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	<title>Rodrigo Boroski | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Rodrigo Boroski | Graciemag</title>
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		<title>Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Quando o aluno entra na minha escola de Jiu-Jitsu, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir", diz o professor Rodrigo Boroski, na Irlanda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246307" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg" alt="" width="650" height="986" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-675x1024.jpeg 675w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-198x300.jpeg 198w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-768x1165.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-1012x1536.jpeg 1012w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda-99x150.jpeg 99w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-BJJ-Irlanda.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Professor da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu,</a> nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> tem arquitetado mudanças em sua tradicional equipe na Irlanda. O estudioso faixa-preta, que não perde um podcast sobre Jiu-Jitsu, teve uma epifania outro dia, ao assistir a uma entrevista com Pedro Valente. Confira o que o professor aprendeu. Oss!</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Como andam os planos para a escola na Irlanda, Rodrigo?</strong></p>
<p><em><strong>RODRIGO BOROSKI:</strong></em> Eu vejo minha equipe retornando às origens do Jiu-Jitsu. Após uma caminhada bem sucedida nas competições – fomos para as cabeças no ranking e fiz o primeiro representante da Irlanda campeão do mundo – decidi investir mais na defesa pessoal.</p>
<p><strong>O que motivou você a optar por esse caminho?</strong></p>
<p>Creio que foram os podcasts. Eu vejo muitos, e assisti a um que me chamou atenção, com os irmãos Valentes. A escola deles é voltada para o Jiu-Jitsu Gracie, para a defesa em situações reais. Isso mexeu comigo pois essa base é a que aprendi, e o que sempre quis incutir nos jovens alunos. Quero transformar meninos e meninas em pessoas sem medo de sair na rua.</p>
<p><strong>E o que mais influenciou na sua decisão?</strong></p>
<p>Eu vi também outro episódio, com mestre Rorion Gracie. O filho mais velho de grande mestre Helio lembrou que o Jiu-Jitsu deve servir tanto para a criança quanto o idoso. A luz, talvez, tenha vindo de outras entrevistas. Quando li o Rodolfo Vieira e o Marcus Buchecha dizendo que a pior dificuldade que eles notaram na transição para o UFC foi absorver os chutes e socos. Aquilo me fez pensar. Sempre aprendi nos tatames sobre o poder do famoso treino de taparia, o recurso do pisão e tantas liçõs fundamentais. Vi que era hora de voltar às origens.</p>
<p><strong>Você já sentiu na pele como o Jiu-Jitsu salva?</strong></p>
<p>Outro dia, vi um aluno meu da turma infantil voltar da escola e contar que levou um sopapo, e não soube como reagir. Logo depois, eu mesmo fui atacado num supermercado na Irlanda, mesmo com meu tamanho e essa cara de mau (risos). Foi a gota d&#8217;água. Percebi que eu precisava deixar de lado as técnicas mais esportivas e voltar a ensinar o que realmente é o Jiu-Jitsu fundamental.</p>
<p><strong>Comercialmente, isso é bom?</strong></p>
<p>Convivo com uma doença há tempos, e os diversos tratamentos contra o câncer me ensinaram que nem tudo deve girar em torno de dinheiro e clientes. Sempre tentei abraçar as duas esferas, num meio-termo entre as aulas de defesa pessoal e as de competição. Mas talvez o meio-termo não seja eficaz. Me senti um professor morno. E lembrei de uma carta de São Paulo, em que é dito que &#8220;Deus cospe o morno da boca&#8221;. Eu nunca fui morno na minha vida, e nem quero ser. Quero me dedicar 100% a proteger meus jovens alunos e os cidadãos que necessitam de um suporte.</p>
<p><strong>Qual será a maior diferença agora nas aulas?</strong></p>
<p>Creio que o competidor se coloca em posições onde ele não precisa se preocupar se vai levar chutes, socos ou mordidas. Ele treina segundo regras cristalinas. Já na defesa pessoal a base é diferente, o posicionamento do corpo seja na guarda ou na passagem é completamente diferente. Afinal, a qualquer momento ele pode tomar até uma cabeçada, vir um segundo agressor, cair na calçada, machucar o joelho no chão&#8230;</p>
<p><strong>Acha que a defesa pessoal também evoluiu dos tempos de mestre Helio Gracie para cá?</strong></p>
