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	<title>Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Quando o BJJ vira cura: a história do professor Berg Alves</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na entrevista exclusiva a seguir, o professor GMI Lindoberg Alves relembra como o Jiu-Jitsu o ajudou a superar a dor da perda de um amigo e a canalizar a raiva em energia positiva. Berg fala sobre os mestres que marcaram sua jornada, a importância da pedagogia no ensino para crianças — inclusive aquelas com TEA&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-246851" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-300x190.jpg" alt="" width="1193" height="756" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-300x190.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-1024x649.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-768x487.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1-150x95.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1193px) 100vw, 1193px" /></p>
<p>Na entrevista exclusiva a seguir, o professor GMI Lindoberg Alves relembra como o Jiu-Jitsu o ajudou a superar a dor da perda de um amigo e a canalizar a raiva em energia positiva. Berg fala sobre os mestres que marcaram sua jornada, a importância da pedagogia no ensino para crianças — inclusive aquelas com TEA — e os aprendizados que acumulou em mais de uma década defendendo a bandeira da Ryan Gracie/Legião. Sua narrativa é um testemunho de resiliência e de como o esporte pode ser um verdadeiro salvamento.</p>
<p>Com a serenidade de quem já enfrentou grandes batalhas dentro e fora das arenas, Berg compartilha conselhos valiosos para quem sonha em se tornar professor de Jiu-Jitsu e revela o segredo para transformar alunos comuns em campeões. Mais do que uma entrevista, este é um convite para refletir sobre o impacto da arte suave na formação de pessoas e comunidades — e sobre como o exemplo de um mestre pode inspirar gerações.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-246852" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-300x225.jpg" alt="" width="1174" height="881" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2a.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1174px) 100vw, 1174px" /></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você começou no Jiu-Jitsu porque era uma pessoa muito inquieta e explosiva, correto? O BJJ atuou como uma espécie de cura transformadora. Como esse processo se deu exatamente?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/berg40bjj_?stkn=MXJncmlhbTI4ZmU1MA==">LINDOBERG ALVES:</a> Comecei tarde no Jiu-Jitsu, aos 30 anos. A luta sempre esteve dentro de mim. Desde criança eu era fascinado por artes marciais, assistia às lutas pela televisão e, depois de adulto, continuei acompanhando. O que me impediu de começar antes foi principalmente a condição financeira. Eu tinha vontade, mas não tinha condições de pagar uma academia e comprar todo o material necessário. O momento que realmente mudou minha vida aconteceu depois de uma tragédia. Eu tinha um grande amigo, que também era meu sócio e que eu considerava como um irmão. Nós dois tínhamos um temperamento muito explosivo. Um dia, por causa de uma discussão que poderia ter terminado de outra maneira, ele entrou em uma briga e acabou perdendo a vida por causa disso. Aquilo me destruiu emocionalmente. Eu fiquei tomado pela raiva, pelo ódio e por um sentimento muito forte de querer fazer justiça com as minhas próprias mãos. Foi então que comecei a perceber onde toda aquela raiva poderia me levar. Mesmo que eu fizesse aquilo que estava pensando, nada traria meu amigo de volta. Eu poderia destruir também a minha própria vida. Eu me lembro de pedir a Deus que tirasse aquele sentimento de dentro de mim, porque sozinho eu não estava conseguindo controlar o que sentia. Foi nesse período que o Jiu-Jitsu entrou definitivamente na minha vida.</p>
<p><strong>Um verdadeiro salvamento! </strong><br />
Sim, é muito verdade quando dizem que “o Jiu-Jitsu salva!”. Como eu não tinha condições financeiras, pedi ajuda a um amigo e ele me ajudou a comprar um kimono. Quando decidi começar, não fui à academia apenas para experimentar. Eu já cheguei com uma mochila, kimono e a faixa-branca. Meu professor, Marcos Tafio, olhou para mim e perguntou: “Veio fazer uma aula experimental, campeão?” Eu respondi: “Não. Não vim fazer só uma aula. Vim me matricular e ficar.” Ele falou: “Aí sim, mano. Vou procurar um kimono que sirva em você.” Então abri minha mochila e respondi: “Não precisa. Eu já comprei tudo.” Ele começou a rir e disse algo que nunca esqueci: “Agora eu vi que você veio para ficar mesmo.” E ainda soltou uma frase: “Esse vai virar faixa-preta.” Eu não poderia imaginar o significado que aquela frase teria anos depois. A cada treino parecia que uma parte daquela raiva ficava no tatame. O Jiu-Jitsu me cansava fisicamente, mas, ao mesmo tempo, organizava minha mente. Aos poucos fui aprendendo algo que eu precisava desesperadamente naquele período: controlar minhas emoções. A vontade de fazer justiça com as minhas próprias mãos foi perdendo espaço. Comecei a compreender que força não era fazer aquilo que a raiva estava me mandando fazer. Força também era conseguir parar, pensar e escolher outro caminho. Por isso, quando digo que o Jiu-Jitsu transformou a minha vida, não é uma frase de efeito. Eu sei o estado emocional em que cheguei naquele primeiro treino e sei a pessoa que fui me tornando ao longo dos anos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-246853" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-300x225.jpg" alt="" width="1240" height="930" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/2-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 1240px) 100vw, 1240px" /></p>
<p><strong>A sua experiência pode servir de exemplo e inspiração para muitos leitores que estejam passando por um momento difícil na vida… </strong><br />
Sim, espero que sim. O Jiu-Jitsu me deu um lugar para direcionar toda aquela energia, me ensinou disciplina e autocontrole e me ajudou a atravessar um dos períodos mais difíceis da minha vida sem tomar uma decisão que poderia ter consequências irreversíveis. Anos depois, aquela frase do meu professor se tornou realidade: eu me tornei faixa-preta! E talvez essa seja uma das maiores razões pelas quais hoje eu levo tão a sério minha responsabilidade como professor. Eu sei, pela minha própria história, que uma pessoa pode entrar em uma academia procurando apenas uma luta e acabar encontrando um novo caminho para a própria vida.<br />
<strong><br />
Qual foi a grande lição que você aprendeu com os seus mestres no Jiu-Jitsu? </strong><br />
Tive grandes professores que foram fundamentais na minha formação: Marcos Tafio, Jeferson Deamo, Marcelo Padaria, Juliano Pedrita e o grande Daniel Gracie. Cada um contribuiu de uma forma diferente para o meu Jiu-Jitsu e para quem sou como professor. A maior lição que aprendi com eles foi ter disciplina, respeito, lealdade e nunca parar de aprender.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/berg40bjj_?stkn=MXJncmlhbTI4ZmU1MA=="><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246854" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-300x225.jpg" alt="" width="1204" height="903" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1204px) 100vw, 1204px" /></a></p>
<p><strong>Por falar em aprender, você estudou bastante sobre a pedagogia esportiva direcionada a crianças com TEA, correto? </strong><br />
Sempre tive interesse em entender melhor como ensinar Jiu-Jitsu para crianças, principalmente crianças com TEA. Por isso, busquei uma formação específica e hoje sou credenciado no Método Winners, uma metodologia de ensino voltada ao trabalho com crianças. Isso me ajudou a organizar e adaptar melhor minhas aulas, respeitando as necessidades de cada aluno. O Jiu-Jitsu pode contribuir para disciplina, coordenação motora, atenção, confiança e interação social.</p>
