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	<title>Tijuca | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Tijuca | Graciemag</title>
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		<title>Relembre o duelo Leandro Lo x Alan Finfou na final do médio do Rio Open de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:40:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O pódio do Rio Open 2013, na divisão peso médio, foi para lá de estrelado. Leandro Lo, Alan Douglas &#8220;Finfou&#8221;, Augusto &#8220;Tio Chico&#8221; e Adriano Silva foram os medalhistas, do evento da IBJJF no Rio de Janeiro. Imaginem o barulho dos torcedores no Tijuca, nesse páreo duro realizado há mais de uma década. Melhor: em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pódio do Rio Open 2013, na divisão peso médio, foi para lá de estrelado. </p>
<p>Leandro Lo, Alan Douglas &#8220;Finfou&#8221;, Augusto &#8220;Tio Chico&#8221; e Adriano Silva foram os medalhistas, do evento da IBJJF no Rio de Janeiro. Imaginem o barulho dos torcedores no Tijuca, nesse páreo duro realizado há mais de uma década.</p>
<p>Melhor: em vez de imaginar, relembre a final entre o saudoso Lo com a fera Finfou, e inspire-se para os seus próprios combates, no vídeo exclusivo registrado pela equipe GRACIEMAG. Oss!</p>
<p><iframe title="Rio Open de Jiu-Jitsu - Final peso médio faixa-preta masculino" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/zhsDSmhl33Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-jiu-jitsu-video-veja-leandro-lo-x-alan-finfou-na-final-do-medio-do-rio-open-de-jiu-jitsu/">Relembre o duelo Leandro Lo x Alan Finfou na final do médio do Rio Open de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
		<link>https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TBT: Rodolfo Vieira e João Gabriel em treino secreto sem kimono para o ADCC 2013</title>
		<link>https://www.graciemag.com/video-rodolfo-vieira-e-joao-gabriel-em-treino-secreto-sem-kimono-para-o-adcc-2013/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=video-rodolfo-vieira-e-joao-gabriel-em-treino-secreto-sem-kimono-para-o-adcc-2013</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 13:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[ADCC]]></category>
		<category><![CDATA[ADCC 2013]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu miravam as áreas de luta do Brasileiro de Equipes 2013, a atenta equipe do GRACIEMAG.com se atentou a uma movimentação diferente: Rodolfo Vieira e João Gabriel passavam por fora do ginásio do Tijuca Tênis Clube, de mansinho, em direção aos tatames da escola Soul Fighters, que existia no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151181" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151181" class="size-large wp-image-151181" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-1024x654.jpg" alt="" width="650" height="415" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-1024x654.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-300x192.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-768x490.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/09/rodolfoxjoC3A3o-treino-1-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-151181" class="wp-caption-text">Rodolfo e João Gabriel em treino de Jiu-Jitsu. Foto: Carlos Arthur/GRACIEMAG</p></div>
<p>Enquanto os olhos dos fãs de Jiu-Jitsu miravam as áreas de luta do Brasileiro de Equipes 2013, a atenta equipe do GRACIEMAG.com se atentou a uma movimentação diferente: Rodolfo Vieira e João Gabriel passavam por fora do ginásio do Tijuca Tênis Clube, de mansinho, em direção aos tatames da escola Soul Fighters, que existia no local.</p>
<p>A intenção das feras era treinar para o ADCC 2013, que ocorreria meses depois. Sem aparato ou plateia, os craques do peso pesado aqueceram e caíram para dentro, num treino técnico e cheio de movimentação. A atividade secreta foi captada pelas lentes dos trepidantes Carlos Arthur Jr e Vitor Freitas, e você confere com exclusividade no vídeo abaixo, resgatado do nosso baú de pérolas.</p>
