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	<title>Tóquio 2020 | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Tóquio 2020 | Graciemag</title>
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		<title>O Jiu-Jitsu adaptado e eficaz de Jean Jacques Machado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 00:14:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empolgada com as exibições de nossos craques nas Paralimpíadas de Tóquio, com 22 ouros e 72 medalhas no total, nossa equipe decidiu rever velhas lutas do mestre pioneiro do Jiu-Jitsu adaptado. Jean Jacques Machado, nascido em 1968, é um habilidoso campeão do ADCC, tendo vencido a divisão até 77kg do ADCC 1999, além de ficar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-157216" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Jean-Jacques-Machado-1.jpg" alt="" width="500" height="375" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Jean-Jacques-Machado-1.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Jean-Jacques-Machado-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Jean-Jacques-Machado-1-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Empolgada com as exibições de nossos craques nas Paralimpíadas de Tóquio, com 22 ouros e 72 medalhas no total, nossa equipe decidiu rever velhas lutas do mestre pioneiro do Jiu-Jitsu adaptado.</p>
<p>Jean Jacques Machado, nascido em 1968, é um habilidoso campeão do ADCC, tendo vencido a divisão até 77kg do ADCC 1999, além de ficar com a prata no absoluto em 2001.</p>
<p>E o craque formado pela Gracie Barra fez tudo isso sem os dedos da mão esquerda.</p>
<p>Relembre o estilo vitorioso e adaptado – e de pressão total – do campeão <a href="https://www.instagram.com/jeanjacquesmachado/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Jean Jacques</a>, na final do ADCC 1999, contra a fera Kaoru &#8220;Caol&#8221; Uno, que em 2009 chegaria ao UFC. Oss!</p>
<p><iframe title="Caol Uno vs. Jean-Jacques Machado" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/HzrugD9R3nQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-adaptado-e-eficaz-de-jean-jacques-machado/">O Jiu-Jitsu adaptado e eficaz de Jean Jacques Machado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Após Covid, Tenório vai à guerra em Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:57:59 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_234460" style="width: 1051px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234460" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao.jpg" alt="" width="1041" height="561" class="size-full wp-image-234460" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao.jpg 1041w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao-300x162.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao-1024x552.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao-768x414.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Antonio-Tenorio-no-japao-em-2018-Foto-Divulgacao-150x81.jpg 150w" sizes="(max-width: 1041px) 100vw, 1041px" /><p id="caption-attachment-234460" class="wp-caption-text">Antônio Tenório durante treino no Japão, em 2018. Foto: Divulgação</p></div><br />
Dono de quatro medalhas de ouro paralímpicas, Antônio Tenório desembarcou há alguns dias em Tóquio em busca de mais uma façanha. </p>
<p>O judoca de 50 anos, primeiro campeão paralímpico do brasil no judô, luta no próximo dia 28 de agosto, a partir de 22h30 de sábado, após ficar internado com um quadro tenso de Covid, no mês de abril. </p>
<p>O judoca paulista, contudo, está leve. A fera de cem quilos recentemente ganhou um filme sobre seus treinamentos, que envolveram uma excursão com o time brasileiro até Hirosaki, a cidade natal de Mitsuyo Maeda, o Conde Koma. Foi lá que nossos atletas fizeram treinos valiosos com a seleção paralímpica japonesa, e até mesmo com judocas locais que enxergam. </p>
<p>Uma experiência única, que o cineasta Eduardo Hunter, amigo do judoca, registrou com rara sensibilidade. “Acho que o mais impressionante na carreira de <a href="https://www.instagram.com/tenoriojudoca/?hl=pt" rel="noopener" target="_blank">Tenório</a> é o amor que ele nutre pela luta”, reflete Hunter, produtor e diretor de “Tenório e os sonhos de judô”. “A cada pegada, a cada passo no tatame, ele mostra um poder de percepção, de compreensão do timing e do equilíbrio, inacreditáveis. Mas ele só chegou a esse nível, de seguir brigando por medalhas aos 50 anos, com uma paixão absoluta pelos treinos, por vestir o kimono e se desafiar. Tudo isso vivendo um dia de cada vez, caindo e levantando a cada queda”.</p>
