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	<title>Alunos | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 Jan 2025 14:00:25 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Alunos | Graciemag</title>
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		<title>A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 13:18:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na família Gracie, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas. “Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244135" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244135" class="wp-image-244135 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg" alt="Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação" width="800" height="852" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-282x300.jpg 282w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-768x818.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-141x150.jpg 141w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-244135" class="wp-caption-text">Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação</p></div>
<p>Os gatos (Felis catus para os amantes da ciência) são dotados de olhar desconcertante, vértebras flexíveis, velocidade de 50km/h e caçam como poucos. Por atributos marcantes como esses, os enigmáticos peludos são uma fonte de eterna inspiração para lutadores de Jiu-Jitsu.</p>
<p>E ainda mais para professores, que volta e meia acabam por usá-los como exemplo na hora de passar lições importantes nos tatames.</p>
<p>Na família Gracie, por exemplo, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas.</p>
<p>“Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
<p>Outra do grande mestre: “Meu filho, pulo-do-gato não se ensina a urso!”</p>
<p>Seu neto Kron também se tornou um especialista nas boas frases felinas. Certa vez, ensinou a equipe GRACIEMAG:</p>
<p>“Numa luta de Jiu-Jitsu, você deve mentalizar que é o leão e o adversário é o cara que corre de você. Quando ele cansar&#8230; Você vai e morde.”</p>
<p>E há, claro, talvez o dito mais repetido pela família, cujo autor foi grande mestre Carlos Gracie, e depois foi popularizado por Carlson, Rickson e todos os campeões que viriam depois. Esta, com um leão subentendido na frase: “Se tamanho fosse documento, o elefante era o rei das selvas.”</p>
<p><iframe title="Cat Jiu-Jitsu At Night" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/edyiPA500GA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em pleno século XXI, os estudos acerca dos gatos domésticos só fazem avançar, em especial sobre a personalidade dos bichanos e o que passa por suas pequenas mentes irrequietas. Descobriu-se, por exemplo, que gatos são bem diferentes dos cachorros e outros animais de estimação no quesito motivação e recompensa. Enquanto o cão pode ser muito bem treinado caso receba uma guloseima ou um biscoito, no caso do gato a tarefa é um pouco mais complexa.</p>
<p>É que, no caso dos gatos, a recompensa que mais agrada quase nunca é a do paladar, mas do afeto, como procura demonstrar o documentário “Inside the Mind of a Cat”, do diretor Andy Mitchell (Netflix).</p>
<p>Numa das experiências no filme, um gato entra numa sala e tem quatro opções para escolher: sua comida favorita, um cheiro que o agrada, seu brinquedo predileto e sua dona. O malandro vai quase sempre para perto do afago e do colo do humano, num sinal de que para os espertos gatos, o coração ainda vence o estômago.</p>
<p>O faixa-preta que assistir ao filme pode pensar nos seus alunos mais espertos e ágeis. O que cada um deles busca? Será que querem somente uma recompensa corriqueira, como a medalha ou a vitória? Ou eles vão treinar atrás de diversão, conforto, interação ou outro tipo de recompensa afetuosa? Cabe, sempre, ao sábio mestre enxergar no escuro e descobrir.</p>
<p>Como dizia o poeta Agrippino Grieco, o gato “é um concentrado de tigre em domicílio”. No fundo, para melhor aprendermos com eles, e estarmos sempre ágeis e serenos, nada melhor que um bom treininho de Jiu-Jitsu.</p>
<p><iframe title="A MELHOR PASSAGEM DE GUARDA BORBELA - O Pulo do Gato" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/K7jOAqoUHUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-mais-valiosa-que-os-gatos-podem-ensinar-a-quem-luta-jiu-jitsu/">A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como não jogar seus faixas-brancas aos tubarões, com prof. Luis Marques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2022 17:18:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233407" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233407" class="size-full wp-image-233407" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-02-at-09.29.41.jpeg" alt="" width="496" height="621" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-02-at-09.29.41.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-02-at-09.29.41-240x300.jpeg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-02-at-09.29.41-120x150.jpeg 120w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233407" class="wp-caption-text">Confira as dicas do professor. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Campeão mundial master e faixa-preta há uma década, Luis Marques sabe que todo craque do Jiu-Jitsu já passou pelos mares turbulentos da faixa-branca, quando mais de 80% dos praticantes pulam fora da academia. Muitas vezes, isso ocorre porque os novatos se sentem jogados aos tubarões, em especial ao rolarem com praticantes mais cascudos. O professor e líder da LR Extreme detalhou sobre a didática e o sistema de ensino que vem adotando, para estimular os novos alunos, e manter todo e qualquer faixa-branca seguro a bordo. Confira!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>1.</strong> “Em nossa academia, fazemos questão de deixar o faixa-branca extremamente confortável nas primeiras dez aulas. Naquelas primeiras dez aulas, ele só vai sentir o Jiu-Jitsu, não lutar”, diz o professor de 38 anos.</p>
<p><strong>2.</strong> “O aluno recém-chegado precisa primeiro se aclimatar, gostar de estar ali naquele ambiente e se sentir bem com o kimono e aquela faixa amarrada. Procuramos então realizar uma aula com dez minutos de alongamento, aquecimentos específicos para o Jiu-Jitsu, aula de fundamentos e técnicas básicas do nosso Jiu-Jitsu.”</p>
<p><strong>3.</strong> “Nestas primeiras aulas, basicamente o aluno vai aprender a se movimentar no Jiu-Jitsu, e começar a aprender um pouco dos nomes e regras da arte marcial. É nessa etapa que o aluno também pode tomar conhecimento de algumas técnicas de defesa pessoal e aulas mais lúdicas, a depender da idade do novato. Isso vai durar umas duas ou três aulas. O objetivo é que ele se divirta e se encante com o Jiu-Jitsu, e não que enfrente ninguém.”</p>
<p><strong>4.</strong> “Após conhecer os fundamentos e nomes das posições, a aula avança para conectar as técnicas. Uma fuga de quadril, uma reposição de guarda, uma aula mais detalhada de defesa pessoal, e assim vai. Seu corpo assim começa a ganhar percepção e mobilidade para progredir.”</p>
<p><strong>5.</strong> “A partir da quinta aula em diante, o faixa-branca começa a trabalhar movimentos mais específicos. Chegada no cem-quilos, abrir a guarda, uma raspagem seriam exemplos. E tudo isso em forma de drill, sem nenhum tipo de rola ou confronto nas primeiras dez aulas.”</p>
<p><strong>6.</strong> “Aqui em nossa escola, temos ainda um sistema que tem funcionado. A primeira aula do aluno, de modo geral, é feita num dojo com cortinas fechadas, para que ele se sinta totalmente à vontade para perguntar, errar, repetir a movimentação. É basicamente uma aula particular para o novato se encantar de vez com o treininho.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A raspagem do professor e campeão Luis Marques para você surpreender" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/1ueZqgvcHho?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>7.</strong> “Estas dez primeiras aulas podem ser feitas em separado, numa turma separada. Quando o estudante completa as dez aulas, avança para a turma iniciante, com faixas-brancas um pouco mais experientes.”</p>