<p>Oss!</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="O treino privado de Rodolfo Vieira e João Gabriel para o ADCC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/boIWNjj3kAc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-rodolfo-vieira-e-joao-gabriel-em-treino-secreto-sem-kimono-para-o-adcc-2013/">TBT: Rodolfo Vieira e João Gabriel em treino secreto sem kimono para o ADCC 2013</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma raspagem moderna e eficaz, com os professores Tatu e Rodrigo Lopes</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2021 11:56:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal estudar esta variação da guarda fechada, para você raspar no Jiu-Jitsu? Confira a técnica nesta aula dos irmãos Leandro Tatu Escobar e Rodrigo Lopes, da nossa GMI Double Five, na Tijuca, Rio de Janeiro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal estudar esta variação da guarda fechada, para você raspar no Jiu-Jitsu? Confira a técnica nesta aula dos irmãos Leandro Tatu Escobar e Rodrigo Lopes, da nossa GMI Double Five, na Tijuca, Rio de Janeiro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Como raspar da guarda-K, com Leandro Tatu e Rodrigo Lopes (Double Five)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/Cf65vWcEF1A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-sabe-raspar-da-guarda-k-no-jiu-jitsu/">Uma raspagem moderna e eficaz, com os professores Tatu e Rodrigo Lopes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bráulio Estima e sua inabalável persistência no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 21:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #266. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Em seus primeiros campeonatos da IBJJF, ainda nas faixas coloridas, Bráulio Estima sofreu uma série de derrotas logo na luta inicial. “Era uma frustração enorme,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233380" style="width: 521px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233380" class=" wp-image-233380" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1.jpg" alt="" width="511" height="546" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1.jpg 377w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1-281x300.jpg 281w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1-140x150.jpg 140w" sizes="auto, (max-width: 511px) 100vw, 511px" /><p id="caption-attachment-233380" class="wp-caption-text">Foto: Pedro Stabile</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #266. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Em seus primeiros campeonatos da IBJJF, ainda nas faixas coloridas, Bráulio Estima sofreu uma série de derrotas logo na luta inicial. “Era uma frustração enorme, mas acho que se eu continuasse perdendo até hoje, eu estaria treinando e tentando de novo. A determinação está acima dos resultados e das medalhas”, diz o professor da Gracie Barra Birmingham, na Inglaterra.</p>
<p>“Eu ia de Recife ao Rio para perder logo de cara. Era terrível, mas se você, mesmo derrotado, usar o mau resultado para corrigir o seu jogo, no fundo você está sendo bem sucedido. Bate a tristeza, vem a incerteza se você está treinando certo, mas o principal é voltar para o tatame com vontade de melhorar. Cada lição que tomei naqueles primeiros anos me fez um lutador campeão anos depois. Como grande mestre Carlos Gracie sempre ensinou: ‘No Jiu-Jitsu não se perde, ou você ganha ou você aprende’”, ensina Bráulio, que, já com a faixa-preta na cintura, passou a saborear muitas glórias como consequência de sua inabalável persistência.</p>
<p>Na foto acima, Estima (também conhecido pela alcunha “Carcará”) recorre à guarda fechada para vencer o impávido Delson Heleno, o Pé de Chumbo, na final da categoria meio-pesado do Mundial 2006, a última edição do evento realizada no Rio de Janeiro, no ginásio do Tijuca Tênis Clube.</p>
<p>“Sempre adotei o tema ‘devagar e sempre’, mas sempre pra frente”, analisa Bráulio, revelando mais uma ótima dica aos leitores da GRACIEMAG. “Acredito que quando o lutador aponta objetivos mais alcançáveis, ele se mantém o tempo todo motivado e combate a frustração. Há muitas metas a buscar: perder peso, aprender a não ser amassado, aprender a se defender, afiar determinado golpe, vencer um colega de treinos… Se eu fico martelando na minha cabeça objetivos como, por exemplo, ser o próximo campeão do UFC, a coisa está tão distante e traz tanta pressão que não chego nem no próximo degrau.”</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/braulio-estima-e-sua-inabalavel-persistencia-no-jiu-jitsu/">Bráulio Estima e sua inabalável persistência no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mestre Álvaro Mansor em novo endereço com a Soul Fighters matriz</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 04:16:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-coral Álvaro Mansor, mais recente integrante do time GMI, tem uma história memorável com a arte suave. Fundador da Soul Fighters e referência no mundo do Jiu-Jitsu no quesito arbitragem, mestre Álvaro está com nova academia para atender seus alunos. Após 20 anos lecionando no Tijuca Tênis Clube, a tradicional equipe da Zona Norte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229085" style="width: 806px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229085" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125.png" alt="" width="796" height="568" class="size-full wp-image-229085" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125.png 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125-300x214.