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	<title>Dan Henderson | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Dan Henderson | Graciemag</title>
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		<title>Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 23:57:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &#038; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_243850" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243850" class="wp-image-243850 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png" alt="O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal" width="1000" height="563" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal.png 1000w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-300x169.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-768x432.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/Nelson-Monteiro-em-Abu-Dhabi-com-seu-aluno-e-amigo-Tahnoon-Foto-Acervo-Pessoal-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-243850" class="wp-caption-text">O carioca Nelson Monteiro ao lado de seu amigo e aluno Tahnoon. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p>Em fins de 2021, o empresário Renato Nery dos Santos, criador dos kimonos Braus, queria realizar um de seus sonhos: um livro sobre a história do ADCC, o milionário torneio de luta agarrada criado por sua alteza xeque Tahnoon bin Zayed, da família real de Abu Dhabi, em 1998.</p>
<p>Renato então alistou uma equipe e tanto, em especial um pelotão de fotógrafos brasileiros e alguns estrangeiros, que cobriram toda a <a href="https://adcc-official.com/" target="_blank" rel="noopener">saga do ADCC</a>, e nosso editor Marcelo Dunlop para recuperar a história em detalhes, alguns até ali jamais contados.</p>
<p>Dunlop, que cobria o evento desde 2003 e fora repórter até do site oficial do ADCC, abriu seu caderninho de telefones, ligou para mais de 50 campeões, professores e competidores, e escreveu o livro em cerca de quatro meses.</p>
<p>Com dezenas de fotos coloridas, o livro de capa dura foi dedicado a quatro pioneiros do fotojornalismo marcial: Gustavo Aragão, Luca Atalla, Marcelo Alonso e Ricardo Azoury.</p>
<p>Hoje, exclusivo para o GRACIEMAG, ele conta como o ADCC nasceu, o que o inspirou, e outros capítulos curiosos do torneio que hoje sacode Las Vegas e atrai alguns dos faixas-pretas mais respeitados do planeta. O evento já nasceria grandão: o ADCC 1998 foi disputado num palácio folheado a ouro, acostumado antes a sediar exibições de cavalos, e contou com a presença de 72 competidores de 17 países. Os prêmios somaram 70 mil dólares, e todos os lutadores no pódio foram premiados pessoalmente pelos nobres Tahnoon e seu irmão mais velho, Hazza bin Zayed.</p>
<p>Confira, no artigo exclusivo a seguir, como tudo começou. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="MARIO SPERRY VS OLEG TAKTAROV ADCC 1998 Abu Dhabi Combat Club Absolute Division  BJJ VS SAMBO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sl2YUZhQihE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><em><strong>Passageiro para Abu Dhabi</strong></em></h3>
<p>Quem poderia reclamar da vida, em meio às festas de fim de ano de 1994? Não o faixa-preta Nelson Couto Monteiro Jr, que por sinal jamais fora disso. Garotão criado na praia de Copacabana e formado em educação física, o lutador de 78kg chegara cheio de disposição à Califórnia, com a moral de ser um dos primeiros professores de Jiu-Jitsu diplomados na Gracie Barra, escola recém-fundada por Carlos Gracie Jr., num canto aprazível do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na Califa, Nelsinho Monteiro começara por baixo. Após uma temporada de bicos e aulas em sua garagem, a aventura em San Diego começava a vingar. Por isso, ele jamais poderia supor que seu fim de 1995 não seria igual àquele que passou. Nem que ganharia uma passagem de primeira classe para ir morar num hotel cinco estrelas, de frente para as águas turquesas do Golfo Pérsico, a poucas milhas dos vizinhos Qatar e Arábia Saudita, nada longe da fronteira entre Irã e Iraque. Se alguma vidente soprasse isso ao seu ouvido em dezembro de 1994, provavelmente ouviria de Nelsinho uma gargalhada gostosa acompanhada de uma de suas frases clássicas: “Ah, tu tá de sacanagem…”</p>
<p>O carioca desembarcara em San Diego em 1989, com um diploma universitário, um kimono e sua faixa-preta de Jiu-Jitsu. Morou de favor em Pacific Beach por um mês, retomou os treininhos em tatame improvisado na pequena garagem dos irmãos Carlos e Felipe Gama, e enfim abriu seu primeiro dojo em casa, num beco acanhado em Encinitas. A primeira academia de Jiu-Jitsu de toda região. Ali, naquela garagem, Nelsinho realizou até um campeonato pioneiro da modalidade, um pequeno torneio interno restrito aos poucos alunos.</p>
<p>A propaganda boca a boca aliada à entrega de folhetos, depositados pelo próprio instrutor na caixa de correio dos vizinhos, foi surtindo efeito. Com o aumento da clientela, o faixa-preta conseguiu estabelecer a escola Nelson Monteiro Jiu-Jitsu no endereço dos seus sonhos, na aprazível e abonada Del Mar.</p>
<p>A academia, localizada no número 2120 da Jimmy Durante boulevard, abrigava com tranquilidade uma dúzia de alunos treinando ao mesmo tempo. Em novembro de 1993, o negócio engatara de vez, com o surgimento meteórico de Royce Gracie e seu cardápio de finalizações no Ultimate Fighting Championship. Com a explosão daquele evento originalíssimo de vale-tudo, sem tempo, sem luvas e realizado numa jaula em formato octogonal, os alunos passaram a brotar de todos os cantos, e o sucesso continuaria com o UFC 2, 3 e 4. As disputas aconteciam nos Estados Unidos e eram transmitidas para todo o país via pay-per-view, sem falar nas fitas VHS que se multiplicavam nas mãos dos jovens de todo o planeta.</p>
<p>Monteiro quase já não recordava mais de seu início bicudo, quando entregava jornais para os leitores do “San Diego Union-Tribune”, ou quando levava, de um lado a outro da cidade, caixas recheadas de queijo, tomate e pepperoni, para os esfomeados clientes da lanchonete Pizza Hut.</p>
<p>Agora, com sua academia estabelecida e repleta de alunos, sem falar em todos aqueles picos de surfe totalmente mapeados, Nelsinho era só felicidade. Até a saudade do futebol do Brasil ele conseguira domar, com as peladinhas perto da praia, todo sábado, que ele não perdia por nada.</p>
<p><iframe title="Renzo Gracie vs  Frank Trigg ADCC 1998" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sWNH0_OBg3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E a Dona Sorte não parecia cansar de sorrir para ele. O ápice daquele ano de 1994 seria em julho, mais precisamente no dia 17. Nelsinho, com a namorada e uma turma de amigos, partiu com tudo até as bilheterias do estádio em Los Angeles, para uma missão quase impossível: correr atrás de ingressos para a grande final da Copa do Mundo de futebol. Conseguiram, na bilheteria, comprar alguns dos últimos bilhetes. Em meio a outros 94 mil torcedores, Nelsinho viu ao lado de seu ídolo Rickson Gracie, que também viera ensinar nos Estados Unidos, o Brasil ser campeão do mundo mais uma vez, em disputa de pênaltis eletrizante contra a poderosa Itália. Quem poderia pensar em sair de San Diego com aquela vida? Não o boa-praça Nelsinho.</p>
<p>A reviravolta na história do faixa-preta começaria sem qualquer alarde, com a entrada de um simpático quarteto de forasteiros na academia. Nelson acolheu os três árabes e o inglês com o sorrisão de sempre, apresentando as normas da escola e indo pegar quatro kimonos para o grupo.</p>
