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	<title>segurança | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229217" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229217" class="size-full wp-image-229217" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg" alt="" width="767" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30.jpeg 767w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-300x168.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/WhatsApp-Image-2020-10-23-at-09.13.30-150x84.jpeg 150w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-229217" class="wp-caption-text">Anderson e Pelé em encontro no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução/Twitter</p></div>
<p>O grandalhão Ben Brobby jamais teve dúvidas sobre quais foram os melhores anos de sua vida.</p>
<p>Foi aquela época maravilhosa, entre 2010 e 2018, quando, como ele diz, teve “a sorte de ser o guarda-costas do Rei do Futebol”, Mister Pelé.</p>
<p>Nascido em Gana, Ben sempre foi muito calmo, lição que aprendeu com o avô que adorava jogar damas e o criou, entre uma partidinha e outra.</p>
<p>Aos 17 anos, Brobby decidiu zarpar para Londres. Estudava tecnologia da informação, mas certo dia abriu o jornal e leu sobre um curso de segurança pessoal, oferecido por ex-militares do exército britânico. Após seis semanas de treinamento, decidiu se especializar num curso de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Tornou-se segurança do empresário inglês Paul Kemsley, envolvido com o futebol, até que este comprou o time nova-iorquino Cosmos, e os direitos da marca Pelé. Após seis anos com Kemsley, Ben ouviu o convite do patrão:</p>
<p>– Ben, que tal ir cuidar do Pelé? Eu preciso de alguém como você para garantir que ele esteja sempre bem.</p>
<p>Fanático por futebol e fã do legendário camisa 10, Ben sempre foi profissional e durão na medida certa. “Apesar de mágico, não era um trabalho fácil”, admitiu Ben Brobby à revista brasileira “Placar”. “Porque Pelé era Pelé, e nunca dizia não para um fã.”</p>
<p>O Rei do Futebol, que atuara pelo Cosmos de 1975 a 1977, passara a viver a vida de um homem de negócios, palestrante e convidado em eventos os mais variados.</p>
<p>E foi numa dessas que Pelé e Ben passaram um sufoco daqueles – na verdade, o único que Ben Brobby viveu com o Rei do Futebol.</p>
<p>O ganês recordava: “Voamos para uma convenção de fazendeiros, no interior do Brasil, num jatinho. Assim que descemos, percebi que seria caótico.”</p>
<p>Era o cenário clássico:</p>
<p>“Gente demais, estrutura de segurança de menos”, recordou o guarda-costas. “Assim que Pelé terminou o trabalho, fomos para um quartinho que tinham montado para ele lanchar e descansar. Era uma dessas estruturas pré-montadas de madeira e metal. A multidão então começou a cercar o local. Eu olhava para fora e só via mais e mais gente nos cercando. Não dava mais para sairmos na boa, e eu já temia que alguém tentasse forçar a entrada. Por rádio, pedi então que o motorista encostasse na parte de trás.”</p>
<p>A fuga do Rei foi de cinema.</p>
<p>Assim que o carro chegou, Ben saiu quebrando a estrutura com socos e pontapés, abriu um rombo e evadiu com o amado jogador, pelos fundos.</p>
<p>Enquanto o guarda-costas dava seus chutes e arrebentava a parede, Pelé só dizia: “Calma, Ben, não fica nervoso. Calma, Ben…”</p>
<p>Calmo e eficiente, o bom e velho segurança acabou por aprender belas lições de vida, ao se ver acuado com o Rei do Futebol. A primeira: o bom jogador vê, mas só o craque antevê – como já dizia o jornalista Armando Nogueira, diretor de TV, comentarista esportivo e amigo de Pelé.</p>
<div id="attachment_204981" style="width: 824px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204981" class="size-full wp-image-204981" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg" alt="Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a não ser derrubados nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação" width="814" height="982" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao.jpg 814w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-249x300.jpg 249w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-768x927.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/Pele-de-kimono-em-foto-de-Jose-Herrera-Divulgacao-124x150.jpg 124w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><p id="caption-attachment-204981" class="wp-caption-text">O rei Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a evitar quedas e aprender a cair nos gramados. Foto: José Herrera/ Divulgação</p></div>
<p>Por não ter planejado nada, por não ser capaz de antever como escapulir dali, Ben acabou por se desesperar, e precisou abrir caminho com a sola do pé.</p>
<p>Mas a melhor lição veio mesmo do Rei do Futebol: calma, Ben, respire, Ben. Afinal, quando tudo parece sem solução, oxigenar a mente e raciocinar é sempre a melhor saída.</p>
<p>Mesmo que, com a mente clara, você perceba que a saída seja fugir pelos fundos com o Rei do Futebol.</p>
<p>Era essa, afinal, a vida de Pelé e sua necessidade de segurança. Não é que ele um dia atraísse hostilidade. Pelo contrário. Era preciso proteger Pelé, dos anos 1950 até sua partida, em 2022, do enorme amor e admiração que ele causava. Os fãs queriam estar por perto, tocá-lo, conseguir uma foto ou um autógrafo. Daí a necessidade de ter sempre um auxiliar ou segurança por perto – e Pelé teve outros, como o cubano Pedro Garay, por exemplo, nos anos 1970.</p>
<p>Seja você um profissional de segurança, um praticante de Jiu-Jitsu ou um fã de futebol, lembre da lição de Pelé: respire, mantenha a calma e pense taticamente na próxima saída para qualquer problema.</p>
<p><iframe title="GRACIE JIU-JITSU SELF DEFENSE - MASTER ROYLER GRACIE AND LETICIA RIBEIRO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/KXE77mwEu14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-essencial-que-aprendemos-com-o-rei-pele-e-seu-guarda-costas/">A lição essencial que aprendemos com o rei Pelé e seu guarda-costas</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 15:44:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a década de 1930, os filhos de Gastão Gracie desenvolveram um sistema de ensino para encher qualquer magrinho de confiança.</p>
<p>Confira a defesa pessoal ao longo da história do Jiu-Jitsu e se inspire para treinar em pé e no chão em 2026. Oss!</p>
<p><strong>As técnicas de defesa do Jiu-Jitsu </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Programa 36 aulas academia Gracie Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Qfry-uNmxAQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Aulão com mestre Relson Gracie</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="RELSON GRACIE - SELF DEFENSE PROGRAM (EM BREVE)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/TnkqGwsawnc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/que-tal-treinar-defesa-pessoal-como-um-gracie-em-2026/">Que tal treinar defesa pessoal como um Gracie em 2026?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>GMI Rodrigo Prujansky analisa papel do Jiu-Jitsu nas forças policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 00:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu há 18 anos, Rodrigo Prujansky (GB Botafogo) se apaixonou pela defesa pessoal desde o primeiro treininho, quando ainda era uma criança que sofria bullying. Hoje, o professor de 38 anos é um instrutor requisitado entre as forças policiais, com experiência em cursos nos EUA, Israel e Brasil – e no Rio de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218270" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218270" class="size-full wp-image-218270" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg" alt="" width="1024" height="766" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-300x224.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-768x575.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-150x112.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218270" class="wp-caption-text">Prujansky passa detalhes do Jiu-Jitsu para policiais em Boca Raton, EUA. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu há 18 anos, Rodrigo Prujansky (GB Botafogo) se apaixonou pela defesa pessoal desde o primeiro treininho, quando ainda era uma criança que sofria bullying. Hoje, o professor de 38 anos é um instrutor requisitado entre as forças policiais, com experiência em cursos nos EUA, Israel e Brasil – e no Rio de Janeiro tão conturbado que conhecemos. Batemos um papo com ele, que detalhou lições bacanas sobre a arte de ensinar policiais, e explicou por que a arte suave é fundamental para salvar vidas durante operações de segurança.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você começou a ensinar Jiu-Jitsu para policiais?</strong></p>
