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	<title>trabalho | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:02:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235222" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235222" class="size-full wp-image-235222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg" alt="" width="1284" height="1275" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-1024x1017.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-768x763.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235222" class="wp-caption-text">Rodrigo exibe suas medalhas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus alunos e reforça que a vitória não é um objetivo, mas sim consequência de um trabalho bem feito nos tatames.</p>
<p>Com uma história incrível de superação, Rodrigo papeou com GRACIEMAG para contar sobre a empreitada de formar novos campeões, além de falar sobre seu duelo contra um câncer e como o mesmo influenciou seu método de ensino. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RODRIGO BOROSKI: Aos 14 anos, estudava em um colégio militar que era ligado à universidade Gama Filho. Por conta disso, eu tinha muitos amigos que já praticavam Jiu-Jitsu e não demorou para que o professor me convidasse para conhecer o esporte. Nessa época, eu já era faixa-roxa de judô, esporte que praticava desde os 4 anos de idade, então no meu primeiro rola consegui dar uma boa queda no meu adversário. O problema é que esse adversário era um faixa-amarela, ou seja, levei uma surra no chão (risos). Me interessei pelo Jiu-Jitsu, mas no mesmo ano descobri que estava com câncer e fiquei tratando até os 17 anos. No fim do tratamento, decidi treinar Jiu-Jitsu e me matriculei na Chute Boxe, onde tive a oportunidade de treinar com grandes nomes como Anderson Silva, Murilo Ninja e Kazushi Sakuraba.</p>
<div id="attachment_235226" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235226" class="size-full wp-image-235226" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg" alt="" width="1284" height="1271" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-300x297.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-1024x1014.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-768x760.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-150x148.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235226" class="wp-caption-text">&#8220;A vida não é sobre a espera pelo fim de tempestade, mas sim o aprendizado de como dançar na chuva&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Sempre gostei de competir, mas como o Jiu-Jitsu não era tão difundido nessa época, lutava em campeonatos regionais. Lutei muito nos campeonatos paranaenses, que era filiados a CBJJ, e visitava outros municípios para participar de outras competições. Apesar de sempre estar no pódio desses eventos, ainda tinha limitações por conta do câncer e dos medicamentos que eu precisava tomar, então eu não consegui evoluir muito como atleta. Apesar disso, o meu amor pela arte suave nunca diminuiu.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior aprendizado ao ser graduado como faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a minha faixa-preta em 2013 e em um momento difícil. Pouco antes de ser graduado, meu câncer voltou e os médicos me deram uma previsão de apenas treze meses de vida. Após um tratamento experimental com células-tronco, eu fiquei um tempo fazendo tratamentos para combater o câncer. Apesar desse problema, só faltava os treinos caso estivesse internado ou fazendo quimioterapia. Não conseguia fazer sparring por conta do mal estar proveniente dos tratamentos, mas essa situação ampliou a minha visão do que é ser um faixa-preta. A faixa não vem apenas porque você é um bom atleta, o que realmente é importante é a sua dedicação à arte marcial.</p>
<p><strong>Apesar das limitações, você não se deixou abalar e seguiu seu caminho na arte suave. Como o ensino modificou a sua percepção do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Posso dizer que tenho mais talento para ser professor do que atleta. Apesar do meu empenho, jamais pude me dedicar da forma que gostaria às competições. No entanto, não deixei de continuar treinando e aprendendo, mesmo quando o câncer voltou. Os conhecimentos que eu absorvi através desses anos me ajudaram a desenvolver uma análise crítica e focada. Sempre me voltei mais para a defesa pessoal, tendo em vista que ela exige menos do corpo, e frequentei seminários de grandes nomes do esporte, como Renzo Gracie, Fabio Gurgel e André Galvão. Além disso, tive a oportunidade de treinar por quinze dias com o grande mestre Hélio Gracie. Busquei todo esse conhecimento porque sabia que eu não teria uma carreira bem-sucedida como atleta, então estava focado em ensinar bem os meus alunos. Por conta disso, pude me tornar o primeiro professor na Irlanda com um atleta local que foi campeão mundial.</p>
