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	<title>conforto | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Jul 2025 20:33:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>conforto | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>Os benefícios do protetor bucal para os praticantes de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 03:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conforto]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Asse Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[protetor bucal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formado em Comércio Exterior, o jogador de hockey no gelo e hockey in-line Fabio Asse Gonçalves traz para o Brasil o protetor bucal americano SISU e revela na entrevista a seguir os motivos para você, praticante da arte suave, adquirir produtos que protegem os dentes e a boca de uma forma geral. “Nós, da SISU,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-245060" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016-300x224.jpg" alt="" width="760" height="567" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016-1024x765.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016-768x574.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0016.jpg 1372w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></p>
<p><em>Formado em Comércio Exterior, o jogador de hockey no gelo e hockey in-line Fabio Asse Gonçalves traz para o Brasil o <a href="http://www.sisuprotetorbucal.com.br">protetor bucal americano SISU</a> e revela na entrevista a seguir os motivos para você, praticante da arte suave, adquirir produtos que protegem os dentes e a boca de uma forma geral. </p>
<p>“Nós, da SISU, entendemos que um protetor bucal não deve atrapalhar a sua luta, mas sim ser um aliado. Com todos seus atributos, nosso protetor é tão confortável que você esquece que está usando, pode rolar à vontade, sem aquele incômodo que atrapalha sua concentração. É incrível!” </em></p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que você costuma dizer aos praticantes de Jiu-Jitsu que ainda têm alguma resistência em utilizar protetor bucal durante os treinos? </strong><br />
<strong>FABIO ASSE GONÇALVES:</strong> O protetor bucal sempre foi associado a algo incômodo, ou mesmo um acessório “secundário”. Até algum tempo atrás, ou você moldava um protetor personalizado com o dentista &#8211; que é um excelente protetor, porém geralmente muito espesso e um processo mais demorado e custoso (passar pelo dentista, extrair o molde, enviar para a fábrica e finalmente receber o protetor), ou adquiria um convencional de EVA no mercado – também geralmente grossos e desconfortáveis.</p>
<p>Devido a percepção de o protetor bucal ser um acessório secundário, aliado a essas características acima, no fim das contas, muita gente preferia deixar o bucal de lado, mesmo sabendo dos riscos — aquele famoso ‘só vai’, sabe?</p>
<p>Sempre reforçamos aos atletas de Jiu-Jitsu que a espessura fina e o material diferenciado do <a href="http://www.sisuprotetorbucal.com.br">protetor bucal SISU</a> trazem uma inovação inédita – pois promovem o conforto que eles esperam durante os treinos e as competições, sem deixar de lado a proteção. Como oferecemos uma garantia de satisfação de 30 dias, os atletas se sentem confiantes a experimentar e nosso índice de satisfação hoje é de mais de 97%.</p>
<p><strong>Quais são as vantagens do protetor bucal SISU em comparação aos protetores de outras marcas?</strong><br />
O protetor bucal SISU se destaca em 5 pontos principais quando comparado aos concorrentes:</p>
<p>FORÇA e RESISTÊNCIA, devido a tecnologia patenteada DIFFUSIX <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, que dissipa toda a força de impacto recebida, evitando maiores danos concentrados em uma única área.</p>
<p>CONFORTO, pela espessura superfina de 1.6mm &#8211; 2.4mm, que torna SISU o protetor bucal mais fino do mercado &#8211; graças ao termo polímero de grau médico que SISU é fabricado.</p>
<p>HIGIENE, principalmente para as crianças, pois com um protetor confortável e perfeitamente ajustado à boca, não há necessidade de removê-lo com as mãos sujas e suadas o tempo todo.</p>
<p>REMOLDABILIDADE, pois graças ao seu material exclusivo, o protetor pode ser remoldado até 20 vezes. Isso é excelente principalmente para crianças (que não perdem o protetor à medida que crescem) e também atletas com aparelho ortodôntico (que é outra grande vantagem dos protetores SISU, o fato de poderem ser utilizado por atletas nessa condição).</p>
<p>Por fim a LIBERDADE, pois entendemos que um protetor bucal não deve atrapalhar sua luta, mas sim ser um aliado. Com todos seus atributos, o protetor é tão confortável que você esquece que está usando, pode rolar à vontade, sem aquele incômodo que atrapalha sua concentração. É incrível!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245046" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035-300x300.jpg" alt="" width="686" height="686" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250715-WA0035.jpg 1200w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p><strong>Qual é a história do protetor bucal SISU? Ou seja, como surgiu a ideia do produto? Como ele foi modernizado e aperfeiçoado ao longo do tempo? Quando se destacou da concorrência?</strong><br />
A inventora do protetor bucal SISU percebeu a dificuldade de comunicação em atletas de esportes coletivos nos Estados Unidos que precisavam usar protetor bucal. Reuniu então um time de cientistas e dentistas com o objetivo de produzir um produto disruptivo no mercado e, em 2015, patenteou e lançou o protetor bucal SISU. Em 2017 a empresa entrou na lista INC 5000 (5.000 empresas Americanas de maior crescimento), e desde então teve uma expansão mundial muito significativa.</p>
