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	<title>Carlos Gracie Jr | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Carlos Gracie Jr | Graciemag</title>
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		<title>Carlinhos discute suposta separação entre &#8220;Jiu-Jitsu esportivo x defesa pessoal&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2024 14:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-coral fundador da equipe Gracie Barra, Carlos Gracie Jr passa uma temporada em Santa Catarina, onde mata saudades do Brasil e dos amigos do Jiu-Jitsu. O mestre, idealizador também da Federação Internacional de Jiu-Jitsu, aproveitou a ocasião para dar sua parcela de opinião sobre um debate que movimenta as redes sociais e as conversas na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55652" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-55652" class="size-full wp-image-55652" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/03/Roger-Carlinhos-Gracie-by-Ivan.jpg" alt="Roger Carlinhos Gracie by Ivan" width="700" height="467" /><p id="caption-attachment-55652" class="wp-caption-text">Carlinhos Gracie com Roger na GB América, na Califórnia. Foto por Ivan Trindade.</p></div>
<p>Faixa-coral fundador da equipe Gracie Barra, Carlos Gracie Jr passa uma temporada em Santa Catarina, onde mata saudades do Brasil e dos amigos do Jiu-Jitsu.</p>
<p>O mestre, idealizador também da <a title="SIte da IBJJF" href="http://ibjjf.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Federação Internacional de Jiu-Jitsu</a>, aproveitou a ocasião para dar sua parcela de opinião sobre um debate que movimenta as redes sociais e as conversas na academia há um tempinho: o Jiu-Jitsu esportivo que se espalha pelo mundo pode ser visto como uma vertente que se contrapõe às técnicas de defesa pessoal?</p>
<p>&#8220;Isso é um pouco de fantasia, uma forma de dividir o Jiu-Jitsu: o Jiu-Jitsu é uma coisa só&#8221;, começa Carlinhos Gracie, no vídeo esclarecedor a seguir. Veja e participe do debate.</p>
<p><iframe title="Carlos Gracie Jr: Jiu-Jitsu Esportivo Vs Defesa Pessoal" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/_mOz8qz9jRc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 14:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.] O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.]</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que amarra o kimono.</p>
<p>Quanto mais escura for sua faixa, mais “privilégios” você terá na academia. Porém, esse status extrapola os limites do tatame. A moral, ou honra da faixa, acompanha o lutador na sua vida social, no seu trabalho etc. É uma marca indelével que o praticante de Jiu-Jitsu carrega consigo, mesmo que seja inconsciente.</p>
<p>E nessa longa e árdua escadaria, o último degrau é a faixa-preta – daí em diante o critério do merecimento desaparece e o critério da antiguidade é o único a valer.</p>
<p>Um professor de Jiu-Jitsu possui uma grande responsabilidade, já que ele, sozinho, avalia e avaliza o momento da graduação. Mas que critérios o mestre deve utilizar para averiguar quando o aluno deve passar de faixa?</p>
<div id="attachment_202133" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202133" class="size-full wp-image-202133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg" alt="Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &quot;Café&quot; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)" width="1024" height="738" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-300x216.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-768x554.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-150x108.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202133" class="wp-caption-text">Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)</p></div>
<p>A regra temporal utilizada sozinha pode, ao que parece, gerar iniquidade, pois estabelecer um tempo mínimo ou máximo para a graduação deixa de lado as aptidões e o esforço de cada um. Como dizia Aristóteles, em seu livro “Ética a Nicômaco”: “O justo é, por conseguinte, uma espécie de termo proporcional” ao mérito individual. Para o filósofo grego, “é origem de disputas e queixas quando iguais têm e recebem partes desiguais, ou quando desiguais recebem partes iguais”. O importante para o aluno, portanto, é não faltar.</p>
<p>Há, em muitas academias, a ocorrência de alunos conhecidos como “eternos faixas-azuis”, aqueles que vão e voltam, perdendo boa parte da motivação no caminho. São praticantes que muitas vezes não percebem que estão apenas adiando seu progresso. Ficam longe um bom tempo, e quando retornam, têm enorme dificuldade – perdem no gás, no timing das posições e até na questão da confiança no próprio jogo. Nesse caso, o professor precisa que o aluno atente para o quesito assiduidade, que é muito valioso para quem quer passar de faixa.</p>
<p>Outro aspecto importante no assunto refere-se aos campeonatos de Jiu-Jitsu. De fato, o aluno competidor evolui mais rapidamente que o aluno que pratica apenas na academia. Isso ocorre pelos seguintes motivos: a preparação e busca por melhores resultados faz com que o atleta treine mais forte; a adrenalina da competição e o ato de se testar contra adversários de outras academias leva, naturalmente, à melhora técnica e à pujança. Se o caro leitor tiver a oportunidade, não deixe de experimentar a sensação de se testar num campeonato. Comece com um pequeno, na sua cidade.</p>
<div id="attachment_17707" style="width: 522px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17707" class="size-full wp-image-17707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg" alt="" width="512" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg 512w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><p id="caption-attachment-17707" class="wp-caption-text">Alexandre Café em ação. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>A faixa-preta, no fim, vem por puro merecimento do praticante. Existe, claro, uma grande variação de avaliação entre as diversas escolas de Jiu-Jitsu ao redor do mundo, mas os professores têm critérios semelhantes como base para graduar um pupilo, como por exemplo: lealdade; assiduidade; conhecimentos técnicos específicos para a faixa; domínio da defesa pessoal; modo de se portar dentro da academia; higiene pessoal; honrar o nome da academia e do Jiu-Jitsu; ser um bom cidadão, etc. Esses critérios adotados pelo professor são de suma importância, afinal, aquele que recebe uma graduação, seja ela qual for, carrega de maneira indireta o nome de seu mestre.</p>
<p>Sendo assim, por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta deve ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da conquista de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a academia. Um faixa-preta, acima de tudo, deve ser um exemplo a ser seguido, daí a grande responsabilidade daquele que promove uma graduação, seja ela qual for – afinal, mesmo o faixa-branca está, a cada grau alcançado, cada vez mais próximo de se tornar faixa-preta.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que alguns praticantes vêm protagonizando episódios lamentáveis para a nossa amada arte marcial, graduando a si próprios ou colocando graus na faixa-preta antes do tempo necessário. Tal atitude pode ser classificada como absurda, vergonhosa e imoral, que nos remete ao clássico “Crítica da razão prática”, de Kant, onde o filósofo nos lembra que “a lei moral, acessível a todos os seres racionais, possui uma dignidade em si e nos dá simplesmente um mandamento”. Quem não consegue aguardar a hora da faixa, portanto, não está roubando apenas tempo, está roubando sua dignidade.</p>
<p>Portanto, a mensagem ao aluno novato ou ao aluno mais antigo é idêntica: saiba valorizar sua caminhada. Não se aflija, não peça faixa e, a mais importante, jamais use uma faixa ou grau sem merecer de fato e de direito. Tudo tem seu tempo, evite ser aquele praticante angustiado, que já começa a treinar querendo saber quando vai &#8220;se formar&#8221;. Divirta-se aprendendo.</p>
<p>E fica o conselho: busque saber a procedência da faixa que seu professor ostenta na cintura e pesquise no site da IBJJF se ele é matriculado. Seu aprendizado está diretamente ligado a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele. Se ele caminhou corretamente e lutou pela faixa-preta dele do jeito que deve ser, há uma grande probabilidade de que seus alunos recebam as devidas graduações nos momentos apropriados. Agora, se ele é um fanfarrão, aí, meu amigo, você acabará visto como uma classe inferior de faixa-preta.</p>