<p>Ao entregar o cardápio de pacotes de inscrição para a turma, deu-se a primeira surpresa. “Eu tinha aprendido com o Rickson a oferecer diversos tipos de experiência aos alunos”, lembra Monteiro. “Isto é, eu apresentava desde a matrícula de praxe com mensalidades, até um pacote de luxo, que consistia num dia completo ao meu lado, vivendo o estilo de vida do Jiu-Jitsu. Dava direito a séries de exercícios na praia, almoço com dicas de alimentação, treino de tarde e de noite, aula particular. Eu cobrava por isso 1.200 dólares”. Quando o papel voltou, Nelson precisou conter o cifrão que saltava dos olhinhos. Pela primeira vez, ele havia vendido não apenas um, mas dois dos pacotes mais caros. O britânico Guy e o árabe Bin, como se apresentaram, estavam decididamente ansiosos para mergulhar no maravilhoso mundo do Jiu-Jitsu. Aquela noite, Nelsinho foi para casa quase tão radiante quanto ficara meses antes, depois do jogo entre Brasil e Itália.</p>
<p>Entre os novíssimos alunos, Bin era decididamente o mais interessado. Com a mente aberta, as pernas atléticas de pedalar nas montanhas e uma atenção total aos instrutores, o faixa-branca de 26 anos chegava cedo, trocava os jeans surrados pelo kimono – na época, de algodão grosso e pesado – e tinha sempre uma boa pergunta sobre a mecânica das chaves de perna, triângulos e armlocks da guarda. Logo ficou claro que, além de interessado, o árabe era um aluno forte e muito flexível. E obstinado: na primeira ou segunda aula, Bin caiu mal e machucou o dedão da mão. Nem assim desistiu. “Era impressionante como ele não faltava nunca”, recorda Nelson.</p>
<p>As gafes, à época, foram corriqueiras. Certa vez, um companheiro de treinos virou-se para Bin num dos cantos do tatame: “Vem cá, vou mostrar um detalhe para você finalizar seu patrão”. Bin apenas sorria e ficava lisonjeado pelas dicas técnicas. Para boa parte da turma, como Guy era quem puxava a carteira e pagava as contas, parecia ser o britânico quem liderava a turma. Nelsinho ensinava aos novos alunos tudo o que sabia, buscando inspirá-los a evoluir nos tatames. “Aqui em nossa academia, mais vale batucar três vezes por treino do que ir para casa invicto e sem tentar nada de novo”, ressaltava o professor.</p>
<p>Um dos alunos mais antigos da equipe em San Diego era o baiano Marcelo Pereira, que começara a treinar com Nelsinho nos tempos de garagem, ainda de faixa-branca, juntamente com o local Ted Stickel. Pereira, então já faixa-marrom, começou a reparar que Bin e seu grupo chegavam cada dia num carro diferente. Uma vez, vinham num Porsche Carrera vermelho. Em outra, era uma Lamborghini amarela. Até que, certa sexta-feira, Marcelo não segurou o espanto, ao ver a porta do carro italiano abrir feito nave espacial, quase um Batmóvel amarelo, ali em frente à academia:</p>
<p>– Que carango, meu velho!</p>
<p>O amigo árabe apenas sorriu por baixo dos óculos escuros. Após o treino, Bin virou-se para o faixa-marrom e o surpreendeu:</p>
<p>– Have fun!</p>
<p>E arremessou em sua direção a chave da Lamborghini, indo embora de carona.</p>
<p>“Custei a acreditar que ele deixara o carrão comigo por todo o fim de semana”, recorda Marcelo Pereira. “Mas a generosidade dele já não era novidade. Aos sábados, por exemplo, eu ia até a casa dele dar aulas particulares, quando o Nelsinho estava no futebol. Ali comecei a aprender que, na cultura deles, recusar um presente podia ser uma baita ofensa. Certa vez, após um aulão alto astral nos tatames montados no seu casarão, o Bin me deu uma gorjeta de 500 dólares. Eu tentei recusar, dizendo que não era preciso, mas ele empurrou o dinheiro na minha direção, não aceitou de jeito nenhum. O engraçado na história do carro foi que, quando chegou segunda-feira, eu devolvi as chaves com um sorriso amarelo: é que a Lamborghini gastava tanta gasolina que bebeu meu dinheirinho todo”, diverte-se Marcelo.</p>
<p>Em abril de 1995, o UFC seguia em sua quinta edição, Royce Gracie mantinha o reinado e o Jiu-Jitsu só fazia crescer na América, mas Bin não poderia mais acompanhar aquilo tudo de perto. Ele comentou com o professor Nelson que estava para concluir seus estudos de finanças e negócios pela San Diego State University, e era esperado por seu pai e os muitos irmãos nos Emirados Árabes. Nelsinho lamentou, ainda sem captar as reais intenções do amigo.</p>
<p>Numa tarde quente, Bin então convidou o professor Nelson para um almoço. O restaurante escolhido foi o Sammy’s Woodfired Pizza &amp; Grill em Del Mar, uma elegante pizzaria tocada pelo libanês Sami Ladeki.</p>
<p>Pediram os pratos e o aluno lembrou ao brasileiro que estava muito perto de se formar, mas não queria interromper sua graduação no Jiu-Jitsu brasileiro. Foi quando o árabe baixou as cartas e abriu a guarda:</p>
<p>– Nelson, Bin é meu nome de guerra, como um apelido no tatame. Em meu país, sou mais conhecido como Tahnoon bin Zayed al Nahyan, e meu pai é o sultão que uniu e hoje dirige os Emirados Árabes.</p>
<p>Somente a experiência e a casca adquirida por Nelson Monteiro o impediram de engasgar com a comida.</p>
<p>Sim, aquele seu aluno brabo nos treinos era o filho do rei, mais precisamente o nono filho homem de 19 irmãos, mais as 11 irmãs. Foi aí que o amigo Bin, ou melhor, sua alteza xeque Tahnoon, fez o convite. Ele queria continuar a estudar Jiu-Jitsu com o próprio Nelsinho na capital de seu país, e pediu uma proposta com valores para que o faixa-preta brasileiro se mudasse de mala e cuia para Abu Dhabi.</p>
<p>A mente do professor trabalhava como um liquidificador, batendo uma mistura de sentimentos. Estava envaidecido, claro. Espantado. Empolgado e curioso com seu faixa-azul de sangue idem. Ao mesmo tempo, burilava um modo de escapar dessa brusca mudança de endereço.</p>
<p>Não é que Nelsinho não estivesse doido para conhecer os palácios dos Emirados Árabes, entende? Mas o carioca já tinha uma turma em San Diego, conhecia os melhores pontos para surfar, e sua academia estava cada dia mais próspera. Sem falar, claro, no futebolzinho de sábado. Como largar tudo para trás? Enquanto digeria a novidade, o professor raciocinou, a bordo de seu Nissan Truck: “Vou dar um jeito de recusar com delicadeza, e em troca eu vou lá de três em três meses para puxar uns treinos intensivos com ele nos Emirados. Assim fica bom para todo mundo”, pensou. Ficou combinado que conversariam de novo dali a uma semana.</p>
<p>Sete dias depois, Nelson encontrou com Tahnoon e lhe entregou uma proposta com um salário similar a de um CEO de grande empresa. O príncipe espiou o papel sem demonstrar emoção e assinou no mesmo segundo.</p>
<p>De lambuja, Tahnoon ofereceu ao professor três empregados à sua disposição, acomodação numa suíte do Sheraton Resort e férias de 21 dias – de três em três meses. Tudo com direito a passagens de primeira classe para qualquer lugar do mundo que ele desejasse, de Atenas ao Rio de Janeiro.</p>
<p>Nelson ainda não descobrira, mas Tahnoon vinha de uma família e tanto. Seu pai, o rei Zayed, era conhecido como um monarca sorridente, pacifista e generoso, acostumado a auxiliar nações vizinhas em apuros. O sultão era visto como um símbolo de honestidade e de firmeza incorruptível desde um caso curioso, contado pelos antigos de lá. A história diz que, em 1952, anos antes da fartura do petróleo, sauditas fizeram uma oferta colossal para Zayed declinar da posse de dois pontos estratégicos da região, os oásis de Al Ain e Buraimi, então administrados por ele. Se cedesse, o sultão embolsaria a bagatela de 42 milhões de dólares. A quantia foi serenamente recusada por Zayed. O fato é que Tahnoon herdara do pai algumas dessas qualidades, como a retidão, o dinamismo, um amplo senso de cooperação e uma incansável curiosidade. Com 23 anos, Tahnoon já fundara seu banco em Abu Dhabi, antes de ir se especializar em San Diego.</p>
