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	<title>Rosângela Zanza | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:06:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235775" style="width: 1287px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235775" class="wp-image-235775 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg" alt="" width="1277" height="1024" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1.jpg 1277w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-300x241.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-1024x821.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-768x616.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/Paulinha-e-Pat-Lage-no-Mundial-1998-Foto-Lia-Caldas-1-150x120.jpg 150w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /><p id="caption-attachment-235775" class="wp-caption-text">Faixa-azul contra faixa-preta, no Mundial de 1998: pioneiras. Fotos: Lia Caldas/GRACIEMAG</p></div>
<p>Boa parte dos primeiros campeões mundiais no masculino se tornaram lendas. Helio &#8220;Soneca&#8221;, Royler Gracie, os Roberto Gordo e Roleta, Fabio Gurgel, Zé Mario Sperry, Libório e Amaury Bitetti, por exemplo.</p>
<p>Já no feminino, há diversas perguntas e informações que nem os mais curiosos fãs do Jiu-Jitsu são capazes de responder de cabeça.</p>
<p>Em que ano o Mundial começou a ter lutas entre mulheres?</p>
<p>Quem foram as primeiras guerreiras a competir no Mundial?</p>
<p>Quem foi a primeira vitoriosa?</p>
<p>Que atleta filha de um astro do futebol surgiu como um furacão nos tatames do Mundial?</p>
<p>Quantas foram as inscritas para o primeiro Mundial feminino?</p>
<p>Questões que um pesquisador de sorte, ao abrir seu arquivo de edições antigas de GRACIEMAg, começou a desvendar. Tudo graças a uma reportagem reveladora, escrita pela repórter, praticante e hoje professora de yoga Lia Caldas, em 1998.</p>
<p>No <a href="https://ibjjf.com/events/results" target="_blank" rel="noopener">portal da IBJJF</a>, as primeiras campeãs estão eternizadas. Foram apenas duas divisões no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998 – até e acima de 65kg, sem separação de faixas. E duas faixas-roxas foram as rainhas.</p>
<p>Thaís Ramos (equipe Brigadeiro) venceu o peso leve, em final contra a fera da Alliance <a href="https://www.graciemag.com/academias/daniela-genovesi-4/" target="_blank" rel="noopener">Dani Genovesi</a>; já o peso pesado ficou com Rosângela “Zanza” Conceição, aluna da Behring.</p>
<p>Mas são outras as pioneiras de fato em Mundiais. Um ano antes, uma americana e uma brasileira fizeram História com H grande.</p>
<p>Foram as duas atletas a pisar nos tatames do Campeonato Mundial, para a primeira luta feminina realizada no grande evento da IBJJF. Como informou Lia Caldas em GRACIEMAG, a luta inaugural ocorreu no Mundial de 1997.</p>
<p>A reportagem conta que, em 1997 o feminino não foi aberto, mas uma faixa-azul americana, que treinava com os irmãos Machado apareceu no evento disposta a lutar. Chama-se Kathy Brothers, e representava a Gracie Barra. A organização curtiu a ideia e planejou uma luta casada para o público. A adversária escolhida foi a estrela em ascensão Alessandra “Thiola” Oliveira, faixa-azul da Alliance. Sim, o Jiu-Jitsu feminino começou no Tijuca com um duelo Alliance x Gracie Barra.</p>
<p>A vitória, decidida pela arbitragem, foi para a americana.</p>
<p>A luta inaugural abriu caminho para as divisões femininas na edição de 1998. Foram 48 mulheres inscritas. O fato de faixas-pretas terem de enfrentar jovens faixas-azuis, registrou Lia, afastou algumas competidoras (faixas-marrons na maioria) que discordaram do formato. Já a emoção foi garantida: uma das lutas mais comentadas de todo o evento foi a vitória de Paulinha Gaspari, peso leve e faixa-azul da GB, em cima de Patricia Lage, faixa-preta e filha de mestre Roberto Lage.</p>
<p>E a primeira campeã mundial sairia dessa categoria. Gaspari perderia para Mariana Coelho, mas havia outras favoritas no páreo.</p>
<p>De faixa-marrom, Leka Vieira enfrentou a estrela em ascensão Janaína Ventura, filha do tricampeão de futebol Jairzinho, ídolo do Botafogo e da Seleção. A faixa-roxa Janaína, registra a matéria, foi melhor naquele dia e venceu por 7 a 0.</p>