<p>Decidi trazer o produto ao Brasil quando tive a mesma visão do problema de conforto e comunicação na minha equipe. Pratiquei Hockey minha vida toda (foto abaixo) e sou formado em comércio exterior, por isso achei um match perfeito trazer um produto tão disruptivo para o mercado brasileiro.</p>
<p>Toda essa inovação sempre posicionou a marca como pioneira, sendo que hoje existem alguns poucos similares no mercado, porém, por não usarem o mesmo material, acabam não proporcionando os mesmos benefícios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245061" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010-300x195.jpg" alt="" width="743" height="483" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010-1024x665.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010-768x499.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010-150x97.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250717-WA0010.jpg 1437w" sizes="(max-width: 743px) 100vw, 743px" /></p>
<p><strong>Fale um pouco sobre a questão do design, das cores&#8230; Além da eficiência, a questão estética ajudou a conquistar o público do Jiu-Jitsu? </strong><br />
Sem dúvida! Apesar da maior parte do nosso público ser masculino, encontramos no público feminino &#8211; de forma mais destacada &#8211; uma enorme apreciação pelo protetor bucal SISU não as deixar com um &#8220;bocão&#8221; (risos). Ou seja, o protetor ajuda muito na estética da atleta.</p>
<p>Os protetores são vendidos em diversas cores e modelos, sendo branco a cor preferida, e as outras opções passam por preto, azul, verde, e até mesmo vermelho, laranja ou amarelo-neon fluorescente para quem quer um destaque a mais no tatame.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-245047" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-300x225.jpg" alt="" width="748" height="561" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_000133758-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p><strong>Como o leitor da GRACIEMAG pode adquirir um protetor bucal SISU? </strong><br />
Procuramos proporcionar uma experiência Premium ao nosso cliente desde o início da busca online por um protetor bucal. Por isso trabalhamos muito forte na experiência de compra com uma navegação agradável, checkout seguro, parcelamento sem juros e atendimento humanizado.</p>
<p>O site direto é: <a href="http://www.sisuprotetorbucal.com.br">www.sisuprotetorbucal.com.br</a></p>
<p>Mas o leitor da GracieMag também nos encontra nos principais marketplaces – Mercado Livre, Amazon, Netshoes e Centauro.</p>
<p><strong>Quanto dura um protetor bucal geralmente? E quais são as dicas para conservá-lo e higienizá-lo? </strong><br />
SISU é o único protetor bucal que oferece uma garantia de 1 ano, a mais extensa do mercado. A troca é recomendada ao fim desse período, no entanto diversos dos nossos atletas preferem utilizar um pouco mais de tempo, pois o material – quando bem cuidado – costuma ainda estar em excelentes condições.</p>
<p>Como todos os materiais da natureza, a eficácia se perde com o tempo. Por isso recomendamos que o atleta não se permita extrapolar muito este período, para que a segurança bucal não se comprometa.</p>
<p>A higienização deve ser feita sempre após o uso, com uma escova macia e pasta não abrasiva. Mas sabendo que nem sempre isso está em mãos depois do treino, é muito importante que pelo menos, ao final da atividade, o atleta lave bem o bucal com água doce, e depois ao chegar em casa limpe-o bem com escova e pasta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-245048" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-300x225.jpg" alt="" width="643" height="482" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/07/InShot_20250717_001020812-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<p><strong>Os protetores da SISU são utilizados por atletas de diferentes esportes. E até mesmo para casos de bruxismo&#8230; Existe diferença em termos de modelo para cada tipo de modalidade? Ou o mesmo protetor serve a todas as modalidades esportivas?</strong><br />
É verdade, existem diferenças sim. Temos quatro modelos esportivos, o GO (Modelo de entrada, que protege somente de canino a canino – área onde ocorrem 90% das lesões dentárias), o AERO (preferido dos atletas de Jiu-Jitsu, pois une todas as características principais de conforto e proteção com um preço bastante atraente, o 3D (Também muito usado no Jiu-Jitsu, uma versão mais nova que já vem pré-moldada, para atletas que preferem o máximo de praticidade na moldagem) e por fim o MAX (o mais espesso da linha, indicado para modalidades de contato direto).</p>
<p>Às vezes acontece de o atleta lutar Jiu-Jitsu e também MMA, nesses casos recomendamos o MAX. Porém para o atleta focado 100% em Jiu-Jitsu, os dois modelos intermediários – AERO e 3D – atendem perfeitamente.</p>
