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	<title>Vitor Belfort | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Vitor Belfort | Graciemag</title>
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		<title>Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 13:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222943" style="width: 537px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222943" class="size-full wp-image-222943" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg" alt="" width="527" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2.jpg 527w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-297x300.jpg 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Ainda-na-faixa-azul-fazendo-historia-com-14-anos-2-148x150.jpg 148w" sizes="(max-width: 527px) 100vw, 527px" /><p id="caption-attachment-222943" class="wp-caption-text">A estrela Dominyka Obelenyte aos 14 anos, na faixa-azul, ao vencer o Campeonato Mundial da IBJJF na divisão adulto. Foto: John Lamonica/ GRACIEMAG</p></div>
<p>Em 2009, a equipe GRACIEMAG investigou nas páginas da nossa revista sobre os erros e acertos que cometemos na etapa da faixa-azul. O artigo trazia uma série de posições e macetes ilustrados em imagens detalhadas. Hoje, relembramos esse artigo que ajudou tanta gente a passar de faixa, e separamos os melhores momentos do texto, com alguns vídeos que podem ajudá-lo.</p>
<p>Confira e aprenda com alguns grandes formadores de faixas-pretas.</p>
<p><strong>Ricardo “Cachorrão” Almeida – Líder da RABJJ, em Nova Jersey</strong></p>
<p>“Se eu tiver que apontar os três erros mais comuns dos faixas-azuis, a primeira com certeza será a postura. Eles são pegos diversas vezes no triângulo ou são raspados por estar com a postura errada. Para corrigir isso, meus alunos aprendem a abrir a guarda de pé e a passar a guarda emborcando o adversário. O segundo erro é a pegada das costas. Vejo os faixas-azuis perderem a posição por tentarem colocar os dois ganchos de uma vez. A correção disso é puxar o adversário para cima deles e colocar um gancho de cada vez. E o terceiro erro é o uso da força durante o combate. Pela inexperiência, eles tendem a dar preferência ao uso da força sobre a técnica, o que pode causar contusões. Para corrigir, nos mais jovens, o tempo e a experiência consertam a falha na maioria das vezes. Já entre os praticantes mais velhos, deixo claro que apenas tomando amasso nos treinos é que se corrigem os erros.”</p>
<p><strong>Milton Regis – Líder da Kioto BJJ, em Sayville, NY</strong></p>
<p>“Na faixa-azul, a confiança é algo a ser trabalhado e precisa ser exercitada como um movimento novo, e tanto pelo aluno como pelo professor. É tarefa do professor identificar quem são os alunos que estão a ponto de desistir. Como ajudar esse aluno? Oferecendo uma atenção especial, corrigindo detalhes, motivando toda vez que ele acertar algo, ainda que seja uma pequena evolução. Outra ideia é sugerir aulas privadas, e não forçar a participar de campeonatos se não for esse o objetivo do aluno. O praticante deve saber que uma eventual falta de fundamentos técnicos, se não for corrigida na faixa-azul, será muito difícil de ser sanada depois”.</p>
<p><iframe title="Blue Belt Submission Highlight (Part 1) | 2023 IBJJF Brasileiros" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0aD5KR3D6Qg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Paulo Tavares – Líder da Paulo Tavares Academy, na Austrália</strong></p>
<p>“Quando por baixo, montado, um bom lutador nunca estica o braço nem dá as costas para escapar. Mantém a cabeça no chão e os cotovelos colados ao corpo. Isso grande mestre Helio Gracie já dizia. E gosto também de trabalhar o lado emocional dos lutadores. Aqui na academia, gosto de dizer que todos somos campeões. Ano passado, levei meus alunos para competir e, pelo pouco tempo, eu iria voltar feliz se eles não fossem finalizados, mas para a minha surpresa, os oito que competiram foram campeões.”</p>
<p><strong><br />
Sérgio Correa –&nbsp;Líder do time Marra Senki</strong></p>
<p>“Quando se fala em erros dos faixas-azuis, penso primeiro em controle de posição, depois em variação de posições, como por exemplo a variação entre estrangulamentos e chaves de braço e por último a insistência no erro, que só termina com muito treino específico.”</p>
<p><strong>João Pedro Santos – Líder da Choke Academy</strong></p>
<p>“Primeiro, falemos do estrangulamento da gola cruzada. Os faixas-azuis se precipitam e gastam força ao apertar antes de ajustar as pegadas, ou apertam abrindo os cotovelos. Para corrigir, os pulsos têm que ficar em contato com o pescoço na hora do ajuste e os cotovelos próximos um do outro enquanto a pressão no pescoço é feita com os pulsos. Na guarda, o erro está na postura. Os faixas-azuis se inclinam para frente ou para um dos lados, facilitando o ataque de quem está por baixo. E quando estão por baixo, não se preocupam em quebrar a postura do adversário antes de iniciar os ataques, o que facilita a passagem de guarda. Para resolver, se por cima, uma postura ereta dificulta para o adversário. Por baixo, deve-se ter claro que a postura do que está por cima deve ser quebrada. Por último, vejo que muitos faixas-azuis compram DVDs e livros de grandes estrelas do Jiu-Jitsu, mas por falta de experiência não conseguem discernir o que é realmente importante. No caso, o melhor é primeiro aprender os fundamentos antes de querer se especializar.”</p>
<p><strong>Vinícius “Draculino” Magalhães –&nbsp;Líder da GB Texas</strong></p>
<p>“A faixa-azul é o momento mais complicado da caminhada dentro do Jiu-Jitsu. Vemos uma grande discrepância técnica entre os atletas, já que encontramos desde aquele que acabou de ganhar a faixa até aquele que endurece com os mais graduados. Tecnicamente, porém, aponto a fraqueza na defesa contra finalizações, a falta no ajuste do posicionamento e a demora para captar os erros do adversário.”</p>
<p><strong>Demetrius Ramos – Líder da Tucson BJJ, no Arizona</strong></p>
