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	<title>doença | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /> O professor Cleiber Maia (1970–2026), vítima de um câncer no fígado e no pâncreas.</p>
<p>Em maio do ano passado, o faixa-preta e presidente da SJJSAF Cleiber Maia anunciou, de modo leve e inspirador, que estava encarando a pior das batalhas, com todas as armas disponíveis. Ele detectara um câncer no fígado e no pâncreas, mas se mostrava disposto a lutar até o fim.</p>
<p>Era o modo de Cleiber ver o mundo que o cercava, sempre de modo otimista e suave. Nesta terça, 10 de fevereiro de 2026, o ex-lutador e organizador de eventos partiu, aos 56 anos. Seu trabalho e sua missão à frente da <span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs xt0psk2 x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx x126k92a">Sport Jiu-Jitsu South America Federation foram decisivos para o fortalecimento do Para-Jiu-Jitsu esportivo e do profissionalismo da arte suave.<br />
</span></span></p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com em 2021, um entre tantos artigos por aqui, o professor detalhou sua longa trajetória nos tatames, desde os primeiros treinos na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie.</p>
<p>Relembre a saga do generoso Cleiber, por ele mesmo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o [Ailson Brittes] Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico Flexa, que era bem mais pesado que ele. O Beto só ia nas pernas, o que o fez ser desclassificado por evitar a luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC-Rio.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong></p>
<p>Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero Cavalcanti] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que o atleta Cleiber Maia não seguiu para uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /> Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Teve Covid? Saiba o que fazer na volta aos treinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 16:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Texto: Rafa Ribeiro Por mais que os trabalhos estatísticos científicos mostrem que praticantes de atividades físicas têm menores probabilidades de terem sintomas graves da Covid-19, isso não é garantia de que você, praticante de Jiu-Jitsu, passe ileso. Os sintomas se manifestam de maneiras muitos diferentes em cada um. Eu mesmo tive sintomas bem fortes,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224645" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/Pergunta-2-Motivacao-.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224645" class="size-full wp-image-224645" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/Pergunta-2-Motivacao-.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/Pergunta-2-Motivacao-.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/Pergunta-2-Motivacao--300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/Pergunta-2-Motivacao--150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-224645" class="wp-caption-text">Mente forte e corpo ajustado para voltar aos treinos intensos. Foto: Reprodução</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Rafa Ribeiro</em></p>
<p>Por mais que os trabalhos estatísticos científicos mostrem que praticantes de atividades físicas têm menores probabilidades de terem sintomas graves da Covid-19, isso não é garantia de que você, praticante de Jiu-Jitsu, passe ileso. Os sintomas se manifestam de maneiras muitos diferentes em cada um. Eu mesmo tive sintomas bem fortes, com 50% do pulmão comprometidos, e tive que usar até uma máquina de oxigênio em casa, mesmo tendo histórico de atleta a vida toda. Alguns atletas de elite de outros esportes foram até entubados. Inclusive campeões de triátlon, um esporte em que os atletas são super treinados na parte de “cardio”.</p>
<p>Muita gente que pegou o Covid quer logo voltar aos treinos da mesma maneira que faziam antes de contraírem o vírus, mas isso pode ser um grande equívoco. Na verdade, essa volta depende muito dos sintomas que cada um teve. Vou trazer aqui algumas sugestões do que você pode fazer após ter pego o Covid.</p>
<p>Bom, primeiramente, aqui você precisa diferenciar o trabalho a ser feito para dois tipos de públicos:</p>
