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	<title>Gracie Barra | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Gracie Barra | Graciemag</title>
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		<title>Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 03:22:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No TBT de hoje, relembre um macete do professor Kléber &#8220;Buiú&#8221;, da Gracie Barra, para você usar seus ganchos com sabedoria ao fazer guarda. Bom estudo, e bons treinos!</p>
<p><iframe title="Raspagem com gancho, partindo da guarda aberta" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/xkUDrcgjrIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-papel-do-gancho-para-voce-raspar-no-jiu-jitsu-com-kleber-buiu/">Do baú: o papel do gancho por fora para você raspar, com Kleber Buiú</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nas internas: a lenda do casca-grossa Zé Beto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:48:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curte as histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu? Essa também vem do nosso baú. Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos. Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149847" style="width: 601px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-149847" class="size-full wp-image-149847" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg" alt="Quem será o misterioso atleta do quebra-cabeças? Foto: Divulgação" width="591" height="826" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1.jpg 591w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-215x300.jpg 215w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Quebra-cabeC3A7as-3-1-107x150.jpg 107w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><p id="caption-attachment-149847" class="wp-caption-text">O lendário Zé Beto assombrou muitas gerações de competidores&#8230; Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Curte as <a href="https://www.amazon.com.br/Jiu-Jitsu-nas-internas-hist%C3%B3rias-bastidores-ebook/dp/B09X25RDG9" target="_blank" rel="noopener">histórias das internas do mundo do Jiu-Jitsu?</a></p>
<p>Essa também vem do nosso baú.</p>
<p>Na vida dos competidores, é comum a expectativa para ver as chaves dos campeonatos.</p>
<p>Imagine que você vai competir e a semana do evento se aproxima. Como você reagiria ao notar no seu lado das chaves um poderoso competidor de Jiu-Jitsu, capaz de amassar qualquer um com um jogo completo e justo?</p>
<p>Convocamos Marcio Feitosa, tricampeão mundial pela IBJJF e tarimbado professor da Gracie Barra, para relembrar uma história clássica, que envolve um famigerado lutador chamado Zé Beto.</p>
<p>Conta aí, Feitosa:</p>
<p>“Zé Beto já fez muita gente trocar de categoria, fazer e desfazer dieta, tirar nome de campeonato, ou simplesmente não aparecer para lutar. Espalhou terror e pânico por várias e várias gerações de competidores”, conta o faixa-preta.</p>
<p>“Sua origem é um pouco incerta, ninguém conhece direito de onde Zé Beto surgiu. Lembro de ter ouvido falar dele a primeira vez há muitas décadas, em rodas de conversa com o mestre Carlos Gracie Jr. Para dar uma ideia de como Zé Beto era respeitado, vou contar uma história de um amigo nosso, cujo nome vou manter em sigilo para preservá-lo. Ele morava comigo em Lake Forest, na Califórnia, na época em que dividíamos um apartamento com Marco Joca ‘Piu-Piu’, Marcio Pé de Pano, André Fernandes da IBJJF, Kayron e mestre Carlinhos. Era época do Pan-Americano, e essa figura, então de faixa-roxa, estava altamente preparado para o campeonato.</p>
<p>“No auge da preparação dele, um dos companheiros então propôs: ‘É chegada a hora de introduzi-lo ao Zé Beto’. Numa noite, todos na jacuzzi da academia de musculação, relaxando após um dia de treinos duros, alguém soltou:</p>
<p>&#8220;‘Ih, fera… Eu acho que você vai cair de cara com o Zé Beto’. Um outro devolveu de lá: ‘Ih rapá… Zé Beto gosta de jogar sujo, dar cabeçada, adora arrumar confusão… Agora, eu não acho que ele tenha nada demais não, o problema é que o pessoal já começa a luta se entregando, só porque o cara tem um nome famosinho no Jiu-Jitsu. Ele tem aquelas quedas dele, fica por cima amassando, mas é só fazer seu jogo’.</p>
<p>&#8220;Um terceiro emendou: ‘Meu irmão, eu não acho o jogo de queda dele nada demais, sabia? Ele é muito mais perigoso com aquela guarda, sabe dar bons botes de braço na fechada, perna grande e forte…’ Nosso amigo faixa-roxa já estava demonstrando uma mudança no olhar.</p>
<p>“No dia seguinte, ele já começou a fazer sua própria pesquisa. Quem afinal seria esse tal de Zé Beto? De que equipe viria? ‘Não quero saber não, vou cair para dentro dele!’. Só que pelo olhar você percebia que os pensamentos não estavam confirmando aquelas palavras. Dois ou três dias depois, veio o anúncio: ‘Vou baixar de peso, sabia? Estou leve para a categoria, faltam só uns quilinhos’. E tome de dieta e passar fome.</p>
<p>“No auge da magreza do rapaz, a pilha ressurge: ‘Meu irmão, não tem jeito, tu vai ter de encarar o Zé Beto mesmo, tem de subir de categoria. Tá afrouxando para ele não, né? Tu és duro em pé também, vamos trocar em pé com ele e passar com tudo’. Foi suficiente: fim de dieta e toma de subir de peso novamente.</p>
<p>“Depois de uma semana de estresse, pilha, Zé Beto para lá e para cá, o pessoal se reuniu e revelou a verdade: ‘Meu irmão, Zé Beto não existe, é pegadinha. Nem saiu sua chave ainda’. Nosso amigo perigou não levar na esportiva, mas no fim se acalmou e sorriu. Só restou a ele uma reação: manter o legado vivo e continuar passando para a frente, para os jovens companheiros de luta, o folclore do temido Zé Beto”.</p>
<p>E você, já ouviu ou vivenciou alguma clássica pegadinha do mundo do Jiu-Jitsu? Divida conosco&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Artigo publicado originamente na GRACIEMAG edição #216. Para assinar sua revista de Jiu-Jitsu favorita, clique aqui!</strong></em></a></li>