<p><strong>8.</strong> “Para ele rolar a primeira vez, eu tenho uma filosofia que faixa-branca novo não deve rolar com faixa-branca. E retiro também a finalização nesta etapa, pois é onde os iniciantes em geral exageram e se contundem. Normalmente a gente escala um graduado contra um faixa-branca”.</p>
<p><strong>9.</strong> “Após 35 aulas em média, já vejo o faixa-branca apto a rolar com outros faixas-brancas. É o equivalente ao praticante que já tem o primeiro grau na faixa. Mas ainda assim não libero chave botinha e finalizações mais arrojadas. A partir de 70 aulas, libero a chave de pé para o faixa-branca – quando ele treinar com um mais graduado.”</p>
<p><strong>10.</strong> “Um ponto importante para que toda essa didática funcione é que os instrutores e professores da equipe estejam bem treinados e escolados. Com tudo bem esquematizado, o instrutor sabe em que turma ou estágio o novo aluno está.”</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-nao-jogar-seus-faixas-brancas-aos-tubaroes-com-prof-luis-marques/">Como não jogar seus faixas-brancas aos tubarões, com prof. Luis Marques</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça o Infant System BJJ, idealizado pelo GMI Rodrigo Macedo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Almada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 02:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI em Massachusetts, o professor Rodrigo Macedo tem como missão formar futuros campeões no Jiu-Jitsu e na vida. Faixa-preta da Alliance nos Estados Unidos, Rodrigo é o idealizador do Infant System Brazilian Jiu-Jitsu, metodologia desenvolvida para o ensino de Jiu-Jitsu e defesa pessoal para crianças de 3 a 14 anos. Além do incentivo à&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238405" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238405" class="wp-image-238405 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-768x1024.jpeg" alt="" width="650" height="867" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-768x1024.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-225x300.jpeg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo-113x150.jpeg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/GMI-Rodrigo-Macedo.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238405" class="wp-caption-text">Rodrigo Macedo com o kimono do Infant System BJJ. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI em Massachusetts, o professor <a href="https://www.instagram.com/blvit/">Rodrigo Macedo</a> tem como missão formar futuros campeões no Jiu-Jitsu e na vida. Faixa-preta da Alliance nos Estados Unidos, Rodrigo é o idealizador do <a href="https://www.instagram.com/infant_system_bjj/">Infant System Brazilian Jiu-Jitsu</a>, metodologia desenvolvida para o ensino de Jiu-Jitsu e defesa pessoal para crianças de 3 a 14 anos. Além do incentivo à prática do esporte, o programa visa à formação social do aluno e engloba inúmeros benefícios, como a melhora na autoconfiança e coordenação motora.</p>
<p>Em bate-papo com a equipe do GRACIEMAG.com, Rodrigo Macedo listou os benefícios do Infant System para as crianças, abordou os desafios de ensinar Jiu-Jitsu no exterior e disse quais foram as principais lições que aprendeu ao ensinar os pequenos e pequenas.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG: </em></strong><strong>Quando você percebeu que viveria e trabalharia em prol do Jiu-Jitsu?<br />
</strong></p>
<p><em>RODRIGO MACEDO: </em>Comecei a treinar Jiu-Jitsu em 2002, mas já estou aqui nos Estados Unidos desde 1998. Depois de anos de treinamento, após pegar a faixa-roxa, passei a dar aula para as crianças como instrutor e gostei bastante da experiência. Foi nesse momento que tive certeza do que queria fazer na minha vida.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de ensinar Jiu-Jitsu no exterior?<br />
</strong></p>
<p>A meu ver, não há tantos desafios. Alguns pequenos empecilhos podem atrasar um pouco o professor, como o idioma. Mas acredito que uma academia que não tenha um plano de aula específico para crianças e adultos pode trazer dificuldades. Hoje em dia vejo muitos professores que pretendem abrir uma academia, mas não têm noção de como lidar com alunos pequenos. Ressalto sempre que as aulas infantis não são como as turmas de adultos.</p>
<p><strong>Você criou o projeto Infant System Brazilian Jiu-Jitsu. Como funciona?</strong></p>
<p>Usamos as cores para definir cada disciplina no método Infant System, estratégia que já é recorrente no Brasil. A diferença da nossa metodologia é que damos aos pais e professores o poder das cores, algo que não é aplicado somente nas aulas de Jiu-Jitsu, mas também nos ambientes familiar e escolar. Temos conseguido ótimas respostas dos pais, já que as crianças passaram a prestar mais atenção nas aulas da escola graças ao Infant System. Por meio da disciplina e respeito, despertamos o espírito competidor.</p>
<p><strong>Que benefícios a defesa pessoal traz para seus pequenos alunos?</strong></p>
<p>A defesa pessoal deveria ser obrigatória em todas as academias de Jiu-Jitsu. A prática do Jiu-Jitsu traz diversos benefícios às crianças, como a evolução do condicionamento físico, melhora na coordenação motora, agilidade, respeito à hierarquia, desenvolvimento do reflexo e a autoconfiança. As crianças que praticam a arte suave aprendem muito mais do que movimentos de autodefesa e aplicação de golpes. Durante as aulas, as crianças são estimuladas a melhorar as relações com os colegas e superam dificuldades que transcendem de obstáculos físicos.</p>
<p><strong>Você se refere ao papel do Jiu-Jitsu na parte mental e psíquica, certo?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu é uma ferramenta que desempenha um papel importante na formação do caráter, já que oferece aos pequenos a possibilidade de pensar em pequenas ações que podem melhorar o convívio social. Os alunos também lidam com questões que os tornam mais dispostos a enfrentar qualquer desafio fora da academia. A falta de paciência é a maior dificuldade das crianças. Hoje em dia, ensinar nossos alunos a saber lidar com as frustrações faz parte do nosso plano de aulas infantil. Ensinamos que ganhar e perder faz parte. Além disso, defendemos que você alcança uma meta quando dá o seu melhor, independentemente do resultado. E ensinar nossos pequenos a lidar com essas emoções é uma delas.</p>
<p><strong> </strong><strong>Você ensina crianças diariamente. Mas quais foram seus maiores aprendizados como professor?</strong></p>
<p>Eu me especializei desde muito cedo no Jiu-Jitsu infantil. Passei por muitos desafios como professor. Mas a maior lição que aprendo diariamente com eles é a lealdade e o amor. Um professor de Jiu-Jitsu tem papel fundamental na formação do aluno. E tem a capacidade de influenciar, ensinar e inspirar. Meu objetivo é conseguir ensinar o aluno a lidar com os obstáculos que ele inevitavelmente vai enfrentar ao longo da vida.</p>
<p><strong>Quais são suas próximas metas como professor à frente </strong><strong>do seu projeto?</strong></p>
<p>Minha próxima meta é tornar o Infant System disponível para todos os professores e instrutores de Jiu-Jitsu em uma plataforma digital, com ensinamentos de técnicas infantis por meio de vídeo aulas e planos de aula semanais para professores com três turmas: 3 a 6 anos, 7 a 10, e 11 a 14 anos. Estou focado no mercado americano, mas nossa plataforma terá versões em inglês e português. Meu objetivo é mostrar que qualquer professor pode ter uma aula didática e de muita qualidade com um rendimento 100% infantil.</p>
