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	<title>didática | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>didática | Graciemag</title>
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		<title>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 22:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor de Jiu-Jitsu: ser curioso e respeitoso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg" alt="" width="650" height="796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-836x1024.jpeg 836w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-245x300.jpeg 245w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-768x940.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-1255x1536.jpeg 1255w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1-123x150.jpeg 123w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-vertical-1.jpeg 1289w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faixa-preta formado na Gracie Barra, o professor Fabrício Lopes tem se especializado em lapidar instrutores e ajudá-los a ensinar Jiu-Jitsu da maneira mais clara possível. O </span><a href="http://graciemag.com/"><span style="font-weight: 400;">GRACIEMAG.com</span></a><span style="font-weight: 400;"> bateu um papo com o faixa-prea especialista em mentoria, e como ele tem analisado a nova safra de instrutores em tantas academias espalhadas pelo planeta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Os campeonatos atraem cada vez mais lutadores, o esporte se expande e há academias em todas as metrópoles do planeta. E os instrutores, vão conseguir acompanhar essa demanda?&nbsp;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em><strong>FABRÍCIO LOPES:</strong></em> Acredito que o maior desafio é o fato de que ser um bom praticante e ser um bom instrutor são habilidades completamente diferentes. Muitas pessoas se tornam tecnicamente proficientes, mas <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/" target="_blank" rel="noopener">ensinar exige comunicação</a>, observação, paciência, liderança e a capacidade de se adaptar a diferentes tipos de alunos. O fato de alguém conseguir executar uma técnica com maestria não significa que consiga explicá-la de uma maneira que outros possam entender e aplicar.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprender a ensinar é outro campo então?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Há outros desafios. Por exemplo, muitos instrutores mais jovens se desenvolvem em um ambiente onde a informação é abundante. Hoje, qualquer pessoa pode assistir a técnicas online. O desafio está em ajudar os futuros instrutores a organizar essas informações, compreender os princípios fundamentais e transmiti-las de forma eficaz. Ensinar não se trata de mostrar o que você sabe. Trata-se de ajudar os outros a aprender.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua visão, o que tem mudado na formação de instrutores?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos muitos instrutores se desenvolviam principalmente por meio da observação e da experiência. Você aprendia passando anos no tatame, auxiliando nas aulas e assumindo gradualmente mais responsabilidades. Hoje, o desenvolvimento de instrutores tornou-se mais estruturado. Muitas organizações agora possuem programas formais para instrutores, recursos educacionais e sistemas projetados para ajudar os treinadores a aprimorar suas habilidades de ensino. Ao mesmo tempo, os alunos mudaram. Os alunos de hoje esperam mais explicações, mais estrutura e uma compreensão mais clara de por que as coisas funcionam.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os professores qualificados precisam ter para não desapontar os alunos e alunas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como instrutores precisamos ser capazes de nos comunicar de forma eficaz com crianças, adultos, competidores, praticantes recreativos e pessoas de diferentes origens. O papel do instrutor hoje é mais amplo do que nunca. O conhecimento técnico continua sendo importante, mas a comunicação e a liderança tornaram-se igualmente relevantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você identifica um jovem com potencial para se tornar um instrutor completo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira coisa que observo é a curiosidade. Os futuros instrutores geralmente são aqueles alunos que fazem perguntas, prestam atenção aos detalhes e querem genuinamente entender a arte, em vez de apenas colecionar técnicas. Também busco humildade e consistência. Ensinar é uma responsabilidade de longo prazo. Alguém que é confiável, respeitoso e disposto a continuar aprendendo geralmente tem mais potencial do que alguém que é apenas talentoso.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há outra qualidade importante?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, a empatia. Os melhores instrutores se importam em ajudar os outros a evoluir. Eles gostam de ver o sucesso das outras pessoas. A habilidade técnica pode ser desenvolvida com o tempo. O caráter, a paciência e o desejo de servir ao próximo são, muitas vezes, indicadores mais fortes do potencial futuro de ensino.&nbsp;</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-246439 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg" alt="" width="650" height="815" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-817x1024.jpeg 817w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-239x300.jpeg 239w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-768x962.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906-120x150.jpeg 120w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Fabricio-Lopes-GB-GMI-1-e1781375582906.jpeg 1064w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o princípio mais importante ao formar instrutores talentosos?