<p><strong>Há 13 anos você defende a bandeira da Ryan Gracie/Legião. Quais são as principais lembranças dessa trajetória?</strong><br />
São 13 anos de uma história que representa muito para mim. Vivi grandes treinos, competições, dificuldades e vitórias, além de construir amizades que levo para a vida. Foi nessa equipe que cresci como atleta e professor, e tenho muito orgulho de carregar essa bandeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246855" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-300x225.jpg" alt="" width="1224" height="918" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/4.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>Quais são os destaques da sua vida como competidor e o que você aprendeu nas grandes arenas do BJJ?</strong></p>
<p>A competição me trouxe grandes experiências e resultados importantes, mas o maior aprendizado foi saber lidar com pressão, vitória e derrota. Aprendi que uma derrota pode ensinar tanto quanto uma vitória quando você identifica seus erros e volta mais preparado.</p>
<p><strong>Qual é o segredo para transformar um aluno mediano num grande campeão?</strong><br />
Constância, disciplina e um professor que saiba enxergar o potencial do aluno. Nem sempre o mais talentoso chega mais longe. Muitas vezes, quem aprende a trabalhar, ouvir e não desistir acaba se tornando um grande campeão.<br />
<strong><br />
Quais dicas você dá para quem sonha em se tornar um professor de Jiu-Jitsu de sucesso?</strong><br />
Nunca pare de estudar e lembre que saber Jiu-Jitsu é diferente de saber ensinar. Um bom professor precisa conhecer seus alunos, ter paciência, buscar conhecimento e ensinar pelo exemplo. Para mim, sucesso é formar bons atletas e, principalmente, boas pessoas através do Jiu-Jitsu.<br />
<strong><br />
Qual foi o principal conselho que você escutou ao longo da sua carreira e como isso mudou sua vida?</strong><br />
Uma das maiores lições que recebi foi nunca desistir diante das dificuldades. No Jiu-Jitsu e na vida, nem todos os dias serão bons, mas continuar trabalhando e evoluindo é o que faz a diferença.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/quando-o-bjj-vira-cura-a-historia-do-professor-berg-alvez/">Quando o BJJ vira cura: a história do professor Berg Alves</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pai e filhos lutam no mesmo card e protagonizam feito raro no mundo das lutas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 18:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Miltinho Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
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<div id="attachment_246845" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246845" class="wp-image-246845 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters.jpg" alt="" width="800" height="580" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-768x557.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/rio-fighters-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246845" class="wp-caption-text">Wallance Lopes (direita) e os filhos treinam MMA com o mestre Miltinho Vieira na Rio Fighters – Foto: divulgação</p></div>
<p>A Liga Monstro Combat 3 (LMC 3), marcada para o dia 25 de setembro, nos estúdios da RedeTV!, em São Paulo, terá uma história especial protagonizada por uma família do mundo da luta. Wallace Lopes fará o co-main event, em duelo de Boxe, enquanto seus filhos, Jordan Lopes e Jonatan Lopes, farão suas estreias no MMA profissional no mesmo evento.</p>
<p>A história começou ainda na infância dos irmãos, que acompanharam o pai nos treinos e competições desde muito pequenos. Ainda na adolescência, eles decidiram morar com Wallace para viverem uma rotina dedicada ao esporte. “Esse momento é o que eu entendi que nós seríamos uma família que viveríamos da luta”, lembra o pai.</p>
<p>Wallace, que tem o kickboxing como origem e construiu também uma trajetória no MMA, conta que durante anos imaginou a possibilidade de dividir um evento com os filhos. Agora, o sonho se tornou realidade. “É a realização de um sonho. Quando eles começaram a lutar, eu sempre vislumbrava: será que um dia a gente vai lutar no mesmo evento?”, afirma.</p>
<p>A evolução de Jordan e Jonatan no kickboxing levou a família a mirar o MMA. Nesse processo, a Rio Fighters e o mestre Miltinho Vieira tiveram papel fundamental. Wallace já tinha a equipe como sua casa e viu no trabalho de Miltinho, especialmente no grappling, a oportunidade de complementar a formação dos filhos.</p>
<p>“Não teria como não começar a imaginar eles no MMA, já com o nível de luta em pé que eles têm, juntando com o nível de grappling que o Miltinho Vieira tem dentro da Rio Fighters”, explica Wallace.</p>
<p>Para Jordan, dividir a noite com o pai e o irmão parece algo difícil de acreditar. “Nem nos meus maiores sonhos eu imaginaria estar estreando no mesmo evento que o meu pai e ainda junto com o meu irmão”, destaca.</p>
<p>Jonatan também vê a oportunidade como resultado de uma caminhada construída em família. Antes de suas lutas, ele costuma ouvir do pai uma frase que carrega consigo: “Você não está sozinho”. E, para ele, isso representa exatamente o momento que os três viverão na LMC 3.</p>
<p>Mais do que três lutas no mesmo card, a noite em São Paulo será a celebração de uma trajetória construída dentro do esporte, com Wallace passando de atleta e pai a treinador e manager dos próprios filhos. “Como pai, ver eles dando o primeiro passo é motivo de muita alegria. Quer dizer que o trabalho foi bem feito até aqui”, resume Wallace.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/pai-e-filhos-lutam-no-mesmo-card-e-protagonizam-feito-raro-no-mundo-das-lutas/">Pai e filhos lutam no mesmo card e protagonizam feito raro no mundo das lutas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Os 3 pilares de um bom professor de Jiu-Jitsu, inspirados pela maior poeta do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Cecilia Meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246840" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246840" class="wp-image-246840 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-1024x684.jpg" alt="" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-1024x684.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Cecilia-Meireles-Foto-de-capa-de-seu-livro-Cronicas-de-viagem.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246840" class="wp-caption-text">Cecilia Meireles em foto de capa de seu livro Crônicas de viagem. Arquivo</p></div>
<p class="p1">Antes de se tornar uma imensa poeta, Cecília Meireles (1901–1964) foi filha de professora. Orfã de pai e mãe, mergulhou nos livros. Tornou-se uma influente educadora –&nbsp;foi professora primária, escritora de livros infantis e professora de literatura. Terminaria célebre, ainda, como tradutora, ao verter para o português livros de poesia da Índia e da China, escritos originalmente em sânscrito, hindi ou mandarim.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Como cronista, aquela carioca do bairro do Rio Comprido inspirava e emocionava o leitor. Cecília deixou incontáveis crônicas, publicadas nos maiores jornais do país. Ainda jovem, a futura autora dos consagrados livros “Romanceiro da Inconfidência” e “Batuque” refletiu sobre as qualidades e pilares fundamentais dos bons professores.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">A crônica “Qualidades do professor” apareceu nas páginas do jornal carioca “Diário de Notícias”, em 10 de agosto de 1930, e está em variadas antologias – como “Cecília Meireles: obra em prosa” (Editora Nova Fronteira). Cecília, nas primeiras linhas, lança um elogio e uma provocação aos mestres:</p>
<p class="p1">“Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.”</p>
<p class="p1">Em seguida, ela sugere que transformar vidas, no fim das contas, passa por três aspectos fundamentais: o coração, a imaginação e o conhecimento. Ensina, Cecília:</p>