<p>RODRIGO PRUJANSKY: Comecei esse projeto de disseminação do Jiu-Jitsu assim que me apresentei num Batalhão de Polícia de Choque, em dezembro de 2013. Na unidade, no Rio, já existia um dojo, doado pelo Dedé Pederneiras e por meus amigos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, mas não estava sendo utilizado. Fiz o pedido ao comandante do Batalhão, à época o então coronel da PM Vidal, que entendeu as razões e permitiu a utilização do espaço para a prática do Jiu-Jitsu e da defesa pessoal. No início, organizamos uma agenda com treinos de judô e Jiu-Jitsu. Depois disso, houve dois cursos no Batalhão, o Curso de Policiamento em Praças Desportivas e o Curso de Táticas de Patrulhamento Urbano e enxerguei muito potencial para eu colaborar. A partir daí, passei a ministrar aulas de defesa pessoal nos cursos de especialização do Choque e em diversas unidades da Polícia Militar do Rio.</p>
<p><strong>Qual é o maior benefício do aprendizado do Jiu-Jitsu para forças de segurança? O lado físico ou mental?</strong></p>
<p>Comento isso quase todos os dias quando estou ensinando Jiu-Jitsu. Um dos ensinamentos mais valiosos para todos que treinam de kimono, e acredito que isso vale mais ainda para os policiais, é o desenvolvimento do controle emocional. É esse o atributo e o benefício do Jiu-Jitsu que nos permite raciocinar sob pressão. Policiais no Brasil são verdadeiros heróis, pois vivem diariamente uma realidade de guerra, encarando bandidos armados com fuzis, metralhadoras e granadas, sem saber se voltarão para casa ao fim do dia. Somente a partir de um controle emocional que permita pensar com tranquilidade e acerto em momentos de perigo, pressão e cobrança, eles conseguem ter uma vida normal, e sobreviver na hora do perigo. Por isso a importância de um treinamento contínuo, de repetição de situações, e do Jiu-Jitsu, que ajuda a cabeça a trabalhar isso tudo.</p>
<p><strong>Como anda o ensino de defesa pessoal para oficiais nos EUA, comparado ao Brasil?</strong></p>
<p>Já tive a oportunidade de ensinar tanto em Israel como nos EUA. A realidade dos EUA é completamente diferente do Brasil, e o comportamento dos criminosos também, o que acaba por reduzir a preocupação dos mesmos para essa realidade. Posso dizer que o ensino da defesa pessoal para a polícia americana, infelizmente, ainda não é dos melhores, mesmo que possuam todos os equipamentos, infra-estrutura e orçamento. O ensino de Jiu-Jitsu durante os cursos de formação ainda é muito fraco, e pelo que pude perceber, acabam por se apoiar nos equipamentos, em especial nas armas eletro-incapacitantes. Mas e se tais armas não funcionarem, ou não der tempo de usá-las? O Jiu-Jitsu é a melhor opção no que se trata de controle de contato, portanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em que boas escolas e corporações importantes você ensinou?</strong></p>
<p>Em 2016, tive a oportunidade de ministrar cursos para as unidades especiais do exército e da polícia de Israel. No Rio, como comentei, comecei no Batalhão de Choque em 2013, e ainda fui no Comando de Operações Especiais da PM. Mais recentemente , pude ministrar treinamento para a polícia de Boyton Beach junto do meu professor Alexandre “Café” Dantas, em 2018, e este ano pude dar instrução para a polícia de Boca Raton, junto com os professores Sergio Costa e Fabiano Carvalho, da GB Boca Raton, que me convidaram. O resultado foi excelente, de onde surgiram mais convites para corporações de Morgate e até do Canadá.</p>
<p><strong>Qual para você é a principal diferença entre ensinar policiais e praticantes recreativos?</strong></p>
<p>Primeiro quero pontuar que qualquer pessoa que abdique de uma vida normal para manter o bem estar do próximo merece todo nosso respeito, seja em que país for. Esses profissionais sacrificam suas próprias vidas, seu bem estar, em prol da segurança dos demais. E sinto a obrigação de reforçar que todas as forças de segurança possuem, em sua maioria, pessoas de bem, honestas e capacitadas, como tenho visto durante esses anos todos. Respondendo a pergunta, a diferença no ensino entre policiais e praticantes recreativos reside em diversos fatores. Há, por exemplo, a individualidade e velocidade de aprendizado que varia de praticante para praticante. Mas o principal é que os policiais entendem que a defesa pessoal pode definitivamente ser o fator que vai salvar sua vida ou a de um companheiro diante de uma ameaça iminente. Um outro aspecto menos percebido é que o Jiu-Jitsu evita excessos e problemas de abuso de autoridade, pois a arte resolve confusões de forma muito mais eficaz e suave.</p>
<div id="attachment_218239" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218239" class="size-large wp-image-218239" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-1024x755.png" alt="" width="650" height="479" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-1024x755.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-300x221.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-768x566.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-150x111.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-218239" class="wp-caption-text">Nosso GMI Rodrigo Prujansky em uma de suas concorridas aulas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Você foi da seleção brasileira de polo aquático, certo? Quais as semelhanças e diferenças do lutador para o atleta de alto rendimento?</strong></p>
<p>Olha, creio que todo atleta de alto rendimento possui no seu interior a vontade de vencer, aquela superação de tentar alcançar o seu melhor, dia após dia. Mas o lutador, acredito, é um ser humano diferente dos demais. Ele acorda, come, respira e pensa o tempo todo numa coisa: que é preciso estar pronto para o combate – a qualquer hora, em qualquer lugar. Um nadador, por exemplo, se alimenta de modo regrado porque isso será melhor para seu rendimento; já o lutador precisa se alimentar bem para estar pronto para a luta, para o próximo desafio contra outro cara, daqui a alguns minutos. É outro nível. E posso dizer com propriedade pois me dediquei às piscinas por anos, tendo duas medalhas de prata em Pans. Mas é diferente – na natação, há uma raia de distância para o adversário, sem toque ou contato. No polo não, há de fato bons paralelos com os lutadores. Em vez de brigar contra o cronômetro, os jogadores precisam sobreviver num ambiente hostil como a água, e ainda brigar por espaços contra adversários, entre socos, cotoveladas, cabeçadas, chutes, agarrões e muitos caldos. É um verdadeiro coliseu aquático. A porrada canta firme!</p>
<p><strong>Pode ser pior que o UFC então&#8230;<br />
</strong></p>
