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	<title>Ricardo Libório | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Ricardo Libório | Graciemag</title>
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		<title>Libório se prepara para receber faixa-coral das mãos de Rosado, em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 15:41:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro campeão mundial dos superpesados (1996), professor Ricardo Libório prepara-se para receber os amigos numa tarde que promete ser marcante para os alunos da equipe Carlson Gracie. O aluno prodígio de Carlson está nos preparativos finais para sua festa de graduação a faixa-coral, no Rio de Janeiro, dia 17 de março. Para amarrar a nova&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239458" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-239458" class="wp-image-239458 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12.jpeg" alt="Ricardo Libório ao lado de grande mestre Carlson Gracie. Foto: Reprodução" width="482" height="321" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12.jpeg 482w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-23-at-09.28.12-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 482px) 100vw, 482px" /><p id="caption-attachment-239458" class="wp-caption-text">Ricardo Libório ao lado de grande mestre Carlson Gracie. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Primeiro campeão mundial dos superpesados (1996), professor Ricardo Libório prepara-se para receber os amigos numa tarde que promete ser marcante para os alunos da equipe Carlson Gracie.</p>
<p>O aluno prodígio de Carlson está nos preparativos finais para sua festa de graduação a faixa-coral, no Rio de Janeiro, dia 17 de março.</p>
<p>Para amarrar a nova faixa, Libório convidou o velho amigo e ídolo <a href="https://www.rosadojiujitsu.com.br/" rel="noopener" target="_blank">Carlos Rosado</a>; o mestre faixa-vermelha de Carlson foi quem conveceu o jovem Libório a começar a treinar, no início dos anos 1980.</p>
<p>Para participar da festa e do aulão gratuito de Libório com seus convidados é simples: <a href="https://linktr.ee/liboriobjj?fbclid=PAAaYZtb12CHlQ69a25jsEMPB2aQxrK3-1Xw22F2gzyYOYPjdXonZ-9U8cZ1o_aem_AYuqvQvm2LTQMdwGAM-MjU-cmJQPqNjF4pqP1FhDqN6tsOMxSg8csrDqNPo4Q3ki1sg" target="_blank" rel="noopener">basta clicar no link de inscrição do evento, aqui.</a></p>
<p>Em contrapartida para a comunidade da arte suave, o novo mestre e sua equipe vão arrecadar kimonos antigos, calças que ficaram pequenas e faixas que você não usa mais, para alegria de variados projetos sociais e da criançada que quer começar a treinar. Registrem-se para fazer parte desta festa, a ser realizada na AABB na Lagoa.</p>
<p>Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/liborio-se-prepara-para-receber-faixa-coral-das-maos-de-rosado-em-marco/">Libório se prepara para receber faixa-coral das mãos de Rosado, em março</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Libório: “O Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta na sua vida”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 00:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BJJ]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-234665" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-e-filha-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Do baú de GRACIEMAG: </em></strong></p>
<p><strong><em>Após um knock-down da vida, professor Ricardo Libório explicou para nossa equipe como o Jiu-Jitsu o ajudou a voltar a sorrir, ao ensinar alunos cegos a lutar.</em></strong></p>
<p><strong>[ Por Ricardo Libório * ]</strong></p>
<p>Lembro até hoje do meu início no Jiu-Jitsu, ali pelo começo da década de 1980. Eu era um novato na equipe Carlson Gracie em Copacabana, e testemunhei vários caras de outras modalidades aparecerem na academia para testar o que era “aquele tal de Jiu-Jitsu”.</p>
<p>Eram lutadores de karatê na maioria.</p>
<p>Apareciam para um primeiro treino, um “confere” mesmo, e Carlson escalava sempre um de nós, novatos ainda, para dar conta do recado: uma hora ia o Murilo Bustamante, ou então eu, ou o Wallid, entre outros daquele monte de cascas-grossas novatos.</p>
<p>Os recém-chegados de fato não sabiam nada de chão, e eram desafios que nos faziam sentir na pele do que o Jiu-Jitsu era capaz, contra aqueles atletas bons de porrada em pé. A gente só botava para baixo e finalizava. Eram as preliminares do vale-tudo. E valia tudo mesmo.</p>
<p>Mais experiente, em 1996, lutei o primeiro Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF como faixa-preta, e tive a honra de vencer, nos lendários tatames do Tijuca Tênis Clube, a primeira medalha de ouro da categoria superpesado, a divisão de grandalhões de 100kg como os hoje consagrados Roger Gracie, Zé Mario, Bernardo Faria. Eu tinha cerca de 85kg.</p>