<p>Comece no caminho certo. Pois, no dia glorioso em que você for enfim graduado e alguém perguntar, “Quem lhe deu a faixa-preta?”, você poderá estufar o peito e responder com orgulho.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Aprenda a finalizar no relógio de 2 maneiras, com Alexandre Café" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jdJcQTvsk4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt;&gt; Com quantos anos de treino o aluno deve ganhar a faixa-preta? GRACIEMAG perguntou e mestres e professores opinaram:</strong></em></p>
<div id="attachment_147110" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147110" class="size-full wp-image-147110" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147110" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. Foto:Luca Atalla</p></div>
<p><em><strong>Mestre Carlos Gracie Jr:</strong></em><br />
“No fim isso sempre vai depender da assiduidade do aluno, mas a IBJJF tem um tempo mínimo para o praticante poder tornar-se faixa-preta. Se for um camarada que treina sempre, com consistência, sem faltar aulas, ele pode pegar a faixa-preta depois de cinco anos e meio, seis. Pelas regras da IBJJF, o tempo mínimo para ficar na faixa-azul é de dois anos, na roxa mais um ano e meio, e mais um ano na faixa-marrom. Com mais um ano e pouco de faixa-branca em média, esse tempo somado seria de cinco anos e meio, seis anos. Já se ele começar a treinar Jiu-Jitsu quando criança, ele só pode conquistar a faixa-preta depois dos 19 anos e meio de idade.”</p>
<p><em><strong>Mestre Carlos Rosado:</strong></em><br />
“Acredito que cada aluno tem seu tempo. Uns vão aprender mais rápido, outros podem demorar um pouco mais a pegar o jeito, mas todos vão chegar lá, se não desistirem. O maior trunfo do Jiu-Jitsu é que não requer talento, como o futebol. Basta treinar para evoluir. Costumo dizer que não é o aluno que pede a faixa, e sim a faixa que pede o aluno. E a faixa só requisita o aluno quando ele está dando conta plenamente da graduação. Já uma faixa dada prematuramente acaba se tornando um fardo: todo praticante de Jiu-Jitsu que ganha uma faixa da qual não dá conta está fadado a nunca mais aparecer na academia, e parar de treinar de vez.”</p>
<div id="attachment_211624" style="width: 1514px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211624" class="size-full wp-image-211624" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg" alt="" width="1504" height="1000" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg 1504w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></a><p id="caption-attachment-211624" class="wp-caption-text">Fernando Tererê em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><em><strong>Professor Fernando Tererê:</strong></em><br />
“No meu ponto de vista, a média geral para pegar a faixa-preta é de uns nove, dez anos de treino. Acho que com uns dez anos o praticante aprendeu bem e pode ser um bom faixa-preta. Porém, alguns competidores de ponta, aqueles que vencem campeonatos ano a ano, podem conquistar a faixa em seis, sete anos.”</p>
<p><em><strong>Mestre Júlio Cesar Pereira:</strong></em><br />
“O tempo de um praticante até a faixa-preta é uma trajetória individual, e tem a ver com os próprios objetivos pessoais de cada um. Tem praticante que sonha em ser campeão mundial e treina o triplo que os colegas, há outros que só buscam qualidade de vida e aparecem semanalmente, e até quem sonha em aprender tudo detalhadamente para um dia ser professor, ter sua academia. A meu ver, não dá para dizer ao aluno que daqui a cinco ou seis anos ele vai se tornar faixa-preta.”</p>
<p><em><strong>Professor Muzio De Angelis:</strong></em><br />
“Na minha academia no Rio, o tempo médio até a faixa-preta costuma ser de cerca de sete anos, se o aluno for assíduo, obviamente. Um ano na branca, dois na azul, dois anos na roxa e dois anos na marrom, em média. Acho que sete anos é um bom prazo mínimo. Inclusive gosto de numerologia e vejo o número 7 cercado de simbolismos. São sete os dias da semana, sete as notas musicais, sete as cores do arco-íris e Deus teria feito o mundo em sete dias com o descanso, segundo a Bíblia, além de diversas outras ocorrências. Se de acordo com os sábios o 7 é o número da perfeição, sete anos até a faixa-preta me parece um prazo adequado.”</p>
<div id="attachment_200740" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200740" class="size-full wp-image-200740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-200740" class="wp-caption-text">Rilion Gracie: &#8220;É preciso paciência, quem burla o tempo está se enganando&#8221;. Foto: Ray Santana/GRACIEMAG.</p></div>
<p><em><strong>Mestre Rilion Gracie:</strong></em><br />
“Tudo na vida é questão de empenho, você não pode ganhar um diploma sem ir à faculdade. A faixa-preta depende das horas de treino e da intensidade que aquele aluno será capaz de dedicar ao dojô. Os chamados ‘ratos de academia’ certamente vão chegar à graduação mais rapidamente. Ou seja, não é uma questão de tempo desde o dia em que você se matricula, mas uma questão de tempo dedicado. Em dezembro passado, graduei meu filho Roggan como faixa-preta. Foi uma conquista puramente dele. Se dependesse só do rendimento nos treinos, eu já poderia ter dado a faixa há dois anos, mas acho que a faixa-preta não depende apenas da vontade do professor, há outros aspectos. No caso dele, os próprios colegas de treino e demais professores da academia começaram a cobrar a faixa pelo que ele demonstrava diariamente. Eu apenas a amarrei na cintura dele, juntamente com o Renzo, mas estava todo mundo aferindo o nível dele e pleiteando a graduação. A pior coisa é o aluno burlar o tempo, por falta de paciência, e pegar faixa antes da hora. Não adianta eu aparentar ser uma coisa que na verdade eu não sou – essas pessoas estão enganando a si mesmas.”</p>
<p>*** Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #239. Assine já a revista para não perder os melhores artigos sobre sua <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arte marcial favorita, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-tempo-correto-de-um-aluno-ate-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-professores-debatem/">Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O café da manhã de Carlos Gracie Jr para você treinar Jiu-Jitsu com saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 13:51:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como é o café da manhã de um Gracie? O suco alimenta sozinho ou é preciso o acompanhamento de sólidos, como pães e laticínios? Que ingredientes orgânicos e novidades do mercado também fazem bem para você? Neste vídeo exclusivo, GRACIEMAG traz para você o desjejum de mestre Carlos Gracie Jr, aditivado por muitos ensinamentos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142180" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142180" class="wp-image-142180 size-full" title="CarlosGracie_DietA GRACIE_GM200" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1.jpg" alt="Carlinhos Gracie e seu desjejum. " width="620" height="460" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1.jpg 620w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1-300x223.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/CarlosGracie_DietA-GRACIE_GM200-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-142180" class="wp-caption-text">Carlinhos Gracie e seu desjejum.</p></div>
<p>Como é o café da manhã de um Gracie?</p>
<p>O suco alimenta sozinho ou é preciso o acompanhamento de sólidos, como pães e laticínios? Que ingredientes orgânicos e novidades do mercado também fazem bem para você?</p>
<p>Neste vídeo exclusivo, GRACIEMAG traz para você o desjejum de mestre Carlos Gracie Jr, aditivado por muitos ensinamentos e macetes para uma alimentação saborosa e rica em energia.</p>
<p>Confira, aprenda com o fundador da Gracie Barra e adapte para seu próprio cardápio.</p>
<p>O artigo completo sobre os hábitos de mestre Carlinhos saiu na edição #200 de GRACIEMAG. Para ler mais <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">artigos, clique aqui.</a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="//player.vimeo.com/video/77103822" width="930" height="523" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-cafe-da-manha-de-carlinhos-gracie-para-voce-treinar-jiu-jitsu-com-saude/">O café da manhã de Carlos Gracie Jr para você treinar Jiu-Jitsu com saúde</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Do baú: o Jiu-Jitsu e a guarda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 11:13:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes das finalizações consagradoras de Fabricio Werdum (sobre o poderoso Fedor) e de Anderson Silva (sobre o "poderosão" Sonnen), sua revista mais completa sobre Jiu-Jitsu já reforçava a importância da guarda. Confira, estude e aprenda!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em fevereiro de 2009, GRACIEMAG publicou uma reportagem de capa sobre a história e os mistérios da arte de fazer guarda, destrinchando os aspectos mais importantes desta posição essencial do Jiu-Jitsu. Confira, reveja e assine logo sua GRACIEMAG para mais reportagens como essa, capazes de levar seu Jiu-Jitsu, e sua leitura, a um outro patamar.<br />