<p>“Os faixas-azuis não têm uma boa base em pé. Para melhorar, precisam treinar mais técnicas do jogo em pé, além de outras opções como puxar para guarda. Outro problema é o desconhecimento das regras. Para isso, basta estudar as regras da IBJJF e participar de cursos de arbitragens. Por último, os azuis cansam rápido, principalmente nos grandes eventos. Para melhorar, deve-se acostumar a treinar mesmo estando cansado.”</p>
<p><iframe title="VITOR BELFORT VS RODRIGO COMPRIDO MEDEIROS BJJ Match BLUE BELT OLD SCHOOL Jiu Jitsu" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/BWUtNybUq-8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rafael Lovato Jr – Líder do Lovato Jiu-Jitsu, em Oklahoma</p>
<p>“É difícil ser específico, pois o faixa-azul ainda tem muito a aprender, mas há pontos que merecem destaque. Deve-se manter os braços fechados quando o adversário estiver passando sua guarda. Muitos se esquecem disso e deixam o oponente colocar o gancho por baixo, o que torna a passagem de guarda quase certa. Para se prevenir, os braços devem estar colados. Outro erro é quando estiver passando a guarda, lembre-se de manter os cotovelos colados ao corpo, o que vai prevenir a guarda-aranha, raspagens, ataques ao braço, triângulos etc.”</p>
<p><strong>Alexandre “Soca” Carneiro – Líder da Soca BJJ, em New York</strong></p>
<p>“Três dicas: na meia-guarda, por baixo, o certo é entrar com o braço por baixo da axila do oponente para criar mais espaço para a reposição. Quando for pego na chave de pé, não rode para o lado contrário da torção, mas para o lado da pressão. Quando for atacado no estrangulamento, não tente abrir a própria gola, o que só irá ajudar o oponente a enterrar a mão.&#8221;</p>
<p>E para você, qual é o erro mais comum na faixa-azul do Jiu-Jitsu? Comente com a gente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rio Open de Jiu-Jitsu - Final absoluto faixa-azul masculino" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sJbbCtHmy-A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-erro-mais-comum-no-jiu-jitsu-quando-voce-e-faixa-azul/">Qual é o erro mais comum no Jiu-Jitsu quando você é faixa-azul?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>As lições do GMI Rodrigo Cavaca ao treinar Vitor Belfort para o UFC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2021 14:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Rodrigo Cavaca * Entre para o time GMI! * Eu estava em casa num domingo qualquer, quando recebi uma mensagem pelo Whatsapp. Era o Vitor Belfort me convidando para participar de um camp de treinamento dele, antes da disputa de cinturão contra o então campeão Chris Weidman. Estava incrédulo, sem acreditar muito no chamado,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_131242" style="width: 1531px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-131242" class="size-full wp-image-131242" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1.jpg" alt="" width="1521" height="1141" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1.jpg 1521w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/unnamed-41-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1521px) 100vw, 1521px" /><p id="caption-attachment-131242" class="wp-caption-text">Amigo e treinador, Rodrigo Cavaca relembra o que aprendeu ao trabalhar com Belfort. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Rodrigo Cavaca</em></p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Eu estava em casa num domingo qualquer, quando recebi uma mensagem pelo Whatsapp. Era o Vitor Belfort me convidando para participar de um camp de treinamento dele, antes da disputa de cinturão contra o então campeão Chris Weidman.</p>
<p>Estava incrédulo, sem acreditar muito no chamado, ao mesmo tempo em que fiquei feliz demais. O mais especial de tudo foi que eu vinha de um momento pessoal e profissional bem difícil na minha vida, e isso acabou me motivando muito. Acabamos acertando rapidamente todos os detalhes e fui para a Flórida, para passar quase dois meses.</p>
<p>Nesse período em 2015 que estive nos EUA com o Vitor, aprendi muito com os grandes técnicos e atletas que estavam envolvidos com o camp, mas a verdade é que Belfort me ajudou muito mais do que eu a ele. A gente ainda não se conhecia muito bem, mas quando contei que estava passando por problemas, Vitor me levou para sua casa, para dentro de sua família e para os cultos de domingo, e isso tudo me ajudou muito a enfrentar o difícil momento que eu passei. Com a ajuda do Vitor, pude então perceber que o buraco em que eu estava era apenas uma provação para testar minhas forças, e consegui me reerguer.</p>
<p>Antes desse camp, o contato mais próximo que tive com o Vitor havia sido num treino no Rio de Janeiro, quando fui acompanhar Gilbert Durinho na academia de Belfort, antes de uma edição da Copa Podio. O Vitor apareceu e logo pôs o kimono para treinar conosco, e ficamos algumas horas trocando informações técnicas sobre Jiu-Jitsu. Ele, como sempre, fez várias perguntas, demonstrando a mente curiosa e incansável própria dos grandes campeões. Uma cabeça sensacional, sempre com sede de aprender coisas novas.</p>
<p>Muitas pessoas criticam o Vitor sem conhecê-lo propriamente. Logicamente, todos os seres humanos têm defeitos, mas pude testemunhar muitas de suas qualidades. Ao conhecer esse lado pessoal e profissional de um cara de quem eu já era fã, só pude me tornar mais ainda do guerreiro que Vitor sempre foi.</p>
<p>Depois do camp, seguimos nos falando de vez em quando pela internet. Uma vez, quando sua luta contra Uriah Hall foi cancelada, mandei uma mensagem para dar apoio. Ele me surpreendeu mais uma vez, mostrando-se forte no momento e dizendo que tudo o que acontecia tinha um motivo, e que já começava a pensar numa luta verdadeiramente à altura: uma despedida contra o Lyoto Machida (outro grande ser humano que admiro), que seria um evento especial para ele e que no fim das contas viraria realidade, e logo no Rio de Janeiro.</p>