<p>Acho que muitos professores não aprenderam e não sabem como ensinar técnicas eficientes. E isso está tirando a eficiência da nossa arte, como aconteceu com outas artes marciais. Um exemplo disso é o karatê. A arte ensinada hoje não é a mesma que o Lyoto Machida aprendeu e usava no UFC, certo? Acredito piamente que um atleta que sabe se defender, a partir de quedas variadas, bloqueio de socos e fugas de quadril, vai precisar apenas de pequenos ajustes para entrar em campeonatos. E o contrário acontece: o bom competidor que quiser aprender a defesa depois de velho pode não dominar o básico.</p>
<p><strong>Acha que os alunos e parentes vão curtir esse retorno às origens?</strong></p>
<p>Quando o aluno entra na minha escola, a primeira coisa que pergunto é: Por que você está aqui? Alguns dizem que querem fazer uma atividade física divertida. Mas 99% quer aprender a se defender. E 0% me fala: quero ser lutador profissional. Isso parte da instituição de ensino, professores muitas vezes forçam os alunos a competir.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-246308" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-768x768.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda-1536x1536.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/Boroski-defesa-pessoal-BJJ-Irlanda.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-rodrigo-boroski-volta-as-origens-na-irlanda/">Professor Rodrigo Boroski de volta às origens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Article]]></category>
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		<category><![CDATA[Cork]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seus alunos vão competir? Confira os 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_245994" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-245994" class="size-large wp-image-245994" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg" alt="" width="650" height="882" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-755x1024.jpeg 755w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-221x300.jpeg 221w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-768x1041.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-1133x1536.jpeg 1133w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147-111x150.jpeg 111w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3bb98dc6-5dcb-494c-be48-636150ce3147.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-245994" class="wp-caption-text">Rodrigo Boroski, em foto de Gabriel Super8</p></div>
<p style="text-align: left;">Campeão e entusiasta das competições infantis de Jiu-Jitsu, o professor Rodrigo Boroski costumar fazer uso de um mantra, repetido sempre que suas aluninhas e aluninhos vão disputar um torneio grande ou pequeno na Irlanda, onde ele ensina:</p>
<p>–&nbsp;O professor de vocês aqui não liga se vocês vencerem ou forem derrotados, tá? Eu só quero que vocês façam o melhor que puderem, e o principal: divirtam-se e lutem felizes.</p>
<p>O maior receio do faixa-preta, radicado há 13 anos em Cork, segunda maior cidade irlandesa, é ver as crianças desperdiçarem a infância, época mágica para qualquer ser humano.</p>
<p>“Todo professor já viu isto. Se a criançada se sentir pressionada desde muito cedo, quando chegarem aos 16 anos não terão a menor alegria naquilo, e vão abandonar o esporte para fugir dessa cobrança desmedida&#8221;, explica Boroski. &#8220;Há crianças que começam conosco aos 4 anos. Hoje, vejo em campeonatos aqui e no Brasil um pequeno pelotão de alunos que só pensam na medalha. Alguns fazem até dieta para bater o peso na balança. Sou contra essa superprofissionalização precoce”, analisa o faixa-preta.</p>
<p>A pedido da equipe do GRACIEMAG.com, o professor destacou cinco pontos de reflexão, úteis para quem pensa em inscrever pequenos e pequenas nos muitos campeonatos infantis que têm feito sucesso, no Brasil ou na Europa. Confira!</p>
<p><strong>1. Cuidado com a pressão por resultados</strong>, seja dos parentes em casa ou na academia. A criança, se sentir que aquilo perdeu o lado lúdico e divertido, pode na primeira oportunidade optar pelo futebol ou outra atividade praticada por seus amigos, e abandonar os tatames para nunca mais.</p>
<p><strong>2. Fique alerta para não diminuir os treinos de defesa pessoal nos treinos</strong> para a garotada. Por vezes, a criançada que começa a se destacar nas competições passa a desejar se aprofundar mais e mais nas técnicas observadas nos campeonatos, como guardas de lapela. É vital que o professor equilibre isso nos treinos, e reforce entre pais e alunos a importância da defesa pessoal e das técnicas clássicas em pé, vitais para o desenvolvimento, o equilíbrio psicológico e a autoconfiança entre os pequenos. Na Irlanda, por exemplo, há muitos jovens praticantes de boxe, e eu diariamente preciso blindar meus alunos contra o bullying e agressões de gente capaz de socar e chutar.</p>
