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	<title>Notícias | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 23:22:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Notícias | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>A lição de vida – e de Jiu-Jitsu – mais valiosa de grão-mestre Helio Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perto dos 92 anos, em seu também saudoso sítio em Itaipava, o professor Helio Gracie reuniu uma turma de redatores para uma entrevista exclusiva, para sete integrantes da equipe GRACIEMAG. Era uma tarde ensolarada de abril de 2005, há mais de 21 anos. À época, mais para não se aporrinhar, o grão-mestre Gracie cobrava 5&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242410" style="width: 471px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-242410" class="wp-image-242410 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/thHelioGracie.jpg" alt="Helio Gracie" width="461" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/thHelioGracie.jpg 461w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/thHelioGracie-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/10/thHelioGracie-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /><p id="caption-attachment-242410" class="wp-caption-text">Helio Gracie em foto de Gustavo Aragão, em 2006.</p></div>
<p>Perto dos 92 anos, em seu também saudoso sítio em Itaipava, o professor Helio Gracie reuniu uma turma de redatores para uma entrevista exclusiva, para sete integrantes da equipe GRACIEMAG. Era uma tarde ensolarada de abril de 2005, há mais de 21 anos.</p>
<p>À época, mais para não se aporrinhar, o grão-mestre Gracie cobrava 5 mil dólares para dar entrevista para a grande mídia, nacional ou internacional. O professor estava inspirado, e nos ensinou, naquela edição número 100 de “GRACIE Magazine”:</p>
<p>“Costumo dizer que ninguém tem o que não merece – seja castigo ou presente. Caiu um tijolo na sua cabeça? Agradeça a Deus, pois você estava devendo alguma coisa que foi paga com a tijolada. Não é fácil pensar assim, é difícil, mas m dia vocês vão chegar lá e entender isso.”</p>
<p>Por fim, Helio Gracie ensinou sua lição definitiva, após 60 anos de carreira nos ringues e mais de 90 de vida. Uma aula de vida, mais do que de Jiu-Jitsu.</p>
<p>“O rigor da idade me faz ver as coisas certas ou erradas. Comigo não tem meio-termo, é sim ou não. Procurem de hoje em diante não responder “mais ou menos”, ou “vou ver”, “talvez…” Respondam apenas sim ou não. Vocês vão ver como é difícil.”</p>
<p>E você, o que teve a sorte de aprender com grão-mestre Helio Gracie?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-vida-e-de-jiu-jitsu-mais-valiosa-de-grao-mestre-helio-gracie/">A lição de vida – e de Jiu-Jitsu – mais valiosa de grão-mestre Helio Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Do conceito à adaptação: Roberto Gordo demonstra como a leitura da posição muda tudo no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Gripp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma sequência de treino, mestre Roberto “Gordo” e o professor Lucas Gripp procuraram decifrar como uma mesma situação de meia-guarda pode gerar diferentes soluções a partir do controle, da reação do adversário e da tomada de decisão. No Jiu-Jitsu, conhecer uma técnica é apenas uma parte do aprendizado. É preciso compreender a posição, identificar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246915" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246915" class="wp-image-246915 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gordo-gripp.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gordo-gripp.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gordo-gripp-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gordo-gripp-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gordo-gripp-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246915" class="wp-caption-text">O mestre Roberto “Gordo” e o professor Lucas Gripp &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Em uma sequência de treino, mestre Roberto “Gordo” e o professor Lucas Gripp procuraram decifrar como uma mesma situação de meia-guarda pode gerar diferentes soluções a partir do controle, da reação do adversário e da tomada de decisão.</p>
<p>No Jiu-Jitsu, conhecer uma técnica é apenas uma parte do aprendizado. É preciso compreender a posição, identificar os controles disponíveis e perceber como o adversário reage. Essa ideia aparece numa sequência de situações de treinamento na Gordo Jiu-Jitsu, em Weston, na Flórida.</p>
<p>Os momentos partem de uma situação semelhante: o atleta por cima enfrenta uma meia-guarda, enquanto o adversário por baixo busca controlar seus movimentos e recuperar a guarda. Primeiro, devemos entender a posição.</p>
<p>No vídeo a seguir, Gordo demonstra a posição por cima da meia-guarda com Lucas por baixo. Em vez de simplesmente buscar retirar a perna presa, ele explica a importância de controlar a região inferior do quadril e a perna envolvida na meia-guarda.</p>
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</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script><br />
A ideia é criar uma espécie de “meia-guarda por cima”, utilizando esses controles para limitar os movimentos do adversário e dificultar a recuperação da guarda completa ou fechada do oponente.</p>
<p>Gordo então utiliza o mesmo princípio para demonstrar uma passagem de guarda. A situação mostra como um conceito pode ser transformado em uma ação concreta: controlar a posição, limitar as possibilidades do adversário e, a partir daí, avançar para a passagem. Para Lucas, essa relação entre conceito e técnica é fundamental no ensino.</p>
<p>“Quando o aluno entende o motivo de estar controlando determinada região, ele consegue adaptar esse conhecimento para outras situações.” Quando a reação muda, a solução também muda.</p>
<p>Já no vídeo a seguir, Lucas está por cima da meia-guarda e João, por baixo, estabelece a esgrima. A reação modifica a dinâmica da posição. Em vez de insistir na mesma passagem demonstrada anteriormente, Lucas identifica uma nova oportunidade e parte para o estrangulamento Ezequiel.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DcthcsXvK8p/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esse post no Instagram</div>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DcthcsXvK8p/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por GRACIEMAG | Jiu-Jitsu (@graciemagoficial)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script><br />
É justamente aí que aparece um dos princípios mais importantes do Jiu-Jitsu: a reação do adversário pode mudar completamente a decisão seguinte: “A posição é parecida, mas a reação do adversário muda tudo. Se ele oferece um controle diferente, precisamos enxergar o que aquela reação nos deu de oportunidade”, diz Gripp.</p>
<p>Os três momentos mostram uma sequência simples: entender o conceito → aplicar o controle → adaptar-se à reação.</p>
<p>Para Lucas, a capacidade de leitura é o que transforma o conhecimento técnico em Jiu-Jitsu de verdade. “Quanto mais você entende o Jiu-Jitsu, menos você pensa apenas em técnicas isoladas. Você começa a enxergar as relações entre as posições. Uma reação gera uma oportunidade, e essa oportunidade gera uma nova decisão.”</p>
<p>No tatame, mais importante do que decorar movimentos é entender por que eles funcionam, sabendo mudar de caminho quando o adversário muda o problema. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/do-conceito-a-adaptacao-roberto-gordo-demonstra-como-a-leitura-da-posicao-muda-tudo-no-jiu-jitsu/">Do conceito à adaptação: Roberto Gordo demonstra como a leitura da posição muda tudo no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Gabriel Panizza consolida trajetória internacional e busca consagração no IBJJF World Master</title>
		<link>https://www.graciemag.com/gabriel-panizza-consolida-trajetoria-internacional-e-busca-consagracao-no-ibjjf-world-master/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gabriel-panizza-consolida-trajetoria-internacional-e-busca-consagracao-no-ibjjf-world-master</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Panizza]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajetória de Gabriel Machado Panizza no Jiu-Jitsu foi construída em diferentes etapas, desde os primeiros anos de competição na Zona Oeste de São Paulo até a consolidação como atleta de alto nível no cenário internacional. Hoje, representando a RMNU, o paulista vive seu primeiro ano como faixa-preta e já acumula resultados importantes em competições&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246910" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246910" class="wp-image-246910 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza1.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza1-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza1-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza1-150x116.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246910" class="wp-caption-text">Gabriel Panizza foi campeão do Tampa Open da IBJJF &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A trajetória de Gabriel Machado Panizza no Jiu-Jitsu foi construída em diferentes etapas, desde os primeiros anos de competição na Zona Oeste de São Paulo até a consolidação como atleta de alto nível no cenário internacional. Hoje, representando a RMNU, o paulista vive seu primeiro ano como faixa-preta e já acumula resultados importantes em competições nos Estados Unidos, como o título do Tampa International Open e o terceiro lugar no American National da IBJJF, além de outros pódios em Opens.</p>
