<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Surfe | Graciemag</title>
	<atom:link href="https://www.graciemag.com/tag/surfe-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 May 2022 01:14:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/08/cropped-WhatsApp-Image-2023-08-09-at-20.29.31-32x32.jpeg</url>
	<title>Surfe | Graciemag</title>
	<link>https://www.graciemag.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Buchecha dá 5 dicas de como o surfe pode ajudar no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/marcus-buchecha-da-5-dicas-de-como-o-surfe-pode-ajudar-o-seu-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=marcus-buchecha-da-5-dicas-de-como-o-surfe-pode-ajudar-o-seu-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 15:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CheckMat]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[hobby]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Slater]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Buchecha]]></category>
		<category><![CDATA[onda]]></category>
		<category><![CDATA[seminários]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=193292</guid>

					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG: O surfe e o Jiu-Jitsu possuem um relacionamento duradouro, que começou a ganhar fama desde a década de 1970, com o legendário Rolls Gracie, o habilidoso filho de Carlos. De lá para cá, muitos surfistas passaram a praticar a arte suave, como Kelly Slater, o maior campeão da história do surfe&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/marcus-buchecha-da-5-dicas-de-como-o-surfe-pode-ajudar-o-seu-jiu-jitsu/">Buchecha dá 5 dicas de como o surfe pode ajudar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_193293" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-193293" class="size-full wp-image-193293" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/10/Marcus-Buchecha-com-astros-do-surfe-Foto-por-Greg-Menager.jpg" alt="O ídolo Marcus Buchecha com feras do surfe. Foto por Greg Menager." width="640" height="427" /><p id="caption-attachment-193293" class="wp-caption-text">O ídolo do Jiu-Jitsu Marcus Buchecha com feras do surfe. Foto por Greg Menager.</p></div>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">Do baú de GRACIEMAG:</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">O surfe e o Jiu-Jitsu possuem um relacionamento duradouro, que começou a ganhar fama desde a década de 1970, com o legendário Rolls Gracie, o habilidoso filho de Carlos. De lá para cá, muitos surfistas passaram a praticar a arte suave, como Kelly Slater, o maior campeão da história do surfe profissional, assim como muitos atletas do Jiu-Jitsu resolveram pegar onda. É o caso do tetracampeão mundial absoluto Marcus Buchecha.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">Apaixonado pelo surfe desde criança, o ídolo da Checkmat cultiva até hoje esse amor pelas ondas. Amigo de vários surfistas, como o próprio Kelly Slater, Gabriel Medina, entre outros, ele esteve recentemente em duas etapas do circuito mundial, na França e na Austrália.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p2">“Um ajuda muito o outro. Como uma válvula de escape, o surfe ajuda a desestressar a mente e a acalmar. E tem vários outros fatores em que o surfe ajuda, como o equilíbrio, o cárdio, porque você está sempre remando para passar a arrebentação, para furar uma onda… Acaba sendo um exercício intenso”, analisa Buchecha, em papo com o repórter Eduardo Ferreira – Buchecha está fazendo uma série de seminários pelo mundo (já passou por Portugal, França, Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Dubai, Suécia, Inglaterra).</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p2">Buchecha deu 5 dicas nas páginas de GRACIEMAG ao praticante de Jiu-Jitsu que, assim como ele, gosta de relaxar em cima de uma prancha. Confira abaixo:</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p2">1. O surfe ajuda a desestressar e acalmar a mente para começar bem uma semana dura de treinamento.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">2. Ajuda bastante na parte de condicionamento. No surfe você está sempre remando para furar uma onda ou passar a arrebentação.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">3. Afobar-se é afogar-se. Quando você cai de uma onda, a chamada “vaca”, e acaba preso na onda, você precisa ter calma, não pode se desesperar. Se for uma onda grande, não adianta ser faixa-preta, se não tiver calma, é pior. E isso ajuda na luta. Quando você está atrás no placar ou quando está tomando um amasso, não adianta se desesperar. Tem que ter a mesma calma para reverter aquela situação.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">4. No surfe, é preciso fazer uma leitura do mar antes de entrar. A mesma coisa existe no tatame. Você tem de fazer uma leitura do seu adversário para impor o seu jogo ou encaixar um determinado contragolpe. Tem de estar sempre um passo à frente.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">5. Tanto no surfe e quanto no Jiu-Jitsu você precisa pensar rápido. A onda vem e você precisa decidir o que fazer em questão de segundos, assim como na luta. Seu adversário vai tentar raspar, passar a guarda, finalizar e você precisar pensar rápido para não cair na armadilha.</p>
<p class="m_-8861085753231251164gmail-p1">E você, amigo leitor? O surfe ou outro hobby ajuda você a ser um lutador de Jiu-Jitsu melhor? Comente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=w4Omwnz_6Ck</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marcus-buchecha-da-5-dicas-de-como-o-surfe-pode-ajudar-o-seu-jiu-jitsu/">Buchecha dá 5 dicas de como o surfe pode ajudar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jiu-Jitsu, corpo e mente: a fórmula antiestresse de Rickson Gracie</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-corpo-e-mente-a-formula-antiestresse-de-rickson-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jiu-jitsu-corpo-e-mente-a-formula-antiestresse-de-rickson-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 10:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[antiestresse]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-JIttsu]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=208889</guid>

					<description><![CDATA[<p>Qual seria a receita do sucesso no Jiu-Jitsu? O célebre cientista Albert Einstein certa vez formulou: “Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada.” Os principais mestres do Jiu-Jitsu certamente assinariam embaixo. Rickson&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-corpo-e-mente-a-formula-antiestresse-de-rickson-gracie/">Jiu-Jitsu, corpo e mente: a fórmula antiestresse de Rickson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208212" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208212" class="size-large wp-image-208212" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237-1024x765.jpg" alt="" width="650" height="486" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237-1024x765.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237-300x224.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237-768x574.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/rickson-base-square-1-1-gallerr-e1520949908237.jpg 1800w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208212" class="wp-caption-text">Rickson Gracie em foto de Gallerr.com</p></div>
<p>Qual seria a receita do sucesso no Jiu-Jitsu? O célebre cientista Albert Einstein certa vez formulou: “Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada.”</p>
<p>Os principais mestres do Jiu-Jitsu certamente assinariam embaixo. Rickson Gracie, por exemplo, sempre exaltou o lazer – o Y na fórmula de Einstein. No caso do faixa-coral, sua grande válvula de escape entre uma luta e outra sempre foi o contato com o mar ou outro refúgio refrescante.</p>
<p>“Sou uma pessoa eternamente infantil, me divirto o tempo todo. Não permito que o estresse bata à porta. Na minha visão, o grande pólo eletromagnético do planeta está na água. Ela é meu equalizador natural. Se começo a ficar estressado, pulo na água para relaxar”, disse o Gracie certa vez, em entrevista ao &#8220;Jornal do Brasil&#8221;.</p>
<p>“Prezo a saudável irresponsabilidade de pegar meu carro e ir surfar na Prainha quando me bate a vontade”, completou o Gracie.</p>
<p>Impossível não ver a ligação entre as ondas e a arte suave. Os dois esportes exigem controle corporal e exercitam a criatividade; cada nova dropada será sempre diferente da última, assim como cada treino nos reserva surpresas diversas; e, no Jiu-Jitsu como no surfe, o objetivo no fim das contas é sempre deixar fluir – sem tomar aquele caldo.</p>