<p><strong>3. Cuidado com as pressões do mercado.</strong> Há professores que pensam na competição apenas como forma de dar visibilidade ao seu trabalho, atrair mais pais e alunos e reter os jovens na academia por mais tempo. Toda vez que fazemos algo apenas pelo retorno financeiro, estamos perdendo nossa essência. O professor precisa, antes de tudo, entender se a criança gosta e quer estar no campeonato. E se a turma tem aptidão para competir. O que vem em primeiro lugar é a felicidade dos alunos e alunas.</p>
<p><strong>4. Antecipe os avisos aos atletas, e aos pais.</strong> Eu gosto particularmente de, dois meses antes de uma competição, informar a turma e perguntar se alguém quer ir. Anoto quem pediu para ir e quem não quis. Então vou até os pais e converso. Um mês antes eu reforço o anúncio dos campeonatos e ajudo a prepará-los melhor, e assim dá tudo certo. Não tem pressão, eles vão com vontade e convicção, e eles chegam lá tranquilos e prontos para se divertir, de cabeça erguida seja qual for o desfecho.</p>
<p><strong>5. Valorize, antes das medalhas e troféus, o desenvolvimento pessoal da criança.</strong> Se ela está melhorando na escola, ou demonstrando postura na rua e educação em casa, isso vale mais do que dez ouros num torneio. Afinal, o Jiu-Jitsu é eficiência e autoconfiança sempre em primeiro lugar. Oss!</p>
<p>Para saber mais, siga <a href="http://<a href="https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/reel/DWO32cBDhZ-/?igsh=Yjh1cG9vM21ydWlk</a>&#8221; rel=&#8221;noopener&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;>Rodrigo Boroski no Instagram, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/seus-alunos-vao-competir-confira-os-5-alertas-do-professor-de-jiu-jitsu-rodrigo-boroski/">Seus alunos vão competir? Confira 5 alertas do professor Rodrigo Boroski</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:59:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[dez anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da escola Riders Jiu-Jitsu), nosso ilustríssimo GMI Rodrigo Boroski encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245563" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg" alt="" width="750" height="575" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-300x230.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1024x784.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-768x588.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-1536x1175.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-2048x1567.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/2-1-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em>Mesmo com a agenda cheia de compromissos (principalmente por conta dos preparativos para a cerimônia de graduação de fim de ano da <a href="https://www.instagram.com/riders_bjj?igsh=MTZnZzk1ZmxtZ25jZw==">escola Riders Jiu-Jitsu</a>), nosso ilustríssimo GMI <a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">Rodrigo Boroski</a> encontrou tempo para conversar com a equipe da GRACIEMAG a respeito dos dez anos de sucesso de sua escuderia, uma das principais referências do BJJ na Irlanda. “É uma data muito simbólica para mim, estou bastante emocionado. Para percorrer uma década vivendo de Jiu-Jitsu é necessário ter persistente, muita persistência! No começo recebemos mais ‘não’ do que ‘sim’, mas com humildade, paciência, e acreditando sempre no próprio sonho nós podemos realizar as nossas metas.” Confira a seguir a entrevista completa com o faixa-preta Rodrigo Boroski, amigo leitor! Oss!</em></p>
<p><strong>Dez anos de escola! Quais foram as principais lições que você aprendeu ao longo da trajetória?<br />
<a href="https://www.instagram.com/rboroski17?igsh=dDN6czIxNjJoYTZq">RODRIGO BOROSKI:</a></strong> Escutar mais e falar menos! Sempre achei que liderar uma equipe era motivar, falar, disciplinar, mas com o passar de todos esses anos venho aprendendo e refletindo que escutar mais é a forma mais saudável de liderança. Escutar mais faz com que eu seja um líder melhor dando aquilo que meu aluno realmente precisa.</p>
<p><strong>E do ponto de vista técnico? Algo novo se revelou para você nesses dez anos? Alguma coisa em que você acreditava tecnicamente no início mas hoje percebe que não faz tanto sentido&#8230;</strong><br />