<p>A presença recorrente de Gabriel Panizza em competições como Pan-Americano, American National, World Master, Fight to Win e Opens da IBJJF nos Estados Unidos, somada aos resultados conquistados na faixa-preta e à sua posição no ranking da entidade, reforça uma trajetória competitiva construída dentro de um circuito de alcance internacional.</p>
<p>A primeira experiência em um grande palco internacional aconteceu em 2019, quando Gabriel disputou o Mundial da IBJJF ainda como faixa-roxa. Naquele período, também treinou nos Estados Unidos e teve contato com uma rotina de preparação mais voltada ao alto rendimento.</p>
<p>“O Mundial de 2019 foi uma experiência que mudou bastante minha visão sobre o alto nível. Percebi que não era apenas sobre treinar mais. Existia atenção à alimentação, recuperação, respiração, preparação física, treinos específicos, estratégia e mentalidade. Aquilo abriu minha cabeça”, afirma.</p>
<div id="attachment_246911" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246911" class="wp-image-246911 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza2.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza2-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza2-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza2-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246911" class="wp-caption-text">Gabriel vive primeiro ano na faixa-preta com títulos, pódios e novos objetivos no cenário mundial &#8211; Foto: IBJJF</p></div>
<p>Depois de uma lesão no joelho que o afastou das competições, Gabriel retomou gradualmente o calendário competitivo. A volta marcou também uma transformação no seu estilo de luta, com maior atenção ao controle e à eficiência. A parceria com a lenda Robson Moura passou a fazer parte dessa nova fase. Sob a orientação do multicampeão mundial, Gabriel afirma ter desenvolvido um jogo mais técnico e estratégico.</p>
<p>“Treinar com o Robson Moura me fez buscar um Jiu-Jitsu mais técnico e estratégico, gastando menos energia e tomando decisões melhores durante a luta. Hoje sinto que estou consolidando movimentos e posições que venho desenvolvendo desde as faixas coloridas.”</p>
<p><strong>Estreia com título na faixa-preta</strong></p>
<p>A graduação à faixa-preta, recebida em 2025 das mãos de Robinho, representou um novo capítulo em sua carreira. E Gabriel não precisou esperar muito para conquistar seu primeiro grande resultado na nova faixa: venceu o Tampa International Open da IBJJF. “Ganhar meu primeiro campeonato como faixa-preta foi muito especial. A estreia fica marcada, ainda mais conseguindo o título logo nesse primeiro momento aqui em Tampa”, conta.</p>
<p>O atleta também venceu no Fight to Win, evento que apresenta um formato diferente dos tradicionais campeonatos da IBJJF, e passou a enfrentar adversários com experiência no circuito internacional. “Esses resultados não me fazem pensar que ‘cheguei’. Pelo contrário. Me deram confiança para entender que posso estar nesse cenário, competir com atletas fortes e continuar construindo meu espaço entre os principais nomes da categoria.”</p>
<p>Os resultados continuaram em 2026. Gabriel conquistou o bronze no American National e também acumulou outros pódios em competições da IBJJF. Na atualização de setembro de 2026, Gabriel aparecia em 63º lugar entre 319 atletas da categoria Master 1, faixa-preta, meio-pesado.</p>
<div id="attachment_246912" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246912" class="wp-image-246912 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza4.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza4.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza4-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza4-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/10/gabriel-panizza4-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246912" class="wp-caption-text">Gabriel conquistou o bronze no American National deste ano &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Mais do que os resultados individuais, Gabriel vem consolidando uma trajetória internacional, com resultados e participações recorrentes em competições de alto nível. O momento também é marcado pelo alto nível de competição da categoria Master 1. “O nível do Master 1 hoje é muito alto e isso torna o desafio ainda mais motivador”, destaca.</p>
<p>Entre os próximos grandes objetivos está conquistar o IBJJF World Master em uma próxima edição, além de ampliar a participação em eventos de No-Gi e sua presença em diferentes competições nos Estados Unidos. “Meu principal objetivo agora é me estabelecer cada vez mais entre os principais atletas da minha categoria. Quero continuar presente nos treinos, consolidar meu jogo e principalmente conseguir reproduzir nas competições aquilo que construímos diariamente na academia.”</p>
<p>Aos poucos, a trajetória iniciada nos tatames da Zona Oeste de São Paulo ganha novos capítulos no cenário internacional. Para Gabriel, porém, a chegada à faixa-preta está longe de representar o ponto final. “Hoje o objetivo não é simplesmente participar. Quero continuar evoluindo até conseguir disputar os principais títulos da categoria”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gabriel-panizza-consolida-trajetoria-internacional-e-busca-consagracao-no-ibjjf-world-master/">Gabriel Panizza consolida trajetória internacional e busca consagração no IBJJF World Master</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Anatomia de uma grande conquista, por Rafa Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Amar o processo]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Cracóvia]]></category>
		<category><![CDATA[Kennedy Maciel]]></category>
		<category><![CDATA[Preparador esportivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rafael Ribeiro* Kennedy Maciel não venceu o ADCC 2026 por talento nem por herança. Ele exibiu, uma a uma, todas as competências que um atleta precisa reunir para vencer um evento de alta performance. Vale anotar item por item. Mas antes vamos voltar um pouquinho no tempo&#8230; Em agosto de 2024, em Las Vegas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246903" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1-300x196.jpg" alt="" width="1226" height="801" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1-1024x669.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1-768x502.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1-150x98.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/5-1.jpg 1078w" sizes="auto, (max-width: 1226px) 100vw, 1226px" /></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/rafaribeirojj?stkn=czQ4OTBmamZtbTZq"><em>Por Rafael Ribeiro*</em></a></p>
<p>Kennedy Maciel não venceu o ADCC 2026 por talento nem por herança. Ele exibiu, uma a uma, todas as competências que um atleta precisa reunir para vencer um evento de alta performance. Vale anotar item por item. Mas antes vamos voltar um pouquinho no tempo&#8230;</p>
<p>Em agosto de 2024, em Las Vegas, Kennedy Maciel foi eliminado das quartas de final do ADCC por Josh Cisneros: 0 a -1. Ele não perdeu por ponto. Perdeu por uma punição.</p>
<p>Em setembro de 2011, em Nottingham, Rubens “Cobrinha” Charles perdeu a final do ADCC para Rafael Mendes pelo mesmo placar — 0 a -1, ponto negativo por puxar para a guarda.</p>
<p>Pai e filho, treze anos de distância, eliminados do maior torneio de grappling do mundo pelo mesmo número. E os dois voltaram depois para vencer. Eu poderia escrever a matéria inteira sobre essa coincidência. Mas ela é só a porta de entrada. O que aconteceu em Cracóvia nos dias 12 e 13 de setembro deste ano é mais interessante do que uma simetria bonita: foi uma campanha em que praticamente todas as competências que sustentam uma performance de alto nível apareceram, em sequência, na mesma chave, no mesmo atleta.</p>
<p>Isso é raro. Eu trabalho com alto rendimento há quase três décadas e posso contar nos dedos as campanhas que dão para usar como material didático inteiro. Normalmente o atleta exibe duas, três dessas competências e compensa o resto com talento ou com sorte de chaveamento. O Kennedy exibiu todas. Vamos por partes.</p>
<p><strong>1. Dominar o regulamento </strong></p>
<p>Duas das quatro vitórias dele vieram por decisão dos árbitros. Ele bateu Fabrício Andrey nas quartas e Diego “Pato” Oliveira — o número 1 da chave — na semifinal, sem nenhum ponto decidindo a questão. Isso não é detalhe.</p>
<p>O ADCC é o único grande torneio do nosso esporte em que metade do tempo regulamentar não tem pontuação, em que a passividade é punida com ponto negativo e em que, no empate, três árbitros decidem quem forçou mais o combate. Vencer por decisão duas vezes significa passar mais de quarenta minutos de luta sendo lido como o agressor, sem se expor a contra-ataque e sem acumular punição. É uma corda bamba: você precisa parecer o dono da luta sem tomar risco desnecessário contra um finalizador de elite.</p>
<p>E o regulamento cobrou caro de alguns atletas em Cracóvia. Não por ignorância — esse nível de competidor conhece a regra de cor. Cobrou porque administrar o regulamento sob pressão, cansado, com o placar zerado e o relógio correndo, é uma habilidade diferente de conhecê-lo.</p>
<p>Dois anos antes, foi exatamente aí que Kennedy perdeu. Treze anos antes, foi exatamente aí que o pai dele perdeu uma final.</p>
<p>Regulamento é técnica. E é uma das menos treinadas no Jiu-Jítsu brasileiro. Nós treinamos golpe com obsessão. Raramente treinamos a regra com a mesma seriedade, e menos ainda treinamos a regra sob fadiga, que é quando ela decide campeonato.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246904" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2-300x233.jpg" alt="" width="1225" height="952" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2-1024x796.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2-768x597.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2-150x117.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1225px) 100vw, 1225px" /></p>
