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	<title>Xande Ribeiro | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Aug 2024 14:43:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Xande Ribeiro | Graciemag</title>
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		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Xande analisa estilo de Gordon Ryan e vê Jiu-Jitsu na &#8220;Era dos Especialistas&#8221;</title>
		<link>https://www.graciemag.com/artigo-especial-xande-ribeiro-analisa-estilo-de-gordon-ryan-e-ve-jiu-jitsu-na-era-dos-especialistas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=artigo-especial-xande-ribeiro-analisa-estilo-de-gordon-ryan-e-ve-jiu-jitsu-na-era-dos-especialistas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 21:04:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Xande Ribeiro em entrevista a Marcelo Dunlop * Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #270. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Hoje em dia, vejo o Jiu-Jitsu sem kimono, ou “NoGi” como chamam nos EUA e Europa, distanciando-se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218823" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218823" class="size-full wp-image-218823" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-29-at-23.04.22-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218823" class="wp-caption-text">Gordon supera Buchecha e fica com o título absoluto. Foto: Jair Lacerda/Sinistro Photo Film</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por: Xande Ribeiro em entrevista a Marcelo Dunlop</em></p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #270. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Hoje em dia, vejo o Jiu-Jitsu sem kimono, ou “NoGi” como chamam nos EUA e Europa, distanciando-se cada vez mais do esporte com kimono. Existem atletas especialistas no sem kimono, o que tem ajudado no desenvolvimento de um aspecto técnico diferenciado para a luta sem pano. Hoje, está se consolidando um estilo próprio que antes não havia. É um jogo com um tempo, um ajuste, uma prática muito mais lapidada, e isso acaba fazendo total diferença em alguns casos, em algumas lutas. Creio que no ADCC 2019, na Califórnia, isso ficou mais evidente.</p>
<p>Campeão absoluto e no peso, o americano Gordon Ryan na verdade não frustrou somente o Buchecha, seu adversário na final do absoluto – ele frustrou todo mundo. Estava confiante e bem treinado especificamente para o evento. Senti que muitos dos competidores de pano estavam um pouco cansados ou quem sabe em overtraining, além de terem respeitado muito o Gordon, que, claro, usou de toda a sua catimba e recurso técnico para vencer e convencer bem. O americano é certamente um atleta muito focado e disciplinado. Creio que, se ele investisse no jogo com kimono, ganharia alguma coisa, mas nas competições de alto nível hoje ele ficaria para trás. Porque, sim, é mais fácil tirar o kimono do que colocar. Já numa eventual ida do Gordon para o UFC talvez fosse outra história. Quando o assunto é MMA muitas coisas mudam. Mas ele já provou uma coisa essencial na luta agarrada: quando ele chega a uma posição vantajosa, ele não perde e finaliza. E isso é o que é essencial numa luta. Mas, claro, seria outro esporte, tudo depende muito. Mas como torcedor, certamente eu espero que ele vença no MMA, assim como torço para todos os atletas originários da arte suave.</p>
<p>Gordon Ryan é um especialista em chaves de perna e leglocks, mas não diria que ele está puxando nenhuma revolução técnica – afinal, as chaves de perna sempre existiram. O que acontecia é que, no passado, elas não eram respeitadas e muitas vezes eram até banalizadas, nos treinos e competições. Hoje, alguns dos nossos faixas-pretas pagam o preço por isso. Acredito mesmo que é hora das Federações passarem a permitir todas as chaves da cintura para baixo, como a chave de calcanhar, ao menos nas divisões da faixa-preta. Seria uma vitória contra a limitação técnica, ao meu ver.</p>
<div id="attachment_181680" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/20366200424_927f5a0d18_z-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-181680" class="size-full wp-image-181680" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/20366200424_927f5a0d18_z-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/20366200424_927f5a0d18_z-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/20366200424_927f5a0d18_z-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/20366200424_927f5a0d18_z-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-181680" class="wp-caption-text">Xande na vitória contra o atleta do UFC Hector Lombard, no ADCC 2015, em SP. Foto: Ivan Trindade.</p></div>