<p>E você, dá um mergulho depois dos treinos, nem que seja para dar uma gelada na musculatura? <a href="https://site.ricksongracie.com/" target="_blank" rel="noopener">Rickson aprovaria</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mLbMaQxGg6w?rel=0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-corpo-e-mente-a-formula-antiestresse-de-rickson-gracie/">Jiu-Jitsu, corpo e mente: a fórmula antiestresse de Rickson Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10 lições de garra de Italo Ferreira, ouro no surfe em Tóquio-2020</title>
		<link>https://www.graciemag.com/10-licoes-de-garra-de-italo-ferreira-ouro-no-surfe-em-toquio-2020/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-licoes-de-garra-de-italo-ferreira-ouro-no-surfe-em-toquio-2020</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 16:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Italo Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[onda]]></category>
		<category><![CDATA[perseverança]]></category>
		<category><![CDATA[prancha]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[Tóquio 2020]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=233883</guid>

					<description><![CDATA[<p>Italo Ferreira, de 27 anos, fincou sua prancha no Olimpo de vez, na madrugada desta terça-feira, 27 de julho. Nas ondas da praia de Tsurigasaki, onde ocorreram as disputas do surfe na Olimpíada de Tóquio-2020, o potiguar conquistou a primeira medalha de ouro da modalidade, estreante em Jogos Olímpicos. Atual campeão mundial, Ítalo dominou a&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-garra-de-italo-ferreira-ouro-no-surfe-em-toquio-2020/">10 lições de garra de Italo Ferreira, ouro no surfe em Tóquio-2020</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233884" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233884" class="wp-image-233884 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio.jpg 1170w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-300x179.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-1024x613.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-768x459.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/italo_ferreira_ouro_surfe_toquio-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-233884" class="wp-caption-text">Italo após sair da água em Tsurigasaki, na final dos Jogos de Tóquio-2020. Foto de Jonne Roriz/COB.</p></div>
<p>Italo Ferreira, de 27 anos, fincou sua prancha no Olimpo de vez, na madrugada desta terça-feira, 27 de julho. Nas ondas da praia de Tsurigasaki, onde ocorreram as disputas do surfe na Olimpíada de Tóquio-2020, o potiguar conquistou a primeira medalha de ouro da modalidade, estreante em Jogos Olímpicos. Atual campeão mundial, Ítalo dominou a final contra o incansável japonês Kanoa Igarashi, vencendo por 15,14 a 6,6. O bronze quase ficou com o também brasileiro Gabriel Medina, mas terminou no peito do australiano Owen Wright, que venceu Medina por 11,97 a 11,77 na disputa.</p>
<p>A seguir, listamos as melhores lições da carreira do novo campeão olímpico.</p>
<p><em><strong>1. Com cinco minutos da bateria final</strong></em>, Italo voou bonito mas, na aterrissagem, viu sua prancha explodir e partir ao meio. Agarrado a um cotoco de fibra para chegar à areia, Italo recebeu a prancha reserva de sua equipe, uma branca. O campeão não se deixou afobar pela pressa e pelo incidente: olhou a prancha, e pediu outra, a preta. Com meia hora ainda para respirar e surfar, deu tudo certo.</p>
<p><em><strong>2. Após conquistar o título mundial em dezembro de 2019</strong></em>, ano em que chegou a surfar com um tornozelo contundido, na etapa de Bali em maio, o surfista brasileiro precisou descansar. A comemoração com a família e o repouso em casa, em Baía Formosa, Rio Grande do Norte, não durou uma semana inteira. A mente já estava em Tóquio.</p>
<p><em><strong>3</strong><strong><em>. O</em> primeiro destino da pré-temporada em 2020</strong></em> foi Saquarema, no Rio de Janeiro, para onde Italo viajou duas vezes em busca de ondas maiores que na sua cidade. Os treinos depois seguiram nas Maldivas, Havaí e Portugal: “Queria ondas mais pesadas”, conta o medalha de ouro. “Fiz bons treinos e evoluí meu surfe. Eu estou sempre na atividade. Isso é bom porque mantenho meu ritmo. Quando a competição recomeça, acredito que isso me deixa um passo à frente dos adversários”.</p>
<p><em><strong>4. Italo está sempre atento a seus pontos fracos.</strong></em> Após as etapas, ele reconhece o que outros surfistas têm de qualidades que ele precisa aprimorar. No caso de Italo, o aspecto menos forte de seu jogo é seu desempenho nas ondas tubulares, que ele treinou bastante na pré-temporada.</p>
<p><em><strong>5. O potiguar não gosta de gastar tempo excessivo na análise dos adversários.</strong></em> Isso, pensa o campeão, tira o foco de seu próprio surfe. Por isso, Italo Ferreira prefere às vezes nem assistir a seus rivais na água.</p>
<p><em><strong>6. Sem provocação:</strong></em> certa vez, durante semifinal de etapa que disputou contra a lenda americana Kelly Slater, ele diz que até evitou olhar diretamente nos olhos do onze vezes campeão mundial. Sua tática nessas horas é a de se fechar no seu próprio mundo e pensar apenas no que ele precisa executar.</p>
<p><strong><em>7. “Meu mantra é não tentar ser melhor que ninguém</em></strong>, tento apenas mostrar para mim mesmo que eu consigo”, ensina o campeão olímpico no Japão.</p>
<p><em><strong>8. Filho de pescador, Italo Ferreira começou a surfar aos 8 anos</strong></em> em Baía Formosa, praia em que, nas palavras do craque, “a onda não é tão legal, ela é pequena e só dá quando tem vento.” Foi o berço perfeito para uma lenda do esporte.</p>
<p><em><strong>9. O pequeno Italo tentava surfar em tábuas</strong></em>, “pegando espuminha com um pedaço de madeira, só que não dava para ficar em pé”. Até que ele ganhou uma prancha: a tampa da caixa de isopor onde o pai, Luiz, guardava os peixes. A primeira prancha oficial ele só ganharia em 2004, depois dos 10 anos, com uns 120 reais suados dos pais. No mesmo ano, venceu seu primeiro campeonato de surfe na sua cidade.</p>
<p><em><strong>10. Em 2015, em sua primeira temporada na elite do surfe</strong></em>, a Liga Mundial de Surfe (WSL), Italo terminou como sétimo melhor do mundo e venceu o prêmio de Novato do Ano. A partir daí, não deixou o ritmo de treino cair jamais, até conquistar seu sonho dourado.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-garra-de-italo-ferreira-ouro-no-surfe-em-toquio-2020/">10 lições de garra de Italo Ferreira, ouro no surfe em Tóquio-2020</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lições do surfe que tento transmitir aos alunos de Jiu-Jitsu, por Rafael Dallinha</title>
		<link>https://www.graciemag.com/rafael-dallinha-6-licoes-do-surf-que-tento-transmitir-aos-alunos-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rafael-dallinha-6-licoes-do-surf-que-tento-transmitir-aos-alunos-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 22:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[La Jolla]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Dallinha]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[Royler Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[San Diego]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=233711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Professor Rafael Dallinha, da escola La Jolla Jiu-Jitsu, é admirado por seus amigos tanto pela habilidade no Jiu-Jitsu quanto por seu estilo clássico ao surfar. A pedido de nossa equipe, o faixa-preta de Florianópolis radicado em San Diego listou as lições mais importantes que ele aprendeu encarando as ondas, e que tenta transportar para os&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-dallinha-6-licoes-do-surf-que-tento-transmitir-aos-alunos-no-jiu-jitsu/">Lições do surfe que tento transmitir aos alunos de Jiu-Jitsu, por Rafael Dallinha</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233717" style="width: 1546px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233717" class="size-full wp-image-233717" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2.jpg" alt="" width="1536" height="1044" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-1024x696.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-768x522.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Rafael-Dallinha-em-La-Jolla2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /><p id="caption-attachment-233717" class="wp-caption-text">O professor Rafael Dallinha, em La Jolla, San Diego. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Professor Rafael Dallinha, da <a href="http://instagram.com/Lajollajiujitsu" target="_blank" rel="noopener">escola La Jolla Jiu-Jitsu</a>, é admirado por seus amigos tanto pela habilidade no Jiu-Jitsu quanto por seu estilo clássico ao surfar. A pedido de nossa equipe, o faixa-preta de Florianópolis radicado em <a href="https://lajollajiujitsu.com/" target="_blank" rel="noopener">San Diego</a> listou as lições mais importantes que ele aprendeu encarando as ondas, e que tenta transportar para os tatames e para seus alunos.</p>
