temperaturas elevadas, optar por uma vestimenta leve e confortável e nunca esquecer de ingerir água ou isotônicos (bebidas esportivas) durante a prática (para atividades que ultrapassam uma hora de duração e/ou alta intensidade com sudorese excessiva). Bebidas isotônicas são responsáveis pela reposição de eletrólitos, que são uma combinação de sódio, potássio e outros nutrientes eliminados no suor.</p>
<p>A forma mais indicada para manter o corpo hidratado em sua rotina de exercícios físicos, de acordo com o professor de Educação Física Eduardo Emilio Lang Marés da Costa, é ingerir em média:</p>
<p>* 500ml de líquido duas horas antes da prática, evitando refrigerantes, sucos excessivamente ácidos, bebidas alcoólicas e bebidas quentes;</p>
<p>* 100ml de água ou isotônico a cada 20 minutos de exercício físico contínuo; </p>
<p>* E manter a hidratação duas horas após o término da atividade &#8211; neste caso o ideal é não chegar ao estado da sensação de sede (pois a sede já é um indicativo de desidratação).</p>
<p>Confira sucos para se manter hidratado antes e depois do Jiu. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="SUCOS NATURAIS: como preparar 3 receitas para o verão!" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/wxTmGAV_W1U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-se-hidratar-corretamente-durante-as-atividades-fisicas/">Como se hidratar corretamente durante as atividades físicas?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de tentar outra vez, no Jiu-Jitsu e na vida</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 14:46:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * 1. Na primeira peneira pela qual passou no basquete, ainda na escola, o mito Michael Jordan foi recusado – era baixinho demais. 2. O lutador Ronaldo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_138322" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-138322" class="size-full wp-image-138322" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1.jpg" alt="" width="640" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-138322" class="wp-caption-text">Ronaldo Jacaré contra Roger Gracie, em foto de Gustavo Aragão.</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>1.</strong> Na primeira peneira pela qual passou no basquete, ainda na escola, o mito Michael Jordan foi recusado – era baixinho demais.</p>
<p><strong>2.</strong> O lutador Ronaldo Jacaré terminou sua primeira luta de MMA, no Jungle Fight, no chão – nocauteado no primeiro assalto.</p>
<p><strong>3.</strong> Pelé perdeu um dos primeiros pênaltis que cobrou pelo Santos, quando tinha 15 anos. Isolou a bola por cima do travessão, perdeu o título e tentou abandonar o futebol, chorando, pela porta dos fundos. Foi impedido por um porteiro sagaz.</p>
<p><strong>4.</strong> Em seu primeiro espetáculo no consagrado teatro Rival, o cantor Zeca Pagodinho vendeu um total de 13 ingressos.</p>
<p><strong>5.</strong> A lenda Marcelinho Garcia perdeu o primeiro torneio de submission de que participou.</p>
<p><strong>6.</strong> James Joyce, um dos mais cultuados escritores do mundo, teve seu livro “Dublinenses” recusado 22 vezes por editoras, e demorou dez anos para vê-lo publicado.</p>
<p><strong>7.</strong> O primeiro “Harry Potter”, de JK Rowling, foi rechaçado por mais de uma dúzia de editoras.</p>
<p><strong>8.</strong> Roger Gracie perdeu no absoluto as finais do Mundial em 2003, 2004, 2005 e 2006, até vencer em 2007, quando firmou-se como um dos maiores competidores da história.</p>
<p><strong>9.</strong> Produtor de “Guerra nas estrelas” e “Indiana Jones”, George Lucas foi ignorado pelo público em seu primeiro filme.</p>
<p><strong>10.</strong> A primeira edição do que viria a se tornar GRACIEMAG, revista com 25 anos de tradição, tinha apenas dez páginas, em preto e branco, e era distribuída apenas em academias e casas de sucos.</p>
<p>E você, já falhou e deu a volta por cima? Não desista.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-tentar-outra-vez-no-jiu-jitsu-e-na-vida/">A arte de tentar outra vez, no Jiu-Jitsu e na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bibiano Fernandes analisa 1º BF Mr Cage e projeta: “Crescer com oportunidades”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 20:59:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alex Cowboy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 41 anos, Bibiano Fernandes deu o primeiro passo em sua carreira como empresário no último fim de semana em Manaus, no Amazonas. O tricampeão mundial e recordista de defesas de títulos no One Championship, Bibiano realizou a primeira edição do BF Mr Cage com duas disputas de cinturão, incluindo um ex-UFC na luta principal.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237446" style="width: 955px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237446" class=" wp-image-237446" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617.jpg" alt="" width="945" height="1181" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617.jpg 1638w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617-1229x1536.jpg 1229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/DH1_5617-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 945px) 100vw, 945px" /><p id="caption-attachment-237446" class="wp-caption-text">Bibiano Fernandes põe o cinturão na campeã após vencer por finalização. Foto: Diego Forero &#8211; DH Imagens</p></div>
<p>Aos 41 anos, Bibiano Fernandes deu o primeiro passo em sua carreira como empresário no último fim de semana em Manaus, no Amazonas. O tricampeão mundial e recordista de defesas de títulos no One Championship, Bibiano realizou a primeira edição do BF Mr Cage com duas disputas de cinturão, incluindo um ex-UFC na luta principal.</p>
<p>No duelo principal da noite, o amazonense Michel Sassarito finalizou Alex Cowboy num triângulo de mão no segundo round. A vitória lhe rendeu o cinturão dos meios-médios. Sassarito voltou a vencer depois de duas derrotas em 2021.</p>
<p>Bibiano, faixa-preta de Jiu-Jitsu, aproveitou para deixar suas impressões sobre a luta principal da noite. De acordo com o astro, o Jiu-Jitsu foi o fator decisivo para o duelo.</p>
<p>“Gostei muito do que eu vi na luta entre eles dois. O Sassarito e Cowboy são dois guerreiro e fizeram uma guerra. Cowboy é sempre muito perigoso em pé e por conta disso o amazonense optou por colocar o Jiu-Jitsu como arma principal. Deu certo e fomos comtemplados uma finalização bem plástica. Jiu-Jitsu é uma arma muito eficiente em esporte de contato como o MMA”, detalhou Bibiano.</p>
<p>O outro cinturão em disputa foi no duelo feminino entre Lorrany Santos e Aida Zumbi, que também terminou em finalização, no quarto round. Lorrany usou a pressão e eficiência na luta agarrada para finalizar Aida numa justa guilhotina.</p>
<p>A luta entre dois indígenas no BF Mr Cage entrou para a história. Cacique Gui e Luendell Reis fizeram uma luta nas regras do K-1, onde não é permito derrubar e nem usar finalizações. Por decisão unânime, Gui foi declarado vencedor.</p>
<p>Bibiano ficou empolgado com seu primeiro evento e novas edições estão no seu radar, mas sem confirmação ainda.</p>