<p>Os caras são guerreiros, mas a grande diferença é que no polo aquático há um time jogando com você. Então é possível que um “gladiador” do mesmo time nade para auxiliá-lo quando você estiver em desvantagem, o que não ocorre nas artes marciais. O lutador sabe que ali, dentro do tatame, do ringue, de onde quer que ele esteja, existem somente ele e o adversário, e nada mais importa do que superá-lo, do que manter-se vivo. Ele sabe que não pode contar com o apoio de mais ninguém que não seja ele mesmo. Daí a necessidade de fazer do seu corpo o seu templo e da sua cabeça o seu porto seguro, ciente das suas forças e fraquezas. Por isso o lutador de Jiu-Jitsu e MMA deve acordar e dormir pensando somente nisso, em como superar suas fraquezas e alcançar novos limites. É uma vida de samurai.</p>
<p><strong>Perfeito. E quando você percebeu que viveria esta vida, Rodrigo? Que faria do Jiu-Jitsu seu ganha-pão?</strong></p>
<p>Entrei no Jiu-Jitsu quando eu tinha 11 anos de idade, e lá se vão 27 anos. A minha primeira aula foi de defesa pessoal, e durou a semana inteira. Eu sofria naquela época o que chamamos de bullying hoje, e reconheço que aquela semana foi fundamental na minha vida. Aqueles pequenos e simples movimentos mudaram o meu rumo – pois alteraram para sempre o meu modo de pensar e de me comportar. O Jiu-Jitsu me trouxe autoconfiança, disciplina, respeito e acima de tudo, autoconhecimento. Nos melhores e nos piores momentos da minha vida ele sempre esteve presente. Então, com 17 anos, ainda faixa-roxa, pus na minha cabeça que precisava tentar divulgar tudo aquilo que eu senti para todas as pessoas que eu viesse a conhecer.</p>
<p><strong>Você hoje administra a GB Botafogo e outras escolas. Onde começou a ensinar?</strong></p>
<p>Após ter uma oportunidade na academia onde treinava, na Gracie Ipanema do Marcelo Yogui, que tinha feras como Bruno Severiano, Helio Soneca, Leandro Slaib, Alexandre Café, Jair Sorriso e muitos outros, tive a certeza de que queria para sempre ter aquela sensação que todo professor tem ao ver o brilho nos olhos dos seus alunos. É um brilho que surge quando eles entendem a técnica, mas que não desaparece: dia após dia, enquanto eles vão melhorando em seus universos pessoais, o brilho só fica mais forte. O Jiu-Jitsu é muito mais que uma arte de defesa pessoal, ou uma arte marcial, é um verdadeiro estilo de vida. Hoje, tenho o prazer de dividir o tatame com a minha esposa Bruna, meu filho Enzo, meu irmão Felipe e também com meus sobrinhos, Ryckson e Felipinho! Não é à toa que estamos sempre divulgando o Jiu-Jitsu para todos, pois essa é a nossa vida, e conhecemos de perto suas vantagens. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-rodrigo-prujansky-detalha-por-que-o-jiu-jitsu-e-fundamental-para-o-trabalho-policial/">GMI Rodrigo Prujansky analisa papel do Jiu-Jitsu nas forças policiais</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Brincar de briga&#8221; é bom para a saúde das crianças?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2022 20:16:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Parem com esta brincadeira de luta! Vocês vão acabar brigando de verdade!” Que criança nunca escutou uma frase assim em casa? O que poucos notam é que esse tipo de hábito aparentemente violento é um divertimento infantil que existe há séculos, provavelmente milênios. O fato de uma criança adorar brincar de medir forças contra um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_174678" style="width: 796px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-174678" class="size-full wp-image-174678" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1.jpg" alt="Jose Leao Teixeira o Ze Beleza e aluninhos faixa amarela em foto de Kazuo Yokoyama" width="786" height="518" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1.jpg 786w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-300x198.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-768x506.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/03/Ze-Beleza-e-aluninhos-faixa-amarela-em-foto-de-Kazuo-Yokoyama-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /><p id="caption-attachment-174678" class="wp-caption-text">Leão Teixeira com seus aluninhos faixa-amarela. Foto: Kazuo Yokoyama</p></div>
<p>“Parem com esta brincadeira de luta! Vocês vão acabar brigando de verdade!” Que criança nunca escutou uma frase assim em casa?</p>
<p>O que poucos notam é que esse tipo de hábito aparentemente violento é um divertimento infantil que existe há séculos, provavelmente milênios. O fato de uma criança adorar brincar de medir forças contra um “inimigo”, numa luta, briga ou confronto seria então uma atividade normal ou um desvio de comportamento?</p>
<p>A pedido de nossos leitores, GRACIEMAG conversou sobre o tema com a pedagoga carioca Flávia Lino, que opinou: “A verdade é que esse tipo de brincadeira é mais do que normal: é fundamental para que a criança se desenvolva emocionalmente, de maneira saudável”, diz a especialista.</p>
<p>“É através dessa luta teatral que a criança enfrenta seus próprios medos e receios, e põe para fora toda angústia que possa estar sentindo. Por meio desse tipo de brincadeira, ela é capaz até mesmo de elaborar alguma possível situação violenta ou assustadora que tenha experimentado. A criança costuma fazer uso de uma forma lúdica para exorcizar todos os seus temores reais, e faz isso de maneira prazerosa, sem realmente usar a força ou violência física, pois sabe exatamente que aquilo é uma brincadeira entre amigos ou amigas. Seus movimentos são quase ensaiados, para não machucar seu ‘amigo-oponente’. Na realidade, seus principais inimigos são seus próprios medos, que acabam sendo ‘finalizados’, gradativamente, a cada agarrão, a cada brincadeira de luta&#8221;, conclui a professora.</p>
<p>Portanto, fiel leitor, começar na academia de Jiu-Jitsu na mais tenra infância, como se vê, não é apenas seguro. Pode ser extremamente benéfico e saudável para o corpo e mente de pequenos e pequenas. Procure uma escola de artes marciais qualificada, converse com um professor faixa-preta e bons treininhos.</p>
<p><em>* Artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #134, em 2008. Para aprender com mais artigos de nosso baú, <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">assine nossa edição virtual e comece a ler hoje mesmo!</a></em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/brincar-de-briga-e-bom-para-a-saude-das-criancas/">“Brincar de briga” é bom para a saúde das crianças?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Arthur Dib e o Jiu-Jitsu que protegeu Lewis Hamilton</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 16:37:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após décadas de Jiu-Jitsu, o professor Arthur Dib tem se tornado uma referência em defesa pessoal e treinamento de seguranças em São Paulo. Competidor casca-grossa, além de instrutor de defesa pessoal, o professor da equipe B9JJ conversou com GRACIEMAG sobre seu trabalho e sobre suas ideias. Dib, em novembro, acompanhou de perto o vitorioso piloto&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235731" style="width: 1135px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235731" class="size-full wp-image-235731" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib.jpg" alt="" width="1125" height="748" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib.jpg 1125w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Barbosa-e-Dib-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1125px) 100vw, 1125px" /><p id="caption-attachment-235731" class="wp-caption-text">Dib com seu professor, Marcos Barbosinha. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Após décadas de Jiu-Jitsu, o <a href="https://www.instagram.com/p/CQiiSDyJnWX/" target="_blank" rel="noopener">professor Arthur Dib</a> tem se tornado uma referência em defesa pessoal e treinamento de seguranças em São Paulo.</p>