<p>E vocês sabem o que aprendi, após mais de 35 anos de Jiu-Jitsu? Que, muito mais do que vitórias inesquecíveis, o Jiu Jitsu nos ensina a perder. Sim, a perder.</p>
<p>Não estou falando em perder e gostar, em aceitar a derrota.</p>
<p>Você sempre tem de ir à luta com a intenção máxima de ganhar. Mas você precisa entender que pode perder, que pode batucar, e saber administrar o amargor da derrota.</p>
<p>O negócio é treinar pensando em superar o outro e, claro, se divertir um pouco. A lição é: treine duro, entenda o valor do sacrifício e supere as derrotas. E o principal: aprenda a adaptar essa filosofia para a sua própria vida fora da academia, pois só assim ela vai ficar um pouco mais fácil.</p>
<p><iframe title="Ricardo Liborio 1996 world jiu jitsu" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/ThpYSwLLAEk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uns anos, houve um acontecimento que caiu como um meteoro na minha vida, um drama que ocorreu com a minha filha.</p>
<p>Precisei diminuir meu ritmo de viagens por conta disso, para cuidar dela. Olha, isso é uma das coisas pelas quais sou mais grato ao Carlson Gracie. Porque se eu não tivesse treinado Jiu-Jitsu com ele a vida toda, não escutasse ele falando no meu ouvido até hoje coisas como “Vamos lá, meu irmão! Segue em frente! Não desiste!”&#8230; Bem, eu talvez não tivesse segurado a barra do jeito que segurei.</p>
<p>A vida nos dá muita porrada, mas a filosofia de vida do Jiu-Jitsu, aliada ao fortalecimento do caráter, da integridade e honra, nos fazem continuar caminhando. Só sentar e começar a chorar não resolve.</p>
<p>No Jiu-Jitsu, a gente aprende a cada treino que é normal perder, e que se você perder e não desistir você ganha lá na frente. É só não desistir!</p>
<p>O que aconteceu foi que, quando era pequena, a minha filha ficou cega.</p>
<p>Foi uma porrada que entrou de repente, de uma vez só.</p>
<p>Quando minha filhota, Bella Libório, tinha apenas 1 ano e meio, os médicos começaram a suspeitar que havia algo errado em sua parte neurológica.</p>
<p>O motivo foi uma má formação: a parte mole do topo da cabeça dela havia fechado antes da hora. Com isso, o seu cérebro começou a crescer mas não havia espaço, o que comprimiu seu nervo ótico e causou sua cegueira.</p>
<p>Sabe o que é um professor de Jiu-Jitsu ficar sem chão? Foi o que ocorreu com a gente em casa.</p>
<p>Mas jamais me entreguei, apesar da dor – graças ao que aprendi com o Jiu-Jitsu e com Carlson, que sempre foi nossa grande inspiração, o grande herói de todos nós. Basta ver o número de discípulos que resolveram dedicar a vida exclusivamente ao esporte. Foi um grande mestre, em todos os sentidos.</p>
<p>Lembro dele dando uma dura na gente: <strong><em>“Parou de vir treinar porque bateu, meu filho?! Que homem tu és??”</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu no fim das contas foi me ensinando aos poucos que você pode pegar uma coisa muito ruim e torná-la uma coisa ao menos positiva. A única atitude que você não pode ter é desistir.</p>
<div id="attachment_234667" style="width: 1034px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234667" class="wp-image-234667 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Liborio-filha-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-234667" class="wp-caption-text">Fotos: Mayra de Paula especial para GRACIEMAG</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe a vida tomar seu curso e acredite num poder superior.</p>
<p>Foi o que aconteceu comigo a partir disso tudo. Tive contato com instituições que ajudam os cegos aqui nos EUA, e começamos a incentivar jovens cegos a treinar Jiu-Jitsu conosco na Flórida.</p>
<p>Passamos, então, a programar todo ano camps de verão para treinos de Jiu-Jitsu e outras artes marciais com mais de 15 crianças cegas. Num campeonato estadual por aqui, inscrevemos três garotos cegos. E dois deles foram campeões.</p>
<p>O Felipe e o George, inclusive, finalizaram competidores que enxergam e ganharam a faixa-azul. Isso é mais do que gratificante. Foi quando enfim compreendi que o Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta a muita gente.</p>
<p><strong><em>Após todo esse obstáculo na vida de minha família, percebemos que no fim das contas começamos a melhorar a vida de muitos outros jovens com problemas parecidos.</em></strong> Logo oferecemos Jiu-Jitsu, judô e grappling para jovens com deficiência visual aqui na Flórida.</p>
<p>Sabemos que, por ser cega, a Bella, que está com 11 anos, certamente vai sofrer bullying, o que aliás já aconteceu. Graças ao Jiu-Jitsu, porém, tenho total confiança de que ela poderá se defender naturalmente desse tipo de agressão, o que me deixa mais sereno.</p>