<p>“Foi a minha primeira experiência e eu quero ter constância no que eu faço. Gostei muito do eu vi e fiquei feliz por tantos atletas terem a oportunidade de mostrar o seu trabalho. A minha prioridade sempre vai ser os atletas, eu quero que eles tenham o melhor tratamento possível. Eu amo o MMA e quero que eles tenham uma vida ótima com o seu trabalho. Já estou planejando novas edição, mas não posso falar nada por agora”, conta Bibiano.</p>
<p>Resultados &#8211; BF Mr Cage</p>
<p>1ª LUTA BOXE<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />NETO ALVES vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />RUAN LANONGI<br />
&#8211; Árbitro = DINDÔ<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />RUAN LANONGI<br />
&#8211; Round = 3<br />
&#8211; Decisão = TKO<br />
&#8211; Tempo = 00:18”</p>
<p>2ª LUTA MUAY THAI</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />HELBERT BOICA vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />DANIEL GADITA<br />
&#8211; Árbitro = DINDÔ<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />DANIEL GADITA<br />
&#8211; Round = 3º<br />
&#8211; Decisão = TKO<br />
&#8211; Tempo = 2:28”</p>
<p>3ª LUTA MUAY THAI</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />VITOR SANTOS vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />JORDAN ROCHA<br />
&#8211; Árbitro =DINDÔ<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />VITOR SANTOS<br />
&#8211; Round = 3º<br />
&#8211; Decisão = UNÂNIME<br />
&#8211; Tempo = COMPLETO</p>
<p>4ª LUTA MMA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />FRANCISO JAPA vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ISAI RAMOS<br />
&#8211; Árbitro = PAULO MARCEL<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ISAI RAMOS<br />
&#8211; Round = 3º<br />
&#8211; Decisão = DIVIDIDA<br />
&#8211; Tempo = COMPLETO</p>
<p>5ª LUTA MMA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ALDRIO ALBERTH vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />FRANCISCO ARAÚJO<br />
&#8211; Árbitro = ALEXANDRE MAGNO<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />FRANCISCO ARAÚJO<br />
&#8211; Round = 1º<br />
&#8211; Decisão = TKO<br />
&#8211; Tempo = 1:07”</p>
<p>6ª LUTA KICK</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> EFRAIM SATERE MAWE vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />CACIQUE GUI DESSANO<br />
&#8211; Árbitro = THIAGO CID<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />CACIQUE GUI DESSANO<br />
&#8211; Round = 3º<br />
&#8211; Decisão = UNÂNIME<br />
&#8211; Tempo = COMPLETO</p>
<p>7ªLUTA MMA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />MATEUS ORTOZ vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />MATEUS RAPOSINHA<br />
&#8211; Árbitro = ALLAN MÍDIA<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />MATEUS ORTOZ<br />
&#8211; Round = 1º<br />
&#8211; Decisão = TKO<br />
&#8211; Tempo = 2:48”</p>
<p>8ªLUTA MMA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />AIDA vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />LORRANY SANTOS<br />
&#8211; Assim Árbitro = JULIANA ALEIXO<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />LORRANY SANTOS<br />
&#8211; Round = 4º<br />
&#8211; Decisão = FINALIZAÇÃO GUILHOTINA<br />
&#8211; Tempo = 1:03”</p>
<p>9ªLUTA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />RAFAEL DIAS vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />DILENO LOPES<br />
&#8211; Árbitro = ANDRÉ LEOCÁDIO<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />RAFAEL DIAS<br />
&#8211; Round = 3º<br />
&#8211; Decisão = DIVIDIDA<br />
&#8211; Tempo = COMPLETO</p>
<p>10ªLUTA</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />MECHELL SASSARITO vs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e4.png" alt="🟤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ALEX COWBOY<br />
&#8211; Árbitro = ALLAN MÍDIA<br />
&#8211; Vencedor = <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f535.png" alt="🔵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />MECHELL SASSARITO<br />
&#8211; Round = 2º<br />
&#8211; Decisão = FINALIZAÇÃO TRIÂNGULO DE MÃO<br />
&#8211; Tempo = 1:51”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bibiano-fernandes-analisa-primeiro-bf-mr-cage-e-projeta-crescer-com-oportunidades/">Bibiano Fernandes analisa 1º BF Mr Cage e projeta: “Crescer com oportunidades”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Craque sem kimono, Salomão fala da evolução do esporte no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 09:31:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_236518" style="width: 779px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236518" class=" wp-image-236518" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-scaled.jpg" alt="" width="769" height="513" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /><p id="caption-attachment-236518" class="wp-caption-text">Salomão Ribeiro, bicampeão brasileiro sem kimono, fala do crescimento do grappling. Foto: Milena Maldonado/Divulgação</p></div>
<p>Aos 35 anos, o bicampeão brasileiro sem kimono Salomão Ribeiro passou a ser mais estratégico em sua carreira. O faixa-preta decidiu, nas últimas semanas, se ausentar das competições de grappling e Jiu-Jitsu.</p>
<p>De acordo com o atleta, a decisão não impede de receber convites para superlutas. Salomão quer mais tempo para cuidar de pequenas contusões e estar mais próximo de seus alunos em Doha, no Qatar.</p>
<p>“Tomei essa decisão para cuidar do meu corpo, estou em alto nível por muito tempo&#8221;, disse Salomão. &#8220;Tenho mais de 15 anos de experiências no MMA e isso me rendeu muito desgaste físico, mental e uma série de lesões que preciso cuidar por agora. A decisão foi para respeitar o meu corpo. Com esse tempo para recuperar também vou estar mais próximo dos meus alunos. Quero ajudá-los a conquistarem seus objetivos”, diz a fera, que já aprendeu muito com Anderson Silva, Rodrigo Minotauro e Rousimar Toquinho.</p>
<p>Craque do Jiu-Jitsu, Salomão tem no currículo dois títulos do Campeonato Europeu da IBJJF (International Brazilian Jiu-Jitsu Federation). Nas linhas a seguir, ele fala da importância do esporte como ferramenta de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma ferramenta essencial que pode e deve ser usado na formação do ser humano, pois agrega valores em todos os sentidos. Apesar do Jiu-Jitsu ser relativamente novo aqui no Qatar, com o tempo as pessoas vão entendendo melhor e cada vez mais aderir essa prática. Toda pessoa no mundo deveria treinar Jiu-Jitsu ao menos uma vez na vida. Com o Jiu-Jitsu, você pode alcançar um outro nível emocional, de autoconhecimento, autoconfiança e muitos outros benefícios para a vida”, aposta o campeão.</p>
<div id="attachment_236520" style="width: 690px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236520" class=" wp-image-236520" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-scaled.jpg" alt="" width="680" height="442" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-1024x665.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-768x499.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-1536x998.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-2048x1330.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /><p id="caption-attachment-236520" class="wp-caption-text">Salomão Ribeiro é faixa-preta de Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva. Foto: Milena Maldonado/Divulgação</p></div>