<p>Não são as chaves de joelho que atrapalham o Jiu-Jitsu. O que, ao meu ver, tem impedido a evolução dos nossos atletas e praticantes é a tal da “cultura guardista&#8221; de competição. Muitos campeões não sabem mais dar quedas, ou sequer têm confiança para buscar o tempo todo uma passagem de guarda. Hoje é muita lapela e jogo invertido. Claro que é bom “desenvolver” o jogo nesse sentido, mas sinto que está ficando um estilo nada balanceado – muitos da nova geração são ótimos raspadores mas se recusam a derrubar ou passar. Isso torna o atleta um campeão eficiente em competição mas deficiente como artista marcial. Hoje o povo ama um pano, manga e lapela. Mas para mim o diferencial que vimos no ADCC é que boa parte da nova geração e até dos mais graduados são deficientes no aspecto de defesa, e estão sem recursos técnicos para defender as costas, a montada e repor do cem-quilos. Sabem tudo de guarda e lapela, mas batem na primeira passagem de guarda. Pode ver as lutas hoje – chegou nas costas, acabou.</p>
<p>Estamos, portanto, numa era onde os especialistas estão se impondo e fazendo a diferença. É muito raro hoje alguém que consegue se adaptar a todas as regras, com tantos eventos variados. Temos os especialistas de kimono, e os especialistas sem kimono, e dentro disso temos as subcategorias – isto é, pessoas que jogam melhor sem ponto, até pegar, os que sobressaem nas regras da IBJJF, na regra do ADCC, com chave de calcanhar, sem chaves etc. O esporte hoje consagra estilos específicos, e fica evidente a diferença de um atleta quando muda de regra. No final, o mais especialista e que se adapta melhor vence.</p>
<p>Seja como for, houve bons duelos no ADCC deste ano. As minhas lutas favoritas foram o Kennedy Maciel com o garoto Rutuolo, além do duelo do Garry Tonon com o Renato Canuto. Teve de tudo, foi emocionante e realmente mostraram técnicas diversas. E o melhor, esses quatro foram para dentro na luta. É isso que o povo quer ver, sempre. Sobre a superluta, o André Galvão se preparou dois anos somente para esse confronto com o Felipe Pena, o Preguiça. Ele sabe lutar e se preparar para essa regra, além de ser muito bom em pé e, claro, saber muito de Jiu-Jitsu, campeão mundial que foi tantas vezes. O Pena, talvez por ter competido e vencido o Mundial da IBJJF este ano, e ter se machucado, pode não ter chegado tão bem como o Galvão, que tem a maneira de lutar no ADCC mapeada na palma da mão. Mesmo veterano com quatro troféus do evento, parecia um garotão lutando, e foi absurdamente constante os 30 minutos de luta. Merecida a conquista.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/artigo-especial-xande-ribeiro-analisa-estilo-de-gordon-ryan-e-ve-jiu-jitsu-na-era-dos-especialistas/">Xande analisa estilo de Gordon Ryan e vê Jiu-Jitsu na “Era dos Especialistas”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Duelo de gerações: relembre Nicholas Meregali x Xande Ribeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 18:53:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade era Manaus, e o evento era o Brazil National Pro, em fevereiro de 2017. No duelo pelo ouro, um lendário bicampeão mundial absoluto contra o futuro rei do Jiu-Jitsu. Sim, Xande Ribeiro contra Nicholas Meregali. Em casa, Xande lutava pelo ouro na divisão até 94kg, mas o desafiante gaúcho já mostrava que sua&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade era Manaus, e o evento era o Brazil National Pro, em fevereiro de 2017.</p>
<p>No duelo pelo ouro, um lendário bicampeão mundial absoluto contra o futuro rei do Jiu-Jitsu. Sim, Xande Ribeiro contra Nicholas Meregali.</p>
<p>Em casa, Xande lutava pelo ouro na divisão até 94kg, mas o desafiante gaúcho já mostrava que sua guarda não era para brincadeiras.</p>