<p>O que teria acontecido se o professor de Jiu-Jitsu houvesse recusado o novo emprego e optado por seguir em San Diego? Talvez o príncipe buscasse outro instrutor competente. Talvez desanimasse, e começasse outro esporte.</p>
<p>O fato é que a ida do faixa-preta desencadeou uma série de acontecimentos que mudariam para sempre a cara das artes marciais no planeta. A contratação de Nelsinho Monteiro traria ainda duas consequências notáveis para os Emirados Árabes:</p>
<p>O país teria, em fins de 1995, o professor mais bem pago do planeta, provavelmente em qualquer área do conhecimento;<br />
Em pouco mais de 20 anos, os Emirados passariam de um singelo praticante de Jiu-Jitsu (o próprio Tahnoon) para quase 90 mil entusiastas do esporte. Uma explosão demográfica de lutadores sem paralelo nas artes marciais.</p>
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<h3><em>Um UFC sem sangue nem bordoadas</em></h3>
<p>Depois de visitar o país por uma semana, Nelson Monteiro pegou suas coisas e desembarcou de vez no aeroporto internacional de Abu Dhabi, no segundo semestre de 1995. Ao chegar, viu-se diante de um problema. Mais precisamente, de um problema de 125 quilos de músculos saltados, sangue porto-riquenho e sorriso fácil. Sean Alvarez, halterofilista nascido em Nova York, era há dois anos o personal trainer exclusivo do príncipe Tahnoon e chegara aos Emirados pouco antes do brasileiro.</p>
<p>Agora que o filho do sultão precisava ficar alguns meses em preparações intensivas em alguma base militar do país, Sean era por enquanto o único parceiro disponível para Nelson dar seus treininhos de Jiu-Jitsu. Nascia ali uma grande amizade.</p>
<p>Sean também conhecera sua alteza em San Diego, onde decidira ganhar a vida como preparador físico e conquistara projeção e alguns clientes importantes, como alguns nobres estudantes nascidos em Abu Dhabi, como o jovem Khalfan e seus parentes. Certo dia, no meio de um treino, o telefone da academia tocou e era Khalfan. Ele havia telefonado para todos os clubes de San Diego, pois precisava lhe apresentar um amigo. Em pouco tempo, Alvarez foi contratado como preparador físico exclusivo de Tahnoon.</p>
<p>O americano teve a sorte de testemunhar o momento exato em que Tahnoon se apaixonou pelo Jiu-Jitsu. Numa sexta-feira, 12 de novembro, uma turma grande se reuniu para ver que bicho daria aquele inovador torneio de lutas, que prometia reunir um boxeador, um judoca, um lutador de savate, um campeão de sumô e mais um jovem magricela brasileiro. Transmitido ao vivo de Denver, no Colorado, o UFC 1 vendeu cerca de 86 mil pacotes de pay-per-view, provando que havia milhares de pessoas de fato curiosas para ver quem sairia inteiro daquela jaula, com um belo cheque em dólares.</p>
<p>“Tahnoon reuniu um monte de amigos árabes em sua casa em La Jolla, tenho quase certeza que vimos lá. Mas pode ter sido também no quarto de hotel de alguém no Hyatt Regency Hotel”, Sean recorda. “O que não esqueço é que ficamos todos de queixos caídos e em êxtase com a façanha de Royce no primeiro UFC. Depois daquilo, Tahnoon pôs um tatame grande em casa e volta e meia chamava todos nós para brincar de Jiu-Jitsu, sem kimono mesmo. Era divertido.”</p>
<p>O príncipe dos Emirados não se limitaria a ficar de queixo caído e empolgado como um fã comum. Ele logo notaria que aquele tal de Jiu-Jitsu não era somente um sistema de luta admirável. Ao permitir a uma pessoa levinha subjugar três brutamontes bem treinados na mesma noite – e sem levar um só murro! – o Jiu-Jitsu se assemelhava mais a uma ciência magnífica, capaz de ajudar qualquer um a controlar os nervos, pensar sob pressão e ignorar as emoções diante dos piores desafios. Isto é, uma arma poderosíssima para tornar as pessoas mais equilibradas – física e mentalmente – e mais bem preparadas para tomar decisões.</p>
<p>Foi o que Sean Alvarez também aprenderia, naqueles meses em Abu Dhabi. O gigante americano ganhou lá o seu primeiro kimono e começou a tomar aulas com Nelsinho, enquanto aguardavam Tahnoon voltar dos exercícios militares. Os treinos eram numa academia em um prédio central da capital, e o brasileiro logo notou que o adorável gigante levava jeito. Não usava somente a força bruta para bufar e sobreviver, e sim procurava entender os conceitos e aplicar as alavancas.</p>
<p>Volta e meia, claro, a brutalidade falava mais alto e o aluno arremessava o professor longe, mas na maior suavidade. Os conferes entre os 125kg do americano e os cerca de 80kg do brasileiro eram sempre divertidos, principalmente para os poucos e sortudos espectadores, como o inglês e já faixa-azul Guy Neivens, o fiel escudeiro de Tahnoon. Além de outros raros funcionários.</p>
<p>Após mais um dia de treino, Nelson dividiu com Sean Alvarez uma ideia que começara a alimentar:</p>
<p>– A Federação Internacional de Jiu-Jitsu vai promover no Rio de Janeiro o primeiro Campeonato Mundial, em fevereiro de 1996. E se a gente convocar meus faixas-azuis em San Diego e montar um time, com uns sete competidores? Acha que o Tahnoon abraça essa ideia?</p>
<p>Sean achou fantástico e deu a maior força. Foi quando Nelson contra-atacou:</p>
<p>– Só tem uma coisa: você também vai estar nessa e lutar no Mundial. Até fevereiro você vai estar na ponta dos cascos, ainda mais treinando com a turma. Não se preocupe, brother!</p>
<p>Sean recorda: “Eu gargalhei de nervoso na hora, meu Jiu-Jitsu ainda era muito cru e lutar um Mundial não parecia fazer o menor sentido. Mas disse a Nelsinho que, se ele confiava em mim, eu lutaria por ele. Hoje, quando olho para trás, parece que eu vivi um filme de ação”.</p>
<p>Ou, quem sabe, um desenho animado. Tahnoon, sempre muito competitivo, adorou a proposta, e coube a Nelsinho telefonar na mesma hora para convocar a trupe. O primeiro Abu Dhabi Combat Team foi assim formado por Ted Stickel, Curtis e Micah Pitman, Marc Wolfe, Charlie Kohler e Peter Alain, além de Sean Alvarez e do técnico Nelsinho.</p>
<p>O time viajou junto para o Rio de Janeiro e passou boas semanas no início de 1996 treinando forte no quartel-general da equipe Gracie Barra, em meio a astros da faixa-preta à época, como os eventuais medalhistas de ouro Roberto “Roleta”, Helio “Soneca” e Roberto “Gordo”, além de Marcio Feitosa, Vinicius “Draculino” e outras feras.</p>
<p>Certa tarde, o Abu Dhabi Combat Team causou rebuliço após o treininho. Os colegas de academia saíram porta afora para acenar desesperados para os turistas, que abanavam de volta empolgados. Sem suspeitar de nada, Sean Alvarez, na direção da mini-van alugada por eles, descia a rua a toda em meio ao tráfego confuso da Barra da Tijuca – na contramão, para loucura de motoristas e pedestres.</p>
<p>Pouco antes da inscrição para o Mundial 1996, Nelson foi apresentar o peso pesadíssimo americano para seu professor, Carlos Gracie Jr. Disse que Alvarez estava preparado, apesar dos poucos meses de treino na faixa-branca, e que ia dar trabalho. Carlinhos deu força, foi num quarto e voltou com uma faixa quase branca, de um azul todo desbotado, que guardava em casa. Pronto, agora Sean era faixa-azul e podia competir. Na primeira semana de fevereiro de 1996, como um sonho, o ex-bodybuilder se transformaria num campeão de Jiu-Jitsu. Um campeão mundial, ainda por cima.</p>
<p>Em quatro lutas e quatro vitórias por pontos, Alvarez sobrou com sua ótima forma e exibiu um jogo sólido para levar a medalha de ouro, ao superar Alberto Vieira na final. A outra medalha da equipe, de bronze, foi conquistada pelo faixa-azul Marc Wolfe, no peso pesado.</p>