<p>Obrigado, Vitor, por construir um dos maiores e mais longevos legados do esporte mundial – seu nome estará guardado para a eternidade no coração dos fãs, e principalmente, no coração dos amigos.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-do-gmi-rodrigo-cavaca-ao-treinar-vitor-belfort-para-o-ufc/">As lições do GMI Rodrigo Cavaca ao treinar Vitor Belfort para o UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A mente de Vitor Belfort sobre aposentadoria, treinos e MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 15:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG em 2017. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Ao longo desses 20 anos de carreira, Vitor Belfort concedeu inúmeras entrevistas aos veículos de GRACIEMAG. Numa das mais recentes, o experiente faixa-preta de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_206169" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-206169" class="wp-image-206169 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1.jpg" alt="" width="640" height="454" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/12/Carlson-e-Vitor-Belfort-1-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-206169" class="wp-caption-text">Vitor Belfort se rende ao mata-leão de seu mestre Carlson Gracie. Foto: Marcelo Alonso</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG em 2017. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Ao longo desses 20 anos de carreira, Vitor Belfort concedeu inúmeras entrevistas aos veículos de GRACIEMAG. Numa das mais recentes, o experiente faixa-preta de Carlson Gracie abriu sua casa e seu coração para um papo aberto com o repórter Nalty Junior sobre suas visões de mundo e pontos de vista como lutador.</p>
<p>Relembramos algumas reflexões de Belfort sobre ser lutador de MMA, como treinar, como buscar ser um artista marcial e, claro, sobre a dura decisão de pendurar as luvas.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Que lição você aprendeu após tantos anos no MMA?</strong></p>
<p><em><strong>VITOR BELFORT:</strong></em> A principal lição ao meu ver é que tudo passa. É importante a gente saber escolher bem as pessoas que estão do nosso lado. Afinal, a fama é passageira. Quando você está no topo todo mundo quer estar em contato, quer participar, e eu acho que isso pode ser uma grande armadilha. O sucesso é saber separar quem são essas pessoas, saber filtrar o assédio, e não é fácil. Só quem já passou por isso sabe como é. Já o principal erro que aprendi foi muitas vezes ter adiado a solução para um problema. Problemas precisam ser solucionados na hora.</p>
<p><strong>Como tem sido ganhar a vida como lutador profissional de MMA?</strong></p>
<p>Hoje é tudo mais fácil. Mas foi muito difícil no início, houve muitos erros. Graças aos pioneiros, como Royce, Marco Ruas, os Gracie, eu e outros, conseguimos ajudar o esporte a crescer e chegar aonde está hoje. A gente foi aprendendo aos poucos. O importante é que não esqueçamos das lendas do esporte. A gente não vê ninguém mais falar do Marco Ruas, do próprio Royce. É preciso saber valorizar o passado, analisar o presente e saber plantar para o futuro, porque a vida é feita desses três aspectos: o passado é sempre algo que traz experiências mas traz junto erros e condenações, então o passado é um cheque cancelado. O importante é o hoje, que é o dinheiro na mão. Já o futuro, que você vai colher amanhã se plantar hoje, é um cheque pré-datado.</p>
<p><strong>Na virada do século você alimentou o sonho de disputar as Olimpíadas pelo Brasil no boxe. Ficou a frustração por isso não ter ocorrido?</strong></p>
<p>Não, isso passou. Pintou a oportunidade naquela época, mas foi um teste, foi isso.</p>
<p><strong>Como funciona a sua mente durante os treinos de MMA?</strong></p>
<p>Eu quando treino muitas vezes me sinto um faixa-branca, um iniciante no Jiu-Jitsu, um amador no boxe, me sinto um aprendiz sempre. O segredo é não se acomodar, você tem de estar sempre pensando para a frente, aprendendo novos aspectos para ser um bom lutador.</p>
<p><strong>Você treinou em diversas academias, num intercâmbio que no passado era visto como “creontar”. O que essa troca de informações ajudou na sua carreira?</strong></p>
<p>Eu acho que para o esporte evoluir as pessoas devem dividir conhecimento. Aprender umas com as outras, porque ninguém sabe tanto que não pode aprender nem sabe tão pouco que não pode ensinar. A grande questão sobre esse assunto não é encarar pelo lado da fidelidade, como era visto antigamente, mas as pessoas encararem como trabalho, como aprendizado, como modo de crescer como artista marcial. Com humildade, as pessoas perceberam que não sabem tudo e que outros podem ensinar também. Você tem de treinar onde se sente feliz.</p>
<p><strong>Você imagina o seu filho Davi lutando MMA um dia?</strong></p>
<p>Certamente, e eu o apoiaria. Mas é preciso entender que o Davi vai escrever a história particular dele, aqui em casa eu deixo todo mundo muito à vontade para cada um ter o seu futuro e escolher aquilo que quer na vida. Conheço muitas pessoas que são fracassadas na vida pessoal porque não conquistaram aquilo que eles desejavam – perseguiram os sonhos dos pais. E não é questão de sucesso financeiro, afinal o dinheiro já mostrou que não é a raiz da felicidade. Mas o Davi brinca comigo: “Pai, eu quero ser jogador de futebol americano!”. Então sou o maior incentivador, jogo bola com ele, corro com ele…</p>
<p><strong>Que conselhos você daria a jovens lutadores? Qual é o segredo para ser um bom lutador de Jiu-Jitsu ou MMA?</strong></p>
<p>Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia, não é? Não tem segredo, é treinar, treinar, treinar, treinar e treinar. Como diz o meu amigo Bernardinho: ”Quanto mais a gente sangra e sua no dia a dia, menos a gente sangra na batalha”. Mas o mais difícil é você conseguir fazer o treinamento certo, de forma apropriada e sem perder o ritmo.</p>
<p><strong>O que você pensa em fazer quando se aposentar?</strong></p>