A Riders foi a primeira escola da Irlanda a formar um campeão mundial representando a Irlanda, no World Pro. Eu achava que treinos puxados fisicamente eram os mais indicados sempre, mas agora eu foco mais nas posições, no estudo dos ajustes, na parte técnica com mais precisão. Nossa escola focou mais no “Jiu-Jitsu raiz”, pensando em defesa pessoal e não tanto em competição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245564" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg" alt="" width="740" height="555" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/3-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><strong>Por falar em defesa pessoal, outro dia você se envolveu numa situação de defesa pessoal na Irlanda. Ou seja, testou a técnica e a mentalidade do Jiu-Jitsu em campo real. O que você enxergou nesse episódio?</strong><br />
Que não é necessário agredir o adversário, apenas controlar a situação. Temos que lembrar que o Jiu-Jitsu nos dá ferramentas que muita pessoas não têm, temos que ter domínio sobre a situação e sobre nossas emoções. O fato de meu agressor ter tido uma atitude covarde agredindo uma pessoa que estava trabalhando, um senhor de aproximadamente 60 anos, temos que pensar que aquele agressor pode ter tido um dia muito difícil, e acabou perdendo a civilidade. Pode ser um pai de família que num momento difícil não soube controlar suas emoções, isso não o faz uma pessoa ruim, e o Jiu-Jitsu me ensinou a controlar a agressividade, controlar a situação e seguir sem machucar ninguém.</p>
<p><strong>O vídeo desse embate viralizou nas redes sociais… </strong><br />
Sim, como você pode ver no vídeo, eu estava de mochila, em um mercado, podendo ter pais ali, mulheres, crianças… Toda a luta é muito marginalizada, a grande maioria vê praticantes de artes marciais como possíveis descontrolados e agressores, eu poderia ter machucado ele seriamente ainda mais com o armlock encaixado… Aliás, fiz exatamente o que faço nas competições: triângulo para o armlock. Eu apenas falava para ele, “pare porque eu não quero te machucar.” Isso traz segurança para quem está vendo, e represento o Jiu-Jitsu, algo que foi desenvolvido para defender e não atacar, não sinto orgulho do que aconteceu, mas também mostra a todos que é necessário saber se defender. Nunca sabemos quando e onde precisamos usar o que sabemos. Principalmente as mulheres.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245565" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg" alt="" width="746" height="535" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-300x215.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1024x733.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-1536x1099.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-2048x1465.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/4-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p><strong>E os próximos dez anos, Mestrão? Quais são as suas expectativas pra escola e para o Jiu-Jitsu na Irlanda?</strong><br />
Com tudo que já passei na minha vida, não planejo mais o meu futuro, eu planejo o meu dia. Há um trecho na Bíblia… Mateus 6:34… Gosto muito dessa passagem: &#8220;Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal… Observem os pássaros. Eles não plantam nem colhem, nem guardam alimento em celeiros, pois seu Pai celestial os alimenta.&#8221;<br />
<strong><br />
Quais dicas você daria a quem deseja sair do Brasil para viver do Jiu-Jitsu no exterior?</strong><br />
Primeiramente aprenda inglês, isso abre não só as portas para o Jiu-Jitsu, mas para um mundo novo. Segundo: esteja preparado pois vai ser difícil, mudar de país é uma nova cultura, uma nova língua, vai sentir saudades do que antes não dava tanto valor como o feijão com arroz, o almoço em família… E, principalmente: seja persistente! No começo receberá mais “não” do que “sim”, mas com humildade e acreditando no próprio sonho (com bastante paciência para os dias difíceis) você vai conquistar o que sonha!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-245566" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg" alt="" width="793" height="680" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-300x257.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-1024x878.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-768x658.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1-150x129.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2025/11/1-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-comemora-os-10-anos-da-riders-jiu-jitsu-na-irlanda/">Rodrigo Boroski comemora os 10 anos da Riders Jiu-Jitsu, na Irlanda</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:02:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235222" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235222" class="size-full wp-image-235222" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg" alt="" width="1284" height="1275" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-1024x1017.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.36-768x763.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235222" class="wp-caption-text">Rodrigo exibe suas medalhas. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Em meio a treinos de competição e horas de preparação física, é fácil para um atleta deixar a essência do Jiu-Jitsu em segundo plano, focando apenas nos resultados e medalhas que disputará em seu próximo evento. Ciente do prejuízo que tal mentalidade representa para um praticante da arte suave, nosso GMI Rodrigo Boroski prepara seus alunos e reforça que a vitória não é um objetivo, mas sim consequência de um trabalho bem feito nos tatames.</p>