<p>Caso o atleta lute Jiu-Jitsu e tenha bruxismo, temos a nossa linha SOVA protetores bucais noturnos, que atende este público com as mesmas características do modelo esportivos de proporcionar conforto e proteção.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/protetorbucalsisu/">Os benefícios do protetor bucal para os praticantes de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Mar calmo não faz bom marinheiro”, ensina professor Richard, nosso GMI na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2022 14:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jiu-Jitsu, há muito, tornou-se um esporte que transcende fronteiras. Mais: a arte marcial, apesar de ser vista de fora como uma luta tenaz, também é capaz de criar um ambiente de harmonia entre os praticantes. É o que aprendeu o nosso GMI Richard Gonçalves, líder da equipe Live Well Martial Arts, sediada em Sydney,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-237651" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3.jpg" alt="" width="1082" height="879" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3.jpg 1082w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3-300x244.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3-1024x832.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3-768x624.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/07/GMI-Richard-3-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1082px) 100vw, 1082px" /></p>
<p>O Jiu-Jitsu, há muito, tornou-se um esporte que transcende fronteiras. Mais: a arte marcial, apesar de ser vista de fora como uma luta tenaz, também é capaz de criar um ambiente de harmonia entre os praticantes.</p>
<p>É o que aprendeu o nosso GMI Richard Gonçalves, líder da equipe Live Well Martial Arts, sediada em Sydney, na Austrália. O faixa-preta carrega a bandeira da arte suave na Oceania e tem se destacado como professor e competidor nos tatames australianos.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe GRACIEMAG, Richard compartilhou seus aprendizados como líder de uma equipe no exterior e deu dicas de como ter sucesso como professor de Jiu-Jitsu fora do Brasil.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Que dicas você daria ao leitor de GRACIEMAG que também almeja migrar para fora do Brasil, em especial para a Austrália, e ter sucesso no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><em><strong><a href="https://www.instagram.com/bjjrichard/" target="_blank" rel="noopener">PROFESSOR RICHARD:</a></strong></em> O Jiu-Jitsu tem crescido muito na Austrália em todos os aspectos, tanto no número de novos adeptos, quanto na quantidade de competidores. Aqui existem muitas oportunidades, porém não é fácil. Você precisa se dedicar ao máximo e correr atrás para os planos se concretizarem. A minha principal dica para professores de Jiu-Jitsu que queiram ensinar a arte ao redor do mundo é a coragem. Sem ela, você fica estagnado.</p>
<p><strong>Além dessa ousadia, o que mais faz diferença, professor?</strong></p>
<p>Racionalmente falando, é preciso procurar entender o mercado local, a cidade. Pesquise antes de tomar qualquer atitude. A chance de dar errado é quase zero se você fizer tudo com preparação, organização e coragem.</p>
<p><strong>Quais foram os principais desafios que você precisou vencer ao longo da sua carreira?</strong></p>
<p>Foram muitos (risos). Porém, acredito que um dos principais era conciliar minha carreira na área financeira com o Jiu-Jitsu. Eu trabalhava bastante, então tinha de encaixar os treinos durante o dia. Fazia um treino Jiu-Jitsu pela manhã, malhava na hora do almoço e quando dava fazia outro treino à noite. Essa foi minha rotina durante anos – e sou pai de família desde os 29 anos. Quando olho para trás, vejo que tudo valeu muito a pena. Afinal, aprendi uma das coisas mais importantes da vida que é saber administrar o tempo. O dia tem 24 horas e cabe muita coisa nele.</p>
<p><strong>Você gosta mais de competir ou de dar aulas?</strong></p>
<p>Gosto dos dois e vou explicar o porquê. A competição me ajuda a me manter focado, disciplinado, treinado. Sem contar que mesmo após todos esses anos competindo, ainda sinto aquele frio na barriga, aquela vontade de ganhar. E isso me enche de motivação. Sinto que vejo os alunos carregando o legado quando dou aula. Poder ver a evolução deles, tanto no esporte como na vida, me deixa muito feliz e realizado. Nada melhor do que repassar o que você sabe. E mais importante: aprender o que ensina. O professor precisa estar ativo nas competições, mostrar aos alunos na prática, não acredito em professor de &#8220;teoria&#8221;, o bom professor mostra à vera.</p>
<p><strong>Qual teria sido sua grande vitória como lutador? E qual foi a derrota mais dura?</strong></p>
<p>Acho que a glória maior foi no Brasileiro de 2016, quando não tomei nenhum ponto em quatro lutas e finalizei a final em uma das minhas posições favoritas, a chave-peruana. É difícil falar sobre a derrota mais dura, porque todas são. Mas, uma especial foi contra o Henrique Ceconi, na final do AJP, em Gramado, em 2019. Foi frustrante porque eu estava muito confiante e não consegui fazer nada durante a luta.</p>
<p><strong>Quem foi o seu grande ídolo na carreira?</strong></p>
<p>Acho que a palavra ídolo é muito forte. Há lutadores que admiro e sempre gostei de ver lutar. Como o Margarida, Jacaré e o Saulo Ribeiro. Pelo lado empreendedor, vejo o Carlos Gracie Jr como uma grande referência. Ele criou o caminho para que lutadores de Jiu-Jitsu pudessem viver do esporte. Não fosse por ele, talvez não teríamos a arte nos quatro cantos do mundo como temos hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Peruvian Necktie Choke - Richard Goncalves Jiu Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/wyTp95FoENk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Quais são as suas metas futuras aí na Austrália?</strong></p>
<p>Minha principal meta na Austrália é expandir a marca Live Well Martial Arts para que mais pessoas possam conhecer o Jiu-Jitsu e mudar de vida por meio do esporte, socialmente ou economicamente. É importante que eles descubram o seu potencial graças ao esporte. Quando temos pessoas engajadas em cuidar do corpo, mente e alma, criamos uma sociedade livre de vícios e mais saudável, com menos violência. O Jiu-Jitsu é a grande ferramenta transformadora.</p>
