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	<title>despedida | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cleiber Maia: "Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-217937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg" alt="" width="1080" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-768x511.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-1024x681.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.30.01-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /> O professor Cleiber Maia (1970–2026), vítima de um câncer no fígado e no pâncreas.</p>
<p>Em maio do ano passado, o faixa-preta e presidente da SJJSAF Cleiber Maia anunciou, de modo leve e inspirador, que estava encarando a pior das batalhas, com todas as armas disponíveis. Ele detectara um câncer no fígado e no pâncreas, mas se mostrava disposto a lutar até o fim.</p>
<p>Era o modo de Cleiber ver o mundo que o cercava, sempre de modo otimista e suave. Nesta terça, 10 de fevereiro de 2026, o ex-lutador e organizador de eventos partiu, aos 56 anos. Seu trabalho e sua missão à frente da <span class="x1lliihq x1plvlek xryxfnj x1n2onr6 xyejjpt x15dsfln x193iq5w xeuugli x1fj9vlw x13faqbe x1vvkbs x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx" dir="auto"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs xt0psk2 x1i0vuye xvs91rp xo1l8bm x5n08af x10wh9bi xpm28yp x8viiok x1o7cslx x126k92a">Sport Jiu-Jitsu South America Federation foram decisivos para o fortalecimento do Para-Jiu-Jitsu esportivo e do profissionalismo da arte suave.<br />
</span></span></p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com em 2021, um entre tantos artigos por aqui, o professor detalhou sua longa trajetória nos tatames, desde os primeiros treinos na Maxi Forma, sob a tutela de Rilion Gracie.</p>
<p>Relembre a saga do generoso Cleiber, por ele mesmo.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como surgiu seu interesse no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>CLEIBER MAIA: Aos 14 anos de idade, eu tinha vontade de fazer alguma luta, então passei a visitar academias para ver se alguma despertava meu interesse. Gostei muito da academia do Rilion Gracie. Comecei a treinar lá em 1984.</p>
<p><strong>Ainda nas coloridas, tinha vontade de competir?</strong></p>
<p>Com 16 anos, já desse tamanho, conquistei a faixa-azul e comecei a pedir para competir. Embora a linha de treinos da academia não focasse em competições, eu competia mesmo assim, me inscrevia sem ninguém ficar sabendo. Chegava depois animado com a medalha na mão&#8230; (risos). Nos campeonatos maiores, nós lutávamos como Clube Gracie, que consistia da Gracie Humaitá, Gracie Barra e Rilion Gracie. Eu nunca fazia seletiva, era sempre posto para lutar no pesadíssimo e absoluto. No meu primeiro campeonato grande, ganhei a primeira luta, mas perdi a semifinal nos pontos para o [Ailson Brittes] Jucão, que por sua vez foi derrotado pelo Sérgio Bolão na final.</p>
<p><strong>Algum confronto marcante nas coloridas?</strong></p>
<p>Na época da azul e da roxa, geralmente chegava às finais contra Amaury Bitetti e Ricardo Libório, lutei uma vez com Wallid Ismail e duas vezes contra o Luis Roberto Duarte, o Bebeo. Fiz um lutão na faixa-azul com Leonardo Castello Branco, mais um adversário que se tornou um amigo que admiro e respeito.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232357" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg" alt="" width="720" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-300x242.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.55.41-150x121.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber na Maxi Forma, academia em que Rilion Gracie dava aulas. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar de ser um praticante do Jiu-Jitsu, você não se limitava a uma só arte marcial. Como foi a sua passagem pelo judô?</strong></p>
<p>Desde 1988 lutava no universitário de judô pela PUC, no meio-pesado. O Roberto Traven lutava uma categoria abaixo e o Fabio Gurgel em outra ainda mais leve, mas ambos disputavam pela Gama Filho. Finalizávamos em todas as lutas. Quando ganhei a roxa no judô, ficou mais difícil porque comecei a enfrentar só faixas-pretas. Comecei a perder lutas, até empatei um campeonato de equipe contra a Castello Branco. A equipe da PUC era composta por mim, Beto Leitão e alguns outros atletas bons, mas a equipe da Castello era todo o grupo do Flamengo daquela época. Ainda consegui empatar com o faixa-preta deles, mas o Beto acabou lutando contra o Frederico Flexa, que era bem mais pesado que ele. O Beto só ia nas pernas, o que o fez ser desclassificado por evitar a luta em pé. A gente acabou perdendo essa competição, mas foi uma época muito boa. Depois disso, o Beto começou a dar aula de luta livre na PUC e como eu sempre treinava sem kimono, ele me pediu ajuda nas aulas dele e comecei a chamar todo mundo para treinar sem kimono lá na PUC-Rio.</p>
<p><strong>Chegou a competir na luta livre?</strong></p>
<p>Em 1989, fui campeão carioca absoluto na luta esportiva, no clube Santa Luzia. Na época não tinha faixa, então eu realmente estava bem. O pessoal do Hugo Duarte e do Denilson Maia, que eram da luta livre, não entravam nesses campeonatos, por motivos que desconheço. Quem participava era o grupo do Jeferson (JOP), do Beto e da Budokan. Inclusive, nós tínhamos um bom relacionamento com o pessoal da Budokan e treinávamos lá aos sábados sem kimono. Nessa época eu treinava no [Romero Cavalcanti] Jacaré também, então treinava Jiu-Jitsu e luta livre. Lembrando que em 1989, já tinha um clima ruim entre o Jiu-Jitsu e a luta livre, mas eu não ligava para isso.</p>
<p><strong>Como foi feita a sua transição da luta livre para a olímpica?</strong></p>
<p>Ainda em 1989, o Beto me chamou para treinar luta olímpica, ainda no Clube Santa Luzia. Eventualmente, o tatame de lá foi levado para uma academia de polícia de Niterói e nós passamos a treinar na academia do Carlson Gracie, que tinha um tatame de luta olímpica no andar de baixo. Treinávamos com o Carlson Gracie Junior, Marcelo Portinari e Laerte Barcelos. O Laerte, inclusive, já era faixa-preta, mas eu não sabia porque ele sempre foi discreto.</p>
<p><strong>Com essa equipe pesada de treinos, por que o atleta Cleiber Maia não seguiu para uma competição olímpica?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que comecei a treinar, contratei um preparador físico para tentar ir para os Jogos Olímpicos. Fui campeão brasileiro júnior de luta olímpica e vice-campeão sênior em Goiânia. Perdi o sênior, que hoje em dia seria categoria adulta, para um faixa-preta de São Paulo bem mais experiente. O problema é que esse cara não tinha intenção de fazer parte da equipe olímpica, então foi feita uma seletiva para ver quem faria parte desse time que iria disputar ao redor do mundo para se qualificar para os Jogos Olímpicos. Poucos dias antes dessa seletiva, tive uma contratura na cervical e pedi uma semana a mais para poder me recuperar, mas o presidente da federação negou o pedido e acabei ficando de fora. Depois disso, resolvi voltar meu foco para o Jiu-Jitsu.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-232359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg" alt="" width="720" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-300x211.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.58.08-150x106.jpeg 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto ao professor e amigo Aloísio Silva. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Eventualmente você passou a treinar e ensinar junto ao Aloísio Silva. O que motivou esta mudança?</strong></p>