<p>Competidor casca-grossa, além de instrutor de defesa pessoal, o <a href="https://www.instagram.com/arthur_n_dib/" target="_blank" rel="noopener">professor </a>da equipe B9JJ conversou com GRACIEMAG sobre seu trabalho e sobre suas ideias. Dib, em novembro, acompanhou de perto o vitorioso piloto Lewis Hamilton antes e depois de uma vitória épica no Grande Prêmio do Brasil.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG: Sua reputação como segurança e instrutor de defesa pessoal o levou a cuidar dos craques da Fórmula-1 no Brasil. Como foi proteger o Lewis Hamilton em novembro?</strong></em></p>
<p><em><strong>ARTHUR DIB:</strong></em> Ao trabalhar com pessoas e eventos de grandes notoriedade temos um contrato para sempre manter em sigilo tudo que envolve o trabalho, afinal ficamos 24 horas em torno dos campeões, o que inclui dormir no mesmo hotel. Eles também são muito reservados e focados, afinal a pressão em ganhar a corrida é enorme. Para mim, o que sempre vale é saber que o trabalho foi bem executado, inclusive recebi uma carta da F-1 agradecendo a todo empenho, em especial por não ter ocorrido nenhuma situação de risco iminente aos pilotos, aos organizadores e ao público.</p>
<p><em><strong>Qual foi a última vez em que o Jiu-Jitsu salvou seu dia?</strong></em></p>
<p>Todos os dias. Mas em junho de 2020 precisei usar a técnica numa situação de vida ou morte. Estava com minha esposa na frente de um bar quando, não sei por que motivo, um rapaz sacou a faca e começou a ameaçar duas pessoas ao meu lado. Pelos berros, percebi a situação e pedi para minha esposa ir para dentro do bar. Comecei a ir para trás do rapaz da faca e, enquanto ele discutia e se distraiu – uma janela de oportunidade – consegui agir na hora precisa, imobilizar o braço da faca e direcionei a cabeça dele para o chão. Dobrei o punho do indivíduo, ele largou a faca e com uma americana invertida me posicionei com um joelho na cabeça e a outra perna no quadril, travando-o até a chegada da Polícia Militar, que deu continuidade na condução dos envolvidos para a delegacia.</p>
<p><em><strong>Quando você percebeu que viveria em prol e para a arte suave, professor?</strong></em></p>
<p>Foi ali por 2009. Eu tive de fechar meu comércio e nada me ajudou tanto a superar as dificuldades como os treininhos. Venci estresse, depressão e minha mente clareou. A partir daquele ano em diante, decidi viver em prol e para arte suave, para retribuir a tudo que ela me fez. E ajudar as pessoas a também serem mais tranquilas mentalmente.</p>
<p><em><strong>E que lembrança você tem do dia em que foi graduado faixa-preta?</strong></em></p>
<p>A preta é aquele objetivo almejado desde o primeiro dia de treinos, né? E o grande dia veio em 2007, pelas mãos do mestrão Barbosa. Foi uma grande alegria mas logo deixada para trás, pelas faixadas e amassos que vieram juntos no mesmo dia (risos). Valeu muito a pena, a sensação é incrível pois você se sente concluindo um ciclo de muito esforço, muito sacrifício e muito estudo. Também sou faixa-preta de krav-magá. O mais importante é não parar só porque completamos aquele ciclo, afinal só estamos a começar outro. Como eu falo, quanto mais informações vamos buscar, melhor ficamos. Não somente como lutadores mas principalmente como seres humanos.</p>
<div id="attachment_235735" style="width: 1135px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235735" class="wp-image-235735 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia.jpg" alt="" width="1125" height="1026" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia.jpg 1125w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia-300x274.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia-1024x934.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia-768x700.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Arthur-Dib-e-familia-150x137.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1125px) 100vw, 1125px" /><p id="caption-attachment-235735" class="wp-caption-text">Dib e família. Foto: Acervo Pessoal</p></div>
<p><em><strong>Qual o maior erro que o pessoal comete em relação à defesa pessoal hoje nas academias?</strong></em></p>
<p>Acho que é a mente fechada para os treinos. É preciso treinar todas as situações com todas as técnicas que temos à disposição. Por exemplo: se eu for para o chão e houver vários agressores em volta, como agir? O aluno precisa sair do treino confiante e completo. Eu trato a defesa pessoal ao pé da letra, ou seja: você tem de estar preparado para qualquer coisa em qualquer lugar. Vejo que cada escola hoje ensina defesa de um jeito ou mesmo nem ensinam. Eu gosto de examinar cada detalhe, ensinar o aluno a estar atento às pessoas em volta, em locais fechados ou abertos; ter uma visão periférica do que pode ser utilizado para um ataque ou defesa; pensar em rotas de fuga; e, por último, o combate corpo a corpo e as técnicas. Estas situações acima não fazem parte do treinamento da arte marcial como esporte, mas são pura defesa pessoal. Outro dia o próprio Buchecha comentou como o Jiu-Jitsu como defesa pessoal possui uma amplitude enorme, capaz de englobar muita coisa.</p>
<p><em><strong>E você usa muitas outras técnicas e detalhes de outras artes, inclusive bastões. O que aprendeu sobre usos de objetos no ofício de segurança pessoal?</strong></em></p>
<p>Eu faço uso do bastão kubotan e posso dizer que é um instrumento que só enriquece o Jiu-Jitsu como defesa pessoal. Aprendi a utilizá-lo nas aulas de krav-magá e estou tentando popularizar seu uso na segurança pública. Hoje é uma arma de defesa muito usada na segurança de autoridades internacionais, e comprovadamente trata-se de uma arma que se utiliza de um mínimo esforço para máxima eficiência, já que mantém o pessoal indesejado distante sem maiores problemas. Os policiais precisam estar cada vez mais bem treinados para não cometer nenhum excesso. No treinamento, o que ensinamos é a arte de manusear o equipamento, quais os pontos sensíveis e como é possível manter agressores à distância com eficiência. E até imobilizar ou por alguma pessoa mais violenta fora de combate.</p>
<p><em><strong>Qual é a sua primeira memória no Jiu-Jitsu?</strong></em></p>
<p>Em 1995, eu fui assistir àqueles vale-tudos pioneiros em São Paulo. Na escola onde estudava alguns amigos já treinavam com o Ryan Gracie e na academia Behring. Acabei indo treinar na Fight Factory, que ficava perto de casa. O que me motivou foi mesmo aquela guerra entre Macaco e Pelé no Maksoud Plaza. Na academia já havia uma galera brava, puxada pelo mestrão Roberto Godói, e volta e meia aparecia o Macaco, Barbosa, Fepa e mais uma galera sinistra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">* * * Quer divulgar seu trabalho como professor? GRACIEMAG Indica! Clique aqui e saiba mais.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/arthur-dib-e-o-jiu-jitsu-que-protegeu-lewis-hamilton/">Arthur Dib e o Jiu-Jitsu que protegeu Lewis Hamilton</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Elcirley reabre escola e aconselha professores de BJJ: &#8220;Levantem-se&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 17:15:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_225534" style="width: 1124px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225534" class="size-full wp-image-225534" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48.jpeg" alt="" width="1114" height="791" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48.jpeg 1114w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48-300x213.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48-1024x727.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48-768x545.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.48-150x107.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1114px) 100vw, 1114px" /></a><p id="caption-attachment-225534" class="wp-caption-text">Professor Elcirley com seus alunos presenciais, seguindo os protocolos de segurança. Foto: Divulgação</p></div>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Após 72 dias com as portas fechadas, nossa GMI Gracie Barra em Barra do Garças, do professor Elcirley Silva, finalmente está em funcionamento. Seguindo os protocolos de segurança exigidos pelo governo do Mato Grosso, o faixa-preta, referência no Parajiu-Jitsu, dividiu com GRACIEMAG as lições da quarentena, os passos dados rumo à reabertura, e as dicas para os professores de outras partes do Brasil, para que estes caminhem para voltarem a trabalhar presencialmente com seus alunos:</p>