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<p>Campeão da seletiva do ADCC em 2017, Salomão detalha a evolução dos atletas brasileiros com a popularização do grappling. Em sua visão, os lutadores precisam de mais estrutura:</p>
<p>“Acredito que o Brasil sempre vai ter atletas que vão estar no topo do cenário mundial, mas no geral temos que melhorar no investimento e planejamento da formação dos atletas. Você vê que a maioria dos bons lutadores estão fora do país, porque não recebem estrutura para viver e treinar no Brasil. Mesmo com todas as dificuldades nós, brasileiros, conseguimos ficar mais inteligentes ao longo dos anos. E, agora, com essa globalização e acesso a informação não podemos ficar parados. Temos que continuar treinando para evoluir nosso jogo&#8221;.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/craque-do-grappling-salomao-fala-da-evolucao-do-esporte-no-brasil/">Craque sem kimono, Salomão fala da evolução do esporte no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dicas de alta performance para atletas da categoria master, por Rafa Ribeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2022 03:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O veterano Helvecio Penna em ação. Foto: FlashSport.  &#160; Por Rafael Ribeiro* Após a explosão do Jiu-Jitsu competitivo em todo o planeta, tornou-se crucial a classificação dos praticantes em níveis de competitividade.  É comum, numa mesma academia, haver atletas em momentos de vida completamente diferentes, ambos objetivando o título mundial da IBJJF. Por exemplo:&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221777" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-300x199.jpg" alt="" width="677" height="449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p><em>O veterano Helvecio Penna em ação. Foto: FlashSport. </em></p>
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<p><em>Por Rafael Ribeiro*</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a explosão do Jiu-Jitsu competitivo em todo o planeta, tornou-se crucial a classificação dos praticantes em níveis de competitividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum, numa mesma academia, haver atletas em momentos de vida completamente diferentes, ambos objetivando o título mundial da IBJJF. Por exemplo: num mesmo dojô, um faixa-azul de 53 anos e um faixa-preta adulto, cada um à sua maneira desejando a respectiva glória no principal evento do <em>grand slam</em> do Jiu-Jitsu.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definir o perfil do atleta, portanto, é o ponto de partida de qualquer treinamento. Alguns atletas já me procuraram com o objetivo de serem campeões mundiais no adulto da faixa-preta, porém, com tempo e energia limitados para investir no processo que leva alguém a alcançar tal meta. Família, filhos e trabalho demandam um tempo que o atleta poderia estar investindo no próprio treinamento. Até mesmo o tempo para descansar pode ser um fator decisivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, elaborei cinco níveis de competitividade numa recente edição da revista GRACIEMAG. Minha ideia era facilitar o entendimento de onde cada um está e assim traçar alguns possíveis e concretos caminhos. Vamos então relembrar os cinco níveis: </span></p>
<p><strong>1- Praticante comum</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aquele lutador que frequenta a academia sem nenhum tipo de cobrança por resultados competitivos. Quando os colegas se animam para competir todos juntos, ele passa um mês treinando mais forte e até participa de um torneio local. Mas isso é algo esporádico, sem um planejamento prévio que envolva toda a temporada. </span></p>
<p><strong>2- Recreacional</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aquele que treina com um certo grau de preocupação com a performance. Alimentação saudável e preparação física, além dos treinos de tatame. Esse é aquele lutador que sempre disputa as competições locais e algumas até fora do seu estado. </span></p>
<p><strong>3- Amador</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui a vida já é de profissional e tudo começa a ser feito com planejamento. O lutador faz preparação física, tem nutricionista e fisioterapeuta, ambos desportivos, faz em média dez treinos por semana, somando os treinos de tatame, os drills e o treino físico, luta todos os campeonatos que pode e tem calendário estruturado com o objetivo final nos quatro grandes eventos da IBJJF (Europeu, Pan, Brasileiro e Mundial adulto ou master), mas não recebe salário para isso. Geralmente são os professores da modalidade e líderes de equipe. Aqui se enquadra grande parte dos integrantes das categorias master. Têm apoios pequenos de empresas e até para viagens, mas o seu sustento diário não provém das competições. </span></p>
<p><strong>4- Profissional </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realiza tudo que um amador faz, porém, é pago para isso. Geralmente são aqueles atletas da categoria adulto, tanto na faixa-marrom como também na faixa-preta, já conhecidos pelo público e que sempre estão nos pódios das competições (sejam elas pequenas, médias ou grandes). Conseguem se manter de renda entre patrocinadores, premiações, aulas e também seminários. Diferente dos amadores, os profissionais têm essa última fonte de renda bastante estabelecida no mercado. Mas vivem com o orçamento sempre no limite e assim sendo não conseguem investir como gostariam no aumento da performance. </span></p>
<p><strong>5- Profissional de elite</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São aqueles profissionais que estão sempre no topo dos campeonatos grandes. Os campeões mundiais da IBJJF e de grandes eventos com premiações altas em dinheiro. O que difere do profissional, além dos resultados, é a maneira que eles se propõem a fazer suas missões. Tudo planejado nos mínimos detalhes. A preocupação com a renda já não importa mais, portanto, a dedicação é exclusiva para o treinamento. A performance aqui também é alavancada por profissionais q</span>ue fazem coaching. Neste estágio, a consciência de que todo e qualquer detalhe do dia a dia pode fazer total diferença é o grande trampolim para a glória.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221781" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-300x259.jpg" alt="" width="467" height="403" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-300x259.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-768x662.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-150x129.