<p>Conheci o Aloísio Silva quando ingressei na academia do Rilion, aos 14 anos. Ele era faixa-azul, tinha 30 anos e trabalhava como executivo. Ele tinha uma casa de veraneio em Petrópolis, perto de onde minha família tinha um sítio, então eu ia de mobilete para treinar na casa dele, que tinha um tatame. Como eu era meio gordinho, ele me indicou um nutricionista para emagrecer e ficar bem. Em competição, ele ia mais vezes do que o Rilion para me assistir lutando, então criou uma relação meio paterna. Mesmo depois de ingressar na academia do [Romero] Jacaré, essa amizade continuou e um ano depois ele resolveu deixar de ser executivo para virar professor de Jiu-Jitsu. Ele conseguiu entrar na academia Mazza, em Laranjeiras, e me chamou para dar aula com ele, sendo que eu ainda estava na faixa-marrom.</p>
<p><strong>Como foi essa transição?</strong></p>
<p>Conversei com o Romero Jacaré, meu professor na época, que sabia da minha amizade com o Aloísio. Expliquei que ele passaria a lecionar, que precisaria da minha ajuda, principalmente com as crianças por causa da minha experiência como monitor do Leão Teixeira na Barra Gracie em 1988 e o Jacaré compreendeu. Na Mazza, nós dividíamos o espaço com as equipes do Hugo Duarte e do Denilson Maia, mas foi um sucesso. Conseguimos muitos alunos, inclusive um casca-grossa da luta livre que treinava Jiu-Jitsu escondido para não ter problemas no esporte dele. Um dia, chegou o Denilson Maia de kimono e sentou na beira do tatame para assistir a aula infantil. Conversamos no fim da aula, ele me contou que era faixa-preta, então chamei para treinar comigo. Quando fiz o convite, a academia toda parou. Os gerentes da academia, as pessoas que estavam na musculação e na ginástica pararam tudo para assistir ao treino, como se fosse um desafio.</p>
<p><strong>E qual foi o desfecho do treino que interrompeu as operações na academia Mazza?</strong></p>
<p>Treino não se comenta, mas depois daquele dia, ele nunca mais voltou (risos). Não vou dizer o que aconteceu, mas ele nunca mais voltou para me desafiar. Eu estava muito bem naquela época, com ou sem kimono. Só direi que depois desse encontro, acabaram os burburinhos e as conversas fiadas entre os dois grupos na Mazza, resolvemos o problema no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232363" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg" alt="" width="602" height="507" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24.jpeg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-300x253.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.04.24-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /> Cleiber na pesagem para participar da Copa Nastra, em 1990. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Apesar da sua carreira no Jiu-Jitsu, você se viu afastado dos tatames por conta de uma lesão. Como se deu esse problema?</strong></p>
<p>Teve um campeonato em 1990, a Copa Nastra, que o pessoal da luta livre chegou para desafiar o pessoal de Jiu-Jitsu. Lutei no absoluto e na categoria, mas lutei primeiro no absoluto. Ganhei do Bebeo na semifinal e ia lutar com o Fernando Gurgel, que tinha vencido o Wallid, na final. No fim da luta com o Bebeo, não conseguia ficar em pé e descobri que tinha rompido o menisco. Estava com o corpo quente, então não sentia nada. Não pude lutar a final, fiquei seis meses sem poder treinar e, como fiz faculdade de administração de empresa, acabei me voltando para os empreendimentos da família. Nesse meio tempo, o Aloísio saiu de Laranjeiras, alugou um espaço em Copacabana e montou a Dojo. Eu até visitava a academia, afinal os alunos me admiravam, mas não acompanhei ele na época. Mesmo assim, até hoje o tenho como mestre.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232355" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg" alt="" width="720" height="476" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.09.50-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber e sua turma na Dojo em 1999. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Em 1999, você conquistou a faixa-preta no Jiu-Jitsu. Como foi o processo de ser graduado oficialmente a professor?</strong></p>
<p>Não tinha intenção de dar aulas porque trabalhava como empresário, então fazia pouca diferença para mim. O Aloísio me falou que haveria um curso de formação de faixas-pretas e que ele queria me graduar logo, afinal já faziam quase nove anos que estava com a marrom. Fiz o curso, ele me deu a preta naquele mesmo ano, mas nessa época eu só frequentava academia de judô, puxando aula de chão. Recebia muita visita do pessoal do Jiu-Jitsu, então eles me viam há muitos anos com a preta porque era a graduação que eu tinha no judô.</p>
<p><strong>Já com a preta, como ficou a sua relação com o Jiu-Jitsu? Voltou a competir?</strong></p>
<p>O Aloísio foi para os Estados Unidos com a família e fiquei aqui no Brasil. Como não tinha mais a academia dele para visitar, resolvi entrar na academia do Royler, já que era perto da minha casa e era clube Gracie. Em 2004, teve um campeonato internacional da IBJJF que o Royler queria que eu participasse. Estava muito fora de forma, sobrepeso na verdade, mas treinava muito bem na academia. Pela minha experiência, jogava muito bem em pé e no chão, mesmo com problemas de peso, joelho e coluna. O Royler insistia dizendo que eu seria campeão mas eu achava que ia morrer no tatame, porque na época tinha morrido um jogador de futebol do São Caetano em campo e eu estava com a pressão alta e fora de forma. Para me convencer, o Royler disse que seria apenas uma luta e concordei. Quando cheguei no evento, tinha uma galera para encarar.</p>
<p><strong>Como foi o seu desempenho na competição?</strong></p>
<p>Ganhei a primeira luta e encarei um casca-grossa de Manaus na semifinal. O cara tentou me quedar com um tomoe nage mas acabou me dando um pisão na barriga, quase botei as tripas para fora (risos). Ele acabou ganhando e fiquei em terceiro lugar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg" alt="" width="720" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.00.43-150x106.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber alguns meses antes de fazer a cirurgia bariátrica. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Você encarou um quadro sério de obesidade durante sua trajetória. Como lidou com esse problema? </strong></p>