<p>Arisco e desde já destemido, Nicholas evitou as investidas de Xande, para surpreender no fim e vencer. Relembre como foi a peleja, e bons estudos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Xande Ribeiro x Nicholas Meregali - Final Brazil National Pro 2017" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/XV6J8duVWaw?start=442&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/duelo-de-geracoes-relembre-nicholas-meregali-x-xande-ribeiro/">Duelo de gerações: relembre Nicholas Meregali x Xande Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Victor Hugo: &#8220;Foi minha única esperança e a agarrei com tudo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 19:17:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aluno de Xande Ribeiro e prodígio da Six Blades Jiu-Jitsu, o lutador cearense Victor Hugo Costa é o atual bicampeão peso pesadíssimo, novo dono da categoria em que Marcus Buchecha, Roger Gracie, Marcio Pé de Pano, Fabricio Werdum, Gabriel Napão, Gabriel Vella, Léo Leite e Mario Sperry reinaram, entre outras feras. Mas não foi nada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-237388 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Victor-Hugo-foi-bi-mundial-na-Piramide-em-2022-Foto-de-Tyy.jpg" alt="" width="712" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Victor-Hugo-foi-bi-mundial-na-Piramide-em-2022-Foto-de-Tyy.jpg 712w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Victor-Hugo-foi-bi-mundial-na-Piramide-em-2022-Foto-de-Tyy-278x300.jpg 278w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Victor-Hugo-foi-bi-mundial-na-Piramide-em-2022-Foto-de-Tyy-139x150.jpg 139w" sizes="auto, (max-width: 712px) 100vw, 712px" /></p>
<p>Aluno de Xande Ribeiro e prodígio da Six Blades Jiu-Jitsu, o lutador cearense Victor Hugo Costa é o atual bicampeão peso pesadíssimo, novo dono da categoria em que Marcus Buchecha, Roger Gracie, Marcio Pé de Pano, Fabricio Werdum, Gabriel Napão, Gabriel Vella, Léo Leite e Mario Sperry reinaram, entre outras feras.</p>
<p>Mas não foi nada fácil. No Mundial 2022, em 5 de junho, na Pirâmide de Long Beach, Victor Hugo e Gutemberg Pereira proporcionaram um duelo eletrizante pela medalha de ouro.</p>
<p>O atleta da GFTeam teve um começo avassalador e abriu 2 a 0 e quatro vantagens. No entanto, <a href="https://www.instagram.com/victorhugojj/" target="_blank" rel="noopener">Victor Hugo</a> cresceu nos últimos minutos, catou a perna de Berg quando o adversário tentava passar a meia-guarda e buscou a raspagem, que foi o ponto<br />
de partida para uma virada histórica, uma das grandes lutas da temporada.</p>
<p>Em seguida, Victor passou a guarda e montou para marcar 9 a 2 e morder o ouro na divisão. O campeão pesadíssimo detalhou com a equipe do GRACIEMAG.com o que viveu no Mundial, e sua maior motivação para se manter em alto nível.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que passava na sua cabeça naquele instante em que você foi raspar o Gutemberg na final do peso pesadíssimo?</strong></p>
<p>VICTOR HUGO: Aquela raspagem não apenas me salvou de uma possível finalização ou uma passagem de guarda dele, mas me deu um sentimento instantâneo de que o sonho ainda estava<br />
vivo. A energia que veio do meu coach e da torcida serviram de gasolina para que eu não parasse até conseguir passar e montar. Aquele foi o único momento da luta onde eu<br />
tive uma oportunidade de fazer algo, e eu agarrei com tudo o que tinha.</p>
<p><strong>Como você avalia seu desempenho no Mundial?</strong></p>
<p>Acredito que lutei bem, mas minha atuação pode melhorar. Apenas alguns notaram, mas a última vez em que eu tinha lutado de kimono tinha sido seis meses antes. E não por opção, mas por necessidade. Todas as vezes que planejei lutar nesse primeiro semestre acabei me lesionando e não pude competir. Com isso, eu já esperava e sabia que não ia ser um “passeio no parque”. Até porque os nomes que estavam nas minhas chaves<br />
estavam bem mais ativos nas competições. Independente disso tudo, eu sempre confiarei no meu Jiu-Jitsu e acredito que isso é uma confiança que o Jiu-Jitsu te dá. Isto é, não importa a ocasião, você sempre deve estar pronto para qualquer que seja o desafio. Seja na vida ou nos tatames.</p>
<p><strong>Como você superou a derrota no absoluto para o Gustavo Batista para manter o foco na categoria?</strong></p>
<p>Ao incluir seu nome no absoluto você já tem de estar pronto para tudo, seja fazer cinco lutas antes da sua categoria ou acabar perdendo. É muito importante saber separar as coisas<br />
e dar um “restart” na mente. O único que sentimento que eu tive naquela luta foi que acabei não dando meu máximo até o último minuto, e isso não foi suficiente para assegurar o resultado. Acabei perdendo por decisão dividida, mas na minha mente o que ficou foi o pensamento de dar meu máximo na categoria em cada luta. Deu certo.</p>