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1.jpg 870w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<p><em>Rafa Ribeiro puxando o treino de musculação de Isaque Bahiense. </em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente os atletas da categoria master têm perfis que vão de “praticante comum” a “amador”. Existem algumas exceções, como os casos de alguns super campeões que lutam somente de adulto, mas já teriam idade (acima dos 30) para competirem na categoria master. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem também aqueles que lutam também ambas as categorias e estão no topo de cada uma. Verdadeiras pedreiras e que têm vida de atleta profissional ou fazem camps durante uma parte do ano, focados num determinado evento. A verdade é que com todo esse crescimento do BJJ como modalidade esportiva, o “mundo master” está cada vez maior, mais atrativo e também mais viável do ponto de vista financeiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois bem, depois de determinar o perfil do atleta, o próximo passo é entender um pouco sobre o envelhecimento humano. Com o passar dos anos, nós perdemos algumas capacidades físicas, como força, velocidade e potência aeróbica. Perdemos também massa muscular e densidade óssea. E isso se dá em paralelo à diminuição da nossa capacidade de recuperação. Ou seja, precisamos ao mesmo tempo melhorar essas capacidades físicas e entender os mecanismos de recuperação muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos analisar por tópicos: </span></p>
<p><strong>1- Tempo de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é um fator decisivo, a progressiva diminuição do tempo de combate nos campeonatos: 10 min (adulto), 6 min (master 1), 5 min (master 2 em diante). Não vejo necessidade de atletas da categoria master treinarem com tempos de combate na academia superiores a 6 min. Esse é um ponto de partida importante para a prescrição do treinamento: diminuição dos tempos de rola/sparring diários para no máximo 5/6 minutos para os veteranos. Para os adultos, treinos de 10 minutos são fundamentais. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221783" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--300x278.jpg" alt="" width="428" height="397" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--300x278.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--768x713.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--150x139.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b-.jpg 874w" sizes="auto, (max-width: 428px) 100vw, 428px" /></p>
<p><strong>2- Início de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as lutas sendo mais curtas, começar na frente é uma estratégia que tende definir o resultado dos combates entre os veteranos. Então é de suma importância fazer treinos específicos de início de luta. Para quem tem um bom judô ou wresteling e até mesmo competiu nessas modalidades em algum momento, investir tempo em uma ou duas sessões de quedas por semana é muito bem-vindo para os competidores da categoria master.</span></p>
<p><strong>3- Estilo de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente as categorias da divisão master têm um modelo tático de luta mais parecido com o que se convecionou chamar de “old school”. Muita gente faz guarda fechada e meia, e passa com mais pressão do que velocidade. Então o primeiro ponto é estudar aquilo que a turma da sua categoria anda fazendo ou mesmo escolher um modelo que o seu corpo aguente. Fazer berimbolo todos os dias aos 50 anos pode ser bem prejudicial à sua coluna. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare como é bem comum no master haver atletas com força isométrica bem alta. Tem um atleta com quem treino que até brinca e chama isso de “força de velho”. A explicação fisiológica vem desse modelo tático que cada um usa com bastante isometria e também da maturação e densidade muscular que chega ao auge entre 30 e 40 anos. Por exemplo, os top do fisiculturismo atingem os seus melhores resultados depois dos 30. E isso se deve ao alcance de uma certa maturidade muscular que vem após 7 a 10 longos anos de treinos com pesos. Na parte do treinamento para quem é master, pensar em algo com isometria vai ajudar bastante.</span></p>
<p><strong>4- Lesões</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os adultos têm o ritmo de treino mais forte, com mais velocidade e com uso de posições técnicas como a 50/50, que fazem muitas torções no joelho. Já com os masters existe uma outra problemática: o processo de envelhecimento aliado a uma cultura na qual “treinar com dor fortalece o espírito do guerreiro”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o atleta já tem por volta de 40-50 anos, é provável que possua algumas lesões crônicas e mal curadas. Temos, portanto, uma combinação perigosa para o aumento do risco de lesões em ambas as categorias e por motivos diferentes. Com o treinamento as principais preocupações são o fortalecimento e o controle da fadiga diária. Essa fadiga nos adultos é gerada pelo acúmulo de treinos e nos masters pelo somatório de responsabilidades diárias (treino, trabalho, família). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como falei no tópico anterior, alguns modelos táticos ou técnicos que exigem mais flexibilidade não são uma boa opção para os masters. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, uma recomendação para os veteranos é usar eventualmente alguns treinos de DSE (Desenvolvimento de Sistemas Energéticos), popularmente chamados de “cardio”. Usar esse tipo de estratégia vai deixar o atleta no gás e menos exposto ao risco de lesão que uma sessão intensa de BJJ oferece. É a famosa relação de custo/benefício.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221785" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--300x200.jpg" alt="" width="684" height="456" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao-.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></p>
<p><strong>5- Recuperação</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste quesito, uma dica que realmente faz a diferença é o trabalho de fisioterapeutas manuais. Como falei no tópico anterior, os dois públicos (adultos e veteranos) têm altos riscos de lesões, por motivos diferentes. No entanto, ter um fisio vai ajudar bastante no processo de recuperação muscular ou mesmo no controle de lesões crônicas. Outra dica que vale ser mencionada é o monitoramento da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC). Isso me dá um gráfico diário, a partir do qual ajusto o treino do dia a fim de controlar a fadiga do atleta. </span></p>
<p><strong>6- Volume de treino</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este ponto é crucial para o sucesso e longevidade do treinamento. Pegue todos os outros tópicos, misture no liquidificador e agora ache a razão ideal de treino para cada atleta. Essa realmente é uma tarefa quase que impossível de realizar. O que fazemos é na verdade ir construindo com cada atleta ao longo do tempo a relação ideal entre necessidade da quantidade de treino e de descanso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fomos educados a acreditar que, quanto mais treinamos, melhores ficamos. Essa é a cultura do alto volume. O que acaba indo contra a intensidade do treino. Pense: você consegue treinar mais forte num rola de 5 ou 50 minutos? Quanto maior o tempo de treino, menor a intensidade dele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ciência do treinamento e os resultados de atletas olímpicos estão aí para provar que não é somente o volume que resolve. Atletas da natação, por exemplo, hoje nadam 25% do volume que se praticava na década de 1970. Achar essa relação ideal entre volume e intensidade, levando em conta cada perfil, é o mais importante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah, claro, dentro desse terreno de relatividades, posso ao menos afirmar uma coisa com convicção: o volume total de treino de um atleta master deve ser menor que o de um atleta adulto.</span></p>