<p><em><strong>Não vejo nenhum esporte mais perfeito para deficientes visuais do que o Jiu-Jitsu, com e sem kimono.</strong></em> Uma das razões: graças à necessidade do contato e da pegada o tempo todo, você não precisa da visão para praticá-los.</p>
<p>Claro que ensinar um deficiente visual não é simples – o professor não deve esperar que os alunos vão entender tudo só ouvindo, mas imagine o quão fácil é para um deficiente visual lutar, sentindo o equilíbrio no chão e segurando no oponente o tempo todo.</p>
<p>Depois do que houve com a Bella, mudamos todos. Literalmente: deixamos Coconut Creek, também na Flórida, e fomos morar em Orlando, onde a educação para crianças cegas é uma das melhores e mais respeitadas dos EUA, e consequentemente do mundo.</p>
<p>Após a mudança de lar, dei outra guinada na minha vida profissional, ao deixar a American Top Team que ajudei a fundar por discordâncias com meu ex-sócio.</p>
<p>Como o Jiu-Jitsu novamente me ensinou, não havia tempo para lamentação: bola para frente sempre.</p>
<p>Hoje, <a href="https://www.instagram.com/liboriobjj/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">meu principal foco</a> é ser consultor para professores e administradores de equipes de artes marciais, da Arábia Saudita ao Brasil. Há muitos faixas-pretas talentosos que montam seus times sem ideia de como geri-los.</p>
<p>É aí que eu entro, com minha experiência e a de outros consultores que trabalham conosco.</p>
<p>Para melhorar, fui convidado pela Universidade da Flórida Central, considerada a segunda maior universidade pública do país, com mais de 65 mil alunos, para dar aulas teóricas e práticas de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Foi uma ideia que veio dos próprios alunos, e é um desafio que me honra e muito: vou ensinar na sala de aula mesmo, e espero que a ideia se espalhe pelos EUA, Brasil e pelo mundo.</p>
<p>O segredo de ser bem-sucedido no Jiu-Jitsu no fim é o de sempre: muito esforço e total confiança nas suas ideias.</p>
<p>Trabalho desde os 13 anos, sei o que é persistir. Nos EUA, para completar, há uma ciência de negócios que ajuda demais. Existe inclusive uma Martial Arts Business Association que vive somente de criar ideias e sistemas para que os microempresários e donos de academias sejam bem sucedidos.</p>
<p>Outro ingrediente nosso foi acreditar que o MMA e o Jiu-Jitsu são esportes coletivos.</p>
<p>Quando você vê um campeão no pódio ou com um cinturão, entenda que aquilo não foi o trabalho de uma só pessoa. Isso é impossível.</p>
<p>Aquele atleta tem muito a agradecer a outros companheiros. Tem todo um suporte, de treinadores, da administração, responsáveis por cuidar diariamente de tudo. Sem um bom staff, o professor não se desliga da contabilidade, advogados, limpeza etc.</p>
<p>O Jiu-Jitsu reforça essa união. Pois o bom atleta entende que precisa do técnico o tempo todo, porque é uma profissão muito emocional, é normal o lutador ficar muito sensibilizado antes das lutas.</p>
<p>Há todo um sofrimento que tem de ser acompanhado com um suporte emocional, espiritual até, e não apenas pelo lado técnico e tático. Ter sucesso na luta é reflexo do companheirismo e do trabalho de todos.</p>
<p>Um dos grandes exemplos que sempre cito é o do Mike Brown, que começou trabalhando na portaria da ATT e se tornou um astro do UFC e faixa-preta de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Aos donos de academia, aconselho que cuidem bem do programa e da comunicação com o aluno. O faixa-branca precisa saber o que vai aprender, o que vai ser ensinado, de que maneira será ensinado e como aquilo terá um caráter educacional na formação das crianças.</p>
<p>Lembre-se que você não pode depender da bolsa do lutador para ser bem sucedido, porque uma época vai estar tudo no azul, e em outra época a coisa pode diminuir. A academia tem de estar bem estruturada, com filiais e um bom número de alunos.</p>
<p>Ensinar Jiu-Jitsu é um presente, e um privilégio. Repare que trocação e quedas você pode aprender em artes originárias de qualquer canto do globo – existe wrestling na Mongólia, existe striking na Índia, tem luta em pé em todos os cantos da Europa. Mas chão de alto nível, com guarda e finalizações eficientes, só o Jiu-Jitsu brasileiro.</p>
<p>Eu só não consigo entender como é que o Jiu-Jitsu ainda não está em todas as escolas, colégios e mesmo nas universidades do Brasil. Mas este dia há de chegar.</p>