<p><strong>Apesar de novo, você já conquistou alguns dos títulos mais importantes no Jiu-Jitsu. Qual é a sua maior motivação para continuar treinando forte?</strong></p>
<p>Aos 25 anos de idade, sou muito grato por tudo que já alcancei dentro do Jiu-Jitsu – e a cada novo objetivo ou meta que tenho, vejo que com planejamento correto, esforço e estar acompanhado de pessoas incríveis faz tudo ser possível. Sou rodeado de pessoas que me motivam a ser não apenas um melhor atleta, mas um faixa-preta, uma pessoa e um líder de academia melhor! Minha motivação segue sendo essa, e procuro explorar minhas capacidades ao máximo. Aos poucos sei que vou colhendo os frutos dessa minha jornada.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/victor-hugo-foi-minha-unica-esperanca-e-a-agarrei-com-tudo/">Victor Hugo: “Foi minha única esperança e a agarrei com tudo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Xande Ribeiro e Lovato na saideira dos Mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 14:24:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Campeonato Mundial de 2022 foi o canto do cisne de dois craques e irmãos no Jiu-Jitsu, Xande Ribeiro e Rafael Lovato Jr. Lovato, americano criado em Oklahoma City, provou o valor de seu Jiu-Jitsu inclusive no MMA, onde construiu um respeitável e sólido cartel de dez lutas e dez vitórias, superando oponentes como Gegard&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237307" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237307" class="size-full wp-image-237307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022.jpg" alt="" width="1080" height="1350" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Xande-despedida-2022-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-237307" class="wp-caption-text">Xande Ribeiro e sua faixa, estendida pela última vez nos tatames do Mundial.</p></div>
<p>O Campeonato Mundial de 2022 foi o canto do cisne de dois craques e irmãos no Jiu-Jitsu, Xande Ribeiro e Rafael Lovato Jr.</p>
<p>Lovato, americano criado em Oklahoma City, provou o valor de seu Jiu-Jitsu inclusive no MMA, onde construiu um respeitável e sólido cartel de dez lutas e dez vitórias, superando oponentes como Gegard Mousasi no Bellator.</p>
<p>De kimono, colecionou títulos importantes como faixa-preta, com destaque para suas duas maiores glórias: o ouro mundial em 2007, na divisão dos pesos pesadíssimos, num ano mágico em que venceria o Europeu, o Pan e o Brasileiro; e o ouro absoluto no Campeonato Brasileiro em 2013 – feito inédito para um lutador americano, e jamais repetido até hoje.</p>
<div id="attachment_237343" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237343" class="size-full wp-image-237343" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022.jpg" alt="" width="1080" height="1350" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Rafael-Lovato-Mundial-2022-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><p id="caption-attachment-237343" class="wp-caption-text">Rafael Lovato após vitória no Mundial 2022, no peso pesadíssimo. Fotos: Tyy Withrow/GRACIEMAG</p></div>
<p>Xande, seu mentor e amigo, acumula títulos na faixa-preta desde 2001, e após 21 anos conquistou tudo, do ADCC ao ouro absoluto mundial.</p>
<p>Em 2016, os fãs já se perguntavam se Xande Ribeiro um dia ia pendurar o kimono. Em conversa com GRACIEMAG, Xande Ribeiro nos ensinou:</p>
<p>“Firmei um desafio comigo mesmo: na próxima vez em que conseguirem passar a minha guarda num campeonato, eu me aposento, vou me tornar um homem de negócios&#8221;, disparou.</p>
<p>&#8220;Acredito 100% no meu Jiu-Jitsu e na maneira como luto. Eu me baseio em técnicas cientificamente comprovadas, e não vejo ninguém com a pressão que o Saulo ou o Roger têm, meus grandes oponentes de treino e competição respectivamente. Sim, existem caras grandes, porém, eles avançam um pouco e depois se afastam. Bloquear um movimento é fácil, difícil é bloquear a pressão. Pressão é o amasso constante, movimento é só movimento, entende?”.</p>
<p>Xande então explicou os conceitos essenciais que o ajudaram a ter um jogo tão vitorioso e eficiente em torneios.</p>
<p>“O senso de proteção é a questão número um no Jiu-Jitsu. Vamos voltar ao grande mestre Helio Gracie e analisar um detalhe sobre o qual eu penso todos os dias. Como você vai me bater se você não consegue me acertar? Não se trata de ganhar; a questão é não ser acertado pelo oponente. Acho que ainda vou carregar isso dentro de mim por um bom tempo. Quando passarem a minha guarda, portanto, saberei que é a hora de descansar e buscar desafios em novas áreas”, concluiu o craque.</p>