<p><strong>2. Estudar </strong></p>
<p>O Cobrinha repete há anos que estudar é uma das chaves do sucesso dele. Não é força de expressão nem frase de entrevista.</p>
<p>Estudo tático do adversário: o que ele ataca, de onde ataca, qual o lado dominante, o que ele faz quando está atrás no placar, como reage quando a luta trava. Estudo do ambiente: o formato da chave, o tempo entre as lutas, o comportamento da arbitragem naquele evento específico, o tamanho da arena, o barulho, o fuso.<br />
O efeito prático disso é um só, e é enorme: o atleta que estudou chega ao tatame com menos decisões a tomar, porque já tomou a maior parte delas antes. Cada decisão que você antecipa é reserva que sobra para o que não dava para prever.</p>
<p>Quando você vê um atleta parecendo calmo diante de um adversário perigosíssimo, na maior parte das vezes o que você está vendo não é temperamento. É familiaridade construída semanas antes, longe da câmera.</p>
<p><strong>3. Defender na hora certa </strong></p>
<p>Olhe por quem ele passou.</p>
<p>Diego Pato é um dos finalizadores de perna mais temidos do mundo — o mesmo homem que aplicou nele um Z-lock no ADCC de 2022 e o tirou de circulação por mais de um ano. Gavin Corbe chegou à final finalizando Dominic Mejia e Ryoma Anraku, os dois com inside heel hook.</p>
<p>O Kennedy atravessou os dois ataques de perna mais perigosos daquela chave, incluindo o homem que já o havia machucado seriamente, e não foi finalizado uma única vez. Terminou finalizando por cima, com um ataque de braço.</p>
<p>Numa edição em que quase metade das 103 lutas terminou em finalização, isso não é sorte. Isso é defesa treinada como sistema — saber quando a posição pode ser cedida e quando ela precisa ser defendida com tudo.</p>
<p>E aqui está o ponto que quase ninguém entende sobre defesa no alto rendimento: ela não é o que impede você de perder. Ela é o que te habilita a ganhar.</p>
<p>Sobreviver às entradas certas é o que constrói a oportunidade ofensiva quinze minutos depois. Quem defende bem pode esperar. Quem não defende bem precisa resolver rápido — e quem precisa resolver rápido contra um atleta de elite normalmente não resolve.</p>
<p><strong>4. Decidir bem quando o corpo já não ajuda </strong></p>
<p>Agora o número que mais me interessa do evento inteiro: 28 minutos e 41 segundos.</p>
<p>Foi esse o tempo de luta quando o triângulo de braço fechou na final. Some o contexto. Dois dias de torneio. Uma semifinal que também foi para a prorrogação. E um corte de peso para os 66kg — um processo duro, que cobra caro dias antes de a primeira luta começar e cuja fatura costuma vencer exatamente na quarta luta do fim de semana.</p>
<p>Quem trabalha com atleta de combate sabe o que acontece com um ser humano nesse ponto. Ele não perde o que sabe tecnicamente. O que ele perde é velocidade — física e cognitiva.</p>
<p>O processo de entendimento da luta fica prejudicado. A decisão demora mais para sair e, quando sai, sai menos assertiva. O atleta continua enxergando a oportunidade, só que dois segundos depois da hora, e dois segundos depois da hora é tarde demais nesse nível.</p>
<p>Fechar um ataque que exige leitura fina de ângulo aos 28 minutos e 41 segundos é a assinatura de um sistema de preparação que sustentou a capacidade de decidir até o último minuto. Capacidade aeróbia, tolerância à fadiga, exposição planejada a situações extremas no treino, sono, fisioterapia contínua, corte de peso bem conduzido.</p>
<p>“Ele é calmo” é a explicação preguiçosa. A explicação correta é que ele chegou ao minuto 28 ainda com combustível para pensar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-2-300x206.jpg" alt="" width="1182" height="812" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-2-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-2-768x529.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-2-150x103.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-2.jpg 1065w" sizes="auto, (max-width: 1182px) 100vw, 1182px" /></p>
<p><strong>5. Conseguir escutar </strong></p>
<p>E é exatamente nesse ponto de desgaste que entra o córner.</p>
<p>Cobrinha não estava ali gritando incentivo genérico. Estava reforçando, de forma precisa, o que o filho precisava executar naquele instante — a instrução técnica que o atleta exaurido não consegue mais gerar sozinho. E quando a situação apertou de verdade, ele trocou de registro: saiu da técnica e foi para a mentalidade, para o querer mais.</p>
<p>Saber quando fazer essa troca é o que separa um bom córner de um córner decisivo. Instrução técnica demais, num atleta que já não processa, vira ruído.</p>
<p>Motivação demais, num atleta que só precisa de uma correção de pegada, é desperdício de um dos poucos segundos em que ele ainda consegue ouvir.<br />
Mas o outro lado é ainda mais difícil. Receber informação externa no minuto 25 de luta é uma habilidade específica, e rara. O atleta sobrecarregado ouve som, não ouve conteúdo.</p>
<p>Treinar alguém para continuar escutando sob carga exige que ele confie na informação externa mais do que confia no próprio instinto naquele instante — e o instinto, ali, está gritando.</p>
<p>Essa relação não nasceu em Cracóvia. Ela foi construída em anos de treino, e é por isso que funcionou no único momento em que precisava funcionar.</p>
<p><strong>6. Carregar o sobrenome</strong></p>
<p>Tem um peso na campanha do Kennedy que não aparece em nenhuma súmula e que, na minha leitura, é a parte mais difícil de tudo. Ele é filho do Cobrinha.</p>
<p>Não filho de um bom competidor. Filho de um dos maiores vencedores da história do BJJ: campeão mundial da IBJJF de 2006 a 2009 e de novo em 2017, tricampeão do ADCC, membro da turma inaugural do Hall da Fama do ADCC e o primeiro atleta da história a completar o Super Grand Slam — Europeu, Pan, Brasileiro, Mundial e ADCC no mesmo ano.</p>
<p>O apelido competitivo do Kennedy, o que aparece na ficha dele, é “Cobrinha Jr.”. Foi assim que ele anunciou o próprio título nas redes. A comparação não é uma coisa que as pessoas fazem com ele; é o nome com que ele entra no tatame.</p>
<p>Em 2019, ele estreou no ADCC entrando na vaga do próprio pai. Chegou à final e perdeu. Nas duas edições seguintes, caiu cedo. São sete anos ouvindo a mesma frase — “o filho do Cobrinha ainda não ganhou” — dita com carinho, o que de certa forma é pior, porque você não pode nem reagir. Só que aqui está a parte bonita, e ela é o coração desta matéria.</p>
<p>O que o Kennedy herdou não foi um homem invencível. Foi um homem que perdeu. O Cobrinha disputou o ADCC e perdeu a final. Voltou dois anos depois e perdeu a final de novo — para o mesmo adversário, Rafael Mendes, nas duas. A segunda por 0 a -1, aquele mesmo placar.</p>
<p>Foi só na terceira campanha, em 2013, aos 33 anos, que ele venceu. E venceu batendo justamente Rafael Mendes na final. Depois disso veio 2015. Depois 2017.<br />
Dois perdidos, três ganhos.</p>
<p>Ou seja: o garoto de 16 anos que estava na arquibancada em 2013 vendo o pai ser campeão não estava assistindo a um talento inevitável se confirmar. Estava assistindo a um homem acertar na terceira tentativa contra o sujeito que já o tinha derrotado duas vezes. Essa é a herança de verdade. Não o sobrenome. A cena.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246906" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2-300x203.jpg" alt="" width="1224" height="828" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2-1024x694.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2-768x521.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>7. O ambiente </strong></p>
<p>Tem um tema que eu venho estudando e que esse caso ilustra melhor do que qualquer exemplo corporativo. Existe uma crença difundida de que equipe vencedora se monta contratando os melhores. Você junta gente excepcional na mesma sala e espera que a soma produza excelência. Na prática não é o que acontece.</p>
<p>Um grupo de pessoas excepcionais reunidas apenas porque são excepcionais entrega menos do que um grupo de pessoas comprometidas com o mesmo<br />
propósito. O que determina resultado coletivo não é o nível individual médio. É o comprometimento com o propósito. Ambiente com propósito claro transforma gente boa em equipe brilhante.</p>
<p>Ambiente sem propósito transforma gente excepcional num amontoado de agendas individuais que se estorvam.</p>
<p>Eu vejo isso todos os dias, nos dois sentidos. Já vi equipe com menos recursos e menos nomes render mais do que equipe montada a peso de ouro, simplesmente porque todo mundo ali sabia o que estava construindo e estava disposto a pagar o preço. E já vi o contrário: talento sobrando, resultado faltando, porque ninguém compartilhava de fato o mesmo objetivo.</p>
<p>Agora aplique isso ao Kennedy.</p>
<p>Ele não herdou técnica. Herdou ambiente. Cresceu dentro de uma casa e de uma academia em que o pai, campeão mundial já consagrado, com mais de 35 anos, treinava sete horas por dia em período de camp. Esse tipo de informação não chega a um filho como discurso. Chega como normalidade. A criança não ouve dizer que dedicação extrema é o padrão; ela vê que é.</p>
<p>Ele viu de perto o corte de peso, a fisioterapia, a frustração da derrota, o retorno ao treino na segunda-feira seguinte à derrota. Viu o pai perder duas finais de ADCC e voltar. Viu o pai ganhar três.</p>
<p>E, em 2013, estava na arquibancada quando o sonho foi plantado. Ele mesmo conta assim: um garoto vendo o próprio herói fazer algo que parecia impossível, sem imaginar que aquele momento carregaria por mais de uma década.</p>
<p>Não foi plano de carreira. Foi um ambiente que tornou o propósito visível e o comprometimento banal.</p>