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao meu ver, é a capacidade de ajudá-los a entender que o ensino gira em torno do aluno e não do instrutor. Muitos instrutores iniciantes concentram-se em demonstrar seu próprio conhecimento. Os excelentes instrutores focam em tornar a informação acessível às pessoas que estão à sua frente. Incentivo os futuros instrutores a desenvolverem a capacidade de observar, ouvir e adaptar-se. Cada aluno aprende de uma maneira diferente. A responsabilidade do instrutor é encontrar a melhor forma de transmitir os mesmos princípios a indivíduos distintos. O objetivo não é criar alunos que dependam do instrutor para sempre. O objetivo é formar pensadores independentes que, com o tempo, sejam capazes de ajudar outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual era o erro mais comum ao formar instrutores nas últimas décadas?&nbsp;</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo que estudo e pesquiso, creio que havia uma ideia geral de que a excelência técnica gerava, automaticamente, excelência no ensino. Em gerações anteriores, muitos instrutores aprendiam por imitação. Eles copiavam o que seus professores faziam e repetiam os mesmos métodos. Embora isso tenha produzido muitos praticantes excelentes, às vezes deixava lacunas na comunicação e no desenvolvimento do instrutor. Muitas vezes, esperava-se que os alunos simplesmente descobrissem as coisas por conta própria com o passar do tempo. Hoje, entendemos que o ensino, em si, é uma habilidade que deve ser desenvolvida de forma intencional. Os melhores instrutores sabem preservar as tradições, os valores e os padrões técnicos do Jiu-Jitsu Brasileiro, mas também reconhecem a importância da comunicação, da mentoria e do aprendizado estruturado. Na minha opinião, o futuro da arte depende da formação não apenas de melhores atletas, mas também de melhores professores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; Para saber mais, siga o professor <a href="https://www.instagram.com/flopesjj/" target="_blank" rel="noopener">FABRÍCIO LOPES no Instagram, aqui.</a><br style="font-weight: 400;"><br style="font-weight: 400;"></p></blockquote>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-fabricio-lopes-lista-as-qualidades-do-bom-instrutor-de-jiu-jitsu-ser-curioso-e-respeitoso/">Professor Fabrício Lopes lista as qualidades do bom instrutor: ser curioso e respeitoso</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de se encantar pelas lutas desde criança, com Jiuliano Leon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 23:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Makoto, no idioma japonês, possui estes significados: verdade, sinceridade, pureza. Somente alguns dos valores que o professor Jiuliano Sucena Leon sempre buscou no dojo, desde que se apaixonou pelo kimono aos 3 anos – de um modo inusitado. Hoje, o faixa-preta de judô e Jiu-Jitsu busca ensinar seus pequenos alunos em aulas diárias repletas de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234789" style="width: 1251px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234789" class="wp-image-234789 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon.jpg" alt="" width="1241" height="1241" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon.jpg 1241w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1241px) 100vw, 1241px" /><p id="caption-attachment-234789" class="wp-caption-text">Professor Jiuliano Leon, em foto de arquivos: acostumado desde os 7 anos a motivar a criançada a ser feliz nos tatames.</p></div>
<p>Makoto, no idioma japonês, possui estes significados: verdade, sinceridade, pureza. Somente alguns dos valores que o professor Jiuliano Sucena Leon sempre buscou no dojo, desde que se apaixonou pelo kimono aos 3 anos – de um modo inusitado.</p>
<p>Hoje, o faixa-preta de judô e Jiu-Jitsu busca ensinar seus pequenos alunos em aulas diárias repletas de uma didática lúdica e divertida. O <a href="projeto Mundo Makoto" target="_blank" rel="noopener">projeto Mundo Makoto</a> se espalha pelos principais bairros da zona sul do Rio de Janeiro, como Botafogo, Leblon, Humaitá e Gávea, mas está apenas em seus primeiros passos.</p>
<p>Em conversa recente com a equipe GRACIEMAG, <a href="https://www.instagram.com/jiulianoleon/" target="_blank" rel="noopener">professor Jiuliano</a> falou de seus sonhos e de como apurou de maneira especial o ensino para os pequenos samurais.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Quando você percebeu que dedicaria sua vida às artes marciais?</strong></p>
<p><strong><em>JIULIANO LEON:</em></strong> Parece clichê, mas foi logo nos primeiros dias de judô, com mais ou menos 3 anos de idade. Machuquei o braço na primeira ou segunda aula, o que por sinal é um fato raro. Pois na terceira eu estava lá de volta, com gesso e tudo, assistindo aos amiguinhos. Me sentia totalmente em casa no dojo. Percebi que tinha dom para ensinar muito jovem, com 7 anos ainda. Chegava mais cedo nas aulas das crianças menores só para ajudar meu professor Ricardo Ruffoni. O Ruffoni é um doutor em Educação Física, sétimo dan de judô, e ter ajudado ele a dar aula diariamente dos 7 aos 21 anos foi um mestrado de valor inestimável.</p>
<p><strong>Lembra algum fato emocionante daquele tempo?</strong></p>
<p>Escolher uma é muito difícil. Minha vida e as artes marciais sempre foram uma coisa só. Mas, aproveitando o Setembro Amarelo, acredito que foi minha superação em conquistar a vaga do Campeonato Brasileiro de Judô em 1995, contra sintomas da síndrome do Pânico. Eu tinha apenas 10 anos. Só o amor explica como uma criança, naquela situação, não desistiu de lutar e de viver esse sonho, sonho esse que moldou meu caráter e minha personalidade pelo resto da vida. Confesso que eu mesmo, na minha idade adulta, não seria tão corajoso quanto aquela criança.</p>