<p>Bom descanso aos guerreiros Xande e Lovato, ou melhor, boas disputas longe do Mundial da IBJJF.</p>
<p>A seguir, aprenda com os dois neste estudo de técnicas. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafael Lovato Jr and Xande Ribeiro teaching ways to take the back" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/lptd1R0xQyo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-xande-ribeiro-e-lovato-na-saideira-dos-mundiais/">As lições de Xande Ribeiro e Lovato na saideira dos Mundiais</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nicholas Meregali e a corrente firme e ininterrupta do Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 14:09:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após vencer a final com Erich Munis por uma vantagem, Nicholas Meregali conquistou seu primeiro ouro absoluto no Mundial 2022, em Long Beach, na Califórnia. Meregali foi o segundo gaúcho a chegar ao trono do Jiu-Jitsu. Dos reis absolutos, cinco nasceram no Rio, três em SP, dois em MG e um, Ronaldo Jacaré, no Espírito&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-237275 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022.jpg" alt="" width="1080" height="1350" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022-240x300.jpg 240w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022-819x1024.jpg 819w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022-768x960.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Nicholas-Meregali-Mundial-2022-120x150.jpg 120w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>Após vencer a final com Erich Munis por uma vantagem, <a href="https://www.instagram.com/nicholasmeregali/" target="_blank" rel="noopener">Nicholas Meregali</a> conquistou seu primeiro ouro absoluto no Mundial 2022, em Long Beach, na Califórnia.</p>
<p>Meregali foi o segundo gaúcho a chegar ao trono do Jiu-Jitsu. Dos reis absolutos, cinco nasceram no Rio, três em SP, dois em MG e um, Ronaldo Jacaré, no Espírito Santo. Um campeão nasceu no Amazonas – <a href="www.instagram.com/xanderibeirojj" target="_blank" rel="noopener">Xande Ribeiro</a>, que se aposentou dos Mundiais este ano e deixou sua faixa e algumas lágrimas no tatame.</p>
<p>O primeiro lutador nascido no Rio Grande do Sul a ganhar o título foi o monstruoso passador José Mario Sperry, em 1998 – em duelo contra outro fenomenal guardeiro, Roberto Roleta.</p>
<p>Sperry então conheceu Mario Reis, para quem deu aulas até a faixa-roxa em Porto Alegre. E Reis, anos e anos depois, formaria a máquina Nicholas Meregali, consagrado em 5 de junho de 2022 com a maior glória do Jiu-Jitsu esportivo.</p>
<p>Quando for transmitir todo seu conhecimento no dojo, lembre-se: na corrente do bem do Jiu-Jitsu, seu aluno – ou o aluno de seu aluno – pode um dia virar um novo rei.</p>
<p>Para conferir os resultados completos do Mundial de Jiu-Jitsu da <a href="https://ibjjf.com/" target="_blank" rel="noopener">IBJJF, clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/nicholas-meregali-e-a-corrente-firme-e-ininterrupta-do-jiu-jitsu/">Nicholas Meregali e a corrente firme e ininterrupta do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Luta completa: A guerra de Rodolfo e Xande na Copa Podio</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 10:26:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2013, durante o GP de Pesos Pesados da Copa Podio de Jiu-Jitsu, os campeões mundiais Rofolfo Vieira e Xande Ribeiro tiveram a chence de se enfrentar mais uma vez, após um duelo épico realizado meses antes, no Mundial da IBJJF. O duelo, como era de se esperar, foi marcado pelo clássico &#8220;guardeiro x passador&#8221;,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222034" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Rodolfo-Vieira-bota-pressao-para-tentar-passar-a-guarda-de-Xande-Ribeiro-na-ultima-luta-da-fase-de-grupos-Foto-Gustavo-Aragao.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222034" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Rodolfo-Vieira-bota-pressao-para-tentar-passar-a-guarda-de-Xande-Ribeiro-na-ultima-luta-da-fase-de-grupos-Foto-Gustavo-Aragao.jpg" alt="" width="640" height="427" class="size-full wp-image-222034" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Rodolfo-Vieira-bota-pressao-para-tentar-passar-a-guarda-de-Xande-Ribeiro-na-ultima-luta-da-fase-de-grupos-Foto-Gustavo-Aragao.