<p>Negócios que envolvem esporte, que envolvem o MMA. Gosto muito de fazer negócios, gosto de poder criar e participar de novos negócios. Seria legal implementar novos modo de levar tudo aquilo que eu tive de experiência nos ringues para os fãs, para a nova safra de lutadores. Aquilo que Deus estiver preparando para mim é o que eu vou fazer, satisfeito. O importante é fazer o que a gente gosta, o que a gente tem prazer.</p>
<p><strong>Você começou a lutar muito cedo… Já imaginou sua vida sem as luvas?</strong></p>
<p>Comecei muito pequeno, lutei judô quando eu tinha 6 anos. Depois foi a vez do Jiu-Jitsu, e desde os 13 anos de idade eu já sonhava em ser um lutador, inspirado pelos faixas-pretas que eu acompanhava no Leblon. Acho que quando a gente está começando alguma coisa, não imagina que aquilo acaba. Eu não pensava que um dia teria de parar de lutar. Quando falava em aposentadoria, achava que aquilo estava longe. Mas vida de atleta é assim, uns param cedo, outros param tarde, outros se recusam a parar. O importante é você tomar sua decisão baseada no que você quer dentro de si, e não no que os outros pensam, seja o público ou os empresários. Felicidade na carreira é poder tomar esta decisão de coração aberto, agradando a si.</p>
<p><strong>Você se tornou um lutador de MMA muito completo, derrubando com o boxe e dominando o oponente no chão com o Jiu-Jitsu. Acha que o fato de ter treinado Jiu-Jitsu desde cedo ajudou no seu boxe de algum modo?</strong></p>
<p>Certamente. O lutador se faz com uma boa combinação das artes marciais. A junção das diferentes modalidades é o mais importante no MMA, e saber o momento exato de fazer essa junção no ringue é essencial para o atleta do UFC. É mais importante que ter uma boa tática, pois táticas mudam na hora. Se você sabe encaixar os golpes, levantar, aplicar o chute ou o soco, a hora da queda, você vai longe. O MMA é um tabuleiro, e o bom artista marcial deve procurar saber casar bem as peças que tem. É como um jogo de xadrez: o mais importante é sempre a próxima jogada. Não é pensar apenas no rei ou pensar no peão, mas a jogada na hora certa. Se o cara pensar apenas em proteger o rei e não contra-atacar, leva o xeque-mate. O mais importante é a próxima jogada.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-mente-de-vitor-belfort-sobre-aposentadoria-treinos-e-mma/">A mente de Vitor Belfort sobre aposentadoria, treinos e MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Silva x Belfort: 10 anos da luta que mudou o MMA no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 01:20:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 5 de fevereiro de 2011 foi um marco da exposição do UFC no Brasil. Há dez anos, Anderson Silva e Vitor Belfort se enfrentaram na luta principal do UFC 126, em Las Vegas. Mal sabiam eles que aquele duelo seria um dos responsáveis por reavivar a paixão do povo que talvez não lembrasse&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95406" style="width: 695px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-95406" class="wp-image-95406 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Screen-shot-2013-08-20-at-10.09.11-AM-1.png" alt="" width="685" height="455" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Screen-shot-2013-08-20-at-10.09.11-AM-1.png 685w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Screen-shot-2013-08-20-at-10.09.11-AM-1-300x199.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Screen-shot-2013-08-20-at-10.09.11-AM-1-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /><p id="caption-attachment-95406" class="wp-caption-text">O chute de Anderson Silva que cimentou seu nome como um dos maiores do UFC. Foto: James Law</p></div>
<p>O dia 5 de fevereiro de 2011 foi um marco da exposição do UFC no Brasil. Há dez anos, Anderson Silva e Vitor Belfort se enfrentaram na luta principal do UFC 126, em Las Vegas. Mal sabiam eles que aquele duelo seria um dos responsáveis por reavivar a paixão do povo que talvez não lembrasse mais de ter criado o vale tudo em idos de 1930, com os desafios organizados por Carlos Gracie.</p>
<p>Ídolos como Rickson Gracie, Rodrigo Minotauro, Wanderlei Silva e outros craques brasileiros já brilhavam no Japão em duelos de MMA no Pride, mas apenas os mais fanáticos conseguiam ter acesso a tais lutas, por fitas e poucas fontes na internet. Nada se comparou à luta de Silva e Belfort no Ultimate na questão de popularizar o esporte por aqui. Talvez não tenha sido o plano inicial da organização, ao colocar os compatriotas frente a frente no octógono e dividir torcidas, mas o tempero posto pelos personagens envolvidos foi na dose certa. Anderson, campeão do peso médio da época, chegou a treinar com Vitor no Rio de Janeiro, mas a intenção do fenômeno em novamente reinar como campeão da categoria azedou o clima nos bastidores e a rivalidade entre as feras nasceu ali.</p>
<p>Pela primeira vez, uma legião de repórteres brasileiros embarcou para o UFC para cobrir uma edição in loco. Antes do evento, Belfort deu uma série de entrevistas apimentando a disputa e Anderson, por sua vez, não perdoou e chegou à pesagem com uma máscara para ficar frente-a-frente com Vitor. O &#8220;mascarado&#8221; Anderson esquentou a encarada, Vitor não recuou e estava confirmada a rivalidade para o combate.</p>
<p>A luta principal marcou uma alta nos canais por assinatura e chegou a bater  números do futebol no Ibope. Os primeiros minutos foram de muito estudo, Anderson realizou um giro para a esquerda em busca de evitar a poderosa canhota de Belfort, que esperava a hora certa do bote. O Aranha, por sua vez, queria trabalhar no contragolpe habitual e esse estudo durou alguns minutos. A primeira investida veio de Vitor, em combinação de socos, enquanto Silva caminhava desleixado para chamar o oponente. Daí em diante a luta mudou para o lado do paulista formado na Chute Boxe.</p>