<div id="attachment_235230" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235230" class="size-full wp-image-235230" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg" alt="" width="1284" height="1268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-1024x1011.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-768x758.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-150x148.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235230" class="wp-caption-text">Rodrigo junto a uma de suas alunas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Meus professores sempre me disseram que eu não tinha nada a provar pra ninguém, que era um vencedor por natureza e que deveria me divertir nas competições. Sempre passo esse mesmo ensinamento para os meus alunos, que a prioridade é estar feliz, o resultado é apenas uma consequência. Não me importo que meus alunos percam desde que eles deem o melhor deles. Medalhas vem e vão, mas o campeão de hoje pode ser esquecido amanhã. A verdadeira vitória é mostrar o seu melhor desempenho, algo que te faça feliz e que contribua para sua evolução como ser humano.</p>
<p><strong>Você mencionou a sua preferência pelos treinos de defesa pessoal na sua época de aluno. Hoje, como professor, esse gosto é algo que influencia o seu ensino?</strong></p>
<p>Eu sou um professor à moda antiga, ou seja, prezo muito pela defesa pessoal. Todos os meus alunos sabem se defender de socos, chutes e puxões de cabelo. A ideia é que se você consegue se defender na rua, uma competição não será nada assustador, tendo em vista que temos regras. Mas, acima de tudo, valorizo o trabalho de base. Não importa quanto o Jiu-Jitsu evolua ou se modernize, uma base sólida faz a diferença no currículo de um competidor.</p>
<p><strong> Apesar da importância do treino e do preparo físico, o lado psicológico do atleta pode ser um divisor de águas em um duelo. Como blindar seus alunos para as pressões de um campeonato?</strong></p>
<p>Mantenho uma disciplina muito rígida nos tatames. É uma reclamação recorrente dos meus alunos, mas eu não comemoro as vitórias ou sofro pelas derrotas. É importante que eles lembrem que o resultado da luta é uma consequência, um reflexo de um trabalho que você executou bem ou mal. Além disso, eu busco alimentar em cada um deles o instinto de coletividade, de que as vitórias e derrotas não são individuais, mas sim da equipe. Se eu tenho um aluno que é campeão, o mérito é de toda a equipe que treinou com ele e o acompanhou no campeonato. Ninguém vence sozinho ou perde sozinho.</p>
<div id="attachment_235228" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235228" class="size-full wp-image-235228" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg" alt="" width="1284" height="1264" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1024x1008.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-768x756.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235228" class="wp-caption-text">No pódio do Dublin Open 2018. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Ao meu ver, não há uma receita para o sucesso. O caminho para ser bem-sucedido, tanto dentro quanto fora do Jiu-Jitsu, é o trabalho duro e, principalmente, a disposição para nunca desistir. Independentemente da habilidade do seu oponente ou de como a luta está progredindo, você não pode se entregar. Se eu tivesse desistido na minha luta contra o câncer, hoje estaria morto. Procuro sempre firmar isso com os meus alunos, especialmente quando eles reclamam que estão cansados. Quanto mais cansado estiver, mais você vai favorecer a técnica ao invés da força e isso é o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Estabelecido como um professor de sucesso na Irlanda, quais são os planos para seu futuro no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Além de continuar guiando e ensinando meus alunos, estou ganhando peso e me preparando fisicamente para voltar a competir. Devido aos meus altos e baixos com o câncer, nunca me senti tão forte quanto estou agora e pretendo aproveitar isso. Minha meta é participar do Campeonato Europeu e do Mundial no ano que vem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-e-a-recompensa-do-trabalho-duro-no-jiu-jitsu/">Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI:  Luiz Dias e o Jiu-Jitsu como cartão de visitas pelo mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 May 2017 19:11:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inspire-se nas aventuras do professor Luiz Dias, nosso GMI em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que sem nenhum contato ou recomendação, tampouco fluência em línguas estrangeiras, conseguiu desbravar a Europa com seminários de Jiu-Jitsu. Confira o relato da fera. “No ano de 2010, minha esposa quis visitar o irmão que morava em Paris, na França.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201729" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201729" class="size-large wp-image-201729" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-201729" class="wp-caption-text">Professor Luiz Dias durante treino na sua academia em Laranjeiras. Foto: Ilan Pellenberg</p></div>