<p><em><strong>1. Pontualidade</strong></em></p>
<p>“Tanto no Jiu-Jitsu como no surfe, a gente aprende desde cedo que há uma hora certa para chegar”, reflete <a href="https://www.instagram.com/radabjj/" target="_blank" rel="noopener">Dallinha</a>. “Se você atrasa no Jiu-Jitsu, perde o aquecimento, retarda sua evolução por treinar menos e ainda demonstra uma falta de comprometimento com seu professor e seus colegas. No mar, o respeito ao horário também é fundamental. Se você não se programa e atrasa, o vento entra, a maré muda, e você perde tempo, ou um dia de surfe.”</p>
<p><em><strong>2. Aula de postura</strong></em></p>
<p>Rafael lembra um ensinamento que compreendeu numa das ocasiões em que foi surfar com mestre Royler Gracie: “A grande lição que aprendi com ele foi sobre postura. Mesmo ele sendo um dos maiores lutadores da história, um casca-grossa das galáxias, ele jamais deixa de ser respeitoso e amigável com qualquer um que o aborda. Isso chama ainda mais atenção nas praias, pois no surfe a gente cansa de ver caras que não sabem o beabá da defesa pessoal e são cheios da marra, poderosos até dizer chega. E mestre Royler, que lutou a vida inteira, é humilde e pura simpatia. Mas isso só mostra como o Jiu-Jitsu é a arte de manter o respeito e a simplicidade, pois cara feia e cuspir marimbondo não terão eficiência nenhuma quando o tempo fecha.”</p>
<p><em><strong>3. Respeite o mar pequeno</strong></em></p>
<p>“Todo surfista aprende que não importa o tamanho das ondas, o mar precisa ser respeitado o tempo todo. Pode ser dia de mar grande ou mar pequeno, a atenção precisa ser a mesma. O camarada que entra desleixado e desatento, pode tomar na cabeça e se atrasar. Vale para as ondas, vale para o treino, quando você se depara com um cara pequeno, magro, graduado, novo ou velho. Se entrar cheio da soberba e vacilar, vai tomar caldo”, compara Dallinha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-233715 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1.jpg" alt="" width="1536" height="1025" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Dallinha-em-LaJolla-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p>
<p><strong><em>4. Cuidados com o equipamento</em></strong></p>
<p>“Eu me preocupo mais com minhas pranchas, por serem mais caras, do que com os kimonos”, admite o professor. “Mas em especial o novato que tem poucos kimonos, precisa estar atento ao equipamento. Ter carinho, manter naquele lugar sagrado, para saber onde encontrar, manter limpo. A higiene é a maior semelhança: após um dia no mar, é de lei aquela lavadinha ao chegar da praia, assim como o kimono logo após chegar da academia. É a melhor maneira de aumentar sua vida útil e não deixar ficar aquela aparência surrada.”</p>
<p><em><strong>5. Respiração e calma</strong></em></p>
<p>A lição mais importante para o faixa-preta é a arte de manter a mente tranquila na hora do caldo: “Dependendo do pico, tomar um caldo na cabeça pode ser aterrorizante. É preciso reagir como se estivesse tomando aquele amasso, respirando, buscando a concentração, mantendo o espírito calmo, pois se debater é o pior modo de reagir, ainda mais quando há por perto aquele fundo de coral. Surfe e Jiu-Jitsu são esportes irmãos por terem esse lado mental. Mantenha a calma até o pior passar.”</p>
<p><em><strong>6. Leitura do cenário</strong></em></p>
<p>“Gosto de me atentar à leitura da onda”, reflete o professor Dallinha. “Há sempre uma hora certa para cada manobra, o lado certo, em que onda ir e qual onda esperar. No surfe como no Jiu-Jitsu, você não vai entrar lá, nadar com pressa e pular na onda feito maluco. Você aprende a ler as ondas como lê o adversário, a postura corporal dele, os espaços que ele vai cedendo para você atacar. No mar como nos tatames, evite ir afobado demais, gastando força e energia sem nexo, e procure sentir, dosar ao máximo, aprender um pouco todos os dias. Há sempre o timing certo para investir na batida perfeita.”</p>
<p>* E você, já aprendeu alguma lição de valor útil nos tatames e no surfe? Comente com a gente.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafael-dallinha-6-licoes-do-surf-que-tento-transmitir-aos-alunos-no-jiu-jitsu/">Lições do surfe que tento transmitir aos alunos de Jiu-Jitsu, por Rafael Dallinha</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luiz Dias e Rodrigo Resende ensinam defesa pessoal do Jiu-Jitsu para surfistas</title>
		<link>https://www.graciemag.com/luiz-dias-e-rodrigo-resende-ensinam-defesa-pessoal-do-jiu-jitsu-para-surfistas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=luiz-dias-e-rodrigo-resende-ensinam-defesa-pessoal-do-jiu-jitsu-para-surfistas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 20:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[big rider]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Fiaxa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GAS Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Resende]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=226158</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Jiu-Jitsu e o surfe sempre foram próximos, e a defesa pessoal deve estar no ponto para uma situação complicada que possa aparecer nas areias, como ensina o professor Luiz Dias, líder da nossa GMI GAS Jiu-Jitsu e surfista. Para blindar os surfistas quando o diálogo não é suficiente para resolver alguma desentendimento no mar,&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/luiz-dias-e-rodrigo-resende-ensinam-defesa-pessoal-do-jiu-jitsu-para-surfistas/">Luiz Dias e Rodrigo Resende ensinam defesa pessoal do Jiu-Jitsu para surfistas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_226159" style="width: 1586px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226159" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias.jpg" alt="" width="1576" height="984" class="size-full wp-image-226159" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias.jpg 1576w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias-300x187.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias-1024x639.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias-768x480.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias-1536x959.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/luiz-dias-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1576px) 100vw, 1576px" /></a><p id="caption-attachment-226159" class="wp-caption-text">Luiz Dias e Rodrigo Resende em aula de  defesa pessoal na areia da praia. Foto: Reprodução</p></div>
<p>O Jiu-Jitsu e o surfe sempre foram próximos, e a defesa pessoal deve estar no ponto para uma situação complicada que possa aparecer nas areias, como ensina o professor Luiz Dias, líder da nossa GMI GAS Jiu-Jitsu e surfista.</p>
<p>Para blindar os surfistas quando o diálogo não é suficiente para resolver alguma desentendimento no mar, o professor Luiz pediu a ajuda do big rider e faixa-preta de Jiu-Jitsu Rodrigo Resende, para ensinar algumas técnicas de defesa pessoal.</p>
<p>Na aula, Luiz ressalta a importância da distância a ser mantida. Rodrigo, por sua vez, mostrou um ataque para levar o agressor ao solo. Para fechar, Luiz ensinou uma técnica de inversão para escapar da &#8220;gravata de porteiro&#8221;, quando a luta já está no solo.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Luiz Dias e Rodrigo Resende ensinam defesa pessoal do Jiu-Jitsu para surfistas" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/p8dePkg93XI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/luiz-dias-e-rodrigo-resende-ensinam-defesa-pessoal-do-jiu-jitsu-para-surfistas/">Luiz Dias e Rodrigo Resende ensinam defesa pessoal do Jiu-Jitsu para surfistas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10 lições de puro Jiu-Jitsu que aprendemos com os campeões de surfe</title>