<p>Em 1997, xeque Tahnoon passou a alimentar outro sonho. Sean Alvarez voltara a vencer com kimono, agora de faixa-roxa, no Pan nos Estados Unidos. Se já tinha um time respeitável, faltava agora um evento grandioso em seu próprio país, um torneio onde poderia criar suas regras e inspirar a juventude do país a treinar e lutar.</p>
<p>A ideia inicial era estabelecer um grande espetáculo com lutas de MMA. Vale lembrar que o Pride japonês só passaria a existir no fim daquele ano de 1997, e o UFC ainda não tinha um grande rival à altura. A organização do promotor Dana White, na realidade, nem vivia seus melhores dias à época, sempre aos trancos e barrancos com as emissoras de TV. Havia definitivamente espaço para um evento capaz de atrair os melhores lutadores do planeta, e chocar o mundo tal e qual os magníficos palácios que subiam nos Emirados, como o inconfundível Burj Al Arab em formato de barco a vela.</p>
<div id="attachment_243853" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-243853" class="wp-image-243853 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg" alt="O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia" width="650" height="486" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-1024x766.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-768x574.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/08/1280px-Sheikh_Zayed_visiting_Kairouan.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-243853" class="wp-caption-text">O rei Zayed. Foto: Divulgação/Wikipedia</p></div>
<p>Havia, porém, alguns obstáculos para o projeto de Tahnoon. O principal era a opinião do rei Zayed, que não concordava com um evento em que os participantes pudessem sair de Abu Dhabi cheios de hematomas, com olhos inchados ou pior, com os ossos do rosto fraturados. Tahnoon planejou então a realização de lutas de artes marciais mistas em outros países. Só que o projeto-piloto, chamado Pentagon Combat, bancado por ele e realizado no Rio de Janeiro em 27 de setembro de 1997, terminou em confusão, com cadeiras voando e fotógrafos escondidos embaixo do ringue de cinco lados, e todas as cenas dantescas exibidas pela CNN. Tremendo fiasco.</p>
<p>Foi quando os americanos lançaram a ideia. Um faixa-preta chamado John Peretti, aluno do lendário dublê e judoca Gene LeBell, decidiu organizar um evento para confrontar uma penca de campeões mundiais de wrestling com craques de outras modalidades de luta agarrada, de modo a tirar a limpo se os atletas de estilo livre e greco-romano eram capazes de amassar lutadores de estilos diferentes.</p>
<p>Foram sete lutas casadas, com sete wrestlers parrudos, na ponta dos cascos, contra sete faixas-pretas de escolas variadas. Com um grande e polpudo detalhe: uma bolsa de 5 mil dólares para cada atleta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="THE CONTENDERS Story Of The First Ever Grappling Vs Wrestling PPV Event In 1997 That Inspired ADCC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/V84USZ1fL6o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As regras excluíam golpes traumáticos e davam pontos para quedas, trocas de posição e controle das costas. A vitória seria definida por desistência, pontos ou decisão dos três jurados. O local escolhido foi a casa dos anfitriões: Sioux, Iowa, famoso celeiro da luta livre olímpica nos EUA. O torneio chamado “The Contenders” foi realizado com sucesso em 11 de outubro de 1997, e ganhou o público logo na segunda luta da noite.</p>
<p>Campeão meio-pesado do Pancrase japonês, Frank Shamrock topou se testar contra um novato no vale-tudo, que acabara de voltar do Brasil com seu primeiro cinturão. Seu nome era Dan Henderson, craque da luta greco-romana, tricampeão americano na modalidade e participante dos Jogos Olímpicos de Barcelona-1992 e Atlanta-1996. Na jaula circular do Contenders, Frank puxou para a meia-guarda e finalizou em 56 segundos, com uma chave de calcanhar fulminante, após prender firme em suas axilas a sapatilha de wrestling de Hendo.</p>
<p>Um dos embates mais animados do evento foi entre o campeão de Jiu-Jitsu Renato Verissimo, que lutou de kimono, contra a fera de 90kg Mike Van Arsdale, vitorioso na decisão. Mas o grande trunfo para a venda do pay-per-view foi mesmo a sétima e última luta, entre o campeão olímpico de wrestling estilo livre Kenny Monday, medalha de ouro até 74kg em Seul-1988, e o lutador de vale-tudo Matt Hume, que assim como Frank Shamrock se especializara em chaves de perna no Japão.</p>
<p>No placar geral do evento, o duelo estava em 3 a 3, após uma bela chave de braço do canadense Carlos Newton em cima do wrestler Chris Barnes. Hume então puxou para a guarda e aplicou uma chave americana no pé de Monday, para faturar a contenda. Os telespectadores gostaram, os atletas aprovaram e o principal: Tahnoon adorou.</p>
<p>Sairiam apenas o ringue redondo e as grades, e entrariam os tapetes brancos, de dez por dez metros. Estava plantada a semente para o primeiro evento de luta agarrada em Abu Dhabi, a ser realizado nos dias 20 e 21 de março de 1998. O primeiro nome pensado para o evento nos Emirados foi de novo “Contenders”. Mas os atletas, a plateia e os repórteres só o chamariam para todo sempre pelo nome do local onde as feras do Abu Dhabi Combat Team se reuniam para treinar, o Abu Dhabi Combat Club, com suas iniciais simples e sonoras: ADCC.</p>
<p>** Saiba mais aqui sobre o <a href="https://adcc.brausfight.com/collections/books-games/products/adcc-book" rel="noopener" target="_blank">livro do ADCC, editado por enquanto em inglês.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nasceu-o-adcc-o-torneio-dos-sonhos-dos-craques-do-jiu-jitsu/">Como nasceu o ADCC, o torneio dos sonhos dos craques do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A luta de Shamrock e Dan Henderson que inspirou a criação do ADCC</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 18:45:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141824" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141824" class="size-full wp-image-141824" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/renzo-e-principe-1.jpg" alt="Renzo Gracie and Sheik Tahnoon. Photo by Luca Atalla" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/renzo-e-principe-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/renzo-e-principe-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/renzo-e-principe-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-141824" class="wp-caption-text">Renzo Gracie e Xeque Tahnoon em foto de Luca Atalla.</p></div>
<p>Contam que o príncipe Tahnoon bin Zayed, um jovem árabe cursando a universidade de negócios e finanças em San Diego, estava fascinado pelo Jiu-Jitsu, e sonhava promover um evento em que o os lutadores de Jiu-Jitsu se testassem contra craques de outras modalidades em lutas agarradas, sem soco ou chute, para que o duelo corresse (ou deslizasse) bem, com mais embolas e finalizações do que nocautes.</p>
<p>Primeiro professor do xeque, o faixa-preta Nelson Monteiro se recorda: &#8220;O Tahnoon sonhava em promover um evento entre as diferentes modalidades no seu próprio país, mas entendia que o seu pai, o rei Zayed bin Sultan Al Nahyan (1918–2004), não aprovaria um torneio com jeitão de vale-tudo, com sangue rolando.&#8221;</p>
<p>Foi quando surgiu na Califórnia o torneio Contender, em 1997, com duelos como a superluta sem kimono entre os bambas do MMA Frank Shamrock e Dan Henderson. Reza a lenda que Tahnoon teria ouvido falar do evento, curtido o formato, as regras e a repercussão. Estava, assim, criado o ADCC, que em 1998 levaria dezenas de campeões de Jiu-Jitsu, judô, luta olímpica e luta-livre a Abu Dhabi.</p>