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Rodolfo-Vieira-bota-pressao-para-tentar-passar-a-guarda-de-Xande-Ribeiro-na-ultima-luta-da-fase-de-grupos-Foto-Gustavo-Aragao-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Rodolfo-Vieira-bota-pressao-para-tentar-passar-a-guarda-de-Xande-Ribeiro-na-ultima-luta-da-fase-de-grupos-Foto-Gustavo-Aragao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-222034" class="wp-caption-text">Rodolfo e Xande em ação na Copa Podio. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p>Em 2013, durante o GP de Pesos Pesados da Copa Podio de Jiu-Jitsu, os campeões mundiais Rofolfo Vieira e Xande Ribeiro tiveram a chence de se enfrentar mais uma vez, após um duelo épico realizado meses antes, no Mundial da IBJJF.</p>
<p>O duelo, como era de se esperar, foi marcado pelo clássico &#8220;guardeiro x passador&#8221;, com Xande prontamente puxando a luta para guarda e Rodolfo usando toda a sua pressão para passar. Rodolfo contabilizou algumas vantagens, sem superar a guarda blindada de Xande. No fim das contas, Xande ficou por cima e bombardeou a guarda de Rodolfo, que se mostrou eficiente também por baixo para evitar a blitz de Xande e ficar com a vitória.</p>
<p>Confira a luta, gentilmente disponibilizada por nossos parceiros da Copa Podio, no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rodolfo Vieira x Xande Ribeiro - Copa Podio 2013 - GP dos Pesados" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/FF6eRKRjza8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/luta-completa-a-guerra-de-rodolfo-vieira-e-xande-ribeiro-na-copa-podio-de-jiu-jitsu/">Luta completa: A guerra de Rodolfo e Xande na Copa Podio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vitória sobre Xande e ouro no Texas deixam Igor Paiva confiante para o Pan 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 17:24:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Igor Paiva vai embalado para o Campeonato Pan-Americano, agendando para o próximo fim de semana em Kissimmee, na Flórida, depois de ter uma campanha de destaque no Austin Open da IBJJF, um dos torneios que marcaram a volta das competições organizadas pela federação, em setembro. Igor foi campeão peso médio e medalhista de prata no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228937" style="width: 1610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro-.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228937" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro-.jpeg" alt="" width="1600" height="1066" class="size-full wp-image-228937" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro-.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro--300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro--1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro--768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro--1536x1023.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Igor-Paiva-joga-por-cima-contra-Xande-Ribeiro--150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-228937" class="wp-caption-text">Igor Paiva joga por cima contra Xande Ribeiro. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Igor Paiva vai embalado para o Campeonato Pan-Americano, agendando para o próximo fim de semana em Kissimmee, na Flórida, depois de ter uma campanha de destaque no Austin Open da IBJJF, um dos torneios que marcaram a volta das competições organizadas pela federação, em setembro. Igor foi campeão peso médio e medalhista de prata no absoluto master 1, depois de uma bela campanha, onde também venceu o consagrado craque Xande Ribeiro (Six Blades).</p>
<p>Após quatro lutas e duas medalhas na bagagem, Igor conta como foi vencer uma lenda do esporte e como isso o deixa mais motivado para o Pan-Americano 2020.</p>
<p>“Não é o primeiro grande nome que eu ganhei. Lutar com grandes nomes do esporte sempre me jogou para cima e nunca pra baixo. Sou o tipo de pessoa que, geralmente, não deixa uma boa oportunidade passar. Sei do meu potencial e que treinado eu luto bem com qualquer um do mundo, principalmente, sendo do meu peso, que é a divisão dos médios”, explica o faixa-preta, antes de detalhar como fez para vencer Xande na semifinal do absoluto.</p>
<p>“Eu tive um bom começo de luta. Consegui puxar com as pegadas que eu queria, fiquei com um controle bom e isso me possibilitou de sair na frente dele com a vantagem da raspagem. Então, tentei usar essa vantagem para ele correr atrás e se expor durante a luta. Foi assim que eu consegui uma outra vantagem de raspagem no final da luta, que garantiu a vitória. Luta muito dura. Muito respeito ao Xande e a tudo que ele fez e faz pelo nosso esporte”, diz Igor.</p>