		<link>https://www.graciemag.com/10-licoes-de-puro-jiu-jitsu-que-aprendemos-com-os-campeoes-de-surfe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-licoes-de-puro-jiu-jitsu-que-aprendemos-com-os-campeoes-de-surfe</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 06:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[big rider]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Slater]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[lições]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Surf]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=225649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprenda dez dicas dos monstros do surfe para você treinar com mais sabedoria e ir mais longe, em artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #244. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital, clicando aqui! 1. Kelly Slater foi o mais&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-puro-jiu-jitsu-que-aprendemos-com-os-campeoes-de-surfe/">10 lições de puro Jiu-Jitsu que aprendemos com os campeões de surfe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_150880" style="width: 734px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/Kelly-Slater-e-Marcus-Buchecha-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-150880" class="size-full wp-image-150880" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/Kelly-Slater-e-Marcus-Buchecha-1.jpg" alt="Kelly Slater e Marcus Buchecha" width="724" height="694" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/Kelly-Slater-e-Marcus-Buchecha-1.jpg 724w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/Kelly-Slater-e-Marcus-Buchecha-1-300x288.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/Kelly-Slater-e-Marcus-Buchecha-1-150x144.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></a><p id="caption-attachment-150880" class="wp-caption-text">Marcus Buchecha e Kelly Slater na sede da RVCA. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Aprenda dez dicas dos monstros do surfe para você treinar com mais sabedoria e ir mais longe, em artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #244. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital, <strong><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a></strong>!</p>
<p><strong>1.</strong> Kelly Slater foi o mais jovem e o mais velho surfista a ser campeão mundial. O americano, que costuma dizer que não vai parar de competir até os 50 anos, tornou-se um mito por estar sempre reinventando seu estilo nos mares, e especialmente por estar sempre se divertindo.</p>
<p><strong>2.</strong> O havaiano Andy Irons (1978–2010) ensinou: “Para mim, falha é não viver de acordo com o meu potencial.”</p>
<p><strong>3.</strong> Perdeu? Não se torture mentalmente, mas reflita. Adriano Mineirinho procura transformar revés em estímulos. Em 2010, ao cometer uma falha e ser derrotado por Kelly Slater em Porto Rico, o paulista percorreu a pé, sob o sol, com uma mochila pesada às costas e três pranchas debaixo do braço, os dez quilômetros que separavam a praia da casa em que se hospedava. “Tenho de pagar por meus erros. Fui a pé para nunca esquecer de que para ser campeão do mundo teria de me esforçar sempre mais”, justificou ele, na biografia “Como se tornar um campeão”, de Márcia Vieira.</p>
<p><strong>4.</strong> Mito do longboard e faixa-preta, Joel Tudor ensina que lutar é jamais ter de baixar a cabeça para ninguém. “Quem viaja o mundo atrás das melhores ondas vai sempre encontrar resistência. Todas as boas ondas do planeta são defendidas por locais que não querem você ali. Mas ninguém gosta de ser vetado de surfar em lugar nenhum, e o Jiu-Jitsu nessas horas é nossa sobrevivência. Se o seu nome não é Flipper, a praia não é sua e não vou obedecê-lo”, diz o americano.</p>
<p><strong>5.</strong> Surfar, como o Jiu-Jitsu, é mais do que um esporte. Como ensinou a lenda Tom Curren, “surfar é um tipo especial de loucura, um sentimento pela natureza, uma combinação de amor, conhecimento, respeito e medo – é uma percepção instintiva adquirida através dos repetidos contatos”.</p>
<p><strong>6.</strong> Não deixe que um trauma obstrua o seu caminho até a felicidade. Mick Fanning teve um famoso encontro com um tubarão em Jeffrey Bay, em 2015. Um ano depois, com o apoio maciço da torcida, o australiano voltou ao local da má lembrança, e com frieza e competência, venceu a etapa sul-africana.</p>
<p><strong>7.</strong> Perceba como você lida com o amasso, com um dia ruim na academia. “É preciso muitas vezes ficar na lama para descobrir quem você é de verdade”, ensinou Andy Irons.</p>
<p><strong>8.</strong> Vença os oponentes, mas vença principalmente seus próprios limites. A big rider Maya Gabeira tornou-se respeitada em todo o planeta por encarar ondas gigante, como em Mavericks e no mar do Alasca.</p>
<p><strong>9.</strong> Kelly Slater é um entusiasta da dieta adotada por Carlos Gracie, ciente de que não se pode separar qualidade de vida e boa alimentação. Estude e coma com sabedoria.</p>
<p><strong>10.</strong> A frase favorita de Gabriel Medina é: “Parece ser impossível até que seja feito”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-de-puro-jiu-jitsu-que-aprendemos-com-os-campeoes-de-surfe/">10 lições de puro Jiu-Jitsu que aprendemos com os campeões de surfe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>6 dicas de Rickson Gracie para você turbinar seu Jiu-Jitsu, hoje e sempre</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-dicas-de-rickson-gracie-para-voce-turbinar-seus-treinos-de-jiu-jitsu-hoje/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jiu-jitsu-dicas-de-rickson-gracie-para-voce-turbinar-seus-treinos-de-jiu-jitsu-hoje</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 12:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[contusão]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-coral]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[macete]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=126314</guid>

					<description><![CDATA[<p>1. Contusão não é desculpa para ficar no sofá vendo TV e não se exercitar. Poupe a região lesionada e exercite o resto do corpo. 2. Treinamento físico que cai na rotina pode ser chato para o lutador e menos exigente para a musculatura. Varie suas atividades, busque cenários ao ar livre e seja criativo.&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-dicas-de-rickson-gracie-para-voce-turbinar-seus-treinos-de-jiu-jitsu-hoje/">6 dicas de Rickson Gracie para você turbinar seu Jiu-Jitsu, hoje e sempre</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-217494 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><br />
<strong>1. Contusão não é desculpa</strong> para ficar no sofá vendo TV e não se exercitar. Poupe a região lesionada e exercite o resto do corpo.</p>
<p>2. Treinamento físico que cai na rotina pode ser chato para o lutador e menos exigente para a musculatura. Varie suas atividades, busque cenários ao ar livre e seja criativo. Natação, surfe, pedalada, escalada, ioga, corrida, tudo vale.</p>
<p><strong>3. Pratique exercícios diariamente.</strong> Um dia sem exercícios é um dia irrecuperável.</p>
<p>4. Não está com a cabeça boa? O corpo pediu descanso? Lembre-se que a água é ótima fonte natural de energia. Procure o mar, piscina ou ducha fresca mais perto para refrescar as ideias e as articulações.</p>
<p><strong>5. Durante o treino, não pense apenas nas posições do corpo.</strong> Fique atento principalmente ao ritmo da sua respiração, algo que pode ser crucial para a vitória – ou para a derrota.</p>
<p>6. Se você anda se sentindo um pouco estagnado no Jiu-Jitsu, procure investir seu tempo de treinamento conforme a seguinte fórmula: 50% com Jiu-Jitsu, na academia; 30% com treinos para ganhar gás, como corridas, tiros na praia e nado; e 20% de treinos de força, como musculação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>* As lições acima, inspiradas por Rickson, foram publicadas anteriormente nas páginas de GRACIEMAG. Se você curtiu e quer saber mais, assine <a title="Assine sua revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG" href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sua revista de Jiu-Jitsu favorita hoje mesmo. Clique aqui.</a></em></strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-dicas-de-rickson-gracie-para-voce-turbinar-seus-treinos-de-jiu-jitsu-hoje/">6 dicas de Rickson Gracie para você turbinar seu Jiu-Jitsu, hoje e sempre</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conexão Portugal: quando o Jiu-Jitsu e o surfe se completam e viram até maratona</title>
		<link>https://www.graciemag.com/conexao-portugal-quando-o-jiu-jitsu-e-o-surfe-se-completam-e-viram-ate-maratona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conexao-portugal-quando-o-jiu-jitsu-e-o-surfe-se-completam-e-viram-ate-maratona</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 14:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[GRACIEMAG Indica]]></category>