<p><strong>O que mais deixa você realizado como professor?</strong></p>
<p>O legado que deixarei para as futuras gerações, por meio de alguns ensinamentos principais – atenção, respeito, disciplina e o espírito competidor. É o que toda criança precisa adquirir para poder ser um cidadão consciente e respeitado. Destaco que o que aprendemos quando criança é o que levamos para a vida adulta.</p>
<p>Saiba mais sobre o trabalho do <a href="https://www.instagram.com/reel/Cg5Dz0_phjw/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D" target="_blank" rel="noopener">professor Rodrigo Macedo, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conheca-o-infant-system-bjj-idealizado-pelo-gmi-rodrigo-macedo/">Conheça o Infant System BJJ, idealizado pelo GMI Rodrigo Macedo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rafael Dallinha (Rada Jiu-Jitsu) lembra desafios e a saga do esporte na Califórnia</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2022 17:59:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-233715" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1.jpg" alt="" width="1536" height="1025" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p>
<p>O faixa-preta Rafael Dallinha, professor em La Jolla, aportou na Califórnia com o terreno já capinado. Muitos anos antes de sua chegada, o ensolarado estado americano tinha sido desbravado por feras como Rickson Gracie, Nelsinho Monteiro, Fabio Santos e outros professores lendários que emigraram do Brasil.</p>
<p>Hoje, perto de completar duas décadas por lá, o professor analisa o que mudou nos últimos anos, os caminhos que a arte marcial ainda tem a percorrer e como sua academia vem se fortalecendo.</p>
<p>GRACIEMAG: Como foi sua mudança do sul do Brasil para a Califa? Foi uma decisão planejada?</p>
<p>RAFAEL DALLINHA: Nada. Eu vim para os Estados Unidos em 2004, para lutar o Pan da IBJJF e ficar seis meses, com o objetivo de aprender inglês. Eu estava cursando o último semestre da faculdade no Brasil, mas acabei me dando bem no Pan. Fiquei motivado e em seguida ganhei alguns campeonatos, após lutar com gente bem dura, de nome no esporte. Com isso chamei atenção e recebi um patrocínio, do Gilberto da Jiu-Jitsu Pro Gear. Assim, fui ficando. Lutei todo fim de semana, em todo torneio que aparecia, treinando o máximo que podia. E assim já se passaram quase duas décadas, uma vida. E sigo aprendendo e me divertindo aqui.</p>
<p>Como foram seus primeiros dias?</p>
<p>Eu vim encaminhado para treinar com o professor Rodrigo Medeiros em San Diego, que era muito amigo do meu professor Murilo Rupp, em Santa Catarina. Fiz sete lutas naquele Pan 2004, era até bastante competidor para a época. O Jiu-Jitsu já começava a se consolidar, e o torneio foi irado. Acabei então morando em Los Angeles por dez meses, onde treinava com o professor Gerson Sanguinito. Logo depois me mudei para San Diego para ficar perto da academia do Rodrigo Medeiros, que estava muito forte já. Muitos dos grandes lutadores apareciam para treinar com a gente antes das competições.</p>
<p>Você presenciou algum fato que mudou a cara do esporte, e atraiu mais gente para as academias locais?</p>
<p>Eu senti uma grande mudança em 2007, quando a IBJJF trouxe o Mundial para a Califórnia, em Long Beach. Ali começamos a ver o Jiu-Jitsu ganhar muita tração e atrair alunos de todos os cantos. Era um panorama que já vinha desde o boom do UFC, da audiência maciça do “The Ultimate Fighter” em 2005. Mas com o Mundial o esporte deu mais um salto.</p>
<p>Como os californianos encaram os treinos?</p>
<p>A modalidade aqui é muito forte, e profissional. Acho que os locais levam as coisas muito a sério, seguem um treinamento muito profissional e se comprometem. O Jiu-Jitsu e as academias mudaram muito desde que cheguei em 2004.</p>
<p>Há muitas academias hoje na sua região. Como você vê a concorrência?</p>
<p>Há de fato muitas academias por aqui, especialmente em San Diego, mas nem assim o mercado me parece saturado. Eu vejo com outros olhos: quanto mais academias, mais conhecido fica o Jiu-Jitsu. E quanto mais reconhecimento, mais alunos teremos sempre. Tenho duas academias, uma localizada em La Jolla e outra em Oceanside. As duas escolas Rada Jiu-Jitsu são rodeadas de academias, mas isso só nos faz crescer e trabalhar melhor. Quem não fizer um trabalho profissional vai aos poucos perder espaço e mercado. O segredo, como em qualquer profissão, é sempre se reciclar e estudar.</p>
<p>Você ralou muito antes de se tornar um professor reconhecido?</p>
<p>Trabalhei com tudo que você possa imaginar. Estacionei carros, limpei banheiros, entreguei pizza e muito mais, mas sempre sobrava disposição para ralar nos tatames. Cheguei certo tempo a trabalhar duro numa empresa de mudança, em que fazia até três mudanças por dia. De noite, ia treinar, sempre cheio de energia e motivação. Eu encarava os trampos como uma etapa da vida, eu sabia que lutando e treinando, em breve iria abrir a minha escola, e viver do e em prol do Jiu-Jitsu. Mas não foi fácil.</p>
<div id="attachment_233717" style="width: 1546px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233717" class="size-full wp-image-233717" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2.jpg" alt="" width="1536" height="1044" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-1024x696.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-768x522.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /><p id="caption-attachment-233717" class="wp-caption-text">O professor Rafael Dallinha, em La Jolla, San Diego. Fotos: Divulgação</p></div>
<p>E compensou?</p>
<p>Foi uma estrada difícil, mas hoje é só alegria. Tenho uma escola linda em La Jolla e nossa primeira filial em Oceanside, com alunos, atletas e amigos que admiro demais. Hoje deixei de lado a formação de craques do esporte e me concentro mais em qualidade de vida, em criar pessoas do bem, pessoas que vão dar um treininho para fortalecer sua saúde física e mental. Hoje vivo pelo prazer de treinar, vou competir quando dá, mas o principal é estar com os amigos de verdade, encontrar os velhos parceiros de surfe e ficar com a família. No fim das contas, afinal, é isso o que interessa. Com tudo o que aprendi desde que comecei lá no sul, meu objetivo é fazer do Jiu-Jitsu a ferramenta mais divertida e eficiente para mudar a vida das pessoas de uma maneira positiva.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-dallinha-rada-jiu-jitsu-lembra-desafios-e-a-saga-do-jiu-jitsu-na-california/">Rafael Dallinha (Rada Jiu-Jitsu) lembra desafios e a saga do esporte na Califórnia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Schubert: &#8220;A firula também funciona no Jiu-Jitsu, mas&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 14:38:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcos Schubert, aclamado professor de Jiu-Jitsu de Curitiba, no Paraná, é um notório defensor do Jiu-Jitsu básico, que ele costuma divulgar em suas procuradas vídeo-aulas em suas redes sociais. Outro dia, por exemplo, o faixa-preta fez sucesso ao nos ensinar uma bela e eficiente saída do cem-quilos, postada no Instagram de GRACIEMAG. Relembre, aqui. O&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217929" style="width: 1090px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217929" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01.jpeg" alt="" width="1080" height="838" class="size-full wp-image-217929" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01-300x233.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01-768x596.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01-1024x795.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.23.01-150x116.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-217929" class="wp-caption-text">Professor Marcos Schubert, da Schubert Jiu-Jitsu</p></div>