<p><em>* O professor foi entrevistado por Marcelo Dunlop, com a colaboração de Nalty Junior.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/liborio-o-jiu-jitsu-pode-ser-a-luz-que-falta-na-sua-vida/">Libório: “O Jiu-Jitsu pode ser a luz que falta na sua vida”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;3 lições que aprendi sendo sparring dos grandes ídolos do MMA&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 21:17:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Minotauro e Damasceno após treino de alto impacto, em meados da década de 2000. Crédito: Arquivo pessoal.  Há dez anos atuando como professor de Jiu-Jitsu nos Emirados Árabes, o faixa-preta Pedro Damasceno nunca se esqueceu das lições absorvidas no dojô da BTT Lagoa, no Rio de Janeiro, na primeira década deste século, quando foi sparring&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226165" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0048-300x213.jpg" alt="" width="892" height="633" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0048-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0048-150x107.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0048.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 892px) 100vw, 892px" /></p>
<p><em>Minotauro e Damasceno após treino de alto impacto, em meados da década de 2000. Crédito: Arquivo pessoal. </em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dez anos atuando como professor de Jiu-Jitsu nos Emirados Árabes, o faixa-preta <a href="https://instagram.com/damascenobjj?igshid=1th5t7f1cmzro">Pedro Damasceno</a> nunca se esqueceu das lições absorvidas no dojô da BTT Lagoa, no Rio de Janeiro, na primeira década deste século, quando foi sparring de grandes ídolos da história do MMA, como Rodrigo Minotauro, Ricardo Arona, Murilo Bustamante (de quem Pedro recebeu a faixa-preta), entre tantos outros craques. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São aprendizados assimilados em pleno sufoco, sob pressão, enquanto Pedro se submetia aos mais intensos treinamentos de artes marciais, ajudando os tops de sua academia a brilharem no tablado do Pride japonês. </span><span style="font-weight: 400;">Tais lições Damasceno aplica em sua vida até hoje, de uma maneira ampla, tanto como pai de família, como professor de Jiu-Jitsu, como competidor e coach. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Desde a época da Carlson Gracie Team, quando eu ainda era faixa-roxa, já me convidavam para ajudar nos treinos profissionais de No-Gi, muito em função da minha altura e envergadura, mas também em função do meu gás e dos títulos que eu vinha ganhando naquela graduação, na qual fui campeão mundial, por exemplo. Eu era uma espécie de &#8220;estagiário&#8221; entre os tops da escola do Carlson”, recorda Damasceno. “Quando fomos para a  BTT, comecei a ajudar dos treinos de MMA. Lembro que o Arona e o Minotauro ainda estavam no RINGS japonês. Logo após eles migraram para o Pride”.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-226167" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0053-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0053-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0053-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0053-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0053.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226169" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/20200624_174356-1-300x180.jpg" alt="" width="375" height="225" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/20200624_174356-1-300x180.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/20200624_174356-1-768x462.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/20200624_174356-1-150x90.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/20200624_174356-1.jpg 995w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></p>
<p><em>&#8220;Minotauro e Arona tinham certeza de que o gás não faltaria no ringue&#8221;, conta Damasceno. </em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Por eu ser de Niterói, a mesma cidade do Arona, íamos e voltávamos juntos para os treinos na AABB Lagoa e nos tornamos grandes amigos. O Minotauro também sempre me ajudou muito, outro grande amigo que o esporte me deu, me patrocinou por muitos anos, um cara que sempre ajudava a todos. Os treinos eram diariamente uma guerra! Um terreno completamente minado: Minotauro, Minotouro, Arona, Paulão, Allan Goes, Carlão Barreto, Roan Jucão, Mestres Murilo Bustamante, Libório, Zé Mario, entre outras feras. Aprendi muito com todos esses astros e gostaria de compartilhar a seguir, com os leitores da GRACIEMAG, algumas dessas lições”. </span></p>