<p>Meu problema com peso chegou ao seu ápice em 2007, quando bati 145kg. Por conta do meu distúrbio alimentar, resolvi fazer uma cirurgia bariátrica e perdi 50Kg em seis meses. Depois de me recuperar, consegui ganhar massa muscular e voltei a ensinar Jiu-Jitsu no ano seguinte, pois meu objetivo era deixar um legado como educador e também no âmbito administrativo do esporte.</p>
<p><strong>Qual é a chave para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Quando comecei, ainda tinha saúde para treinar, então treinava muito e ainda dava aula, já que sempre gostei de desenvolvimento didático. Sempre convidava muita gente para treinar comigo e às vezes até visitava outras academias. Aprimorei muito a minha técnica dando aulas e passei a ter mais segurança no meu jogo nos campeonatos. Apesar de também ensinar o básico, sempre compartilhei as estratégias em que eu era especialista, desde a primeira pegada até a finalização. É por isso que sempre fui reconhecido como um bom professor, porque ensinava o que fazia no tatame.</p>
<p>Obviamente, é necessário entender e ensinar bem o básico, mas é preciso perceber a potencialidade de cada aluno para conduzi-lo nos 3 objetivos pedagógicos, o de participação (social), de rendimento (melhora da performance) e no terapêutico (melhora da qualidade de vida).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg" alt="" width="720" height="472" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.11.55-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Cleiber junto a sua filha e uma de suas turmas infantis. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Como evitar que seu aluno se mantenha na zona de conforto e fique com o jogo batido no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>De tempos em tempos, quando percebia que o atleta ficava muito confortável na estratégia dele, eu desconstruía junto com ele. Inspirava ele a abrir mão do que ele era especialista para tentar algo novo e modificar o jogo, abrir a mente e ampliar a perspectiva competitiva. Esse mecanismo de construção e desconstrução é engrandecedor dentro e fora dos tatames. Sem ele perceber, ele passa a ter mais segurança e a ver as crises como um sinal de que ele precisa mudar o jogo. Como ele já mudou várias vezes durante o treino, não vai ser muito difícil porque ele está preparado para lidar com situações que geram a necessidade de investir em novas abordagens. É desconfortável, alguns alunos reclamam e reagem porque a mudança incomoda mas, como mestres, nossa função é fazer com que eles se acostumem com mudanças.</p>
<p><strong>Qual é o aspecto da vida de atleta que te influenciou na vida profissional?</strong></p>
<p>Nunca fui um atleta disciplinado, sempre fui um lutador, um cara que gostava de lutar. Por causa disso, carrego tantas lesões hoje em dia e tenho essa luta contra o meu peso. Isso é algo importante para ser observado em mim e em qualquer atleta, essa disciplina. Isso depois você transmite para outras partes da sua vida. Sou um profissional disciplinado, mas se fosse um atleta mais disciplinado, talvez hoje seria um profissional ainda melhor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232368" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg" alt="" width="720" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-12.14.53-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> Turma adulta de Cleiber Maia. Foto: Reprodução</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a SJJIF?</strong></p>
<p>Soube que o João Silva, filho do Aloísio, tinha fundado uma federação nos Estados Unidos em 2005. Em 2013, ele me convidou para fundar a Federação Internacional juntamente com as federações da América do Norte, Ásia, Europa e a da América do Sul, a qual eu seria o presidente. Eu havia me preparado para esse trabalho a vida toda, mas queria ver como funcionaria, porque já existiam outras por aqui, então precisaria ter um diferencial. Quando ele me questionou sobre esse diferencial, eu disse que é preciso investir no Jiu-Jitsu para pessoas com deficiência e no atendimento a projetos sociais, que é uma realidade no Brasil.</p>
<p><strong>E quais foram as suas impressões?</strong></p>
<p>Fui aos Estados Unidos para entender o sistema utilizado e como eram aplicadas as regras. Fiquei encantado com a seriedade, organização e profissionalismo do João. Queria trazer esse modelo para cá e chamei o Raphael Abi-Rihan para fazer a gestão dos nossos campeonatos, tendo em vista que ele possuía experiência nessa área. Fizemos nosso primeiro campeonato no CEFAN e foi um sucesso. Investimos forte na comunicação visual, o ginásio tinha ar condicionado, tatame olímpico, foi muito bom. O próprio João veio dos Estados Unidos para fazer a verificação técnica e nos ajudar a utilizar o sistema americano. Assim começou a SJJSAF e hoje são 50 federações em todos os seis continentes. Nós sempre fomos uma boa referência em inclusão no Jiu-Jitsu e no tratamento de forma igualitária de todos os atletas, independente de diferenças sociais, financeiras ou até mesmo de idade. Nós sempre tivemos foco na nossa política de atendimento.</p>
<p><strong>Você mencionou que se sentia muito preparado para um cargo administrativo no Jiu-Jitsu. Qual foi a base dessa confiança?</strong></p>
<p>Quando falei que me preparei a vida toda para trabalhar administrativamente com o Jiu-Jitsu, é porque passei por todas as etapas possíveis. Fui aluno, atleta, monitor, instrutor auxiliar, professor, trabalhei em projeto social, dei aula e adaptei a minha didática para pessoas com deficiência. Fiz faculdade em administração de empresas e MBA em administração esportiva na Fundação Getúlio Vargas. Tem muita coisa para ser feita, não basta ser lutador a vida toda ou fazer Jiu-Jitsu só como passatempo. O Jiu-Jitsu te oferece muitas oportunidades de conhecer gente, aprender coisas, evoluir como ser humano e amadurecer.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-232370" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-12-at-11.15.32-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> à frente da SJJSAF, Cleiber incentiva a inclusão no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trajetoria-do-professor-cleiber-maia-por-ele-mesmo/">A trajetória do professor Cleiber Maia, por ele mesmo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O adeus ao campeão Oliver Geddes, pioneiro do Jiu-Jitsu na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:32:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O adeus ao campeão Oliver Geddes, pioneiro do Jiu-Jitsu na Inglaterra</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245124" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245124" class="wp-image-245124 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Oli-Gueddes.jpg" alt="O campeão inglês Oli Geddes com seu professor, Roger Gracie. Foto: Reprodução / BJJ Heroes" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Oli-Gueddes.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Oli-Gueddes-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Oli-Gueddes-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/Oli-Gueddes-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-245124" class="wp-caption-text">O campeão inglês Oli Geddes com seu professor, Roger Gracie. Foto: Reprodução / BJJ Heroes</p></div>