<p><strong>Quais são as principais semelhanças e diferenças do mercado do Jiu-Jitsu na Austrália em comparação ao Brasil?</strong></p>
<p>O mercado na Australia ainda é pequeno. Não temos um universo de academias como no Brasil, e nem teremos pelo tamanho da população do país. No entanto, temos muito Jiu-Jitsu de qualidade por aqui. O esporte sem kimono tem crescido bastante, o calendário de competições está cada vez mais ativo. As cidades recebem torneios praticamente todos os meses. Um fator interessante por aqui são academias sem nenhuma grande bandeira por trás. Há diversos professores criando sua marca pessoal, ensinando do jeito que acreditam sem seguir padrões estabelecidos por outras associações que às vezes não têm a mesma sintonia. Assim, levo a marca Live Well Martial Arts com muita personalidade, pois acredito que não existe bandeira maior que a do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Você tem um mantra para os momentos duros?</strong></p>
<p>Eu não me interesso muito por frases motivacionais. Sou um cara da fé. E acredito que situações difíceis são nada mais do que mais um aprendizado. A vida precisa de momentos bons e ruins, o mar calmo é legal, mas é a tempestade que ensina o marinheiro. O meu lema talvez seja: esteja sempre preparado para o bom e para o ruim.</p>
<p><strong>Qual é a filosofia por trás da sua escola, a Live Well Martial Arts?</strong></p>
<p>Carregamos um nome forte, que prega &#8220;viver bem&#8221;. Levamos à risca tudo relacionado ao nosso nome. Nosso foco é que cada pessoa que entre em nossa academia tenha uma experiência incrível e se sinta parte da nossa família. Prezamos por um ambiente seguro onde os alunos possam desenvolver suas habilidades com uma energia boa de amizade e treinos duros. Em resumo, nossa filosofia principal é transmitir para cada aluno um ambiente seguro e de muita harmonia.</p>
<p><strong>Além do Jiu-Jitsu, você pratica o surfe na Austrália, certo?</strong></p>
<p>Sim, o surfe surgiu na minha vida antes do Jiu-Jitsu. Ganhei minha primeira prancha aos 7 anos. O surfe é um esporte incrível que me ajuda muito na concentração, no condicionamento e no controle da adrenalina – este é para mim, um dos principais benefícios. Às vezes brinco com os alunos que o Jiu-Jitsu é fácil perto do surfe. Afinal, quando alguém te estrangula, você tem a opção de dar os tapinhas e sair fora. Ao surfar, quando o mar fica grande, você não tem a opção de desistir. Ou você tem a mente blindada ou o risco é grande.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Richard Goncalves Jiu Jitsu - 3 attacks starting at close guard position." width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/rMLBojOLCm4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mar-calmo-nao-forma-o-bom-marinheiro-ensina-professor-richard-nosso-gmi-na-australia/">“Mar calmo não faz bom marinheiro”, ensina professor Richard, nosso GMI na Austrália</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cavaca e suas reflexões sobre autoconhecimento e Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 21:47:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Rodrigo Cavaca O mundo atual é muito carente de cuidado, respeito e outros valores que a arte marcial oferece às pessoas. Obviamente, eu me refiro aos valores que são demonstrados e ensinados quando nos atemos a essência dessa arte marcial. O Jiu-Jitsu, por exemplo, agrega esses valores e princípios, mas não são todos os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234497" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234497" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2-1024x719.jpg" alt="" width="650" height="456" class="size-large wp-image-234497" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2-1024x719.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2-300x211.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2-768x539.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2-150x105.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/cavaca2.jpg 1118w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234497" class="wp-caption-text">Rodrigo Cavaca na famosa Pirâmide de Long Beach. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Rodrigo Cavaca</em></p>
<p>O mundo atual é muito carente de cuidado, respeito e outros valores que a arte marcial oferece às pessoas. Obviamente, eu me refiro aos valores que são demonstrados e ensinados quando nos atemos a essência dessa arte marcial. O Jiu-Jitsu, por exemplo, agrega esses valores e princípios, mas não são todos os lugares que promovem tais ensinamentos. Esse aprendizado ocorre do tatame pra vida e vice-versa, ou seja, existe uma troca de experiência e energia, além de estabelecer uma conexão com outras pessoas.</p>
<p>O nosso procedimento na Zenith é apenas atender bem as pessoas e oferecer o que nós temos de melhor, que por sua vez não é apenas a melhor forma de dar uma aula ou ensinar uma técnica, e sim aquilo que temos de melhor em nossos corações. A nossa ideia é guiar essas pessoas por um processo que eu passei sozinho, que é a jornada do autoconhecimento, e colocar em prática todos os meus quarenta anos de experiência para gerar a essas pessoas muitas conquistas em seus futuros. Para isso, buscamos trabalhar diariamente com paciência e tentando fazer a coisa certa em momentos fáceis e difíceis. Errar e sofrer derrotas momentâneas é algo inevitável na construção da história de um indivíduo, mas devemos tentar aprender com esses erros, de forma a fortalecer a nossa base e enriquecer as nossas futuras vitórias.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>A vida fora do tatame influencia muito quem nós somos. Temos a criação dentro das nossas casas, nossas características, nossos traumas. Para auxiliar nessa jornada de autoconhecimento, é necessário ter lugares e amizades estratégicas, para que estas nos deem forças e bons exemplos. É isso que fazemos na nossa escola. Não consumo nenhum conteúdo informativo nas redes sociais, sigo apenas pessoas que são melhores do que eu, que possuem algo positivo para comunicar. Nós devemos buscar e seguir pessoas que são melhores do que nós, porque elas estão sempre nos ensinando, mesmo sem se dar conta. Hoje, eu tenho referência de pessoas boas, e consequentemente, academias e iniciativas de boa natureza.</p>