<p>E essa é a diferença que quase ninguém mede. Quando o propósito é claro desde cedo, o atleta não precisa negociar consigo mesmo todo santo dia para cumprir a rotina. A rotina já é quem ele é. Ele não gasta energia decidindo se vai treinar. Ele gasta energia treinando. É daí que sai a frase que ele escreveu no dia seguinte ao título.</p>
<p><strong>8. Amar o processo </strong></p>
<p>A frase é curta: “Aprendi a amar o processo.”</p>
<p>Ela aparece num texto em que o Kennedy organiza a própria história em quatro tempos — o que viu o pai fazer em 2013, a lição que a derrota de 2019 deixou, os anos anônimos no meio e o sonho realizado em 2026 — e que termina com o título dedicado ao pai.</p>
<p>Eu quero ser bem claro sobre o que “amar o processo” significa na prática, porque a frase virou estampa de camiseta e perdeu o peso.</p>
<p>Preparei o Mahamed Aly especificamente para o ADCC de 2019, e trabalhei com diversos outros campeões mundiais de Jiu-Jítsu ao longo dos anos. Mais recentemente, venho atuando no automobilismo, que é uma escola brutal nesse aspecto: o piloto depende de um número enorme de variáveis que não estão sob o controle dele — carro, equipe, estratégia, clima, trânsito de pista, o erro do outro — e mesmo assim precisa entregar o máximo da parte que é dele, todo santo dia, sem garantia nenhuma de que aquilo vai virar resultado no domingo.</p>
<p>É justamente aí que a frase revela o que ela quer dizer. Amar as coisas boas é fácil. Qualquer um ama o pódio, o hino, a foto, o abraço no córner, o reconhecimento. O que separa quem se mantém no alto nível por dez, quinze anos é ter aprendido a amar as coisas difíceis como necessárias:</p>
<p><strong>• Amar o cardio.<br />
• Amar o treino de força.<br />
• Amar as cobranças.<br />
• Amar a fisioterapia.<br />
• Amar dormir e acordar nos horários.<br />
• Amar dizer não a compromissos pessoais que atrapalham o processo. • Amar a dieta e o corte de peso. </strong></p>
<p>Amar a ponto de elas se tornarem fáceis e prazerosas. Não toleradas. Prazerosas.</p>
<p>Essa é a diferença entre disciplina e amor ao processo. Disciplina é força de vontade, e força de vontade é um recurso que acaba. Acaba no terceiro ano, acaba depois da segunda derrota, acaba quando a lesão chega. Amor ao processo é o que sobra quando a força de vontade acaba.</p>
<p>Um atleta que precisa vencer a si mesmo todo dia para cumprir a rotina não dura sete anos tentando. Ele abandona na segunda decepção.</p>
<p><strong>A lista </strong></p>
<p>Então vamos recapitular o que Kennedy Maciel exibiu em dois dias, em Cracóvia, para virar campeão do ADCC:</p>
<p>Domínio do regulamento. Estudo tático e de ambiente. Defesa como sistema, não como reação. Capacidade de decidir bem sob fadiga extrema. Habilidade de escutar o córner no pior momento possível. Maturidade para carregar um sobrenome pesado sem quebrar. Um ambiente que lhe deu propósito antes de lhe dar técnica. E amor genuíno por um processo que ele repetiu por sete anos sem garantia nenhuma de que daria certo.</p>
<p>Repare no que não está nessa lista: talento.</p>
<p>Não porque ele não tenha — tem, e muito. Mas porque talento não é o que separa o décimo do primeiro numa chave de ADCC.</p>
<p>Todos ali têm talento. Todos ali treinam. O que separou foi o resto.</p>
<p>E o resto se treina.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246907" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-300x250.jpg" alt="" width="1225" height="1020" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-300x250.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-1024x852.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-768x639.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-1536x1279.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-2048x1705.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Rafa-Ribeiro-150x125.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1225px) 100vw, 1225px" /></p>
<p><em>*Rafael Ribeiro é faixa-preta 4º grau e diretor de performance esportiva. Preparou diversos campeões mundiais de Jiu-Jitsu e hoje atua no automobilismo de endurance com uma equipe da Ferrari. Instagram: @rafaribeirojj</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/anatomia-de-uma-grande-conquista-por-rafa-ribeiro/">Anatomia de uma grande conquista, por Rafa Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rodrigo Fujita amplia sequência de pódios no IBJJF World Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Competir entre os faixas-pretas nos principais campeonatos internacionais de Jiu-Jitsu exige mais do que chegar ao alto nível. Permanecer nele por anos é outro desafio. E é justamente na consistência que Rodrigo Alexandre Fujita, 43 anos, vem construindo sua trajetória como atleta. Com uma carreira iniciada no Japão em 2008, Fujita atravessou diferentes gerações do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246889" style="width: 939px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246889" class="wp-image-246889 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123930.png" alt="Rodrigo Fujita é um faixa-preta de Jiu-Jitsu apaixonado por competição. Foto: Divulgação" width="929" height="571" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123930.png 929w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123930-300x184.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123930-768x472.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123930-150x92.png 150w" sizes="auto, (max-width: 929px) 100vw, 929px" /><p id="caption-attachment-246889" class="wp-caption-text">Rodrigo Fujita é um faixa-preta de Jiu-Jitsu apaixonado por competição. Foto: Divulgação</p></div>
<p class="wp-block-paragraph">Competir entre os faixas-pretas nos principais campeonatos internacionais de Jiu-Jitsu exige mais do que chegar ao alto nível. Permanecer nele por anos é outro desafio. E é justamente na consistência que Rodrigo Alexandre Fujita, 43 anos, vem construindo sua trajetória como atleta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com uma carreira iniciada no Japão em 2008, Fujita atravessou diferentes gerações do esporte, competiu em três países e levou sua trajetória até os grandes campeonatos da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Hoje faixa-preta, o brasileiro tem entre seus principais resultados três pódios consecutivos no World Master da IBJJF, entre 2023 e 2025, além de resultado de destaque no Pan-Americano No-Gi e dezenas de medalhas conquistadas ao longo de sua trajetória competitiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A sequência no World Master chama atenção principalmente pela regularidade. O campeonato reúne anualmente faixas-pretas experientes de diferentes partes do mundo, tornando cada campanha uma disputa contra atletas com extensa bagagem competitiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Fujita, porém, chegar a esse cenário foi resultado de uma construção que começou quase duas décadas antes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Descendente de japoneses, Fujita mudou-se com familiares para o Japão em busca de melhores oportunidades. Morando na província de Gunma, conheceu o Jiu-Jitsu em 2008 depois de ser provocado por um amigo que havia começado a treinar. O amigo prometeu que conseguiria imobilizá-lo. Cumpriu a promessa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Foi como se ele tivesse um superpoder. Aquilo me fez querer aprender”, relembra Fujita, que treina Jiu-Jitsu há 25 anos.</p>
<div id="attachment_246890" style="width: 1008px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246890" class="wp-image-246890 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123804.png" alt="Rodrigo Fujita ao lado de Daniel Gracie. Foto: Arquivo Pessoal" width="998" height="615" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123804.png 998w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123804-300x185.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123804-768x473.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123804-150x92.png 150w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /><p id="caption-attachment-246890" class="wp-caption-text">Rodrigo Fujita ao lado de Daniel Gracie. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p class="wp-block-paragraph">O início como competidor não indicava necessariamente o que viria depois. Fujita conta que permaneceu aproximadamente três anos e meio na faixa-branca e levou cerca de dois anos competindo regularmente até conquistar sua primeira medalha de ouro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu era muito ruim, mas tinha constância. Não desistia”, conta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa insistência começou a produzir resultados. Ainda na faixa-azul, Fujita passou a conquistar espaço no circuito japonês, incluindo títulos no All Japan e na Rickson Cup. As conquistas vieram justamente antes de seu retorno ao Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Os dois títulos foram importantes para eu saber que tinha nível para competir e continuar evoluindo. Eles me deram mais confiança, porque logo depois da Rickson Cup eu voltaria para o Brasil e já esperava encontrar um nível maior.”</p>
<div id="attachment_246891" style="width: 233px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246891" class="size-medium wp-image-246891" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-124500-223x300.png" alt="Rodrigo Fujita foi homenageado pela prefeitura de Santo André, em São Paulo" width="223" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-124500-223x300.png 223w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-124500-112x150.png 112w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-124500.png 365w" sizes="auto, (max-width: 223px) 100vw, 223px" /><p id="caption-attachment-246891" class="wp-caption-text">Rodrigo Fujita foi homenageado pela prefeitura de Santo André, em São Paulo</p></div>