<p><strong>Sensacional. E o que você continuou aprendendo, após tornar-se um professor no meio das crianças?</strong></p>
<p>Que dar aula é uma linda missão. Muitas vezes você vai se tornar a maior referência positiva que a criança terá na vida. Educando uma criança, passando confiança e ensinando valores, você muda um destino e, talvez, o futuro de uma família inteira, sem falar em todos os seus descendentes. É uma responsabilidade e tanto.</p>
<div id="attachment_234793" style="width: 770px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234793" class="size-full wp-image-234793" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT.jpg" alt="" width="760" height="469" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT.jpg 760w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT-300x185.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Jiuliano-Leon-na-BTT-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-234793" class="wp-caption-text">Jiuliano Leon e a turma de instrutores do Mundo Makoto na BTT Lagoa.</p></div>
<p><strong>O projeto Mundo Makoto está em expansão no Rio de Janeiro, certo?</strong></p>
<p>Hoje essa minha metodologia se encontra em mais de dez academias no Rio de Janeiro. As principais são a BTT Lagoa, a Alliance Rio, Via Salus e Top Defende. Dou aula para o filho do mestre Murilo Bustamante desde pequeno, e depois da modernização da BTT Lagoa ele me deu essa incrível oportunidade de levar o Mundo Makoto para umas das mais lendárias academias do planeta. O Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva é meu professor de Jiu-Jitsu e minha maior referência na luta de solo. Comecei a aprender com ele aos 14 anos e foi ele quem me deu a faixa-preta, em 2009. Tive a oportunidade de dar aula para os dois filhos dele também, e agora, com a nova gestão da Alliance Rio, fui chamado pelo Rodrigo Thiago para abrir o Mundo Makoto lá.</p>
<p><strong>Você lançou sua metodologia para o mundo agora, com seu curso no BJJ Fanactics. Quais os principais benefícios do seu curso on-line?</strong></p>
<p>As crianças aprendem muito melhor através de uma metodologia lúdica e objetiva. Nossa metodologia e progressão pedagógica são pensadas levando em consideração a especificidade das crianças e suas fases de aprendizagem. E tudo isso sem perder o foco e objetivo final daquilo que se quer ensinar e aprender. Essa combinação mantém as crianças motivadas, além de promover o desenvolvimento global do indivíduo – ou seja, físico, emocional e afetivo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mundo Makoto/ Vídeo- Aula 1" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3bVyvGfHlUA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Cite algo que poucos sabem sobre o ensino de artes marciais para crianças, por favor.</strong></p>
<p>Costumo dizer que a criança não é um “mini-adulto”. Ela gosta de ser corrigida e norteada, falando a língua dela, obviamente. Gosta de ter responsabilidade pela faixa que conquistou, de ser incentivada a comandar (principalmente as mais tímidas), de ajudar os mais novos, mas ela gosta de se superar. Muitas vezes, não sabem ou não conseguem verbalizar isso, mas, com as palavras e os incentivos certos, isso aflora numa boa. Está tudo lá dentro dela, esperando para aflorar e nada como esse conjunto de ferramentas completas chamadas artes marciais para que isso aconteça. Não tenho certeza se poucos sabem disso, mas é um aspecto essencial para as aulas dos pequenos.</p>
<p><strong>Você sempre foi próximo do faixa-preta de judô Breno Viola, o primeiro rapaz com síndrome de Down a conquistar a graduação. O que aprende com ele?</strong></p>
<p>Tudo era impossível até ele chegar lá e fazer. Breno escancarou portas que jamais voltaram a se fechar. Com seus 40 anos já deixou seu legado na Terra, né? Mas as verdadeiras lições do Brenão foram no dia a dia, nos treinos. No meio do treino do alto rendimento do Flamengo, ele se entregava como poucos no dojo. Na carona de volta, ele dormia e só acordava quando eu o deixava na esquina de casa e, principalmente, na resenha pré e pós-treino. Ele nunca quis dar qualquer lição, porém seus ensinamentos eram sutis e diários. Realmente um cara iluminado: chora, sorri e fica com raiva, tudo muito claro e autêntico. Talvez ele seja um dos poucos caras que conheço que ama tanto – ou mais do que eu – as artes marciais.</p>
<div id="attachment_234795" style="width: 770px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234795" class="size-full wp-image-234795" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia.jpg" alt="" width="760" height="499" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia.jpg 760w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Mundo-Makoto-turma-na-praia-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-234795" class="wp-caption-text">Turma do Mundo Makoto em atividade ao ar livre, na praia do Leblon.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-encantar-pela-luta-desde-crianca-com-jiuliano-leon/">A arte de se encantar pelas lutas desde criança, com Jiuliano Leon</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A voz do mestre: para Flavio Behring, &#8220;o bom professor ensina, não se exibe&#8221;</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-voz-do-mestre-para-o-faixa-vermelha-flavio-behring-o-bom-professor-ensina-nao-se-exibe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-voz-do-mestre-para-o-faixa-vermelha-flavio-behring-o-bom-professor-ensina-nao-se-exibe</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 14:11:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje respeitado faixa-vermelha, Flavio Behring começou a treinar em 1947. Seu primeiro dia de kimono é de causar inveja: ele começou dando uma sonora queda no todo poderoso Helio Gracie. O pequeno Flavio tinha apenas 10 anos, e o mestre só queria mostrar como aquela ciência chamada Jiu-Jitsu possibilitava a uma criança derrubar um adulto. Deu certo,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje respeitado faixa-vermelha, Flavio Behring começou a treinar em 1947. Seu primeiro dia de kimono é de causar inveja: ele começou dando uma sonora queda no todo poderoso Helio Gracie.</p>