</em></p>
<div id="attachment_17374" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Rilion-senta1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17374" class="size-full wp-image-17374 " title="Rilion Gracie faz guarda durante o treino" alt="Rilion Gracie faz guarda durante o treino" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Rilion-senta1.jpg" width="580" height="386" /></a><p id="caption-attachment-17374" class="wp-caption-text">Rilion ensinando guarda aos alunos em Miami. Foto: Ray Santana.</p></div>
<p>Sim, você nem lembra, mas já nasceu fazendo guardinha. Se parou de treinar por uns tempos o vacilo foi seu. Afinal, a posição, eterna salva-vidas dos lutadores de Jiu-Jitsu nos ringues, já estava consagrada há tempos. Anos. Séculos.</p>
<p>Quem olhar a obra-prima “Riña en el Mesón del Gallo”, tela de um dos melhores pintores de todos os tempos, se não o melhor, Francisco Goya, pode observar a seguinte cena: uma briga de bar, espanhóis dando pauladas para todos os lados. No centro da tela, um cara em posição superior parece&#8230; estar passando a guarda! Bem, deve-se ter um pouco de imaginação para ver isso.</p>
<p>Mas a criatividade esteve sempre ligada à guarda. Num livro obscuro, encontrado nas prateleiras do estudioso Márcio Feitosa, professor da Gracie Barra, pode-se ler uma teoria de que pigmeus africanos já valorizavam, no combate corpo-a-corpo, a técnica de manter as pernas entre o feroz agressor e o seu nariz. Espernear, portanto, sempre foi a salvação.</p>
<div id="attachment_17375" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Goya-site4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17375" class="size-full wp-image-17375" title="Goya site" alt="" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/08/Goya-site4.jpg" width="580" height="362" /></a><p id="caption-attachment-17375" class="wp-caption-text">O quadro de Goya, pintado em 1777, está hoje no Museu do Prado, em Madri.</p></div>
<p>Foi o Jiu-Jitsu brasileiro, no entanto, que melhor explorou e valorizou a guarda, como a arte de se defender no chão e equalizar os pesos do agressor e do agredido. Mais do que o judô, sambo ou qualquer outra.</p>
<p>Mas, e os japoneses? Não foram eles que criaram a técnica? Não existem escolas até hoje que priorizam a parte de grappling no judô, parte esta chamada por eles de newaza? Sim, é verdade. Perguntemos, então, a um especialista como o carioca Flávio Canto, o chão mais ofensivo do judô mundial, como ele vê a questão.</p>
<p>“Acho o Jiu-Jitsu brasileiro excepcional. Sua grande contribuição para o newaza mundial, e para o jogo de guarda, foi aliar uma quantidade tão grande de praticantes com a criatividade do brasileiro. Daí surgiu toda a gama de posições e situações inéditas, consagradas hoje”, diz o medalhista olímpico em Atenas-2004. “Guarda-aranha, por exemplo, eu nunca vi antes em lugar nenhum, é coisa do Jiu-Jitsu brasileiro. Outro aspecto positivo da arte é cair fazendo guarda e virando-se sempre de frente para o adversário, afinal ninguém tem olho na nuca. É este reflexo que falta a muitos judocas e wrestlers.”<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>De pedra em pedra, a muralha</strong></p>
<p>Quando aportou no Brasil no início do século XX, o japonês Conde Koma não trouxe apenas um eficaz jogo de pernas, aprendido com afinco pelo jovem Carlos Gracie. Passou também lições orientais de disciplina, saúde e honra que permeariam a história da família para sempre. Buscando espalhar a arte que lhe dava tantos benefícios, Carlos começou a fazer história – e a escrever também a história da guarda. “Ele foi o primeiro ocidental a superar um campeão oriental, em 1924, numa época em que os japoneses achavam os ocidentais uns degenerados”, lembra o filho Rilion Gracie, considerado a melhor guarda da família. Foi contra Geo Omori, quando o grande mestre puxou para a guarda e aplicou um tomoe-nage, o popular “balão”, e caiu montado. O Gracie então estalou o braço do valente japonês, que mandou a luta seguir com as veias saltadas.</p>
<p>Mais tarde, em 1951, quando o irmão Helio Gracie fechou a guarda e, com seus pulsos (fortes até hoje), pôs o exímio judoca Jukio Kato para dormir, num estrangulamento de gola, a arte da guarda estava consagrada. E pronta para continuar sendo desenvolvida, graças à criatividade e suor de outros Gracies, Barretos, Hemetérios, Machados, Vigios, Alves, Virgílios, Gomes, Behrings, Duartes, Penhas, Jucás, Castello Brancos, Góes, Vieiras, Santos e Silvas. E até um Stambowsky. Cada novo fiel adepto da guarda ia dando sua contribuição, depositando uma pedra aqui, cimentando ali, e ajudando a erguer a reputação da guarda como essência do Jiu-Jitsu.</p>
<p>A metáfora de construção, na verdade, não é gratuita. Para Carlos Gracie Jr., a posição de guarda é como a fortaleza que dá segurança ao lutador. Você não perde necessariamente a guerra se não tem uma muralha sólida, mas que ajuda, ajuda. Inclusive para, do alto dela, postar seu arsenal ofensivo: “A guarda é a fortaleza do lutador de Jiu-Jitsu. Você escolhe se prefere lutar com ela aberta ou fechada”, ensina.</p>
<p>“Numa guerra, o mais inteligente é o quê?&#8221;, indaga Carlinhos. &#8220;Começar a guerra de portões fechados. Na guarda fechada, você está guerreando com o inimigo fora dos seus muros. Se o cara abre sua guarda, ele derruba sua porta levadiça. É a posição limítrofe, que obviamente exige nova estratégia. Se ele invadir, ou seja, passar sua guarda e chegar do lado, a batalha começa a se desenrolar dentro dos seus domínios, com você muito mais exposto. Complicou, vai exigir o triplo de força para você se defender, mas não quer dizer que não haja saída.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Helio Gracie vs Kato" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/HMAu0A-vQm8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>O escudo vira arma</strong></p>
<p>No Rio dos anos 1950, o Jiu-Jitsu já era famoso por dar a qualquer magrinho a chance de ser sua própria fortaleza. Foi, então, a vez de Carlson Gracie dar sua contribuição à guarda – primeiro em seus tempos de lutador, depois com seus alunos. Competitivo ao extremo, Carlson começou a especializar seus alunos, para ganhar os campeonatos. Era quando bradava: “Ou és guardeiro, ou és passador”. Se o leitor perguntar quem foram seus melhores pupilos, quatro bons guardeiros estarão certamente na lista: Cássio Cardoso, Ricardo de la Riva, Sergio Bolão e Murilo Bustamante.</p>
<p>“Há o mito de que o Carlson só treinava passadores de guarda. Mas além do De la Riva, ele tinha outro aluno, Marcelo Duque Estrada, o Homem-Polvo, hoje juiz, que tinha uma guarda incrivelmente elástica”, comenta o mestre faixa-coral Redley Vigio. “Cássio Cardoso, por exemplo, era completo. Mas a guarda dele de fato marcou: todo estudante de Jiu-Jitsu devia assistir à sua luta de uma hora de duração contra Marcelo Behring, em 1988. Marcelo também tinha uma senhora guarda, e o final é sensacional. Está toda no Youtube.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cassio Cardoso vs Marcelo Behring - Parte 01" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/sy-hSzyEoFU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Grandes para a época, com cerca de 76kg, Cássio tinha no aluno de Rickson Gracie seu maior rival, e a luta de uma hora foi o tira-teima entre os dois, realizado na Lagoa, na casa de shows Jardim Babilônia, ex-Roxy Roller. “Carlson me disse para puxar para a guarda e cansá-lo. Usei até uma raspagem que aprendi com Marcio Macarrão, mas na época não valia ponto. No fim, passei a guarda três vezes e ele passou uma, 6 a 2, na pontuação da época. Hoje, seria algo como 21 a 5”, comenta Cássio, de 46 anos.</p>
<p>Até 1994, não bastava o lutador de baixo inverter a luta e cair por cima para ganhar os pontos de raspagem – tinha de fazê-lo usando apenas golpes reconhecidos, como o tomoe-nage, ou o pé na virilha, ou a tesoura clássica, entre outros poucos. Com a reforma de regras, proposta pela recém-inaugurada Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, bastava aos guardeiros passar a ficar por cima para faturar dois pontos. Eles agora estavam prestigiados. E prontos para surpreender.</p>
<p>“A guarda, que até 1994 era mais um escudo, passou a ser a arma que podia decidir a luta. Lembro de ter visto na academia, em 1987, Renzo Gracie fazer guarda-aranha pela primeira vez. Como ele era um cara com muitos recursos, usava pouco nas competições. Eu, magrinho, adorei a invenção e surpreendi muita gente”, lembra Vinicius Magalhães, o Draculino, de 37 anos. O show dos guardeiros começava. No mesmo ano, com o gancho de fora enrolado pelo seu pé largo e mole, Ricardo de la Riva conseguiu parar o ímpeto do praticamente imbatível Royler Gracie, e ganhou uma guarda com seu nome.</p>