<p>Assim como em nossas casas, onde nós abaixamos a guarda e nos permitimos relaxar, a nossa escola oferece essa descontração através de um ambiente seguro e familiar. Quando uma pessoa traz sua família para a nossa escola, é sinal de que estamos no caminho certo. É um sucesso para nós, pois nós almejamos que nossos alunos se sintam felizes da mesma forma que estamos por estar lá.</p>
<p>Obviamente uma academia não se faz apenas de um ambiente ideal, então nós oferecemos uma boa metodologia, atendimento atencioso aos clientes e diversas medidas tomadas para oferecer o nosso melhor, mas o grande segredo é ser a nossa melhor versão e transmitir essa energia positiva, conquistando cada vez mais, um dia após o outro.</p>
<p><em>*Rodrigo Cavaca é faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da Zenith e formador de grandes campeões de Jiu-Jitsu</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-cavaca-e-suas-reflexoes-sobre-jiu-jitsu-e-autoconhecimento/">Cavaca e suas reflexões sobre autoconhecimento e Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu, a arte de sobreviver aos obstáculos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2021 11:31:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Se o faixa-preta é um faixa-branca que não parou de treinar, um mestre de Jiu-Jitsu pode ser visto como um ícone de perseverança. Mas não se engane: o faixa-branca e o faixa-vermelha sempre terão ao menos uma coisa em comum: a necessidade de saltar vários abismos e obstáculos para sobreviver nos treinamentos. Quem garante&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222016" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222016" class="size-large wp-image-222016" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55-1024x768.jpeg" alt="" width="650" height="488" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55-150x113.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-20-at-13.25.55.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-222016" class="wp-caption-text">Foto de Reginaldo Almeida para GRACIEMAG</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o faixa-preta é um faixa-branca que não parou de treinar, um mestre de Jiu-Jitsu pode ser visto como um ícone de perseverança. Mas não se engane: o faixa-branca e o faixa-vermelha sempre terão ao menos uma coisa em comum: a necessidade de saltar vários abismos e obstáculos para sobreviver nos treinamentos.</p>
<p>Quem garante é mestre Carlos Rosado, notório aluno de Carlson Gracie. Ele, que segue vestindo o kimono diariamente, lembra com bom humor de uma época, décadas atrás, em que andou afastado do Jiu-Jitsu. “Eu via o Carlson se aproximando e me escondia, trocava de calçada em Copacabana para não ter de dar mais desculpas. Até que me organizei e voltei a treinar, e sou grato até hoje. Noventa por cento dos alunos que eu tive pararam. Depois se arrependem, mas não há como recuperar o tempo perdido”, diz mestre Rosado.</p>
<p>“Motivo para não ir treinar é o que mais existe, são milhões, e cada pessoa vai ter um ótimo. Tudo é razão para sumir da academia. Motivo para treinar só existe um: o benefício que o Jiu-Jitsu leva à pessoa. É esse motivo que tem de prevalecer. O valor do Jiu-Jitsu é incalculável, cabe ao praticante se ater a isso e não faltar”, lembra o faixa-vermelha.</p>
<p>Para perseverar é preciso determinação e paciência. Entender que o Jiu-Jitsu oferece seus dividendos diariamente, mas especialmente ano a ano, década a década. É um esporte para a vida toda. Mas como aproveitá-lo e não desistir precocemente? GRACIEMAG coletou os ensinamentos mais valiosos para o leitor que um dia cogitou largar o kimono no fundo do armário. Confira!</p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #216. Para ler mais conteúdos como este assine a revista mais tradicional do planeta.</em></strong></a></p>
<p><strong>O MEDO<br />
</strong>É a primeira ameaça ao praticante que sonha com uma vida melhor, mais saudável, e de preferência com a faixa-preta na cintura. O primeiro passo é entender que o medo não é um adversário a ser aniquilado, e sim um aspecto da vida com que precisamos aprender a conviver. “Medo todos nós temos”, ensina Rickson Gracie, “a diferença é que o covarde não é capaz de controlá-lo”. O medo vai acompanhá-lo até a faixa-preta e além: primeiro vem o temor de vestir o kimono pela primeira vez, depois o pavor do amasso, o medo de perder para aquele mesmo colega sempre&#8230; O medo será seu companheiro de jornada, e não uma sombra. A questão essencial: o medo manda em você ou é você que domina e manda nos seus instintos?</p>
<p><strong>FALTA DE APOIO EM CASA</strong><br />