<p>O pequeno Flavio tinha apenas 10 anos, e o mestre só queria mostrar como aquela ciência chamada Jiu-Jitsu possibilitava a uma criança derrubar um adulto. Deu certo, e hoje o pai de Marcelo e Sylvio Behring é um faixa-vermelha respeitado – condecorado faixa-preta pelo próprio Helio, ali por 1955.</p>
<p>“Aos 17 anos, eu já era instrutor da academia e usava a faixa-azul clara própria dos instrutores, mas nesse dia o professor pegou a faixa-preta dele e me deu”. Leia outras histórias recheadas de lições desse grande mestre, que já sabe o que fazer quando seu “ciclo” chegar ao fim: vestir a faixa-branca e recomeçar. (A reportagem a seguir foi publicada originalmente em <a title="Confira edições passadas e como assinar a revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/02/jiu-jitsu-e-a-arte-de-superar-obstaculos/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG #216</a>.)</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O senhor treina desde 1947. Foi amor à primeira vista, mestre?</strong></p>
<p><em><strong>FLAVIO BEHRING:</strong></em> Não, não foi amor à primeira vista, apesar de hoje o pessoal ter essa impressão. Meus primeiros treinos foram no quarto da casa do professor Helio, na praia do Flamengo, no Rio. No começo foi legal, mas como eu era um garoto muito asmático, aquele quartinho pequeno, forrado de colchões e lonas até nas paredes me causava desconforto. Meu pai, o jornalista Sylvio Behring, era diretor do jornal “O Globo” e amigo de Helio Gracie, e me contava histórias fascinantes daquele mestre. No meu primeiro dia, o professor mostrou como se fazia um ganchinho ali entre as pernas dele e com a alavanca ele se deixou cair. Eu fiquei impressionado: “Olha só… Mesmo pequeno, sou capaz de derrubar um homem”. Mas a asma falou mais alto e comecei a sentir falta de fôlego durante as aulas, e logo comecei a faltar as aulas e me afastei. A verdade é que, aos 10 anos, eu era um menino vulnerável, pelos problemas respiratórios e pela total aversão e medo de qualquer confronto físico.</p>
<div id="attachment_173380" style="width: 970px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-173380" class="wp-image-173380 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/02/Flavio-Behring-ensinando-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao-1.jpg" alt="Flavio Behring ensinando Jiu Jitsu Foto Divulgacao" width="960" height="637" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/02/Flavio-Behring-ensinando-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao-1.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/02/Flavio-Behring-ensinando-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao-1-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/02/Flavio-Behring-ensinando-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao-1-768x510.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/02/Flavio-Behring-ensinando-Jiu-Jitsu-Foto-Divulgacao-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-173380" class="wp-caption-text">O faixa-vermelha atento a um detalhe durante aula de Jiu-Jitsu. Foto: Divulgação/FlavioBehring.com</p></div>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu engrenou em sua vida?</strong></p>
<p>Com 13 anos, sofri um bullying violento na escola, que me traumatizou. Um colega mais velho, que eu olhava com admiração, ouviu um disse-me-disse e veio tomar satisfação, e imediatamente me lascou um tapa na cara. As agressões não pararam aí, já que ele passou a escrever no quadro-negro coisas como “Flavio é covarde”, uma pecha que começou a pegar no colégio Brasil América, em Botafogo. Eu já não tinha amigos, ninguém sentava do meu lado. Meu irmão e outros colegas que sabiam que eu havia treinado Jiu-Jitsu me incentivavam a reagir, mas eu era incapaz. Até que comecei a faltar o colégio e a não comer direito, e meu pai ficou preocupado e pediu ajuda. Aconteceu então o episódio que me marca até hoje.</p>
<p><strong>Quando Helio Gracie apareceu na escola&#8230;</strong></p>
<p>Exato. Eu estava na sala de aula, e aparece na porta o professor Helio Gracie. Ele já era uma personalidade reconhecidíssima em todo o Brasil, pelos seus feitos contados em revistas e jornais. O mestre pediu licença e anunciou que estava precisando da ajuda do “instrutor da academia” dele, que estudava ali. Começaram os olhares incrédulos e os cochichos, e Helio arrematou: “Ele não reage a nenhuma agressão dos colegas porque eu o proíbo”. Era um grande psicólogo, né? E aí tudo mudou. Fomos até seu carro, ele me deixou em casa e de tarde comecei na academia famosa da avenida Rio Branco, sob a tutela do João Alberto Barreto, que era só três anos mais velho do que eu. Mas tornou-se meu ídolo, o cara que eu gostaria de ser, e me ensinou a ter uma convicção inabalável nas técnicas de autodefesa. Rapidamente voltei a pedir a meu pai para faltar à escola – agora não por medo, mas para passar o dia na academia de Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Como foi sua primeira luta?</strong></p>