<p>Com um “joelho morto”, como lembra, Roberto “Gordo” Corrêa foi obrigado a improvisar e também deixou sua marca na arte. “A meia-guarda, que até então podia ser considerada uma posição favorável ao atleta de cima, quase tão boa para atacar como do cem-quilos, é hoje uma posição perfeita para o cara de baixo contra-atacar. Não tem jeito, o Jiu-Jitsu segue em franca evolução”, observa Carlinhos Gracie.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rilion Gracie now teaching in Miami Florida" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/dHLdu6iF64Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Perna dura? Ok, você ainda pode ser um ótimo guardião</strong></p>
<p>Difícil falar na evolução da posição sem citar dois outros foras-de-série. Roberto “Roleta” Magalhães, o engenheiro das raspagens, influenciou uma geração com golpes novos, armadilhas improváveis que superaram, nos Mundiais, craques de diversas gerações – de Wallid Ismail (1996) a Zé Mario Sperry (1998), de Amaury Bitetti (1999) a Fernando Margarida (2000). Não à toa, os três donos das guardas mais admiradas da atualidade – Rubens Cobrinha, Bráulio Estima e Roger Gracie – consideram a ele, Roleta, o melhor que já viram lutar. Outro exímio guardeiro, com finalizações surreais, foi Antonio “Nino” Schembri, que também deu novo ritmo ao Jiu-Jitsu ofensivo – no caso, o rock de seu ídolo Elvis Presley.</p>
<p>Alongados, de pernas fortes e flexíveis, os dois ases da Gracie Barra ajudaram a solidificar o mito de que guarda eficiente é guarda elástica, quase mágica. Não necessariamente. Árbitro da batalha entre Roleta e Wallid, no Mundial 1996, o policial Sergio Ignácio cansou de treinar com as melhores guardas da Gracie Barra. Passador dos bons, forte, adepto daquele jogo de amassar, viu-se num dilema na faixa-marrom: “Ou eu aprendia a fazer guarda, ou Carlinhos não me graduaria faixa-preta. Foi quando expus meu problema para Renzo, e ele me deu o pulo do gato que acabaria com meu temor de fazer guarda: a boa reposição não exige elasticidade, abertura de pernas – basta você não deixar o cara passar da linha do seu joelho. Essa lição facilita muito para repor”.</p>
<p>A partir daí, seu jogo de guarda pode ganhar asas. Como o “Carcará” Bráulio Estima revela: “Quando eu ataco, faço de trás para a frente. Primeiro, bloqueio a defesa do adversário para o meu ataque, e só depois busco o golpe fatal. São ajustes mínimos. A primeira coisa a fazer é quebrar a postura do adversário. Aí trabalho e tento anular sua defesa, antes mesmo de atacar. Assim, se eu ataco um triângulo mas o cara defende, acaba sobrando um braço. Hoje, o bom guardeiro não é aquele que defende a melhor passagem do adversário, e sim aquele que não deixa o adversário começar a aplicar sua melhor passagem. Não se pode deixá-lo desenvolver seu melhor jogo. É o famoso ‘passo à frente’”.</p>
<p>Para você chegar a um estágio avançado, porém, jamais se esqueça de construir uma base sólida, para sua muralha não ruir: “Quem quer ter uma boa guarda deve aprender e treinar todas as etapas da guarda”, diz Fabio Gurgel, líder da Alliance. “Primeiro fechada, com o adversário de joelhos; depois com o mesmo em pé; depois a guarda clássica com pé na virilha e suas variações. Insista no básico, que depois seu biótipo e seu tipo de jogo vão certamente definir o que é ideal para você.” Pronto, agora você está pronto para espernear – desta vez, com toda a classe.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O treino de Paulo Miyao para aquecer a guarda no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/dSMdod38Nh4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-brasileiro-e-a-guarda/">Do baú: o Jiu-Jitsu e a guarda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lições de Jiu-Jitsu do professor Fabio Ossitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 03:09:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como base na sua experiência como professor de Jiu-Jitsu ao longo de tantos anos, quais dicas você daria aos leitores da GRACIEMAG que desejam se tornar faixas-pretas de sucesso? FABIO OSSITOS: Acreditar nos fundamentos que o professor ensina, seguir treinando com muita humildade e entender que o processo do Jiu-Jitsu é uma jornada longa e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-236980" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017-300x210.jpg" alt="" width="1007" height="705" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017-300x210.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017-1024x717.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017-768x538.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017-150x105.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0017.jpg 1027w" sizes="auto, (max-width: 1007px) 100vw, 1007px" /></p>
<p><strong>Como base na sua experiência como professor de Jiu-Jitsu ao longo de tantos anos, quais dicas você daria aos leitores da GRACIEMAG que desejam se tornar faixas-pretas de sucesso?</strong></p>
<p>FABIO OSSITOS: Acreditar nos fundamentos que o professor ensina, seguir treinando com muita humildade e entender que o processo do Jiu-Jitsu é uma jornada longa e com várias fases. Vivemos numa cultura imediatista de uma forma geral, mas o Jiu-Jitsu ensina que é necessário amar o processo, semear para colher no longo prazo, ter perseverança, atenção aos detalhes e energia para viver cada novo desafio.</p>
<p><strong>Quais foram os principais desafios que você teve que vencer ao longo da sua carreira no Jiu-Jitsu para chegar ao topo?</strong></p>
<p>Quando iniciei minha trajetória no Jiu-Jitsu, na Gracie Barra Matriz, tive muitos desafios, como ter que trabalhar em dois empregos para me manter financeiramente  e conseguir continuar treinando. Assim como o Jiu-Jitsu ensina a ter perseverança dentro e fora do tatame, eu persisti com esses dois trabalhos e pude comprar kimono, me alimentar de forma saudável e investir no meu sonho e por um bom tempo, trabalhei muito para dar suporte ao meu sonho, até que fui contratado como professor da Gracie Barra Matriz e pude viver exclusivamente do Jiu-Jitsu e me dedicar ainda mais.</p>
<p><strong>Você gosta mais de competir ou de dar aulas?</strong></p>
<p>São benefícios diferentes, competindo eu possibilito mudanças em mim mesmo para estar bem para ajudar ao outro e lutar por algo maior que eu: o Jiu-Jitsu dentro e fora do tatame. Ensinando eu melhoro a vida do outro, e promovo transformação, vejo uma pessoa chegando à academia com vários problemas e crenças limitantes e ao longo do processo, a pessoa muda na vida e no Jiu-Jitsu. Como professor, pude testemunhar mudanças significativas na vida dos meus alunos, como por exemplo aluno chegar na escola com sobrepeso, com depressão, e depois se tornar saudável, ter amigos e ser muito mais feliz.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236951" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-300x225.jpg" alt="" width="801" height="601" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/IMG-20220428-WA0040.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 801px) 100vw, 801px" /></p>
<p><strong>Você está bem rankeado no cenário competitivo do Jiu-Jitsu. Qual é a sua &#8220;técnica forte&#8221; nos torneios?</strong></p>
<p>Treinando com outros grandes campeões, tive a oportunidade de definir meu jogo e as posições em que me tornei especialista. Sou conhecido como um excelente passador de guarda, e isso foi transformador, pois priorizei estudar esta técnica em um momento na história do Jiu-Jitsu em que a maioria dos grandes atletas queriam apenas estar por baixo. Apesar de ser um desafio, já que muitos treinavam estar por baixo, como a guarda-aranha, eu entendi o valor de estar por cima, com boas pegadas o que me possibilitava passar a guarda bem e me trazia segurança, eu sentia que sempre estava mais forte que o oponente. Esse foi o diferencial para que eu pudesse ter um jogo sólido por cima.</p>
<p><strong>Qual foi a sua grande vitória como lutador e qual foi a sua derrota mais dura?</strong></p>
<p>Minha vida competitiva foi marcada por aprendizados, quando perdia ou ganhava só me acrescentava cada vez mais conhecimentos porque sempre foram os campeonatos mais duros do esporte. Não utilizo a palavra derrota no meu vocabulário, entendo que sempre ganho algo, mais conhecimento, novas experiências e novos amigos.</p>
<p><strong>Quem foi o seu grande ídolo na carreira, aquela pessoa que serviu como diretriz nas suas grandes decisões? Por quê?</strong></p>