<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, Fujita deu continuidade à carreira competitiva. Em São Paulo, passou por competições estaduais e conquistou resultados como o título do *Circuito Paulista em 2023, além do vice-campeonato no *GP Master da Federação Paulista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mas seria nos Estados Unidos que o faixa-preta alcançaria alguns dos resultados mais relevantes de sua carreira. Em 2023, Fujita chegou ao pódio do World Master da IBJJF, competindo entre os faixas-pretas. O resultado não seria isolado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ele voltou ao pódio em 2024 e repetiu o feito novamente em 2025, completando três anos consecutivos entre os medalhistas do campeonato. No período, Fujita também disputou outros eventos importantes do calendário da IBJJF, incluindo o Pan-Americano e o Pan-Americano No-Gi.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre todas as medalhas, ele considera o primeiro pódio mundial um ponto de transformação na carreira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Minha primeira medalha no Mundial acredito que foi a mais importante para minha carreira. Ela me abriu portas, me colocou em lugares onde nunca imaginei estar e me trouxe um sentimento diferente: valeu a pena.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Existe ainda outro elemento que ajuda a explicar a trajetória de Fujita como competidor: seus principais resultados internacionais não aconteceram no começo da carreira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo depois dos 40 anos, o faixa-preta continua mantendo uma rotina competitiva e buscando espaço em campeonatos internacionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Sempre fui consistente e nunca desisti de um dia poder ser campeão mundial. Meu tempo não foi na juventude”, afirma.</p>
<div id="attachment_246892" style="width: 931px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246892" class="wp-image-246892 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123849.png" alt="Rodrigo Fujita é um caçador de medalhas no Jiu-Jitsu. " width="921" height="562" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123849.png 921w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123849-300x183.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123849-768x469.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot-2026-09-28-123849-150x92.png 150w" sizes="auto, (max-width: 921px) 100vw, 921px" /><p id="caption-attachment-246892" class="wp-caption-text">Rodrigo Fujita é um caçador de medalhas no Jiu-Jitsu. Foto: Divulgação</p></div>
<p class="wp-block-paragraph">Para Fujita, continuar entrando nas áreas de competição também se tornou uma forma de mostrar aos atletas ao seu redor que cada carreira possui seu próprio tempo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Não consegui quando mais novo, mas continuo tentando com mais de 40 anos, com o objetivo de mostrar aos meus companheiros e alunos que é possível construir sua própria jornada.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">A trajetória competitiva também recebeu reconhecimento em Santo André, cidade paulista com a qual Fujita mantém sua ligação. O atleta foi homenageado publicamente por suas conquistas esportivas, levando para fora dos tatames o reconhecimento pelos resultados construídos ao longo da carreira.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-fujita-ibjjf-world-master-podio/">Rodrigo Fujita amplia sequência de pódios no IBJJF World Master</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Paulo Anselmo: competição, ensino e transformação social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 02:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Florida]]></category>
		<category><![CDATA[NS BROTHERHOOD]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Anselmo]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Tampa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Itatiba, sua cidade natal, o professor Paulo Anselmo liderou a expansão da equipe NS BrotherHood e ajudou a criar uma comunidade sólida em torno da arte suave. Hoje, radicado em Tampa, na Flórida, representa a tradicional RMNU sob a orientação de Robson Moura, uma das maiores lendas vivas do esporte. Essa transição internacional reflete&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246875" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-300x225.jpg" alt="" width="973" height="730" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 973px) 100vw, 973px" /></p>
<p>Em Itatiba, sua cidade natal,<a href="https://www.instagram.com/paulobjjbrasil?stkn=c3I2ODA5a2l6b2F4"> o professor Paulo Anselmo</a> liderou a expansão da equipe NS BrotherHood e ajudou a criar uma comunidade sólida em torno da arte suave. Hoje, radicado em Tampa, na Flórida, representa a tradicional RMNU sob a orientação de Robson Moura, uma das maiores lendas vivas do esporte. Essa transição internacional reflete sua busca constante pelo mais alto nível e sua capacidade de conectar o legado brasileiro ao cenário global.</p>
<p>Mais do que títulos expressivos em competições da IBJJF, CBJJE e UAEJJF, Paulo se destaca pelo impacto social de sua metodologia de ensino, que vê o tatame como ferramenta de transformação. Nesta entrevista exclusiva à GRACIEMAG, ele fala sobre sua jornada, conquistas e a missão de inspirar a próxima geração de praticantes.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você já soma mais de duas décadas de dedicação ao Jiu-Jitsu. Como começou sua jornada e o que mantém sua motivação até hoje?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/paulobjjbrasil?stkn=c3I2ODA5a2l6b2F4"><strong>PAULO ANSELMO:</strong></a> Minha história começou em Itatiba, interior de São Paulo. Desde o início, percebi que o Jiu-Jitsu não era apenas um esporte, mas uma filosofia de vida. São 23 anos de prática e quase 18 como professor, e o que me mantém motivado é a evolução constante. Sempre há algo novo para aprender, seja um detalhe técnico ou uma lição de disciplina. Ensinar também me dá propósito: formar não apenas atletas, mas cidadãos melhores.<br />
<strong><br />
Você foi peça-chave na expansão da NS BrotherHood em sua cidade. O que essa experiência lhe ensinou sobre liderança?</strong><br />
Liderar a equipe em Itatiba me mostrou que liderança é responsabilidade e serviço. Não se trata apenas de conquistar medalhas, mas de construir uma comunidade sólida. Treinar na matriz em São Paulo, sob o comando do mestre Augusto Ferrari, me deu a base técnica. Já liderar localmente me permitiu transformar vidas através do esporte.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246876" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-300x225.jpg" alt="" width="972" height="729" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p><strong>Hoje você está radicado em Tampa, na Flórida, treinando com Robson Moura. Como essa fase internacional impactou sua carreira?</strong><br />
Treinar com o Robson Moura e representar a RMNU é uma experiência única. Ele é uma lenda viva, e a atenção aos detalhes que transmite é inspiradora. Estar nos Estados Unidos também significa competir regularmente contra alguns dos melhores do mundo, o que me obriga a estar sempre afiado. É uma nova etapa, mas que se conecta perfeitamente às raízes que construí no Brasil.<br />
<strong><br />
Competir na faixa-preta, especialmente na divisão Master, exige muito. Como é sua preparação?</strong><br />
É uma rotina que vai além das horas de treino. É preciso disciplina física, foco mental e refinamento técnico. Encaro cada campeonato como um laboratório, onde não testamos apenas técnica, mas também resiliência. Por isso me mantenho ativo em eventos da IBJJF, CBJJE e UAEJJF. A constância é o que gera respeito.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246877" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-300x225.jpg" alt="" width="992" height="744" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Paulo-Anselmo-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 992px) 100vw, 992px" /></p>
<p><strong>Quais conquistas você destacaria em sua trajetória competitiva?</strong><br />
Cada medalha tem sua história, mas algumas marcam mais: o título de Campeão Brasileiro da CBJJE em 2022, o ouro no Tampa International Open, os pódios no Orlando Open e no Abu Dhabi International Pro. O double gold no Campeonato Extremo MG também foi especial. Mais do que os títulos, o reconhecimento no ranking da IBJJF mostra o valor da consistência.<br />
<strong><br />
Que conselho você daria aos jovens que sonham em trilhar um caminho parecido com o seu?</strong><br />
O pódio é consequência, não objetivo. Dedique-se ao processo, respeite seus mestres e seja constante. E lembre-se: o Jiu-Jitsu vai além da competição. É legado, comunidade e crescimento pessoal. Com essa mentalidade, o sucesso vem naturalmente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/paulo-anselmo-competicao-ensino-e-transformacao-social/">Paulo Anselmo: competição, ensino e transformação social</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 frases para você explicar o que é Jiu-Jitsu para qualquer um</title>
		<link>https://www.graciemag.com/10-frases-para-voce-explicar-o-que-e-jiu-jitsu-para-qualquer-um/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-frases-para-voce-explicar-o-que-e-jiu-jitsu-para-qualquer-um</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Jiu-Jitsu é o maior instrumento educativo que existe.” ~ Grão-Mestre Carlos Gracie “É o triunfo da inteligência sobre a força bruta.” ~ Grão-Mestre Rorion Gracie “O Jiu-Jitsu é a escola onde o agressivo descobre seus limites e o tímido se socializa.” ~ Grão-Mestre Carlos Rosado “Jiu-Jitsu não é a arte de bater, e sim&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245463" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245463" class="wp-image-245463 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/10/Carlos-e-Helio-Gracie-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-245463" class="wp-caption-text">Helio e Carlos Gracie. Arquivo</p></div>