<p>Minha primeira história curiosa foi a ocasião em que apareci na primeira página dos jornais, com 14 anos. Apareceu no Rio um japonês chamado Shimura (não confundam com o Kimura) que dizia querer enfrentar o grande campeão Helio Gracie. O professor Carlos Gracie, sábio como sempre, propôs que o japonês enfrentasse Carlson, mas o desafiante recusou. Então Carlos me pegou e fomos para os jornais: “Já que o Shimura se recusa a lutar com Carlson, ele vai apanhar aqui do nosso faixa-branca, de apenas 14 anos.” Os jornalistas vibraram e virou manchete. O japonês sumiu, claro. A minha primeira luta foi um pouco depois, o professor Carlos me chamou e fomos para a antiga sede da ACM, no Castelo. Eu achava que era uma exibição qualquer. Nada, era uma luta à vera contra um faixa-preta de judô, e fui empurrado para o ringue, pois minhas pernas não se mexiam, travei. Quando a luta começou, o camarada me arremessou de tudo que é jeito de costas no tablado duro, de um lado para o outro. Uma vez por baixo, imobilizado, eu de repente me lembrei de uma posição de autodefesa, fiz uma pressão no pescoço dele, um estrangulamento e o cara dormiu. Aquela finalização criou uma máxima que uso em cursos e seminários por todo o mundo: “Vence quem sabe finalizar, não basta imobilizar”.</p>
<p><strong>Seu pai era diretor do jornal “O Globo”. Por que você acha que a mídia e os grandes jornais ficaram de mal com o Jiu-Jitsu por várias décadas?</strong></p>
<p>Em parte, os próprios praticantes foram responsáveis. A partir dos anos 1960 e 1970 começaram a haver invasões de academia, o que por um lado reforçou a eficiência da arte, mas por outro passou uma imagem extremamente negativa em relação às artes marciais como escolas educadoras, respeitadoras e éticas. As invasões trouxeram antipatia. E começou, também, a haver um falso pudor contra as lutas de vale-tudo por parte das autoridades e jornalistas. Digo falso pudor porque, hoje, o MMA voltou a ser um espetáculo para a mídia. Você vê, o vale-tudo, filho do Jiu-Jitsu, resgatou a honra da arte nos jornais…</p>
<p><strong>Qual é a grande lição para quem pretende treinar Jiu-Jitsu até depois dos 70 anos?</strong></p>
<p>Moderação nos treinos. A maior lição que aprendi nessas décadas é que os três tapinhas são a maior arma do praticante. Pedir para parar no treino não significa se acovardar. Significa que você encontrou o seu limite naquele dia, naquela posição, uma limitação emocional ou mesmo física – se o seu braço está envergado, desista, é melhor do que estalar e permitir um estrago. Saber dosar os treinos e não passar dos limites é o que eu indico. Não tenha vaidade, use os tapinhas e pare antes de se machucar. Essa é a salvaguarda do praticante. Além de entender isso, eu prezo por uma boa alimentação, uma ótima noite de sono. Muitas pessoas me dizem: “Mestre, quero chegar à sua idade assim igual a você”. Eu respondo: “Então comece hoje, pois já está tarde”.</p>
<blockquote><p>Minha asma, como tantos males, era 20% física e 80% psicológica</p></blockquote>
<p><strong>E a sua asma, nunca mais voltou? Jiu-Jitsu cura asma também?</strong></p>
<p>Minha asma, como tantos males, era 20% física e 80% psicológica. O Jiu-Jitsu não apenas melhorou minha respiração, mas principalmente me levou a jamais fraquejar novamente como pessoa. Me tornei uma pessoa mais confiante e esses males respiratórios foram embora. Aliás, aprendi a não me afobar jamais, em qualquer aspecto da minha vida, nem diante do pior dos problemas. Perder a tranquilidade e o controle emocional não ajuda o problema a ser solucionado, ao contrário.</p>
<p><strong>Um faixa-vermelha segue aprendendo até hoje?</strong></p>
<p>Eu estudo todos os dias, pois sei que ninguém sabe nada. Como meu corpo tem mudado com o tempo, eu volto às posições mais básicas, para conferir se eu ainda consigo executá-las daquela mesma maneira, ou se preciso me readaptar. Mas o estudo continua, e em 2017 vou dar uma grande festa (de kimono num dojô) para comemorar meus 80 anos de vida e os 70 de Jiu-Jitsu. Será o fim de meu ciclo como aluno, instrutor, professor, mestre e grande mestre, e vou aposentar a faixa-vermelha e voltar a vestir a faixa-branca. E assim vou reaprender tudo novamente, pois viver é isso. Meus alunos, preocupados, questionam essa “aposentadoria”, mas o certo é que serei um eterno professor de Jiu-Jitsu.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="80 / 70 anos do GM Flavio Behring - TV Pegada #95" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/j_obVvp7ZiQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Queremos ser convidados para essa festa incrível. Mestre, pelos seus critérios, o que um aluno precisa apresentar para tornar-se faixa-preta?</strong></p>
<p>Olha, para você entender minha visão, sou contra até mesmo graduar lutador no pódio de campeonatos. O que ocorre: para mim, graduação não se dá por performance. Eu graduo um aluno por competência, o que significa que ele acumulou um lastro, uma coleção de saberes. Ganhar uma medalha de ouro é apenas um segmento do Jiu-Jitsu. Uma medalha tem simbolismo momentâneo, pois a vitória é efêmera. Na escola, ninguém passa de ano só por saber matemática e tirar zero em todas as outras disciplinas, certo? É a mesma coisa. Um dos principais critérios para mim é saber e ensinar bem autodefesa, um pilar do Jiu-Jitsu. Outro aspecto fundamental é que o professor de Jiu-Jitsu precisa ter competência para ensinar. Saber história da arte, estudar. Saber nomenclatura, por exemplo. Ele não pode mostrar uma posição e dizer “aqui em pé você faz o ganchinho”. É osotogari. <strong>Percebo que hoje muito lutador sabe mostrar o que ele faz e exibir posições, ou se exibir, como vemos nos tantos vídeos pela internet. Mas o professor não precisa ser acrobata, precisa saber ensinar.</strong> Tem de saber a origem daquela posição, qual é o objetivo daquele movimento. Jiu-Jitsu precisa ser visto e ensinado como a arte científica e altamente consistente que é. Não exijo que meus professores sejam campeões, o que não aceito é que eles cometam falhas elementares ao ensinar.</p>