<p>1 &#8211; Para você que foi assintomático (sem sintomas), recomendo fazer uma semana de testes. No primeiro dia você treina bem leve e faz a aula toda de Jiu-Jitsu até a hora do sparring. Nessa etapa você só olha. Eu sei que é difícil ir pra academia e ficar sem “rolar”, mas é apenas um ou poucos dias. Se tudo correr bem, no segundo dia você repete a aula inteira e já faz um sparring (apenas 1 mesmo).</p>
<p>Caso se sinta bem, no terceiro dia, você pode aumentar para dois sparrings, mas com um tempo inteiro de rola ou dois de intervalo. Na parte de preparação física, faça 50% da carga e do volume (quantidade total de repetições da sessão ou da semana) de treino.</p>
<p>Ao final da semana, avalie como você está e decida se precisa de mais uma semana inteira nesse modelo, se dá para progredir mais 25% do que fez ou voltar para o nível normal. Lembre-se que apesar de ficar sem sintomas, você passou 14 dias parado completamente.</p>
<p>2 &#8211; Para você que teve sintomas, a estratégia de treinos para a sua volta vai depender de quão forte foram os seus sintomas. Recomendo que primeiro você vá a um cardiologista para fazer exames, pois a Covid pode gerar algumas alterações agudas (momentâneas) no seu coração.</p>
<p>Minha FCr (Frequência cardíaca de repouso), por exemplo, está cerca de 30% maior do que o normal</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-233276" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-1.jpg" alt="" width="745" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-1.jpg 745w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-1-218x300.jpg 218w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-1-109x150.jpg 109w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></p>
<p>A minha VFC (variabilidade da frequência cardíaca) piorou em média 10-15%.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-233278" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-2.jpg" alt="" width="686" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-2.jpg 686w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-2-201x300.jpg 201w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-2-100x150.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p>Portanto, seria bom você saber as respostas do seu coração quando você está fazendo esforço. Outro ponto importante é a perda das capacidades físicas: força, potência e principalmente o seu condicionamento aeróbico, o famoso cardio. Uma simples tarefa diária como tomar banho se tornou, para alguns, similar a um dia de treino forte no tatame. No meu caso, perdi exatamente 28% da potência nas pernas. Imagine minha dificuldade em retomar certas atividades simples do dia-a-dia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-233280" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3.jpg" alt="" width="1080" height="1020" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3-300x283.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3-1024x967.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3-768x725.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/06/Foto-3-150x142.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>É normal que um lutador num caso semelhante ao meu canse já no aquecimento, ao retornar aos treinos. Minha recomendação é fazer uma progressão dos treinos de 6 semanas. Nas primeiras duas semanas, você pode dar ênfase à parte aeróbica e dividir os treinos do dia em duas sessões de 20 a 30 minutos cada e sem fazer tiros. Caminhar, trote (corrida bem leve), bicicleta e natação são boas alternativas. Talvez um pouco de drill também.</p>
<p>Na terceira e quarta semana, você volta aos tatames e fica fora dos sparrings. Nesse período, pode também voltar com a preparação física e pensar em séries similares à fase inicial do treino anual, chamada de Adaptação Anatômica. Séries de dez repetições só com a barra ou com pouquíssimo peso. Tipo um “volta às aulas”.</p>
<p>Na quinta e sexta semanas, você já pode iniciar com os sparrings, mas com tempos menores, tipo 3 a 5 minutos, e com intervalos iguais ao tempo de luta. Na parte de preparação, pode já começar uma progressão de cargas e volume (quantidade de tempo de exposição à carga: repetições, séries e cadência).</p>
<p>A ideia é que ao entrar na sétima semana, você consiga fazer as aulas de tatame normalmente e iniciar uma periodização na preparação física. Uma outra possibilidade interessante: na semana 1, faça 40% do que você fazia (em cargas e volume). E a cada semana aumentar 10%.</p>
<p>Semana 1 : 40%<br />
Semana 2 : 50%<br />
Semana 3 : 60%<br />
Semana 4 : 70%<br />
Semana 5 : 80%<br />
Semana 6 : 90%<br />