Hoje faixa-preta consagrado, o astro do UFC Demian Maia precisou sobreviver a diversos obstáculos até se tornar professor. Dono de academia em São Paulo, o que o deixa mais triste é quando um aluno ou aluna abandona os treinos após começar um namoro, ou um casamento. “Parar de ir treinar porque um(a) namorado(a) não gosta que a pessoa chegue tarde da academia é a razão mais boba e que mais me incomoda. Acho paradoxal a pessoa deixar de fazer algo que gosta por imposição de uma pessoa que, teoricamente, a ama, e deveria ficar feliz de ver o parceiro fazer algo saudável e prazeroso”, aconselha Demian. Convença seu amor de que a arte suave é saudável para ambos e para a relação. E leve-o para a academia também.</p>
<p><strong>GRANA CURTA</strong><br />
O custo da mensalidade pode ser um obstáculo angustiante durante sua jornada no Jiu-Jitsu. Mas pode ser vencido por quem realmente quer treinar. Converse com seu professor, exponha seu problema antes de abandonar a academia. Dinheiro foi um problema para Demian Maia em seu começo de carreira, e olha onde ele está hoje: “Como eu sempre quis ser profissional, o mais difícil eram os custos com viagens para competir. Os bons campeonatos eram todos no Rio, e o dinheiro do ônibus e da comida já era apertado, eu não tinha condições de pagar estadia. Tive a sorte de ter um amigo de escola, o Rubens, cujo pai morava no Rio, e eu dormia na casa dele. Fiquei lá dezenas de vezes. Inclusive quando meu amigo não podia ir eu ligava e o pai sempre me recebia. Sou muito grato a eles, não sei se conseguiria chegar aonde cheguei sem essa ajuda”, recorda o astro do UFC. Conte com amigos. Gratidão e acolhimento também fazem parte da cultura do Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_221896" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221896" class="size-large wp-image-221896" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-1024x695.jpg" alt="" width="650" height="441" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-1024x695.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-768x521.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-150x102.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2.jpg 1042w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-221896" class="wp-caption-text">Os desafios de manter o Jiu-Jitsu ativo em tempos de crise. Foto e arte: Reginaldo Almeida para GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>ESTAGNAÇÃO TÉCNICA</strong><br />
Todo aluno chega a uma encruzilhada no Jiu-Jitsu, uma estrada cheia de poeira onde um corvo sentado na placa costuma berrar: “Como você é ruim! Desista disso!”. Ignore a ave de mau agouro metafórica. Em 99% dos casos, o que o praticante vê como estagnação é tão-somente o curso natural do Jiu-Jitsu, uma fase em que os colegas de treino mais novatos começam a melhorar, ganhar casca e endurecer o treino. O ideal nesta fase é não pensar nos resultados de treinos na academia, e refletir: “O que eu sabia executar no início, como faixa-branca? O que eu sei hoje?”. A constatação provável é que seu corpo, sua mente e sua técnica evoluíram bastante. Não desanime e siga em frente, e as mudanças vão certamente acompanhar você. Em breve, você vai estar amassando todo mundo novamente – se não desistir.</p>
<p><strong>CONTUSÕES E DORES CRÔNICAS</strong><br />
O Jiu-Jitsu envolve o corpo todo, e por isso as contusões podem aparecer ao longo do tempo. O segredo para sobreviver a este obstáculo é seguir um conceito essencial da arte suave: “Pintou um problema? Resolva o problema imediatamente, não deixe o problema crescer”. Isso vale para uma pegada incômoda na sua gola ou para uma dorzinha que persiste. Converse com um especialista no assunto (em toda academia tem um médico), dê um tempo ao seu corpo para se recuperar, contra-ataque as dores com alimentação natural e tratamento adequado. O inimigo das contusões vale ser aniquilado na raiz. Para isso, antes que ele apareça faça uso também de musculação, aquecimento apropriado (chegue cedo no treino), alongamento, ioga, natação, pilates, o que cair melhor para você. Cálcio, magnésio e outros mineiras podem ajudá-lo a se defender das lesões e acelerar a cura. “Malhação é importante”, prega o professor Jefferson Moura. “Quem luta Jiu-Jitsu deve fortalecer toda musculatura que envolve as articulações, mas ao meu ver o principal conjunto é o dorsal, das costas, e a musculatura paravertebral”.</p>
<p><strong>DESGASTE MENTAL</strong><br />
Após anos e anos comendo o tatame, tanto o praticante pode ser acometido pelo desgaste e pelo estresse. Não se trata de um cansaço físico, mas emocional, de fazer a mesma coisa por décadas a fio, entre as mesmas quatro paredes. É um obstáculo, na realidade, existente em qualquer esporte: “Teve uma época em que perdi a motivação de competir, passei a achar meio idiota usar todo meu tempo para jogar alguém de costas no chão”, disse-nos certa vez o judoca Flávio Canto (GRACIEMAG #92), que ao vencer esta fase viveu seus melhores dias como lutador. O segredo é alternar o treino com sessões sem kimono e com atividades prazerosas ao ar livre, em meio à natureza. De preferência, procure sempre atrair amigos novos para o convívio na academia, o que vai renovar as turmas, aumentar o clima de camaradagem no treino e quebrar a monotonia.</p>
<div id="attachment_222018" style="width: 837px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222018" class="size-full wp-image-222018" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01.jpg" alt="" width="827" height="601" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01.jpg 827w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01-768x558.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/01-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 827px) 100vw, 827px" /></a><p id="caption-attachment-222018" class="wp-caption-text">Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><strong>O EGO E AS DERROTAS</strong><br />