<p>Anderson errou por pouco um chute na cabeça de Belfort, mas ao encontrar essa distância se colocou mais agressivo na luta. Belfort passou a tentar investir na média distância, o que facilitou a brecha fatal do Aranha: um chute frontal que furou a guarda de Belfort, ferroando-o certeiro no queixo. O fenômeno implodiu e foi ao solo totalmente fora de combate, o que levou o árbitro a encerrar a disputa ainda no primeiro assalto, aos 3 minutos e 25 segundos. Anderson mais uma vez coloca seu nome como um dos maiores pesos médios de todos os tempos e seu passe no Ultimate chega a níveis astronômicos.</p>
<p>Seis meses depois, Anderson voltou a lutar, desta vez no Brasil, após um hiato de 15 anos sem eventos do Ultimate por aqui. No UFC Rio 1 (UFC 134: Silva x Okami), realizado na lotada HSBC Arena (hoje Jeunesse Arena), na Barra da Tijuca, o Aranha nocauteou o japonês Yushin Okami, abriu as portas da organização em terras brasucas e o resto é história.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/silva-x-belfort-10-anos-da-luta-que-mudou-o-mma-no-brasil/">Silva x Belfort: 10 anos da luta que mudou o MMA no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A principal lição que Vitor Belfort aprendeu no Jiu-Jitsu, MMA, UFC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 03:02:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lutador profissional desde 1996, ano da edição número 1 de GRACIEMAG, Vitor Belfort está nas nossas páginas, portais e redes sociais desde sempre. Após 41 lutas de MMA na carreira, fora as vitórias no Jiu-Jitsu, Vitor deu boas e incontáveis entrevistas aos nossos redatores, com reflexões importantes sobre vencer, perder, superar, tentar outra vez. Em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_150422" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-150422" class="size-full wp-image-150422" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/foto-2-3.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/foto-2-3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/foto-2-3-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/foto-2-3-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/05/foto-2-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-150422" class="wp-caption-text">Belfort treina na praia antes de enfrentar Luke Rockhold no UFC Brasil, em 2013. Foto: Reprodução/Instagram</p></div>
<p>Lutador profissional desde 1996, ano da edição número 1 de GRACIEMAG, Vitor Belfort está nas nossas páginas, portais e redes sociais desde sempre.</p>
<p>Após 41 lutas de MMA na carreira, fora as vitórias no Jiu-Jitsu, Vitor deu boas e incontáveis entrevistas aos nossos redatores, com reflexões importantes sobre vencer, perder, superar, tentar outra vez.</p>
<p>Em 2017, no auge da maturidade, Vitor Belfort conversou com o GRACIEMAG.com e listou as principais lições que aprendera, aos 40 anos de idade, após mais de duas décadas enfrentando os melhores do mundo no MMA.</p>
<p>Confira as melhores reflexões de Belfort, a seguir.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual a maior lição que você aprendeu após mais de 20 anos como astro do MMA?</strong></p>
<p><em><strong>VITOR BELFORT:</strong></em> A principal lição ao meu ver é que tudo passa. É importante a gente saber escolher bem as pessoas que estão do nosso lado. Afinal, a fama é passageira. Quando você está no topo todo mundo quer estar em contato, quer participar, e eu acho que isso pode ser uma grande armadilha. O sucesso é saber separar quem são essas pessoas, saber filtrar o assédio, e não é fácil. Só quem já passou por isso sabe como é. Já o principal erro que aprendi foi muitas vezes ter adiado a solução para um problema. Problemas precisam ser solucionados na hora.</p>
<p><strong>Como sua mente trabalha durante os treinos de MMA?</strong></p>
<p>Quando eu treino, muitas vezes me sinto um faixa-branca, um iniciante no Jiu-Jitsu, um amador no boxe – eu me sinto um aprendiz sempre. O segredo é não se acomodar, você tem de estar sempre pensando para a frente, aprendendo novos aspectos para ser um bom lutador. E você tem de treinar onde se sente feliz. Acho que para o esporte evoluir as pessoas devem dividir conhecimento. Aprender umas com as outras, porque ninguém sabe tanto que não pode aprender nem sabe tão pouco que não pode ensinar.</p>
<p><strong><br />
Você se tornou um lutador de MMA muito completo, derrubando com o boxe e dominando o oponente no chão com o Jiu-Jitsu. Acha que ter treinado Jiu-Jitsu desde cedo ajudou no seu boxe de algum modo?</strong></p>
<p>Certamente. O lutador se faz com uma boa combinação das artes marciais. A junção das diferentes modalidades é o mais importante no MMA, e saber o momento exato de fazer essa junção no ringue é essencial para o atleta do UFC. É mais importante do que ter uma boa tática, pois táticas mudam na hora. Se você sabe encaixar os golpes, levantar, aplicar o chute ou o soco, a hora da queda, você vai mais longe. O MMA é um tabuleiro, e o bom artista marcial deve procurar saber casar bem as peças que tem. É como um jogo de xadrez: o mais importante é sempre a próxima jogada. Não é pensar apenas no rei ou pensar no peão, mas a jogada na hora certa. Se o cara pensar apenas em proteger o rei e não contra-atacar, leva o xeque-mate. O mais importante é sempre a próxima jogada.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-principal-licao-que-vitor-belfort-aprendeu-no-jiu-jitsu-no-mma-e-no-ufc/">A principal lição que Vitor Belfort aprendeu no Jiu-Jitsu, MMA, UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GRACIEMAG #266 &#8211; 25 lições desbravadas no UFC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 17:34:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A GRACIEMAG #266 já está disponível em sua versão digital e em breve estará nas bancas de todo o Brasil. Para conferir tudo o que a revista dedicada ao Jiu-Jitsu mais lida do Brasil tem a oferecer este mês, CLIQUE AQUI ou acesse www.graciemagshop.com.br, faça sua assinatura, receba um kimono Xtra Lite da Brazil Combat novinho&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A GRACIEMAG #266 já está disponível em sua versão digital e em breve estará nas bancas de todo o Brasil.</p>