<p>Marcos Schubert, aclamado professor de Jiu-Jitsu de Curitiba, no Paraná, é um notório defensor do Jiu-Jitsu básico, que ele costuma divulgar em suas procuradas vídeo-aulas em suas redes sociais.</p>
<p>Outro dia, por exemplo, o faixa-preta fez sucesso ao nos ensinar uma bela e eficiente saída do cem-quilos, postada no <a href="https://www.instagram.com/p/CbxOetbuhNT/" rel="noopener" target="_blank">Instagram de GRACIEMAG. Relembre, aqui.</a></p>
<p>O professor refletiu sobre o aparente conflito entre o básico e a firula no Jiu-Jitsu, e ofereceu mais um ensinamento interessante à nossa equipe.</p>
<p>&#8220;Rapaz, a firula no Jiu-Jitsu não precisa ser vilã. É o que eu chamo de Jiu-Jitsu artístico, e tem muita coisa que funciona, e por isso deve ser treinado e estudado para quem não quer ser surpreendido&#8221;, opinou Schubert. &#8220;A firula, portanto, pode funcionar. Mas&#8230; Vou falar uma coisa, por experiência própria, de alguém com mais de uma década como faixa-preta de Jiu-Jitsu e judô. A cada dez pessoas, apenas uma vai conseguir realizar aquela técnica mais floreada, rebuscada ou acrobática. Essa pessoa vai de fato surpreender o oponente e a firula vai caber no seu jogo. São os lutadores diferenciados. Mas as outras nove não vão conseguir ter sucesso, nem executar bem a acrobacia, e vão se frustrar, será perda de tempo e energia. Já que o Jiu-Jitsu é feito para todos, os professores precisam ensinar o feijão com arroz que sustenta, aquele básico que dez em dez vão aprender e realizar muito bem, nas horas mais difíceis no treino ou em situação real&#8221;.</p>
<p>O professor com escola em Curitiba concluiu com um exemplo verificado em seu próprio dojo: </p>
<p>&#8220;Eu tenho um aluno de 5 anos de idade, e meu estudante mais velho tem 76 anos. Tudo que eu passo nas aulas, todas as técnicas que ensino, ambos conseguem fazer. Esse é o grande segredo.&#8221;</p>
<p>Confira uma guilhotina sem pano com o selo de qualidade Schubert, e bons treinos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="No Gi - Guilhotina Em Pé - Schubert Jiu-Jitsu Gracie System" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/7oQg5c7g1Js?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/schubert-a-firula-tambem-funciona-no-jiu-jitsu-mas/">Schubert: “A firula também funciona no Jiu-Jitsu, mas…”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3 dicas essenciais de Godoi para gerenciar academias de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 10:44:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em clássica edição de GRACIEMAG, um dos destaques entre os leitores foi uma entrevista do professor Roberto Godoi, onde o popular “Jason” recordou como sua academia passou de 30 praticantes no início para uma rede de filiais que envolve milhares de alunos hoje. Muitos leitores inclusive pediram mais histórias, dicas e detalhes para gerir bem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205785" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205785" class="size-large wp-image-205785" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-1024x671.jpeg" alt="" width="650" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-1024x671.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-768x504.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45-150x98.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-03-at-23.15.45.jpeg 1060w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-205785" class="wp-caption-text">Professor Roberto Godoi à frente de sua equipe na graduação da G13BJJ. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Em clássica edição de <a href="https://www.graciemag.com/2018/02/07/graciemag-252-o-novo-desafio-do-samurai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GRACIEMAG</a>, um dos destaques entre os leitores foi uma entrevista do professor Roberto Godoi, onde o popular “Jason” recordou como sua academia passou de 30 praticantes no início para uma rede de filiais que envolve milhares de alunos hoje. </p>
<p>Muitos leitores inclusive pediram mais histórias, dicas e detalhes para gerir bem uma escola de Jiu-Jitsu. Godoi, claro, encarou a missão e mandou as mais valiosas.</p>
<p>Confira e aprenda com quem soube chegar aonde chegou.</p>
<p><strong>1. Ações de divulgação e marketing</strong><br />
Para o líder da escola G13BJJ, o professor precisa responder algumas perguntas para se certificar que está no caminho certo. Entre elas: “Seu bairro e região sabem da existência de sua academia? Conhecem o seu trabalho de excelência dentro do BJJ? Os potenciais novos alunos têm chegado a sua academia?” Portanto, o primeiro passo é entender como divulgar sua equipe para o público local.</p>
<p><strong>2. Consultoria de vendas desde a porta</strong><br />
Toda academia bem sucedida investe consistentemente no treinamento do que antes era chamado de “recepção”; hoje, o caminho é transformar a antiga recepção num eficiente departamento de vendas. “Muitos alunos ficam na academia dependendo desse primeiro contato. Essa medida aumenta significativamente o número de matrículas e planos vendidos a seus clientes”, explica Godoi. “Nesse primeiro contato com o novo aluno, nossas consultoras devem estar treinadas e preparadas para entender que cada aluno novo é uma pessoa diferente entre si; e o principal, são pessoas com objetivos totalmente diferentes dentro do Jiu-Jitsu.”</p>
<p><strong>3. Fidelização das turmas já existentes</strong><br />
Pouco adianta divulgar bem sua academia e atrair muitos novos alunos sem um bom trabalho para quem chega. “Procure responder estas perguntas: Como anda o treinamento e a motivação do quadro de profissionais de sua academia? E sua infra-estrutura, equipamentos e higiene das dependências no geral, são atrativas?”. O Jiu-Jitsu já exige esforço e dedicação em cima do tatame, ofereça conforto fora dele.</p>
<p>Para conferir mais dicas de Roberto Godoi e de outros aclamados professores e mestres do Jiu-Jitsu, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG</a>.</p>
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		<title>Fabio Leandro e a cerimônia de graduação da Alliance Venice</title>
		<link>https://www.graciemag.com/fabio-leandro-e-sua-cerimonia-de-graduacao-da-alliance-venice/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fabio-leandro-e-sua-cerimonia-de-graduacao-da-alliance-venice</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 19:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sob o comando do professor GMI Fabio Leandro, a Alliance Venice realizou no último sábado, dia 30 de outubro, uma belíssima cerimônia de graduação para cerca de 400 alunos no estado norte-americano da Flórida. A academia, muito elogiada pelo respeito aos protocolos de saúde durante a pandemia do Covid-19, recebeu alunos de todas as faixas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235366" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235366" class="size-full wp-image-235366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33.jpeg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-235366" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sob o comando do professor GMI <a href="https://instagram.com/fabioleandrobjj?utm_medium=copy_link">Fabio Leandro</a>, a <a href="https://alliancevenice.com/">Alliance Venice</a> realizou no último sábado, dia 30 de outubro, uma belíssima cerimônia de graduação para cerca de 400 alunos no estado norte-americano da Flórida.</p>