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		<title>7 dicas para ensinar Jiu-Jitsu fora do Brasil, por Prof. Seidler Rodrigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 22:33:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Formalize seu contrato. Não se mude com base em um acordo verbal. Já vi muitos professores enfrentarem problemas por não terem um contrato formalizado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-768x1024.jpg" alt="" width="650" height="867" class="aligncenter size-large wp-image-244108" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-1152x1536.jpg 1152w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-1536x2048.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-113x150.jpg 113w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/0-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Ex-farmacêutico, a fera Seidler Rodrigo foi picado pela mosquinha do Jiu-Jitsu e nunca mais parou de competir, aprender e ensinar. Há cerca de cinco anos, decidiu deixar Niterói e ir ajudar a divulgar o <a href="https://gbwestjordan.com" target="_blank" rel="noopener">Jiu-Jitsu em Utah</a>. “Só tenho saudade da resenha e do açaí pós treinos que sempre rolava na saída da GB Rio Matriz e da GB Icaraí”, diz o faixa-preta.</p>
<p>Mas qual seria o segredo para ensinar numa cultura diferente – e trocar as belas praias de Niterói pelo clima mais seco de Utah? “Moro nos Estados Unidos há quase cinco anos, e já<br />
ouvi muitas histórias de sucesso e também de decepção. O que aconselho é ir sempre preparado, como o Jiu-Jitsu sempre ensina, aliás.”</p>
<p>Confira 7 conselhos essenciais do professor da <a href="http://www.gbslc.com" target="_blank" rel="noopener">GB Salt Lake City</a> para você se adaptar como instrutor lá fora:</p>
<p>1. Estude o idioma local. Isso vai abrir muito mais oportunidades, tanto como professor quanto como competidor.</p>
<p>2. Tenha clareza sobre sua proposta e seus desejos. Muitas vezes, há uma confusão entre ser atleta e ser professor. Certifique-se de que suas expectativas estão alinhadas.</p>
<p>3. Formalize seu contrato. Não se mude com base em um acordo verbal. Já vi muitos professores enfrentarem problemas por não terem um contrato formalizado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB.jpg" alt="" width="828" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB.jpg 828w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-300x261.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-768x668.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Seidler-Rodrigo-GB-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>4. Cuide da documentação de imigração. Siga as leis locais e busque apoio de um advogado de imigração.</p>
<p>5. Sempre pesquise a reputação do seu empregador. Nem todos que entram no mercado são pessoas com quem vale a pena trabalhar.</p>
<p>6. Avalie o plano de carreira. Algumas ofertas iniciais podem ser modestas, mas o crescimento vem com o tempo. Já vi vários casos de ofertas irrecusáveis que acabam não sendo cumpridas.</p>
<p>7. Entenda a cultura da equipe. Se você quer focar em competições, procure um time com esse objetivo. O mesmo vale para defesa pessoal e para estilo de vida, ou qualquer outro foco que o Jiu-Jitsu possa trazer de benefícios. Oss!</p>
<div id="attachment_227630" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-227630" class="size-large wp-image-227630" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-1024x902.jpeg" alt="" width="650" height="573" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-1024x902.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-300x264.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-768x676.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17-150x132.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/08/WhatsApp-Image-2020-08-11-at-10.34.17.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-227630" class="wp-caption-text">Professor Rodrigo diplomado pelo grande mestre Robson Gracie. Foto: Reprodução</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-dicas-para-ensinar-jiu-jitsu-fora-do-brasil-por-professor-seidler-rodrigo/">7 dicas para ensinar Jiu-Jitsu fora do Brasil, por Prof. Seidler Rodrigo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Há 30 anos! Relembre Renzo x Gigi Paiva em 1994, na Copa Atlântico Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 14:44:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há três décadas, o circuito do Jiu-Jitsu esportivo ainda engatinhava. Mas já encantava e inspirava os praticantes, com célebres conferes que ficaram na memória dos pioneiros. Na Copa Atlântico Sul, Renzo Gracie, então professor da Gracie Barra, enfrentou Alexandre “Gigi” Paiva, em mais um clássico GB x Alliance, realizado no Rio de Janeiro em 1994.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-239699" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45.jpeg" alt="" width="576" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45.jpeg 576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-19-at-16.09.45-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>Há três décadas, o circuito do Jiu-Jitsu esportivo ainda engatinhava. Mas já encantava e inspirava os praticantes, com célebres conferes que ficaram na memória dos pioneiros.</p>
<p>Na Copa Atlântico Sul, Renzo Gracie, então professor da Gracie Barra, enfrentou Alexandre “Gigi” Paiva, em mais um clássico GB x Alliance, realizado no Rio de Janeiro em 1994.</p>
<p>Hoje, Renzo e Gigi são ambos mestres, e ostentam a faixa-coral na cintura.</p>
<p>Aos impacientes, a luta começa no chão aos oito minutos do vídeo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Renzo Gracie vs  Alexandre &quot;Gigi&quot; Pavia  1994 Copa Atlantica Sul" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/r8BCSUA-ffo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-renzo-gracie-x-alexandre-gigi-paiva-em-1994-na-copa-atlantico-sul/">Há 30 anos! Relembre Renzo x Gigi Paiva em 1994, na Copa Atlântico Sul</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 13:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor Vinicius “Draculino” Magalhães, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss! “Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235793" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235793" class="wp-image-235793 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg" alt="Draculino conquistou o ouro na divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla" width="1024" height="604" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-300x177.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-768x453.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Draculino-no-Mundial-2008-sem-kimono-Foto-Luca-Atalla-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235793" class="wp-caption-text">Draculino conquistou o ouro na antiga divisão master &amp; sênior no Mundial Sem Kimono 2008. Mas tirou muitas outras lições. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p><em>Do baú de GRACIEMAG, um célebre artigo de 2008, assinado pelo professor <a href="https://www.instagram.com/draculinojj/" target="_blank" rel="noopener">Vinicius “Draculino” Magalhães</a>, em nossa edição #139. Confira, aprenda com ele e assine GRACIEMAG para ler matérias similares. Oss!</em></p>