<p class="p1">1. “Ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.”</p>
<p class="p1">2. “Ter imaginação para sugerir.”</p>
<p class="p1">3. “Ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.”</p>
<p class="p1">Confira a crônica na íntegra, a seguir no GRACIEMAG.com, e aprenda com a mestra Cecília Meireles.</p>
<p class="p1">•&nbsp;“QUALIDADES DO PROFESSOR”<span class="Apple-converted-space">&nbsp; </span>•</p>
<p class="p1">(Crônica de 1930)</p>
<p class="p1">Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.</p>
<div id="attachment_246841" style="width: 547px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246841" class="wp-image-246841 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990.png" alt="" width="537" height="342" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990.png 537w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990-300x191.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Poeta-Cecilia-Meireles-foi-eterninzada-na-cedula-de-100-cruzeiros-nos-anos-1990-150x96.png 150w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><p id="caption-attachment-246841" class="wp-caption-text">A poeta Cecilia Meireles foi eternizada na cédula de 100 cruzeiros nos anos 1990. Reprodução</p></div>
<p class="p1">Destinado a pôr-se em contato com a infância e a adolescência, nas suas mais várias e incoerentes modalidades, tendo de compreender as inquietações da criança e do jovem, para bem os orientar e satisfazer sua vida, deve ser também um contínuo aperfeiçoamento, uma concentração permanente de energias que sirvam de base e assegurem a sua possibilidade, variando sobre si mesmo, chegar a apreender cada fenômeno circunstante, conciliando todos os desacordos aparentes, todas as variações humanas nessa visão total indispensável aos educadores.</p>
<p class="p1">É, certamente, uma grande obra chegar a consolidar-se numa personalidade assim.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Ser ao mesmo tempo um resultado — como todos somos — da época, do meio, da família, com características próprias, enérgicas, pessoais, e poder ser o que é cada aluno, descer à sua alma, feita de mil complexidades, também, para se poder pôr em contato com ela, e estimular-lhe o poder vital e a capacidade de evolução.</p>
<p class="p1">E ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.</p>
<p class="p1">E ter imaginação para sugerir.</p>
<p class="p1">E ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.</p>
<p class="p1">E saber ir e vir em redor desse mistério que existe em cada criatura, fornecendo-lhe cores luminosas para se definir, vibratilidades ardentes para se manifestar, força profunda para se erguer até o máximo, sem vacilações nem perigos.<span class="Apple-converted-space">&nbsp;</span></p>
<p class="p1">Saber ser poeta para inspirar. Quando a mocidade procura um rumo para a sua vida, leva consigo, no mais íntimo do peito, um exemplo guardado, que lhe serve de ideal.</p>
<p class="p1">Quantas vezes, entre esse ideal e o professor, se abrem enormes precipícios, de onde se originam os mais tristes desenganos e as dúvidas mais dolorosas!</p>
<p class="p1">Como seria admirável se o professor pudesse ser tão perfeito que constituísse, ele mesmo, o exemplo amado de seus alunos!</p>
<p class="p1">E, depois de ter vivido diante dos seus olhos, dirigindo uma classe, pudesse morar para sempre na sua vida, orientando-a e fortalecendo-a com a inesgotável fecundidade da sua recordação.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-3-pilares-de-um-bom-professor-de-jiu-jitsu-inspirados-pela-maior-poeta-do-brasil/">Os 3 pilares de um bom professor de Jiu-Jitsu, inspirados pela maior poeta do Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Carlson Gracie e GFTeam se destacam no Carioca de Jiu-Jitsu da FJJRIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:36:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[FJJ-Rio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246835" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246835" class="wp-image-246835 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi.jpg" alt="" width="800" height="620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-300x233.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-768x595.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-NoGi-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246835" class="wp-caption-text">A GFTeam foi a campeão geral no No Gi, seguido da Carlson Gracie e da Nova União &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>O último final de semana foi de muito Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro. O Club Municipal recebeu o Carioca de Jiu-Jitsu da FJJRIO, que contou com equipes tradicionais no topo do pódio. Nas disputas de kimono, a Carlson Gracie ficou com a primeira colocação por equipes, seguida pela GFTeam e pela Gracie Humaitá. Já no No Gi, a GFTeam terminou no topo da classificação por equipes. A Carlson Gracie ficou com a segunda colocação, enquanto a Nova União completou o pódio em terceiro lugar.</p>
<div id="attachment_246836" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246836" class="wp-image-246836 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-rafael-oliveira-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246836" class="wp-caption-text">Rafael Oliveira faturou o título do pesadíssimo e do absoluto de kimono &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Além do título por equipes, a competição também teve destaque individual nos absolutos. Nas disputas de kimono, o grande nome foi o atleta Rafael de Paula Oliveira, da Davila Jiu-Jitsu, que teve grande desempenho para conquistar o título da categoria pesadíssimo e também do absoluto. Já no No Gi, o destaque ficou por conta de Pablo de Oliveira Custódia, da Carlson Gracie. O faixa-preta conquistou o título da categoria meio-pesado e também levou o absoluto.</p>
<p>A competição também contou com uma divisão dedicada às categorias Kids, reforçando a presença das novas gerações no Jiu-Jitsu carioca. A Gracie Barra ficou com o título por equipes, seguida pela Rio BJJ, em segundo lugar, e pela Carlson Gracie, que terminou na terceira colocação.</p>
<div id="attachment_246837" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246837" class="wp-image-246837 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/fjjrio-podio-kids-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246837" class="wp-caption-text">A Gracie Barra ficou com o título da categoria Kids &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>Com disputas de kimono, sem kimono (No Gi) e nas categorias Kids, o Carioca da FJJRIO movimentou o cenário competitivo do estado e reuniu equipes tradicionais do Jiu-Jitsu em mais uma importante competição do calendário fluminense. A próxima etapa do Estadual da FJJRIO acontece nos dias 24 e 25 de outubro, quando a Arena Carioca recebe o campeonato Rei do Rio.</p>
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		<title>Os treininhos de Jiu-Jitsu nos tempos do jovem ídolo Carlson Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:14:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_169912" style="width: 704px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-169912" class="wp-image-169912 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1.jpg" alt="" width="694" height="510" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1.jpg 694w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1-300x220.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/12/3643394044_40d7798006-1-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /><p id="caption-attachment-169912" class="wp-caption-text">Carlson Gracie. Archives</p></div>