<p>“O Jiu-Jitsu é o maior instrumento educativo que existe.”<br />
~ Grão-Mestre Carlos Gracie</p>
<p>“É o triunfo da inteligência sobre a força bruta.”<br />
~ Grão-Mestre Rorion Gracie</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é a escola onde o agressivo descobre seus limites e o tímido se socializa.”<br />
~ Grão-Mestre Carlos Rosado</p>
<p>“Jiu-Jitsu não é a arte de bater, e sim a de jamais apanhar.”<br />
~ Mestre Royce Gracie</p>
<p>“Faça um teste hoje mesmo. Afinal, uma aula de Jiu-Jitsu vale mais do que mil palavras.”<br />
~ Mestre Fabio Gurgel</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de dominar fisicamente um antagonista, sem necessidade de machucar.”<br />
~ Professor Demian Maia</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma metáfora para a própria vida. Ao se testar nesse laboratório idealizado e confortável que é a academia, e depois nos campeonatos, a pessoa consegue absorver lições e adequá-las ao cotidiano. Por isso o Jiu-Jitsu talvez seja o melhor método de autoconhecimento jamais inventado”.<br />
~ Professor Luca Atalla</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de defesa inteligente que despreza o uso de fogo contra fogo, e usa água contra fogo.&#8221;<br />
~ Professor Rener Gracie</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma espécie de arte da metamorfose, onde volta e meia vemos um cordeiro virar um leão.”<br />
~ Professor Paulo Miyao</p>
<p>“Jiu-Jitsu é a arte de dobrar roupa com gente dentro.”<br />
~ Anônimo</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-frases-para-voce-explicar-o-que-e-jiu-jitsu-para-qualquer-um/">10 frases para você explicar o que é Jiu-Jitsu para qualquer um</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Miltinho Vieira projeta noite histórica para pai e filhos que vão lutar no mesmo card em São Paulo</title>
		<link>https://www.graciemag.com/miltinho-vieira-projeta-noite-historica-para-pai-e-filhos-que-vao-lutar-no-mesmo-card-em-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=miltinho-vieira-projeta-noite-historica-para-pai-e-filhos-que-vao-lutar-no-mesmo-card-em-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:16:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Miltinho Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Fighters]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246863" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246863" class="wp-image-246863 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-lmc.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-lmc.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-lmc-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-lmc-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-lmc-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246863" class="wp-caption-text">Miltinho Vieira está confiante na vitória de seus pupilos – Foto: divulgação</p></div>
<p>O ex-lutador do UFC e líder da Rio Fighters, Miltinho Vieira, está confiante para um momento especial na história da família Lopes. Nesta sexta-feira (25 de setembro), Wallace Lopes e seus filhos, Jordan e Jonatan, estarão em ação na Liga Monstro Combat 3, nos estúdios da RedeTV!, em São Paulo. Os três passaram pela pesagem oficial nesta quinta-feira (24) e estão confirmados para seus respectivos confrontos.</p>
<p>Wallace fará sua estreia no boxe contra Rodrigo Cavalheiro, no co-main event, enquanto Jordan enfrenta Lucas Sassaki e Jonatan encara Miguel Lira, ambos em suas estreias no MMA profissional. Responsável pela preparação dos atletas na Rio Fighters, Miltinho revelou que o projeto inicial era focado nos dois irmãos, que tiveram papel importante em seu retorno ao trabalho com o MMA.</p>
<p>“São dois garotos em quem eu acredito muito e foram justamente eles que despertaram em mim a vontade de voltar a trabalhar diretamente com MMA, cuidando, gerenciando e ajudando a construir a carreira de novos atletas”, destacou Miltinho.</p>
<p>Segundo o treinador, a oportunidade de incluir Wallace no mesmo card surgiu durante as negociações das lutas dos filhos, transformando em realidade um antigo sonho da família.</p>
<p>“Os dois sempre falavam do sonho de, um dia, lutarem no mesmo evento que o pai. No meio desse processo, surgiu a oportunidade de fechar também uma boa luta para o Wallace no mesmo card. De repente, aquilo que era uma conversa e um desejo da família se tornou realidade”, contou.</p>
<p>Com os três atletas preparados e dentro do peso, Miltinho espera grandes apresentações, mas ressalta que o significado da noite vai além dos resultados.</p>
<p>“Para mim, é uma felicidade enorme fazer parte disso. Eles estão muito felizes e eu também, porque sei que, independentemente do que aconteça, esse é um momento que vai ficar marcado para sempre na história dessa família. Acredito em três grandes apresentações e, claro, estamos trabalhando por três vitórias”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/miltinho-vieira-projeta-noite-historica-para-pai-e-filhos-que-vao-lutar-no-mesmo-card-em-sao-paulo/">Miltinho Vieira projeta noite histórica para pai e filhos que vão lutar no mesmo card em São Paulo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Turris Invitational: 103 competições, uma virada e um novo desafio no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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<div id="attachment_246859" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246859" class="wp-image-246859 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-kauan-pedro-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246859" class="wp-caption-text">Kauan Gallinaro e Pedro Henrique Valim se enfrentam em luta casada de kimono &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Algumas histórias começam no tatame ainda na infância e seguem por caminhos diferentes até chegar a um mesmo ponto. É o caso de Pedro Henrique Chagas Valim e Kauan da Silva Gallinaro, que construíram trajetórias distintas no Jiu-Jitsu e agora terão pela frente um novo capítulo no Turris Invitational, que acontece no dia 14 de novembro no Rio de Janeiro, em uma luta casada de kimono na faixa-roxa.</p>
<p>Aos 18 anos, Pedro Henrique já acumula uma impressionante experiência competitiva. Natural de Três Corações (MG), ele começou a treinar aos sete anos, na GFTeam, e desde então disputou 103 competições. São 67 medalhas de ouro, além de títulos brasileiros, sul-americanos, mundiais e pan-americanos por diferentes organizações. Atualmente, o atleta representa a Gracie Barra Lavras.</p>
<p>“Sempre levei o esporte com muita dedicação e levo muito a sério a preparação física, técnica e mental. Tenho objetivos grandes no esporte e na vida e continuarei trabalhando duro para alcançá-los”, afirma Pedro.</p>
<p>Do outro lado estará Kauan Gallinaro, que teve os primeiros contatos com o esporte ainda criança, passando pelo judô antes de encontrar no Jiu-Jitsu sua grande paixão. Aos nove anos, já havia conquistado títulos no Internacional Kids, na Califórnia, e no NAGA, em Las Vegas. Depois de uma pausa nas competições de Jiu-Jitsu e uma passagem pelo MMA amador, retornou ao tatame aos 15 anos e precisou reconstruir sua trajetória competitiva. Esse processo ganhou força em 2026, justamente quando os resultados começaram a aparecer com mais frequência.</p>
<p>“2026 foi o ano da virada, o ano em que os resultados começaram a ser positivos e eu comecei a me destacar. Agora, como nunca, eu quero finalizar todo mundo, ser o melhor e mostrar para todos que o ‘segredo’ é treinar incansavelmente até as coisas começarem a dar certo”, destaca Kauan.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/turris-invitational-103-competicoes-uma-virada-e-um-novo-desafio-no-jiu-jitsu/">Turris Invitational: 103 competições, uma virada e um novo desafio no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quando o BJJ vira cura: a história do professor Berg Alves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Berg Alves]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Lições de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Professor de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gracie Legião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na entrevista exclusiva a seguir, o professor GMI Lindoberg Alves relembra como o Jiu-Jitsu o ajudou a superar a dor da perda de um amigo e a canalizar a raiva em energia positiva. Berg fala sobre os mestres que marcaram sua jornada, a importância da pedagogia no ensino para crianças — inclusive aquelas com TEA&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246851" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-300x190.jpg" alt="" width="1193" height="756" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-300x190.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-1024x649.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-768x487.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-150x95.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1193px) 100vw, 1193px" /></p>
<p>Na entrevista exclusiva a seguir, o professor GMI Lindoberg Alves relembra como o Jiu-Jitsu o ajudou a superar a dor da perda de um amigo e a canalizar a raiva em energia positiva. Berg fala sobre os mestres que marcaram sua jornada, a importância da pedagogia no ensino para crianças — inclusive aquelas com TEA — e os aprendizados que acumulou em mais de uma década defendendo a bandeira da Ryan Gracie/Legião. Sua narrativa é um testemunho de resiliência e de como o esporte pode ser um verdadeiro salvamento.</p>