<p>“Já fiz três lutas de MMA, no Brasil e nos Estados Unidos, e posso afirmar: lutar Jiu-Jitsu é muito mais tenso e complexo. Eu já sabia disso, e repeti essa constatação em voz alta, no ginásio da Califórnia State University Dominguez Hills, no sábado, bem antes de tudo acontecer. Eu ainda não podia saber, claro. Mas, umas 24 horas depois, naquele domingo fatídico, eu acordaria na maior tranquilidade, pensando que era a manhã da luta – até ver que ao meu lado estava o Wellington Megaton, com os trajes de árbitro do <a href="https://ibjjf.com/events/results/2008-world-jiu-jitsu-no-gi-ibjjf-championship" target="_blank" rel="noopener">2º Mundial de Jiu-Jitsu Sem Kimono</a>. Caí numa tocaia. Mas deixemos isso para o fim.</p>
<p>A história começou no sábado, 9 de agosto de 2008. Não, na real começou antes, no mês de maio. Foi quando aceitei a missão de estabelecer nos EUA e comandar a <a href="https://www.graciemag.com/2011/12/03/draculino-mostra-54-tecnicas-em-menos-de-12-minutos/" target="_blank" rel="noopener">Gracie Barra Texas</a>, na cidade de Houston. Após um período totalmente voltado para o MMA e para o desenvolvimento dos meus alunos, achei que era a hora de voltar a botar a cara nos torneios e sentir a adrenalina de competir entre a garotada.</p>
<p>Estou com 37 anos. Não lutava um campeonato na categoria adulto desde 2002, no Pan da IBJJF. Com as coisas mais mansas, e com 150 alunos em Houston, quis mostrar a eles que o Jiu-Jitsu é para todos, e que mais vale cair dentro e lutar do que ficar pensando em desculpas ou se esconder atrás da fama.</p>
<p>A merda de ficar afastado é que você perde muito a tarimba, as manhas de competição – o ritmo da luta, a malandragem, coisas assim. Estranhei até como bater o peso para o campeonato, depois de tanto tempo sem enfrentar as balanças. O segredo é saber quantos quilos você perde ao dormir, e assim calcular certinho quanto você precisa bater pela manhã, para não ficar nem muito acima nem muito abaixo do seu peso ideal. Por isso passei aqueles dias carregando minha balança a tiracolo pelo ginásio, enquanto o pessoal brincava comigo.</p>
<p>A melhor sensação para mim foi na hora de aquecer, aquele frio na barriga antes da primeira luta. Não se trata de medo, você sabe. É pura adrenalina nas veias. Como eu estava dizendo, o vale-tudo e o MMA são extremos, claro, e podem ter lances brutais. Mas por outro lado você conhece o adversário, estuda o estilo do rival com antecedência, ganha uma bolsa boa, passagens aéreas para você e seu time – e faz uma luta só e a missão está cumprida. Praticamente o oposto do Jiu-Jitsu, em que lutamos por amor ao esporte, não faz ideia sobre quem vai encarar e o que pode acontecer.</p>
<p>A única coisa certa em todos os torneios de Jiu-Jitsu, por exemplo, é que vai haver ao menos uma grande surpresa, uma zebra a galopar nos tatames. O negócio é fazer tudo certinho para que não seja contra você.</p>
<p>Preparei meu Ipod com 4 mil músicas. Nada de hip-hop, que sou da antiga, mas acabei não escutando meu rock favorito antes da hora da verdade – “Angel of death”, da banda Slayer. Olha aí, vai ver que foi isso que fez a diferença, que causou aquele lance com os vagalumes. Tremendo papelão, foi o que pensei na hora. Mas claro que não me envergonho agora. Vergonha eu teria caso eu mutucasse, fugisse da luta ou agisse como um frouxo.</p>
<p>Em campeonatos de Jiu-Jitsu, e aí vale com ou sem kimono, já vi o certo dar errado, o errado dar certo, a técnica perder para ignorância e vice-versa. Depende do dia de cada um, e de outra série de fatores. Essa é a magia do esporte. E é essa magia que me faz estar lá sempre no ginásio, mesmo quando eu não vou lutar, e encarar calor ou frio nos ginásios da Califórnia.</p>
<p>Naquele fim de semana, o calorão estava especial, e o clima dentro da área de lutas não era mais ameno. Afinal, não é sempre que podemos ver em ação Saulo Ribeiro, Roberto Godói, Baret Yoshida, Jorge Pereira e tantos outros nomes da minha época. Tanto que a divisão de masters tinha mais astros que na categoria adulto.</p>
<p>Porém, formado por uma nova geração de astros, faixas-pretas cascas-grossíssimas, o adulto foi um espetáculo para os torcedores. Acostumado a um tempo em que víamos um mar de caras feias e lutadores cheios de marra, me impressionou ver como a molecada atual é educada, cordial e respeitosa com a gente e entre eles. Todos se cumprimentavam, trocavam reverências, numa clara demonstração que lutam para se divertir e evoluir, antes de tudo. Alguns, inclusive, me disseram que eu era um grande exemplo, por estar ali inscrito entre eles após faturar o ouro na minha divisão de 37 anos. Foi muito legal ouvir isso.</p>
<p>Eu sabia que não precisava provar nada a ninguém – exceto a você mesmo, todos os dias da vida. Por isso eu cheguei a rir ao ver uma luta da garotada. Percebi que para chegar perto da explosão, timing e pujança dos garotos, eu precisaria de uns cinco campeonatos em sequência. Foi o ritmo forte da maioria, mais do que a técnica, que me chamou a atenção. O que dizer de Rubens Cobrinha? A luta dele pelo ouro dos leves, contra Jeff Glover, foi a luta que mais me impressionou no evento. Um verdadeiro jogo de xadrez, vencido por Cobrinha por uma vantagem ao quase chegar do lado e dar um bote nas costas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Time Travel Tuesdays - Rubens Cobrinha Charles vs Jeff Glover   Nogi Worlds 08" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/h6cNbCw6pkU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Na minha divisão, o peso-pena, Bruno Frazatto venceu Denilson Pimenta na final. Pimenta luta desde a minha época também, e é um cara bem forte e completo. Bruninho usou sua guarda para raspar e virar a luta no finzinho, quando perdia por 2 a 4. Um lutão de duas, com o perdão da expressão chula, “putas velhas de tatame”.</p>