<p>Nascido em 1984, Oliver Geddes curtia artes marciais, e num dia de 2005 resolveu se testar no Jiu-Jitsu. O jovem inglês logo viu que a arte mudaria sua vida. Largou não apenas as diversas modalidades que gostava de praticar, como também seu emprego normal em Londres.</p>
<p>Oli se tornaria um dos principais instrutores da academia de Roger Gracie, onde dormiria por um tempo, e passou a ser um dos competidores mais respeitados no cenário do Jiu-Jitsu na Europa, no peso leve e outras categorias.</p>
<p>Venceu o Europeu como faixa-roxa, em 2009 e 2010, e colecionou medalhas nos Pans da IBJJF, com e sem kimono. Tornou-se faixa-preta no fim de 2011.</p>
<p>Este ano, o professor postou que lutava com um câncer de intestino, que avançava rápido e tomava seu fígado.</p>
<p>“Oli dedicou sua vida ao Jiu-Jitsu”, resumiu um arrasado Roger Gracie, numa postagem em tributo ao velho amigo. “Ele não apenas colecionou conquistas nos tatames, mas mudou o Jiu-Jitsu na Inglaterra por meio de seu treinamento, apoio a demais atletas e um compromisso incansável com o crescimento do esporte no Reino Unido e no mundo”.</p>
<p>Sua esposa, Nadine Laarvrouw, também faixa-preta de Jiu-Jitsu, despediu-se do marido com graça e amor:</p>
<p>“Meu coração está estilhaçado, mas Oli prometeu olhar por mim de lá, com seu sorriso capaz de iluminar milhas à distância. Seu senso de humor move montanhas, e ele enfrentou tudo com coragem e graça. Tenho orgulho infinito do homem com quem vivi nesses oito anos”.</p>
<p>Nadine concluiu: “Oli viveu de verdade. Ele encarou riscos para seguir sua paixão, doou e recebeu amor profundo, e impactou inúmeras pessoas, como pudemos sentir nessas últimas semanas, em todas as mensagens, lembranças, lágrimas e sorrisos.”</p>
<p>Paz e força para todos os amigos e familiares da fera. Oss.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-adeus-ao-campeao-oliver-geddes-pioneiro-do-jiu-jitsu-na-inglaterra/">O adeus ao campeão Oliver Geddes, pioneiro do Jiu-Jitsu na Inglaterra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>José Aldo planeja aposentadoria em 2019, com três lutas de despedida no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 16:58:04 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213368" style="width: 612px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/6507234501_88d80be0ae_o-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213368" class="wp-image-213368 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/6507234501_88d80be0ae_o-1.jpg" alt="" width="602" height="450" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/6507234501_88d80be0ae_o-1.jpg 602w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/6507234501_88d80be0ae_o-1-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/6507234501_88d80be0ae_o-1-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px" /></a><p id="caption-attachment-213368" class="wp-caption-text">José Aldo em foto de Ivan Trindade</p></div>
<p>Depois de flertar com a aposentadoria recentemente e voltar com gás total para os cages, pode ser que José Aldo de fato pendure as luvas do UFC em 2019, mas com plano de saída em grande estilo. Para o brasileiro, o melhor cenário seria com três vitórias no Brasil neste ano, e o plano pode dar certo.</p>
<p>Em entrevista coletiva realizada nesta semana, o ex-campeão dos pesos-penas revelou sua projeção para o ano, que começa em duelo contra Renato Moicano no dia 2 de fevereiro, em Fortaleza, e os próximos passos rumo ao fim do seu contrato, que conta com exatamente três lutas a serem realizadas, mesmo número de eventos planejados para o Brasil nesta temporada.</p>
<p>&#8220;Vou lutar agora, em Fortaleza, e já quero lutar em 11 de maio, em Curitiba&#8221;, disse Aldo, se referindo ao UFC 237, que terá Jéssica Bate-Estaca x Rose Namajunas na luta principal. &#8220;Depois é só finalizar o contrato no outro evento já agendado para o Brasil, no segundo semestre. &#8221;</p>
<p>O duelo contra Moicano, luta coprincipal do card que tem Raphael Assunção contra Marlon Moraes na luta principal, era prevista pelos fãs  como duelo de cinco assaltos, na última luta do evento. Sem planos para lutar pelo título por enquanto, José Aldo e Dedé Pederneiras optaram pela disputa em três rounds, melhor para o competidor de 32 anos, que figura há mais de 10 na elite do MMA.</p>
<p>&#8220;Aldo só luta pelo cinturão se alguém se machucar&#8221;, disse Dedé se referindo ao título dos pesos-penas. &#8220;Ou então se o Max Holloway subir de categoria. mas depende do resultado desta luta contra o Renato.</p>
<p>E para você, amigo, leitor, José Aldo terá garra para vencer suas três lutas de despedida do UFC? Quais deveriam ser seus adversários de saída? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jose-aldo-planeja-aposentadoria-em-2019-com-tres-lutas-de-despedida-no-brasil/">José Aldo planeja aposentadoria em 2019, com três lutas de despedida no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campeão mundial de judô, Luciano Corrêa anuncia aposentadoria dos tatames</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 03:10:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de 30 anos dedicados ao judô, Luciano Corrêa, meio-pesado da seleção brasileira e do Minas Tênis Clube, anunciou sua aposentadoria dos tatames. Campeão mundial em 2007 e representante do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e Londres 2012, o brasiliense encerra sua carreira competitiva aos 35 anos de idade. Sua trajetória no esporte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205794" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205794" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Londres-2012_luciano_correa_x_henk_grol_-Marcio-Rodrigues_MPIX_CBJ-1024x688.jpg" alt="" width="650" height="437" class="size-large wp-image-205794" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Londres-2012_luciano_correa_x_henk_grol_-Marcio-Rodrigues_MPIX_CBJ-1024x688.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Londres-2012_luciano_correa_x_henk_grol_-Marcio-Rodrigues_MPIX_CBJ-300x202.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Londres-2012_luciano_correa_x_henk_grol_-Marcio-Rodrigues_MPIX_CBJ-768x516.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Londres-2012_luciano_correa_x_henk_grol_-Marcio-Rodrigues_MPIX_CBJ-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-205794" class="wp-caption-text">Luciano em ação nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Depois de 30 anos dedicados ao judô, Luciano Corrêa, meio-pesado da seleção brasileira e do Minas Tênis Clube,  anunciou sua aposentadoria dos tatames. Campeão mundial em 2007 e representante do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e Londres 2012, o brasiliense encerra sua carreira competitiva aos 35 anos de idade. </p>