		<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Slater]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Rolls Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=221662</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Carlos Eduardo &#8220;Cobrinha&#8221; * Uma foto recente entre dois dos maiores atletas do mundo em suas modalidades chamou atenção dos leitores de GRACIEMAG no Instagram. O surfista e bicampeão mundial Gabriel Medina, humildemente com sua faixa-branca, ao lado do supercampeão mundial no pano Marcus Buchecha nos lembrou da sinergia Jiu-Jitsu &#8211; surfe, que não&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/conexao-portugal-quando-o-jiu-jitsu-e-o-surfe-se-completam-e-viram-ate-maratona/">Conexão Portugal: quando o Jiu-Jitsu e o surfe se completam e viram até maratona</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Carlos Eduardo &#8220;Cobrinha&#8221; * </strong></p>
<div id="attachment_221663" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221663" class="size-full wp-image-221663" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha.jpg" alt="" width="1280" height="1270" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha-300x298.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha-1024x1016.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Gabriel-Medina-com-Buchecha-768x762.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-221663" class="wp-caption-text">Os surfistas e lutadores Gabriel Medina e Marcus Buchecha. Foto: Divulgação/GRACIEMAG</p></div>
<p>Uma foto recente entre dois dos maiores atletas do mundo em suas modalidades chamou atenção dos leitores de <a href="http://www.instagram.com/graciemagoficial" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GRACIEMAG no Instagram</a>. O surfista e bicampeão mundial Gabriel Medina, humildemente com sua faixa-branca, ao lado do supercampeão mundial no pano Marcus Buchecha nos lembrou da sinergia Jiu-Jitsu &#8211; surfe, que não é rara de acontecer em todos os cantos do planeta – em especial, claro, nas cidades e comunidades litorâneas.</p>
<p>Esse vínculo nasceu ali pelos anos 1970, reforçado pelo papel de Rolls Gracie, entusiasta das duas modalidades e um dos líderes da família na época. Após uma confusão com a turma do Arpoador, no Rio de Janeiro, num dia de ondas, Rolls acabou por convidar vários dos surfistas envolvidos para irem conhecer o Jiu-Jitsu, iniciando a integração das duas comunidades. Outro célebre representante da conexão do oceano com os tatames foi o saudoso Renan Pitanguy, um dos mais respeitados na temida onda de Pipeline, no Havaí. Renan, casca-grossa e destemido, chegou a lutar no Maracanãzinho, num ringue de vale-tudo, apenas para defender a arte suave.</p>
<p>Daí por diante, a integração só fez aumentar. Relson Gracie foi morar no Havaí, onde estabeleceu academia e virou referência. Um dos melhores longboarders da história, Joel Tudor, apaixonou-se pelo BJJ e hoje é um faixa-preta dos mais cascas-grossas. Kelly Slater, o maior de todos os tempos, treina sempre que pode e hoje é faixa-roxa. Ele volta e meia aconselha: “Ponha seus filhos no Jiu-Jitsu antes de qualquer outro esporte&#8221;.</p>
<p>Há, ainda uma capa antológica de GRACIEMAG, com Rickson Gracie sentado em sua prancha, com alegria de menino, sem falar de Murilo Bustamante, lenda e campeão do UFC que todos os anos renova sua coragem contra as morras de Sunset Beach, no Havaí.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-221669" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson.jpg" alt="" width="978" height="1280" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson.jpg 978w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson-229x300.jpg 229w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson-782x1024.jpg 782w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson-768x1005.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Capa-Rickson-115x150.jpg 115w" sizes="auto, (max-width: 978px) 100vw, 978px" /></p>
<p>Daria para escrever várias revistas e mesmo um livro se fôssemos lembrar de todos os grandes surfistas que praticam Jiu-Jitsu, ou dos grandes lutadores que também complementam sua rotina com o surfe, casos do atual rei absoluto Marcus Buchecha. E, claro, isso se estende a muitos anônimos por todos os litorais deste planeta.</p>
<p>Aqui em Portugal não é diferente, e uma história sobre essa comunhão &#8211; retratada em vídeo a seguir – chama a atenção de forma positiva. O veterano Alessandro Rodrigues, faixa-preta da Art Suave em Porto, e seu filho Antonio, hoje faixa-roxa, formam uma das duplas mais cascudas a representar o “Surf-Jitsu” em terras lusitanas – com direito a resgates nas ondas gigantes de Nazaré e competições de surfe e arte suave.</p>
<p>Há alguns anos, o pai conduziu o filho numa verdadeira maratona, das praias para as áreas de luta: Antonio competiu no surfe pela manhã, foi correndo para o ginásio com sua roupa de borracha, venceu suas lutas e ainda voltou apressado para a praia, ainda de kimono. Chegou atrasado na bateria final, mas nada que evitasse voltar para casa com dois ouros – nas duas competições!</p>
<p>https://vimeo.com/69261904</p>
<p>&#8220;As filosofias das duas modalidades têm muito em comum&#8221;, defende o pai, o faixa-preta Alessandro. &#8220;O autoconhecimento, a forma de enfrentar os próprios medos e inseguranças evoluem com a prática. Tanto o surfista quanto o praticante de Jiu-Jitsu procuram na essência um estilo de vida saudável, boa alimentação e estar em forma para qualquer desafio. Estimular a força de superação é necessário em ambos, assim como o equilíbrio – para ficar em pé na prancha, evitar as raspagens ou manter a cabeça equilibrada para encarar o mundo. E há, claro, outro ponto em comum: a satisfação e diversão em praticá-las, que é sempre garantida&#8221;.</p>
<p>Para Antonio Rodrigues, que segue treinando Jiu-Jitsu e surfando a sério, &#8220;a comunidade que pratica Jiu-Jitsu e surfa tem aumentado aqui em Portugal. Como dizem, se só o Jiu-Jitsu salva, também não há nada que um dia de surfe não cure!&#8221;, brinca ele, que busca se consolidar entre os surfistas da nova geração do Porto.</p>
<p>Seguiremos, em breve, com mais novidades aqui de Portugal, especial para o GRACIEMAG. Oss e Aloha!</p>
<div class="mceTemp"></div>
<div id="attachment_221667" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221667" class="size-full wp-image-221667" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto.jpg" alt="" width="1280" height="1078" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto.jpg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto-300x253.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto-1024x862.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto-768x647.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Atonio-e-Alessandro-Rodrigues-surfistas-e-faixas-pretas-no-Porto-150x126.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-221667" class="wp-caption-text">Conexão pai e filho: os cascas Antonio e Alessandro Rodrigues, surfistas e faixas-pretas no Porto. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong><em>*** <a href="https://www.instagram.com/carloscobrinha/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carlos Eduardo &#8220;Cobrinha&#8221; Ozório</a> é professor de Jiu-Jitsu e jornalista e mora hoje em Portugal.</em></strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/conexao-portugal-quando-o-jiu-jitsu-e-o-surfe-se-completam-e-viram-ate-maratona/">Conexão Portugal: quando o Jiu-Jitsu e o surfe se completam e viram até maratona</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GMI: Rafael Dallinha aprendeu com o Jiu-Jitsu o melhor modo de lidar com valentões do surfe</title>
		<link>https://www.graciemag.com/gmi-rafael-dallinha-aprendeu-com-o-jiu-jitsu-o-melhor-modo-de-lidar-com-valentoes-do-surfe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gmi-rafael-dallinha-aprendeu-com-o-jiu-jitsu-o-melhor-modo-de-lidar-com-valentoes-do-surfe</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 09:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Graciemag Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[La Jolla]]></category>
		<category><![CDATA[Rada Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Dallinha]]></category>
		<category><![CDATA[San Diego]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=216445</guid>