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125-768x548.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201015-171125-150x107.png 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></a><p id="caption-attachment-229085" class="wp-caption-text">Mestre Álvaro Mansor lidera a equipe Soul Fighters. Foto: Reprodução</p></div>
<p>O faixa-coral Álvaro Mansor, mais recente integrante do time GMI, tem uma história memorável com a arte suave. Fundador da Soul Fighters e referência no mundo do Jiu-Jitsu no quesito arbitragem, mestre Álvaro está com nova academia para atender seus alunos.</p>
<p>Após 20 anos lecionando no Tijuca Tênis Clube, a tradicional equipe da Zona Norte migrou para a não menos conhecida Rua Conde de Bonfim, na sobreloja do número 685, bem pertinho da Rua Uruguai.</p>
<p>Batemos um papo com o mestre, falamos do ensino na Soul Fighters, dos primeiros passos da equipe, há mais de uma década, e sobre o projeto de formar professores especialistas no ensino infantil, com a <a href="https://www.instagram.com/metodologiabjj/?hl=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Metodologia BJJ</a>. Confira!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que os alunos, antigos e novos, podem esperar do novo espaço da Soul Fighters, que segue no tradicional bairro da Tijuca?</strong></p>
<p><strong>Álvaro Mansor:</strong> Os alunos, de um modo geral, devem esperar sempre um trabalho sério de nossa parte. A família Soul Fighters fica muito feliz a cada dia, com a volta de todos, e com o início daqueles que nunca colocaram um kimono.</p>
<p><strong>Como foi criada a Soul Fighters e como a história do mestre Álvaro se mistura com a da equipe?</strong></p>
<p>A Soul Fighters foi criada há 12 anos, com minha saída da academia de origem. Com está saída, dois dos meus alunos vieram comigo,  o Bruno Tank e o Augusto Tanquinho, depois vieram o Rafael Formiga e Leandro Tatu e assim se fundou a equipe, tendo a mim, o mestre, como pessoa a formar esta união.</p>
<p><strong>Seus alunos têm que estar sempre em dia com as lições sobre as regras. Como que esse entendimento pleno dos detalhes de regra da IBJJF ajuda na hora dos seus pupilos competirem?</strong></p>
<p>Ajuda e muito. Um atleta que sabe bem a regra ele entende tudo que um árbitro vai fazer ou deixar de fazer, e por sua vez joga com isso ao seu favor por várias vezes. Além disso, que não comete erros pois sabe o que não pode estar fazendo e provoca que o adversário erre</p>
<p><strong>Além das aulas regulares, você tem ensinado professores e instrutores a darem aulas a crianças e jovens com o projeto Metodologia juntamente com Bruno Alves e Cácio Zanon. Como funciona a sua parte nesse projeto?</strong></p>
<p>Fui convidado por eles para integrar o projeto como um todo. Trabalho com crianças há mais de 30 anos e amei a ideia do projeto. Abracei com todas as forças, pois os dois são pessoas excelentes de trabalhar e são da minha equipe, se parecem demais comigo. Com muita alegria temos feito este trabalho juntos e levando para o pessoal tudo que sabemos de melhor sobre como ensinar Jiu-Jitsu para crianças, para que, cada vez mais, exista um pertencimento dos alunos para com os professores munidos do método que ensinamos em nossos cursos.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mestre-alvaro-mansor-em-novo-endereco-com-a-soul-fighters-matriz/">Mestre Álvaro Mansor em novo endereço com a Soul Fighters matriz</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Leandro Tatu e sua turma kids em treino físico para o Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 07:54:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Respeitando as normas de segurança do Rio de Janeiro, nossa academia GMI Tatu BJJ, na Tijuca, está de volta com as aulas presenciais. Depois de meses passando conhecimento e treinos pela internet, o faixa-preta Leandro Tatu, juntamente com seus gabaritados monitores, mais uma vez ministra aulas na academia tradicional da Zona Norte, e a energia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228868" style="width: 806px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228868" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49.jpeg" alt="" width="796" height="528" class="size-full wp-image-228868" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49.jpeg 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49-300x199.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49-768x509.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-06-at-04.13.49-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></a><p id="caption-attachment-228868" class="wp-caption-text">Turma casca-grossa da Tatu BJJ / Double Five Tijuca.</p></div>