<p>Mestre Carlos Gracie Jr, foi o meu professor desde criança até a faixa-preta, foi meu mentor e pai. Por eu não ter tido pai, meus irmãos mais velhos me influenciaram e me levaram para o Jiu-Jitsu, pois também se tornaram exímios faixas-pretas campeões e professores deste que é considerado o maior time de Jiu-Jitsu do mundo, e o professor Carlinhos me ensinou tudo o que eu sei dentro e fora do tatame, me inspirou e me deu toda a base para eu ser o atleta e professor que sou hoje.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236953" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-231925_Instagram-233x300.jpg" alt="" width="821" height="1057" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-231925_Instagram-233x300.jpg 233w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-231925_Instagram-768x990.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-231925_Instagram-116x150.jpg 116w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-231925_Instagram.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 821px) 100vw, 821px" /></p>
<p><strong>Se você tivesse que recomeçar a sua carreira no Jiu-Jitsu, o que você faria diferente? Ou seja, quais erros você evitaria repetir?</strong></p>
<p>Trilhei um caminho com a família Gracie onde tive uma mentoria única que me trouxe uma proposta de vida diferenciada e todos os ensinamentos que eu tive pude colocar em prática em cada decisão que tomei na minha carreira profissional, e as decisões, que posteriormente tive que mudar, considero aprendizados, que me fizeram crescer e amadurecer e me tornar um ser humano melhor para mim, minha família e principalmente para meus alunos. Ser competidor a este nível do esporte e ser professor formado pela academia Gracie e formador de outros grandes campeões também é ser um modelo dentro e fora do tatame para os alunos, e ter essa responsabilidade sempre me levou a pensar muito cuidadosamente sobre minhas decisões e mudar de opinião e caminho sempre que foi necessário.</p>
<p><strong>Já teve que usar o Jiu-Jitsu na rua, em alguma situação de violência urbana?</strong></p>
<p>Precisei usar o Jiu-Jitsu como defesa pessoal quando eu era adolescente, na escola, quando um menino queria me bater e eu consegui imobilizá-lo até a professora chegar. Momento em que pude verificar a eficácia da arte suave e sair da situação sem me machucar. Treinar para nunca precisar usar, mas se precisar usar o Jiu-Jitsu você saber.</p>
<p><strong>Quais são os benefícios que você, como professor de Jiu-Jitsu, oferecerá à cidade onde você for morar nos Estados Unidos?</strong></p>
<p>Como professor de Jiu-Jitsu, poderei continuar a promover principalmente o conhecimento da arte marcial para as comunidades, empoderando os alunos com técnicas de defesa pessoal, garantindo uma comunidade mais segura e saudável. Promover o Jiu-Jitsu é fomentar um estilo de vida saudável e fornecer todos os benefícios que a arte suave oferece ao ser humano, como foco, atenção, disciplina, bem-estar, saúde, respeito ao próximo e as autoridades dentro e fora do tatame. E ainda ter o bônus de formar outros grandes campeões, tanto através do meu exemplo de competidor como através do ensino do esporte.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236955" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram-297x300.jpg" alt="" width="827" height="835" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram-297x300.jpg 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram-1015x1024.jpg 1015w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram-768x775.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/05/Screenshot_20220505-232142_Instagram.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 827px) 100vw, 827px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-jiu-jitsu-do-professor-fabio-ossitos/">Lições de Jiu-Jitsu do professor Fabio Ossitos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lucio “Charly Brown” e a virada com o Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2022 09:28:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da Gracie Barra na Paraíba, Lucio ‘Charly Brown’ é um dos tantos exemplos de quem teve a vida transformada graças ao Jiu-Jitsu. O faixa-preta contou ao GRACIEMAG um pouco da sua história e onde conseguiu chegar graças à arte suave. “Um grande amigo de infância me convidou para conhecer uma arte marcial que eu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Professor da Gracie Barra na Paraíba, Lucio ‘Charly Brown’ é um dos tantos exemplos de quem teve a vida transformada graças ao Jiu-Jitsu. O faixa-preta contou ao GRACIEMAG um pouco da sua história e onde conseguiu chegar graças à arte suave.</p>
<p>“Um grande amigo de infância me convidou para conhecer uma arte marcial que eu nunca tinha ouvido falar, o Jiu-Jitsu, em 1996. Nessa época, trabalhava como açougueiro e não tinha tempo para fazer nenhum tipo de esporte. Numa tarde de folga do trabalho, meu vizinho Jordan dos Santos me falou que tinha recebido a faixa-azul e iria lutar no final de semana. E me convidou para dar uma olhada. Chegando à competição, me apresentou à família Ramos Joaz. Ramos era instrutor do professor da Gracie Barra na Paraíba, o Luiz Barboza, pioneiro da arte suave no estado”, conta.</p>
<p>Mal imaginava ele que aquele dia mudaria totalmente a sua trajetória. A partir dali, novas perspectivas se abriram.</p>
<p>“No decorrer do campeonato percebi que o Jordan já era um ídolo no Jiu-Jitsu paraibano. No início da semana dei o primeiro passo: comprei um kimono. Fiz então a primeira aula, e aprendi muito com a família Ramos e com o professor Luiz Barboza, uma enciclopédia de MMA, nunca vi alguém no Nordeste que soubesse tantas técnicas do esporte. Luiz fez atletas como o Mario Sucata, Carlão, João Quebra Ossos, Joaz Ramos. Esses caras eram cascas-grossas demais, não sentiram o gosto amargo da derrota lutando em todo o Nordeste”, recorda.</p>
<div id="attachment_6995" style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/brown2ZE.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6995" class="size-full wp-image-6995" title="brown2ZE" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/brown2ZE.jpg" alt="" width="529" height="407" /></a><p id="caption-attachment-6995" class="wp-caption-text">Charly Brown ao lado de amigos como Carlos Gracie Jr. e Zé Radiola. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>O tempo passou e Lucio evoluiu tecnicamente. Naturalmente, as responsabilidades aumentaram e um novo ofício se tornou real.</p>
<p>“Luiz me convidou então para ministrar aulas no bairro onde moro em João Pessoa. À época, achei muito difícil, porque não havia tantos conhecedores do Jiu-Jitsu por lá. As pessoas não sabiam nem pronunciar a palavra direito. Foi passando o tempo e aceitei a proposta do professor. Em 10 janeiro de 1998 abri a primeira academia no bairro Valentina Figueiredo, zona sul de João Pessoa. Hoje em dia todo mundo conhece o Jiu-Jitsu, são fãs dos atletas e vão torcer para os familiares e amigos em todas as competições. E eu ministro palestras em colégios e damos aula para criançada carente em nosso bairro”, comemora Lucio.</p>
<p>Mas o Jiu-Jitsu acrescentou muito mais ao lutador. Além de a chance de viver dignamente, numa atividade que gosta e sente orgulho, através da modalidade pôde fazer diversas amizades e ir a lugares que não imaginava.</p>
<p>“Em 2003 fui competir em Pernambuco e conheci um dos atletas mais duros que já lutei, Luciano Ayres, aluno do Zé Radiola. Logo depois fui chamado pelo Zé para competir no Rio de Janeiro e conhecer o QG da Gracie Barra. Nunca havia pensado em entrar num avião. No meio da viagem anotava em um rascunho perguntas que poderia fazer ao mestre Carlos Gracie Jr. Coisas tipo: qual é o segredo do Jiu-Jitsu Gracie? O que fazer para ter sucesso no nosso esporte?”, lembra.</p>
<p>“Chegando ao Rio, na academia na Barra da Tijuca, me deparei com o mestre e aquelas anotações viraram poeira, porque apenas apertei sua mão falei: ‘Tudo bom? Beleza?’ Na verdade era um Gracie que estava na minha frente e eu só os via na GRACIEMAG ou em fitas de vídeo. Estudava muito os Gracie, lia bastante sobre a filosofia Gracie, a alimentação. Foi aí que entendi que eles eram pessoas simples, inteligentes. Esse dia me inspirou e consegui trazer a medalha número 1 da nossa equipe”, completa.</p>
<div id="attachment_6996" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/brown1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6996" class="size-full wp-image-6996" title="brown1" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/brown1.jpg" alt="" width="499" height="357" /></a><p id="caption-attachment-6996" class="wp-caption-text">No alto do pódio em 2008. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>O tempo passou e as metas, os objetivos, foram alcançados. Para isso, o Jiu-Jitsu foi um forte aliado, um alicerce, uma força de confiança para alcançar o que se deseja.</p>
<p>A história de Lucio só faz crescer, assim como sua academia. Competir fora do estado virou rotina, e os lutadores da região só melhoram, com dezenas de medalhas do Europeu ao Pan. E ele nunca mais voltou a trabalhar no velho açougue, nem tem saudade.</p>