<p>Nos anos 1990, um jovem repórter chamado Luca Atalla, ainda faixa-roxa, teceu variadas perguntas sobre Jiu-Jitsu para o saudoso grande mestre Carlson Gracie. Papo vai, papo vem, e Luca perguntou como eram os treinos em sua época de ouro nos ringues, ali pelos anos 1950 e 1960. O faixa-vermelha rememorou como era a programação de treinos, rascunhada sob a orientação do pai, grande mestre Carlos Gracie.</p>
<p>“Nossos treinos para as lutas eram com tempo marcado. Treinar Jiu-Jitsu sem relógio, até um desistir, a gente nunca fez. Não adiantava treinar até um bater, isso é besteira. O sujeito se esgota”, lembrou mestrão Carlson. “Meu tipo de treino era o seguinte, como meu pai falava: ‘Você treina 15 minutos, com cinco caras. Mas você não pode descansar, é um pique. Se eu notar que você tá descansando eu paro o treino e vou te esculhambar, então tem de ser pra valer.’ Por que era daquele jeito? Porque não adianta treinar 15 minutos direto e acabar ficando ali, descansando na guarda. É preciso atacar o tempo todo, por baixo, por cima, tem de fazer esforço. Eram 15 minutos só. Naquela época eu dizia ‘só’ porque eu era incansável.”</p>
<p>O faixa-vermelha lembrou que os treinos físicos eram simples: corridas na areia da praia, pular muita corda, caminhadas ladeiras acima e nas dunas do Rio. Já os treinos voltados para finalização e para seus duelos de vale-tudo eram ainda mais curiosos:</p>
<p>“No início, meu treinamento para valer era em cima das técnicas. Mas depois que fiquei mais maduro, com uns três vale-tudos na bagagem, passou a ser o seguinte: os caras podiam tentar me dar porrada à vontade e eu não. Só treinava assim. Sem luva, sem nada. Eu de sungão, e eles podiam vir e tentar bater à vontade. Fuzileiros navais, boxeadores e muitos outros sparrings. Todo mundo que ia treinar eu dizia, pode bater, e eu não podia. Só podia me defender, agarrar e finalizar. Sempre treinei assim.”</p>
<p>E você, como costuma variar seus treinos e manter a defesa pessoal em dia, como os grão-mestres Carlos e Carlson nos ensinam?</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-treininhos-de-jiu-jitsu-nos-tempos-do-jovem-idolo-carlson-gracie/">Os treininhos de Jiu-Jitsu nos tempos do jovem ídolo Carlson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Grand Prime em Porto Alegre define novos classificados para a Copa dos Campeões 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:55:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Copa Prime]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reta final da temporada 2026 da Copa Prime começou em grande estilo. No último dia 13 de setembro, o Meca Sports Bar, em Porto Alegre, recebeu a Grand Prime, primeira etapa da última trilogia do calendário, reunindo mais de 600 atletas em um dia marcado por grandes disputas e decisões importantes para a Copa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246828" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246828" class="wp-image-246828 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246828" class="wp-caption-text">Primeira etapa da última trilogia da temporada movimentou o Meca Sports Bar, teve 511 lutas e marcou também a decisão do Card Especial &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>A reta final da temporada 2026 da Copa Prime começou em grande estilo. No último dia 13 de setembro, o Meca Sports Bar, em Porto Alegre, recebeu a Grand Prime, primeira etapa da última trilogia do calendário, reunindo mais de 600 atletas em um dia marcado por grandes disputas e decisões importantes para a Copa dos Campeões.</p>
<p>Ao todo, foram registradas 603 participações, distribuídas em 275 categorias, com a realização de 511 lutas ao longo do evento. Os atletas representaram 110 equipes, reforçando a abrangência e a força da competição nesta fase decisiva da temporada.</p>
<p>Dentro do tatame, os números também demonstraram a intensidade das disputas: 46% das lutas foram decididas por finalização, evidenciando o nível técnico e a busca constante dos atletas pela vitória.<br />
A Grand Prime contou ainda com 39 faixas pretas e uma presença expressiva das categorias de formação. Foram 153 participações nas categorias de base e 187 entre os juniores, além de 124 no Adulto e 136 nas categorias Master.</p>
<p><strong>Card Especial define novos classificados</strong></p>
<p>Além das disputas válidas pela Grand Prime, o evento recebeu a decisão do Card Especial, confronto que colocou frente a frente campeões da Copa Sul Brasileira e da Copa América valendo classificação para a Copa dos Campeões 2026. Sete atletas venceram seus confrontos e garantiram o direito de avançar para a grande competição que encerra a temporada:</p>
<p>Adulto Faixa Marrom: João Victor Ritter Vasconcelos da Silva<br />
Master 1 Faixa Branca: Facundo Long<br />
Master 1 Faixa Roxa: Jonatas Benites<br />
Master 1 Faixa Preta: Gabriel Giovane Horn Machado<br />
Master 2 Faixa Roxa: Sean Carvalho<br />
Master 2 Faixa Marrom: Ernani Bohrer da Rosa<br />
No-Gi Master 4 Faixa Preta: Roger Ribas</p>
<p>Com os resultados do Card Especial, mais sete nomes passam a integrar o grupo de atletas que conquistaram no tatame o direito de disputar a Copa dos Campeões, marcada para o dia 29 de novembro, na FIERGS em Porto Alegre.</p>
<div id="attachment_246829" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246829" class="wp-image-246829 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246829" class="wp-caption-text">Com 90 pontos ainda em jogo, disputa segue completamente aberta para as próximas etapas &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p><strong>90 pontos ainda estão em jogo na</strong> Grand Prime</p>
<p>Se a primeira etapa começou a desenhar a classificação da Grand Prime, a disputa está longe de estar definida. Com as etapas de Farroupilha, em 18 de outubro, e a terceira e última etapa, em 8 de novembro, ainda são 90 pontos em jogo na trilogia. Isso significa que mesmo os atletas que não participaram da Grand Prime 01 ainda têm grandes possibilidades de entrar na disputa, recuperar a diferença e buscar a classificação.</p>
<p>A Grand Prime é o último caminho da temporada para a Copa dos Campeões. Ao final das três etapas, o GOLD CARD garantirá aos campeões da trilogia o direito de ocupar as últimas vagas no grande evento que encerra a temporada. A competição também distribui pontos fundamentais para a definição do TOP RANKING 2026, mantendo diferentes disputas abertas nesta reta final do calendário.Com 90 pontos ainda disponíveis, cada resultado das próximas etapas pode mudar o cenário das categorias.</p>
<p><strong>Próxima parada: Farroupilha</strong></p>
<p>A disputa agora deixa Porto Alegre e segue para a Serra Gaúcha. No dia 18 de outubro, Farroupilha recebe a segunda etapa da Grand Prime e mais um capítulo da corrida pelo último GOLD CARD da temporada.<br />
Para quem começou pontuando em Porto Alegre, será a oportunidade de ampliar a vantagem. Para quem não participou da primeira etapa ou ainda precisa recuperar posições, os 90 pontos que permanecem em disputa mantêm o caminho aberto. Depois de Farroupilha, a trilogia terá sua decisão no dia 8 de novembro, quando serão conhecidos os campeões da Grand Prime e os últimos classificados para a Copa dos Campeões.</p>