<p>&#8220;Os professores não podem desistir&#8221;, alertou Elcirley. &#8220;Eles devem se unir, estudar, procurar as autoridades. O Jiu-Jitsu está numa fase que não se sabe quando voltaremos &#8220;ao normal&#8221;. Não existe uma data. Existe a adaptação, e nós estamos incentivando a todos que voltem às suas atividades, mas da maneira correta, seguindo os protocolos de saúde e segurança.&#8221;</p>
<p>Confira o papo completo nas linhas abaixo:</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você reagiu ao fechamento e quais foram as primeiras medidas adotadas?</strong></p>
<p>Elcirley Silva: Pedimos para que os alunos obedecessem toda a qualquer orientação sanitária. Passava a ser importante eles entenderem que o princípio da vida e da segurança deles estariam em primeiro lugar. Treinei Jiu-Jitsu em casa, com a minha família. Os exercícios foram de suma importância para manter a imunidade alta nesse período fechado. Manter o corpo e a mente saudáveis. Observamos o mundo se transformando, e seguimos a linha das aulas online. Ouvimos relatos de alunos que logo nas primeiras semanas aumentaram de peso, por conta do sedentarismo. A forma de trabalhar em casa, com exercícios, é guiada pela adoção de uma rotina, assim como é feito na academia. Essa foi a receita de sucesso dos meus alunos.</p>
<p><strong>Quais foram as lições do período fechado? Como você refletiu e se preparou para reabrir nesse hiato?</strong></p>
<p>Ficamos 72 dias fechados. Após 40 dias, nós observamos os impactos dessa quarentena, principalmente no cenário econômico, com risco de fechar os negócios, encerrar os sonhos da nossa GB Barra do Garças para sempre. Como um embaixador do Jiu-Jitsu Paradesportivo, ajudando pessoas a se readaptarem, a acreditarem no amanhã, vimos que a previsão, caso ficássemos na inércia, seria a escuridão. Começamos a nos mexer, entender a situação governamental e ir atrás de soluções. Não adianta se debater com a justiça, contra o governo. Procuramos o Ministério Público com a premissa de que não poderíamos deixar profissionais de atividades físicas em casa. Se existem protocolos, vamos segui-los. Distanciamento, limpeza, uso de equipamento de proteção&#8230; Apresentamos um projeto para levar as aulas de Jiu-Jitsu como um agente de saúde. Professor de Educação Física são conhecedores do corpo humano e dos benefícios do movimento, e entendemos que a nossa imunidade está diretamente ligada à atividade física regular. Procuramos as autoridades competentes, mostramos resultados de outros países, apresentamos os malefícios da ociosidade, isso sem falar dos danos psicológicos. Nada melhor do que a arte suave para deixar seu corpo e mente ativos. E deu certo.</p>
<div id="attachment_225536" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-225536" class="size-full wp-image-225536" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43.jpeg" alt="" width="1280" height="960" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-03-at-13.54.43-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-225536" class="wp-caption-text">A academia GB Barra do Garças, em Mato Grosso, já formatada para o &#8216;novo Jiu-Jitsu&#8217;. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Para a reabertura, quais foram as medidas exigidas pelo governo do Mato Grosso?</strong></p>
<p>Começamos pelo agendamento das aulas, para que a cada hora chegue somente o número de alunos que a academia possa comportar. Os espaços individuais são de 2m², demarcados, e cada espaço dispõe de um material de higiene pessoal, com álcool 70% e um pano de chão com cloro. Cada atleta deve vir de casa já vestindo o seu kimono e com sua garrafa d&#8217;água, e preferencialmente tendo usado o banheiro de sua casa para as necessidades fisiológicas antes da aula, para evitar o uso do banheiro da academia (que não está fechado). O aluno chega, entra no seu quadrante, tem a sua aula, e logo em seguida ele mesmo limpa o espaço que utilizou, com o material de limpeza previamente disponibilizado pela academia, para o próximo que entrar tenha o espaço limpo e limpe logo após sua aula, também. As arquibancadas ao redor do tatame para espectadores estão fechadas. Outra coisa é que as aulas online continuam. As aulas presenciais são filmadas e transmitidas para quem estiver em casa quiser acompanhar e participar.</p>
<p><strong>E qual é o conselho para outros professores conseguirem a liberação para dar aulas?</strong></p>
<p>Os professores não podem desistir. Eles devem se unir, estudar, procurar as autoridades. O Jiu-Jitsu está numa fase que não se sabe quando voltaremos &#8220;ao normal&#8221;. Não existe uma data. Existe a adaptação, e nós estamos incentivando a todos que voltem às suas atividades, mas da maneira correta, seguindo os protocolos de saúde e segurança. Acredite no que você ensina, no seu Jiu-Jitsu, nos seus alunos, e espalhar a mensagem de que todos devem estar fortes nesse momento, evitando doenças por meio da prática esportiva. Estamos pondo em prática o que o Jiu-Jitsu nos ensinou toda a vida.</p>
<p>Inclusive, eu gostaria de alertar. Eu, que sou atleta com deficiência e competidor ativo, percebo que o Jiu-Jitsu está encarando um problema que a pessoa com deficiência encara todos os dias. A discriminação de existir, de poder participar, da falta de sensibilidade conosco. Esse é o mesmo sentimento que a pessoa com deficiência vive. Nossa adaptação para as coisas do cotidiano é um retrato igual para as demais pessoas entenderem como é se adaptar a tudo. Meu dilema do passado volta a surgir: &#8220;Ou você vai sucumbir à realidade, ou trabalhar e viver&#8221;. O Jiu-Jitsu ensina a viver com luta, trabalho, confiança. Ninguém disse que seria fácil, mas vamos nos unir sob a bandeira do Jiu-Jitsu. Não teve liberação para abrir? Procure as autoridades, apresente um projeto, construa esse caminho. Use o nosso modelo como exemplo a ser apresentado, com protocolos de segurança. Não seja esquecido! Levante-se e lute.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/elcirley-silva-explica-formato-de-reabertura-e-aconselha-professores-de-jiu-jitsu-levantem-se/">Elcirley reabre escola e aconselha professores de BJJ: “Levantem-se”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>10 mudanças e adaptações para academias em tempo de coronavírus, por Ricardo Zanelato</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 16:06:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Ricardo Zanelato, líder da academia Lotus Club Torres no Rio Grande do Sul, vive diariamente o Jiu-Jitsu desde o ano de 1994, tendo ensinado nos EUA durante a profunda crise econômica americana e mundial, em 2008. Para o professor gaúcho, os instrutores e donos de academia já deveriam começar a se preparar hoje para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217946" style="width: 922px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217946" class="size-full wp-image-217946" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.35.00.jpeg" alt="" width="912" height="603" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.35.00.jpeg 912w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.35.00-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.35.00-768x508.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-08-26-at-13.35.00-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 912px) 100vw, 912px" /><p id="caption-attachment-217946" class="wp-caption-text">Ricardo Zanelato no topo do pódio, com os alunos da Lotus JJ Torres. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Professor Ricardo Zanelato, líder da academia Lotus Club Torres no Rio Grande do Sul, vive diariamente o Jiu-Jitsu desde o ano de 1994, tendo ensinado nos EUA durante a profunda crise econômica americana e mundial, em 2008. Para o professor gaúcho, os instrutores e donos de academia já deveriam começar a se preparar hoje para os dias de reabertura. Dias de uma nova realidade, com novos hábitos – especialmente para quem treina luta agarrada.</p>