<p><strong>7- Viagens</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o problema dos adultos é conseguir verba para custear as viagens competitivas, os veteranos precisam arrumar tempo na agenda para isso ocorrer. Geralmente os masters são profissionais já bem estabelecidos em suas áreas ou mesmo ex atletas que agora são professores e donos de suas próprias academias.</span></p>
<p><strong>8- Comprometimento </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por incrível que pareça, a disciplina e o comprometimento dos atletas masters tendem a serem  maiores do que os dos profissionais. Isso se deve muito ao nível de maturidade, é claro. Outro ponto é que os masters sabem que precisam fazer o mais perfeito possível para compensar a falta de tempo ou mesmo os sinais eminentes do envelhecimento. Hoje trabalho com 85 atletas de diferentes níveis dos quais 33 são profissionais. De todos esses atletas, existem três masters entre os Top 5 nesse quesito. E isso é algo que dá bastante prazer ao treinador e acaba virando uma “bola de neve” com ações positivas. Costumo dizer a todos que quanto mais informações e mais detalhes o atleta me passa, mais fundo conseguimos ir na individualização do próprio treino dele.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221787" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-300x300.jpg" alt="" width="399" height="399" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1.jpg 1075w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">* Rafael Ribeiro é preparador esportivo de atletas amadores e profissionais, com foco em MEC (Modalidades Esportivas de Combate) e surfe. Ministra cursos de extensão e pós-graduação. Foi responsável pela preparação esportiva de profissionais de Jiu-Jitsu como Isaque Bahiense, Mahamed Aly e Pedro “Paquito” Ramalho e Michael Langhi, entre outros campeões. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/rafaribeirojj" target="_blank" rel="noopener">@rafaribeirojj</a></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/dicas-de-alta-performance-para-atletas-da-categoria-master-por-rafa-ribeiro/">Dicas de alta performance para atletas da categoria master, por Rafa Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bia Mesquita e a determinação para conquistar mais um ouro no Abu Dhabi World Pro 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 23:47:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A multicampeã Bia Mesquita já está com tudo pronto rumo à disputa do Abu Dhabi World Pro 2021. Confiante, Bia papeou com GRACIEMAG sobre seus treinos rumo ao grandioso evento, que acontece nos Emirados Árabes entre os dias 14 e 19 de novembro, além de comentar sobre as seletivas por país e o que muda&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201367" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201367" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita.jpg" alt="" width="1080" height="1078" class="size-full wp-image-201367" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita-768x767.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/Beatriz-Mesquita-1024x1022.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-201367" class="wp-caption-text">Bia exibe medalha e cinturão. Foto: Reprodução</p></div>
<p>A multicampeã Bia Mesquita já está com tudo pronto rumo à disputa do Abu Dhabi World Pro 2021. Confiante, Bia papeou com GRACIEMAG sobre seus treinos rumo ao grandioso evento, que acontece nos Emirados Árabes entre os dias 14 e 19 de novembro, além de comentar sobre as seletivas por país e o que muda para os atletas das diversas nacionalidades que integram o torneio. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Após mais de dez anos participando do Abu Dhabi World Pro, qual é a maior diferença deste para os outros eventos de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>BIA MESQUITA: Não só o World Pro, mas todos os eventos de Abu Dhabi sempre se destacam no trato com o atleta. Participo desses eventos desde 2010, quando ainda estava na faixa-marrom, e pude acompanhar a evolução e profissionalização desses torneios, e posso dizer que eles realmente prezam pelo Jiu-Jitsu, a ponto de ter faixas dos atletas no aeroporto, convidando o público para conhecer e assistir os campeonatos. Nas vezes em que fui campeã, sempre tive tudo pago, desde a passagem de avião até a alimentação e a hospedagem. A valorização do atleta nesses eventos é revigorante e faz muita diferença na hora de subir no tatame e competir.</p>
<p><strong>Qual é a sua memória mais marcante do World Pro?</strong></p>
<p>Uma das melhores que eu tenho é bem do começo, no meu primeiro ou segundo ano participando. Nessa ocasião, eu acabei perdendo para a Luanna Alzuguir na final e acabei ficando com a prata, mas houve uma votação e eu fui escolhida como a melhor atleta do evento. meu prêmio foi um relógio personalizado lindo, que tenho até hoje, guardado à sete chaves (risos). Mesmo sem ter conquistado o ouro, fui muito valorizada pelo meu desempenho e isso não tem preço.</p>
<div id="attachment_215261" style="width: 1945px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215261" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1.jpg" alt="" width="1935" height="1287" class="size-full wp-image-215261" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1.jpg 1935w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/DSC_0031-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1935px) 100vw, 1935px" /><p id="caption-attachment-215261" class="wp-caption-text">Bia Mesquita com seu justo estrangulamento. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><strong>Uma das principais diferenças no World Pro são as seletivas por nacionalidade. Como você classifica o impacto desta regra no evento?</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo que entendo a dificuldade que ela traz para os atletas brasileiros, consigo ver um impacto positivo no esporte. Através dessa regra, mais atletas de outros países conseguem alcançar semifinais ou finais desses eventos, o que por sua vez gera mais interesse pelo Jiu-Jitsu em outros países. Este interesse vem crescendo muito no mundo inteiro, especialmente em países europeus e nos Estados Unidos, e através dele, o nível do Jiu-Jitsu no World Pro continua subindo, dando disputas mais acirradas a cada ano. Não me deixo abalar, vou participar das seletivas e alcançar a chave principal, encarando cada luta como uma final. Estou preparada para impor o meu jogo e dar o meu melhor para trazer o ouro pra casa.</p>