<p>Sua trajetória no esporte começou aos quatro anos, quando deu os primeiros passos no dojô em Brasília. Aos 16, Luciano foi integrado à equipe do Minas e aos 19 sagrou-se campeão pan-americano Júnior (Sub 20), em 2001, ano em que também venceu a seletiva nacional e entrou para a seleção principal do Brasil.</p>
<p>Foram 16 anos servindo a seleção e inúmeros títulos conquistados: é tricampeão brasileiro, tricampeão dos Jogos Mundiais Militares, bicampeão do Campeonato Pan-Americano, bicampeão dos Jogos Pan-Americanos, multimedalhista em etapas de Open, Copa do Mundo, Grand Prix e Grand Slam do Circuito Mundial da FIJ, bronze no Campeonato Mundial do Cairo, em 2005, e campeão mundial no Rio, em 2007. </p>
<p>Força, superação, raça, espírito de equipe e liderança são características que sempre acompanharam Luciano Corrêa em seus combates e que, assim como suas conquistas, ficarão como legado de sua bela trajetória no judô. </p>
<p>Leia abaixo a carta de despedida de Luciano Corrêa: </p>
<p><em>&#8220;Encontrar as palavras certas pra falar sobre essa decisão é algo difícil e amedrontador ao mesmo tempo. O judô entrou na minha vida de uma forma arrebatadora, tudo relacionado a esse esporte é apaixonante. E mesmo hoje, quase 30 anos após ter iniciado minha carreira na academia Ivanez, o que sinto é igual ou ainda maior. Após meu primeiro campeonato brasileiro em 1992, acompanhado do meu melhor amigo e incentivador que é meu pai, eu disse que meu maior sonho era ser campeão mundial de judô e medalhista olímpico. Nenhum de nós dois fazia ideia do que seria necessário ser feito pra atingir ou se existiria alguma chance, o que tínhamos no coração era um sonho. E a ele, minha mãe Antônia, minhas irmãs Jeane e Viviane que escrevo nesse momento: nada seria possível sem vocês. Obrigado por todos os momentos vividos que não me cabe descrevê-los aqui. </p>
<p>Comecei minha jornada na minha cidade Natal em Brasília, aos 16 fui convidado pelo sensei Floriano Almeida para ingressar a equipe do Minas Tênis Clube, entidade que represento há 17 anos e me proporcionou toda estrutura necessária para que meus sonhos enquanto atleta de judô pudessem ser alcançados, se tornou uma família e faz parte de mim. Fiz dentro do Minas, amizades que guardo no coração, memórias inesquecíveis da antiga geração, tantos irmãos que me auxiliaram e me mostraram como a prática do judô vai muito além das disputas no tatame. </p>
<p>Meu tio Marcos e minha Tia Janda, que receberam aquele adolescente cheio de sonhos e ansioso pela liberdade que passou a ter: meu muito obrigado. </p>
<p>À Sara, que me ensinou ainda cedo que o amor perdura além dessa vida, eterna saudade. Ao staff do MTC . A todos vocês que fizeram parte de meu convívio e trajetória no esporte: minha eterna gratidão. </p>
<p>Aos meus companheiros de seleção, quantos momentos inesquecíveis: comemoração das vitórias e ombro amigo nas derrotas. Meu padrinho de casamento Leandro Guilheiro, acompanhei de perto sua jornada, e um dos momentos que nunca esquecerei: sua persistência e força, lutando não apenas contra os adversários, mas contra lesões do corpo pra conquistar a merecida segunda medalha olímpica em Pequim. </p>
<p>Quatro anos antes, tive a honra de torcer e assistir meu irmão Flávio Canto conquistar sua medalha olímpica. João Derly, nosso bi campeão mundial de judô e Tiago Camilo, que honra poder ter conquistado uma medalha pro Brasil no mesmo mundial que vocês. Mário Sabino, Leonardo Leite, Renan Nunes,Hugo Pessanha, Rafael Buzacarini, companheiros de categoria; me faltam palavras pra agradecer os ensinamentos e motivação que vocês me proporcionaram. Não fosse pela respeitosa rivalidade, eu não teria persistido. Obrigado e sucesso aos que seguem lutando por seus sonhos, estarei a partir de agora, torcendo do outro lado do ginásio. </p>
<p>Agradeço a todos da Confederação Brasileira de Judô, que represento com orgulho desde 2001, por todo trabalho duro e empenho nas conquistas do judô brasileiro. Paulo Wanderley,Silvio Acácio, Ney Wilson, Luiz Juniti Shinohara, Fúlvio Miyata e toda equipe, vocês fazem parte de cada medalha conquistada por cada um de nós. </p>
<p>Às guerreiras do judô feminino do Brasil, desde Fabiane Hukuda, Rosicleia, Priscila, Ednanci, Dani Zangrando e tantas outras que abriram portas pra que em 2008 Ketleyn Quadros conquistasse a primeira medalha olímpica do judô brasileiro. Sarah, Mayra, Rafaela,Erika, vocês são heroínas, são motivos de orgulho pra todos os judocas e toda nação. </p>
<p>Por falar em heróis, como não citar meu maior ídolo Aurélio Miguel, que tietei pela primeira vez em 1988, e até hoje faço questão de reverenciá-lo; obrigado por seu exemplo, sua entrega e conquistas pro país. </p>
<p>Ao Exército Brasileiro, que pude servir por oito anos com honradez, compreendendo a grandiosidade de vestir a farda verde oliva e ter muito orgulho do meu país. Rauno Símola e André Fernandes, será impossível pra mim expressar a gratidão que tenho pelo apoio a mim ofertado nos momentos mais difíceis e cruciais de minha carreira. </p>
<p>São infinitas as lições aprendidas com o judô, por isso, nunca serei um ex atleta, está impresso dentro de mim os valores aprendidos através do esporte, e são eles que irei carregar pro resto da vida, onde quer que ela me leve. </p>
<p>Tenho consciência e gratidão por tudo que o esporte me proporcionou, e meu desejo, é que essas lições e oportunidades sejam ofertadas a mais e mais jovens desse país, e é através do Esporte sem Fronteiras que busco, humildemente, retribuir tudo que a modalidade me proporcionou. </p>
<p>E minha amada esposa Joanna Maranhão, que conheci em 2009, por toda compreensão, companheirismo e amor a mim dedicados. Obrigado por me ensinar que vale a pena enfrentar e persistir, que vale a pena lutar pra promover sementes de mudança no mundo, por buscar a todo instante melhorar a si mesmo, por todo incentivo nos momentos cruciais e difíceis da jornada, principalmente agora, por toda paciência e longas conversas para chegarmos juntos a decisão que o momento da transição chegou. Meu amor sem palavras pra descrever seu apoio incondicional, eu te amo. </p>
<p>Finalizo essa carta na certeza de que tudo fiz para alcançar meus objetivos, aos amantes do Judô e toda torcida Brasileira, quem me dera fosse possível proporcionar mais momentos de alegria através do esporte, obrigado a cada um de vocês, pela compreensão e apoio nos tristes, porém, necessários momentos de derrotas. Sigo a partir de agora lutando fora do tatame pelo Judô Brasileiro. </p>
<p>Atenciosamente e carinhosamente,<br />