Todo praticante um dia vai sofrer um amasso desconcertante. O segredo para não sucumbir ao trauma de uma grande derrota é entender que más atuações fazem parte da vida. “No Jiu-Jitsu você não perde. Ou você ganha ou você aprende”, pregava grande mestre Carlos Gracie. A lição é encarar o sufoco como um degrau rumo ao aprendizado, como a consequência de um erro passível de corrigir. Trabalhe sua falha mais recorrente, participe de seminários, intercâmbios e aulas particulares para acelerar o progresso. “Como professor, vejo que o maior desafio dos alunos é vencer o ego. Para uma criança, perder ou ganhar nos treinos é brincadeira. O adulto perde esse sentimento”, diz Rafael “Gordinho” Correa. O irmão de Roberto Gordo ensina a lidar com o revés, nos treinos e em campeonatos. “Derrotas acontecem. O segredo talvez seja jamais culpar os outros. Sempre culpei a mim mesmo, e não aos companheiros, árbitros ou professores. Quando se puxa a culpa para si, você passa a pensar objetivamente no que precisa melhorar”. Faça uma lista dos seus objetivos no Jiu-Jitsu: perder peso? Aprender a se defender? Fazer amigos? Ganhar coragem? Levar a equipe ao triunfo? Ser o melhor lutador do mundo? Vai então perceber que ganhar ou perder no treino é microscópico perto da realização de um sonho. Volte no dia seguinte e aceite que a sua perícia nos tatames se desenvolve progressivamente, numa perspectiva de longo prazo. “No Jiu-Jitsu você tem de ser o prego por muito tempo, antes de querer ser o martelo”, ensina Renzo Gracie.</p>
<p><strong>PREGUIÇA</strong><br />
Matar o treino por pura preguiça talvez seja o pecado capital do praticante de Jiu-Jitsu. É preciso ter em mente que treino adiado é treino perdido para sempre, e que as faltas sucessivas minam seu progresso. Para o campeão Robert Drysdale, o segredo é não pensar muito na hora de botar o kimono na mochila: “Jiu-Jitsu para mim é algo divertido, mas ao mesmo tempo encaro quase como obrigação. Nunca me dou a opção de ir ou não treinar. Simplesmente vou”.</p>
<p>Com o tempo e os anos passando, a preguiça pode se tornar um monstro, como atesta o professor Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva: “Quando a gente vai ficando velho, fica com mais preguiça de fazer as coisas. Fazer uma atividade com prazer é o melhor jeito de ficar bem fisicamente”. Mentalize o prazer que o Jiu-Jitsu dá, os ganhos e benefícios para o seu corpo e espante a moleza. Alterne os treinos com uma excelente preparação física, de preferência ao ar livre para espairecer.</p>
<p><strong>DESESTÍMULOS NA ACADEMIA</strong><br />
Alguns alunos, em especial iniciantes, podem se sentir desestimulados de acordo com a atenção (ou não) que os instrutores aparentemente lhe dão. O curioso é que isso pode ser causado por percepções extremas. Uns sentem que os instrutores “não estão nem aí” para ele, e outros que o professor “pega no seu pé”. Nesses casos, o aluno passa a se ver como um fardo para os mestres e colegas e pode acabar por abandonar a academia. Duas dicas: se você acha que o professor não está prestando atenção a você, pode acreditar que muito provavelmente ele está, bem mais do que você pensa. Os elogios virão com o tempo, se você se esforçar. Se o professor estiver pegando no seu pé, agradeça, pois ele pode estar apostando alto em você. O importante é relaxar e seguir treinando, procurando sempre manter o bom clima com os parceiros de treino. Para isso, procure não comentar treinos. “Eu jamais comento resultado de treino nem com meu irmão ou meu pai”, ensina Flávio Canto.</p>
<div id="attachment_222020" style="width: 815px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222020" class="size-full wp-image-222020" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02.jpg" alt="" width="805" height="520" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02.jpg 805w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02-300x194.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02-768x496.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/02-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 805px) 100vw, 805px" /></a><p id="caption-attachment-222020" class="wp-caption-text">Até o astro Anderson Silva se afastou dos treinos por motivos financeiros. A ajuda dos amigos, como os irmãos Nogueira, foi essencial para construir o campeão. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p><strong>MUDANÇA E DISTÂNCIA GEOGRÁFICA</strong><br />
É difícil crer que você vive num local que ainda não tenha um dojô por perto, mas pode acontecer. O remédio para isso é logo arrastar um colega de trabalho ou de estudo para o mundo do Jiu-Jitsu, assim vocês podem dirigir/viajar juntos para a academia mais próxima. Nos dias em que isso não for possível, vocês podem arrumar um espaço para treinar um com o outro na sua localidade. Pode ocorrer também de você treinar há anos numa academia e ser obrigado a se mudar, e não se adaptar às novas escolas do lugar. Cabe a você ajustar o foco: você não será obrigado a mudar de mercado, empresa e banco? Por que não aceitar a importância do Jiu-Jitsu em sua vida e se ajustar ao novo lugar? Lembre que os treinos e sua saúde estão em primeiro lugar.</p>
<p><strong>PRESSA &amp; PRESSÃO</strong><br />