<p>A academia, muito elogiada pelo respeito aos protocolos de saúde durante a pandemia do Covid-19, recebeu alunos de todas as faixas para serem promovidos e, na segunda parte da cerimônia, ainda ofereceu um tradicional churrasco brasileiro, exibindo um pouco da rica cultura de nosso país aos praticantes norte-americanos.</p>
<p>Num dos momentos mais marcantes do evento, o aluno Alex Hernandez (recém-promovido à faixa-azul) pediu sua companheira em casamento. E ela disse &#8220;sim!&#8221;, conforme você pode ver no vídeo mais abaixo.</p>
<p>O sucesso da cerimônia mostra que, mesmo num período difícil de pandemia, professores resilientes, criativos e otimistas, como é o caso de Fabio Leandro, são capazes de enfrentar a tormenta e seguir em frente ainda mais fortes no disputado mercado das artes marciais.</p>
<p>Confira abaixo alguns momentos da cerimônia de graduação da Alliance Venice!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<div id="attachment_235360" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235360" class="size-full wp-image-235360" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1.jpeg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-235360" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<div id="attachment_235362" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235362" class="size-full wp-image-235362" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2.jpeg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-2-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-235362" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/tv/CVvOWyepGBY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
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		<title>Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:02:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235222" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235222" class="size-full wp-image-235222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg" alt="" width="1284" height="1275" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-1024x1017.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-768x763.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235222" class="wp-caption-text">Rodrigo exibe suas medalhas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus alunos e reforça que a vitória não é um objetivo, mas sim consequência de um trabalho bem feito nos tatames.</p>
<p>Com uma história incrível de superação, Rodrigo papeou com GRACIEMAG para contar sobre a empreitada de formar novos campeões, além de falar sobre seu duelo contra um câncer e como o mesmo influenciou seu método de ensino. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RODRIGO BOROSKI: Aos 14 anos, estudava em um colégio militar que era ligado à universidade Gama Filho. Por conta disso, eu tinha muitos amigos que já praticavam Jiu-Jitsu e não demorou para que o professor me convidasse para conhecer o esporte. Nessa época, eu já era faixa-roxa de judô, esporte que praticava desde os 4 anos de idade, então no meu primeiro rola consegui dar uma boa queda no meu adversário. O problema é que esse adversário era um faixa-amarela, ou seja, levei uma surra no chão (risos). Me interessei pelo Jiu-Jitsu, mas no mesmo ano descobri que estava com câncer e fiquei tratando até os 17 anos. No fim do tratamento, decidi treinar Jiu-Jitsu e me matriculei na Chute Boxe, onde tive a oportunidade de treinar com grandes nomes como Anderson Silva, Murilo Ninja e Kazushi Sakuraba.</p>
<div id="attachment_235226" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235226" class="size-full wp-image-235226" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg" alt="" width="1284" height="1271" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-300x297.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-1024x1014.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-768x760.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235226" class="wp-caption-text">&#8220;A vida não é sobre a espera pelo fim de tempestade, mas sim o aprendizado de como dançar na chuva&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Sempre gostei de competir, mas como o Jiu-Jitsu não era tão difundido nessa época, lutava em campeonatos regionais. Lutei muito nos campeonatos paranaenses, que era filiados a CBJJ, e visitava outros municípios para participar de outras competições. Apesar de sempre estar no pódio desses eventos, ainda tinha limitações por conta do câncer e dos medicamentos que eu precisava tomar, então eu não consegui evoluir muito como atleta. Apesar disso, o meu amor pela arte suave nunca diminuiu.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior aprendizado ao ser graduado como faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a minha faixa-preta em 2013 e em um momento difícil. Pouco antes de ser graduado, meu câncer voltou e os médicos me deram uma previsão de apenas treze meses de vida. Após um tratamento experimental com células-tronco, eu fiquei um tempo fazendo tratamentos para combater o câncer. Apesar desse problema, só faltava os treinos caso estivesse internado ou fazendo quimioterapia. Não conseguia fazer sparring por conta do mal estar proveniente dos tratamentos, mas essa situação ampliou a minha visão do que é ser um faixa-preta. A faixa não vem apenas porque você é um bom atleta, o que realmente é importante é a sua dedicação à arte marcial.</p>
<p><strong>Apesar das limitações, você não se deixou abalar e seguiu seu caminho na arte suave. Como o ensino modificou a sua percepção do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Posso dizer que tenho mais talento para ser professor do que atleta. Apesar do meu empenho, jamais pude me dedicar da forma que gostaria às competições. No entanto, não deixei de continuar treinando e aprendendo, mesmo quando o câncer voltou. Os conhecimentos que eu absorvi através desses anos me ajudaram a desenvolver uma análise crítica e focada. Sempre me voltei mais para a defesa pessoal, tendo em vista que ela exige menos do corpo, e frequentei seminários de grandes nomes do esporte, como Renzo Gracie, Fabio Gurgel e André Galvão. Além disso, tive a oportunidade de treinar por quinze dias com o grande mestre Hélio Gracie. Busquei todo esse conhecimento porque sabia que eu não teria uma carreira bem-sucedida como atleta, então estava focado em ensinar bem os meus alunos. Por conta disso, pude me tornar o primeiro professor na Irlanda com um atleta local que foi campeão mundial.</p>
<div id="attachment_235230" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235230" class="size-full wp-image-235230" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg" alt="" width="1284" height="1268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-1024x1011.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-768x758.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235230" class="wp-caption-text">Rodrigo junto a uma de suas alunas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Meus professores sempre me disseram que eu não tinha nada a provar pra ninguém, que era um vencedor por natureza e que deveria me divertir nas competições. Sempre passo esse mesmo ensinamento para os meus alunos, que a prioridade é estar feliz, o resultado é apenas uma consequência. Não me importo que meus alunos percam desde que eles deem o melhor deles. Medalhas vem e vão, mas o campeão de hoje pode ser esquecido amanhã. A verdadeira vitória é mostrar o seu melhor desempenho, algo que te faça feliz e que contribua para sua evolução como ser humano.</p>
<p><strong>Você mencionou a sua preferência pelos treinos de defesa pessoal na sua época de aluno. Hoje, como professor, esse gosto é algo que influencia o seu ensino?</strong></p>