<div id="attachment_226543" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226543" class="size-full wp-image-226543" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg" alt="" width="608" height="635" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial.jpg 608w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-287x300.jpg 287w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/Dani-Genovesi-Alliance-no-Mundial-144x150.jpg 144w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /><p id="caption-attachment-226543" class="wp-caption-text">Dani Genovesi no Mundial 2000: a lutadora da Alliance fez mestre Carlson perder aposta graúda. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>As lutas empolgaram tanto os fãs e professores que, lá pelas tantas, Carlson e Helio Soneca decidiram apostar cem reais numa disputa, precisamente na semifinal entre Dani Genovesi Paiva x Mariana Coelho. Dani venceu, para alegria de Gigi Paiva e equipe, Carlson perdeu a aposta e pagou na hora.</p>
<p>Em outra semifinal, a carioca radicada em Brasília Thaís Ramos seguiu voando abaixo do radar e eliminou Bianca Barreto. Na final até 65kg, ela passou pela favorita Dani e tornou-se a primeira campeã mundial feminina. Thaís, curiosamente, só conquistaria sua faixa-preta de Jiu-Jitsu em 2005.</p>
<p>No peso pesado, a americana pioneira Kathy, que então se dividia entre o curso de medicina e lutas de MMA, voltou ao Tijuca Tênis Clube em busca da consagração no Mundial 1998. Só que não deu para ela.</p>
<div id="attachment_235777" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235777" class="size-full wp-image-235777" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/RosangelaZanza2-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-235777" class="wp-caption-text">Zanza, condecorada no Jiu-Jitsu, judô e na greco-romana, virou até história em quadrinhos, no gibi &#8220;As aventuras de Zanza&#8221;.</p></div>
<p>Kathy começou bem, ao eliminar a hoje célebre professora Tatiana Tognini, então uma aguerrida faixa-azul da Alliance São Paulo. A americana, contudo, seria eliminada a seguir por uma embalada Zanza. A campeã peso pesado teve de fato uma campanha acachapante: venceu Kathy, Andreia Silva e, na final, encontrou-se com a outra pioneira, Alessandra Thiola, que lutava com uma torcida barulhenta, à la Fernando Tererê.</p>
<p>Zanza, experiente, não se intimidou e finalizou Alessandra Thiola na grande final, com uma chave de braço, foto que estampou as páginas de GRACIEMAG.</p>
<p>Rosângela “Zanza” Conceição não era uma campeã desconhecida. Em 1996, chegou a viajar para os Jogos de Atlanta, onde foi reserva de Edinanci nas Olimpíadas. Após o ouro mundial, migrou com sucesso para a luta greco-romana, onde medalharia no Pan 2007 (bronze até 72kg) e obteria a vaga para os Jogos de Pequim-2008. Na China, Zanza venceu sua primeira luta, contra a cazaque Olga Zhanibekova, mas perdeu em seguida.</p>
<p>A vice mundial Thiola acabou com um troféu e tanto de compensação: além da medalha de prata, desceu do pódio com sua novíssima faixa-roxa, entregue pelas mãos do professor Lelo. Já o sonho do ouro viria mais tarde, com o título peso médio do Mundial 1999.</p>
<p>Após o sucesso do primeiro evento, a IBJJF abriria em 1999 mais categorias de peso e separaria as faixas-azuis das lutadoras mais experientes, que se enfrentariam na divisão de roxas, marrons e pretas.</p>
<p>A primeira campeã absoluta, porém, seria conhecida somente no Mundial de 2007 – honraria conquistada por Michelle Nicolini, da Brasa, vitoriosa na final contra a peso pesado Luciana “Luka” Dias, da Gracie Humaitá.</p>
<p>E você, lembra alguma boa história dos primórdios do Mundial de Jiu-Jitsu? Comente conosco.</p>
<div id="attachment_235779" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235779" class="size-full wp-image-235779" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/12/zanza-conceicao-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-235779" class="wp-caption-text">Zanza engatilha a finalização contra Alessandra Thiola, no Mundial de Jiu-Jitsu de 1998. Fotos: Lia Caldas</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-quase-desconhecidas-pioneiras-do-mundial-de-jiu-jitsu-feminino-da-ibjjf/">História: As quase desconhecidas pioneiras do Mundial de Jiu-Jitsu feminino</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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