<p>A lição disso tudo? Jamais desista dos seus sonhos. Afinal, o Jiu-Jitsu sempre estará ao seu lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Melhore sua passagem de guarda: drible a guarda-aranha e finalize" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Dfz4OON9Cfg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/lucio-charly-brown-e-a-virada-com-o-jiu-jitsu/">Lucio “Charly Brown” e a virada com o Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você sabe a diferença entre instinto e consciência no Jiu-Jitsu? Carlos Gracie Jr. explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 10:39:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mestre, pensador e instrutor, Carlos Gracie Jr. costuma inspirar seus alunos e associados da Gracie Barra com preleções memoráveis na academia. Certa vez, Carlinhos discursou sobre os diferentes tipos de atletas de Jiu-Jitsu. “Há pessoas com muito conhecimento de Jiu-Jitsu e às vezes com pouco instinto de luta. Nesses casos o conhecimento sobrepuja o instinto.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100458" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2013/02/video-jiu-jitsu-voce-sabe-a-diferenca-entre-instinto-e-a-consciencia-carlinhos-gracie-explica/roger-carlinhos-gracie-by-ivan-2/" rel="attachment wp-att-100458"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-100458" class="size-full wp-image-100458" title="Carlinhos Gracie com Roger na GB América, na Califórnia. Foto por Ivan Trindade." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/02/Roger-Carlinhos-Gracie-by-Ivan.jpg" alt="Carlinhos Gracie com Roger na GB América, na Califórnia. Foto por Ivan Trindade." width="700" height="467" /></a><p id="caption-attachment-100458" class="wp-caption-text">Carlinhos Gracie com Roger na GB América, na Califórnia. Foto por Ivan Trindade.</p></div>
<p>Mestre, pensador e instrutor, Carlos Gracie Jr. costuma inspirar seus alunos e associados da Gracie Barra com preleções memoráveis na academia. Certa vez, Carlinhos discursou sobre os diferentes tipos de atletas de Jiu-Jitsu.</p>
<p><em>“Há pessoas com muito conhecimento de Jiu-Jitsu e às vezes com pouco instinto de luta. Nesses casos o conhecimento sobrepuja o instinto. E tem outro tipo, o camarada que tem pouco conhecimento e compensa com muito instinto&#8221;, reflete Carlinhos. &#8220;Apenas o instinto já é capaz de salvá-lo, já que permite que ele se safe das situações de risco, não seja finalizado à toa e lute bem.”</em></p>
<p>O mestre prossegue:</p>
<p><em>“Já vi muitas vezes o aluno saber sair da posição somente com o instinto, mas na hora de explicar a posição não sabe, pois não tem consciência do que faz. Assim, se ele um dia quiser ser professor, não vai saber explicar a posição. Na academia eu tinha muitos graduados, faixas-pretas, que eu chamava para passar a posição. Eles pediam na hora: &#8216;Não, por favor, não me coloca para ensinar não.&#8217; Ficavam apavorados.”</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Gracie Jr - O Instinto vs a Consciência" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/kHJrZELdqSs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>“O joguinho de um atleta bem treinado muitas vezes só funciona quando ele está cheio de gás. Na hora que ele bate o prego, com meio palmo de língua para fora, ou quando fica velhinho, o Jiu-Jitsu do camarada cai muito”, ensina o Gracie. “A técnica, o conhecimento e a consciência deixam a gente tranquilo quando se está numa posição ruim. Porque é uma posição que exige muito gasto de energia. E você tem de sair bonitinho, na hora exata em que o cara cometer um erro técnico.”</em></p>
<p><em>“Sempre fui muito fã do básico. Depois que você tiver um bom Jiu-Jitsu básico, o resto se desenvolve sozinho. Você cria, inventa. O resto é fácil. O difícil mesmo é o A-E-I-O-U.”</em></p>
<p>E você, já é fera no A-E-I-O-U do Jiu-Jitsu? Oss&#8230;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-sabe-a-diferenca-entre-instinto-e-consciencia-no-jiu-jitsu-carlos-gracie-jr-explica/">Você sabe a diferença entre instinto e consciência no Jiu-Jitsu? Carlos Gracie Jr. explica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 passos para você tirar o adversário da montada e cair por cima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 12:16:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-preta Fernando Nassif treina desde os 13 anos e é professor de Jiu-Jitsu da Gracie Barra nos EUA. Uma das maiores lições que aprendeu nos tatames e leva para vida ele escutou do mestre Carlos Gracie Jr: &#8220;A grande virtude técnica de um faixa-preta não é a quantidade de golpes que ele conhece, mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90614" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2012/12/7-passos-para-voce-tirar-o-adversario-da-montada-e-cair-por-cima/2011-pan-ibjjf-jiu-jitsu-championship-26/" rel="attachment wp-att-90614"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-90614" class="size-full wp-image-90614" title="2011 Pan IBJJF Jiu Jitsu Championship" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/meiaguardaJiuJitsuPanIBJJF.jpeg" alt="" width="640" height="426" /></a><p id="caption-attachment-90614" class="wp-caption-text">Adversário tenta raspar Paulo Miyao na meia-guarda no Pan 2011. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG.com</p></div>
<p>O faixa-preta Fernando Nassif treina desde os 13 anos e é professor de Jiu-Jitsu da Gracie Barra nos EUA.</p>
<p>Uma das maiores lições que aprendeu nos tatames e leva para vida ele escutou do mestre Carlos Gracie Jr: &#8220;A grande virtude técnica de um faixa-preta não é a quantidade de golpes que ele conhece, mas sim a experiência que ele tem na aplicação de cada golpe&#8221;.</p>
<p>Confira, em sete passos básicos e eficazes, a cartilha do professor Fernando para evitar a montada, trazer seu colega de treinos para a meia-guarda e então raspá-lo:</p>
<p>1. Usar os cotovelos para tirar o oponente montado de cima do seu peito.</p>
<p>2. Esticar a perna, catar uma das pernas e prendê-la.</p>
<p>3. Virar, abrir um espacinho e controlar a faixa do oponente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Coach Fernando teaches Deep Half Guard Reversal at San Clemente JiuJitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/FzFDjt8AcJM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>4. Ponto dos mais importantes: fazer o galeio, sacudir e catar firme o calcanhar dele.</p>
<p>5. Chute o oponente lá para cima, enfie o joelho entre as pernas dele e, segurando firme no calcanhar, empurre o com o pé.</p>
<p>6. Olhe para fora e sente-se.</p>
<p>7. Com a sola do pé firme no chão (38 segundos do vídeo), puxe o joelho e termine a raspagem.</p>
<p>Curtiu? Bons estudos&#8230;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-jiu-jitsu-7-passos-para-voce-tirar-o-adversario-da-montada-e-cair-por-cima/">7 passos para você tirar o adversário da montada e cair por cima</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Carlos Gracie que são transmitidas por gerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 14:16:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kayron, o pequeno Kailan, Carol e Carlinhos. O Jiu-Jitsu influenciando todas as gerações da família.  O legado do saudoso grande mestre Carlos Gracie segue vivo em seus descendentes, como o mestre Carlos Gracie Jr., que segue à risca os ensinamentos do pai, passando o mais puro estilo de vida do Jiu-Jitsu a seus filhos e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-227644" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-300x244.jpg" alt="" width="846" height="688" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-300x244.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-1024x832.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-768x624.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055-150x122.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG-20200811-WA0055.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /></p>
<p><em>Kayron, o pequeno Kailan, Carol e Carlinhos. O Jiu-Jitsu influenciando todas as gerações da família. </em></p>
<p>O legado do saudoso grande mestre Carlos Gracie segue vivo em seus descendentes, como o mestre Carlos Gracie Jr., que segue à risca os ensinamentos do pai, passando o mais puro estilo de vida do Jiu-Jitsu a seus filhos e netos.</p>
<p>Veja abaixo uma lista das lições mais célebres do legado Gracie, e logo a seguir um vídeo no qual Carlinhos reflete sobre as aulas de sua vida na construção do que é a arte suave. Oss!</p>