<p>A pedido do GRACIEMAG.com, o faixa-preta revelou seu plano de ação para quando as autoridades de saúde e governamentais autorizarem a reabertura dos dojos e academias. Em Torres, a <a href="https://www.instagram.com/lotusjiujitsutorres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lotus Club</a> inclusive já começou suas reformas e adaptações, tudo em busca de mais segurança para alunos e seus familiares.</p>
<p>“É claro que cada academia tem sua particularidade”, comenta o nosso GMI. “São fatores como localização geográfica, espaço interno, infra-estrutura e recursos para reformas, mas acreditamos que é importante chamar atenção para alguns aspectos que vão reforçar a segurança e a higiene no dia a dia dos estudos de Jiu-Jitsu”.</p>
<p>Confira os pontos destacados por <a href="https://www.instagram.com/zanelatoricardo/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ricardo Zanelato</a> e sua equipe, a seguir:</p>
<h3>1. Álcool em gel à disposição</h3>
<p class="p1"><span class="s1">“É importante adotar e disponibilizar recipientes com álcool em gel 70% em todas as áreas da academia. Vamos adquirir ainda um termômetro eletrônico, para medir a temperatura dos alunos antes de entrarem no dojo.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">2. Mudança de calendário e novos horários</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“No retorno aos treinos, vamos procurar ter menos alunos circulando ao mesmo tempo nas dependências da academia. Para tal, é útil pensar em mais horários, para maior distribuição e menor quantidade de praticantes ao mesmo tempo no dojo. Outro planejamento que nos parece crucial é adotar uma brecha maior, cerca de 30 minutos, entre os horários de uma aula e outra, para oferecermos mais tempo para as pessoas deixarem o dojo antes da próxima turma entrar, evitando aglomerações desnecessárias.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">3. Adaptação nas aulas</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Em comum acordo com os pais, estamos considerando não promover entre as crianças o treino de luta agarrada assim que os treinos retornarem. A ideia é, nos primeiros meses de retorno, treinarmos apenas movimentações, drills e exercícios como corridas, até que os pais e alunos estejam confortáveis para voltar ao contato físico sem restrições.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">4. Área especial para calçados e chinelos</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Criaremos uma ‘área para deixar os calçados’ na entrada da escola, para impedir que a sujeira da rua venha para perto dos tatames. Será, portanto, obrigatório que todos deixem, na entrada da academia, seus calçados, e troquem por um chinelo limpo – algo a ser carregado e mantido limpo pelo aluno com a mesma disciplina com que ele transporta o kimono, sua faixa e rashguard. O chinelo será, depois da pandemia, um traje crucial para o Jiu-Jitsu. E, para isso, é preciso construir desde já um espaço – nichos ou armários – para os tênis e sapatos não ficarem jogados ou desprotegidos. Também se torna obrigatório o uso de chinelos no trajeto interno da escola (do vestiário ao tatame).”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">5. Modernização dos banheiros e vestiários</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Uma medida útil para evitar contatos físicos e toques das mãos sujas é a adoção de torneiras com sensor, em substituição às atuais. O aumento da frequência, dos cuidados e da higienização também serão feitos por nossa equipe de limpeza.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">6. Identificação de garrafas e objetos pessoais</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Cada atleta ou praticante conhece sua garrafa de água ou suplemento, mas a identificação será obrigatória para não haver nenhum risco de distração e troca acidental. Outra medida simples e eficiente é a maior oferta de copos descartáveis nos bebedouros, e um cartaz informativo para que os alunos não se curvem para beber direto do bebedouro, o que acaba sendo menos higiênico, por conta do suor e da saliva.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">7. Graduação de fim de ano sem aglomeração</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Ainda vamos pensar o melhor formato, mas infelizmente a foto de fim de ano com toda a turma deverá ser repensada.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">8. Medidas para a circulação do ar</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Um aspecto importante para as academias é procurarem abrir as janelas ou construírem janelas maiores, facilitando a circulação e renovação de ar, bem como a entrada de raios solares. Além disso, recomendamos ventiladores grandes nos quatro cantos de cada tatame.”</span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">9. Cuidado redobrado na limpeza dos tatames</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“Manteremos sempre a área de lutas bem limpa, com água e anti-bactericida.” </span></p>
<h3 class="p1"><span class="s1">10. Colaboração e conscientização de cada membro do time</span></h3>
<p class="p1"><span class="s1">“A partir da consciência de que os tempos estão mudando, vamos procurar reforçar com os alunos e pais de alunos que serão necessários novos hábitos e atitudes individuais, em prol do pensamento coletivo. Por exemplo, teremos de ter mais atenção à nossa própria saúde. Sua temperatura está alta, seu corpo teve alguma reação? Procure ficar em casa para não contagiar seus colegas.”</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Aberto a novas ideias e sugestões, o professor Ricardo Zanelato disponibilizou um email para troca de informações com alunos e leitores de GRACIEMAG, a seguir: <a href="mailto:academia@lotusjiujitsutorres.com.br"><span class="s2">academia@lotusjiujitsutorres.com.br</span></a>.</span></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-mudancas-e-adaptacoes-para-academias-de-jiu-jitsu-apos-a-pandemia-por-ricardo-zanelato/">10 mudanças e adaptações para academias em tempo de coronavírus, por Ricardo Zanelato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 lições de Jiu-Jitsu essenciais para ser policial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 12:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Calma, equilíbrio, segurança, autoconfiança, coragem, resiliência, disciplina, reflexo, condicionamento físico e concentração. Essas são algumas das qualidades destacadas pelo policial civil Mildo Carlos Cunha, faixa-preta de nosso GMI Roberto Gordo, que fazem a diferença na vida – e no dia a dia – de um profissional de segurança nas grandes metrópoles brasileiras. Qualidades que são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213771" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213771" class="size-full wp-image-213771" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao-.jpg" alt="Roberto Gordo gradua policial Mildo faixa preta Foto Divulgacao" width="960" height="639" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao-.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Roberto-Gordo-gradua-policial-Mildo-faixa-preta-Foto-Divulgacao--150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-213771" class="wp-caption-text">Roberto Gordo amarra a faixa-preta pela primeira vez no oficial Mildo. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Calma, equilíbrio, segurança, autoconfiança, coragem, resiliência, disciplina, reflexo, condicionamento físico e concentração. Essas são algumas das qualidades destacadas pelo policial civil Mildo Carlos Cunha, faixa-preta de nosso <a href="http://www.instagram.com/gordobjj" target="_blank" rel="noopener">GMI Roberto Gordo</a>, que fazem a diferença na vida – e no dia a dia – de um profissional de segurança nas grandes metrópoles brasileiras. Qualidades que são desenvolvidas, todos os dias, pelos praticantes de arte suave em seus dojos.</p>