<p>Respeitando as normas de segurança do Rio de Janeiro, nossa academia GMI Tatu BJJ, na Tijuca, está de volta com as aulas presenciais. Depois de meses passando conhecimento e treinos pela internet, o faixa-preta Leandro Tatu, juntamente com seus gabaritados monitores, mais uma vez ministra aulas na academia tradicional da Zona Norte, e a energia da criançada está em alta.</p>
<p>No vídeo abaixo, enviado pelo professor Tatu, temos um treino físico específico para o Jiu-Jitsu com a turma Kids da Double Five Tijuca, em dois momentos de treino. As atividades sem kimono marcam a retomada das aulas tradicionais na equipe. Confira e siga forte com seus objetivos, amigos atletas e professores de Jiu-Jitsu. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Leandro Tatu e sua turma kids em treino físico para o Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/MHQtyTdDrM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leandro-tatu-e-sua-turma-kids-em-treino-fisico-para-o-jiu-jitsu/">Leandro Tatu e sua turma kids em treino físico para o Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI Jorge Britto e o trabalho no Canadá: “Devo o que sou hoje às amizades do Jiu-Jitsu”</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 15:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prestes a completar 40 anos de vida e 15 como faixa-preta de Jiu-Jitsu, o professor Jorge Britto tem testemunhado dias felizes em Toronto, onde mora. A cidade ganhou os holofotes do mundo esportivo recentemente, com o título dos Toronto Raptors no basquete, e durante o verão, com temperaturas próximas aos 30 graus, seus habitantes invadem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212824" style="width: 1124px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212824" class="size-full wp-image-212824" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto.jpg" alt="" width="1114" height="768" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto.jpg 1114w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto-300x207.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto-768x529.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto-1024x706.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/britto-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1114px) 100vw, 1114px" /></a><p id="caption-attachment-212824" class="wp-caption-text">Jorge Britto com seu armdrag da fechada na Jiu Jitsu For Life Team. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Prestes a completar 40 anos de vida e 15 como faixa-preta de Jiu-Jitsu, o professor Jorge Britto tem testemunhado dias felizes em Toronto, onde mora. A cidade ganhou os holofotes do mundo esportivo recentemente, com o título dos Toronto Raptors no basquete, e durante o verão, com temperaturas próximas aos 30 graus, seus habitantes invadem os parques para variadas práticas esportivas. No Jiu-Jitsu, claro, a empolgação não é diferente, e a academia de Britto está sempre repleta de jovens e crianças cheios de energia.</p>
<p>“O crescimento do Jiu-Jitsu no Canadá anda mesmo acelerado, especialmente aqui no leste do país”, garante o professor da associação Jiu-Jitsu for Life Team, que hoje busca espalhar pelo grande país do norte uma filosofia tão simples quanto poderosa: “Já lutei MMA e tudo, mas acredito que o grande poder do Jiu-Jitsu é o de transformar vidas – Jiu-Jitsu não é só porradaria, é filosofia de vida, e para vida a toda.”