<p>Com uma história incrível de superação, Rodrigo papeou com GRACIEMAG para contar sobre a empreitada de formar novos campeões, além de falar sobre seu duelo contra um câncer e como o mesmo influenciou seu método de ensino. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RODRIGO BOROSKI: Aos 14 anos, estudava em um colégio militar que era ligado à universidade Gama Filho. Por conta disso, eu tinha muitos amigos que já praticavam Jiu-Jitsu e não demorou para que o professor me convidasse para conhecer o esporte. Nessa época, eu já era faixa-roxa de judô, esporte que praticava desde os 4 anos de idade, então no meu primeiro rola consegui dar uma boa queda no meu adversário. O problema é que esse adversário era um faixa-amarela, ou seja, levei uma surra no chão (risos). Me interessei pelo Jiu-Jitsu, mas no mesmo ano descobri que estava com câncer e fiquei tratando até os 17 anos. No fim do tratamento, decidi treinar Jiu-Jitsu e me matriculei na Chute Boxe, onde tive a oportunidade de treinar com grandes nomes como Anderson Silva, Murilo Ninja e Kazushi Sakuraba.</p>
<div id="attachment_235226" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235226" class="size-full wp-image-235226" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg" alt="" width="1284" height="1271" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-300x297.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-1024x1014.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-768x760.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235226" class="wp-caption-text">&#8220;A vida não é sobre a espera pelo fim de tempestade, mas sim o aprendizado de como dançar na chuva&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Sempre gostei de competir, mas como o Jiu-Jitsu não era tão difundido nessa época, lutava em campeonatos regionais. Lutei muito nos campeonatos paranaenses, que era filiados a CBJJ, e visitava outros municípios para participar de outras competições. Apesar de sempre estar no pódio desses eventos, ainda tinha limitações por conta do câncer e dos medicamentos que eu precisava tomar, então eu não consegui evoluir muito como atleta. Apesar disso, o meu amor pela arte suave nunca diminuiu.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior aprendizado ao ser graduado como faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a minha faixa-preta em 2013 e em um momento difícil. Pouco antes de ser graduado, meu câncer voltou e os médicos me deram uma previsão de apenas treze meses de vida. Após um tratamento experimental com células-tronco, eu fiquei um tempo fazendo tratamentos para combater o câncer. Apesar desse problema, só faltava os treinos caso estivesse internado ou fazendo quimioterapia. Não conseguia fazer sparring por conta do mal estar proveniente dos tratamentos, mas essa situação ampliou a minha visão do que é ser um faixa-preta. A faixa não vem apenas porque você é um bom atleta, o que realmente é importante é a sua dedicação à arte marcial.</p>
<p><strong>Apesar das limitações, você não se deixou abalar e seguiu seu caminho na arte suave. Como o ensino modificou a sua percepção do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Posso dizer que tenho mais talento para ser professor do que atleta. Apesar do meu empenho, jamais pude me dedicar da forma que gostaria às competições. No entanto, não deixei de continuar treinando e aprendendo, mesmo quando o câncer voltou. Os conhecimentos que eu absorvi através desses anos me ajudaram a desenvolver uma análise crítica e focada. Sempre me voltei mais para a defesa pessoal, tendo em vista que ela exige menos do corpo, e frequentei seminários de grandes nomes do esporte, como Renzo Gracie, Fabio Gurgel e André Galvão. Além disso, tive a oportunidade de treinar por quinze dias com o grande mestre Hélio Gracie. Busquei todo esse conhecimento porque sabia que eu não teria uma carreira bem-sucedida como atleta, então estava focado em ensinar bem os meus alunos. Por conta disso, pude me tornar o primeiro professor na Irlanda com um atleta local que foi campeão mundial.</p>