<p>Leitores da Gracie Mag garantem desconto especial utilizando o voucher #GracieMagPrime.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/grand-prime-em-porto-alegre-define-novos-classificados-para-a-copa-dos-campeoes-2026/">Grand Prime em Porto Alegre define novos classificados para a Copa dos Campeões 2026</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Turris Invitational: histórias de superação no Jiu-Jitsu se encontram em duelo de kimono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Turris Invitational]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caminho até o tatame do Turris Invitational, que estreia no dia 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro, não foi linear para João Ramiro Lopes Krett e Gabriel Moura. Os dois tiveram contato com o Jiu-Jitsu ainda crianças, passaram por períodos longe das competições e, em momentos diferentes, encontraram motivos para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246825" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246825" class="wp-image-246825 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-gabriel-joao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246825" class="wp-caption-text">Gabriel Moura e João Ramiro construíram trajetórias marcadas por recomeços e agora se enfrentam em luta casada no Rio de Janeiro &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>O caminho até o tatame do Turris Invitational, que estreia no dia 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro, não foi linear para João Ramiro Lopes Krett e Gabriel Moura. Os dois tiveram contato com o Jiu-Jitsu ainda crianças, passaram por períodos longe das competições e, em momentos diferentes, encontraram motivos para voltar. Agora, as histórias de recomeço se cruzam em uma luta casada de kimono.</p>
<p>João começou no Jiu-Jitsu aos três anos, influenciado pelo pai, e entrou no universo das competições ainda criança. Depois de enfrentar dificuldades e a pressão por resultados, acabou se afastando completamente do esporte por seis anos. Nesse período, chegou a sonhar em ser jogador de basquete, mas a paixão pelo tatame falou mais alto.</p>
<p>Em 2023, voltou a competir e foi campeão. No ano seguinte, repetiu o resultado e permaneceu invicto na categoria. Hoje, o Jiu-Jitsu voltou a ocupar o centro de sua vida. “Em 2023, voltei a competir e fui campeão do ano. Em 2024, também fui campeão, permanecendo invicto na categoria”, conta o faixa-roxa de Jiu-Jitsu, que encara o Turris Invitational como mais um passo na busca pelo sonho de viver do esporte.</p>
<p>Gabriel também começou cedo, aos sete anos, acompanhando o pai nos treinos. Primeiro no judô e depois no Jiu-Jitsu, encontrou rapidamente o gosto pelas competições, mas também passou por um período de afastamento. Incentivado pela família, voltou aos treinos e, depois de conquistar uma vitória em seu retorno às competições, percebeu que queria levar o esporte a sério.</p>
<p>A mudança para Jundiaí foi outro passo importante nessa trajetória. “O Jiu-Jitsu deixou de ser apenas uma atividade que eu fazia e passou a fazer parte da minha vida”, relembra Gabriel, que é faixa azul da arte suave.</p>
<p><strong>Um novo capítulo no Turris Invitational</strong></p>
<p>Agora, os dois chegam ao Rio de Janeiro com a missão de transformar suas histórias de recomeço em desempenho dentro do tatame. A luta promete colocar frente a frente dois atletas que conhecem o caminho da competição e chegam em busca de mais um passo na carreira.</p>
<p>Para João, estar no Turris Invitational representa justamente a oportunidade de mostrar o resultado de todo esse processo. “Minha obsessão por ser melhor e viver da arte marcial aumenta a cada vez que luto em grandes campeonatos e conheço pessoas que sempre admirei.”</p>
<p>Gabriel, por sua vez, encara o momento como parte de uma caminhada que, segundo ele, ainda está apenas começando. “Sei que ainda tenho muito para aprender e muitos objetivos para conquistar, mas gosto de pensar que estou construindo tudo isso passo a passo.”</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/turris-invitational-historias-de-superacao-no-jiu-jitsu-se-encontram-em-duelo-de-kimono/">Turris Invitational: histórias de superação no Jiu-Jitsu se encontram em duelo de kimono</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ADCC 2026: o feito histórico da Gracie Barra no absoluto, a nova geografia do grappling e a dinastia dos filhos</title>
		<link>https://www.graciemag.com/adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 18:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ADCC 2026 terminou em Cracóvia, na Polônia, com uma sensação diferente das edições anteriores. O Brasil continua sendo uma potência incontestável, mas já não ocupa sozinho o centro do mapa. A competição, que historicamente funcionou como uma vitrine máxima do Jiu-Jitsu brasileiro, apresentou uma fotografia muito mais internacional: Rússia, Polônia, África do Sul e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246821" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246821" class="wp-image-246821 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/adcc-preguica-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246821" class="wp-caption-text">Felipe Preguiça foi o primeiro atleta da história a conquistar dois títulos do absoluto do ADCC &#8211; Foto: reprodução Instagram</p></div>
<p>O ADCC 2026 terminou em Cracóvia, na Polônia, com uma sensação diferente das edições anteriores. O Brasil continua sendo uma potência incontestável, mas já não ocupa sozinho o centro do mapa. A competição, que historicamente funcionou como uma vitrine máxima do Jiu-Jitsu brasileiro, apresentou uma fotografia muito mais internacional: Rússia, Polônia, África do Sul e Estados Unidos colocaram campeões no topo. Oito atletas conquistaram seu primeiro título do ADCC, enquanto a Europa teve sua melhor participação na história do evento, com oito medalhas, sendo dois ouros.</p>
<p>O mapa do grappling mudou, é verdade, mas, quando falamos em Brasil, talvez ninguém represente melhor a continuidade da tradição brasileira do que Kennedy Maciel. Filho de Rubens Charles “Cobrinha”, tricampeão do ADCC (2013, 2015 e 2017), Kennedy conquistou o título até 66kg e repetiu o feito do pai na mesma categoria. Na final, diante de Gavin Corbe, Kennedy confirmou o título com um triângulo de braço. O resultado criou uma das imagens mais simbólicas da edição: pai e filho campeões do mesmo torneio, na mesma categoria, separados por gerações, mas unidos pelo mesmo DNA competitivo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdRnSVnxxWk/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>Se Kennedy representa o futuro conectado à tradição, Felipe Preguiça representa a capacidade de um campeão sobreviver ao tempo. Preguiça tornou-se o primeiro atleta da história a conquistar duas vezes o absoluto do ADCC. E o título veio depois do brasileiro perder na semifinal da divisão acima de 99kg. O faixa-preta da Gracie Barra não desanimou. Ele decidiu seguir no torneio e voltou para disputar o absoluto.</p>
<p>Felipe venceu quatro lutas no peso aberto e terminou o campeonato no topo depois de derrotar Roosevelt Sousa na final com um mata-leão. Esse foi o quarto título da Gracie Barra no absoluto, isolando a equipe como a maior campeã da divisão mais importante do grappling mundial. Antes do segundo título de Preguiça, Roger Gracie em 2005 e Braulio Estima em 2009 já tinham conquistado o título.</p>
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</div>
</blockquote>
<p><script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Outro capítulo marcante foi escrito por Victor Hugo, que anunciou a sua aposentadoria do ADCC. O brasileiro conquistou o título acima de 99kg com uma campanha impecável, finalizando os quatro adversários que enfrentou, e, aos 28 anos, encerrou a sua trajetória na competição no topo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdUGdH8uDZ6/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p><strong>Fenômeno americano</strong></p>
<p>Durante muito tempo, atletas estrangeiros chegavam ao ADCC como desafiantes que precisavam superar o domínio brasileiro. Em Cracóvia, essa relação mudou. Magomed Dzharbaev, da Rússia, conquistou os 77kg. Pawel Jaworski levou o título dos 88kg para a Polônia. Luke Griffith colocou a África do Sul no topo. E os Estados Unidos conquistaram títulos com Jasmine Rocha e Helena Crevar.</p>
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<p>Poucas atletas simbolizam melhor essa mudança do que Helena Crevar. A americana, de apenas 19 anos, conquistou o título e confirmou uma ascensão que já vinha sendo observada há alguns anos. Mais do que isso: ela venceu todas as suas lutas por finalização.</p>