<p>Assíduo competidor de Jiu-Jitsu desde os 16 anos de idade, Igor conta que não tem o hábito de olhar a chave do torneio que vai disputar, pois prefere ir lutar sem saber com quem vai medir forças.</p>
<p>“Eu não olho os nomes da categoria, eu vou pra ganhar e para isso tenho que me preocupar, apenas, comigo mesmo. Diversas vezes vou pro campeonato sem saber com quem vou lutar ou quantas lutas vou fazer, isso me deixa mais tranquilo e consigo fluir melhor ainda na hora da luta”, explica o campeão.</p>
<p>Em sua preparação para as competições de alto nível, o atleta tem priorizado o treino para a parte física e mental, além de contar que chega a fazer 15 “rolas” em algumas sessões de treino.</p>
<p>“O camp do Pan está a todo vapor, estou muito confiante. Estou me sentindo muito bem fisicamente e psicologicamente. O meu treino tem sido em cima de preparação física, alongamentos e muito Jiu-Jitsu, às vezes, 15 rolas por dia, porque, no final das contas, o que realmente te prepara é o treino de Jiu-Jitsu”, encerra Igor.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/vitoria-sobre-xande-e-ouro-no-texas-deixam-igor-paiva-confiante-para-o-pan-2020/">Vitória sobre Xande e ouro no Texas deixam Igor Paiva confiante para o Pan 2020</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Com Xande Ribeiro e outras feras, IBJJF organiza retorno dos torneios de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 08:11:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sem organizar eventos desde o final de fevereiro, com a realização dos opens em Kansas e Londres, a IBJJF se prepara rumo à volta dos torneios durante a pandemia do coronavírus. O estado do Texas, nos EUA, receberá o Austin Open com e sem kimono, no dia 19 de setembro. Seguindo os protocolos locais de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142050" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/09/IMG_2136-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142050" class="size-full wp-image-142050" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/09/IMG_2136-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/09/IMG_2136-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/09/IMG_2136-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/09/IMG_2136-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-142050" class="wp-caption-text">Xande Ribeiro em foto de Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>Sem organizar eventos desde o final de fevereiro, com a realização dos opens em Kansas e Londres, a IBJJF se prepara rumo à volta dos torneios durante a pandemia do coronavírus. O estado do Texas, nos EUA, receberá o Austin Open com e sem kimono, no dia 19 de setembro.</p>
<p>Seguindo os protocolos locais de segurança e higiene, a IBJJF disponibilizou em seu website as recomendações para os participantes. Sem presença de público e com a capacidade reduzida, apenas os competidores e treinadores (um por atleta) poderão adentrar no ginásio Round Rock Sports Center. Máscaras e face shields serão essenciais durante a permanência no ginásio.</p>
<p>Para o torneio de reabertura da temporada, alguns nomes de peso estão inscritos. Entre os principais destaques, temos o bicampeão mundial absoluto Xande Ribeiro, inscrito para representar a recém criada Six Blades Jiu-Jitsu na divisão de master 1, no peso pesado.</p>
<p>Representando o nosso Time GMI de associados, temos três destaques que falaram um pouco sobre a expectativa do retorno às competições de Jiu-Jitsu, mesmo em tempos de pandemia. Veja abaixo!</p>
<p><strong>Suyan Queiroz (First BJJ/Carlson Gracie) | Master 4- Leve |</strong></p>
<p>Lutar os eventos da IBJJF é sempre uma motivação a mais, pois é a referência para todos no mundo do Jiu-Jitsu, e eu sou um atleta que vejo o Jiu Jitsu como um estilo de vida, no qual os treinos e as competições são os principais fatores de motivação.</p>
<p>Fazer parte da reabertura dos eventos da IBJJF é muito importante, pois nos dá a sensação de que coisas estão se normalizando. Esse ano de 2020 está sendo um ano de sobreviver como business, a pandemia afetou muito as academias de Jiu Jitsu, pois o contato físico é fundamental.</p>