					<description><![CDATA[<p>O professor Rafael Dallinha está para completar 15 anos de Estados Unidos, e depois de muita ralação, abriu sua própria escola de Jiu-Jitsu, a belíssima Rada Jiu-Jitsu em La Jolla, bairro nobre de San Diego – mais uma história de sucesso na arte suave. Na entrevista a seguir, nosso GMI conta sobre os percalços do&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-rafael-dallinha-aprendeu-com-o-jiu-jitsu-o-melhor-modo-de-lidar-com-valentoes-do-surfe/">GMI: Rafael Dallinha aprendeu com o Jiu-Jitsu o melhor modo de lidar com valentões do surfe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216449" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216449" class="size-full wp-image-216449" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg" alt="" width="1080" height="786" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-768x559.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-1024x745.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-216449" class="wp-caption-text">Rafael Dallinha com seu alunos na Rada Jiu-Jitsu La Jolla. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>O professor <a href="https://www.instagram.com/radabjj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rafael Dallinha</a> está para completar 15 anos de Estados Unidos, e depois de muita ralação, abriu sua própria escola de Jiu-Jitsu, a belíssima <a href="https://www.lajollajiujitsu.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rada Jiu-Jitsu em La Jolla</a>, bairro nobre de San Diego – mais uma história de sucesso na arte suave. Na entrevista a seguir, nosso GMI conta sobre os percalços do início e do que aprendeu ao lidar com os valentões do surfe, outra de suas paixões. “A academia está crescendo muito, com uma turma bem legal de crianças”, conta Dallinha. “Há três meses abrimos a segunda academia, a Rada Oceanside. O trabalho segue”.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você descobriu que o Jiu-Jitsu seria sua profissão?</strong></p>
<p><strong>RAFAEL DALLINHA:</strong> Eu vim para os Estados Unidos em 2004 para lutar o Pan da IBJJF, eu treinava com o Murilo Rupp no Brasil, e ele fez a conexão para eu treinar aqui na Califórnia com o Rodrigo Medeiros da Carlson Gracie. Disputei bem o campeonato, fiz umas lutas importantes contra uma galera bem dura, medalhei, conquistei patrocínios, e resolvi ficar. Eu ainda era faixa-azul, mas ali percebi que eu queria ganhar minha faixa-preta e ter minha academia. Eu estudava e trabalhava num banco no Brasil, mas vi que era aquilo que desejava para minha vida. Não foi fácil, entreguei pizza, limpei banheiros, ralei, mas deu tudo certo e hoje vivo da arte suave.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de se tornar professor nos EUA?</strong></p>
<p>A língua. Eu cheguei aos EUA em 2004 e não falava nada de inglês. Quando ganhei a faixa-roxa, o Rodrigo Medeiros me pôs para ajudar nas aulas para crianças, e ali fui aprendendo a me comunicar com os nas pequenos. Outro desafio grande é aprender a cultura americana. Com o tempo a gente entende que nem todo americano curte um tapa nas costas, um apelido, aquela informalidade por vezes excessiva do brasileiro.</p>
<p><strong>E o surfe, como nasceu essa paixão?</strong></p>
<p>Cresci em Santa Catarina e sempre quis ser surfista profissional. Eu morava num dos melhores picos de onda do mundo, na minha opinião, e desde os 8 anos estava numa prancha. Mas apesar do prazer que a atividade me dava, e do fato de eu surfar direitinho, jamais vencia nenhum campeonato. Comecei a treinar Jiu-Jitsu e vi que na luta eu era mais habilidoso, e conseguia mais medalhas do que no mar (risos). Anos depois, na Califa, treinei com várias lendas do esporte, como o longboarder Joel Tudor, o Colin Smith…</p>
<p><strong>Como surfista você vivenciou alguma briga ou treta por conta de localismo? O que aprendeu?</strong></p>
<p>Apenas em duas ocasiões eu precisei usar o Jiu-Jitsu para me defender ao pegar onda. Aprendi que o surfe, seja nos EUA ou em qualquer canto do planeta, tem muitos machões na água, aquela espécie de pessoa que acha que vai intimidar você e pronto, mas que 90% deles não têm a menor ideia do que é brigar, clinchar e derrubar um oponente. Fazem de bravatas, para espantar os forasteiros, mas nunca brigaram mano a mano na vida. Aprendi então a melhor maneira de lidar com esses folgados: manter a humildade e a frieza, e simplesmente dar as costas e remar para longe deles. E é uma atitude que eu não adotava tanto antes de conhecer o Jiu-Jitsu – o primeiro instinto é responder o insulto, chamar para fazer na mão. E em 99% das vezes não é preciso. Machucar o cara, perder um dia de surfe, qual o sentido? Chega até a ser desumano bater num surfista leigo, seja ele grandão ou não.</p>
<p><strong>O que aprendeu ao dar aulas para a polícia nos EUA?</strong></p>
<p>Em 2007 eu me mudei para o Arizona, recebi um convite para dar aula para a polícia da fronteira. Aprendi muito, sobre mentalidade, controle psicológico, força mental. Tenho vários policiais e marinheiros de elite hoje na academia, e esses caras são muito casca-grossas – com o conhecimento técnico e a mente deles, ficam imbatíveis numa situação de briga. Eles têm uma resistência, um coração, uma disciplina, atributos invejáveis realmente. Estou até criando um curso especial para polícias e forças táticas para 2020. Ensino mas aprendo muito com eles.</p>
<p><strong>=RADA= Jiu Jitsu Academy</strong><br />
908 Pearl Street, La Jolla<br />
California, 92037<br />
(619) 252-5678<br />
rafael@lajollajiujitsu.com<br />
<a href="http://www.lajollajiujitsu.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.lajollajiujitsu.com</a><br />
Instagram: <a href="http://instagram.com/radabjj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@radabjj</a> e <a href="http://instagram.com/lajollajiujitsu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@lajollajiujitsu</a></p>
<p><strong>=RADA= Oceanside/760 Jiu Jitsu</strong><br />
3320 Mission Avenue, suite F, Oceanside, California</p>
<div id="attachment_216458" style="width: 1210px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216458" class="size-full wp-image-216458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla.jpg" alt="" width="1200" height="1600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-216458" class="wp-caption-text">Nossa GMI em La Jolla, San Diego.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-rafael-dallinha-aprendeu-com-o-jiu-jitsu-o-melhor-modo-de-lidar-com-valentoes-do-surfe/">GMI: Rafael Dallinha aprendeu com o Jiu-Jitsu o melhor modo de lidar com valentões do surfe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A arte de se alimentar melhor e evitar regimes no Jiu-Jitsu, com o GMI Luiz Dias</title>
		<link>https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-alimentar-melhor-e-evitar-regimes-e-sofrimentos-no-jiu-jitsu-com-o-gmi-luiz-dias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-arte-de-se-alimentar-melhor-e-evitar-regimes-e-sofrimentos-no-jiu-jitsu-com-o-gmi-luiz-dias</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 17:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cafeína]]></category>
		<category><![CDATA[dieta Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[GAS Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Graciemag Indica]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Dias]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[regime]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/?p=214235</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem aplaude ou, pior, sofre nas mãos de um lutador campeão, muitas vezes se esquece do que está por trás dos resultados. É um tripé cada vez mais comentado: 1) O treino diário 2) A alimentação balanceada 3) A hidratação constante. O item 2, no entanto, é muitas vezes sonegado pelo praticante de Jiu-Jitsu comum.&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-alimentar-melhor-e-evitar-regimes-e-sofrimentos-no-jiu-jitsu-com-o-gmi-luiz-dias/">A arte de se alimentar melhor e evitar regimes no Jiu-Jitsu, com o GMI Luiz Dias</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214236" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214236" class="size-full wp-image-214236" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/Luiz-Dias.jpeg" alt="Professor Luiz Dias explica seus macetes para estar sempre bem alimentado e leve para os treinos. Foto: Divulgação" width="960" height="1280" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/Luiz-Dias.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/Luiz-Dias-225x300.jpeg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/Luiz-Dias-768x1024.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/03/Luiz-Dias-113x150.jpeg 113w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-214236" class="wp-caption-text">Professor Luiz Dias explica seus macetes para estar sempre bem alimentado e leve para os treinos. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Quem aplaude ou, pior, sofre nas mãos de um lutador campeão, muitas vezes se esquece do que está por trás dos resultados. É um tripé cada vez mais comentado:</p>
<p>1) O treino diário<br />
2) A alimentação balanceada<br />
3) A hidratação constante.</p>