<p>Reveja, às vésperas do ADCC 2017 na Finlândia, já na 12ª edição do torneio de Tahnoon, a luta sem pano (e com tênis!) que inspirou o mais charmoso e longevo dos eventos de luta agarrada.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Frank Shamrock Vs Dan Henderson (The Contender 1997)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/JLjGDnDUD2I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-luta-de-shamrock-e-dan-henderson-que-inspirou-a-criacao-do-adcc/">A luta de Shamrock e Dan Henderson que inspirou a criação do ADCC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Grandes heróis que nos inspiram: Dan Henderson, o campeão de quase tudo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 15:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após disputar 47 lutas de MMA em 46 anos de vida, Dan pode ser apontado como o mais valente dos lutadores modernos; afinal, ninguém enfrentou tantos ícones do esporte de maneira tão destemida. Já vimos muitos atletas gabarem-se de que lutam contra qualquer oponente, mas, depois&#8230; São tantas exigências e tantos empecilhos criados que acabam&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72910" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-72910" class="wp-image-72910 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Dan-Henderson-wm-1.jpg" alt="Dan Henderson, em foto de Erik Fontanez/GRACIEMAG." width="565" height="368" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Dan-Henderson-wm-1.jpg 565w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Dan-Henderson-wm-1-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Dan-Henderson-wm-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /><p id="caption-attachment-72910" class="wp-caption-text">Dan Henderson, em foto de Erik Fontanez/GRACIEMAG.</p></div>
<p>Após disputar 47 lutas de MMA em 46 anos de vida, Dan pode ser apontado como o mais valente dos lutadores modernos; afinal, ninguém enfrentou tantos ícones do esporte de maneira tão destemida.</p>
<p>Já vimos muitos atletas gabarem-se de que lutam contra qualquer oponente, mas, depois&#8230; São tantas exigências e tantos empecilhos criados que acabam por jamais encaram seus adversários mais perigosos.</p>
<p>E hoje a situação piorou: temos campeões recém-empossados escolhendo lutas e preferindo “money fights” (lutas mais rentáveis e sem tanto mérito esportivo) a defenderem seus cinturões contra desafiantes mais bem ranqueados. Por isso digo, sem pestanejar, que não se fazem mais lutadores como o velho Hendo.</p>
<p>Daniel Jeffery Henderson nunca recusou uma luta, nunca arrumou desculpas. Enfrentou quase todos os grandes lutadores de sua era, em diferentes categorias de peso. Casos de Rodrigo Minotauro, Daniel Cormier, Vitor Belfort, Rich Franklin, Wanderlei Silva, Yuki Kondo, Maurício Shogun, Quinton Jackson, Lyoto Machida, Ricardo Arona, Renato Babalu, Gerard Mousasi, Murilo Bustamante, Rashad Evans, Michael Bisping, Renzo Gracie e Rogério Minotouro, para ficar em apenas alguns. Sempre sério, discreto e profissional, nem os maiores lutadores de MMA de todos os tempos lhe intimidavam – pelo contrário: Henderson duelou contra Anderson Silva (no UFC 82) e derrubou o Último Imperador Fedor Emelianenko (no StrikeForce: Fedor vs Henderson).</p>
<p>Mas a passagem dos anos e as sequelas das batalhas começaram a cobrar seu preço. Não estou falando da perda dos dentes ou dos cabelos, medos que afligem muitos homens. O americano já não contava com isso há muitos anos. (Ele quebrou os dentes da frente ainda na época em que era um wrestler olímpico, enquanto possuía &#8220;clareiras avançadas&#8221; na cabeça desde os 30 e poucos anos).</p>
<p>Seu estilo de luta era baseado na combinação de três fatores: mãos pesadas, boas quedas e um queixo extremamente duro. Com a idade, o vigor já não era o mesmo e não havia fôlego para derrubar constantemente os adversários. O queixo, que havia permanecido por 39 lutas sem sofrer um nocaute, não se recuperou totalmente das mãos de Vitor Belfort em 2013 e passou a falhar.</p>
<p>A única coisa que permaneceu imutável foi a notória &#8220;bomba H”, o mais mortal soco de direita já visto no esporte. Uma arma poderosíssima, permanentemente engatilhada e que podia apagar qualquer oponente com um único disparo certeiro. Por mais que a &#8220;bomba H&#8221; continuasse sendo sua companheira perigosa e inseparável, Hendo passou a depender exclusivamente dela. Era sua muleta, seu cão guia. O tempo estava reduzindo Dan Henderson a um lutador unidimensional.</p>
<p>Daí veio a sequência de seis derrotas em suas últimas nove lutas. Tudo bem que as três vitórias foram nocautes espetaculares, mas todos se perguntavam até onde o &#8220;vovô&#8221; Henderson iria. Após ser campeão do Grand Prix do UFC 17, do torneio Rings, das categorias até 84kg e 93kg do Pride (simultaneamente!) e do StrikeForce na divisão meio-pesado, só lhe faltava mesmo o cinturão do UFC. Contudo, essa hipótese parecia cada vez mais improvável.</p>
<p>Eis que, numa inimaginável combinação de sorte, oportunidade e marketing, Michael Bisping virou campeão e – estimulado pelo apelo dos fãs e pela vontade de se vingar da derrota mais humilhante de sua carreira (o nocaute acachapante sofrido no UFC 100) – o inglês passou a pedir para enfrentar Henderson em sua primeira defesa de cinturão.</p>
<p>E então, no UFC 204, em 8 de outubro de 2016, <a href="http://www.twitter.com/danhendo" target="_blank" rel="noopener">Dan Henderson</a> pisou no octógono da Manchester Arena para disputar sua derradeira batalha, uma última luta após 20 anos de carreira, e pelo título que ainda não tinha.</p>
<p>Li alguns críticos e ouvi muitos amigos dizendo que &#8220;os tempos eram outros&#8221;, que &#8220;o raio não cairia duas vezes no mesmo lugar&#8221; e diversos clichês para menosprezar as chances de Henderson vencer essa luta. Racionalmente, eles até podiam ter razão quanto ao favoritismo de Bisping. Mas, no momento em que a &#8220;bomba H&#8221; atingiu o queixo de Bisping e o levou o britânico a knockdown ainda no primeiro round, não houve um cético que não tenha se levantado da cadeira para torcer alucinadamente pelo &#8220;vovô&#8221;.</p>
<p>Bisping sobreviveu ao duro castigo e voltou melhor para o round seguinte. E não é que, faltando alguns segundos para o final da etapa, Dan acertou outra pancada de direita e o campeão desabou de novo? Nesse momento, todas as frias certezas se esvaíam e se transformavam na emocional esperança de consagração do veterano combatente.</p>
<p>O cansaço, naturalmente, veio para o senhor de 46 anos de idade e o campeão mais jovem, ainda que muito ferido, passou a ter maior volume de jogo. A partir daí, seguiram-se três rounds em que Bisping acertava mais golpes, porém o americano era mais contundente e perigoso. Uma verdadeira guerra de 25 minutos que levava seus protagonistas à exaustão.</p>
<p>Ainda assim, a poucos segundos do fim de sua longa jornada profissional, Hendo inesperadamente se joga no octógono numa improvisada cambalhota. Depois de tantos anos, de tantos golpes, de tanta seriedade, o velho lutador se permitiu, enfim, um momento de descontração e comemoração antes do soar do gongo. Independentemente da decisão dos jurados, partiria do MMA com mais um grande combate, o último momento de aclamação.</p>