<p>Crevar já vinha chamando a atenção por sua qualidade técnica, mas neste ADCC ela apresentou um jogo muito mais completo, capaz de conectar wrestling, guarda, passagem e finalizações. E esse é o ponto que mais chama atenção. Aos 19 anos, Helena já não pode ser tratada apenas como uma promessa e sim como uma das referências da nova geração. E provavelmente ainda estamos vendo apenas o começo.</p>
<p><strong>Surpresa e o encontro de gerações</strong></p>
<p>No feminino, talvez a maior surpresa tenha sido a eliminação da multicampeã Gabi Pessanha nas quartas de final. A brasileira chegou ao ADCC cercada de enorme expectativa depois de uma temporada extraordinária, mas encontrou em Anabel Lopez uma adversária capaz de levar a luta para um cenário diferente. O combate terminou empatado e foi decidido a favor de Anabel pelos árbitros.</p>
<p>A derrota não diminui o tamanho de Gabi, mas mostra uma diferença importante entre o circuito tradicional da IBJJF e o ADCC. O wrestling, a administração do tempo e cartilha de regras ganham um peso diferente. Para uma atleta acostumada a dominar adversárias, a estreia no ADCC também serve como aprendizado sobre como vencer lutas apertadas dentro de outro sistema.</p>
<p>Enquanto Gabi Pessanha conhecia o ADCC pela primeira vez, Ana Carolina Vieira já sabia exatamente o que precisava fazer. A irmã de Rodolfo Vieira conquistou o bicampeonato até 65kg ao derrotar Sarah Galvão na final. O confronto carregava uma simbolismo especial: de um lado, a irmã de uma das grandes referências do Jiu-Jitsu brasileiro; do outro, a filha de André Galvão, lenda do Jiu-Jitsu e um dos maiores campeões da história do ADCC.</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DdOkbnuozER/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por @adccworld</a></p>
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<p>Mas a final não foi vencida por sobrenome. A luta foi para o overtime e Ana Vieira encontrou as costas para finalizar Sarah com um mata-leão. O resultado também mostrou que a experiência ainda tem enorme valor em um esporte cada vez mais jovem. Sarah, porém, saiu de Cracóvia ainda maior do que entrou. Assim como Helena Crevar, ela representa uma geração que já não chega ao ADCC apenas para ganhar experiência. Chega para disputar o título.</p>
<p><strong>O próximo ADCC já começou</strong></p>
<p>O Brasil continua produzindo campeões e histórias que parecem pertencer à tradição do esporte. Kennedy Maciel repetiu o feito do pai. Felipe Preguiça entrou para uma lista que agora pertence apenas a ele. Ana Vieira confirmou sua posição entre as melhores do mundo. Mas, ao mesmo tempo, atletas de diferentes países mostraram que podem competir no mesmo nível.</p>
<p>O ADCC nasceu profundamente ligado ao Jiu-Jitsu brasileiro, com um ou outro estrangeiro de outra modalidade se destacando, mas o esporte cresceu. Nas últimas edições, atletas como Gordon Ryan, Giancarlo Bodoni e Kade Ruotolo já mostravam que o ADCC está muito mais global. Nesta edição, Luke Griffith, da África do Sul, Pawel Jaworski, da Polônia, e o russo Magomed Dzharbaev, comprovam essa mudança.</p>
<p>O mundo aprendeu. E agora quer o ouro. Para o Brasil, isso não precisa ser uma ameaça. Pode ser justamente o estímulo que faltava para uma nova evolução. O ADCC 2026 mostrou que o futuro do grappling não será brasileiro, americano, europeu ou russo. Será de quem conseguir juntar tudo isso em um único jogo. Oss</p>
<p><strong>RESULTADOS COMPLETOS:</p>
<p>Masculino:</strong><br />
-66 kg: Campeão — Kennedy Maciel | Vice-campeão — Gavin Corbe<br />
-77 kg: Campeão — Magomed Dzharbaev | Vice-campeão — PJ Barch<br />
-88 kg: Campeão — Pawel Jaworski | Vice-campeão — Marlon Tajik<br />
-99 kg: Campeão — Luke Griffith | Vice-campeão — Kaynan Duarte<br />
+99 kg: Campeão — Victor Hugo | Vice-campeão — Josh Saunders</p>
<p><strong>Feminino:</strong><br />
-55 kg: Campeã — Jasmine Rocha | Vice-campeã — Ana Rodrigues<br />
-65 kg: Campeã — Ana Carolina Vieira | Vice-campeã — Sarah Galvão<br />
+65 kg: Campeã — Helena Crevar | Vice-campeã — Anabel Lopez</p>
<p><strong>Absoluto masculino:</strong> Campeão — Felipe “Preguiça” Pena | Vice-campeão — Roosevelt Sousa<br />
<strong>Superluta:</strong> Vencedor — Yuri Simões | Derrotado — Kaynan Duarte</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/adcc-2026-o-feito-historico-da-gracie-barra-no-absoluto-a-nova-geografia-do-grappling-e-a-dinastia-dos-filhos/">ADCC 2026: o feito histórico da Gracie Barra no absoluto, a nova geografia do grappling e a dinastia dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</title>
		<link>https://www.graciemag.com/faixa-coral-de-jiu-jitsu-chicao-bueno-relembra-epoca-do-vale-tudo-e-luta-contra-vovchanchyn-no-pride/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=faixa-coral-de-jiu-jitsu-chicao-bueno-relembra-epoca-do-vale-tudo-e-luta-contra-vovchanchyn-no-pride</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 21:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
		<category><![CDATA[Chicão Bueno]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[pride]]></category>
		<category><![CDATA[Vale Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A relação de Francisco “Chicão” Bueno com as artes marciais começou muito antes de ele pensar em se tornar lutador profissional. Aos três anos de idade, o Judô foi a porta de entrada para uma trajetória que já dura cinco décadas e passou por diferentes modalidades, países e algumas das principais organizações do MMA&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_246813" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246813" class="wp-image-246813 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246813" class="wp-caption-text">Chicão Bueno começou a lutar Vale-Tudo nos anos 90 – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A relação de Francisco “Chicão” Bueno com as artes marciais começou muito antes de ele pensar em se tornar lutador profissional. Aos três anos de idade, o Judô foi a porta de entrada para uma trajetória que já dura cinco décadas e passou por diferentes modalidades, países e algumas das principais organizações do MMA em sua época. Para Chicão, porém, a luta sempre representou algo maior do que a competição.</p>
<p>Ainda criança, Chicão também teve contato com o Taekwondo. A experiência, no entanto, durou pouco. Por ser muito novo, acabou não podendo continuar na academia do renomado mestre Kim. Mais tarde, vieram o Karatê, o Boxe, o Muay Thai e, posteriormente, o Jiu-Jitsu e o Wrestling. O contato com diferentes estilos teve papel fundamental em sua formação. Em vez de enxergar as modalidades de maneira isolada, Chicão passou a absorver características de cada uma delas e, com o tempo, desenvolveu uma maneira própria de trabalhar.</p>
<p>“Cada modalidade acrescentou demais à minha formação como ser humano. O Judô é uma disciplina incrível, o Karate, o Boxe, o Muay Thai, o Jiu-Jitsu, o Wrestling também. Acho que tudo fez parte da minha formação e, criei também, junto com isso tudo, um sistema meu”, explica.</p>
<p><strong>Dos Estados Unidos ao início do Vale-Tudo profissional</strong></p>
<p>A busca por novas experiências levou Chicão aos Estados Unidos em 1997, quando recebeu um convite de um empresário. Na Califórnia, passou a participar de diversos eventos de Vale-Tudo, em uma época em que o esporte ainda estava distante da estrutura e da popularidade que o MMA alcançaria nos anos seguintes.</p>
<p>“Cheguei nos Estados Unidos em 97, a convite do empresário, e aí fiz várias lutas. Tinham muitas lutas naquela época que não são mencionadas hoje. São os eventos que tinham em San Pedro, na Califórnia. Eu lutei muitas, muitas vezes. Era Vale-Tudo, na verdade, não era nem o MMA, nem o No Holds Barred, era Vale-Tudo mesmo, real”, relembra.</p>