<p>Mildo está há dez anos na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), onde também é instrutor de defesa pessoal em aula para policiais. Para ele, o item mais importante é de fato o equilíbrio, como o leitor confere na lista a seguir:</p>
<p><strong>1. Calma e equilíbrio</strong></p>
<p>É uma qualidade que se refere tanto ao aspecto físico quanto ao emocional do oficial de polícia. Em especial na hora das operações e incursões em que o policial flerta com o perigo, é preciso manter-se calmo, dotando-se de equilíbrio para que todos voltem sãos e salvos para casa.</p>
<p><strong>2. Segurança e habilidades técnicas</strong></p>
<p>É a qualidade que vem com os treinamentos diários, com o conhecimento técnico, com as repetições e as habilidades adquiridas nos treinamentos de artes marciais. O policial que não titubeia ao agir é mais seguro e controla um agressor com mais eficiência.</p>
<p><strong>3. Coragem e reflexo</strong></p>
<p>A coragem, como a autoconfiança, colaboram para uma postura mais firme no trabalho. O policial bem treinado no chão ganha, além de ótimos reflexos, confiança para o combate corpo a corpo e não se deixa intimidar facilmente pelos perigos a que são expostos no Rio de Janeiro e Brasil adentro.</p>
<p><strong>4. Resiliência</strong></p>
<p>Trata-se da capacidade de se adaptar e superar obstáculos, mantendo corpo e mente em sua normalidade. Nada melhor que o Jiu-Jitsu para combater a pessoa ansiosa.</p>
<p><strong>5. Disciplina</strong></p>
<p>Como num treino duro, uma profissão como a de policial traz diversos momentos de estresse, como no caso dos plantões policiais. A paz interior e a disciplina nos auxiliam a seguir todos os protocolos do serviço policial, independentemente das circunstâncias.</p>
<p><strong>6. Condicionamento físico</strong></p>
<p>O chamado preparo físico é necessário para diligências que muitas vezes exigem muito da capacidade atlética e concentração dos oficiais. Afinal, ainda que uma atividade operacional dure horas, a mente precisa se manter firme e atenta à sua missão.</p>
<p><strong>7. Eficiência</strong></p>
<p>“Ser policial é buscar a máxima eficiência em seu trabalho, e o conhecimento de Jiu-Jitsu é essencial para perseguir esse objetivo diário”, conclui Mildo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/7-licoes-de-jiu-jitsu-essenciais-para-ser-policial-no-brasil/">7 lições de Jiu-Jitsu essenciais para ser policial no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Os 13 porquês&#8221; de sua família buscar o Jiu-Jitsu como proteção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 21:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Pode ler sem medo que não há spoilers, amigo leitor, caso você esteja assistindo à série. Ao voltar do colégio, o personagem Clay Jensen recebe um pacote com fitas cassetes narradas por uma colega, nas quais ela conta em 13 gravações por que optou por tirar sua própria vida. O rapaz de 17 anos&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/os-13-porques-de-voce-e-seus-filhos-buscarem-o-jiu-jitsu-como-protecao/">“Os 13 porquês” de sua família buscar o Jiu-Jitsu como proteção</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203318" style="width: 1015px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203318" class="wp-image-203318" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/13-reasons-why-serie-Netflix-sobre-bullying.jpg" alt="13 reasons why serie Netflix sobre bullying" width="1005" height="697" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/13-reasons-why-serie-Netflix-sobre-bullying.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/13-reasons-why-serie-Netflix-sobre-bullying-300x208.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/13-reasons-why-serie-Netflix-sobre-bullying-768x533.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/13-reasons-why-serie-Netflix-sobre-bullying-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1005px) 100vw, 1005px" /><p id="caption-attachment-203318" class="wp-caption-text">&#8220;13 reasons why&#8221;: série tratou corajosamente o tema do bullying e das dificuldades dos jovens em se comunicar. Foto: Divulgação</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pode ler sem medo que não há spoilers, amigo leitor, caso você esteja assistindo à série.</p>
<p>Ao voltar do colégio, o personagem Clay Jensen recebe um pacote com fitas cassetes narradas por uma colega, nas quais ela conta em 13 gravações por que optou por tirar sua própria vida. O rapaz de 17 anos passa a ouvir tudo para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento. Essa é a sinopse do best-seller “Os 13 porquês” (“13 reasons why”), livro de Jay Asher de 2009 (Editora Ática) e que ganhou repercussão após se tornar uma badalada série exibida pela Netflix.</p>
<p>Na série, o espectador vai tomando bordoada atrás de bordoada, ao acompanhar como a personagem Hannah Baker enfrenta problemas sérios como violência sexual, bullyings e preconceitos, sem conseguir sinalizar para os pais, diretoria e amigos que está deprimida, a ponto de fazer uma besteira. Quem viu a primeira temporada e treina Jiu-Jitsu notou como a prática da arte marcial poderia minimizar as situações vividas pela menina Baker. Listamos aqui 13 benefícios da arte suave para adolescentes:</p>
<p>1. Amizades sadias – A trama menciona as dificuldades das personagens em fazer novos amigos ao mudar de colégio. Na academia de Jiu-Jitsu, os companheiros de treino viram irmãos para a vida toda, e com os mesmos interesses e hábitos saudáveis.</p>
<p>2. Comunicação – Timidez e dificuldade de expor os sentimentos são um lugar-comum entre adolescentes. O Jiu-Jitsu ajuda o jovem a ganhar confiança e perder seus medos, inclusive o receio de se comunicar com familiares.</p>
<p>3. Gosto pela vida – O constante aprendizado e os desafios vencidos a cada treino empolgam e fazem o jovem ansiar pelo dia de amanhã. O Jiu-Jitsu ensina que não há nada como um dia após o outro, e que a vida é uma sucessão de dias bons e ruins.</p>
<p>4. Hábitos benéficos – Treinar Jiu-Jitsu rotineiramente obriga o praticante a se alimentar direito, a dormir legal e a estar fisicamente bem. O jovem assim repudia naturalmente os hábitos prejudiciais, como dormir tarde, fazer besteira ou comer demais.</p>
<p>5. Respeito – Quem treina aprende a tratar bem os colegas e respeitar os professores, e passa a perceber que quem tem mais experiência tem sempre algo a ensinar.</p>
<p>6. Aconselhamento – Graças ao convívio na academia com instrutores e companheiros de treinos mais velhos, o adolescente ganha amigos mais maduros e experientes sempre prontos a dar um bom conselho ou compartilhar suas vivências.</p>