<p><strong>Para conferir tudo o que a revista dedicada ao Jiu-Jitsu mais lida do Brasil tem a oferecer este mês, <a href="https://graciemagshop.com.br/">CLIQUE AQUI ou acesse www.graciemagshop.com.br</a>, faça sua assinatura, receba um kimono Xtra Lite da Brazil Combat novinho e economize. Oss!</strong></p>
<p>Boa leitura e bons treinos!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-215050" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-12-at-14.22.13.png" alt="" width="603" height="782" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-12-at-14.22.13.png 603w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-12-at-14.22.13-231x300.png 231w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-12-at-14.22.13-116x150.png 116w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
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		<title>O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 17:44:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição #219, GRACIEMAG relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu. Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179366" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179366" class="size-full wp-image-179366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/06/Toco-Albuquerque-e-sua-turma-da-Nova-Geracao-no-Leblon-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Toco Albuquerque e sua turma da Nova Geracao no Leblon Foto Divulgacao" width="1024" height="595" /><p id="caption-attachment-179366" class="wp-caption-text">Toco Albuquerque (de azul) à frente de sua turma da Nova Geração no Leblon, no Rio. Foto: Nova Geração/ Divulgação</p></div>
<p>Em nossa <a title="Edição 219 de GRACIEMAG, sua revista favorita de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/05/gabi-garcia-e-o-jiu-jitsu-como-arma-de-superacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição #219, GRACIEMAG</a> relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como o surgimento do fenômeno Vitor Belfort, a conhecida &#8220;lentidão&#8221; de Carlson Gracie ao graduar seus alunos, e outros causos curiosos.</p>
<p>Aos 46 anos, o professor de Jiu-Jitsu e surfista, por fim, emocionou-se ao relembrar o dia em que quase morreu nos mares do Rio. Foi salvo pelo Jiu-Jitsu e pelos amigos feitos na Nova Geração. Confira a entrevista, publicada originalmente na seção Bate-Pronto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>GRACIEMAG: Você está para completar 20 anos de faixa-preta, mas a Nova Geração tem quase 25 anos de história no Rio de Janeiro. Como foi isso?</b></p>
<p><em><strong>FRANCISCO TOCO:</strong> </em>Comecei a ensinar junto com o Rodrigo Medeiros no Leblon, pois havia uma demanda, o pessoal queria uma academia no bairro e iniciamos como faixas-roxas, ou seja, ainda como instrutores. Na época isso causou até um alvoroço. Precisou o mestre Carlson vir a público dizer que ele era o mestre responsável pelo que a gente ensinava, o que nos deu enfim a chancela para seguirmos. Mas começamos sem a menor pretensão, apenas aceitamos o espaço cedido por uma academia de musculação. Quando vimos, em poucos meses estávamos com 200 alunos. Hoje acho importante ter um faixa-preta supervisionando tudo de dentro do dojô, mas foi o que aconteceu naqueles tempos. O tatame era de palha e soltava uma cor vermelha esquisita, mas a turma pegou. Na época em que Rodrigo e eu recebemos a faixa-marrom, já havia uma primeira safra de competidores da pesada, como o Alexandre Pulga, o Tiago Asfora, o Diego Asenjo, o Buiú e tantos outros.</p>
<p><strong>O que você recorda daquele inesquecível dia em que a faixa-preta chegou?</strong></p>
<p>Era um dia como outro qualquer na academia, seguíamos dando aula no cotidiano normal da escola, quando ouvimos que adentrava a academia simplesmente as figuras de mestre Carlson Gracie, professor Pedro Gama Filho e a equipe do “Jornal dos Sports”, para registrar tudo. Eu fiquei totalmente surpreso, vendo aquela cena clássica: o Carlson retirando os sapatos bem naquele estilo dele, e caminhando tatame adentro falando com todo mundo. O curioso é que o Carlson era um nome famoso, mas muita gente não conhecia seu rosto, e ficou todo mundo espantado com aquele mestre ali, uma entidade do Jiu-Jitsu causando aquele fuzuê maravilhoso. Ele disse: “Eu nunca fiz isso, de sair da minha academia em Copacabana para dar a faixa-preta para um aluno meu, mas o trabalho aqui no Leblon é maravilhoso e a faixa-preta é mais do que merecida”. Lembro que fiquei uns instantes petrificado de emoção. E no fim acabou que hoje tenho essa honraria que me enche de orgulho, a de ter sido graduado faixa-preta pelo Carlson de forma inédita na frente dos meus próprios alunos. Por acaso, minha família também estava presente, e foi uma comoção geral, todo mundo chorando. E ele realmente devia achar que eu estava merecendo, afinal fiquei quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema.</p>
<blockquote><p>“O Carlson me deixou quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema” Francisco Toco</p></blockquote>
<p><b><i> </i></b></p>
<p><strong>Além do Carlson, o Pedro Gama Filho é outro mentor seu. Como ele entrou na sua trajetória?</strong></p>
<p>Professor Pedro era amigo do meu pai havia muitos anos, e foi uma figura que me influenciou muito. Ele era adepto do karatê, alavancou o judô no Rio como poucos e era fã de Jiu-Jitsu. Nossa relação sempre foi estreita, e os filhos dele começaram a treinar comigo, e aprenderam comigo até se formarem faixas-pretas de Jiu-Jitsu. O Pedro “Doca”, filho dele, pegou a faixa-preta um dia antes do professor morrer, em 2004. Foi uma figura notável que ajudou muita gente, muitos jovens migraram para o esporte por causa dele, e o judô brasileiro deve muito a ele. Professor Pedro era um grande entusiasta, por exemplo, de trazer japoneses para treinar com os lutadores brasileiros, e isso fez o esporte evoluir bastante.</p>
<p><strong>Você outro dia viveu um duelo sinistro com a morte, e o Jiu-Jitsu salvou você da enrascada. Como foi?</strong></p>