<p>O item 2, no entanto, é muitas vezes sonegado pelo praticante de Jiu-Jitsu comum. Afinal, o cardápio de um lutador de bom nível exige moderação e empenho na preparação antes, durante e depois dos exercícios. Vale a pena: é a alimentação bem dosada que vai equilibrar as necessidades energéticas, melhorando o rendimento na atividade física.</p>
<p>&#8220;Cada modalidade esportiva possui particularidades que devem ser levadas em conta durante a elaboração de uma rotina alimentar específica&#8221;, adianta a nutricionista Carla Maione, &#8220;mas há questões básicas que devem ser consideradas por todos os esportistas. Antes do treino, é importante que o atleta esteja bem hidratado, nunca treinar em jejum, e evitar o consumo de alimentos com cafeína”.</p>
<p>Nosso GMI Luiz Dias, professor de Jiu-Jitsu em Laranjeiras e surfista assíduo, vê a rotina de alimentação saudável como uma forte aliada contra o envelhecimento também. “Cresci pegando onda, depois veio o Jiu-Jitsu, a pescaria, então a preocupação com a alimentação veio naturalmente, inconscientemente”. Luiz investe, principalmente, na ingestão de legumes, verduras e carnes magras. Para completar a refeição, guaraná em pó e pimenta. “Como normalmente, mas sem excessos. Acordo cedo, tomo um café da manhã leve, almoço cedo também, faço um lanche, e à noite um segundo lanche mais reforçado”.</p>
<p>Para evitar a ingestão das chamadas “besteiras” – aquela hora em que os mortais comuns apelam para a coxinha ou o refresco cheio de açúcar –, Luiz tem seus truques. “Sempre ando com um pacote de alimentos naturais na mochila. Atualmente tenho comido muito chips de beterraba e feijão branco com alho do TidBits. Fora isso, recomendo torradas, mel e suco para driblar a fome”.</p>
<p>O faixa-preta da academia <a href="http://gasjj.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gas Jiu-Jitsu</a> faz questão de lembrar a diferença que a boa alimentação faz no seu rendimento: &#8220;É bem simples: não adianta treinar o quanto for se você come mal, o resultado não será bom o suficiente. Alimentação é tudo para quem treina”.</p>
<p>“Coma sem culpa, mas sempre controle a quantidade e a constância das refeições&#8221;, conclui Luiz Dias. &#8220;Afinal, é bem mais fácil regular o quanto você come, do que precisar fazer um sofrido regime para emagrecer”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-se-alimentar-melhor-e-evitar-regimes-e-sofrimentos-no-jiu-jitsu-com-o-gmi-luiz-dias/">A arte de se alimentar melhor e evitar regimes no Jiu-Jitsu, com o GMI Luiz Dias</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 17:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Pulga]]></category>
		<category><![CDATA[BjJ]]></category>
		<category><![CDATA[Carlson Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[coma]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Toco]]></category>
		<category><![CDATA[GMI]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Leblon]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Gama Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Surfe]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.graciemag.com/pt/?p=179356</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em nossa edição #219, GRACIEMAG relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu. Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/">O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_179366" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179366" class="size-full wp-image-179366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/06/Toco-Albuquerque-e-sua-turma-da-Nova-Geracao-no-Leblon-Foto-Divulgacao.jpg" alt="Toco Albuquerque e sua turma da Nova Geracao no Leblon Foto Divulgacao" width="1024" height="595" /><p id="caption-attachment-179366" class="wp-caption-text">Toco Albuquerque (de azul) à frente de sua turma da Nova Geração no Leblon, no Rio. Foto: Nova Geração/ Divulgação</p></div>
<p>Em nossa <a title="Edição 219 de GRACIEMAG, sua revista favorita de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/05/gabi-garcia-e-o-jiu-jitsu-como-arma-de-superacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição #219, GRACIEMAG</a> relembrou em suas páginas as histórias e lições de Francisco &#8220;Toco&#8221; Albuquerque, clássico aluno de Carlson Gracie que fundou a Nova Geração, academia com 25 anos de trabalho duro em prol do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Na entrevista, Toco, que está prestes a graduar seu centésimo faixa-preta, relembrou episódios clássicos do Jiu-Jitsu, como o surgimento do fenômeno Vitor Belfort, a conhecida &#8220;lentidão&#8221; de Carlson Gracie ao graduar seus alunos, e outros causos curiosos.</p>
<p>Aos 46 anos, o professor de Jiu-Jitsu e surfista, por fim, emocionou-se ao relembrar o dia em que quase morreu nos mares do Rio. Foi salvo pelo Jiu-Jitsu e pelos amigos feitos na Nova Geração. Confira a entrevista, publicada originalmente na seção Bate-Pronto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>GRACIEMAG: Você está para completar 20 anos de faixa-preta, mas a Nova Geração tem quase 25 anos de história no Rio de Janeiro. Como foi isso?</b></p>
<p><em><strong>FRANCISCO TOCO:</strong> </em>Comecei a ensinar junto com o Rodrigo Medeiros no Leblon, pois havia uma demanda, o pessoal queria uma academia no bairro e iniciamos como faixas-roxas, ou seja, ainda como instrutores. Na época isso causou até um alvoroço. Precisou o mestre Carlson vir a público dizer que ele era o mestre responsável pelo que a gente ensinava, o que nos deu enfim a chancela para seguirmos. Mas começamos sem a menor pretensão, apenas aceitamos o espaço cedido por uma academia de musculação. Quando vimos, em poucos meses estávamos com 200 alunos. Hoje acho importante ter um faixa-preta supervisionando tudo de dentro do dojô, mas foi o que aconteceu naqueles tempos. O tatame era de palha e soltava uma cor vermelha esquisita, mas a turma pegou. Na época em que Rodrigo e eu recebemos a faixa-marrom, já havia uma primeira safra de competidores da pesada, como o Alexandre Pulga, o Tiago Asfora, o Diego Asenjo, o Buiú e tantos outros.</p>
<p><strong>O que você recorda daquele inesquecível dia em que a faixa-preta chegou?</strong></p>
<p>Era um dia como outro qualquer na academia, seguíamos dando aula no cotidiano normal da escola, quando ouvimos que adentrava a academia simplesmente as figuras de mestre Carlson Gracie, professor Pedro Gama Filho e a equipe do “Jornal dos Sports”, para registrar tudo. Eu fiquei totalmente surpreso, vendo aquela cena clássica: o Carlson retirando os sapatos bem naquele estilo dele, e caminhando tatame adentro falando com todo mundo. O curioso é que o Carlson era um nome famoso, mas muita gente não conhecia seu rosto, e ficou todo mundo espantado com aquele mestre ali, uma entidade do Jiu-Jitsu causando aquele fuzuê maravilhoso. Ele disse: “Eu nunca fiz isso, de sair da minha academia em Copacabana para dar a faixa-preta para um aluno meu, mas o trabalho aqui no Leblon é maravilhoso e a faixa-preta é mais do que merecida”. Lembro que fiquei uns instantes petrificado de emoção. E no fim acabou que hoje tenho essa honraria que me enche de orgulho, a de ter sido graduado faixa-preta pelo Carlson de forma inédita na frente dos meus próprios alunos. Por acaso, minha família também estava presente, e foi uma comoção geral, todo mundo chorando. E ele realmente devia achar que eu estava merecendo, afinal fiquei quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema.</p>
<blockquote><p>“O Carlson me deixou quase sete anos na faixa-azul, eu juro que achei que tinha algum problema” Francisco Toco</p></blockquote>
<p><b><i> </i></b></p>
<p><strong>Além do Carlson, o Pedro Gama Filho é outro mentor seu. Como ele entrou na sua trajetória?</strong></p>
<p>Professor Pedro era amigo do meu pai havia muitos anos, e foi uma figura que me influenciou muito. Ele era adepto do karatê, alavancou o judô no Rio como poucos e era fã de Jiu-Jitsu. Nossa relação sempre foi estreita, e os filhos dele começaram a treinar comigo, e aprenderam comigo até se formarem faixas-pretas de Jiu-Jitsu. O Pedro “Doca”, filho dele, pegou a faixa-preta um dia antes do professor morrer, em 2004. Foi uma figura notável que ajudou muita gente, muitos jovens migraram para o esporte por causa dele, e o judô brasileiro deve muito a ele. Professor Pedro era um grande entusiasta, por exemplo, de trazer japoneses para treinar com os lutadores brasileiros, e isso fez o esporte evoluir bastante.</p>
<p><strong>Você outro dia viveu um duelo sinistro com a morte, e o Jiu-Jitsu salvou você da enrascada. Como foi?</strong></p>