Semana 7 : treino normal</p>
<p>Essa segunda possibilidade foi a que usei com o campeão Mahamed Aly e também comigo. Ela é mais recomendada a quem tem um bom a excelente condicionamento geral. Vejam na terceira imagem que, ao final da minha semana 3, recuperei 53% da potência que havia perdido nas pernas.</p>
<p>Ou seja, no momento em que escrevo este texto estou na metade das seis semanas e recuperei também a metade do que havia perdido! Nessa mesma foto, tem a marca de um dia antes do meu primeiro sintoma (14/05), o dia que voltei a treinar pós-covid (01/06) e o final da terceira semana (19/06).</p>
<p>Obviamente, todas essas sugestões são bem genéricas e, como todos sabem, sempre sugiro cada um tentar individualizar ao máximo os seus treinos. Para isso, é sempre bom contar com o trabalho de profissionais especializados, ainda mais diante da dupla crise que vivemos: a da pandemia e a da informação. É difícil saber em quem confiar hoje. Uns falam uma coisa, outros falam outra completamente diferente e ainda temos as “fake news”. Tudo isso envolto de uma conturbada situação política onde os interesses partidários e individuais se tornaram mais importantes do que a saúde da população. Então, se cuide, amigo leitor, procure informações de profissionais que você confia e tenha cautela na sua volta ao Jiu-Jitsu. Oss!</p>
<p><em>*Rafael Ribeiro é preparador esportivo de atletas amadores e profissionais, com foco em MEC (Modalidades Esportivas de Combate) e surfe. Ministra cursos de extensão e pós-graduação. Atualmente é responsável pela preparação esportiva dos atletas profissionais de Jiu-Jitsu Isaque Bahiense, Mahamed Aly, Márcio André, Pedro “Paquito” Ramalho e Hiago Gama. Também já treinou Michael Langhi e Renato Cardoso. Instagram: @rafaribeirojj</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/teve-covid-saiba-o-que-fazer-na-volta-aos-treinos/">Teve Covid? Saiba o que fazer na volta aos treinos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Léo Leite treina para o Bellator em 2020 e comenta perrengue no hospital</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 11:11:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“As pessoas brincam que quando estou lutando, parece que o Gigi Paiva está com um controle de videogame nas mãos, porque ele fala lá de fora e eu faço lá dentro”, diz Leonardo Leite, 41 anos, o entrevistado da próxima edição de GRACIEMAG. (Assine aqui em formato digital.) O faixa-preta da Alliance e professor do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204867" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/leo-leite-capa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204867" class="size-medium wp-image-204867" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/leo-leite-capa-300x248.jpg" alt="" width="300" height="248" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/leo-leite-capa-300x248.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/leo-leite-capa-150x124.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/leo-leite-capa.jpg 585w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-204867" class="wp-caption-text">Léo Leite em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>“As pessoas brincam que quando estou lutando, parece que o Gigi Paiva está com um controle de videogame nas mãos, porque ele fala lá de fora e eu faço lá dentro”, diz Leonardo Leite, 41 anos, o entrevistado da próxima edição de GRACIEMAG. (<a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine aqui em formato digital.</a>)</p>
<p>O faixa-preta da Alliance e professor do Instituto Double L, na Gávea, comentou os planos do presente, relembrou como blindou a mente ao enfrentar Zé Mario Sperry, na luta de 20 anos que lhe trouxe os holofotes, e contou com exclusividade os perrengues que passou em 2019, quando precisou se tratar por seis meses.</p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine a revista de Jiu-Jitsu</a> mais clássica do planeta para ler a entrevista completa!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O tema da nossa edição #271 é sobre driblar o medo de competir. E você fez sua estreia no Mundial de Jiu-Jitsu, em 1999, batendo o bicho-papão Sperry numa final tensa. Como estava sua mente antes daquele desafio?</strong></p>