<p>O grande nome do evento, claro, foi Antonio Braga Neto, campeão absoluto após vencer Gabriel Vella numa final sensacional, no cair da tarde de domingo. Braga Neto surpreendeu ao, com segundos de luta, ir para cima e derrubar Vella, caindo por cima.</p>
<p>No feminino, a mesma coisa, vi muita técnica e humildade. Além da campeã absoluta, a faixa-marrom Ana Laura Cordeiro, campeã após vencer Ana Carolina e Penny Thomas, ainda vi Letícia Ribeiro finalizando bonito no peso-pluma.</p>
<p>E, para coroar, ainda teve o Saulo Ribeiro, campeão meio-pesado numa divisão cheia de garotos, como Gregor e Igor Gracie, que estavam cheios de fome de vitória.</p>
<p>Campeonatos são assim, uma grande festa, em que mesclam-se estilos e experiências. No meu caso, senti falta de ritmo, acredito. Admito que, mesmo após vencer o peso-pena entre os veteranos, não fiquei completamente satisfeito com minha exibição. Achei minhas duas lutas truncadas.</p>
<p>Até que chegou a hora de lutar entre os adultos. E eu, que quase não cometia erros tolos quando era competidor assíduo, acabei cometendo aquele erro primário, logo em minha primeira luta no adulto.</p>
<p>Era cerca de uma e meia da tarde de domingo. Eu sabia que meu oponente, Johnny Ramirez, era um aluno do Rodrigo Medeiros e um cara bem duro. Afinal, ele tinha feito uma luta boa com meu aluno Samuel Braga, em que o Samuel venceu por dois ou três pontos. Fiz minha tática, então: pus na guarda, raspei como manda o figurino e fiquei ali por cima fazendo minhas vantagens na meia-guarda.</p>
<p>Quando a luta parou e voltou no meio, tentei dar uma movimentada maior. Fui fazer uma passagem de guarda um pouco arriscada quando não há o kimono, em que se bota a mão no joelho para pressionar e passar por cima da perna. Deu no que deu.</p>
<p>Ao ver a gravação depois, eu não sabia se ria ou chorava. Meu braço escorregou certinho e caiu dentro do triângulo dele. Eu pulei para dentro do golpe!</p>
<p>Rapidamente, tentei fazer a defesa tradicional do triângulo, no que ele laçou minha perna. Golpe arrochado, vi então voltar aquela poderosidade da antiga, dos tempos em que minha geração foi criada a ferro e fogo. Eram tempos duros, quando incutiam na gente que devíamos ir até o fim para não ser finalizado. E, com os três tapinhas, não poderíamos testar de fato onde era o fim, certo?</p>
<p>Dormir ou bater? Eu, que nunca tinha batido na minha vida num campeonato, decidi que não seria logo agora, aos 37 anos. Não, eu não desistiria depois de velho, naquele Mundial Sem Kimono da IBJJF.</p>
<p>Naquele instante, com meu pescoço imprensado dentro do triângulo, cinco reflexões cruzaram minha mente na velocidade do pensamento:</p>
<p><em>1. Puta merda, que erro! Caí dentro do triângulo feito um idiota.</em></p>
<p><em>2. Preciso me defender.</em></p>
<p><em>3. Ih, não vai dar para defender. Caramba, agora eu sei exatamente como o Royler se sentiu no ADCC 2003. O que faço?</em></p>
<p><em>4. Ferrou. E agora: bater ou não bater?</em></p>
<p><em>5. Bater é o caralho. Vou ficar aqui mesmo.</em></p>
<p>Cheguei até a sonhar. Dormir num golpe é uma sensação estranha, porque é um lance suave. Não é nada traumático, como um nocautaço no vale-tudo. Primeiro, aparecem umas luzes piscando, como um bando de vaga-lumes. Quando você não espera mais, dorme.</p>
<p>Jiu-Jitsu, portanto, é isso: errou, já era, apagou. Deixo claro, primeiro, que meu jovem oponente teve todos os méritos. Segundo: batucar e desistir em campeonato não é demérito para ninguém, pelo contrário. Isso é loucura minha que ninguém deve pensar em seguir, não.</p>
<p><em>The end.</em>&#8221;</p>
<div id="attachment_235800" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235800" class="size-full wp-image-235800" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Professor-da-GB-Vinicius-Draculino-by-Bruno-O-Hara-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235800" class="wp-caption-text">Draculino com os alunos na GB, em foto de Bruno O&#8217;Hara / Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/vinicius-draculino-jiu-jitsu-e-os-vagalumes-no-breu/">Vinicius Draculino, Jiu-Jitsu e os vagalumes no breu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ulpiano Malachias e a mentalidade que o tornou referência no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 23:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
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		<category><![CDATA[Gracie Barra River Oaks]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Ulpiano Malachias é referência no ramo do empreendedorismo na comunidade do Jiu-Jitsu. Ulpiano é proprietário da Gracie Barra Westchase e da Gracie Barra River Oaks. Ambas as escolas são sediadas em Houston, Texas.&#160; O mineiro conquistou títulos importantes, como o ouro no Asian Open, em 2006, e o tricampeonato no Nacional Americano (2004,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239773" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239773" class="size-large wp-image-239773" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37-1024x774.jpeg" alt="" width="650" height="491" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37-1024x774.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37-300x227.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37-768x580.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37-150x113.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.18.37.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239773" class="wp-caption-text">Ulpiano Malachias na Gracie Barra Westchase. Foto: Instagram/Ulpiano Malachias</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor <a href="https://www.instagram.com/pianojiujitsu/">Ulpiano Malachias</a> é referência no ramo do empreendedorismo na comunidade do Jiu-Jitsu. Ulpiano é proprietário da Gracie Barra Westchase e da Gracie Barra River Oaks. Ambas as escolas são sediadas em Houston, Texas.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mineiro conquistou títulos importantes, como o ouro no Asian Open, em 2006, e o tricampeonato no Nacional Americano (2004, 2005 e 2008), mas realizou o sonho de viver em prol do esporte por meio dos negócios. “Pelo fato de eu não ter sido campeão mundial nem ter me tornado um superastro do Jiu-Jitsu de competição, percebi que eu poderia ser uma estrela no empreendimento”, contou Ulpiano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O craque da GB conversou com a equipe do GRACIEMAG.com e falou sobre a importância do mestre Carlinhos Gracie Jr. para ingressar no empreendedorismo, além da nova escola Gracie Barra River Oaks.</span></p>