<p>7. Interação com os pais – A dificuldade dos diálogos com os pais, amplamente mostrada na trama, é minimizada com o Jiu-Jitsu. Principalmente quando os jovens e os pais treinam juntos, fato cada vez mais comum nas famílias.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=JebwYGn5Z3E</p>
<p>8. Mais diversão – A vida escolar pode se tornar maçante e tediosa. O Jiu-Jitsu oferece algumas horas de muita adrenalina e emoção, com direito a vitórias contra colegas bem mais pesados.</p>
<p>9. Autoconfiança – Quem treina perde peso rapidamente, se sente bem consigo mesmo e para de ligar para chateações dos colegas implicantes.</p>
<p>10. Encarando os problemas – O Jiu-Jitsu nos ensina a não deixar os problemas acumularem. Pintou uma dificuldade, a mão na gola está incomodando? É preciso resolver na hora ou você é finalizado. No Jiu-Jitsu como na vida, volta e meia não dá para “deixar para lá”.</p>
<p>11. Proteção contra estupro: nas primeiras aulas, qualquer menina ou menino aprende os benefícios da guarda e do jogo de pernas para se livrar de agressores.</p>
<p>12. Menos álcool: na vida escolar, é comum jovens buscarem quebrar o gelo em festas regadas a muita bebida e até drogas pesadas. Com o Jiu-Jitsu, aprendemos que não é preciso ficar doidão para fazer amigos – como já dito, construímos amizades sólidas nos tatames, para toda a vida.</p>
<p>13. Fim do bullying: como diz o professor Rener Gracie, saber Jiu-Jitsu é usar não o fogo contra fogo, mas a água contra o fogo. Não é preciso brigar com os valentões na escola para se impor. Basta uma conversa ou um olhar firme, e muitas vezes apenas uma camiseta escrita “Jiu-Jitsu”, para espantar os covardões.</p>
<p>* Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG, nas melhores bancas do Brasil. Para <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">assinar e ler mais, clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-13-porques-de-voce-e-seus-filhos-buscarem-o-jiu-jitsu-como-protecao/">“Os 13 porquês” de sua família buscar o Jiu-Jitsu como proteção</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu, o guarda-costas ideal para as mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 13:27:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda duvida da eficiência do Jiu-Jitsu para salvar a mulherada dos marmanjos abusados? Veja o vídeo a seguir.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda duvida da eficiência do Jiu-Jitsu para salvar a mulherada dos marmanjos abusados? Veja o vídeo a seguir.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/8HFsyBG95rg" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-o-guarda-costas-ideal-para-as-mulheres/">Jiu-Jitsu, o guarda-costas ideal para as mulheres</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Antes de Anderson Silva: lembre outras 5 contusões que marcaram o MMA</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 15:44:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como todo esporte de impacto, lesões são casos isolados, mas uma realidade. Até em modalidades mais brandas, como vôlei e tênis de mesa, as contusões mais sérias são raras, mas suscetíveis a ocorrer. A lesão de Anderson Silva, no UFC 168, chocou o mundo e colocou a reputação do esporte em cheque. Porém, outras lesões&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como todo esporte de impacto, lesões são casos isolados, mas uma realidade. Até em modalidades mais brandas, como vôlei e tênis de mesa, as contusões mais sérias são raras, mas suscetíveis a ocorrer. A lesão de Anderson Silva, no UFC 168, chocou o mundo e colocou a reputação do esporte em cheque.</p>
<p>Porém, outras lesões anteriores levantaram a mesma polêmica, sempre superada pela segurança e profissionalismo que o esporte proporciona para seus atletas, equipes e envolvidos no geral. GRACIEMAG mergulhou no baú e buscou outras contusões que marcaram a história do MMA. Veja:</p>
<p dir="ltr"><strong>1. Mauricio Shogun, durante luta com Mark Coleman no Pride 31</strong></p>
<p>O fenômeno Shogun enfrentava o veterano Mark Coleman. Não durou muito. Ao tentar escapar do embrace de Coleman, Mauricio caiu de mau jeito sobre seu braço, e quebrou pouco acima do cotovelo. Veja abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Mauricio Rua vs Mark Coleman(RefereeEye)" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/rfW6vFYll-s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p dir="ltr"><strong>2. Carlão Barreto, durante luta com Vladimir Matyushenko no Jungle Fight 4</strong></p>
<p>Nos primórdios do evento de Wallid Ismail, o hoje comentarista Carlão Barreto encarou o casca-grossa Vladimir Matyushenko. Carlão vinha melhor no combate, mas sofreu uma lesão repentina no joelho, e esta obrigou o combate a ser interrompido. Veja:</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=Xy3IV0dmR-A</p>
<p dir="ltr"><strong>3. Jon Jones, durante luta com Chael Sonnen no UFC</strong></p>
<p>Jones foi salvo por poucos segundos de perder o seu cinturão por conta de uma lesão no dedo. Ao pressionar Chael Sonnen no cage, Jon Jones torceu seu dedão do pé.</p>
<p>Jones venceu pouco antes do fim do primeiro assalto, mas era certo que o campeão não seria liberado para voltar ao segundo round. Que sorte, não?</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=2uZeY_PR47Q</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. José Aldo, durante luta contra Chan Sung Jung no UFC</strong></p>
<p>Como vimos na luta de Anderson, por vezes o ataque pode trair que o desfere num combate de MMA. Na luta em questão, José Aldo soltou um de seus poderosos chutes baixos e um deles acertou o joelho do Zumbi Coreano. O pé de Aldo logo inchou, mas o cinturão peso pena foi devidamente defendido.</p>
<p>O resultado da luta? Vitória de José Aldo por nocaute técnico&#8230; e um chute que deslocou o ombro do coreano.</p>
<div id="attachment_146030" style="width: 704px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/aldo-pe.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146030" class="size-full wp-image-146030" alt="O pé inchado de Aldo na luta com o Zumbi Coreano. Foto: UFC/Divulgação" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/aldo-pe.jpg" width="694" height="462" /></a><p id="caption-attachment-146030" class="wp-caption-text">O pé inchado de Aldo na luta com o Zumbi Coreano. Foto: UFC/Divulgação</p></div>
<p><strong>5. Mirko Cro Cop x Josh Barnett no Pride 28</strong></p>
<p>Uma lesão estranha ocorreu no Pride 28. Cro Cop e Barnett entraram no ringue para se degladiar, mas Barnett já havia pisado no cercado com o ombro lesionado. Após tentar finalizar sem força no braço, e ter passado alguns minutos segurando o peso da guarda do boxe, Barnett, ao tentar livrar o braço direito no solo, se apoiou no esquerdo e o ombro não resistiu. Veja:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Josh Barnett vs Mirko &quot;Cro Cop&quot; Filipovic [PRIDE 28 High Octane] 31.10.2004" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/houK5WNQ_1s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/antes-de-anderson-silva-lembre-outras-5-contusoes-que-marcaram-o-mma/">Antes de Anderson Silva: lembre outras 5 contusões que marcaram o MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em 2014, proteja as mulheres da sua vida com a simplicidade do Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Dec 2013 11:48:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" width="930" height="698" src="//www.youtube.com/embed/qGyW_-C4dRs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/em-2014-proteja-as-mulheres-da-sua-vida-com-a-simplicidade-do-jiu-jitsu/">Em 2014, proteja as mulheres da sua vida com a simplicidade do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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