<p><strong>LEONARDO LEITE:</strong> Era uma mistura de nervosismo e tranquilidade. Tranquilidade porque eu era muito novo, um franco atirador ali contra ele; e nervosismo porque era o meu primeiro Mundial, não sabia o que encontraria ali em termos de ambiente. Recebi a faixa-preta uma semana antes do campeonato, das mãos do Gigi. Agora, o nervosismo e a adrenalina sempre vão existir na vida do lutador. E é isso que faz o nosso esporte viciante. Entramos lá também para vencer esse nervosismo.</p>
<p><strong>Qual é o papel do córner numa estreia vitoriosa como a sua em 1999? Vale lembrar que o Gigi Paiva também acabara de ser campeão mundial peso médio ali no Tijuca… </strong></p>
<p>Isso eu vejo como fundamental: é preciso uma conexão entre mestre e atleta. Uma ligação de muita confiança. E o Gigi e eu temos isso desde sempre. As pessoas brincam que quando estou lutando, parece que ele está com um controle de videogame nas mãos, porque ele fala lá do lado de fora e eu faço lá dentro.</p>
<p><strong>Você agora quer voltar ao Bellator em fevereiro. Conte por favor a experiência terrível que teve em 2019, e que o levou a aprender muito sobre como manter a cabeça no lugar. Poderia comentar como foi a história da pneumonia bacteriana e como escapou?</strong></p>
<p>Vivi um susto, um susto bem grande, passei até perigo de vida, foi brabo. Começou no fim de abril, quando eu comecei a treinar forte para lutar no Bellator, estava com tudo certo para lutar em julho. Eu treinava e via que o meu gás não estava aparecendo. Meu corpo doía demais, em quatro semanas de treino eu via que não estava rendendo ou evoluindo como de costume. Minha respiração estava um pouco estranha também, mas segui treinando. Até que bateu uma febre, o que na verdade foi minhas maior sorte. O corpo reagiu, três dias de febre e fui pro hospital.</p>
<p>A radiografia na hora revelou que meu pulmão estava estranho, e fui internado na hora num quarto isolado. Passei 15 dias ali pensando na vida. Após uma das baterias de exames, fiz uma drenagem na pleura – estava com quase três litros de líquido no pulmão. O médico explicou então que eu estava treinando com 2/3 do pulmão paralisado, só a parte pequena de cima funcionando, era praticamente lutar com um pulmão só. “Sorte que você teve a febre, pois treinar assim poderia acabar sendo fatal”, o doutor disse. No fim, foram seis meses de tratamento até a pleura voltar ao normal. Hoje estou completamente zerado, curado. E treinando normal, já já vem luta!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leo-leite-treina-para-o-bellator-em-2020-e-comenta-perrengue-no-hospital/">Léo Leite treina para o Bellator em 2020 e comenta perrengue no hospital</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Que vício você foi capaz de vencer com a ajuda do Jiu-Jitsu e das artes marciais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 13:30:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada semana, a equipe GRACIEMAG recebe variadas mensagens de leitores agradecidos por terem sido apresentados ao Jiu-Jitsu em fases delicadas de suas vidas. São diversos ex-viciados em tabaco, álcool, remédios e até café que venceram uma vida solitária e desesperançada graças à mão amiga de um professor ou parceiro de treinos. Por vezes, a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151752" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151752" class="size-full wp-image-151752" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Flagra-de-campanha-criativa-contra-o-fumo-em-academia-Foto-TudoInteressante.com-.jpg" alt="Flagra de campanha criativa contra o fumo em academia Foto TudoInteressante.com" width="600" height="806" /><p id="caption-attachment-151752" class="wp-caption-text">Flagra de campanha criativa contra o fumo em academia de musculação. Foto: TudoInteressante.com</p></div>
<p>A cada semana, a equipe GRACIEMAG recebe variadas mensagens de leitores agradecidos por terem sido apresentados ao Jiu-Jitsu em fases delicadas de suas vidas. São diversos ex-viciados em tabaco, álcool, remédios e até café que venceram uma vida solitária e desesperançada graças à mão amiga de um professor ou parceiro de treinos.</p>
<p>Por vezes, a história de superação envolve vícios pesados, e uma vida de más atitudes e hábitos criminosos cujo desfecho parecia o pior possível.</p>
<p>É como ensina o faixa-preta paulista Dimitrius Souza: &#8220;Uma das coisas mais complicadas para os pais é controlar a amizade dos filhos. Numa escola de Jiu-Jitsu temos a sorte de fazer grandes amigos, gente de bem e que segue um caminho saudável. Nem todos os meus amigos tiveram esta sorte, infelizmente&#8221;.</p>