Luciano Corrêa&#8221;</em></p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/campeao-mundial-de-judo-luciano-correa-anuncia-aposentadoria-dos-tatames/">Campeão mundial de judô, Luciano Corrêa anuncia aposentadoria dos tatames</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vitor Belfort anuncia última luta no UFC em janeiro; conheça o adversário</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2017 13:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O velho leão já tem nova data de despedida do UFC. Após anunciar sua última luta no UFC Rio, em junho deste ano, e se ver em maus lençóis ao identificar uma confusão contratual, Vitor Belfort terá sua derradeira batalha no Ultimate no início de 2018. Em seu último combate no octógono, Belfort vai encarar&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/vitor-belfort-anuncia-ultima-luta-no-ufc-em-janeiro-conheca-o-adversario/">Vitor Belfort anuncia última luta no UFC em janeiro; conheça o adversário</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146250" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146250" class="size-full wp-image-146250" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1.jpg" alt="" width="1500" height="994" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1.jpg 1500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1-768x509.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1-1024x679.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/07/belfort-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><p id="caption-attachment-146250" class="wp-caption-text">Belfort anunciou antes mesmo do UFC sua última luta do contrato, contra Uriah Hall. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>O velho leão já tem nova data de despedida do UFC. Após anunciar sua última luta no UFC Rio, em junho deste ano, e se ver em maus lençóis ao identificar uma confusão contratual, Vitor Belfort terá sua derradeira batalha no Ultimate no início de 2018.</p>
<p>Em seu último combate no octógono, Belfort vai encarar Uriah Hall, americano conhecido como &#8220;Homem-Ambulância&#8221; após participação arrasadora no TUF. O duelo será no dia 14 de janeiro.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-version="7">
<div style="padding: 8px;">
<div style="background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 30.343007915567284% 0; text-align: center; width: 100%;"></div>
<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/BabgZ72Fnh9/" target="_blank" rel="noopener">Acabo de assinar o contrato para lutar no UFC dia 14 de Janeiro. Eu sempre busquei grandes desafios e na minha última luta no UFC não poderia ser diferente&#8230; @uriahhall será uma honra dividir o octógono com um lutador tão novo e talentoso. Obrigado por aceitar a luta! I just signed my bout agreement for January 14th at UFC. I always looked for big challenges and in my last UFC fight it couldn’t be different&#8230; @uriahhall it’s a honor to share the cage with a such young and talented fighter. Thanks for accepting the fight!</a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por Vitor &#8220;The Phenom&#8221; Belfort (@vitorbelfort) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2017-10-19T12:35:09+00:00">Out 19, 2017 às 5:35 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async defer src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></p>
<p>Belfort (26v, 13d, 1nc) é ex-campeão meio-pesado do UFC, além de ter lutado mais três vezes pelo cinturão (uma vez nos meio-pesados e duas pelo cinturão dos médios). Belfort vinha de três derrotas seguidas no Ultimate, contra Ronaldo Jacaré, Gegard Mousasi e Kelvin Gastelum, esta última alterada para &#8220;no contest&#8221; após Gastelum testar positivamente para o uso de maconha, e em seguida bateu Nate Marquardt no UFC 212, no combate que seria sua despedida.</p>
<p>Hall (13v, 8d) vem de vitória sobre Krzysztof Jotko, em setembro deste ano, mas antes vinha de retrospecto complicado nos médios, ao ser superado por Robert Whittaker, Derek Brunson e Gegard Mousasi.</p>
<p>E para você, amigo leitor, Belfort ainda tem garrafas para vender e sairá com a vitória em sua despedida do UFC? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/vitor-belfort-anuncia-ultima-luta-no-ufc-em-janeiro-conheca-o-adversario/">Vitor Belfort anuncia última luta no UFC em janeiro; conheça o adversário</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vitor Belfort faz última luta do contrato no UFC 212, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 May 2017 07:24:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após 20 anos de uma brilhante carreira no MMA, o ídolo brasileiro do esporte Vitor Belfort tem data e local marcados para fazer sua despedida dos cages. Para atender o desejo de um dos seus funcionários mais antigos, o Ultimate anunciou nessa segunda-feira, dia 1, que Belfort terá seu último duelo do contrato contra Nate&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_201417" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201417" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" class="size-medium wp-image-201417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/belfa.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-201417" class="wp-caption-text">Banner oficial do UFC que confirma a disputa. Foto: Reprodução</p></div>Após 20 anos de uma brilhante carreira no MMA, o ídolo brasileiro do esporte Vitor Belfort tem data e local marcados para fazer sua despedida dos cages. </p>
<p>Para atender o desejo de um dos seus funcionários mais antigos, o Ultimate anunciou nessa segunda-feira, dia 1, que Belfort terá seu último duelo do contrato contra Nate Marquerdt, no UFC 212, na cidade natal do Fenômeno, o Rio de Janeiro.</p>
<p>Vitor revelou seu desejo de se despedir do octógono no evento no Rio logo assim que amargou sua derrota em Fortaleza, para Kelvin Gastelum. Anderson Silva havia sido ofertado ao Fenômeno, mas a intenção da fera era encarar um estrangeiro e não dividir a torcida, para que a festa seja completa.</p>
<p>Vitor (25v, 14d), vem de três derrotas seguidas no UFC, para Ronaldo Jacaré, Gegard Mousasi e Gastelum, respectivamente. Marquardt (35v, 17d, 2e), por sua vez, vem de duas derrotas em três lutas, a mais recente com revés para Sam Alvey.</p>
<p>E para você, amigo leitor, Belfort tem o necessário para terminar a carreira com festa no UFC Rio? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/vitor-belfort-faz-ultima-luta-do-contrato-no-ufc-212-no-rio-de-janeiro/">Vitor Belfort faz última luta do contrato no UFC 212, no Rio de Janeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roger Gracie: &#8220;Quero encerrar minha carreira no Jiu-Jitsu contra o Buchecha&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 08:09:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tricampeão mundial absoluto na faixa-preta, Roger Gracie segue firme em sua nova empreitada no MMA. Após o título no One FC, na divisão até 102kg, o &#8220;Cobertor&#8221; não pensou duas vezes, deixou o espírito guerreiro falar alto e ainda no cage desafiou o campeão do peso médio, sua verdadeira categoria (no One FC, 93kg). Com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_189730" style="width: 672px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/rog.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-189730" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/rog.jpg" alt="Roger revelou que só volta a vestir o kimono se for para encarar Buchecha. Foto: Metamoris" width="662" height="423" class="size-full wp-image-189730" /></a><p id="caption-attachment-189730" class="wp-caption-text">Roger revelou que só volta a vestir o kimono se for para encarar Buchecha. Foto: Metamoris</p></div>Tricampeão mundial absoluto na faixa-preta, Roger Gracie segue firme em sua nova empreitada no MMA. Após o título no One FC, na divisão até 102kg, o &#8220;Cobertor&#8221; não pensou duas vezes, deixou o espírito guerreiro falar alto e ainda no cage desafiou o campeão do peso médio, sua verdadeira categoria (no One FC, 93kg).</p>