<p>Com a serenidade de quem já enfrentou grandes batalhas dentro e fora das arenas, Berg compartilha conselhos valiosos para quem sonha em se tornar professor de Jiu-Jitsu e revela o segredo para transformar alunos comuns em campeões. Mais do que uma entrevista, este é um convite para refletir sobre o impacto da arte suave na formação de pessoas e comunidades — e sobre como o exemplo de um mestre pode inspirar gerações.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246852" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-300x225.jpg" alt="" width="1174" height="881" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1174px) 100vw, 1174px" /></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você começou no Jiu-Jitsu porque era uma pessoa muito inquieta e explosiva, correto? O BJJ atuou como uma espécie de cura transformadora. Como esse processo se deu exatamente?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/berg40bjj_?stkn=MXJncmlhbTI4ZmU1MA==">LINDOBERG ALVES:</a> Comecei tarde no Jiu-Jitsu, aos 30 anos. A luta sempre esteve dentro de mim. Desde criança eu era fascinado por artes marciais, assistia às lutas pela televisão e, depois de adulto, continuei acompanhando. O que me impediu de começar antes foi principalmente a condição financeira. Eu tinha vontade, mas não tinha condições de pagar uma academia e comprar todo o material necessário. O momento que realmente mudou minha vida aconteceu depois de uma tragédia. Eu tinha um grande amigo, que também era meu sócio e que eu considerava como um irmão. Nós dois tínhamos um temperamento muito explosivo. Um dia, por causa de uma discussão que poderia ter terminado de outra maneira, ele entrou em uma briga e acabou perdendo a vida por causa disso. Aquilo me destruiu emocionalmente. Eu fiquei tomado pela raiva, pelo ódio e por um sentimento muito forte de querer fazer justiça com as minhas próprias mãos. Foi então que comecei a perceber onde toda aquela raiva poderia me levar. Mesmo que eu fizesse aquilo que estava pensando, nada traria meu amigo de volta. Eu poderia destruir também a minha própria vida. Eu me lembro de pedir a Deus que tirasse aquele sentimento de dentro de mim, porque sozinho eu não estava conseguindo controlar o que sentia. Foi nesse período que o Jiu-Jitsu entrou definitivamente na minha vida.</p>
<p><strong>Um verdadeiro salvamento! </strong><br />
Sim, é muito verdade quando dizem que “o Jiu-Jitsu salva!”. Como eu não tinha condições financeiras, pedi ajuda a um amigo e ele me ajudou a comprar um kimono. Quando decidi começar, não fui à academia apenas para experimentar. Eu já cheguei com uma mochila, kimono e a faixa-branca. Meu professor, Marcos Tafio, olhou para mim e perguntou: “Veio fazer uma aula experimental, campeão?” Eu respondi: “Não. Não vim fazer só uma aula. Vim me matricular e ficar.” Ele falou: “Aí sim, mano. Vou procurar um kimono que sirva em você.” Então abri minha mochila e respondi: “Não precisa. Eu já comprei tudo.” Ele começou a rir e disse algo que nunca esqueci: “Agora eu vi que você veio para ficar mesmo.” E ainda soltou uma frase: “Esse vai virar faixa-preta.” Eu não poderia imaginar o significado que aquela frase teria anos depois. A cada treino parecia que uma parte daquela raiva ficava no tatame. O Jiu-Jitsu me cansava fisicamente, mas, ao mesmo tempo, organizava minha mente. Aos poucos fui aprendendo algo que eu precisava desesperadamente naquele período: controlar minhas emoções. A vontade de fazer justiça com as minhas próprias mãos foi perdendo espaço. Comecei a compreender que força não era fazer aquilo que a raiva estava me mandando fazer. Força também era conseguir parar, pensar e escolher outro caminho. Por isso, quando digo que o Jiu-Jitsu transformou a minha vida, não é uma frase de efeito. Eu sei o estado emocional em que cheguei naquele primeiro treino e sei a pessoa que fui me tornando ao longo dos anos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246853" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-300x225.jpg" alt="" width="1240" height="930" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1240px) 100vw, 1240px" /></p>
<p><strong>A sua experiência pode servir de exemplo e inspiração para muitos leitores que estejam passando por um momento difícil na vida… </strong><br />
Sim, espero que sim. O Jiu-Jitsu me deu um lugar para direcionar toda aquela energia, me ensinou disciplina e autocontrole e me ajudou a atravessar um dos períodos mais difíceis da minha vida sem tomar uma decisão que poderia ter consequências irreversíveis. Anos depois, aquela frase do meu professor se tornou realidade: eu me tornei faixa-preta! E talvez essa seja uma das maiores razões pelas quais hoje eu levo tão a sério minha responsabilidade como professor. Eu sei, pela minha própria história, que uma pessoa pode entrar em uma academia procurando apenas uma luta e acabar encontrando um novo caminho para a própria vida.<br />
<strong><br />
Qual foi a grande lição que você aprendeu com os seus mestres no Jiu-Jitsu? </strong><br />
Tive grandes professores que foram fundamentais na minha formação: Marcos Tafio, Jeferson Deamo, Marcelo Padaria, Juliano Pedrita e o grande Daniel Gracie. Cada um contribuiu de uma forma diferente para o meu Jiu-Jitsu e para quem sou como professor. A maior lição que aprendi com eles foi ter disciplina, respeito, lealdade e nunca parar de aprender.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/berg40bjj_?stkn=MXJncmlhbTI4ZmU1MA=="><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246854" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-300x225.jpg" alt="" width="1204" height="903" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1204px) 100vw, 1204px" /></a></p>
<p><strong>Por falar em aprender, você estudou bastante sobre a pedagogia esportiva direcionada a crianças com TEA, correto? </strong><br />
Sempre tive interesse em entender melhor como ensinar Jiu-Jitsu para crianças, principalmente crianças com TEA. Por isso, busquei uma formação específica e hoje sou credenciado no Método Winners, uma metodologia de ensino voltada ao trabalho com crianças. Isso me ajudou a organizar e adaptar melhor minhas aulas, respeitando as necessidades de cada aluno. O Jiu-Jitsu pode contribuir para disciplina, coordenação motora, atenção, confiança e interação social.</p>
<p><strong>Há 13 anos você defende a bandeira da Ryan Gracie/Legião. Quais são as principais lembranças dessa trajetória?</strong><br />
São 13 anos de uma história que representa muito para mim. Vivi grandes treinos, competições, dificuldades e vitórias, além de construir amizades que levo para a vida. Foi nessa equipe que cresci como atleta e professor, e tenho muito orgulho de carregar essa bandeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246855" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-300x225.jpg" alt="" width="1224" height="918" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>Quais são os destaques da sua vida como competidor e o que você aprendeu nas grandes arenas do BJJ?</strong></p>
<p>A competição me trouxe grandes experiências e resultados importantes, mas o maior aprendizado foi saber lidar com pressão, vitória e derrota. Aprendi que uma derrota pode ensinar tanto quanto uma vitória quando você identifica seus erros e volta mais preparado.</p>
<p><strong>Qual é o segredo para transformar um aluno mediano num grande campeão?</strong><br />
Constância, disciplina e um professor que saiba enxergar o potencial do aluno. Nem sempre o mais talentoso chega mais longe. Muitas vezes, quem aprende a trabalhar, ouvir e não desistir acaba se tornando um grande campeão.<br />
<strong><br />
Quais dicas você dá para quem sonha em se tornar um professor de Jiu-Jitsu de sucesso?</strong><br />
Nunca pare de estudar e lembre que saber Jiu-Jitsu é diferente de saber ensinar. Um bom professor precisa conhecer seus alunos, ter paciência, buscar conhecimento e ensinar pelo exemplo. Para mim, sucesso é formar bons atletas e, principalmente, boas pessoas através do Jiu-Jitsu.<br />
<strong><br />
Qual foi o principal conselho que você escutou ao longo da sua carreira e como isso mudou sua vida?</strong><br />
Uma das maiores lições que recebi foi nunca desistir diante das dificuldades. No Jiu-Jitsu e na vida, nem todos os dias serão bons, mas continuar trabalhando e evoluindo é o que faz a diferença.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quando-o-bjj-vira-cura-a-historia-do-professor-berg-alvez/">Quando o BJJ vira cura: a história do professor Berg Alves</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Márcio Zaca constrói trajetória de destaque na formação de campeões do Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/da-dream-art-aos-estados-unidos-marcio-zaca-segue-construindo-talentos-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=da-dream-art-aos-estados-unidos-marcio-zaca-segue-construindo-talentos-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dream Art]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Zaca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes dos títulos e do reconhecimento, existe um trabalho que começa longe dos holofotes: identificar talentos, criar oportunidades e preparar atletas para o alto nível. Foi justamente nessa área que Márcio “Zaca” Oliveira construiu boa parte de sua trajetória no Jiu-Jitsu. O professor brasileiro participou dos primeiros passos da Dream Art, projeto que se tornaria&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246881" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246881" class="wp-image-246881 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-1024x512.png" alt="Zaca é faixa-preta e formador de talentos no Jiu-Jitsu. " width="650" height="325" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-1024x512.