<p>O novo filme da Hunter Filmes já está na <a href="https://globoplay.globo.com/tenorio-e-os-sonhos-de-judo/t/gTyNNcbKjJ/" rel="noopener" target="_blank">Globoplay</a> e em outras plataformas. O primeiro filme sobre Tenório também está lá, &#8220;B1 – Tenório em Pequim&#8221;, sobre a conquista do ouro pelo judoca nas Olimpíadas na China, em 2008.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/apos-covid-judoca-antonio-tenorio-vai-a-guerra-nos-jogos-de-toquio-2020/">Após Covid, Tenório vai à guerra em Tóquio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 lições de garra de Italo Ferreira, ouro no surfe em Tóquio-2020</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 16:07:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233884" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233884" class="wp-image-233884 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio.jpg 1170w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-300x179.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-1024x613.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-768x459.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-233884" class="wp-caption-text">Italo após sair da água em Tsurigasaki, na final dos Jogos de Tóquio-2020. Foto de Jonne Roriz/COB.</p></div>
<p>Italo Ferreira, de 27 anos, fincou sua prancha no Olimpo de vez, na madrugada desta terça-feira, 27 de julho. Nas ondas da praia de Tsurigasaki, onde ocorreram as disputas do surfe na Olimpíada de Tóquio-2020, o potiguar conquistou a primeira medalha de ouro da modalidade, estreante em Jogos Olímpicos. Atual campeão mundial, Ítalo dominou a final contra o incansável japonês Kanoa Igarashi, vencendo por 15,14 a 6,6. O bronze quase ficou com o também brasileiro Gabriel Medina, mas terminou no peito do australiano Owen Wright, que venceu Medina por 11,97 a 11,77 na disputa.</p>
<p>A seguir, listamos as melhores lições da carreira do novo campeão olímpico.</p>
<p><em><strong>1. Com cinco minutos da bateria final</strong></em>, Italo voou bonito mas, na aterrissagem, viu sua prancha explodir e partir ao meio. Agarrado a um cotoco de fibra para chegar à areia, Italo recebeu a prancha reserva de sua equipe, uma branca. O campeão não se deixou afobar pela pressa e pelo incidente: olhou a prancha, e pediu outra, a preta. Com meia hora ainda para respirar e surfar, deu tudo certo.</p>
<p><em><strong>2. Após conquistar o título mundial em dezembro de 2019</strong></em>, ano em que chegou a surfar com um tornozelo contundido, na etapa de Bali em maio, o surfista brasileiro precisou descansar. A comemoração com a família e o repouso em casa, em Baía Formosa, Rio Grande do Norte, não durou uma semana inteira. A mente já estava em Tóquio.</p>
<p><em><strong>3</strong><strong><em>. O</em> primeiro destino da pré-temporada em 2020</strong></em> foi Saquarema, no Rio de Janeiro, para onde Italo viajou duas vezes em busca de ondas maiores que na sua cidade. Os treinos depois seguiram nas Maldivas, Havaí e Portugal: “Queria ondas mais pesadas”, conta o medalha de ouro. “Fiz bons treinos e evoluí meu surfe. Eu estou sempre na atividade. Isso é bom porque mantenho meu ritmo. Quando a competição recomeça, acredito que isso me deixa um passo à frente dos adversários”.</p>
<p><em><strong>4. Italo está sempre atento a seus pontos fracos.</strong></em> Após as etapas, ele reconhece o que outros surfistas têm de qualidades que ele precisa aprimorar. No caso de Italo, o aspecto menos forte de seu jogo é seu desempenho nas ondas tubulares, que ele treinou bastante na pré-temporada.</p>
<p><em><strong>5. O potiguar não gosta de gastar tempo excessivo na análise dos adversários.</strong></em> Isso, pensa o campeão, tira o foco de seu próprio surfe. Por isso, Italo Ferreira prefere às vezes nem assistir a seus rivais na água.</p>
<p><em><strong>6. Sem provocação:</strong></em> certa vez, durante semifinal de etapa que disputou contra a lenda americana Kelly Slater, ele diz que até evitou olhar diretamente nos olhos do onze vezes campeão mundial. Sua tática nessas horas é a de se fechar no seu próprio mundo e pensar apenas no que ele precisa executar.</p>
<p><strong><em>7. “Meu mantra é não tentar ser melhor que ninguém</em></strong>, tento apenas mostrar para mim mesmo que eu consigo”, ensina o campeão olímpico no Japão.</p>