<p>O Austin Open nos dá a esperança de que a comunidade do Jiu Jitsu no mundo voltará com sua rotina de competições e normalidade nas academias. Dias melhores estão cada vez mais próximos para todos nós.</p>
<p><strong>Felipe Ninja (Brazil Academy/Kronos BJJ) | Master 2 &#8211; Pluma |</strong></p>
<p>Durante a quarentena eu pensei muito na minha vida, nas coisas que são importantes pra mim. Competir é algo que me motiva muito a estar em<br />
boa forma, a melhorar o meu Jiu Jitsu, e manter uma mente focada e disciplinada.</p>
<p>Isso também reflete nos meus alunos, que se motivam a serem melhores versões deles mesmo. Estou ansioso e motivado pra voltar a competir, desde o dia que a IBJJF anunciou o evento, os treinos já mudaram o ritmo completamente.</p>
<p><strong>Léo Machado (BTT North Dallas/Irving) | Master 2 &#8211; Meio-Pesado |</strong></p>
<p>A volta das competições foi uma motivação essencial para mim, que agora busco estar na minha melhor forma para competir em alto nível. A intenção de lutar esse campeonato é para trazer de volta a vontade das pessoas de treinar, se exercitar, buscarem uma rotina mais saudável, e o Jiu-Jitsu é a resposta.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/com-xande-ribeiro-e-outras-feras-ibjjf-organiza-retorno-dos-torneios-de-jiu-jitsu/">Com Xande Ribeiro e outras feras, IBJJF organiza retorno dos torneios de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Xande Ribeiro ministra seminário na academia de Alex Martins: &#8220;Por amor ao esporte&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 20:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI Alex Martins está aos poucos retomando suas atividades normais como professor de Jiu-Jitsu em Dallas, no Texas. Com a academia aberta, seguindo as normas e limitações por conta do coronavírus, professor Alex tem trabalho de forma incessante, e seus alunos fiéis seguem também com afinco nos treinos de Jiu-Jitsu, e a recompensa da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_226932" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226932" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52.jpeg" alt="" width="998" height="1600" class="size-full wp-image-226932" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52.jpeg 998w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52-187x300.jpeg 187w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52-639x1024.jpeg 639w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52-768x1231.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52-958x1536.jpeg 958w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-19-at-21.27.52-94x150.jpeg 94w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></a><p id="caption-attachment-226932" class="wp-caption-text">Solidariedade em tempos de crise, com Xande RIbeiro e Alex Martins. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Nosso GMI Alex Martins está aos poucos retomando suas atividades normais como professor de Jiu-Jitsu em Dallas, no Texas. Com a academia aberta, seguindo as normas e limitações por conta do coronavírus, professor Alex tem trabalho de forma incessante, e seus alunos fiéis seguem também com afinco nos treinos de Jiu-Jitsu, e a recompensa da dedicação fica próxima.</p>
<p>No dia 25 de julho, próximo sábado, o professor realizará a graduação interna de seus alunos, com um seminário de luxo para dar ainda mais motivação àqueles que estiveram junto com ele, antes durante e depois da pandemia. Alex convocou professor Xande e perguntou sobre o valor do seminário, e a resposta foi surpreendente.</p>
<p>&#8220;Quando perguntei a ele quanto custaria ele respondeu: &#8216;Irmão, gosto de você, é meu conterrâneo. Vou fazer pelo amor ao esporte e principalmente pelas pessoas que estiveram do seu lado&#8217;. Fiquei sem palavras&#8221;, disse Alex Martins em papo com GRACIEMAG. </p>
<p>&#8220;Estou muito feliz com este gesto de tamanho respeito, amor e solidariedade. Vamos dar esse seminário de forma gratuita para todos os meus alunos que estiveram me ajudando quando a minha academia estava fechada. Estou muito feliz por esta parceria com o Xande, um cara de coração enorme e que tem um amor imenso pelo nosso esporte&#8221;, concluiu Alex.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/xande-ribeiro-ministra-seminario-na-academia-de-alex-martins-por-amor-ao-esporte/">Xande Ribeiro ministra seminário na academia de Alex Martins: “Por amor ao esporte”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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