<p>Eu moro no Leblon desde que nasci, e vejo o surfe como o esporte que permite o maior contato com a natureza. Mas, como no Jiu-Jitsu, é preciso principalmente respeitar – respeitar o mar, já que ele não aceita desaforo. De tanta intimidade, outro dia eu entrei com certa soberba e meio distraído na água, que estava bem gelada, com um vento leste frio que batia. Saímos então nadando mar adentro. Foi em outubro de 2014, e a missão era atravessar a arrebentação e jogar as cinzas da mãe de um aluno no mar aberto. Oramos, jogamos as cinzas, tudo certo, mas na volta tive um colapso, e fui pego de surpresa. Comecei a ficar com as pernas pesadas, paralisadas, e os braços foram ficando congelados enquanto eu remava. O pessoal foi nadando, foi ficando longe, e eu já não conseguia mais chamar ninguém. Sentei na prancha mas sentia que estava apagando, e que se caísse da prancha já era, ia me afogar e meus amigos não iam ver. O ar começou a faltar, e eu só pensava em duas coisas: primeiro, em me controlar. Segundo, que eu não podia morrer ali. Movi os pés vagarosamente e agarrei a prancha com toda a força que restava. Mantive a mente calma, e tracei como única meta de vida que eu não podia de forma alguma soltar a prancha. Deus parece que me escutou e veio uma onda de um metro e me levou. Fui bater nas pernas do Rodrigo Medeiros que, como amigo de longa data, percebeu na hora que eu não estava brincando, e correu comigo para o hospital. Se a onda me arrasta, mas eu bato em qualquer outra pessoa, talvez não houvesse tempo de me salvar. Mas fui guiado exatamente na direção do meu velho amigo. Eu já estava em coma.</p>
<p><strong>Que lições de Jiu-Jitsu tirou do episódio?</strong></p>
<p>Percebi como o Jiu-Jitsu é importante para o controle emocional do indivíduo, principalmente. Em nenhum momento perdi a calma e a esperança. O Jiu-Jitsu me ajudou também a não ter traumas, e voltar ao surfe depois de pouco tempo, agora ainda mais atento e respeitador do que antes. Além de dar meu ganha-pão, o Jiu-Jitsu me deu tudo tudo que tenho&#8230; Agora é apenas mais uma dívida que tenho com a arte.</p>
<div id="attachment_60560" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60560" class="size-full wp-image-60560 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/Toco-a-frente-da-equipe-campea-do-Brasileiro-de-Equipes-2005.jpg" alt="Francisco &quot;Toco&quot; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes da CBJJ, em 2005. Foto: Divulgação." width="500" height="375" /><p id="caption-attachment-60560" class="wp-caption-text">Nosso <a title="Seja um GMI e divulgue sua academia de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> Francisco &#8220;Toco&#8221; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes, em 2005. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o maior macete para ensinar as crianças a pegar o gosto pelo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ensinar a criançada exige primeiramente muita paciência, pelo agito natural e pela fragilidade maior de sentimentos delas. Mas eu gosto muito de trabalhar com crianças porque você molda o indivíduo. O adulto quando chega é sempre mais complicado, pois traz vícios, valores antigos, deformações. O pequeno praticante está totalmente aberto para apreender os princípios que você ensina e que acredita, aqueles ensinamentos que se tornam pilares e formam o caráter delas para a vida fora da academia. Respeito, responsabilidade, atitudes boas são alguns dos principais conceitos que procuro incutir nos jovens. Em todas as minhas aulas eu repito essas palavras, lembro a eles da importância de dar atenção aos estudos, do cuidado com a alimentação. Não estamos exigindo perfeição, estamos atrás de progresso, de trabalho e de melhoras um dia após o outro, com seriedade. Ver a criança crescer e evoluir é uma de nossas maiores recompensas.</p>
<p><strong>Qual foi a sua maior alegria como professor?</strong></p>
<p>A emoção maior foi sem dúvida no bicampeonato (2004/05) da Nova Geração no Campeonato Brasileiro de Equipes, no ano de 2005, pois foi o troféu que dedicamos ao professor Pedro. Ele já estava doente, com um câncer bravo, e assim que ganhamos reunimos todos os lutadores e vários professores de outras academias para uma oração no meio do tatame. Foi ainda melhor porque começamos perdendo por 2 a 0 para a Gracie Barra, e na última luta o Pulga virou e garantiu o ouro.</p>
<p><strong>O Pulga ficou conhecido por uma chave omoplata altamente eficiente. Qual é o papel do professor quando um aluno começa a desenvolver uma arma mortal com ele fez? Como lapidar esse tipo de talento particular?</strong></p>
<p>Eu gosto muito de trabalhar o Jiu-Jitsu básico com os alunos, tanto que um dos lutadores que mais gosto de ver é o Roger Gracie. Dentro de um jogo básico, desse arroz-com-feijão, vamos pondo um tempero, um ovo estalado, dependendo do biótipo do aluno e de suas facilidades. No caso do Pulga, ele era muito franzino. Chegou a ir a um médico, pois a gente ficava um pouco receoso de ele ser tão magro como era, parecia uma formiga perto dos outros. Quando competia, ele já largava com cinco quilos a menos que os rivais, e apanhava. Apanhava demais, saía do tatame chorando, dizendo que não ia mais lutar, aquele drama. Mas o Pulga não desistiu. E foi então que ele evoluiu tecnicamente, ganhou força e ainda acabou dotado de uma capacidade de se defender monstruosa, uma resistência que ele precisou desenvolver por questão de sobrevivência. De tanto apanhar. Toda posição no Jiu-Jitsu tem sempre uma brecha mínima para o adversário escapar enquanto você a engatilha, mas a omoplata do Pulga é das poucas que, deixou armar, ele encaixa e você fica com o braço pendurado. Você sabe que ele vai tentar e ele ainda assim consegue executar.</p>
<blockquote><p>“Quando chegou o dia da graduação do Vitor Belfort a faixa-roxa, fui muito sincero com ele. Disse que ele tinha uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor era apresentá-lo ao Carlson, o chefe de todos”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Vitor Belfort começou a treinar com você, até que você mesmo o mandou se embolar com os leões do Carlson em Copacabana. Como foi o início do astro do UFC de pano, na sua lembrança?</strong></p>