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-300x150.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-768x384.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-1536x768.png 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca-150x75.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Zaca.png 1774w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246881" class="wp-caption-text">Zaca é faixa-preta e formador de talentos no Jiu-Jitsu. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Antes dos títulos e do reconhecimento, existe um trabalho que começa longe dos holofotes: identificar talentos, criar oportunidades e preparar atletas para o alto nível. Foi justamente nessa área que Márcio “Zaca” Oliveira construiu boa parte de sua trajetória no Jiu-Jitsu.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">O professor brasileiro participou dos primeiros passos da Dream Art, projeto que se tornaria uma importante força no cenário competitivo. A história começou quando Zaca ainda trabalhava na Alliance Brooklin, em São Paulo, onde mantinha um projeto voltado para jovens da periferia, oferecendo bolsas e buscando apoio para que pudessem treinar e competir.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Foi nesse ambiente que Zaca aproximou Isaque Bahiense do empresário Warley Pimentel, que também é faixa-preta de Jiu-Jitsu hoje. Segundo o professor, após um encontro organizado por ele, surgiu o apoio para criar inicialmente uma estrutura para cerca de dez atletas, com moradia e condições para dedicação aos treinamentos. A união ajudou a dar origem à Dream Art.</p>
<div id="attachment_246882" style="width: 838px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246882" class="wp-image-246882 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-2.50.51-PM.jpeg" alt="Zaca presente na primeira formação do time competitivo da Dream Art, em São Paulo. " width="828" height="553" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-2.50.51-PM.jpeg 828w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-2.50.51-PM-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-2.50.51-PM-768x513.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-22-at-2.50.51-PM-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /><p id="caption-attachment-246882" class="wp-caption-text">Zaca presente na primeira formação do time competitivo da Dream Art, em São Paulo. Photo: Arquivo Pessoal</p></div>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Com o crescimento da equipe e a chegada de atletas adultos de alto nível, Zaca enxergou outra necessidade: encontrar jovens talentos antes que eles já fossem conhecidos no circuito competitivo. Dessa visão surgiu o Projeto Yuu, voltado para identificar, desenvolver e criar oportunidades para jovens atletas. A ideia era estabelecer um caminho que começava na descoberta do talento, passava pelo treinamento e pelas competições e poderia levar esses jovens até estruturas maiores, como a própria Dream Art. Entre os atletas que passaram diretamente pelo trabalho de Zaca estão Kleber Barboza, Sabrina Lourenço, Bruno Marlon e João Pedro. Outros nomes acompanhados pelo professor seguiram carreira no Jiu-Jitsu, no MMA ou se tornaram professores.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Para Zaca, porém, formar um atleta nunca significou apenas ensinar técnica.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">“Sempre entendi que talento sem oportunidade pode acabar não chegando a lugar nenhum. Meu trabalho era tentar fazer com que essas duas coisas se encontrassem.”</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Jiu-Jitsu como ferramenta de transformação. A metodologia desenvolvida pelo brasileiro é baseada em três pilares: desenvolvimento técnico, inteligência competitiva e formação mental. Zaca acredita que disciplina, capacidade de aprender, reação às derrotas e comportamento diante das dificuldades podem revelar mais sobre o futuro de um atleta do que o talento apresentado nos primeiros anos.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">A Dream Art cresceu e ganhou seu espaço no cenário competitivo. O Projeto Yuu ajudou na formação de jovens. Alguns se tornaram campeões, outros faixas-pretas, professores ou profissionais do esporte.</p>
<div id="attachment_246883" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246883" class="wp-image-246883 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23-1024x733.png" alt="Zaca e o empresário, hoje faixa-preta, Pimentel, que também foi seu aluno. Foto: Arquivo Pessoal" width="650" height="465" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23-1024x733.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23-300x215.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23-768x550.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23-150x107.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/f9e42a7f-fec6-44b2-a7d7-1b19fdac0f23.png 1482w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246883" class="wp-caption-text">Zaca e o empresário, hoje faixa-preta, Pimentel, que também foi seu aluno. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Hoje, vivendo nos Estados Unidos, Zaca continua aplicando a experiência adquirida no Brasil na formação de crianças, adultos e competidores, além de ampliar sua atuação no cenário competitivo através da arbitragem.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Para o professor, os resultados ajudam a contar sua história, mas não são sua principal medida de sucesso.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">“Uma medalha pertence a um campeonato e a um determinado momento. A transformação de uma pessoa pode durar a vida inteira.”</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">Da participação na construção da Dream Art ao trabalho desenvolvido atualmente nos Estados Unidos, Márcio Zaca construiu sua trajetória não apenas acompanhando campeões, mas tentando criar as oportunidades para que novos campeões pudessem surgir.</p>
<p class="gmail-wp-block-paragraph">The post <a href="https://www.graciemag.com/da-dream-art-aos-estados-unidos-marcio-zaca-segue-construindo-talentos-no-jiu-jitsu/">Márcio Zaca constrói trajetória de destaque na formação de campeões do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pai e filhos lutam no mesmo card e protagonizam feito raro no mundo das lutas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 18:26:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Miltinho Vieira]]></category>
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<div id="attachment_246845" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246845" class="wp-image-246845 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters.jpg" alt="" width="800" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-768x557.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246845" class="wp-caption-text">Wallance Lopes (direita) e os filhos treinam MMA com o mestre Miltinho Vieira na Rio Fighters – Foto: divulgação</p></div>
<p>A Liga Monstro Combat 3 (LMC 3), marcada para o dia 25 de setembro, nos estúdios da RedeTV!, em São Paulo, terá uma história especial protagonizada por uma família do mundo da luta. Wallace Lopes fará o co-main event, em duelo de Boxe, enquanto seus filhos, Jordan Lopes e Jonatan Lopes, farão suas estreias no MMA profissional no mesmo evento.</p>
<p>A história começou ainda na infância dos irmãos, que acompanharam o pai nos treinos e competições desde muito pequenos. Ainda na adolescência, eles decidiram morar com Wallace para viverem uma rotina dedicada ao esporte. “Esse momento é o que eu entendi que nós seríamos uma família que viveríamos da luta”, lembra o pai.</p>
<p>Wallace, que tem o kickboxing como origem e construiu também uma trajetória no MMA, conta que durante anos imaginou a possibilidade de dividir um evento com os filhos. Agora, o sonho se tornou realidade. “É a realização de um sonho. Quando eles começaram a lutar, eu sempre vislumbrava: será que um dia a gente vai lutar no mesmo evento?”, afirma.</p>
<p>A evolução de Jordan e Jonatan no kickboxing levou a família a mirar o MMA. Nesse processo, a Rio Fighters e o mestre Miltinho Vieira tiveram papel fundamental. Wallace já tinha a equipe como sua casa e viu no trabalho de Miltinho, especialmente no grappling, a oportunidade de complementar a formação dos filhos.</p>
<p>“Não teria como não começar a imaginar eles no MMA, já com o nível de luta em pé que eles têm, juntando com o nível de grappling que o Miltinho Vieira tem dentro da Rio Fighters”, explica Wallace.</p>
<p>Para Jordan, dividir a noite com o pai e o irmão parece algo difícil de acreditar. “Nem nos meus maiores sonhos eu imaginaria estar estreando no mesmo evento que o meu pai e ainda junto com o meu irmão”, destaca.</p>
<p>Jonatan também vê a oportunidade como resultado de uma caminhada construída em família. Antes de suas lutas, ele costuma ouvir do pai uma frase que carrega consigo: “Você não está sozinho”. E, para ele, isso representa exatamente o momento que os três viverão na LMC 3.</p>
<p>Mais do que três lutas no mesmo card, a noite em São Paulo será a celebração de uma trajetória construída dentro do esporte, com Wallace passando de atleta e pai a treinador e manager dos próprios filhos. “Como pai, ver eles dando o primeiro passo é motivo de muita alegria. Quer dizer que o trabalho foi bem feito até aqui”, resume Wallace.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pai-e-filhos-lutam-no-mesmo-card-e-protagonizam-feito-raro-no-mundo-das-lutas/">Pai e filhos lutam no mesmo card e protagonizam feito raro no mundo das lutas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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