</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você escolheu o Canadá para ensinar Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p><strong>JORGE BRITTO</strong>: Eu não escolhi o Canadá, foi mesmo o Canadá que me escolheu, e me acolheu muito bem. Em 2007 eu passei um tempo com o Saulo Ribeiro nos Estados Unidos, e ali me deu uma vontade danada de ensinar Jiu-Jitsu fora do Brasil. Não obtive o visto americano, queria fazer tudo certinho então voltei para o Brasil. Um dia o professor Saulo Ribeiro recebeu do líder da academia Toronto BJJ um pedido: ele precisava de um professor para ensinar full-time na academia. A coisa era tão destinada a acontecer que eu estava dando entrada no meu passaporte português, que saiu quatro dias depois do Saulo me convidar. E a cidadania portuguesa só consegui graças a amigos do Jiu-Jitsu. Acho que tudo que sou hoje devo mesmo às amizades do Jiu-Jitsu. Sou muito grato ao Saulo e a todos da Gracie Tijuca que me ajudaram, pois vir para o Canadá foi a melhor oportunidade da minha carreira. Sou feliz aqui, é um povo semelhante ao brasileiro na questão da receptividade, no acolhimento caloroso, pois é um país rico em imigrantes.</p>
<p><strong>Como anda o panorama do esporte por aí?</strong></p>
<p>O cenário competitivo do esporte está animal, sólido e acelerado e se multiplicando. Tem um pessoal do Brasil chegando sempre para ensinar, academia do Cicero Costha, da Alliance, o Fabio Holanda em Quebec, o Bruno Fernandes da GB… Criamos recentemente um evento chamado Next Gen BJJ, com o objetivo de desbravar novas fronteiras para o esporte em pequenas cidades canadenses. De costa a costa do Canadá a receptividade está muito boa. Já há vários lutadores canadenses duríssimos que ainda não aparecem tanto mundialmente – os campeonatos são longe, custa caro. Mas em breve eles vão ganhar o reconhecimento, pouco a pouco. O título da final da NBA foi uma injeção de ânimo bacana, os canadenses estão acreditando mais em seu talento.</p>
<p><strong>Conte um pouco de seu início no esporte, na Tijuca: é verdade que o surgimento do UFC e o fechamento de um campo de futebol no seu bairro, mais ou menos na mesma época, influenciaram sua vida?</strong></p>
<p>Pois é, eu perdi meu pai muito cedo e passei a infância jogando bola no clube do América, tentando fazer parte do time de futebol. Quando o América vende o campo de Vila Isabel e se muda para Nova Iguaçu, eu fico sem meu esporte. Foi ali que acabei seguindo os amigos para o Jiu-Jitsu. Era o ano de 1993, e o UFC estava surgindo e influenciando a garotada. Comecei treinando com o professor casca-grossa Fernando Nutribaby, da Carlson. Depois ele se mudou e fui para a Gracie Tijuca com o Vini Aieta, cujo primo era meu amigo. Ali pude aprender com Vini, Saulo e com mestre Royler, que tinha uma ética de trabalho, uma dedicação para os Mundiais, que nos inspirava instantaneamente. Havia a Leticia Ribeiro, o Fabricio Morango, o Daniel Moraes, todos me ajudaram demais. Eu era um garoto que poderia ter tido más influências ali onde eu morava, mas tive a sorte de ter bons modelos para seguir uma vida saudável.</p>
<p><strong>Qual a maior lição técnica de Jiu-Jitsu que você aprendeu e passa aos alunos?</strong></p>
<p>Creio que o pensamento número um do praticante deve ser: o meu Jiu-Jitsu precisa funcionar em qualquer situação – sem tempo ou com tempo, com pontos ou sem, kimono ou não, no tatame ou numa situação de perigo, contra caras mais leves ou mais pesados, num treino sereno ou sob forte carga de emoção… Se o seu jogo ainda deixa você na mão, é preciso ligar o alerta, compreender melhor as alavancas do Jiu-Jitsu e buscar mais ferramentas para se aproximar dessa eficiência total. Para isso, concentre-se nos fundamentos do Jiu-Jitsu, passe e repasse o básico.</p>
<p><strong>Um dia você recebeu um conselho do Wellington Megaton que mudou sua carreira… Lembra como foi?</strong></p>
<p>(Sorri) Claro. Estava rolando um camp para o Mundial de Jiu-Jitsu de 1997 da IBJJF, se não me engano, e eu era um rato de academia, um juvenil empolgado para ser campeão de kimono, e depois um bom professor. O Megaton percebeu que eu era esforçado, pois eu levava de bicicleta o kimono dos professores para lavar como forma de fazer um troco, e me disse: “Se você sonha um dia em viver do Jiu-Jitsu, anote aí. Apenas ser campeão não vai ajudá-lo a pagar todas as contas. Entenda as técnicas, aprenda como dar aulas, faça um curso de inglês que você vai poder ensinar onde quiser.” Naquele Mundial eu trabalhei como mesário da IBJJF, ouvi o Carlinhos Gracie dizendo como o esporte iria crescer lá fora, e investi muito nisso. Hoje estou aqui e sou grato àquela mensagem do Megaton que abriu minha mente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-jorge-britto-e-o-trabalho-no-canada-devo-o-que-sou-hoje-as-amizades-do-jiu-jitsu/">GMI Jorge Britto e o trabalho no Canadá: “Devo o que sou hoje às amizades do Jiu-Jitsu”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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