<p><strong>Houve alguma mudança na sua rotina de treinos para participar do World Pro?</strong></p>
<p>Atualmente, estou fazendo um camp pro World Pro na Dream Art, com as mesmas regras, cinco minutos por disputa e overtime. É muito legal pois a equipe inteira está voltada para este evento, a maioria dos atletas estará em Abu Dhabi, desde os faixas-azuis até os pretas. Tirando isso, o meu treino continua o mesmo de sempre, mas acho que faz muita diferença ter um time inteiro focado no mesmo objetivo. A energia positiva, dedicação e foco que todos mostram torna o treino ainda mais eficaz. Isso é o que tenho de melhor ao meu redor, meu time sempre comigo, independente de onde estiver. Eles se dedicam e se fortalecem comigo para sairmos campeões.</p>
<p><strong>Tendo a sua vida mudada pelo Jiu-Jitsu, qual é o conselho que você deixa para as novas gerações de atletas que buscam viver na arte suave?</strong></p>
<p>Na verdade, não posso dizer que o Jiu-Jitsu mudou a minha vida porque ele sempre esteve integrado nela. Pratico desde os cinco anos de idade e, apesar de ter feito escola e faculdade, nunca tratei apenas como um hobby, mas sim como uma profissão. Através do Jiu-Jitsu, aprendi a ter determinação, a garra para perseguir meus sonhos e conquistar os meus objetivos. Essa é uma característica muito importante e que vai, sem sombra de dúvida, ajudar os jovens que estão começando a pensar em viver do esporte. Se você tem foco, disciplina e, é claro, determinação, ninguém pode te parar. Não importa o tempo que leve, você sempre alcançará as suas metas. </p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bia-mesquita-e-a-determinacao-para-conquistar-mais-um-ouro-no-abu-dhabi-world-pro-2021/">Bia Mesquita e a determinação para conquistar mais um ouro no Abu Dhabi World Pro 2021</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 16:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame. Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234581" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234581" class="size-large wp-image-234581" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png" alt="" width="650" height="574" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-300x265.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-768x678.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-150x132.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png 1074w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234581" class="wp-caption-text">Dudu Correa com seus aluninhos nos EUA. Foto: Reprodução</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância de acreditar em si mesmo, no Jiu-Jitsu e como foram seus primeiros contatos com o Jiu-Jtsu, que se tornou seu estilo de vida. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte?</strong></p>
<p>EDUARDO CORREA: Sempre gostei muito de praticar esportes e, ao longo da minha vida, pratiquei judô, natação, boxe e até futsal. Em 2007, enquanto cursava Educação Física na faculdade, fazia estágio de natação em uma escola que possuía uma academia de Jiu-Jitsu, liderada pelo professor Rogério Leite, da equipe Carlson Gracie. Curioso, falei com o professor e fiz a minha primeira aula, que acabou sendo um caminho sem volta, pois não parei mais de treinar.</p>
<p><strong>Como foram os anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Tive bastante dificuldade no início pois era um dos mais magros na academia mas, com o tempo, fui percebendo minha evolução, tanto na parte técnica quanto na vida pessoal, tendo em vista que me sentia mais confiante e acreditava no meu potencial. Também fiz muitas amizades que carrego até hoje, dentre elas o meu professor, que nunca desistiu de mim e que conseguiu enxergar potencial que nem mesmo eu via em mim mesmo. Quando alcancei a roxa, decidi que viveria do Jiu-Jitsu e passei a ajudar meu professor em algumas das aulas, para ter mais experiência.</p>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Não me interessava muito em competir, mas entendia como era necessário passar por essa etapa do Jiu-Jitsu. Minha primeira competição foi na faixa-azul, graduação na qual fui vice-campeão estadual, mas continuei competindo até depois de conquistar a faixa-preta, na qual obtive meus títulos de maior expressão no esporte.</p>
<div id="attachment_234585" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234585" class="size-large wp-image-234585" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png" alt="" width="650" height="529" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-300x244.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-768x625.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-150x122.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234585" class="wp-caption-text">Eduardo dá aulas de Jiu-Jitsu na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Recebi a preta no dia 1 de março de 2016, pelas mãos do professor Rogério, que me acompanhou desde o meu primeiro dia como faixa-branca. A graduação foi feita em um dia normal de treino e me pegou completamente desprevenido. Eu era o único faixa-marrom na academia naquele dia e, quando fizemos a formação para encerrar o treino, meu mestre falou que estava me achando muito solitário como faixa-marrom e me informou que eu era o mais novo faixa-preta da equipe. Não teve como segurar, cai de joelhos e comecei a chorar de emoção, pois sabia como foi difícil chegar até ali, quanto esforço e anos da minha vida foram dedicados a essa arte que eu amo. Eu finalmente havia conquistado meu maior objetivo e foi, sem dúvidas, um dos dias mais felizes da minha vida.</p>
<p><strong>Como foi a sua chegada nos EUA? Quais eram suas expectativas?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que recebi a faixa-preta, vim para San Diego em uma viagem de férias com a minha esposa. Apaixonado por Jiu-Jitsu, trouxe meu kimono e encontrei a academia do professor Alfredo Barum, que também era da escola Carlson Gracie. Fiz alguns treinos, conheci muita gente e acabei comentando que sonhava em morar aqui com a minha esposa. Com todo mundo me apoiando nessa decisão e me incentivando a correr esse risco, conversei com a minha esposa e, em seguida, fui fazer uma proposta ao professor Barum, que combinou comigo que eu ajudaria durante às aulas em troca da mensalidade. No mesmo dia, pedi demissão do meu antigo trabalho e cancelei meus agendamentos como personal trainer.</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a Rada BJJ?</strong></p>
<p>Alguns meses após minha mudança para os Estados Unidos, conheci o professor Rafael Dallinha em um open mat. Tivemos bastante afinidade logo de cara e eu notei que, como ele estava saindo de uma sociedade e assumindo a academia sozinho, estava precisando de ajuda. Repeti a oferta que havia feito ao professor Barum e, com o passar do tempo, ele foi gostando do meu trabalho e me deu a chance de trabalhar como professor. Hoje sou o responsável pelo programa de crianças da Rada BJJ, além de dar aulas para adultos e particulares. E assim uma viagem de férias, que estava programada para durar apenas 15 dias, já alcançou a marca dos cinco anos (risos).</p>