<p><strong>Que lição você teria para a garotada que, por preguiça ou besteira, falta aos treinos de Jiu-Jitsu ou adia outras atividades?</strong></p>
<p>Eu digo a eles para aproveitarem, pois a cada década fica mais complicado, o corpo é uma engrenagem ótima mas sente o rigor do tempo. Não percam mais tempo, aproveitem.</p>
<blockquote><p>Eu não estou armando os alunos, Jiu-Jitsu não é isso. Eu ensino prevenção</p></blockquote>
<p><strong>Qual foi a maior lição que você recebeu de Helio Gracie?</strong></p>
<p>Helio Gracie era um ser humano falível como qualquer um. Como professor, no entanto, era quase uma sumidade, e tinha uma sensibilidade enorme, inigualável, com uma capacidade de adaptação dos golpes e movimentos assombrosa. Um exemplo: um dia ele me chamou para repassarmos o programa de técnicas de autodefesa, e escondeu um dos braços e ficou lá, realizando toda a movimentação com eficiência contra mim. Não entendi por que não usava o braço, mas ficamos lá. Até que poucas horas depois chegou o aluno dele, um camarada que havia perdido o braço. E ele já estava plenamente apto a ensiná-lo. Ele não precisava provar mais nada, mas como professor, Helio tinha um compromisso com a competência inigualável.</p>
<p><strong>E o <a title="O dia mais feliz da vida de Helio Gracie segundo João Alberto e outros mestres" href="https://www.graciemag.com/pt/2009/02/qual-foi-o-dia-mais-feliz-da-vida-do-grande-mestre-de-jiu-jitsu-helio-gracie/" target="_blank" rel="noopener">João Alberto</a>, qual foi sua grande característica como professor?</strong></p>
<p>João Alberto era um guerreiro, um destemido. Quando participou do programa de TV “Heróis do ringue”, ele passou 32 semanas lutando lá, toda segunda-feira, e foram 32 vitórias por finalização. E durante a semana ele só dava aulas, nem sabia quem seriam os oponentes, as modalidades, nada. Era o verdadeiro “herói do ringue”. João Alberto tinha uma precisão de entrar a mão na gola que era um negócio assombroso. O segundo melhor que já vi – o primeiro era o Helio, mestre do estrangulamento. Lembro de uma história em 1963, quando João Alberto e eu fomos ao EUA demonstrar o Jiu-Jitsu, na academia naval de Annapolis, em Maryland. Após a exibição num ginásio lotado, João Alberto abriu espaço para um desafio: quem passasse sua guarda em cinco minutos, ganharia uma passagem para o Brasil e uma bolsa de estudos na academia. O ginásio todo berrou o nome de um camarada, era um americano campeão de wrestling. João então o recebeu, fez guarda e pôs as duas mãos para dentro da faixa. E manipulou o americano como se fosse brincadeira de criança. Ele me ensinou a realmente confiar na boa técnica.</p>
<p><strong>Como um mestre de Jiu-Jitsu que sempre bebeu na fonte da autodefesa enxerga nosso mundo hoje, com armas e drogas pesadas?</strong></p>
<p>Um bom mestre, educador, ensina aos alunos que o mais inteligente é não estar naquela situação de perigo, ou seja, não se expor, nem chegar perto. Digo aos meus alunos: “Eu não estou lhe armando, Jiu-Jitsu não é isso”. Eu ensino prevenção, e de preferência jamais reagir. O Jiu-Jitsu é posto em ação somente quando não resta alternativa. É como diz a filosofia chinesa: “Bate primeiro o menos inteligente”. Jiu-Jitsu não é para se provar nada, mas em fazer uso do elemento surpresa, fazer com que o agressor se perca e seja posto fora de combate, ou seja, finalizado.</p>
<p><strong>Você foi colega de Carlson. Algum treino dele marcou você?</strong></p>
<p>Carlson para mim foi o maior formador de campeões que já houve e que nunca mais haverá. Lembro de um treino em 1956, que como já foi comentado acho que não tem problema relembrar. Carlson estava com uma luta de vale-tudo marcada, mas adorava praia e futevôlei, e nas vésperas do combate foi curtir com os amigos em Copacabana. Quando voltou, Carlos e Helio estavam furiosos, e botaram o garotão para um treino ali na hora contra o João Alberto. O bicho pegou, afinal os dois eram amigos mas eram dois samurais. E o João, que estava forte e altamente preparado, obteve a finalização. O Helio ficou furioso, achou que o Carlson estava mal preparado. Mas você acha que o Carlson ligou para aquele treino? Nada, dias depois, estava lá acabando com mais um oponente no vale-tudo em questão de segundos. Jamais se abalava, tudo era muito fácil para ele.</p>
<p><strong>Você costuma alicerçar o treino de Jiu-Jitsu nestes três “P”s: postura, precisão e pressão. Poderia detalhar um pouco mais?</strong></p>
<p>A postura é o primeiro P da vida. Postura comportamental é crucial no trabalho, na família, no trato com os demais. No Jiu-Jitsu, a postura anatômica correta reflete em economia de energia, em menos danos à coluna lombar e cervical e ainda deixa o adversário totalmente desconfortável. Há uns anos eu estava em Israel e um instrutor me disse que um aluno tinha ido muito bem no Campeonato Europeu, que fazia um ótimo berimbolo. Eu disse: “Que bacana, eu não sei o que é isso mas quero ver”. Pedi para ele tentar executar o movimento em mim: segurei o kimono dele, mantive a base firme, os joelhos em posição e a coluna reta em postura. O fato é que a minha postura impedia que ele se movimentasse em torno do próprio eixo, e o golpe não funcionava como ele queria. Ele então disse: “Ah, você deve ser muito forte, só pode ser isso”. Eu, um velho de 70 anos, forte? Postura é a resposta.</p>
<p><strong>Você hoje passa o ano todo viajando, certo? Como é isso?</strong></p>
<p>Desde 2000 passei a dedicar-me à ampliação dos horizontes do Jiu-Jitsu. É um trabalho missionário, pois 70% do tempo estou em viagens pelo mundo. Anualmente visito cerca de dez países, para ministrar cursos de formação, workshops e seminários. Em geral são escolas associadas, mas atendo solicitações de outras escolas. O que prevalece é o Jiu-Jitsu como instituição e não essa ou aquela bandeira.</p>