<p>Eu moro no Leblon desde que nasci, e vejo o surfe como o esporte que permite o maior contato com a natureza. Mas, como no Jiu-Jitsu, é preciso principalmente respeitar – respeitar o mar, já que ele não aceita desaforo. De tanta intimidade, outro dia eu entrei com certa soberba e meio distraído na água, que estava bem gelada, com um vento leste frio que batia. Saímos então nadando mar adentro. Foi em outubro de 2014, e a missão era atravessar a arrebentação e jogar as cinzas da mãe de um aluno no mar aberto. Oramos, jogamos as cinzas, tudo certo, mas na volta tive um colapso, e fui pego de surpresa. Comecei a ficar com as pernas pesadas, paralisadas, e os braços foram ficando congelados enquanto eu remava. O pessoal foi nadando, foi ficando longe, e eu já não conseguia mais chamar ninguém. Sentei na prancha mas sentia que estava apagando, e que se caísse da prancha já era, ia me afogar e meus amigos não iam ver. O ar começou a faltar, e eu só pensava em duas coisas: primeiro, em me controlar. Segundo, que eu não podia morrer ali. Movi os pés vagarosamente e agarrei a prancha com toda a força que restava. Mantive a mente calma, e tracei como única meta de vida que eu não podia de forma alguma soltar a prancha. Deus parece que me escutou e veio uma onda de um metro e me levou. Fui bater nas pernas do Rodrigo Medeiros que, como amigo de longa data, percebeu na hora que eu não estava brincando, e correu comigo para o hospital. Se a onda me arrasta, mas eu bato em qualquer outra pessoa, talvez não houvesse tempo de me salvar. Mas fui guiado exatamente na direção do meu velho amigo. Eu já estava em coma.</p>
<p><strong>Que lições de Jiu-Jitsu tirou do episódio?</strong></p>
<p>Percebi como o Jiu-Jitsu é importante para o controle emocional do indivíduo, principalmente. Em nenhum momento perdi a calma e a esperança. O Jiu-Jitsu me ajudou também a não ter traumas, e voltar ao surfe depois de pouco tempo, agora ainda mais atento e respeitador do que antes. Além de dar meu ganha-pão, o Jiu-Jitsu me deu tudo tudo que tenho&#8230; Agora é apenas mais uma dívida que tenho com a arte.</p>
<div id="attachment_60560" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60560" class="size-full wp-image-60560 " src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/Toco-a-frente-da-equipe-campea-do-Brasileiro-de-Equipes-2005.jpg" alt="Francisco &quot;Toco&quot; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes da CBJJ, em 2005. Foto: Divulgação." width="500" height="375" /><p id="caption-attachment-60560" class="wp-caption-text">Nosso <a title="Seja um GMI e divulgue sua academia de Jiu-Jitsu" href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> Francisco &#8220;Toco&#8221; à frente do time da Nova Geração bicampeão no Brasileiro de Equipes, em 2005. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o maior macete para ensinar as crianças a pegar o gosto pelo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Ensinar a criançada exige primeiramente muita paciência, pelo agito natural e pela fragilidade maior de sentimentos delas. Mas eu gosto muito de trabalhar com crianças porque você molda o indivíduo. O adulto quando chega é sempre mais complicado, pois traz vícios, valores antigos, deformações. O pequeno praticante está totalmente aberto para apreender os princípios que você ensina e que acredita, aqueles ensinamentos que se tornam pilares e formam o caráter delas para a vida fora da academia. Respeito, responsabilidade, atitudes boas são alguns dos principais conceitos que procuro incutir nos jovens. Em todas as minhas aulas eu repito essas palavras, lembro a eles da importância de dar atenção aos estudos, do cuidado com a alimentação. Não estamos exigindo perfeição, estamos atrás de progresso, de trabalho e de melhoras um dia após o outro, com seriedade. Ver a criança crescer e evoluir é uma de nossas maiores recompensas.</p>
<p><strong>Qual foi a sua maior alegria como professor?</strong></p>
<p>A emoção maior foi sem dúvida no bicampeonato (2004/05) da Nova Geração no Campeonato Brasileiro de Equipes, no ano de 2005, pois foi o troféu que dedicamos ao professor Pedro. Ele já estava doente, com um câncer bravo, e assim que ganhamos reunimos todos os lutadores e vários professores de outras academias para uma oração no meio do tatame. Foi ainda melhor porque começamos perdendo por 2 a 0 para a Gracie Barra, e na última luta o Pulga virou e garantiu o ouro.</p>
<p><strong>O Pulga ficou conhecido por uma chave omoplata altamente eficiente. Qual é o papel do professor quando um aluno começa a desenvolver uma arma mortal com ele fez? Como lapidar esse tipo de talento particular?</strong></p>
<p>Eu gosto muito de trabalhar o Jiu-Jitsu básico com os alunos, tanto que um dos lutadores que mais gosto de ver é o Roger Gracie. Dentro de um jogo básico, desse arroz-com-feijão, vamos pondo um tempero, um ovo estalado, dependendo do biótipo do aluno e de suas facilidades. No caso do Pulga, ele era muito franzino. Chegou a ir a um médico, pois a gente ficava um pouco receoso de ele ser tão magro como era, parecia uma formiga perto dos outros. Quando competia, ele já largava com cinco quilos a menos que os rivais, e apanhava. Apanhava demais, saía do tatame chorando, dizendo que não ia mais lutar, aquele drama. Mas o Pulga não desistiu. E foi então que ele evoluiu tecnicamente, ganhou força e ainda acabou dotado de uma capacidade de se defender monstruosa, uma resistência que ele precisou desenvolver por questão de sobrevivência. De tanto apanhar. Toda posição no Jiu-Jitsu tem sempre uma brecha mínima para o adversário escapar enquanto você a engatilha, mas a omoplata do Pulga é das poucas que, deixou armar, ele encaixa e você fica com o braço pendurado. Você sabe que ele vai tentar e ele ainda assim consegue executar.</p>
<blockquote><p>“Quando chegou o dia da graduação do Vitor Belfort a faixa-roxa, fui muito sincero com ele. Disse que ele tinha uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor era apresentá-lo ao Carlson, o chefe de todos”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Vitor Belfort começou a treinar com você, até que você mesmo o mandou se embolar com os leões do Carlson em Copacabana. Como foi o início do astro do UFC de pano, na sua lembrança?</strong></p>
<p>Ele chegou aqui na Nova Geração já como faixa-amarela, pois havia treinado um pouco com o Isaías, que vinha do Carlson também. Logo que vi o Vitor treinando pela primeira vez percebi que era um garoto acima da média, talhado para competir. Tinha uma determinação e um dom de aprender com mais facilidade, de repetir as técnicas de modo fiel. Ele desde moleque gostava muito de repetir exaustivamente a posição ensinada no dia, até aprender. Seu primeiro torneio de destaque foi na Copa Aqualung, em que ele venceu o peso e o absoluto na faixa-azul, já que na faixa-verde não havia oponentes. Ele arrebentou de cara, e já exibia muita frieza. Quando chegou o dia da graduação dele a faixa-roxa, eu fui muito sincero com ele: “Você tem uma aptidão e uma vontade grande de lutar vale-tudo, então o melhor é levarmos você para o Carlson, o chefe de todos. Vou apresentar você ao mestre pois é lá onde estão os leões”. Com o Wallid, Murilo, Libório e tantas feras, ele pôde evoluir e se tornar o atleta fenomenal em que se transformou. E olha, sinceramente, eu nunca fui e não sou fã de MMA, fiz de tudo para o Pulga não gostar de MMA, mas todo mundo tem um desejo e cabe ao professor respeitar o caminho de cada um.</p>
<p><strong>Hoje você tem seis filiais da Nova Geração, em Ipanema, Portugal, México e Califórnia. A missão como professor está completa, ou sempre tem uma satisfação por obter?</strong></p>
<p>Nossa academia sempre foi imbuída de um lado social muito forte, e que se renova a cada novo aluno. Os projetos sociais em nossa escola nasceram de uma história curiosa. Um dia, um aluno disse que não tinha mais como pagar, que não tinha dinheiro para um novo kimono. Eu imediatamente tirei o kimono do corpo e dei para ele continuar estudando o Jiu-Jitsu. A partir daí, comecei a perceber os frutos de dar condição a uma pessoa sem recursos financeiros de treinar aqui com a gente. Minha única exigência é o garoto estar na escola e não pisar na bola com os estudos e as notas. Hoje temos aqui uma média de 50 alunos bolsistas, treinando Jiu-Jitsu, boxe ou muay thai, e vemos diariamente o filho do desembargador rolando com o filho do porteiro, integrados totalmente, e isso é uma das maravilhas do Jiu-Jitsu e do Brasil como um todo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-o-jiu-jitsu-salvou-a-vida-do-professor-francisco-toco-da-nova-geracao/">O dia em que o Jiu-Jitsu salvou a vida do professor Francisco Toco, da Nova Geração</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