<p>Já Sergio Malibu, faixa-coral de Jiu-Jitsu, dá seu depoimento abaixo, e mostra que não há idade ou limite para quem quer perseguir uma vida menos desregrada.</p>
<p>E você, venceu algum vício com o auxílio do Jiu-Jitsu ou de alguma luta? Divida sua história com a gente e ajude mais gente a conhecer o poder regenerativo das artes marciais.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Não existe meia-idade no Jiu-Jitsu, defende Sergio Malibu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2aH4y5ExgKw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/que-vicio-voce-foi-capaz-de-vencer-com-a-ajuda-do-jiu-jitsu-e-das-artes-marciais/">Que vício você foi capaz de vencer com a ajuda do Jiu-Jitsu e das artes marciais?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pneumonia obriga Ronaldo Jacaré a adiar luta com Romero, no UFC 184</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 15:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Jacaré]]></category>
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		<category><![CDATA[UFC 184]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por conta de uma pneumonia, o astro do Jiu-Jitsu Ronaldo Jacaré foi afastado do UFC 184, evento em que lutaria com o wrestler Yoel Romero. A luta saiu do card do evento de 28 de fevereiro e será remarcada, segundo informaram fontes do UFC, na noite dessa quinta-feira. Se vencer o habilidoso cubano, Jaca fica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_131702" style="width: 994px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-131702" class="size-full wp-image-131702" alt="Ronaldo Jacaré lê sua revista de Jiu-Jitsu favorita. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/jaca.jpg" width="984" height="1040" /><p id="caption-attachment-131702" class="wp-caption-text">Ronaldo Jacaré lê sua revista de Jiu-Jitsu favorita. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p>Por conta de uma pneumonia, o astro do Jiu-Jitsu Ronaldo Jacaré foi afastado do UFC 184, evento em que lutaria com o wrestler Yoel Romero.</p>
<p>A luta saiu do card do evento de 28 de fevereiro e será remarcada, segundo informaram fontes do UFC, na noite dessa quinta-feira.</p>
<p>Se vencer o habilidoso cubano, Jaca fica a um degrau de disputar o cinturão dos médios, hoje na cintura de Chris Weidman.</p>
<p>Melhoras, campeão!</p>
<h3></h3>
<h3>UFC 184<br />
Los Angeles, Califórnia<br />
28 de fevereiro de 2015</h3>
<p>Chris Weidman x Vitor Belfort<br />
Ronda Rousey x Cat Zingano<br />
Mark Muñoz x Roan Carneiro &#8220;Jucão&#8221;<br />
Josh Koscheck x Jake Ellenberger<br />
Tony Ferguson x Yancy Medeiros<br />
Kid Yamamoto x Roman Salazar<br />
Alan Jouban x Richard Walsh<br />
Derrick Lewis x Ruan Potts<br />
Holly Holm x Raquel Pennington<br />
James Krause x Valmir Lázaro<br />
Masio Fullen x Alexander Torres</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pneumonia-obriga-ronaldo-jacare-a-adiar-luta-com-romero-no-ufc-184/">Pneumonia obriga Ronaldo Jacaré a adiar luta com Romero, no UFC 184</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Com problema renal grave, competidor pede a sua ajuda para continuar lutando</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 14:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel Rego]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça hoje em GRACIEMAG a história do faixa-preta Daniel “Magrinho” Rego, que precisa de sua ajuda para curar uma séria doença nos rins. O lutador de Jiu-Jitsu, atleta da equipe Behring, está tentando custear um tratamento inovador, para se tratar com células tronco. Confira o depoimento de Magrinho e saiba como ajudar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça hoje em GRACIEMAG a história do faixa-preta Daniel “Magrinho” Rego, que precisa de sua ajuda para curar uma séria doença nos rins.</p>
<p>O lutador de Jiu-Jitsu, atleta da equipe Behring, está tentando custear um tratamento inovador, para se tratar com células tronco. Confira o depoimento de Magrinho e saiba como ajudar.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//player.vimeo.com/video/90760684?portrait=0&amp;color=ffffff" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/com-problema-renal-grave-competidor-de-jiu-jitsu-pede-a-sua-ajuda-para-continuar-lutando/">Com problema renal grave, competidor pede a sua ajuda para continuar lutando</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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