<p><strong><em>GRACIEMAG</em>: O que moveu você a estudar e mergulhar de cabeça no mundo do empreendedorismo?</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">ULPIANO MALACHIAS</span></em><span style="font-weight: 400;">: Eu já morava nos Estados Unidos para viver em função das artes marciais, mas passava por dificuldades, cheguei a trabalhar como porteiro de boate. Certo dia, Carlinhos Gracie me falou que eu era bom no Jiu-Jitsu e me incentivou a abrir uma academia. Ele também já morava nos Estados Unidos e pretendia franquear a Gracie Barra. Apareceu a oportunidade de abrir a minha própria franquia e fundei a Gracie Barra Santa Ana, na Califórnia, em parceria com um amigo. Foi a primeira franquia da Gracie Barra, e foi ali que tudo começou. Fui bem treinado, prestava atenção em como gerir a escola, mas também segui meus instintos. Sempre tive mentalidade de empresário.</span></p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu mudou a sua vida?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia o Jiu-Jitsu é a minha vida. Não sei o que seria de mim sem o esporte. Não foi nada planejado, comecei a treinar Jiu-Jitsu com um amigo, o Erik Wanderley, aluno do grande Vinicius Draculino. O Erik era vizinho da minha tia e sempre ganhava os campeonatos, ficou conhecido no bairro. Ele me deu a oportunidade de treinar com ele e nunca mais parei. Vim para os Estados, consegui abrir minhas academias e vivo em prol do Jiu-Jitsu.</span></p>
<div id="attachment_239775" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239775" class="size-large wp-image-239775" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41-1024x671.jpeg" alt="" width="650" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41-1024x671.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41-768x503.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41-150x98.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-25-at-20.19.41.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-239775" class="wp-caption-text">Ulpiano Malachias em treino na Gracie Barra Westchase. Foto: Instagram/Ulpiano Malachias</p></div>
<p><strong>Qual é a importância do mestre Carlos Gracie Jr na sua formação dentro e fora dos tatames?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por eu ser de Belo Horizonte, eu não tinha um contato próximo com mestre Carlinhos. A partir de 2003, ano em que me mudei para os Estados Unidos, passei a conviver diariamente com o Carlinhos. Eu tive a oportunidade de me aproximar mais dele e o ajudava nas aulas na Gracie Barra Lake Forest. Ele incentivava todos que estavam ao seu redor a viver do Jiu-Jitsu. Ele acreditava que o Jiu-Jitsu daria um futuro brilhante para nós. Vi que ele sabia do que falava e aprendi a principal lição que ele nos passou, que era ajudar quem estivesse ao nosso lado. Era um estilo de vida que eu queria para mim, coloco o Carlinhos numa posição assim de pai, como se fosse um espelho. Falo para os meus amigos que se eu me tornar um dia 10% do que o Carlinhos é, ficarei extremamente satisfeito.</span></p>
<p><strong>Por que você acha que obteve tanto sucesso no ramo do empreendedorismo?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu sempre corri em busca da informação, sou estudioso e tento botar em prática aquilo que pode me fazer crescer como pessoa. Acredito que eu canalizo essa energia para os meus negócios. Eu queria ter uma das academias de mais sucesso. Pelo fato de eu não ter sido campeão mundial nem um superastro do Jiu-Jitsu, percebi que eu poderia ser uma estrela no empreendimento. Foquei no processo, aprendi bastante com os mestres, entendi o sistema que eles desenvolviam e pegava cada informação para estudar mais em casa. Sempre tive a visão de que o Jiu-Jitsu não é um hobby ou diversão. Para mim é uma profissão, eu sou professor de Jiu-Jitsu e dono de escolas. Eu queria maximizar meus empreendimentos e fazer meu máximo dentro desse meio para poder ser uma pessoa de sucesso. Sempre acreditei que é necessário encarar o seu trabalho numa academia de Jiu-Jitsu como uma profissão em vez de um hobby e entender que você tem o privilégio de trabalhar com o que ama.</span></p>
<p><strong>Que dicas você daria a um atleta que deseja ter uma boa escola de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dica que eu daria é que tudo tem o seu tempo. É muito difícil estar em alto nível no Jiu-Jitsu e gerenciar uma escola. Dar aula é uma coisa, ter o seu próprio negócio é outra. Então se quiser ser atleta, foque nos campeonatos e nos treinos e entenda que você vai colher no futuro o que planta hoje. É importante compreender que o atleta se torna professor quando se aposenta ou tenta a sorte em outra profissão. Acredito que o atleta que não estuda como ser um bom professor, não terá um futuro brilhante no esporte. Se você pensar, a maioria dos grandes ex-atletas de Jiu-Jitsu são grandes professores, caso do Draculino, Roger Gracie, Rômulo Barral, Marcelo Garcia, Rodrigo Cavaca e tantos outros. A carreira de atleta é uma janela curta, está em processo de crescimento, mas não dá um retorno financeiro para o lutador viver bem para o resto da vida.</span></p>
<p><strong>Quais são os seus próximos objetivos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tento ajudar a Gracie Barra a crescer ainda mais no Texas. A nossa nova Gracie Barra River Oaks é uma academia avançada, com um tatame tecnológico à base de molas de suspensão para amortecer as quedas. A escola fica localizada numa região muito boa, no coração de Houston, com a mesma filosofia de ensino que funcionou em West Chase.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CYaSbFrl5IQ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/CYaSbFrl5IQ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ulpiano-malachias-e-a-mentalidade-que-o-tornou-referencia-no-jiu-jitsu/">Ulpiano Malachias e a mentalidade que o tornou referência no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição de foco e perseverança da professora Nika Schwinden</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 23:51:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professora à frente da escola GMI Gracie Barra Curitiba, a faixa-preta Nika Schwinden é uma das grandes referências no ensino do Jiu-Jitsu feminino no país. De acordo com a faixa-preta da GB paranaense, o amasso e o perrengue nos treinos deve ser visto como um aliado de quem veste o kimono, já que é uma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-220666 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/nika.jpg" alt="" width="720" height="581" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/nika.jpg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/nika-300x242.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/01/nika-150x121.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p>Professora à frente da escola GMI Gracie Barra Curitiba, a faixa-preta Nika Schwinden é uma das grandes referências no ensino do Jiu-Jitsu feminino no país.</p>