<p>Ele chegou aqui na Nova Geração já como faixa-amarela, pois havia treinado um pouco com o Isaías, que vinha do Carlson também. Logo que vi o Vitor treinando pela primeira vez percebi que era um garoto acima da média, talhado para competir. Tinha uma determinação e um dom de aprender com mais facilidade, de repetir as técnicas de modo fiel. Ele desde moleque gostava muito de repetir exaustivamente a posição ensinada no dia, até aprender. Seu primeiro torneio de destaque foi na Copa Aqualung, em que ele venceu o peso e o absoluto na faixa-azul, já que na faixa-verde não havia oponentes. Ele arrebentou de cara, e já exibia muita frieza. Quando chegou o dia da graduação dele a faixa-roxa, eu fui muito sincero com ele: “Você tem uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor é levarmos você para o Carlson, o chefe de todos. Vou apresentar você ao mestre pois é lá onde estão os leões”. Com o Wallid, Murilo, Libório e tantas feras, ele pôde evoluir e se tornar o atleta fenomenal em que se transformou. E olha, sinceramente, eu nunca fui e não sou fã de MMA, fiz de tudo para o Pulga não gostar de MMA, mas todo mundo tem um desejo e cabe ao professor respeitar o caminho de cada um.</p>
<p><strong>Hoje você tem seis filiais da Nova Geração, em Ipanema, Portugal, México e Califórnia. A missão como professor está completa, ou sempre tem uma satisfação por obter?</strong></p>
<p>Nossa academia sempre foi imbuída de um lado social muito forte, e que se renova a cada novo aluno. Os projetos sociais em nossa escola nasceram de uma história curiosa. Um dia, um aluno disse que não tinha mais como pagar, que não tinha dinheiro para um novo kimono. Eu imediatamente tirei o kimono do corpo e dei para ele continuar estudando o Jiu-Jitsu. A partir daí, comecei a perceber os frutos de dar condição a uma pessoa sem recursos financeiros de treinar aqui com a gente. Minha única exigência é o garoto estar na escola e não pisar na bola com os estudos e as notas. Hoje temos aqui uma média de 50 alunos bolsistas, treinando Jiu-Jitsu, boxe ou muay thai, e vemos diariamente o filho do desembargador rolando com o filho do porteiro, integrados totalmente, e isso é uma das maravilhas do Jiu-Jitsu e do Brasil como um todo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/">O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu no UFC: o mata-leão do faixa-preta Vitor Belfort</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 17:08:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta de Carlson Gracie, Vitor Belfort, 38 anos, terá sua grande oportunidade de conquistar mais um cinturão do UFC. No dia 23 de maio, Vitor encara o campeão Chris Weidman pelo título dos médios em Nevada, Las Vegas. Em 2012, no UFC Rio, Vitor provou que sua pegada de costas é mortal, ao estrangular Anthony&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Faixa-preta de Carlson Gracie, Vitor Belfort, 38 anos, terá sua grande oportunidade de conquistar mais um cinturão do UFC.</p>
<p>No dia 23 de maio, Vitor encara o campeão Chris Weidman pelo título dos médios em Nevada, Las Vegas.</p>
<p>Em 2012, no UFC Rio, Vitor provou que sua pegada de costas é mortal, ao estrangular Anthony Johnson no mata-leão, aos 4min49s do primeiro assalto.</p>
<p>Reveja e comente: como vai terminar Vitor x Weidman? A luta vai para o chão?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vitor Belfort põe em prática seu jiu-jitsu e finaliza Anthony Johnson" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Of3buz8Wsj8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>UFC 187<br />
Nevada, Las Vegas, Estados Unidos</h3>
<h3>23 de maio de 2014</h3>
<p>Daniel Cormier x Anthony Johnson<br />
Chris Weidman x Vitor Belfort<br />
Donald Cerrone x John Makdessi<br />
Travis Browne x Andrei Arlovski<br />
Joseph Benavidez x John Moraga<br />
Card preliminar<br />
John Dodson x Zach Makovsky<br />
Josh Burkman x Dong Hyun Kim<br />
Uriah Hall x Rafael Sapo<br />
Rose Namajunas x Nina Ansaroff<br />
Mike Pyle x Colby Covington<br />
Leo Kuntz x Islam Makhachev<br />
Josh Sampo x Justin Scoggins</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-no-ufc-o-mata-leao-do-faixa-preta-vitor-belfort/">Jiu-Jitsu no UFC: o mata-leão do faixa-preta Vitor Belfort</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: faixa-preta da equipe de Vitor Belfort ensina estrangulamento pelas costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 18:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Fortfit]]></category>
		<category><![CDATA[Gilbert Durinho]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Neiva]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rodrigo Neiva, faixa-preta de Jiu-Jitsu da Fortfit, é o professor convidado de hoje em GRACIEMAG. Nesta aula, Rodrigo destrincha os macetes para você estrangular pelas costas com a sua própria lapela. Repare que Neiva só troca a pegada quando Gilbert Durinho protege o pescoço. Confira e bom treino!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Neiva, faixa-preta de Jiu-Jitsu da Fortfit, é o professor convidado de hoje em GRACIEMAG.</p>
<p>Nesta aula, Rodrigo destrincha os macetes para você estrangular pelas costas com a sua própria lapela.</p>
<p>Repare que Neiva só troca a pegada quando Gilbert Durinho protege o pescoço.</p>
<p>Confira e bom treino!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Faixa-preta da equipe de Vitor Belfort ensina estrangulamento no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jTFdhG6zEjQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-faixa-preta-da-equipe-de-vitor-belfort-ensina-estrangulamento-pelas-costas/">Jiu-Jitsu: faixa-preta da equipe de Vitor Belfort ensina estrangulamento pelas costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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