<p>Eu sou um professor à moda antiga, ou seja, prezo muito pela defesa pessoal. Todos os meus alunos sabem se defender de socos, chutes e puxões de cabelo. A ideia é que se você consegue se defender na rua, uma competição não será nada assustador, tendo em vista que temos regras. Mas, acima de tudo, valorizo o trabalho de base. Não importa quanto o Jiu-Jitsu evolua ou se modernize, uma base sólida faz a diferença no currículo de um competidor.</p>
<p><strong> Apesar da importância do treino e do preparo físico, o lado psicológico do atleta pode ser um divisor de águas em um duelo. Como blindar seus alunos para as pressões de um campeonato?</strong></p>
<p>Mantenho uma disciplina muito rígida nos tatames. É uma reclamação recorrente dos meus alunos, mas eu não comemoro as vitórias ou sofro pelas derrotas. É importante que eles lembrem que o resultado da luta é uma consequência, um reflexo de um trabalho que você executou bem ou mal. Além disso, eu busco alimentar em cada um deles o instinto de coletividade, de que as vitórias e derrotas não são individuais, mas sim da equipe. Se eu tenho um aluno que é campeão, o mérito é de toda a equipe que treinou com ele e o acompanhou no campeonato. Ninguém vence sozinho ou perde sozinho.</p>
<div id="attachment_235228" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235228" class="size-full wp-image-235228" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg" alt="" width="1284" height="1264" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1024x1008.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-768x756.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235228" class="wp-caption-text">No pódio do Dublin Open 2018. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Ao meu ver, não há uma receita para o sucesso. O caminho para ser bem-sucedido, tanto dentro quanto fora do Jiu-Jitsu, é o trabalho duro e, principalmente, a disposição para nunca desistir. Independentemente da habilidade do seu oponente ou de como a luta está progredindo, você não pode se entregar. Se eu tivesse desistido na minha luta contra o câncer, hoje estaria morto. Procuro sempre firmar isso com os meus alunos, especialmente quando eles reclamam que estão cansados. Quanto mais cansado estiver, mais você vai favorecer a técnica ao invés da força e isso é o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Estabelecido como um professor de sucesso na Irlanda, quais são os planos para seu futuro no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Além de continuar guiando e ensinando meus alunos, estou ganhando peso e me preparando fisicamente para voltar a competir. Devido aos meus altos e baixos com o câncer, nunca me senti tão forte quanto estou agora e pretendo aproveitar isso. Minha meta é participar do Campeonato Europeu e do Mundial no ano que vem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-e-a-recompensa-do-trabalho-duro-no-jiu-jitsu/">Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fabio Rosa e a importância de ter uma equipe unida no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seja como atleta ou professor, alcançar o sucesso no Jiu-Jitsu é uma missão que requer dedicação e muito trabalho duro. Munido da experiência adquirida em seus 15 anos como faixa-preta, nosso GMI Fabio Rosa, líder da Fabin Rosa Brazilian Jiu Jitsu, defende que uma equipe unida faz toda a diferença no ensino e até mesmo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234558" style="width: 611px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234558" class="size-full wp-image-234558" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Equipe.png" alt="" width="601" height="353" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Equipe.png 601w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Equipe-300x176.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Equipe-150x88.png 150w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /><p id="caption-attachment-234558" class="wp-caption-text">Fabio Rosa (ao centro) e seu time de atletas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Seja como atleta ou professor, alcançar o sucesso no Jiu-Jitsu é uma missão que requer dedicação e muito trabalho duro. Munido da experiência adquirida em seus 15 anos como faixa-preta, nosso GMI Fabio Rosa, líder da Fabin Rosa Brazilian Jiu Jitsu, defende que uma equipe unida faz toda a diferença no ensino e até mesmo nas competições.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Fabio explicou como a união afeta o desempenho da sua academia, além de falar sobre o início de sua carreira e como alcança o equilíbrio entre a rotina de atleta e a de professor de Jiu-Jitsu. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>FABIO ROSA: Eu cresci na Barra  da Tijuca, Rio de Janeiro. Quando era criança, sempre via o pessoal mais velho indo treinar Jiu-Jitsu, o que despertou minha curiosidade. Na minha escola também tinham alguns praticantes e um deles era um amigo meu, que acabou por me convidar para visitar a academia em que ele treinava. Eu já praticava judô e capoeira nessa época mas, depois dessa aula experimental, larguei tudo para focar no Jiu-Jitsu de vez.</p>
<div id="attachment_234560" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234560" class="size-full wp-image-234560" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210831-151248.png" alt="" width="496" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210831-151248.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210831-151248-300x258.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210831-151248-150x129.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234560" class="wp-caption-text">Fabio junto a sua antiga equipe. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quando recebeu a faixa-preta?</strong></p>
<p>Me graduei à faixa-preta com o professor Roberto Magalhães, também conhecido como &#8220;Roleta&#8221;. Comecei no Jiu-Jitsu treinando com o Gustavo Machado, mas como ele precisou viajar, o Roleta me recebeu e começou a me dar aulas quando eu já era um faixa-azul. Fiquei sob a tutela dele até 2006, quando recebi uma proposta para vir morar nos Estados Unidos, pouco depois da graduação. Sou muito grato ao Roleta por todos os ensinamentos.</p>
<p><strong>Quais foram os desafios de se mudar para os Estados Unidos?</strong></p>
<p>Passei pela mesma dificuldade que a maioria das pessoas encara nessa situação, que é se adaptar a uma vida diferente. Vim para os Estados Unidos sozinho, então tive que deixar para trás amigos e família para poder correr atrás do meu sonho. Além disso, existem as diferenças climáticas e culturais, que também agregaram à dificuldade para eu me estabelecer por aqui. Apesar de tudo isso, o Jiu-Jitsu foi a melhor ferramenta para essa adaptação e pude contar com ele para fazer novas amizades, as quais mantenho até hoje, e ter mais contato com a cultura local.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia de abrir sua primeira academia de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Passei por um período em que treinava e dava aulas aqui nos Estados Unidos, mas não estava muito feliz. Acabei me afastando da academia por conta disso, mas montei a minha garagem para dar aulas particulares para meus amigos. Quando começaram a ter aulas aqui, esses amigos começaram a insistir para que eu abrisse uma academia e eu, que também já vinha considerando essa possibilidade, acabei cedendo e abrindo a minha primeira academia. O início foi tenso, não tinha dinheiro suficiente na conta para pagar o aluguel do mês seguinte e já estava até considerando morar na academia para cortar gastos, mas conforme o mês progrediu, conseguimos assinar cerca de trinta alunos e assim cobrir as despesas.</p>