<p>Os jurados decidiram pela vitória do campeão Michael Bisping. Vendo o rosto ileso de Hendo e a face desfigurada de Bisping naquele momento, você poderia pensar que os julgadores estavam loucos. Todavia, não estamos falando de uma briga no pátio, em que perde quem sai com &#8220;a lataria mais amassada&#8221;. No UFC a pontuação é feita round a round, e tivemos três deles muito equilibrados e difíceis de pontuar. Não se pode dizer que foi uma decisão absurda, mas trouxe uma grande frustração para quem viu Hendo lutando suficientemente bem para garantir o cinturão que lhe faltava.</p>
<p>A verdade é que, diante de uma carreira tão bela, essa decisão controversa não tem tanta importância. Pior para o UFC, que não vai ter Dan Henderson em sua galeria de campeões, mas vai ter Bisping, Johny Hendricks e outros menos votados.</p>
<p>Enquanto isso, Daniel Jeffery Henderson caminha sereno rumo ao Valhalla, paraíso viking onde só é permitida a entrada dos guerreiros que deixam suas vidas anteriores após batalhas gloriosas.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=qtU7YCuaaUk</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/grandes-herois-que-nos-inspiram-dan-henderson-o-campeao-de-quase-tudo/">Grandes heróis que nos inspiram: Dan Henderson, o campeão de quase tudo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>20 anos: Relembre grandes finalizações e nocautes de Vitor Belfort no UFC</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Mar 2017 12:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prestes a fazer a luta principal do UFC Fortaleza, no próximo sábado, dia 11, Vitor Belfort tem bastante história pra contar no octógono. Em fevereiro deste ano, a fera completou 20 anos da sua primeira participação no evento. Ao longo de duas décadas em alto rendimento no MMA, o faixa-preta de Jiu-Jitsu formado por Carlson Gracie&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200319" style="width: 785px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200319" class="size-full wp-image-200319" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/f900cf36.jpg" alt="" width="775" height="509" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/f900cf36.jpg 775w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/f900cf36-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/f900cf36-768x504.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/f900cf36-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 775px) 100vw, 775px" /><p id="caption-attachment-200319" class="wp-caption-text">Belfort no duelo histórico contra Wanderlei Silva na primeira edição do UFC no Brasil. Foto: Zuffa LLC</p></div>
<p>Prestes a fazer a luta principal do UFC Fortaleza, no próximo sábado, dia 11, Vitor Belfort tem bastante história pra contar no octógono. Em fevereiro deste ano, a fera completou 20 anos da sua primeira participação no evento.</p>
<p>Ao longo de duas décadas em alto rendimento no MMA, o faixa-preta de Jiu-Jitsu formado por Carlson Gracie colecionou belas finalizações e nocautes.</p>
<p>No vídeo abaixo, o Ultiamte selecionou alguns dos grandes momentos do &#8220;Fenômeno&#8221;, e suas conquistas não foram sobre quaisquer adversários. Wanderlei Silva, Anthony Johnson, Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson foram as vítimas da seleção abaixo.</p>
<p>Confira e aqueça para o UFC deste sábado!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Top 6 melhores nocautes e finalizações de Vitor Belfort" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/zwbhUzyBIJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/20-anos-relembre-grandes-finalizacoes-e-nocautes-de-vitor-belfort-no-ufc/">20 anos: Relembre grandes finalizações e nocautes de Vitor Belfort no UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: Jon Jones pega Dan Henderson no katagatame e desafia Sonnen</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 14:17:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Finalmente Jo Jones e Dan Henderson ficaram frente a frente no cage, mas quem pensa que as feras colidiram no MMA se engana. Jones e Hendo fizeram a luta principal do Submission Underground 2, realizado no último domingo, nos EUA. Em remontagem próxima ao duelo que não aconteceu em 2012, no UFC 151, as feras&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_193986" style="width: 625px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-193986" class="size-full wp-image-193986" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/jon-jones-e-chael-sonnen-prometeram-se-enfrentar-no-submission-1481530000503_615x300.jpg" alt="Vestindo as cores da Gracie Barra, Jones desafiou Sonnen dentro do cage. Foto: Reprodução" width="615" height="300" /><p id="caption-attachment-193986" class="wp-caption-text">Vestindo as cores da Gracie Barra, Jones desafiou Sonnen dentro do cage. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Finalmente Jo Jones e Dan Henderson ficaram frente a frente no cage, mas quem pensa que as feras colidiram no MMA se engana. Jones e Hendo fizeram a luta principal do Submission Underground 2, realizado no último domingo, nos EUA. Em remontagem próxima ao duelo que não aconteceu em 2012, no UFC 151, as feras se encararam em duelo de Jiu-Jitsu sem kimono, e quem levou a melhor foi Jones, ao pegar Henderson no katagatame.</p>
<p>O duelo foi descontraído. Jones levou Hendo para a grade e tentou derrubar, mas o veterano se desvencilhou. Após rápida troca de brincadeiras, Jones voltou a investir e após minutos de tentativas conseguiu fintar um ataque nas pernas e chegar nas costas de Hendo ainda em pé, desequilibrando o casca-grossa que foi ao solo, com Jones já no cem-quilos.</p>
<p>Jones trabalhou bem por cima. Com pressão e sem deixar espaços em seu volumoso ataque, o aluno de Roberto Tussa, que inclusive usava uma bermuda da Gracie Barra, teve seu momento na luta ao conseguir a montada, já com a mão por baixo da cabeça de Hendo, para assim apenas buscar o cotovelo e passar a cabeça por baixo do braço do oponente, para tê-lo preso no katagatame.</p>
<p>Hendo bateu e a galera vibrou. Na entrevista pós-luta, feita pelo idealizador do evento, Chael Sonnen, Jones não se intimidou e desafiou o ex-companheiro de UFC ali mesmo. Sonnen, que está marcado para lutar contra Tito Ortiz no Bellator e Ricardo Libório no ADCC, não deu para trás e aceitou, projetando para janeiro o combate. Ainda no evento, a ex-campeã Miesha Tate bateu Jéssica Eya na decisão e Jeff Monson finalizou Warren Brooks no mata-leão.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-jon-jones-pega-dan-henderson-no-katagatame-e-desafia-sonnen/">Jiu-Jitsu: Jon Jones pega Dan Henderson no katagatame e desafia Sonnen</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jon Jones subs Dan Henderson via kata-gatame at Submission Underground 2</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 12:14:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Former light heavyweight UFC champion Jon Jones is suspended from MMA for doping until July of next year, but he&#8217;s still fighting. December 11 in Oregon, he faced Dan Henderson at the grappling event Submission Underground 2, organized by Chael Sonnen. In a no-gi BJJ match, Jones managed to take Henderson down and landed on&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146980" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146980" class="size-full wp-image-146980" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/jones-sonnen.jpg" alt="Jon Jones and Chael Sonnen. Facebook" width="640" height="427" /><p id="caption-attachment-146980" class="wp-caption-text">Jon Jones and Chael Sonnen. Facebook</p></div>