<div id="attachment_246814" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246814" class="wp-image-246814 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246814" class="wp-caption-text">Atualmente Chicão treina lutadores de alto nível como Carlos Mota Tizil, ex-campeão da LFA – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>Um ano depois, em 1998, Chicão recebeu o convite para participar da primeira edição do ADCC. Ele chegou à final, mas uma lesão o impediu de disputar o combate decisivo. A estreia no MMA profissional só aconteceria em 1999, no IVC, quando teve pela frente o lutador americano Jason Godsey. A partir dali, Chicão passou a buscar definitivamente uma carreira como atleta de alto rendimento.</p>
<p>“Eu buscava realmente ali uma carreira como atleta de alto rendimento. E, depois do IVC, tive oportunidade de lutar em grandes organizações da época como o Meca, o Cage Warriors, o WVC e o maior deles, o Pride. Aí começou um outro nível de competição”.</p>
<p>Foi justamente nessa fase que Chicão passou a integrar uma geração histórica do esporte. O peso-pesado brasileiro teve a oportunidade de competir em diferentes organizações e chegou ao Pride, então uma das maiores vitrines do MMA mundial. Entre suas experiências mais marcantes está o confronto com o ucraniano Igor Vovchanchyn no Pride 8, que ocorreu em 1999. Para Chicão, a luta teve um impacto que ultrapassou o resultado esportivo.</p>
<p>“O período mais marcante realmente foi a vitória contra o Satoshi Honma, que me botaram de escada, e também a derrota para o Igor Vovchanchyn, que, enfim, me congelou um pouco. Eu não estava emocionalmente pronto naquele momento. Mas a vida não é só feita de vitória. E as derrotas, às vezes, podem ser vitórias também. E vice-versa, dependendo de como você olha para a coisa.”</p>
<div id="attachment_246815" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246815" class="wp-image-246815 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg" alt="" width="800" height="820" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-293x300.jpg 293w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-768x787.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/chicao-bueno3-146x150.jpg 146w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246815" class="wp-caption-text">Chicão foi formado por André Pederneiras e hoje é faixa coral de Jiu-Jitsu – Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>A formação construída desde a infância também ganhou reconhecimento dentro do Jiu-Jitsu. Faixa-preta formado por André Pederneiras, Chicão recebeu a graduação à faixa-coral, um marco que, para ele, representa muito mais do que uma faixa.</p>
<p>“Para mim, a faixa nunca foi uma coisa muito importante. É o que você carrega dentro, o que realmente vale. Mas, enfim, para o mundo, uma faixa-coral representa o tempo, o que você realizou no esporte, o que você conquistou dentro dos tatames, dos ringues, dos octógonos. Então a faixa-coral passou a ser um marco da minha história.”</p>
<p>Hoje, depois de décadas dedicadas às artes marciais, Chicão olha para trás e entende que todas as etapas fizeram parte de uma mesma formação. Para o faixa-coral, a maior conquista dessa jornada não está necessariamente nos títulos, cinturões ou graduações, mas na capacidade de continuar aprendendo e evoluindo.</p>
<p>“A arte marcial, realmente, é uma escola de vida. Acho que é uma oportunidade para você se reconectar com você mesmo. No final do dia, a coisa mais importante é a evolução. 1% a cada dia, ou 1% a cada ano, cada um no seu tempo. A arte marcial, realmente, é o autoconhecimento, é o maior tesouro que temos”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixa-coral-de-jiu-jitsu-chicao-bueno-relembra-epoca-do-vale-tudo-e-luta-contra-vovchanchyn-no-pride/">Faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão Bueno relembra época do vale-tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:55:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246809" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246809" class="wp-image-246809 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/turris-ph-aridriano-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246809" class="wp-caption-text">Paulo Henrique “PH” e Aridriano “Diamante” se enfrentam em uma luta casada No Gi &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>De um lado, um manauara formado desde cedo na competição e que encontrou no Rio de Janeiro o caminho para viver exclusivamente da luta. Do outro, um atleta que começou no Jiu-Jitsu em um projeto social, migrou para o MMA ainda adolescente e construiu uma sequência de dez vitórias consecutivas. Agora, as trajetórias de Aridriano “Diamante” Carvalho e Paulo Henrique “PH” se cruzam no tatame do Turris Invitational. Faixas-pretas e atletas de MMA, os dois protagonizam uma luta casada No Gi, marcada para 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro. E, pelas promessas dos dois lados, quem espera uma luta amarrada pode se decepcionar.</p>
<p>Representante da Nova União, Aridriano começou no Jiu-Jitsu aos 9 anos, em um projeto social em Manaus. Após anos de competições, migrou para o MMA aos 17 e permaneceu invicto durante dois anos na cidade. A decisão de deixar o Amazonas e se mudar para o Rio colocou o atleta sob a orientação do mestre Dedé Pederneiras, que o graduou à faixa-preta. Hoje, treinando ao lado de nomes como José Aldo, Diamante garante que o peso do nome Charles do Bronx no córner adversário não muda sua postura.</p>
<p>“Quando falam do meu adversário e citam o nome do Charles do Bronx (atleta do UFC), isso não me intimida. Até porque quem vai estar lutando comigo é o Paulo. Então, para mim, isso não muda absolutamente nada. Sou manauara e estamos na minha área. Não temo nomes.”</p>
<p>Do outro lado estará PH, atleta da Charles Oliveira Gold Team que começou no Jiu-Jitsu aos 11 anos e chegou ao MMA aos 13. Profissional desde os 18, construiu uma impressionante série de dez vitórias seguidas entre 2021 e 2025, além de somar dez triunfos por finalização na carreira. A vitória sobre Hugo Paiva no LFA 209, em uma guerra decidida por decisão dividida, abriu as portas para sua participação no Contender Series do UFC. No Turris Invitational, porém, PH promete voltar às origens e transformar o confronto em uma disputa de ritmo e agressividade.</p>
<p>“Não sou esse cara que vocês vão ver enchendo linguiça. Podem esperar de mim um show. Não vou lutar para vencer por pontos, vou entrar para buscar a finalização. Pode ter certeza que no dia 14 de novembro estarei no Rio de Janeiro pronto para sair na porrada”, disse PH.</p>
<p>A resposta de Diamante segue a mesma linha. Para o atleta da Nova União, a luta também não deve ser decidida por pontos. “Meu jogo é um só: entrar para finalizar e não amarrar a luta. Meu adversário pode esperar bastante ritmo, pressão e ataques o tempo todo, em todas as áreas. Qualquer brecha que ele der, eu vou tentar finalizar”, garantiu Aridriano.</p>
<p>A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixas-pretas-de-jiu-jitsu-e-atletas-de-mma-prometem-guerra-e-finalizacao-em-duelo-sem-kimono-no-turris-invitational/">Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA prometem guerra e finalização em duelo sem kimono no Turris Invitational</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como jornalista marcial transformou histórias em negócio na indústria do Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 18:45:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação de Vitor Freitas com o Jiu-Jitsu começou cedo, influenciada pelo pai. Depois de um período afastado, ele retornou ao esporte, mas percebeu que, naquele momento, não teria tempo para se dedicar aos treinos e competir. A solução foi encontrar outra maneira de permanecer próximo dos tatames: criou um blog para contar as conquistas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246272" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246272" class="wp-image-246272 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/vitor-freitas1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246272" class="wp-caption-text">O jornalista Vitor Freitas atua no mercado de Grappling há mais de uma década &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>A relação de Vitor Freitas com o Jiu-Jitsu começou cedo, influenciada pelo pai. Depois de um período afastado, ele retornou ao esporte, mas percebeu que, naquele momento, não teria tempo para se dedicar aos treinos e competir. A solução foi encontrar outra maneira de permanecer próximo dos tatames: criou um blog para contar as conquistas da irmã e buscar visibilidade para possíveis patrocinadores. O projeto acabou abrindo as portas para uma carreira no jornalismo esportivo.</p>