<p><strong>A linhagem Behring hoje está até no cinturão do UFC, graças ao Fabricio Werdum, que foi aluno da academia. Você sente orgulho disso, bem como da trajetória dos filhos Marcelo e Sylvio? Como o pai Flavio incentivava os pequenos?</strong></p>
<p>Acho que talvez eu tenha sido exigente demais com eles, pois não lhes dei muita opção. Desde cedo eu os levei para a academia, e fazia que eles treinassem forte o tempo todo, a vida inteira. Eles treinavam como dois alucinados, inclusive um contra o outro. Minha filosofia era a seguinte: “Se vão fazer, que façam bem feito”. Depois de uns anos comigo, deixei eles com outros professores para que seguissem seus caminhos no Jiu-Jitsu – o Marcelo com Rickson, Sylvio com o Alvaro Barreto. Hoje meu sentimento é de gratidão por ter tido dois filhos que se transformaram em duas preciosidades técnicas, além de ótimos professores. Estou agora com um filho de 23 anos do segundo casamento, o Gustavo, e com ele peguei mais leve. Mas ele já é faixa-azul e me parece que vai ser um ótimo instrutor também, no futuro. Está no sangue.</p>
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		<title>Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 15:58:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como pensar, agir e divertir no Jiu-Jitsu? A ideia de todo professor é fazer as crianças amarem os treininhos de Jiu-Jitsu. Mas qual é o meio mais eficiente para se conseguir isso? O professor Caio Nucci, da GMI Alliance Houston, no Texas, ensinou à nossa equipe algumas de suas táticas mais eficazes para levar os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233497" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233497" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16.jpeg" alt="" width="496" height="290" class="size-full wp-image-233497" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16-300x175.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-09-at-12.27.16-150x88.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233497" class="wp-caption-text">Caio e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Como pensar, agir e divertir no Jiu-Jitsu? A ideia de todo professor é fazer as crianças amarem os treininhos de Jiu-Jitsu. Mas qual é o meio mais eficiente para se conseguir isso?</p>
<p>O professor Caio Nucci, da GMI Alliance Houston, no Texas, ensinou à nossa equipe algumas de suas táticas mais eficazes para levar os instrutores a ganhar a atenção dos aluninhos todos os dias – como, por exemplo, o popular “jogo da velha” com a garotada. Aprenda no vídeo filmado pela equipe do Texas. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/oKWYjhTZUKo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/caio-nucci-e-a-importancia-de-estimular-mente-e-corpo-das-criancas-no-jiu-jitsu/">Caio Nucci e a importância de estimular mente e corpo das crianças no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Felipe Nilo e a arte de ensinar Jiu-Jitsu para jovens com autismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 21:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de mais de dez anos, o professor Felipe Nilo desenvolveu um trabalho sensacional junto a crianças e adolescentes com autismo, utilizando as artes marciais para fomentar diversos benefícios à vida desses jovens guerreiros, como sociabilidade, bem-estar, coordenação motora, autoestima. Agora Nilo vai transmitir todo o conhecimento que acumulou nessa área, através do &#8220;Curso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_225782" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225782" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25.jpeg" alt="" width="1080" height="1080" class="size-full wp-image-225782" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-10-at-18.27.25-768x768.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-225782" class="wp-caption-text">Faixa-preta de Jiu-Jitsu, Felipe passa a filosofia da arte suave para alunos com autismo.  Foto: Divulgação</p></div>
<p>Ao longo de mais de dez anos, o professor <a href="http://instagram.com/felipenilooficial" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Felipe Nilo</a> desenvolveu um trabalho sensacional junto a crianças e adolescentes com autismo, utilizando as artes marciais para fomentar diversos benefícios à vida desses jovens guerreiros, como sociabilidade, bem-estar, coordenação motora, autoestima.</p>
<p>Agora Nilo vai transmitir todo o conhecimento que acumulou nessa área, através do &#8220;Curso On-Line de Lutas e Autismo&#8221;, marcado para os dias 17, 19, 22 e 24 de junho, com transmissão ao vivo pela plataforma Zoom Webinar. </p>
<p>&#8220;Durante o curso vou apresentar conteúdos atualizados sobre o autismo no mundo&#8221;, explicou Felipe. &#8220;Ensinar técnicas de inclusão social pelas artes marciais, falar sobre os benefícios das lutas para crianças especiais e dar dicas valiosas para os professores lidarem com os alunos autistas e expandirem o conhecimento para o universo da terapia.&#8221;</p>
<p>Para maiores informações, amigo leitor, ligue ou mande mensagens pelo WhatsApp para (21) 99816-2662, mande um e-mail para <a href="mailto:cursos@felipenilooficial.com.br" rel="noopener noreferrer" target="_blank">cursos@felipenilooficial.com.br</a> ou acesse <a href="http://www.felipenilooficial.com.br" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.felipenilooficial.com.br</a>.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CBRITQCphSA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a> em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-06-10T20:16:46+00:00">10 de Jun, 2020 às 1:16 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>10 dicas para jovens lutadores de Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/10-dicas-para-jovens-lutadores-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-dicas-para-jovens-lutadores-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 12:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cristyan Martins]]></category>