<p><strong><em>“Com o Jiu-Jitsu aprendi, sobretudo, a grande lição, que foi a de me conhecer profundamente.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“De nada vale a força física bruta contra a ciência dos samurais.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“O adepto do Jiu-Jitsu deve, acima de tudo, prestigiar, amar e defender o grande esporte que praticamos.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“É quando os lutadores cansam que a luta começa realmente a ser travada.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“Comer errado é o pior dos venenos.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-227605" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg" alt="" width="798" height="685" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13.jpeg 1078w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-300x258.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-1024x880.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-768x660.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-10-at-09.59.13-150x129.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 798px) 100vw, 798px" /></a></p>
<p><em>Carlos Gracie Jr. com o filho mais novo, Kayan, e com a memória do pai Carlos Gracie ao fundo, no quadro clássico das academias de Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Jamais lute contra a pessoa, e sim contra os movimentos dela.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“O hábito de acender um cigarro é uma burrice social. Imaginemos que fosse socialmente elegante ter dois cilindros que exalassem fumaça espetados nas narinas. Imitarias isso também?”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Emprega o maior tempo no aperfeiçoamento de ti mesmo, e nenhum tempo em criticar os outros.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“Promete a ti mesmo ser grande demais para sentir desassossego, nobre demais para sentir cólera, forte </em></strong><strong><em>demais para sentir temor e feliz demais para sentir contrariedades.”<br />
</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Gracie Jr. revela como aprendeu Jiu-Jitsu e criou o método Gracie Barra" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/3hy1dmBFlSg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-carlos-gracie-que-sao-retransmitidas-por-geracoes/">As lições de Carlos Gracie que são transmitidas por gerações</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Carlos Gracie Jr e as lições dos 35 anos da Gracie Barra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[BUJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie Jr]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A equipe Gracie Barra, capitaneada pelo mestre Carlos Gracie Jr., completa 35 anos neste 2021. Sua missão de espalhar o Jiu-Jitsu por todos os cantos do planeta segue viva, e seus professores levam consigo não só as lições do mestre, mas toda a filosofia do Jiu-Jitsu como base. Para marcar a data histórica, mestre Carlinhos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90014" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-90014" class="size-full wp-image-90014" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/carlinhos-3.jpg" alt="Carlos Gracie Junior. Foto: Arquivos GRACIEMAG." width="500" height="333" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/carlinhos-3.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/carlinhos-3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/carlinhos-3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-90014" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Junior. Foto: Arquivos GRACIEMAG.</p></div>
<p>A equipe Gracie Barra, capitaneada pelo mestre Carlos Gracie Jr., completa 35 anos neste 2021. Sua missão de espalhar o Jiu-Jitsu por todos os cantos do planeta segue viva, e seus professores levam consigo não só as lições do mestre, mas toda a filosofia do Jiu-Jitsu como base.</p>
<p>Para marcar a data histórica, mestre Carlinhos lembrou os principais direcionamentos da equipe em carta aberta, para que as gerações futuras possam se espelhar nas mais de três décadas da escuderia que mais cresce no mundo. Confira nas linhas abaixo:</p>
<p><em>&#8220;Há 35 anos, a Gracie Barra era fundada com base no trabalho em equipe e fortalecimento do espirito de família. Encorajamos nossos alunos a lutar uns pelos outros tanto quanto eles lutam por si mesmos.</em></p>
<p><em>&#8220;Trabalhamos duro para criar um ambiente de excelência, tendo o respeito mútuo como elemento fundamental do nosso convívio. O resultado é uma comunidade global, de milhares de pessoas, que entendem que juntos somos mais fortes, e que trabalham todos os dias para levar o Jiu-Jitsu para todos.</em></p>
<p><em>&#8220;Neste momento de comemoração, eu me lembro de muitas das lições que aprendi com meu pai. Ele me ensinou que o Jiu-Jitsu é uma ferramenta poderosa para desenvolvermos pessoas melhores. Aprendi que, através de ações disciplinadas e tendo coragem para sonhar, a nossa arte marcial poderia causar um impacto positivo no mundo.</em></p>
<p><em>&#8220;Eu acordo todos os dias com um profundo sentimento de gratidão e apreciação por cada um de vocês. O que estamos construindo juntos é memorável e será lembrado por muitas gerações.</em></p>
<p>Carlos Gracie Jr.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_231550" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231550" class="size-full wp-image-231550" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-02-at-17.52.13.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-02-at-17.52.13.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-02-at-17.52.13-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-02-at-17.52.13-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231550" class="wp-caption-text">Em comemoração aos 35 anos da GB, as palavras do fundador Carlos Gracie Jr. Foto: Divulgação</p></div>
<p><em> </em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/carlos-gracie-jr-e-as-licoes-dos-35-anos-da-gracie-barra/">Carlos Gracie Jr e as lições dos 35 anos da Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Aguaí&#8221;? O segredo Gracie para avaliar o açaí que você anda comendo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 21:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Carlinhos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Gracie Jr]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimento energético preferido dos praticantes de Jiu-Jitsu, o açaí se tornou uma febre entre atletas e não atletas. Com seu sabor único e propriedades altamente benéficas à saúde, a frutinha do norte do Brasil que caiu no gosto dos Gracie há meio século conquistou adeptos no mundo inteiro. Contudo, o preparo correto da iguaria pode&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47686" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-47686" class="size-full wp-image-47686" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/10/acai-by-Araga-3.jpg" alt="Uma tigela de açaí com maçã para o lanche pode ser a refeição perfeita para quem luta Jiu-Jitsu. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG" width="640" height="418" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/10/acai-by-Araga-3.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/10/acai-by-Araga-3-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/10/acai-by-Araga-3-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-47686" class="wp-caption-text">Uma tigela de açaí batido com maçã, lanche perfeito para quem treina. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p class="p3"><span class="s1">Alimento energético preferido dos praticantes de Jiu-Jitsu, o açaí se tornou uma febre entre atletas e não atletas. Com seu sabor único e propriedades altamente benéficas à saúde, a frutinha do norte do Brasil que caiu no gosto dos Gracie há meio século conquistou adeptos no mundo inteiro. Contudo, o preparo correto da iguaria pode ser a chave entre consumir uma refeição de qualidade ou um verdadeiro misto de substâncias que podem prejudicar o seu rendimento nos treinos.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Para elucidar as qualidades do bom açaí, consultamos a nutróloga Danielle Machado, que esteve de passagem pelas terras amazônicas e destrinchou um pouco das propriedades da fruta.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">&#8220;O açaí é rico em antocianinas, um pigmento arroxeado com grande capacidade antioxidante que atua no combate ao envelhecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer&#8221;, destaca a especialista. &#8220;Além disso, o açaí possui boa quantidade de ômega 6, ômega 9, ácido oleico, vitaminas B1, B2, C e E, ferro, magnésio, cálcio e potássio além de proteínas, fibras e carboidratos. Ou seja, é de fato um alimento completo&#8221;.