<p>De acordo com a faixa-preta da GB paranaense, o amasso e o perrengue nos treinos deve ser visto como um aliado de quem veste o kimono, já que é uma dose diária de humildade.</p>
<p>Se você tomou um amasso nos treinos, faça como a campeã Nika e jamais desanime. A prática do Jiu-Jitsu reforça a autoconfiança e nos torna mais perseverantes. Por mais que o praticante não tenha ambições no âmbito esportivo, os sufocos nos farão evoluir para além dos tatames e podem te ajudar no meio profissional.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/reel/CgLGswCJ335/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Assista ao vídeo aqui e relembre a lição da professora Nika Schwinden, postada no nosso Instagram. Treine duro, mantenha a humildade e o foco no Jiu-Jitsu e invista em você.</a></p>
<p>Bons treinos!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-foco-e-perseveranca-da-professora-nika-schwinden/">A lição de foco e perseverança da professora Nika Schwinden</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Afiando a guarda: Roberto Roleta ensina como fazer a raspagem helicóptero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 11:13:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roberto &#8220;Roleta&#8221; Magalhães sagrou-se tetracampeão mundial na faixa-preta (96, 97, 98 e 2000) graças a um jogo de guarda criativo e imprevisível. Os oponentes conheciam suas habilidades por baixo, mas poucos conseguiam evitar seus arremessos no ar com raspagens acrobáticas. Sua guarda, que funcionou com maestria contra rivais do calibre de Wallid Ismail, Saulo Ribeiro,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214453" style="width: 1324px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214453" class="wp-image-214453 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2.jpg" alt="Roberto Roleta executa sua raspagem mais famosa. Foto: Reprodução" width="1314" height="739" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2.jpg 1314w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/roleta2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1314px) 100vw, 1314px" /></a><p id="caption-attachment-214453" class="wp-caption-text">Roberto Roleta ensinando sua raspagem mais famosa para a equipe GRACIEMAG, no Rio</p></div>
<p>Roberto &#8220;Roleta&#8221; Magalhães sagrou-se tetracampeão mundial na faixa-preta (96, 97, 98 e 2000) graças a um jogo de guarda criativo e imprevisível.</p>
<p>Os oponentes conheciam suas habilidades por baixo, mas poucos conseguiam evitar seus arremessos no ar com raspagens acrobáticas.</p>
<p>Sua guarda, que funcionou com maestria contra rivais do calibre de Wallid Ismail, Saulo Ribeiro, Amaury Bitetti, Fernando Margarida, Rodrigo Minotauro, Murilo e Zé Mario, tinha como carro-chefe a icônica raspagem helicóptero.</p>
<p>Em vídeo gravado nos antigos estúdios de GRACIEMAG no Rio, Roleta explicou em detalhes a execução da técnica.</p>
<p>Confira a aula abaixo, e bons estudos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roberto Roleta ensina raspagem helicóptero no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/j8X28tyBM14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/afiando-a-guarda-roberto-roleta-ensina-como-fazer-a-raspagem-helicoptero-no-jiu-jitsu/">Afiando a guarda: Roberto Roleta ensina como fazer a raspagem helicóptero</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relembre Preguiça x Estima na seletiva do ADCC 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 17:09:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2015, Felipe Pena já mostrava que seu Jiu-Jitsu não era bonito e eficaz somente com o kimono. Na seletiva do ADCC no Rio de Janeiro, o popular Preguiça venceu a categoria até 88kg com estilo. E a vitória veio após uma tomada de decisão interessante, quando Felipe e o amigo Victor Estima bateram de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-175906 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Felipe-PreguiC3A7a-contra-Victor-Estima-1.png" alt="" width="875" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Felipe-PreguiC3A7a-contra-Victor-Estima-1.png 875w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Felipe-PreguiC3A7a-contra-Victor-Estima-1-300x183.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Felipe-PreguiC3A7a-contra-Victor-Estima-1-768x468.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Felipe-PreguiC3A7a-contra-Victor-Estima-1-150x91.png 150w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /></p>
<p>Em 2015, Felipe Pena já mostrava que seu Jiu-Jitsu não era bonito e eficaz somente com o kimono. Na seletiva do ADCC no Rio de Janeiro, o popular Preguiça venceu a categoria até 88kg com estilo.</p>
<p>E a vitória veio após uma tomada de decisão interessante, quando Felipe e o amigo Victor Estima bateram de frente na semifinal da divisão.</p>
<p>Os faixas-pretas da Gracie Barra sonhavam com a vaga para o ADCC 2015, conversaram e optaram por lutar na fase eliminatória.</p>
<p>Na batalha entre o mineiro e o pernambucano, a guerra foi de pura técnica. Victor arriscou perigosos botes no pé, enqunto o mineiro da GB BH soube defender e buscar a passagem de guarda na hora certa, para vencer.</p>