<p>O ponto de virada aconteceu quando Vitor conseguiu entrevistar Fernando Tererê, uma das lendas do Jiu-Jitsu. A matéria viralizou e chegou à Graciemag, que o convidou para ser estagiário. Foram quatro anos de aprendizado e construção de repertório até a criação de sua própria agência de assessoria de comunicação. Em 2021, nasceu a VF Comunica, mídia especializada em Jiu-Jitsu. “Desde então venho trabalhando e ajudando a documentar a história dos atletas, dando visibilidade às conquistas e impulsionando o crescimento do Jiu-Jitsu. É uma indústria gigante em construção.”</p>
<p><strong>De cobertura a construção de histórias</strong></p>
<p>Na visão de Vitor, jornalista por formação e referência na comunicação do Jiu-Jitsu, o mercado já produzia muito conteúdo, mas ainda existia uma lacuna importante: transformar informação em narrativa. “Eu enxergava um mercado muito preocupado em mostrar o que acontecia, mas pouco preocupado em explicar por que aquilo importava. O Jiu-Jitsu já tinha grandes atletas, histórias e rivalidades. O que faltava era contexto, narrativa e distribuição.”</p>
<p>Foi justamente nesse espaço que a VF Comunica encontrou sua identidade. “Não apenas para cobrir o esporte, mas para transformar acontecimentos em histórias, atletas em personagens e momentos em memória.” Para ele, a modalidade sempre teve grandes personagens. O desafio era fazer com que essas histórias alcançassem um público maior.</p>
<p>Essa mudança de perspectiva também alterou a maneira de enxergar o atleta. “Resultado chama atenção por um momento, mas história cria conexão.” Segundo Vitor, compreender o personagem, o contexto e o que está em jogo permite transformar uma luta em um produto de mídia mais relevante para fãs, eventos e patrocinadores.</p>
<p>A evolução do mercado também passou a ser percebida no comportamento de atletas, organizações e empresas. “Atletas passaram a entender que comunicação não era apenas postar uma foto depois da medalha. Eventos começaram a pensar mais em narrativa, bastidores e construção prévia. E empresas passaram a enxergar o Jiu-Jitsu não só como espaço de exposição, mas como uma comunidade capaz de gerar conexão e negócio.”</p>
<p>Para Vitor, que já cobriu centenas de eventos in loco ao longo de sua jornada, o momento mais significativo foi quando a VF Comunica deixou de ser procurada apenas para fazer cobertura e passou a participar da estratégia de projetos. “Pensar a história, o posicionamento, o conteúdo e a forma como aquilo chegaria ao público. Foi aí que eu percebi que o trabalho estava indo além da mídia. Estava ajudando o mercado a entender melhor o valor da própria comunicação.”</p>
<p>O próximo passo, na sua visão, é fazer com que o crescimento do Jiu-Jitsu aconteça também fora do tatame. Para isso, será necessário transformar atletas, eventos e histórias em marcas cada vez mais fortes e capazes de gerar valor para além dos resultados competitivos. “O esporte já tem atletas, eventos, rivalidades e uma comunidade global muito forte. O que falta agora é transformar tudo isso em marcas mais fortes, histórias mais bem contadas e produtos que tenham valor também fora da competição”, concluiu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-jornalista-marcial-transformou-historias-em-negocio-na-industria-do-jiu-jitsu/">Como jornalista marcial transformou histórias em negócio na indústria do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A trilogia mais decisiva da temporada 2026 da Copa Prime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 23:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Prime]]></category>
		<category><![CDATA[Gold Card]]></category>
		<category><![CDATA[trilogia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada 2026 da Copa Prime de Jiu-Jitsu entra agora em sua fase mais decisiva. No dia 13 de setembro, em Porto Alegre, começa a Grand Prime, trilogia que concentra duas das maiores disputas desta reta final: a conquista do GOLD CARD, passaporte que garantirá aos campeões da trilogia um lugar na Copa dos Campeões,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246802" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-300x200.jpg" alt="" width="1220" height="813" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-310-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1220px) 100vw, 1220px" /></p>
<p>A temporada 2026 da Copa Prime de Jiu-Jitsu entra agora em sua fase mais decisiva. No dia 13 de setembro, em Porto Alegre, começa a Grand Prime, trilogia que concentra duas das maiores disputas desta reta final: a conquista do GOLD CARD, passaporte que garantirá aos campeões da trilogia um lugar na Copa dos Campeões, e pontos fundamentais para a definição do TOP RANKING 2026.</p>
<p>O GOLD CARD representa mais do que uma classificação. É o direito conquistado no tatame de chegar ao palco em que estarão reunidos os grandes campeões da temporada.</p>
<p>Ao longo do ano, atletas garantiram seu lugar através da Summer Prime, da Tríplice Coroa e do Card Especial. Agora, a Grand Prime fecha esse ciclo e define os nomes que completarão o seleto grupo da Copa dos Campeões 2026.</p>
<p>E enquanto alguns atletas entram na Grand Prime em busca desse passaporte, outros chegam às três etapas defendendo posições, encurtando diferenças e somando pontos que podem definir quem terminará o ano consagrado como TOP RANKING de sua categoria.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246803" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-300x189.jpg" alt="" width="943" height="594" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-1024x646.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-768x484.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery-150x95.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260906_185636_Gallery.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /></p>
<p>Por isso, cada luta ganha um significado ainda maior. De um lado, o GOLD CARD e a oportunidade de chegar à Copa dos Campeões. Do outro, uma temporada inteira em jogo na corrida pelo TOP RANKING 2026.</p>
<p>É nesse cenário que começa a Grand Prime. As inscrições estão abertas pelo site prosports.soucompetidor.com.br.</p>
<p>PASSAPORTE GRAND PRIME: Para os atletas que pretendem disputar toda a trilogia, a organização disponibilizou o Passaporte Grand Prime, que reúne antecipadamente as inscrições para as três etapas: 13 de setembro, 18 de outubro e 8 de novembro.</p>
<p>O passaporte poderá ser adquirido até o dia 9 de setembro, às 15h, com possibilidade de pagamento em até três vezes no cartão.</p>
<p>Leitores da GRACIEMAG garantem desconto especial utilizando o voucher #GracieMagPrime. Escreva seu nome na história. Seja Prime!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246804" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-300x200.jpg" alt="" width="958" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/09/prime-1055-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-trilogia-mais-decisiva-da-temporada-2026-da-copa-prime/">A trilogia mais decisiva da temporada 2026 da Copa Prime</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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