		<category><![CDATA[didática]]></category>
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		<category><![CDATA[treino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Procure desenvolver hábitos vitoriosos, como a disciplina, a pontualidade, foco e organização&#8221;, ensina o professor Cristyan Martins da Evolução Jiu-Jitsu, nosso GMI em Maringá, no Paraná. Confira outros nove conselhos à nova geração do BJJ, todos retirados das páginas da GRACIEMAG. &#8220;Todo vencedor teve medo de falhar. Encare as crises e temores como algo simples,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224957" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224957" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005.jpg" alt="" width="1080" height="689" class="size-full wp-image-224957" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005-300x191.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005-1024x653.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005-768x490.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200521-WA0005-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-224957" class="wp-caption-text">Professor Cristyan com seus aluninhos. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>&#8220;Procure desenvolver hábitos vitoriosos, como a disciplina, a pontualidade, foco e organização&#8221;, ensina o professor <a href="http://www.instagram.com/cristyan_evolucao_jiujitsu">Cristyan Martins</a> da Evolução Jiu-Jitsu, nosso GMI em Maringá, no Paraná. </p>
<p>Confira outros nove conselhos à nova geração do BJJ, todos retirados das páginas da GRACIEMAG.</p>
<p>&#8220;Todo vencedor teve medo de falhar. Encare as crises e temores como algo simples, um mero degrau e não uma montanha inóspita.&#8221;</p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu é a arte da defesa. Construa uma boa defesa e prepare-se para treinar contra qualquer um. A partir daí, com confiança em sua técnica, você vai passar a controlar mais seu adversário, e começar a evoluir nas finalizações.”</p>
<p>“A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Caiu? Levante-se e evite o drama.&#8221; </p>
<p>&#8220;Lei de Roger Gracie: Em qualquer área, há sempre duas opções. Você pode ser o melhor naquilo que faz ou apenas mais um. Qual você prefere, destemido leitor? Esforce-se para tal.&#8221;</p>
<p>&#8220;Cerque-se de pessoas positivas e que acrescentem valores à sua vida. Como refletiu o comediante Chris Rock: Tudo é uma questão de companhia. Uma refeição gourmet com um idiota é uma refeição terrível. Um simples cachorro-quente com uma pessoa interessante é uma refeição incrível.” </p>
<p>&#8220;O maior superpoder que um lutador pode conquistar é o de identificar suas próprias forças e fraquezas.&#8221; //&#8221;Seja honesto e conheça profundamente a si mesmo.&#8221; </p>
<p>“Somos o que repetidamente fazemos, ensinava o filósofo Aristóteles. Se você comer repetidamente um leitão todo dia, será gordo como um leitão. Por outro lado, se meter seu kimono na mochila e for treinar todo dia, sem arrumar desculpas, será um praticante cada vez mais habilidoso.&#8221; </p>
<p>&#8220;O Jiu-Jitsu preza a simplicidade, portanto, não complique. Busque sempre o caminho mais reto até a solução dos seus problemas: a finalização.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-jovens-lutadores-de-jiu-jitsu/">10 dicas para jovens lutadores de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Robson relembra o papel do centenário Helio Gracie na didática do Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/robson-relembra-o-papel-do-centenario-helio-gracie-na-didatica-do-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=robson-relembra-o-papel-do-centenario-helio-gracie-na-didatica-do-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2013 14:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[academias]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Robson Gracie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sportv preparou uma homenagem ao centenário do professor Helio Gracie. Seu sobrinho e atual patriarca da família do Jiu-Jitsu, Carlos Robson, lembrou o papel pioneiro de Helio na didática e no currículo nas academias de hoje. Veja aqui.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80394" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-80394" class="size-full wp-image-80394" title="helio-gracie-estrangulamento" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/helio-gracie-estrangulamento.jpg" alt="Helio Gracie treina com o filho Royler. Foto: Divulgação." width="400" height="267" /><p id="caption-attachment-80394" class="wp-caption-text">Helio Gracie com o filho Royler em Itaipava. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O Sportv preparou uma homenagem ao centenário do professor Helio Gracie. Seu sobrinho e atual patriarca da família do Jiu-Jitsu, Carlos Robson, lembrou o papel pioneiro de Helio na didática e no currículo nas academias de hoje.</p>
<p><a title="Centenário de Helio Gracie no Sportv" href="http://globotv.globo.com/sportv/sportvnews/t/noite/v/sportv-news-homenageia-centenario-de-helio-gracie-pioneiro-do-jiu-jitsu-no-brasil/2858596/" target="_blank">Veja aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/robson-relembra-o-papel-do-centenario-helio-gracie-na-didatica-do-jiu-jitsu/">Robson relembra o papel do centenário Helio Gracie na didática do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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