<div id="attachment_235230" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235230" class="size-full wp-image-235230" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg" alt="" width="1284" height="1268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-1024x1011.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-768x758.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.34-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235230" class="wp-caption-text">Rodrigo junto a uma de suas alunas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Meus professores sempre me disseram que eu não tinha nada a provar pra ninguém, que era um vencedor por natureza e que deveria me divertir nas competições. Sempre passo esse mesmo ensinamento para os meus alunos, que a prioridade é estar feliz, o resultado é apenas uma consequência. Não me importo que meus alunos percam desde que eles deem o melhor deles. Medalhas vem e vão, mas o campeão de hoje pode ser esquecido amanhã. A verdadeira vitória é mostrar o seu melhor desempenho, algo que te faça feliz e que contribua para sua evolução como ser humano.</p>
<p><strong>Você mencionou a sua preferência pelos treinos de defesa pessoal na sua época de aluno. Hoje, como professor, esse gosto é algo que influencia o seu ensino?</strong></p>
<p>Eu sou um professor à moda antiga, ou seja, prezo muito pela defesa pessoal. Todos os meus alunos sabem se defender de socos, chutes e puxões de cabelo. A ideia é que se você consegue se defender na rua, uma competição não será nada assustador, tendo em vista que temos regras. Mas, acima de tudo, valorizo o trabalho de base. Não importa quanto o Jiu-Jitsu evolua ou se modernize, uma base sólida faz a diferença no currículo de um competidor.</p>
<p><strong> Apesar da importância do treino e do preparo físico, o lado psicológico do atleta pode ser um divisor de águas em um duelo. Como blindar seus alunos para as pressões de um campeonato?</strong></p>
<p>Mantenho uma disciplina muito rígida nos tatames. É uma reclamação recorrente dos meus alunos, mas eu não comemoro as vitórias ou sofro pelas derrotas. É importante que eles lembrem que o resultado da luta é uma consequência, um reflexo de um trabalho que você executou bem ou mal. Além disso, eu busco alimentar em cada um deles o instinto de coletividade, de que as vitórias e derrotas não são individuais, mas sim da equipe. Se eu tenho um aluno que é campeão, o mérito é de toda a equipe que treinou com ele e o acompanhou no campeonato. Ninguém vence sozinho ou perde sozinho.</p>
<div id="attachment_235228" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235228" class="size-full wp-image-235228" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg" alt="" width="1284" height="1264" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24.jpeg 1284w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-300x295.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-1024x1008.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-768x756.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-22-at-12.45.24-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><p id="caption-attachment-235228" class="wp-caption-text">No pódio do Dublin Open 2018. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Ao meu ver, não há uma receita para o sucesso. O caminho para ser bem-sucedido, tanto dentro quanto fora do Jiu-Jitsu, é o trabalho duro e, principalmente, a disposição para nunca desistir. Independentemente da habilidade do seu oponente ou de como a luta está progredindo, você não pode se entregar. Se eu tivesse desistido na minha luta contra o câncer, hoje estaria morto. Procuro sempre firmar isso com os meus alunos, especialmente quando eles reclamam que estão cansados. Quanto mais cansado estiver, mais você vai favorecer a técnica ao invés da força e isso é o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Estabelecido como um professor de sucesso na Irlanda, quais são os planos para seu futuro no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Além de continuar guiando e ensinando meus alunos, estou ganhando peso e me preparando fisicamente para voltar a competir. Devido aos meus altos e baixos com o câncer, nunca me senti tão forte quanto estou agora e pretendo aproveitar isso. Minha meta é participar do Campeonato Europeu e do Mundial no ano que vem.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-boroski-e-a-recompensa-do-trabalho-duro-no-jiu-jitsu/">Rodrigo Boroski e a recompensa do trabalho duro no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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