<p><em><strong>8. Filho de pescador, Italo Ferreira começou a surfar aos 8 anos</strong></em> em Baía Formosa, praia em que, nas palavras do craque, “a onda não é tão legal, ela é pequena e só dá quando tem vento.” Foi o berço perfeito para uma lenda do esporte.</p>
<p><em><strong>9. O pequeno Italo tentava surfar em tábuas</strong></em>, “pegando espuminha com um pedaço de madeira, só que não dava para ficar em pé”. Até que ele ganhou uma prancha: a tampa da caixa de isopor onde o pai, Luiz, guardava os peixes. A primeira prancha oficial ele só ganharia em 2004, depois dos 10 anos, com uns 120 reais suados dos pais. No mesmo ano, venceu seu primeiro campeonato de surfe na sua cidade.</p>
<p><em><strong>10. Em 2015, em sua primeira temporada na elite do surfe</strong></em>, a Liga Mundial de Surfe (WSL), Italo terminou como sétimo melhor do mundo e venceu o prêmio de Novato do Ano. A partir daí, não deixou o ritmo de treino cair jamais, até conquistar seu sonho dourado.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-garra-de-italo-ferreira-ouro-no-surfe-em-toquio-2020/">10 lições de garra de Italo Ferreira, ouro no surfe em Tóquio-2020</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tóquio-2020: Daniel Cargnin esbanja raça e leva bronze no judô</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2021 15:13:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233825" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233825" class="wp-image-233825 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/judo-Toquio-2020-Daniel.jpg" alt="Cargnin derruba o italiano Lombardo para garantir a vaga na semifinal dos Jogos. Foto: Gaspar Nóbrega/COB" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/judo-Toquio-2020-Daniel.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/judo-Toquio-2020-Daniel-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/judo-Toquio-2020-Daniel-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-233825" class="wp-caption-text">Daniel Cargnin derruba o italiano Lombardo para garantir a vaga na semifinal dos Jogos. Foto: Gaspar Nóbrega/COB</p></div>
<p>No segundo dia de competição do judô em Tóquio, o gaúcho Daniel Cargnin, de 23 anos, ganhou a medalha de bronze na categoria meio-leve (66kg) nos Jogos Olímpicos, após derrubar o israelense Baruch Shmailov.</p>
<p>Estreante em Olimpíadas, Daniel obteve um wazari e segurou o resultado com inteligência, na madrugada deste 25 de julho. Quando os tambores da histórica arena Nippon Budokan soaram, decretando a vitória sobre o israelense, o faixa-preta olhou para cima, emocionado.</p>
<p>&#8220;Lembro que em 2018 eu não aguentava mais treinar, estava exausto, e minha treinadora Yuko Fujii não me deixava descansar&#8221;, lembrou <a href="https://www.instagram.com/dadscargnin/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">Daniel,</a> em entrevista com a medalha no peito. &#8220;Eu chegava a chorar no vestiário, pensando: por que ela não desiste de mim? Eu mesmo já não aguentava, mas se ela insistia é porque via alguma coisa boa no meu futuro. Por isso hoje nos abraçamos e a emoção foi tão forte&#8221;.</p>
<p>Depois de pensar em desistir quando perdeu o Mundial por ter contraído o coronavírus, Daniel Cargnin esbanjou raça em Tóquio, e lutou com um olhar que parecia soltar fagulhas.</p>
<p>Nas preliminares, o elétrico faixa-preta venceu seus três adversários na chave meio-leve e só parou na semifinal diante do japonês Abe Hifume, que conseguiu o ippon a um minuto e meio do fim, para ir à final.</p>
<p>O gaúcho, que começou a lutar inspirado por João Derly, venceu na primeira luta o egípcio Mohamed Abdelmawgoud, número 14 do ranking, com um ippon no golden score.</p>
<p>Nas oitavas, encarou o medalhista mundial Denis Vieru, da Moldávia. Atento e agressivo, Daniel encaixou a técnica de projeção e marcou o wazari vencedor no tempo extra.</p>
<p>Nas quartas, o brasileiro encontrou um de seus maiores rivais, o italiano Manuel Lombardo, velho conhecido dos tempos de seleção júnior. Lombardo foi vice-campeão mundial um mês atrás, na Hungria, e chegou aos Jogos como o número um da categoria. O retrospecto dos dois, porém, era favorável a Daniel que tinha uma vitória em uma luta com o italiano, na final do Grand Slam de Brasília, em 2019.</p>
<p>Em Tóquio, novamente Cargnin levou a melhor. Não deu espaço para Lombardo lutar, acelerou a luta e projetou o adversário a dez segundos do fim para se garantir na semifinal.</p>
<p>O ouro ficou mesmo com o favorito e bicampeão mundial Abe Hifume, do Japão.</p>