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Danielle explicou ainda os benefícios diretos do açaí ao ser consumido com regularidade pelo praticante do Jiu-Jitsu. Sem excesso, claro, afinal uma tigela por dia é suficiente para nos deixar saciado:</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">“O açaí tem propriedades muito úteis para os lutadores, pois auxilia na perda de peso, previne câimbras, atua como antiinflamatório natural, ou seja, é um fruto importantíssimo para atletas de alto rendimento, além de ser uma excelente fonte de energia.&#8221;</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">A nutróloga alerta, porém, sobre a maneira de preparo do açaí ideal, e dá sua receita para tornar ainda mais valioso o lanche com a fruta.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">&#8220;O consumidor tem de estar atento às formas de comercialização do açaí, pois o xarope de guaraná, que normalmente é adicionado à fruta, aumenta em cerca de 93 calorias por colher de sopa do preparado. Como o xarope de guaraná aumenta muito o índice glicêmico, e consequentemente os níveis de insulina no organismo, esse açúcar em excesso tende a ser armazenado na forma de gordura e o indivíduo pode até desenvolver diabetes em certos casos. Isso sem falar de outros casos, nos quais os estabelecimentos comercializam o açaí com caldas, chocolates, balas, paçocas e biscoitos tornando ainda maior a concentração de açúcares&#8221;, explicou a especialista.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">&#8220;Na região amazônica, ele é consumido com farinha pela população ribeirinha. Mas para o nosso paladar regional, uma opção é bater no liquidificador uma polpa de açaí orgânico, uma banana congelada, 50ml de água de coco e uma colher de sopa de aveia, para um nutritivo e eficiente pré-treino natural&#8221;, sugeriu, por fim, Danielle.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Quem também não deixa de saborear seu açaí, sempre saudável, é o <a href="https://www.graciemag.com/2020/10/15/exclusivo-a-aula-particular-de-jiu-jitsu-de-mestre-carlos-gracie-jr/" target="_blank" rel="noopener">mestre Carlos Gracie Jr.</a> Para não consumir gato por lebre, o fundador da Gracie Barra tem suas receitas. O primeiro é ficar de olho nos potes de açaí, e não comprar o açaí em pontinhos que contiver gordura hidrogenada, substância que também é encontrada nos sorvetes e ajuda na conservação e armazenamento do produto, mas faz um mal danado para o organismo. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">“Procuro comprar o açaí o mais ‘in natura’ possível. Levo a polpa e bato eu mesmo em casa, com banana, carne de coco às vezes, talvez com mamão. É mais trabalhoso fazer em casa do que consumir na rua, mas o preço da boa saúde é o esforço, a determinação. A vantagem é que depois que você começa a bater seu próprio açaí, aquilo se torna um hábito, e você sente as recompensas ao colher os frutos depois: você se sente bem melhor nos treinos, demora mais a envelhecer, exala saúde. Outro ponto importante é ao adoçar: eu uso mais tâmara, e fica delicioso. Xarope de guaraná é pior que açúcar refinado, é a garapa do guaraná, só essência, uma porcaria”, ensina Carlinhos. Além de tâmaras, você pode optar por adoçar seu açaí com mel, ou suco de maçã.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Para Carlinhos, há um método simples para verificar se a polpa do seu açaí é de fato nutritiva: “Deixe o açaí que você compra num pote fora da geladeira por algum tempo, e você vai ver se é polpa da boa ou se é apenas gelo. Se ele derreter quase todo, o produto não é bom. Tem muita gente hoje tomando ‘aguaí’, pensando que é açaí”, diz o Gracie.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Para o faixa vermelha-e-branca, o consumidor tem de estar atento, seja nas casas de suco ou na hora de comprar a polpa. “Se a pessoa está disposta a consumir um produto bom, tem de pesquisar e pagar por ele o preço correto. Se o suco na loja ou o quilo da polpa está com um preço ridículo, muito provavelmente a qualidade será ridícula também”. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Bom lanche, e bons treinos.</span></p>
<ul>
<li>Artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #238.</li>
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		<item>
		<title>As melhores lições de Carlos Gracie Jr, aniversariante do mês, aos 65 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 13:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[65 anos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[Carlinhos Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O sucesso de Carlinhos vem da arte de não criar grandes expectativas e, por consequência, não se abater por grandes frustrações. Uma técnica serena de não se deixar seduzir por deslumbre ou euforia. Viver para o que se ama, sempre com o máximo de dedicação possível&#8221;, analisou nosso editor-chefe Raphael Nogueira ao entrevistar Carlos Gracie&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_220796" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-220796" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-220796" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG-20200117-WA0063.jpg 1092w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-220796" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. em foto de Mike Pesh</p></div>
<p>&#8220;O sucesso de Carlinhos vem da arte de não criar grandes expectativas e, por consequência, não se abater por grandes frustrações. Uma técnica serena de não se deixar seduzir por deslumbre ou euforia. Viver para o que se ama, sempre com o máximo de dedicação possível&#8221;, analisou nosso editor-chefe Raphael Nogueira ao entrevistar <a href="https://www.graciemag.com/academias/carlos-gracie-jr/" rel="noopener" target="_blank">Carlos Gracie Jr</a>, mestre de Jiu-Jitsu que completou 65 anos no último domingo, dia 17 de janeiro. </p>
<p>As lições do fundador da Gracie Barra e IBJJF seguem inspirando nossa equipe e milhares de praticantes do Jiu-Jitsu pelo mundo, e hoje relembramos algumas destas para você começar a semana com força total. Confira nas linhas abaixo e siga os melhores exemplos ao seu redor sempre. Oss!</p>
<p>“O avanço da idade é inevitável, mas isso jamais pode se transformar numa barreira. Não adianta brigar contra a passagem do tempo, prefiro investir numa contínua adaptação aos diferentes momentos da vida. O corpo percebe as limitações da idade e avisa o que está apto ou não a fazer. Cabe ao indivíduo ter sensibilidade e intuição para assimilar essas mensagens.&#8221;</p>
<p>“Meu pai, Carlos Gracie, foi um exemplo disso, teve lucidez e saúde até o seu último dia, viveu mais de 90 anos. Cuidar da saúde do corpo – o que inclui a nossa mente e o nosso espírito – é o segredo para uma vida como a dele.”</p>
<p>&#8220;Jiu-Jitsu é para a vida toda, e por essa linha de pensamento vocês podem ter certeza de que técnicas básicas, como é o caso da guarda fechada ou dessa guarda aberta que gosto de fazer, jamais vão nos abandonar. Aos 70 anos ainda seremos capazes de executá-las com bastante mobilidade. O mesmo não se pode falar da guarda-tornado ou do berimbolo.”</p>
<p>&#8220;No ciclo de vezes em que o adversário tenta passar a minha guarda, ele vai se desgastar muito mais do que eu. Vai sucumbir no final. É que nem amansar um cavalo xucro. A gente impõe controle aos poucos, progredindo gradativamente, tirando o ímpeto do bicho até ele se exaurir. E é aí que eu puxo o chicote e começo a atacar o oponente.&#8221;</p>
<p>&#8220;Começo a cuidar da minha saúde a partir da alimentação. Não me limito a simplesmente comer, gosto de escolher e preparar tudo aquilo que vou ingerir. Isso se deve ao autoconhecimento que desenvolvi ao longo da vida em relação à minha digestão. Optei por dedicar cerca de 70% da minha alimentação às frutas. Não como carne vermelha e já faz um tempo que reduzi bastante a quantidade de carnes brancas. Fritura jamais!&#8221;</p>
<p>&#8220;Tem pessoas que tem muito conhecimento de Jiu-Jitsu e às vezes tem pouco instinto de luta. Nesses casos o conhecimento sobrepuja o instinto. E tem o outro lado, o camarada que tem pouco conhecimento e tem muito instinto. Apenas o instinto já o salva, pois permite que ele se safe das situações de risco, não seja finalizado à toa e lute bem.&#8221;</p>
<p>&#8220;Disciplina e consistência. Devo a esses dois fatores tudo que consegui na minha vida. As coisas nunca aconteceram do dia para a noite, os resultados vieram como consequência de um trabalho de décadas. É preciso persistir, e isso é uma coisa difícil de ser ensinada nos dias de hoje, uma época em que a sociedade revela tanta fome de conquistas imediatas.”</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-melhores-licoes-de-carlos-gracie-jr-aniversariante-do-mes-aos-65-anos/">As melhores lições de Carlos Gracie Jr, aniversariante do mês, aos 65 anos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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