<div id="attachment_234562" style="width: 585px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234562" class="size-full wp-image-234562" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Atlanta-Open.png" alt="" width="575" height="605" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Atlanta-Open.png 575w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Atlanta-Open-285x300.png 285w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Rosa-Atlanta-Open-143x150.png 143w" sizes="auto, (max-width: 575px) 100vw, 575px" /><p id="caption-attachment-234562" class="wp-caption-text">Com ouro no pescoço, Fabio sorri no pódio do Atlanta Open 2021. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o maior desafio de equilibrar a rotina de atleta e a de professor de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Esse equilíbrio é algo que ainda apresenta dificuldade para mim. Eu me dedico mais à academia e aos alunos do que a mim mesmo, e quando vou competir, luto na intenção de motivar os meus alunos. É um grande desafio equilibrar essas duas rotinas, preciso puxar o treino, ficar atento para que ninguém se machuque, cuidar e manter a academia em funcionamento e ainda tenho que treinar para participar dos campeonatos. Não é fácil, mas sinto que estou conseguindo bons resultados, tanto no papel de atleta quanto no de professor.</p>
<p><strong>Qual é o ensinamento que você aprendeu competindo e que sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Sempre lembro a eles que a vida, dentro e fora do Jiu-Jitsu, não é fácil. Se queremos algo, é preciso lutar, encarar os bons e maus momentos, e continuar em frente sem nos deixar abalar. Nem sempre iremos ganhar uma competição ou ter um bom resultado, mas não podemos desanimar e parar de evoluir. Perseverança é a chave para o sucesso.</p>
<p><strong>Qual é o segredo para fazer sua academia crescer e ser bem-sucedida?</strong></p>
<p>Ter uma equipe bem unida. Tento sempre unir os meus alunos e explicar a eles que, se tiverem a mesma afinidade e carinho que eu tenho com meus amigos do Brasil, eles terão uma chance maior de serem bem-sucedidos. Você ir para o treino e ter seus amigos de tatame desejando ver o seu sucesso, treinando e fazendo com que você dê o seu melhor antes de um campeonato, não tem preço. Acredito que essa união é a base para o sucesso, seja como aluno, atleta ou professor.</p>
<p><strong>Com a academia bem-sucedida e alunos talentosos, o que te motiva a se manter no cenário competitivo?</strong></p>
<p>Atualmente, quem me motiva são os meus alunos. Como a minha academia já cresceu, já tenho um bom número de faixas-pretas e muitos deles são bem-sucedidos. Ver o esforço e o sucesso deles é algo que me mantém motivado para dar o meu melhor e continuar lutando. No início, eu precisava estimular eles, mas hoje é uma via de mão dupla.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/fabio-rosa-e-a-importancia-de-ter-uma-equipe-unida-no-jiu-jitsu/">Fabio Rosa e a importância de ter uma equipe unida no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 16:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Thiago Almeida Em 1994, fui convidado por um amigo de escola a fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu. Apesar de treinar karatê desde pequeno, fiquei curioso com relação ao Jiu-Jitsu e fiz uma aula na escola Behring. O esporte não me prendeu e só voltei a ter contato com ele dois anos depois, quando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234490" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234490" class="size-full wp-image-234490" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png" alt="" width="586" height="591" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-297x300.png 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234490" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Thiago Almeida</em></p>
<p>Em 1994, fui convidado por um amigo de escola a fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu. Apesar de treinar karatê desde pequeno, fiquei curioso com relação ao Jiu-Jitsu e fiz uma aula na escola Behring. O esporte não me prendeu e só voltei a ter contato com ele dois anos depois, quando um professor foi dar aulas na academia onde eu fazia natação. O nome dele era Kalil Scudeler e ele foi o meu primeiro instrutor.</p>
<p>Treinei muito, e consequentemente lutei o meu primeiro campeonato em 1998, alcancei o terceiro lugar no evento e, desde então, não parei mais de competir. Nessa época, fui campeão paulista, brasileiro e sul-americano. Pouco tempo depois, a academia em que eu treinava fechou e eu, ainda com a faixa-azul, fui treinar com o Fepa Lopes na Godoi/Macaco. Esta também acabou fechando e eu fiquei sob a tutela do Roberto Godoi, que à época já havia se separado do Macaco. Apesar de toda essa movimentação, foi uma grande alegria poder treinar com o Robertão, que era um excelente atleta, muito gente boa e um ídolo para mim.</p>
<p>Fiquei com o Roberto Godoi até a faixa-roxa, quando precisei ingressar na Cia Paulista por motivos financeiros. Lá, eu fiquei treinando sob o atleta português Eduardo Santoro, que estava em um momento muito bom da carreira dele e me esfolava em todos os treinos (risos).</p>
<p>Recebi a faixa-preta somente em 2008, pelas mãos do Max Trombini, que é um excelente coach que me ajudou a alcançar o título mundial na marrom um ano antes. Pouco tempo depois, o Eduardo saiu da Cia Paulista para abrir sua própria academia e eu fui junto com ele. Comecei a dar aulas na academia dele e também em uma menor que ficava próxima da minha casa, na região de Interlagos.</p>
<p>Eventualmente, o Portuga acabou indo morar nos EUA e abriu uma academia com o Cobrinha em Torrance, na Califórnia. Já eu me mudei para Indaiatuba e me filiei à Alliance em 2017. O Fabio Gurgel me recebeu muito bem, pois o Portuga era muito respeitado na Alliance e nós já havíamos feito alguns treinos na matriz como visitantes,</p>
<p>Hoje tenho minha academia em Indaiatuba e ainda me arrisco em alguns campeonatos master. Fui campeão do Roma Open da IBJJF em 2016, além de conquistar o circuito paulista e o campeonato paulista da FPJJ, ambos em 2019. Tento passar aos meus alunos o prazer da competição, faço comparativos para ressaltar a diversão que é participar de um torneio. Mesmo com o medo e o nervosismo, a sensação de pisar no tatame de um campeonato não tem preço.</p>
<p><em>*Thiago Almeida é um faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da no GMI Alliance Indaiatuba , em São Paulo.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/thiago-almeida-e-sua-jornada-no-jiu-jitsu-rumo-a-alliance-indaiatuba/">Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Eduardo Castro e a importância de ter uma postura de campeão no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 16:00:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Levando em conta treinos, dietas e a inevitável perda de momentos recreativos, é quase redundante dizer que a jornada para se tornar um campeão no Jiu-Jitsu não é fácil. Mas segundo Eduardo Castro, GMI e professor da Half &#38; Half BJJ, existe outro fator que pode impactar a sua carreira nos tatames: a postura. Em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234296" style="width: 1135px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234296" class="size-full wp-image-234296" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59.jpeg" alt="" width="1125" height="829" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59.jpeg 1125w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59-300x221.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59-1024x755.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59-768x566.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.17.59-150x111.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1125px) 100vw, 1125px" /><p id="caption-attachment-234296" class="wp-caption-text">Eduardo e sua turma. Foto: Rperodução</p></div>