Se o praticante exagerar e puser a faixa-preta como único objetivo ao treinar, e ficar pensando apenas na faixa-preta, o sonho pode começar a ganhar um peso difícil de carregar. Em vez de se concentrar nas técnicas e na evolução pessoal, o aluno começa a pensar em mudar de academia, em achar um mestre mais generoso com graduações. É quando a pressa e a pressão tomam o lugar do prazer. Lembre que você procurou uma academia de Jiu-Jitsu para adquirir conhecimento, não uma faixa para satisfazer o ego. A arte suave é para o longo prazo, como ensinou Saulo Ribeiro: “Não importa se você a receber em quatro ou 15 anos. De qualquer maneira, você vai passar o resto da sua vida com a faixa-preta amarrada à sua cintura. Construir a faixa-preta é o que realmente importa”.</p>
<p><strong>SÍNDROME DO NINHO REVIRADO</strong><br />
Algumas aves, quando percebem que seu ninho foi remexido e os ovos tocados enquanto elas buscavam alimento, jamais retornam e vão fazer morada em outro canto. Por contusão, mudança ou filhos, muitos lutadores se veem obrigados a passar uns meses ou mesmo anos longe da academia. É quando pode ocorrer a síndrome do ninho revirado: os treinos e o clima não são mais como ele deixou. Os sparrings evoluíram e hoje o esmagam. O professor talvez não o mime tanto. A academia ficou mais cheia, ou mais vazia. Se o praticante decidir ficar nostálgico demais, ou vaidoso demais, corre o risco de parar de treinar. O macete é reconquistar seu espaço aos poucos, agradecer pelo sufoco que os velhos amigos agora lhe impõem e seguir sua jornada rumo à almejada faixa-preta. Caso o desconforto seja insuportável, tudo bem: Jiu-Jitsu em primeiro lugar. Arrume outro ninho similar e continue treinando.</p>
<p><strong>DESORGANIZAÇÃO E FALTA DE TEMPO</strong><br />
O fato de você ser desorganizado em vários aspectos da sua vida não é razão para deixar o Jiu-Jitsu. Pelo contrário: sua assiduidade, pontualidade e respeito pelo horário dos outros vão aumentar com os anos de treinos. Seu dia anda atribulado demais para o Jiu-Jitsu? Veja o que diz o faixa-preta Bruno Fernandes: “O dia tem 24 horas, há tempo de sobra para dar um treino. De mais a mais, se você não consegue reservar uma hora do seu dia para fazer aquilo que ama, há alguma coisa muito errada com sua rotina e sua vida”, afirma o professor do astro canadense GSP.</p>
<div id="attachment_222022" style="width: 977px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222022" class="size-full wp-image-222022" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03.jpg" alt="" width="967" height="690" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03.jpg 967w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03-300x214.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03-768x548.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/03-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 967px) 100vw, 967px" /></a><p id="caption-attachment-222022" class="wp-caption-text">Foto: Gustavo Aragão</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-a-arte-de-sobreviver-aos-obstaculos/">Jiu-Jitsu, a arte de sobreviver aos obstáculos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça as novas instalações da Gracie Barra Belo Horizonte, nossa GMI em Minas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 11:14:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204703" style="width: 713px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/romulo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204703" class="size-full wp-image-204703" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/romulo.jpg" alt="" width="703" height="561" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/romulo.jpg 703w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/romulo-300x239.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/romulo-150x120.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px" /></a><p id="caption-attachment-204703" class="wp-caption-text">Benini, Bolão, Barral e Caloquinha na Gracie Barra BH. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sempre pensando no melhor para seus alunos, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMIs</a> da Gracie Barra Belo Horizonte traçaram uma meta: Desconforto? Só para os adversários.</p>
<p>Com instalações novinhas, para trazer ainda mais satisfação aos seus atletas, a academia se tornou uma das filiais da GB mais bem estruturadas no mundo.</p>
<p>Tocada pelos faixas-pretas  e competidores ferrenhos Cláudio Caloquinha e Sérgio Benini, a Gracie Barra BH se tornou referência no ensino da arte suave em Minas Gerais, não só pela infraestrutura oferecia, mas também pelo alto nível do ensino aplicado aos seus discípulos.</p>
<p>Por isso fica a dica. Se você é de Belo Horizonte ou região, não deixe de fazer uma vista aos amigos da Gracie Barra BH, no bairro de São Bento. Você vai se surpreender! Confira no vídeo abaixo um pouco do que é ensinado no dojô e não deixe de conhecer nossas <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">academias associadas</a>!</p>
<p><strong>Gracie Barra Belo Horizonte</strong><br />
Rua Hidra, 399, São Bento<br />
Belo Horizonte<br />
# (31) 3344-0505<br />
<a href="mailto:sergiobenini@gmail.com">sergiobenini@gmail.com</a>  <a href="mailto:caloquinhajj@hotmail.com">caloquinhajj@hotmail.com</a><br />
<a title="Gracie Barra BH" href="http://graciebarrabelohorizonte.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://graciebarrabelohorizonte.com.br/</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Conheça as nova instalações da Gracie Barra Belo Horizonte" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/84_n7v-4jZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conheca-as-novas-instalacoes-da-gracie-barra-belo-horizonte-nossa-gmi-em-minas/">Conheça as novas instalações da Gracie Barra Belo Horizonte, nossa GMI em Minas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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