<p class="p1">Former light heavyweight UFC champion Jon Jones is suspended from MMA for doping until July of next year, but he&#8217;s still fighting. December 11 in Oregon, he faced Dan Henderson at the grappling event Submission Underground 2, organized by Chael Sonnen.</p>
<p class="p1">In a no-gi BJJ match, Jones managed to take Henderson down and landed on side control. Then he worked until he got the mount and sank the winning kata-gatame. Afterwards he challenged Sonnen, who had been commentating live. Sonnen immediately accepted.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/watch-jon-jones-subs-dan-henderson-via-kata-gatame-at-submission-underground-2/">Jon Jones subs Dan Henderson via kata-gatame at Submission Underground 2</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jon Jones to fight Dan Henderson in no-gi BJJ match</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 16:43:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>In a do-over of UFC 151, a card that was cancelled back in 2012, Jon Jones and Dan Henderson will have a new shot at fighting one another, but under different rules. The two UFC light heavyweights will meet in no-gi BJJ as part of Submission Underground 2, a professional BJJ event organized by Bellator&#8217;s&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146823" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146823" class="size-full wp-image-146823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/11/UFC-151-poster-fight-night.jpg" alt="Banner of the bout that didn't come true in MMA, but may happen in BJJ." width="590" height="332" /><p id="caption-attachment-146823" class="wp-caption-text">Banner of the bout that didn&#8217;t come true in MMA, but may happen in BJJ.</p></div>
<p class="p1">In a do-over of UFC 151, a card that was cancelled back in 2012, Jon Jones and Dan Henderson will have a new shot at fighting one another, but under different rules. The two UFC light heavyweights will meet in no-gi BJJ as part of Submission Underground 2, a professional BJJ event organized by Bellator&#8217;s Chael Sonnen.</p>
<p class="p1">The event is scheduled for Dec. 10 in Oregon. The co-main even will see former UFC champion Miesha Tate grapple it out with Jessica Eye, who is also in the UFC.</p>
<p class="p1">Jones, who is suspended from MMA until next year by the USADA, recently fought in no-gi BJJ and did well. Hendo was a strong competitive wrestler before going into MMA, but has only ever subbed two opponents in his 47 MMA bouts.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jon-jones-to-fight-dan-henderson-in-no-gi-bjj-match/">Jon Jones to fight Dan Henderson in no-gi BJJ match</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jon Jones encara Dan Henderson em duelo de Jiu-Jitsu sem kimono</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 11:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em remontagem ao histórico UFC 151, card que foi cancelado em 2012, Jon Jones e Dan Henderson terão uma nova chance de se enfrentar, mas desta vez em regras diferentes. As duas feras do meio-pesado do UFC se enfrentarão em duelo de Jiu-Jitsu sem kimono, como luta principal do Submission Underground 2, evento de Jiu-Jitsu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_193484" style="width: 219px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-193484" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/11/UFC_151_Bones_Hendo-209x300.jpg" alt="Banner da luta que não aconteceu no MMA, mas está em vias de rolar no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução" width="209" height="300" class="size-medium wp-image-193484" /><p id="caption-attachment-193484" class="wp-caption-text">Banner da luta que não aconteceu no MMA, mas está em vias de rolar no Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>Em remontagem ao histórico UFC 151, card que foi cancelado em 2012, Jon Jones e Dan Henderson terão uma nova chance de se enfrentar, mas desta vez em regras diferentes.</p>
<p>As duas feras do meio-pesado do UFC se enfrentarão em duelo de Jiu-Jitsu sem kimono, como luta principal do Submission Underground 2, evento de Jiu-Jitsu profissional organizado pelo ex-UFC e agora atleta do Bellator Chael Sonnen.</p>
<p>A luta, assim como demais embates do torneio, será realizada no dia 10 de dezembro, no Oregon, EUA. Na luta coprincipal, a ex-campeã dos pesos-galos Miesha Tate testará seu poder de grappling, <a href="https://www.graciemag.com/pt/2015/10/video-o-treininho-de-jiu-jitsu-de-miesha-tate-e-cerrone-de-olho-no-ufc/" target="_blank">já conhecido dos leitores de GRACIEMAG</a>, contra a também atleta do Ultimate Jessica Eye.</p>
<p>Jones, que está suspenso do Ultimate até o ano que vem pela USADA, fez recente empreitada num torneio de Jiu-Jitsu sem kimono, e se deu bem. Hendo, por sua vez, tem base forte no wrestling, com diversas conquistas no esporte antes de lutar MMA, mas nos cages anotou apenas duas vitórias por finalização, em 47 lutas disputadas.</p>
<p>E para você, amigo leitor, quem leva a melhor no duelo? A jovialidade e pujança de Jones, ou a experiência e a casca-grossa do veterano Hendo? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jon-jones-encara-dan-henderson-em-duelo-de-jiu-jitsu-sem-kimono/">Jon Jones encara Dan Henderson em duelo de Jiu-Jitsu sem kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Reveja, em câmera lenta, os melhores lances do UFC 204</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 16:51:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UFC 204, realizado no último sábado, em Manchester, na Inglaterra, consagrou Michael Bisping mais uma vez como campeão dos médios. Após defender seu cinturão e aposentar o veterano Dan Henderson, Bisping provou mais uma vez o seu valor no octógono. O evento ainda contou com duelos entre Gegard Mousasi e Vitor Belfort, além da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UFC 204, realizado no último sábado, em Manchester, na Inglaterra, consagrou Michael Bisping mais uma vez como campeão dos médios. Após defender seu cinturão e aposentar o veterano Dan Henderson, Bisping provou mais uma vez o seu valor no octógono.</p>
<p>O evento ainda contou com duelos entre Gegard Mousasi e Vitor Belfort, além da finalização de Iuri Marajó sobre Brad Pickett. Para relembrar o card, confira abaixo os melhores lances do evento, em câmera lenta!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/Ls4_thDFIzQ" width="940" height="529" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-reveja-em-camera-lenta-os-melhores-lances-do-ufc-204/">Vídeo: Reveja, em câmera lenta, os melhores lances do UFC 204</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeos: Reveja a 1° e a última batalha de Dan Henderson, aposentado do MMA</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 17:21:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Veterano no MMA, Dan Henderson, aos 46 anos, deu sua última cartada no UFC ao encarar Michael Bisping pelo cinturão peso médio, no UFC 204. Na decisão dos jurados, contestada por muitos, Bisping volta a receber a cinta e Hendo confirma sua aposentadoria, após 19 anos de serviços prestados ao esporte. Ex-campeão do Pride e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Veterano no MMA, Dan Henderson, aos 46 anos, deu sua última cartada no UFC ao encarar Michael Bisping pelo cinturão peso médio, no UFC 204. Na decisão dos jurados, contestada por muitos, Bisping volta a receber a cinta e Hendo confirma sua aposentadoria, após 19 anos de serviços prestados ao esporte.</p>