<p>Levando em conta treinos, dietas e a inevitável perda de momentos recreativos, é quase redundante dizer que a jornada para se tornar um campeão no Jiu-Jitsu não é fácil. Mas segundo Eduardo Castro, GMI e professor da Half &amp; Half BJJ, existe outro fator que pode impactar a sua carreira nos tatames: a postura.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor explicou sobre a importância de se portar como um campeão, além de contar sobre sua trajetória como competidor e o orgulho que sente ao ver o sucesso de seus alunos. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>EDU CASTRO: Inicialmente, eu praticava judô, mas por conta do Fernando Tererê e do Eduardo Telles, que além de grandes nomes no esporte são amigos pessoais, acabei migrando para o Jiu-Jitsu. Sempre os tive como referência no esporte e comecei treinando com o Fernando, mas ele acabou indo para os Estados Unidos e eu ingressei na academia Xtreme Tatuapé.</p>
<div id="attachment_234306" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234306" class="size-large wp-image-234306" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-1024x908.jpeg" alt="" width="650" height="576" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-1024x908.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-300x266.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-768x681.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-1536x1362.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08-150x133.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-19-at-19.41.08.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234306" class="wp-caption-text">Edu Castro com o camarada Fernando Terere, na Half &amp; Half. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Como foram seus anos de faixa colorida? Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta</strong></p>
<p>Acumulei algumas vitórias na minha carreira. Fui campeão paulista com a azul e a roxa, além de ter conquistado o segundo lugar com a marrom. Conquistei também alguns outros títulos pela CBJJ, mas não era a minha prioridade no esporte. Busco sempre lembrar aos meus alunos que, independente do seu objetivo na vida, é preciso agir como um campeão para alcançar a vitória. Os objetivos podem ser competir, dar aulas ou qualquer outra coisa, mas você precisa se enxergar no topo e se sacrificar para atingir as suas metas.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Recebi a preta em dezembro de 2012, pelas mãos do Marco Barbosa, líder da Barbosa Jiu-Jitsu de São Paulo. Lembro que todos os meus alunos, que estavam comigo desde a faixa-roxa, compareceram para me prestigiar. A presença deles e o fato de ter alcançado aquele ponto na minha carreira contribuíram para esse dia ser tão especial e inesquecível.</p>
<p><strong>E como treinador, responsável pelo sucesso dos seus alunos? E uma emoção melhor do que um título próprio?</strong></p>
<p>Com certeza, ver meus alunos competirem e alcançarem o topo me enche de orgulho. Durante a minha trajetória como professor, formei alguns alunos que se destacaram bem no cenário competitivo, dentre eles o Valmir Bastos, que é um faixa-azul que começou a treinar comigo ainda na branca e chegou a alcançar o primeiro lugar no ranking da IBJJF e da CBJJ. A sensação de ver o seu aluno ser bem-sucedido é sem igual, sempre que eu vivencio isso sei que escolhi a profissão certa.</p>
<div id="attachment_234298" style="width: 639px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234298" class="size-full wp-image-234298" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.18.04.jpeg" alt="" width="629" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.18.04.jpeg 629w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.18.04-262x300.jpeg 262w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-12.18.04-131x150.jpeg 131w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /><p id="caption-attachment-234298" class="wp-caption-text">&#8220;você precisa se enxergar no topo e se sacrificar para atingir as suas metas&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Você morou um tempo fora do Brasil, ensinando o Jiu-Jitsu. Quais foram as maiores surpresas e desafios desse período?</strong></p>
<p>Com lugares diferentes, surgem desafios diferentes. Recentemente fiquei 4 anos ensinando no Qatar e foi uma experiência fantástica, mas não sem obstáculos. Em todo lugar haverá uma dificuldade, mas eu consigo ver além disso e apreciar o Jiu-Jitsu, que me permitiu conhecer tantos lugares e aprender muito em cada um deles.</p>
<p><strong>Quais são os diferenciais que um professor deve ter para ser bem-sucedido?</strong></p>
<p>Ao meu ver, se trata de um conjunto de fatores. O professor deve prezar, primeiramente, pelo seu local de trabalho, ou seja, oferecer aos alunos um local limpo e com uma boa energia, para que eles consigam se concentrar completamente em seus treinos. Outro ponto importante é conhecer os seus alunos, saber até onde cada um deles aguenta ir e respeitar os limites de todos. Por fim, mas certamente não menos importante, é ter amor e dedicação pela profissão que você escolheu. Se o professor seguir esses passos, o resto acaba fluindo da melhor forma.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/eduardo-castro-e-a-importancia-de-ter-uma-postura-de-campeao-no-jiu-jitsu/">Eduardo Castro e a importância de ter uma postura de campeão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marcos Cunha, Duda Tozoni e a formação de campeões na TMC Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2021 12:59:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor GMI da The Match Champ e líder do projeto social UCLA Jiu-Jitsu, o faixa-preta Marcos Cunha tem um trato especial com seus alunos, focado em formar campeões nos tatames e na vida. Em papo com GRACIEMAG, o professor comenta o sucesso de sua aluna Duda Tozoni, recém-promovida a faixa-preta que estará em ação no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233803" style="width: 866px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233803" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg" alt="" width="856" height="579" class="size-full wp-image-233803" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg 856w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-768x519.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 856px) 100vw, 856px" /></a><p id="caption-attachment-233803" class="wp-caption-text">Duda e Marcos em treino na TMC. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Professor GMI da <a href="https://www.instagram.com/thematchchamp/">The Match Champ</a> e líder do projeto social <a href="https://www.instagram.com/uclajiujitsu/">UCLA Jiu-Jitsu</a>, o faixa-preta <a href="https://www.instagram.com/marcosvscunha/">Marcos Cunha</a> tem um trato especial com seus alunos, focado em formar campeões nos tatames e na vida.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor comenta o sucesso de sua aluna Duda Tozoni, recém-promovida a faixa-preta que estará em ação no BJJBet, o crescimento de sua equipe feminina e o trabalho psicológico que realiza com seus alunos que decidem investir na esfera competitiva.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcos Cunha e suas diretrizes para formar campeões na TMC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/L-wUpY2Qo18?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marcos-cunha-duda-tozoni-e-a-formacao-de-campeoes-na-tmc-jiu-jitsu/">Marcos Cunha, Duda Tozoni e a formação de campeões na TMC Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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