<div id="attachment_234583" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234583" class="size-large wp-image-234583" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png" alt="" width="650" height="474" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-300x219.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-768x560.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-150x109.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234583" class="wp-caption-text">Rafael Dallinha, Ricardo Buffara e Dudu Correa após o treino na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como é o trabalho por aí? Quais são suas metas como professor e representante do Jiu-Jitsu mundo afora?</strong></p>
<p>Trabalhar com Jiu-Jitsu nos Estados Unidos é muito bom. As pessoas aqui gostam e valorizam seu trabalho, diferentemente do Brasil. Hoje trabalho em prol da minha maior meta como professor, que é passar para as pessoas tudo que meu mestre me ensinou, além de mostrar como o Jiu-Jitsu tem o poder de mudar vidas. Ser campeão é apenas uma consequência.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Muito simples, não separo (risos). Tudo que eu aprendi e ainda aprendo como atleta é passado aos meus alunos. Tudo depende da maneira que você conduz as aulas e aprender a converter esses ensinamentos faz parte do processo. Se hoje meus alunos me consideram um bom professor, devo isso a tudo que passei e vivi nesses 14 anos de tatame. Sempre digo que o Jiu-Jitsu pode mudar a vida deles, basta que se esforcem e acreditem em seus potenciais. A cabeça pode ser a nossa maior inimiga, já que ela conhece nossos pontos fortes e fracos, então é preciso aprender a controlá-la para conquistar os seus sonhos.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Meu maior objetivo é formar campeões na vida e fazer pelas pessoas o mesmo que o Jiu-Jitsu fez por mim, fomentando respeito dentro e fora do tatame. Quem já alcançou a faixa-preta sabe que o caminho é árduo, difícil e requer muita dedicação, motivo pelo qual tantos desistem. Apesar do Jiu-Jitsu ser para todos, essa caminhada não é para qualquer um, então essa é a minha meta: formar faixas-pretas não só no tatame, mas na vida.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/eduardo-correa-e-sua-missao-de-formar-faixas-pretas-na-vida/">Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Daniel Borges e o destaque dos paratletas no Brasileiro da FCJJP</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 13:44:36 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234114" style="width: 1033px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Daniel-Borges-FCJJP.png" alt="" width="1023" height="579" class="size-full wp-image-234114" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Daniel-Borges-FCJJP.png 1023w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Daniel-Borges-FCJJP-300x170.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Daniel-Borges-FCJJP-768x435.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Daniel-Borges-FCJJP-150x85.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-234114" class="wp-caption-text">Confira a fala do presidente da FCJJP. Foto: Reprodução<br /></p></div>
<p>Realizado neste domingo, dia 8 de agosto, o II Brasileiro de Parajiu-Jitsu tomou conta da Arena da Juventude, no bairro carioca de Deodoro. Ao fim do evento, que trouxe cerca de uma centena de paratletas de todas as partes do Brasil, o presidente da FCJJP Daniel Borges falou sobre o dia de lutas com GRACIEMAG.</p>
<p>No vídeo, Daniel comenta sobre sua parceria com a SJJSAF para realização do campeonato, o destaque merecido aos paratletas no cenário desportivo e a importância da inclusão e no combate ao preconceito através do Jiu-Jitsu.  </p>
<p>Confira a entrevista abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Daniel Borges e o destaque aos paratletas no Brasileiro da FCJJP" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/4yo9xxMVXMc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/daniel-borges-e-o-destaque-dos-paratletas-no-brasileiro-da-fcjjp/">Daniel Borges e o destaque dos paratletas no Brasileiro da FCJJP</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 14:07:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233983" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233983" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg" alt="" width="1200" height="675" class="size-full wp-image-233983" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-233983" class="wp-caption-text">Por que grandes ícones do UFC não conseguem reconquistar seus títulos ou dar a tão famosa “volta por cima”? Documentário campeão de audiência com Michael Jordan pode oferecer as pistas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #274. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Num dos muitos momentos emocionantes da série “Arremesso final” (“The Last Dance”, no original da Netflix), o espectador depara-se com o supercampeão Michael Jordan chorando copiosamente no chão do vestiário. Era o ano de 1996, e o Chicago Bulls acabara de conquistar seu quarto título da NBA.</p>
<p>Cerca de dois anos antes, Jordan sentira que não tinha mais o que provar após o tricampeonato consecutivo da NBA (1991/92/93). Estava cansado da perseguição da mídia e muito abalado pelo assassinato de seu pai. Por isso, havia decidido se aposentar, procurar novos desafios, jogar beisebol. Contudo, como manter um dos atletas mais competitivos e obcecados de todos os esportes no sofá, a assistir em casa outros times e novos jogadores serem coroados, enquanto ainda tinha talento incomparável e vigor físico suficiente para superá-los?</p>
<p>Michael não conseguiu se conter e voltou à NBA no fim da temporada 1994-95. Sentiu a falta de ritmo de jogo, a dificuldade de entrosamento com o novo elenco e a diferença da preparação física do basquete para a que vinha fazendo no beisebol. Os Bulls foram derrotados nos playoffs pelo Orlando Magic e muitos já diziam que a Era Jordan já havia passado. Subestimaram a incomparável capacidade de motivação e dedicação do maior de todos os tempos.</p>
<p>Jordan iniciou sua preparação no dia seguinte à eliminação, treinou obsessivamente por três períodos diários, dedicou-se ao que determinavam seus técnicos e cobrou o mesmo comprometimento dos colegas de equipe. Daí nasceu um time espetacular, por anos o recordista de mais vitórias numa só temporada da NBA (72, com apenas dez derrotas), com Michael eleito o jogador do ano e o Chicago Bulls conquistando o quarto campeonato. O título veio justamente no Dia dos Pais, dando um significado ainda maior para Jordan, que havia parado justamente após a perda de seu genitor. Impossível não se emocionar.</p>
<p>O que possibilita um retorno triunfal como esse após um longo afastamento do esporte? A justificativa mais fácil e impensada para explicar o caso de Michael seria atribuir tudo ao talento inigualável do “Air Jordan”. Então por que grandes ícones do UFC como Anderson Silva e Conor McGregor não conseguiram reconquistar seus títulos? Por que alguns poucos conseguem e tantos falham em empreitadas desse tipo no MMA?</p>