<p>Reveja o confere com exclusividade, aqui no GRACIEMAG, em filmagem de Vitor Freitas:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Felipe Preguiça contra Victor Estima na seletiva do ADCC Rio" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/DJj6cfpK3yc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/relembre-felipe-preguica-x-victor-estima-na-seletiva-do-adcc/">Relembre Preguiça x Estima na seletiva do ADCC 2015</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A lição de Jiu-Jitsu mais importante que Renzo Gracie ensinou ao seu faixa-preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 11:47:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O americano John Danaher começou relativamente &#8220;tarde&#8221; no Jiu-Jitsu, com 28 anos, quando era um segurança de clubes noturnos de Nova York com muitos músculos e pouca técnica. Apaixonou-se nos anos 1990 pelos treinos na academia de Renzo Gracie em Manhattan, e era um dos mais assíduos alunos do professor carioca. &#8220;Ele vinha treinar no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_194277" style="width: 825px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194277" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/Renzo-Gracie-com-seu-faixa-preta-John-Danaher-estudioso-do-Jiu-Jitsu-Foto-Luca.jpg" alt="Renzo Gracie e seu faixa-preta John Danaher: estudo constante do Jiu-Jitsu. Foto: Luca Atalla" width="815" height="768" class="size-full wp-image-194277" /><p id="caption-attachment-194277" class="wp-caption-text">Renzo Gracie e seu faixa-preta John Danaher: estudo constante do Jiu-Jitsu. Foto: Luca Atalla</p></div>
<p>O americano John Danaher começou relativamente &#8220;tarde&#8221; no Jiu-Jitsu, com 28 anos, quando era um segurança de clubes noturnos de Nova York com muitos músculos e pouca técnica. Apaixonou-se nos anos 1990 pelos treinos na academia de Renzo Gracie em Manhattan, e era um dos mais assíduos alunos do professor carioca. &#8220;Ele vinha treinar no Natal se a gente deixasse&#8221;, costuma brincar Renzo.</p>
<p>Em 2002, Danaher pegou a faixa-preta, e ficou famoso por lapidar as técnicas sem kimono de astros do UFC como o canadense Georges St-Pierre. Um dos mais conceituados professores americanos hoje, <a href="https://www.instagram.com/p/BO3JfBGBVAC/?taken-by=danaherjohn" target="_blank" rel="noopener noreferrer">John Danaher postou no seu Instagram</a> a lição de Jiu-Jitsu que mudou sua vida nos tatames. Segundo o próprio, trata-se do ensinamento mais importante que recebeu de Renzo:</p>
<p>&#8220;Quando eu ainda era um faixa-branca, os alunos mais experientes da academia de Renzo apresentavam um nível muito alto. Comecei então a desenvolver uma reputação de faixa-branca difícil de ser finalizado, e logo os mais graduados gostavam de treinar comigo, como um bom teste de suas habilidades de finalizar ou como um aquecimento para valer antes do treinamento sério com os outros graduados&#8221;, recorda John.</p>
<p>&#8220;Esses treinos então me deram uma defesa sólida, mas não muito mais do que isso. Caí então numa mentalidade que estabelecia que o sucesso consistia em sobreviver no tatame por um tempo razoavelmente respeitável. Essa mentalidade é válida e aceitável para um iniciante, mas não é capaz de sustentar o desenvolvimento do praticante de Jiu-Jitsu depois de um tempo. Certa noite, eu terminei um treino orgulhoso por ter durado um longo round com um praticante veterano quando o sr. Renzo Gracie sentou ao meu lado e expressou forte decepção em relação ao meu jogo&#8221;, surpreendeu-se Dahaner.</p>
<p>&#8220;Renzo me disse: &#8216;John, do modo como você treina, você jamais será nada mais do que um <strong>incômodo</strong> para seu oponente. É preciso mudar seu jogo e tornar-se uma <strong>ameaça</strong> para o seu adversário. Quando fizer isso, vai observar uma mudança total, não só no seu próprio jogo, mas no jogo que seu oponente usa contra você.'&#8221;</p>
<p>John Danaher prossegue:</p>
<p>&#8220;Alguns momentos de reflexão revelaram a verdade de suas palavras. A partir daquele dia, mudei toda a minha abordagem para o jogo. Comecei um estudo detalhado das principais finalizações do esporte e as pré-condições necessárias para torná-las viáveis no meu jogo. Em pouco tempo, comecei a experimentar o sucesso ofensivo pela primeira vez e o meu treino tornou-se muito mais gratificante e interessante. Essa lição aparentemente simples tornou-se a orientação para o meu estudo do Jiu-Jitsu e minha filosofia de ensino&#8221;.</p>
<p>O professor então reflete e conclui:</p>
<p>&#8220;Defesa será sempre a base do Jiu-Jitsu, mas ela deve ser alimentada constantemente por um positivo espírito ofensivo para evitar que degenere num jogo negativo e limitado.&#8221;</p>
<p>A seguir, relembre Renzo e Danaher lapidando posições juntos, e comente: seu jogo já é uma ameaça aos oponentes ou você apenas incomoda na academia? Mude sua mentalidade e seu Jiu-Jitsu! Oss.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="John Danaher, Ryan, and Renzo Gracie: early sweep experiments" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/giE_sgWY4sk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-jiu-jitsu-mais-importante-ensinada-por-renzo-gracie-ao-seu-faixa-preta/">A lição de Jiu-Jitsu mais importante que Renzo Gracie ensinou ao seu faixa-preta</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O que Kleber Buiú aprendeu de melhor com Carlinhos e Roger Gracie?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 15:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kleber Paulino, o Buiú, professor e líder da Gracie Barra Parque Olímpico no Rio, conviveu desde molecote com o amigo Roger Gracie. Afilhado do mestre Carlos Gracie Jr, nosso GMI aprendeu muito com a família mais casca do planeta, e as incontáveis conversas e conselhos o levaram a desenvolver uma tática singular para domar a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218114" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218114" class="size-full wp-image-218114" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-30-at-17.45.18.jpeg" alt="" width="760" height="855" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-30-at-17.45.18.jpeg 760w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-30-at-17.45.18-267x300.jpeg 267w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-30-at-17.45.18-133x150.jpeg 133w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /><p id="caption-attachment-218114" class="wp-caption-text">Professor Kleber Buiú, na escola Gracie Barra Parque Olímpico, no Rio: aula sobre como ligar o &#8220;modo guerreiro&#8221;.</p></div>