<p>Com o foco total em conquistar dois cinturões, sua meta agora é lutar três vezes por ano no One FC. Mas será que o Gracie volta a vestir o kimono e levantar seus fãs no Jiu-Jitsu? Ele diz que sim, mas apenas contra um adversário: Marcus Buchecha.</p>
<p>Esta semana, Buchecha declarou que a luta contra Roger anunciada pelo Metamoris para julho, não vai mais rolar por falta de acerto. A organização tentou marcar outras lutas para Rojão, sem kimono, mas a intenção dele é de terminar a carreira no Jiu-Jitsu apenas contra outro tricampeão mundial absoluto – e com pano.</p>
<p>&#8220;Eu quero terminar minha carreira no Jiu-Jitsu contra o Buchecha. A gente fez uma luta e foi empate. Ele é o atleta do momento, e não tenho mais ambição em conquistar nada de pano. Meu foco é no MMA, mas minha intenção é fechar minha carreira num confere com o Buchecha&#8221;, revelou o Gracie de 95kg. &#8220;Se por acaso não rolar, sigo no MMA por mais uns bons anos, não vou lamentar também.&#8221;</p>
<p>O craque por fim explicou as novas categorias de peso do One FC:</p>
<p>&#8220;Gerou uma confusão mesmo. É que no One FC o peso médio é até 93kg, e não os comuns 84kg do UFC e outras organizações. Como a pesagem é feita no dia da luta, e a desidratação é proibida, a organização criou a categoria até 102kg, na qual eu sou campeão (meio-pesado) e o peso pesado fica acima de 102kg.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, gostaria de ver o tira-teima entre Roger e Marcus Buchecha em algum evento? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roger-gracie-quero-encerrar-minha-carreira-no-jiu-jitsu-contra-o-marcus-buchecha/">Roger Gracie: “Quero encerrar minha carreira no Jiu-Jitsu contra o Buchecha”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nicolini confirma aposentadoria do pano após Mundial</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2016 16:29:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos do esporte são eternos apenas na história que deixam. Competir em alto rendimento em duas modalidades, então, é algo que é desejado por muitos atletas, mas são raros os casos. Por conta disso, as decisões da vida fizeram com que Michelle Nicolni, faixa-preta campeã mundial, optasse por seguir forte seu caminho no MMA,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_189320" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Nicolini2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-189320" class="size-full wp-image-189320" alt="Michelle Nicolini fará no Mundial de 2016 sua despedida das competições no adulto. Foto: Arquivos GRACIEMAG" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/05/Nicolini2.jpg" width="640" height="428" /></a><p id="caption-attachment-189320" class="wp-caption-text">Michelle Nicolini foi campeã mundial absoluta em 2007, e colecionou todos os títulos importantes no Jiu-Jitsu. Foto: GRACIEMAG</p></div>
<p>Os caminhos do esporte são eternos apenas na história que deixam. Competir em alto rendimento em duas modalidades, então, é algo que é desejado por muitos atletas, mas são raros os casos. Por conta disso, as decisões da vida fizeram com que Michelle Nicolni, faixa-preta campeã mundial, optasse por seguir forte seu caminho no MMA, e anunciasse sua última participação no Mundial da IBJJF neste ano.</p>
<p>Depois de participar de 15 edições do torneio mais importante da Federação Internacional de Jiu-Jitsu, Michelle dará sua última carta no peso-pena adulto, como ela declarou esta semana ao BJJFórum. Com contrato assinado para lutar no One FC, a atleta, que tem no cartel do MMA duas vitórias por finalização e uma derrota na decisão, conversou com GRACIEMAG sobre a difícil decisão de quebrar uma rotina de mais de uma década, e revelou seus projetos para o futuro. Confira o que a campeã mundial absoluta em 2007, colecionadora de ouros em todos os torneios que entrou, aprendeu com sua carreira:</p>
<p><strong>GRACIEMAG.com: Como surgiu a decisão de abandonar de vez as competições e investir 100% no MMA?</strong></p>
<p><strong>Michelle Nicolini: </strong> Foi difícil, mas desde minha última luta de MMA eu sabia que não treinava apropriadamente para atuar nos cages. Sei como os profissionais treinam e eu fazia o que dava, diante das condições de treino e grana. Este será meu 15° Mundial da IBJJF. Acredito que tenha sido a decisão mais difícil até o momento na minha vida, mas eu acho que está na hora de parar.</p>
<p><strong>Mas a aposentadoria é total ou você ainda pode aparecer num torneio de menor expressão, ou num Mundial de Masters?</strong></p>
<p>Assinei um contrato de seis lutas com o One FC, e quero me preparar bem para elas. Sem contar que eu tenho outros planos para a minha vida, como montar minha academia e constituir família. Posso garantir que, depois do Mundial, ainda vai demorar muito para eu vestir o kimono de novo. Pode ser que ainda lute de master, mas será por diversão, para competir ao lado das minhas amigas. Mas isso só no futuro.</p>
<p><strong>E o que a Michelle pretende trazer de diferente para a sua despedida do faixa-preta adulto?</strong></p>
<p>Vou dar o meu máximo na divisão peso-pena. Estou desde o World Pro treinando muito bem. Agora estou em Mineápolis, treinando com a Karen, Sofia, Catherine e mais feras. Vou chegar bem neste Mundial. E sobre o absoluto, ainda vou falar com o mestre Léo (Vieira) e ver o que ele acha. Mas estou com muita vontade de lutar! (Risos.)</p>
<p>E para você, amigo leitor, Michelle fez bem em dedicar 100% do seu futuro no esporte em um cartada no MMA? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/michelle-nicolini-anuncia-aposentadoria-do-jiu-jitsu-decisao-mais-dificil-da-minha-vida/">Nicolini confirma aposentadoria do pano após Mundial</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual foi o dia mais feliz da vida do grande mestre de Jiu-Jitsu Helio Gracie?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 15:08:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi uma cerimônia leve e alegre a realizada ontem, no clube do Vasco da Gama, na Lagoa, em homenagem à vida de Helio Gracie, falecido aos 95 anos no último dia 29 de janeiro. Uma festa, “sem bebida, sem esculhambação”, como bem pedira o professor. Tão descontraída que o repórter de GRACIEMAG esqueceu caneta e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57413" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-57413" class="size-full wp-image-57413" title="A família do Jiu-Jitsu reunida na sede do Vasco da Gama, na Lagoa. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/02/Helio-Gracie-Homenagem-Vasco-Gustavo-Aragao-.jpg" alt="A família do Jiu-Jitsu reunida na sede do Vasco da Gama, na Lagoa. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG." width="500" height="333" /><p id="caption-attachment-57413" class="wp-caption-text">Em dia de chuva forte, a família do Jiu-Jitsu reuniu-se na sede do Vasco da Gama, na Lagoa. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG.</p></div>