<p>Inspire-se nas aventuras do professor Luiz Dias, nosso <a href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que sem nenhum contato ou recomendação, tampouco fluência em línguas estrangeiras, conseguiu desbravar a Europa com seminários de Jiu-Jitsu. Confira o relato da fera.</p>
<p>“No ano de 2010, minha esposa quis visitar o irmão que morava em Paris, na França. Foi quando eu visualizei a oportunidade de abrir meus horizontes como professor de Jiu-Jitsu. Pensei em fazer seminários, ajudar a difundir o arte suave pelo mundo, conhecer pessoas e ainda me capitalizar. Eu já era faixa-preta e tinha começado a formar minha equipe no Rio de Janeiro, tinha muitas idéias e sonhos. E tinha também uma certeza: eu jamais conquistaria nada grandioso se não lutasse por isso.</p>
<p>Então eu comprei uma briga com a minha mulher e meu cunhado: eu iria correr as academias, não iria fazer turismo com eles. Eu não sabia falar francês e tive que me virar sozinho com o mapa do metrô parisiense na mão. Logo na primeira academia que visitei, um ginásio de boxe e muay thai, fui recebido pelo dono, que ficou meio desconfiado. Num inglês improvisado ofereci uma hora de aula de defesa pessoal e caso gostassem eu daria aula para eles num preço a combinar. Como disse que era de graça, ele balançou a cabeça e fez sinal para eu entrar.</p>
<p>Não tinha dojô, era chão de cimento. Os lutadores de boxe que estavam ali se reuniram, ele falou algo em francês, não entendi nada, mas comecei a dar a aula. Tinha um irlandês lá que, ao falar comigo, me perguntou como sairia de uma gravata. Pedi que aplicasse o golpe em mim e ele, ao grampear meu pescoço, saiu apertando. Foi quando eu me toquei que ele estava efetivamente lutando contra mim. Fiz a defesa clássica da gravata, caí por cima dele, montei, marquei uns socos e finalizei na americana. Quando olhei para cima, todos calados. Não sabia se iria ser juntado ou o que iria acontecer&#8230; O dono da academia estava surpreso, afinal eu já era mais velho que eles e não tinha o mesmo porte físico que os boxeadores, meu diferencial era o Jiu-Jitsu.</p>
<p>O dono da academia fechou na hora um pacote de aulas, o irlandês virou meu amigo, e ainda me pagou uma cerveja. Fiquei duas semanas dando aulas e assim voltei os outros anos. De lá vieram convites através dos alunos para dar aulas em Portugal, depois Espanha, Hungria&#8230; E alguns anos depois abri minha filial no Porto, em Portugal, a GAS PORTO.</p>
<p>Sim, um professor de Jiu-Jitsu pode começar ‘do zero’ e construir sua equipe, fortalecer seu escudo e, no médio prazo, ter filiais bem sucedidas no Brasil e no exterior. Creio que toda a experiência pessoal que narrei neste artigo pode ser motivacional para outros professores saírem da zona de conforto e acreditarem naquele lema que apresentei no início do texto: jamais conquistaremos nada grandioso se não lutarmos por isso.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-luiz-dias-e-o-jiu-jitsu-como-cartao-de-visitas-pelo-mundo/">GMI:  Luiz Dias e o Jiu-Jitsu como cartão de visitas pelo mundo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Thiago Tavares vence burocracia e dá sua lição número 1 para chegar ao UFC</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 17:26:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lutador do UFC, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Thiago Tavares volta a atacar em outras frentes, como promotor de eventos. O peso leve carioca radicado em Santa Catarina realiza amanhã o Insano Fight, em São José, cidade vizinha a Florianópolis. É a segunda vez que o astro do Ultimate organiza um evento de MMA, e a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55598" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-55598" class="size-full wp-image-55598" title="Thiago Tavares celebra no UFC Rio em 2011" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/03/Thiago-Tavares-celebra-no-UFC-Rio-em-2011.jpg" alt="Thiago Tavares celebra no UFC Rio em 2011" width="640" height="418" /><p id="caption-attachment-55598" class="wp-caption-text">Thiago Tavares celebra vitória no UFC Rio, em 2011. Foto: Divulgação/UFC.</p></div>
<p>Lutador do UFC, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Thiago Tavares volta a atacar em outras frentes, como promotor de eventos. O peso leve carioca radicado em Santa Catarina realiza amanhã o Insano Fight, em São José, cidade vizinha a Florianópolis.</p>