<p>Kleber Paulino, o Buiú, professor e líder da <a href="https://www.graciemag.com/academias/gb-parque-olimpico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gracie Barra Parque Olímpico no Rio</a>, conviveu desde molecote com o amigo Roger Gracie. Afilhado do mestre Carlos Gracie Jr, nosso GMI aprendeu muito com a família mais casca do planeta, e as incontáveis conversas e conselhos o levaram a desenvolver uma tática singular para domar a adrenalina antes de encarar as competições.</p>
<p>Na hora da verdade, Buiú aprendeu a filtrar os pensamentos certos e, assim, usar a mente a seu favor para vencer:</p>
<p>“O pior pensamento, ao meu ver, é o cara ficar martelando na cabeça – ‘Ah, eu não posso perder, não posso perder!’. Isso acaba com o cara”, diz o carioca nascido no morro do Juramento. “Minha tática para domar a adrenalina, então, envolve ver fitas e vídeos de minhas lutas antigas. Mas com um detalhe: eu escolho preferencialmente lutas em que perdi.”</p>
<p>Para o faixa-preta de Carlos Gracie Jr, espiar as próprias derrotas pode dar aquela descarga elétrica necessária para ligar um campeão.</p>
<p>“Eu então fico ali, vendo uma, duas lutas perdidas, e minha mente começa a entrar no modo guerreiro. Na minha cabeça, aquela luta não acabou, e eu ainda não perdi, entende? Eu estou no meio dela, sei o que preciso fazer para virar a luta. Então entro contra qualquer adversário como se eu estivesse atrás do placar, o que triplica minha garra, anula o medo de derrota e me faz partir para cima, afinal o ‘placar teórico’ está uns 4 a 0 para o cara (risos).”</p>
<p>Para Buiú, inclusive, esse modo de raciocinar serve muito bem para o dia a dia, e para os diversos desafios fora da academia:</p>
<p>“É um bom modo de pensar longe dos tatames também. Porque você e eu estamos sempre perdendo para o mundo, é ou não é? Estamos sempre ameaçados de uma derrota. Mas e agora? O que você vai fazer para virar? No fim das contas, a gente vive numa luta que jamais termina”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-kleber-buiu-aprendeu-de-melhor-sobre-jiu-jitsu-com-carlinhos-e-roger-gracie/">O que Kleber Buiú aprendeu de melhor com Carlinhos e Roger Gracie?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 09:25:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje. “Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_144738" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-144738" class="wp-image-144738 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg" alt="Marcelinho Garcia demonstra a mecânica da guarda-X para um ensaio na revista GRACIEMAG. Foto: Dan Rod" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/03/20151118_ROD0958-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-144738" class="wp-caption-text">Garcia analisa a mecânica da guarda-X em ensaio recente nas páginas de GRACIEMAG. Foto: Dan Rod.</p></div>
<p>Em recente conversa pelo telefone com o professor de Jiu-Jitsu Vinicius Draculino, a equipe do GRACIEMAG.com apurou alguns detalhes interessantes sobre a mecânica da guarda-X, uma das técnicas mais usadas para raspar no Jiu-Jitsu competitivo de hoje.</p>
<p>“Há um mito de que o guardeiro precisa ter pernas compridas para executar com eficiência a guarda-X”, diz Draculino. “O Marcelinho Garcia, que tem pernas curtas e é um grande especialista nessa posição, é a prova viva de que essa teoria é furada”.</p>
<p>“O fundamento mais importante para a prática da guarda-X”, continua o professor fundador da Gracie Barra BH, “é saber entrar embaixo do adversário e não se apavorar ao ficar nessa posição. O guardeiro precisa desenvolver a habilidade de deslocar o passador para o alto e se posicionar embaixo ele, sentindo-se confortável ali. Não se pode ficar travado, a posição requer mobilidade para sair e voltar, defender e atacar”.</p>
<div id="attachment_56626" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56626" class="wp-image-56626 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg" alt="Draculino salutes each one of his students" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/10/MG_7178-2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-56626" class="wp-caption-text">Draculino entre seus alunos: o professor foi um dos guardeiros mais respeitados dos anos 1990. Foto: GRACIEMAG.</p></div>
<p>Embora pareça um detalhe técnico simples, <a href="https://twitter.com/draculino" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Draculino</a> chama a atenção para a dificuldade que os iniciantes no Jiu-Jitsu têm para se arriscar em posições sob o peso do corpo do adversário. De fato, faixas-brancas costumam ter fobia em buscar esse tipo de situação. Preferem ficar à distância, preocupados com um possível amasso. “Antes de exorcizarem esse medo de ficar embaixo do oponente, eles jamais vão se dar bem com a guarda-X”.</p>
<p>Mas como se vence esse pavor que eventualmente nos bloqueia a explorar novas técnicas e ampliar nossos horizontes no Jiu-Jitsu? Consultamos então o ás na posição Marcelinho Garcia, astro da Alliance, que ofereceu uma bela resposta aos leitores de GRACIEMAG.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcelo Garcia: No-Gi X-Guard sweep" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/m-ueyJXiShY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“É importante assumir riscos”, ensina Marcelinho. “Você não pode jamais ficar preso ao que é confortável. Recusar outras técnicas é se limitar, você não se desenvolve. Pior que perder no treino é ficar estagnado sem aprender&#8221;, prega o faixa-preta de Fabio Gurgel.</p>
<p>&#8220;Eu evoluí ao perder o medo de jogar aberto, de ir para cima, tentar alguma coisa, mesmo que no fim dê errado e eu seja finalizado. Perdi o medo de falhar e assim o meu jogo ficou completo”, garante o mito do ADCC.</p>
<p>Faça como Marcelinho e corra mais riscos, amigo leitor. Que tal nos próximos treinos adicionar a guarda-X ao seu jogo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&gt;&gt;&gt; Para ler artigos e analisar as técnicas mais úteis ao seu jogo, <a href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine GRACIEMAG</a> e receba em casa a revista de Jiu-Jitsu favorita dos campeões do esporte. Ou corra às bancas hoje mesmo e garanta a sua.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-teoria-furada-sobre-a-guarda-x-no-jiu-jitsu-com-marcelinho-garcia-e-vinicius-draculino/">A “teoria furada” sobre a guarda-X, com Marcelinho Garcia e Vinicius Draculino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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