<p>Sua irmã, Abe Uta, foi a campeã do meio-leve feminino (52kg). Ela, que como o irmão também tem dois títulos mundiais, foi a algoz da brasileira Larissa Pimenta nas oitavas em Tóquio, também nesta madrugada.</p>
<p>Antes disso, Larissa havia estreado bem, com uma vitória por wazari sobre Agata Perenc. Foi a primeira participação olímpica da brasileira também.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/toquio-2020-gaucho-daniel-cargnin-esbanja-raca-e-leva-bronze-no-judo/">Tóquio-2020: Daniel Cargnin esbanja raça e leva bronze no judô</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil faz história no judô com prata no Mundial de Equipes, nova prova dos Jogos Olímpicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 04:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após conquistar quatro medalhas nas disputas individuais, o Brasil garantiu seu quinto pódio neste domingo, 03, ao chegar à final do inédito Mundial Por Equipes Mistas de Judô, prova que estreará em Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020. Na decisão contra a forte seleção do Japão, o Brasil ficou com a medalha de prata e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203713" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203713" class="size-full wp-image-203713" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-203713" class="wp-caption-text">Equipe brasileira que conquistou o vice-campeonato no Mundial Por Equipes Mistas. Foto: Paulo Pinto/CBJ</p></div>
<p>Após conquistar quatro medalhas nas disputas individuais, o Brasil garantiu seu quinto pódio neste domingo, 03, ao chegar à final do inédito Mundial Por Equipes Mistas de Judô, prova que estreará em Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020. Na decisão contra a forte seleção do Japão, o Brasil ficou com a medalha de prata e encerrou sua melhor participação em mundiais fora de casa, com um ouro, duas pratas e dois bronzes ao todo, além do quarto lugar geral no individual.</p>
<p>&#8220;Começar o primeiro Campeonato Mundial pós Olimpíada com esse resultado de cinco medalhas só dá mais motivação, não só aos atletas, como à comissão técnica, à direção da CBJ, aos nossos patrocinadores&#8221;, disse Ney Wilson, gestor de Alto Rendimento da CBJ. &#8220;Isso aumenta muito a autoconfiança de toda a equipe, o que é fundamental num início de ciclo olímpico para que a gente possa construir ao longo dos próximos três anos um trabalho que nos permita fazer um resultado semelhante em Tóquio.&#8221;</p>
<p>Onze atletas foram inscritos para a única prova coletiva do Mundial: Érika Miranda (57kg), Rafaela Silva (57kg), Maria Portela (70kg), Maria Suelen Altheman (+70kg), Beatriz Souza (+70kg), Marcelo Contini (73kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), Victor Penalber (90kg), Eduardo Bettoni (90kg), Rafael Silva (+90kg) e David Moura (+90kg).</p>
<p>Nas preliminares, os seis judocas escalados para os duelos iniciais venceram 14, das 18 lutas disputadas. A equipe superou Polônia e Canadá por cinco a um para avançar à semifinal. Na sequência, o Brasil bateu a Rússia por 4 a 2 e classificou-se para a primeira decisão do Mundial por Equipes da história.</p>
<p>Na decisão, o Japão trouxe seus principais atletas, quatro deles medalhistas de ouro ou prata neste Mundial no individual, e venceu todos as seis lutas.</p>
<p>&#8220;Tem algo especial na competição por equipes mistas e gostei muito da energia. É um pouco diferente, mas é muito bom. O resultado de seis a zero não demonstra a realidade do que foi o confronto, pois foram lutas muito divididas, algumas decididas por detalhes no golden score. É um ótimo resultado para começarmos a nos preparar para os Jogos de Tóquio&#8221;, avaliou Victor Penalber após a final.</p>
<p>Para Maria Portela, a introdução da competição por equipes mistas foi bom para o Brasil pelo país ter atletas fortes tanto no masculino, quanto no feminino em diversas categorias.</p>
<p>&#8220;Estou bem satisfeita com nossos resultados, apesar de não conseguirmos marcar nenhum ponto na final. Estou muito feliz com a medalha de prata. A competição por equipes mistas deu certo para os atletas do Brasil, pois nossa seleção é formada por judocas talentosos tanto no masculino, quanto no feminino. Entrar no tatame e lutar não só por você, mas por todos que estão com você na equipe. Nós somos muito bons nisso&#8221;, concluiu.</p>
<p><strong>O caminho do Brasil até a final</strong></p>
<p>OITAVAS-DE-FINAL: BRASIL 5 X 1 POL</p>