<div id="attachment_233990" style="width: 935px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233990" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png" alt="" width="925" height="591" class="size-full wp-image-233990" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png 925w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-300x192.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-768x491.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-150x96.png 150w" sizes="auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px" /><p id="caption-attachment-233990" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p>É lógico que não podemos descartar a habilidade como um fator importante. Ninguém medíocre chega a se tornar um campeão do UFC e se manter por um tempo razoável. E é preciso ainda mais talento e inteligência para compensar o declínio físico que inevitavelmente vem com a idade e a inatividade. Foi graças a um nível técnico elevadíssimo que Dominick Cruz conseguiu recuperar seu cinturão peso-galo em 2016 depois de cerca de cinco anos de inatividade em razão de lesões gravíssimas nos joelhos.</p>
<p>Todavia, se talento e dominância garantissem grandes retornos, Anderson Silva, o maior gênio da história do MMA, teria conseguido voltar a reinar. Não foi o que ocorreu. Após sua fatídica derrota e a impressionante lesão sofrida contra Chris Weidman, Anderson nunca mais foi o mesmo. Não existe “perda de talento”. Não era tampouco a idade apenas que começava a afetá-lo. Faltava a motivação.</p>
<p>Como visto acima, Michael Jordan soube transformar a tragédia da morte do pai e a desconfiança da imprensa em motivação. Aliás, Jordan era um mestre em se automotivar. Bastava que alguém o provocasse, que um colunista na imprensa duvidasse dele ou mesmo que um oponente se destacasse, para que Michael usasse isso como razão pela qual precisava treinar o triplo e vencer. Ele se desafiava a provar para todos e para si mesmo que ainda era o melhor, que ainda podia vencer qualquer um. E assim o fazia.</p>
<p>No MMA, quem mais soube se motivar e retornar em triunfo foi Randy Couture. Cinco vezes campeão do UFC, o “Natural” já não era jovem quando começou a lutar MMA. Na estreia no UFC, tinha 33 anos. Durante toda a carreira, conviveu com constantes questionamentos da imprensa e de parte do público. Toda vez que ia enfrentar algum lutador mais jovem como Vítor Belfort (“Fenômeno” então com apenas 20 anos de idade), com mais recursos como Pedro Rizzo ou mais rápido como Chuck Liddell, Randy Couture era visto como carta fora do baralho. Isso o motivava a surpreender, a calar os críticos, a nunca parar. A cada luta em que era tido como azarão, ele sempre parecia querer mais a vitória do que os rivais.</p>
<p>Seu último retorno ao trono foi o mais sensacional e emblemático. Com 43 anos e vindo de mais de um ano de inatividade, Randy enfrentou o bem mais alto, mais jovem e nocauteador Tim Sylvia. A imprensa previa uma derrota constrangedora para o “coroa”, naquele UFC 68. Couture transformou essas críticas pesadas e a desconfiança em combustível para uma chama que parecia inesgotável. Durante cinco rounds, Randy foi uma locomotiva. Com labaredas saindo de seus olhos, derrubou seguidamente Sylvia e usou um jogo de wrestling extremamente desgastante para miná-lo. Couture era quem parecia ser o jovem ali. Após ter seu braço levantado por decisão unânime, o ídolo americano sorriu e declarou: “Nada mal para um cara velho! ”</p>
<p>A série “Arremesso final” comprova que só talento e vontade não são suficientes se não houver dedicação. Jordan era extremamente disciplinado e treinava mais do que qualquer um no time. Não é fácil manter essa rotina quando já se alcançou as maiores honrarias de seu esporte. É preciso uma combinação de autoconhecimento, determinação e engajamento. Aquele velho adágio de que não basta a inspiração sem a transpiração. Quando tratamos de UFC, nenhum campeão representa melhor essa dedicação do que Georges St-Pierre.</p>
<p>Durante toda sua gloriosa carreira no peso meio-médio, o faixa-preta canadense sempre buscou treinar, aprimorar-se, preencher lacunas, desenvolver novas habilidades. Procurava os melhores treinadores no mundo em áreas onde precisava desenvolver habilidades específicas. Pupilo da lenda Freddie Roach no boxe e faixa-preta do professor Bruno Fernandes na GB Montreal, St-Pierre já foi a Londres aprender algumas técnicas da arte suave com Roger Gracie, foi à Tailândia aprimorar muay thai, treinou wrestling com a equipe do Canadá, fez treinos de força e flexibilidade com equipes de ginástica olímpica. A cada luta, esse empenho constante de St-Pierre gerava algo novo para dificultar a vida de seus adversários.</p>
<p>Ao se aposentar após sua nona defesa consecutiva do cinturão meio-médio, Georges continuou se mantendo em forma. Quatro anos depois, motivado por se tornar campeão de mais uma categoria e enfrentar outro veterano do esporte, GSP aceitou disputar o cinturão peso médio contra Michael Bisping, no UFC 217. Para isso, voltou a se dedicar com afinco único e profissional aos treinamentos. Era preciso ganhar mais musculatura e, ainda assim, continuar ágil para poder ganhar de um oponente maior e naturalmente mais pesado.</p>
<p>A disciplina do canadense o levou a praticamente morar na academia e mudar sua preparação para dar mais ênfase em finalizações e em poder de nocaute. Árdua dedicação que trouxe dividendos. Durante os dois primeiros minutos da luta no Madison Square Garden, St-Pierre ainda recebia muitos golpes, mas gradativamente se adaptava à nova dinâmica e conseguia encaixar o que havia treinado. Até que, no terceiro round, quando se esperava que os anos de aposentadoria cobrariam o preço de um atleta menos comprometido, GSP cresceu na luta, acertou um potente cruzado de esquerda, seguiu com socos no chão até pegar as costas de Bisping e finalizá-lo no mata-leão. Tudo que treinara à exaustão fora devidamente aplicado e Georges St-Pierre era novamente campeão do UFC.</p>
<p>Deveríamos nos inspirar nos exemplos desses retornos gloriosos para superarmos os desafios que a vida nos traz, amigo leitor. Não é preciso ser um Michael Jordan ou um Georges St-Pierre. Todos temos nossas próprias habilidades, limitações e dificuldades. Se soubermos combinar nossos talentos com muita motivação e dedicação, haveremos de triunfar.</p>
<div id="attachment_233992" style="width: 995px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233992" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png" alt="" width="985" height="649" class="size-full wp-image-233992" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png 985w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-768x506.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px" /><p id="caption-attachment-233992" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-com-o-campeao-michael-jordan/">A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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