<p>Foi uma cerimônia leve e alegre a realizada ontem, no clube do Vasco da Gama, na Lagoa, em homenagem à vida de Helio Gracie, falecido aos 95 anos no último dia 29 de janeiro. Uma festa, “sem bebida, sem esculhambação”, como bem pedira o professor. Tão descontraída que o repórter de GRACIEMAG esqueceu caneta e gravador. Afinal, era uma celebração e não trabalho.</p>
<p>Crianças corriam felizes, enquanto cascudos faixas-pretas, vermelhas e vermelha-e-preta trocavam beijos na face e tapinhas carinhosos. Nos discursos, engraçados e instrutivos, sem melodramas, Helio recebia adjetivos como gênio, herói, e até o título de “maior filósofo brasileiro do século XX”.</p>
<p>No telão, uma charge divertida, trazida pelo primogênito Rorion, da Califórnia, exibia Helio chegando ao Céu, cercado por Bruce Lee, JFK e, para delírio de fãs como Nino Schembri, um Elvis Presley dando um mata-leão em Albert Einstein.</p>
<p>Nesse clima, GRACIEMAG abordou alguns dos convivas, para perguntar: “Qual teria sido o dia mais feliz da longa e produtiva vida de grande mestre Helio Gracie?”</p>
<p>“Helio não teve um dia feliz, teve uma vida feliz, onde a cada dia ele descobria uma felicidade maior, uma alegria maior de estar ali. Foi um cara de bem com a vida todos os dias”, disse mestre Pedro Valente.</p>
<h3>Rickson Gracie: &#8220;O bicho foi um vencedor&#8221;</h3>
<p>Para o filho Rickson, “É difícil apontar um dia numa vida linearmente feliz. O bicho foi um vencedor, com uma vida de sucesso onde realizou tudo o que quis”.</p>
<p>“É muito difícil ser uma pessoa de bem consigo mesmo, e Helio Gracie era. Isso é felicidade”, começou João Alberto Barreto. “Com tantos dias felizes na vida, é difícil destacar um, mas lembro duas ocasiões em que Helio estava transbordando de alegria. Uma, no dia do nascimento de seu primeiro filho, Rorion. E eu vi ele chorar uma vez: no dia em que Rorion o homenageou durante o UFC 1. A consagração, naquele palco, tirou lágrimas do professor. Lembro do dia em que ele ficou mais enraivecido: o dia da morte do Rolls em 1982. Ele estava muito chateado com a tragédia, pois tinha alertado ao sobrinho-filho dos riscos da asa delta”.</p>
<p>Rorion foi pelo mesmo caminho: “Lembro de muitos momentos com ele, mas o dia do UFC 1, pela grande festa, num evento internacional, graças à vitória do Royce, foi um dos dias mais felizes da vida dele”.</p>
<p>Segundo Helio em vida, porém, uma de suas maiores alegrias veio nos tempos de lutador – a vitória em cima de Jukio Kato. &#8220;Foi quando vi que meu Jiu-Jitsu era superior ao dele&#8221;. Aguarde a edição especial em homenagem a Helio Gracie, em breve indo para as gráficas.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-foi-o-dia-mais-feliz-da-vida-do-grande-mestre-de-jiu-jitsu-helio-gracie/">Qual foi o dia mais feliz da vida do grande mestre de Jiu-Jitsu Helio Gracie?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Homenagem a Helio Gracie emociona até Rickson</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 13:00:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57416" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-57416" class="size-full wp-image-57416" title="Rorion, Pedro Valente e Rickson Gracie na festa para lembrar Helio Gracie. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/02/Rorion-Rickson-Valente-Helio-Gracie-Vasco-por-Gustavo-Aragao.jpg" alt="Rorion, Pedro Valente e Rickson Gracie na festa para lembrar Helio Gracie. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG." width="500" height="375" /><p id="caption-attachment-57416" class="wp-caption-text">Rorion, Pedro Valente e Rickson Gracie na festa para lembrar Helio Gracie. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG.</p></div>
<p>Apesar de levar o sempre impávido samurai Rickson a embargar a voz de emoção, a festa que grande mestre Helio Gracie (1913-2009) pedira aos filhos, antes de falecer, foi um evento alegre, marcante e à altura dos feitos do gênio das artes marciais. Com fãs de 9 a 90 anos reunidos na sede náutica do Vasco da Gama, na Lagoa, onde Helio Gracie ensinou Jiu-Jitsu nos anos 1970, filhos e amigos relembraram histórias deliciosas do lutador, em evento regado a suco de frutas.</p>
<p>Às 21h, para deleite das cerca de cem pessoas presentes, todas da família do Jiu-Jitsu, foi exibido em telão as grandes fotos da vida do mestre. Não faltaram fotos de Helio lutando, ou cenas raras como o mestre jogando pingue-pongue e tocando violão. Na platéia, eminências da sociedade (como o corregedor Luiz Zveiter, o criminalista Arthur Lavigne, o oftalmologista Almir Ghiaroni, o político José Moraes, o empresário Mario Rosado e tantos outros), cascas-grossas (Kyra e Kron Gracie, Amaury Bitetti, Nino Schembri, Léo Leite, Fabrício Morango, Letícia Ribeiro etc) e discípulos, como o sobrinho-filho Robson Gracie, João Alberto e Álvaro Barreto e o delegado Helio Vigio.</p>
<h3>&#8220;Helio Gracie libertou-se e virou energia&#8221;</h3>
<p>“Essa chuva forte ao longo de todo dia é uma homenagem da natureza ao mestre”, lembrou o co-organizador e grande amigo Dr. Pedro Valente, que emocionou os presentes ao contar feitos raros de Helio Gracie, como o dia, em 1956, que o mestre venceu um campeonato&#8230; de caça à raposa, no clube Promenade, em Nogueira, na serra fluminense, montando seu cavalo Quilate, que comia melancia dada pelo mestre.</p>
<p>Luiz Zveiter agradeceu ao mestre e ao Jiu-Jitsu e atestou: “Com tantos familiares e amigos aqui hoje, tenho certeza de que o mestre adoraria ver essa reunião em vida”.</p>
<p>Rickson Gracie, que abriu e encerrou os discursos, emocionou-se ao fim ao lembrar que a partida do pai deu-se nas vésperas do Campeonato Europeu, onde Kron conquistou seu primeiro título no Jiu-Jitsu na faixa-preta e homenageou o avô:</p>
<p>“Quando soubemos da notícia nos abraçamos, abatidos por uma saudade física daquele que foi meu mestre, meu técnico, minha influência. Depois percebi que naquele momento Helio Gracie se libertava daquele corpo que já demonstrava cansaço e virava energia, e que a energia estaria ali com a gente na hora de Kron lutar. A vitória do neto foi como um ciclo completo, a prova que daremos seqüência à sua missão e a de nossa família, para sempre”.</p>
<p>Rorion lembrou que por morar há 30 anos longe do Brasil, na Califórnia, preparou-se para a partida do mestre: “Gente, o velhinho não morreu, está perambulando por aí. Eu sempre parecia escutá-lo, suas lições e conselhos, mesmo de longe. De modo que para mim ele apenas mudou de zip code, de CEP. Morava no primeiro andar, agora está numa cobertura”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/homenagem-a-helio-gracie-emociona-ate-rickson/">Homenagem a Helio Gracie emociona até Rickson</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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