<p>O primeiro adversário foi a Polônia em duelo válido pelas oitavas-de-final. Para este combate, a seleção foi escalada com: Rafaela Silva (57kg), Marcelo Contini (73kg), Maria Portela (70kg), Eduardo Bettoni (90kg), Maria Suelen Altheman (+70kg) e David Moura (+90kg).</p>
<p>A campeã olímpica abriu o duelo com vitória por waza-ari e Marcelo Contini (73kg) ampliou a vantagem com uma vitória por ippon. Maria Portela (70kg) imobilizou Karolina Talach por 20 segundos e marcou o terceiro ponto brasileiro. Eduardo Bettoni (90kg) jogou Piotr Kuczera por um waza-ari, marcou o quarto ponto e garantiu o Brasil nas quartas. Maria Suelen Altheman (+70kg) também imobilizou Anna Zaleczna até o ippon e aumentou o placar para 5 a 0. A Polônia conseguiu um ponto de honra no último combate com Maciej Sarnacki imobilizando David Moura por 20 segundos. Resultado final: Brasil 5 x 1 Polônia.</p>
<p>QUARTAS-DE-FINAL: BRASIL 5 X 1 CANADÁ</p>
<p>Novamente, Rafaela Silva abriu o confronto, mas caiu de waza-ari para Jessica Klimkait. Marcelo Contini levou um waza-ari de Antoine Bouchard, respondeu com outro e imobilizou o adversário no golden score para empatar a disputa. Maria Portela, também no golden score, superou Kelita Zupancic por um waza-ari, e Victor Penalber ampliou a vantagem para 3 a 1, com dois waza-aris sobre Louis Krieber Gagnon (90kg). Maria Suelen imobilizou Portuondo na quarta luta e garantiu o Brasil na semifinal com o quarto a um. Por fim, Rafael Silva jogou Kyle Reyes por waza-ari e fechou o placar.</p>
<p>SEMIFINAL: BRASIL 4 X 2 RÚSSIA</p>
<p>Rafaela Silva começou bem, com vitória por um waza-ari sobre Anastasiia Konkina. Na segunda luta, Eduardo Katsuhiro (73kg) forçou uma punição por passividade a Uali Kurzhev, no golden score, e fez o segundo ponto do Brasil. Em luta equilibrada no terceiro encontro, Maria Portela (70kg) foi paciente para finalizar Alena Prokopenko no quarto minuto do golden score, imobilizando a adversária por 20 segundos (ippon). A Rússia diminuiu, com Igor Igolnikov jogando Penalber de ippon, mas Maria Suelen Altheman, em grande forma, pontuou com um waza-ari e, na sequência, imobilizou Sokolova, anotou sua terceira vitória por ippon e garantiu o Brasil na final. Renat Saidov superou Rafael Silva na última luta, mas já era tarde. Brasil 4, Rússia 2.</p>
<p>FINAL: BRASIL 0 X 6 JAPÃO</p>
<p>O primeiro duelo foi entre duas gigantes. A campeã olímpica Rafaela Silva e a vice-campeã mundial Tsukasa Yoshida. No tempo normal, a luta terminou empatada nas punições (2-2) e, depois de mais de dois minutos de golden score, Rafaela foi imobilizada pela japonesa. No segundo combate, Marcelo Contini (73kg) encarou o campeão mundial Soichi Hashimoto, que pontuou com um waza-ari e ampliou a vantagem. O Japão abriu três a zero com Chizuru Arai que fez luta parelha com Maria Portela e venceu pela vantagem mínima de uma punição no golden score. Kenta Nagasawa (90kg) forçou três punições a Victor Penalber e marcou o quarto ponto japonês, já garantindo o ouro. Em seguida, Maria Suelen Altheman (+70kg) foi imobilizada pela vice-campeã mundial Sarah Asahina. No último combate, Rafael Silva (+90kg) sofreu o waza-ari com dois minutos e meio de golden score com Takeshi Ojitani, fechando o placar em seis a zero para os japoneses.</p>
<p><strong>Entenda como funciona a competição por equipes mistas</strong></p>
<p>Neste tipo de prova, cada confronto entre países tem seis lutas. Vence o duelo o país que tiver o maior número de vitórias individuais. O primeiro critério de desempate é o número de vitórias por ippon e o segundo é o número de vitórias por waza-ari. Se ainda assim o empate permanecer, será sorteada uma categoria de peso para fazer a luta final de desempate no formate de golden score, ou seja, o atleta que obtiver a primeira vantagem, mesmo que seja apenas uma punição, vence.</p>
<p>É a primeira vez que Federação Internacional de Judô está testando esse modelo de disputa com equipes formadas por homens e mulheres. O evento já está confirmado no programa oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, também de forma inédita.</p>
<p>Antes, as provas por equipes era separadas por gênero e não eram disputadas nas Olimpíadas. Nesse formato, o Brasil tem quatro pratas e dois bronzes, no masculino, além de um bronze e uma prata, no feminino.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/brasil-faz-historia-no-judo-com-prata-no-mundial-de-equipes-nova-prova-dos-jogos-olimpicos/">Brasil faz história no judô com prata no Mundial de Equipes, nova prova dos Jogos Olímpicos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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