<p>Ex-campeão do Pride e Strikeforce, Hendo bateu grandes nomes do esporte em sua carreira, como Emelianenko Fedor, Renzo Gracie, Vitor Bellfort, Maurício Shogun, Murilo Bustamante, Renato Babalu e muitos outros notórios atletas. Contudo, em sua estreia no MMA, em 15 de junho de 1007, Dan esteve em terras brasucas para encarar o faixa-preta de Jiu-Jitsu Crézio de Souza, o Crezinho, em combate no qual o americano saiu vencedor.</p>
<p>Para celebrar a carreira do aposentado Hendo, nós relembramos abaixo a primeira e a última batalha do casca-grossa de mãos pesadas. Confira!</p>
<p><strong>Brazil Open &#8217;97 &#8211; Junho de 1997</strong><br />
<iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/PVkRt96X_S8" width="900" height="550" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>UFC 204 &#8211; Outubro de 2016</strong><br />
<iframe loading="lazy" src="https://openload.co/embed/32XrCsU7cXk/" width="900" height="550" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/videos-reveja-a-1-e-a-ultima-batalha-de-dan-henderson-aposentado-do-mma/">Vídeos: Reveja a 1° e a última batalha de Dan Henderson, aposentado do MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Michael Bisping retains belt; Belfort TKO&#8217;d by Mousasi at UFC 204</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2016 15:32:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>UFC landed in Manchester, England, with Michael Bisping and Dan Henderson headlining the 204th main installment, duking it out for the middleweight belt. England&#8217;s own Bisping came out on top, whereas, in the co-main event, Gerard Mousasi beat Vitor Belfort by TKO in round 2, placing himself in a position to get a title shot.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146663" style="width: 655px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146663" class="wp-image-146663 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/10/bisping-hendo.jpg" alt="bisping-hendo" width="645" height="388" /><p id="caption-attachment-146663" class="wp-caption-text">Michael Bisping vs. Dan Henderson. Photo: UFC</p></div>
<p class="p1">UFC landed in Manchester, England, with Michael Bisping and Dan Henderson headlining the 204th main installment, duking it out for the middleweight belt. England&#8217;s own Bisping came out on top, whereas, in the co-main event, Gerard Mousasi beat Vitor Belfort by TKO in round 2, placing himself in a position to get a title shot.</p>
<p class="p1">Forty-six-year-old Henderson got into the Octagon for the last time. The former Pride and Strikeforce champion worked hard and had a serious chance of retiring with the UFC belt. Henderson knocked Bisping down twice, but Bisping survived his H-bomb.</p>
<p class="p1">His face battered, Bisping tried to corner Henderson. He attacked quite a bit, but didn&#8217;t seem to cause as much damage. Still, the judges saw him as the winner, giving him a unanimous nod (48-47, 48-47, 49-46).</p>
<p class="p1">Bisping had this to say about Henderson, who had knocked him out way back at UFC 100: &#8220;This man is incredible. He just kicked my ass. All the trash talking, you gotta respect that guy &#8212; he&#8217;s a legend.&#8221;</p>
<p class="p1">Henderson&#8217;s parting words were: &#8220;I appreciate all the support throughout the years, worldwide. I gave my heart and soul to this sport, you made it worthwhile to keep competing year after year. I love this sport. I want to say thank you for the fans for making this happen, thank you for this opportunity. I came up a little short &#8212; not bad for an old man.&#8221;</p>
<p class="p1"><strong>Vitor Belfort TKO&#8217;d by Gerard Mousasi</strong></p>
<p class="p1">Vitor Belfort marked 20 years in MMA by again stepping inside the Octagon. The fifth-ranked middleweight, he took on Gerard Mousasi in an attempt at getting a title shot. Belfort was coming off a devastating loss to Ronaldo Jacaré. Against Mousasi, who had last beat Thales Leites and Thiago Marreta, the Phenom had a fine first round, but wound up TKO&#8217;d in R2 and, at 39, saw the dream elude him.</p>
<div id="attachment_146661" style="width: 630px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146661" class="size-full wp-image-146661" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/10/Mousasi-Belfort.jpg" alt="Vitor Belfort vs Gegard Mousasi. Photo: UFC" width="620" height="368" /><p id="caption-attachment-146661" class="wp-caption-text">Vitor Belfort vs Gegard Mousasi. Photo: UFC</p></div>
<p class="p1"><strong>Jimi Manuwa KO&#8217;s Ovince St. Preux</strong></p>
<p class="p1">Coming off a knockout loss to Anthony Johnson, Jimi Manuwa had some work to do and did it properly. A powerful left cross knocked out Ovince St. Preux halfway through round 2. Stefan Struve sank a D’arce choke early in round 2 against Daniel Omielanczuk.</p>
<p class="p1"><strong>Results for UFC 204:</strong></p>
<p class="p1">Michael Bisping def. Dan Henderson by decision (48-47, 48-47, 49-46)<br />
Gegard Mousasi def. Vitor Belfort by TKO at 2m43s of R2<br />
Jimi Manuwa def. Ovince St. Preux by KO at 2m38s of R2<br />
Stefan Struve def. Daniel Omielanczuk by submission via D’arce choke at 1m41s of R2<br />
Mirsad Bektic def. Russell Doane by submission via RNC at 4m22s of R1<br />
Iuri Marajó def. Brad Pickett by submission via triangle at 1m59s of R1<br />
Damian Stasiak def. Davey Grant by submission via armbar at 3m56s of R3<br />
Leon Edwards def. Albert Tumenov by submission via RNC at 3m01s of R3<br />
Marc Diakiese def. Lukasz Sajewski by TKOat 4m40s of R2<br />
Mike Perry def. Danny Roberts by KO at 4m40s of R3<br />
Léo Santos def. Adriano Martins by decision (29-28, 28-29, 29-28)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/michael-bisping-retains-belt-belfort-tkod-by-mousasi-at-ufc-204/">Michael Bisping retains belt; Belfort TKO’d by Mousasi at UFC 204</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Desafiante no UFC 204, Hendo comenta &#8220;furada de fila&#8221; e aposentadoria</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 12:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[cinturão]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Henderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luta principal do UFC 204, em Manchester, tem um sabor especial para Dan Henderson, desafiante ao título dos pesos médios. Michael Bisping, dono do cinturão, conquistou o mesmo este ano ao nocautear Luke Rockhold, e Hendo pretende morder a cinta para, em seguida, se aposentar do MMA. Em entrevista ao UFC, Dan Henderson relembra&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A luta principal do UFC 204, em Manchester, tem um sabor especial para Dan Henderson, desafiante ao título dos pesos médios. Michael Bisping, dono do cinturão, conquistou o mesmo este ano ao nocautear Luke Rockhold, e Hendo pretende morder a cinta para, em seguida, se aposentar do MMA.</p>
<p>Em entrevista ao UFC, Dan Henderson relembra como nocauteou Bisping em seu primeiro encontro, com sua famosa H-Bomb de direita, sobre a furada de fila na divisão de médios para lutar pelo título, e sua definitiva despedida dos cages após a noite deste sábado, não importando se deixará o octógono como campeão ou não.</p>
<p>Confira!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/Vo5EsziL-Nk" width="940" height="529" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-desafiante-no-ufc-204-hendo-comenta-furada-de-fila-e-aposentadoria/">Vídeo: Desafiante no UFC 204, Hendo comenta “furada de fila” e aposentadoria</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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