<p>É a segunda vez que o astro do Ultimate organiza um evento de MMA, e a tarefa continua árdua, como ele ensina ao GRACIEMAG.com.</p>
<p>“Lutar é bem mais fácil. È muito complicado, até uma simples autorização da prefeitura torna-se complexa e difícil de obter. Eles precisam autorizar tudo, do volume do som à estrutura, e tudo conspira contra você, mas no fim dá tudo certo&#8221;, explica.</p>
<h3>Honrar os mestres e comer tatame</h3>
<p>O torneio vai contar com um GP pela categoria até 80kg, duas disputas de cinturão pela divisão até 66kg e 93kg e mais seis lutas casadas. Segundo Tavares, o show terá transmissão ao vivo da Band local para todo o estado de Santa Catarina.</p>
<p>Após fechar o card do evento, Thiago conversou também sobre o sucesso no Jiu-Jitsu e o que fazer para ser um bom lutador do UFC.</p>
<p>&#8220;A primeira lição é a lealdade. Um homem que não é leal ao seus professores, e aos amigos, não vai chegar a lugar nenhum, isso seja qual for sua profissão. O lutador, um dentista, precisa ser leal às pessoas que estão em volta dele. É o minímo que ele pode fazer para honrá-las&#8221;, diz.</p>
<p>&#8220;Outra dica é a dedicação. Tudo o que você for fazer na vida deve ser feito da melhor maneira possível, ou não tem sentido. O lutador de Jiu-Jitsu que quiser se profissionalizar precisa treinar muito, fazer muita preparação física, comer tatame, treinar Jiu-Jitsu o dia inteiro e outras artes marciais também. E nunca esqueçer que só o Jiu-Jitsu salva&#8221;, conclui a fera.</p>
<p><strong>Insano Fight<br />
Arena Multiuso, São José, Santa Catarina<br />
2 de março de 2012</strong></p>
<p>GP até 80kg<br />
Santiago Ponzinibbio (Argentina) vs Ricardo Hulk de Oliveira<br />
Renato Pezinho vs Sebastião Junior</p>
<p>Lutas Casadas<br />
Rafael Rocha vs Fernando Giacomechi<br />
Josenildo Mazinho vs Buiu Santos<br />
Nil Rocha vs Luciano Oliveira<br />
Marcio Junior vs Morris &#8220;Hulk&#8221;<br />
Marcelo Piazza vs Julio Cascaes<br />
Rangel Pires vs Thiago Bel</p>
<p>Disputa do cinturão acima de 93kg<br />
Phellipe Mira vs James Junior</p>
<p>Final do GP até 80kg<br />
Vencedor luta 1 vs Vencedor luta 2</p>
<p>Disputa do cinturão até 66kg<br />
Nazareno Malegarie vs Jonas Lis</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/thiago-tavares-vence-burocracia-e-da-sua-licao-1-para-chegar-ao-ufc/">Thiago Tavares vence burocracia e dá sua lição número 1 para chegar ao UFC</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Buscando valorização como professor? Saiba como ensinar em Abu Dhabi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 20:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Abu Dhabi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor faixa-preta que estiver em busca de novos horizontes profissionais pode estar com sorte. Uma nova turma de instrutores está sendo formada em Abu Dhabi, a abastada capital dos Emirados Árabes Unidos, e foi aberta uma seleção para novos contratados. Serão quatro dias de entrevistas, em dois hotéis em São Paulo e no Rio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55065" style="width: 513px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-55065" class="size-full wp-image-55065" title="Aluninhos de Jiu-Jitsu em Abu Dhabi." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/02/criancas-em-abu-dhabi.jpg" alt="Aluninhos de Jiu-Jitsu em Abu Dhabi." width="503" height="355" /><p id="caption-attachment-55065" class="wp-caption-text">Jovens alunos de Jiu-Jitsu em Abu Dhabi.</p></div>
<p>O professor faixa-preta que estiver em busca de novos horizontes profissionais pode estar com sorte.</p>
<p>Uma nova turma de instrutores está sendo formada em Abu Dhabi, a abastada capital dos Emirados Árabes Unidos, e foi aberta uma seleção para novos contratados.</p>
<p>Serão quatro dias de entrevistas, em dois hotéis em São Paulo e no Rio de Janeiro, no fim de fevereiro – uma ótima chance para quem quer viver do Jiu-Jitsu, ensinar crianças e ainda ajudar o esporte a trazer benefícios ao povo de um país.</p>
<p>Os requisitos são, basicamente, falar inglês, saber mexer num computador, ser faixa-preta e ensinar Jiu-Jitsu há pelo menos três anos.</p>
<p>Saiba mais sobre as datas das entrevistas, os locais exatos e como preencher o <a title="O formulário para candidatos a professores em Abu Dhabi, nos Emirados" href="http://www.palmssports.com/recruitmentbr/" target="_blank">formulário necessário, clicando aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/buscando-valorizacao-como-professor-saiba-como-ensinar-em-abu-dhabi/">Buscando valorização como professor? Saiba como ensinar em Abu Dhabi</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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