<p><strong>1- Treino duro, luta fácil</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Naqueles tempos de Pride, os ídolos da BTT entravam para lutar preocupados com qualquer coisa, menos com o gás. Eles tinham a certeza absoluta que teriam gás de sobra para intensificar o ritmo ou estender o combate o quanto fosse necessário. A luta muda completamente quando o atleta está capacitado a atuar dessa forma. A parte mental melhora, a técnica flui muito melhor… Todos no time da BTT tinham a mais plena certeza de que treinavam mais do que os adversários. Então, creio que essa é uma lição que sempre me marcou: prepare-se da melhor maneira possível para encarar os desafios da vida. Treine à exaustão. Pratique. Não poupe esforços na parte preparatória e os bons resultados virão naturalmente&#8221;. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226171" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0044-300x206.jpg" alt="" width="965" height="663" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0044-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0044-150x103.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200623-WA0044.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 965px) 100vw, 965px" /></p>
<p><em>Com Bustamante, de quem recebeu a faixa-preta, e Rogério Minotouro. </em></p>
<p><strong>2- Tenha uma válvula de escape  </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Como o treino era sempre muito duro e intenso, era preciso saber valorizar os momentos de descanso e também encontrar formas de extravasar, tirar a cabeça daquele &#8216;modo sob pressão&#8217;. Não por acaso o Arona sempre tentava se manter ativo no surf e nas escaladas na montanha. Até hoje carrego esse hábito comigo. Gosto de trabalhar intensamente, mas não me permito entrar num estado de implosão emocional, de stress absoluto. Então busco atividades que me afastem disso quando necessário, um &#8216;reset&#8217; fundamental. Gosto de nadar, de correr, pedalar, escalar&#8230;&#8221;.</span></p>
<p><strong>3- Aprenda a lidar com a dor </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Uma virtude que todo sparring tem que desenvolver é a capacidade de lidar com a dor. Se vamos nos submeter a treinos intensos contra os melhores lutadores, certamente vamos sofrer, sair das sessões de treino com o corpo moído… Além da cartela de antiinflamatório sempre à mão, é preciso ter força mental, não andar para trás por causa da dor. Saber que ela é inevitável e o movimento tem que ser para a frente sempre. Retroceder jamais! O treino na alta performance não tem nada a ver com o treino em busca de bem-estar do praticante comum. Todo atleta que lutava no Pride naquela época ou que luta hoje em dia no UFC está a todo momento com alguma avaria no corpo, algum foco de dor, mas eles sabem transformar isso em motivação, não fraquejam. Essa é uma &#8216;força mental&#8217; que tento reproduzir nos momentos de adversidade em minha vida. Mesmo sofrendo eu não posso me deixar abalar. É preciso seguir em frente, como faziam os grandes ídolos do MMA com quem treinei nos idos da década de 2000&#8221;. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-226173" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200624-WA0080-300x225.jpg" alt="" width="767" height="575" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200624-WA0080-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200624-WA0080-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200624-WA0080-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/IMG-20200624-WA0080.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /></p>
<p><em>Com o professor Ricardo Libório, uma figura paternal para Damasceno até os dias de hoje.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/3-licoes-que-aprendi-sendo-sparring-dos-grandes-idolos-do-mma/">“3 lições que aprendi sendo sparring dos grandes ídolos do MMA”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Ricardo Libório comenta chegada do Jiu-Jitsu às universidades dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 16:08:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada a segunda maior universidade pública dos Estados Unidos em número de alunos, a Universidade da Flórida Central (UCF), em Orlando, terá na sua grade os conceitos e a história do Jiu-Jitsu, e o professor Ricardo Libório está de frente neste projeto. “O mais incrível, e o fato que mais me empolga, é que teremos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_215585" style="width: 1021px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215585" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036.jpg" alt="" width="1011" height="633" class="size-full wp-image-215585" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036.jpg 1011w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036-300x188.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036-768x481.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/05/0_IMG-20190227-WA0036-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1011px) 100vw, 1011px" /></a><p id="caption-attachment-215585" class="wp-caption-text">Libório será um dos responsáveis por ensinar o Jiu-Jitsu nas faculdades dos EUA. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Considerada a segunda maior universidade pública dos Estados Unidos em número de alunos, a Universidade da Flórida Central (UCF), em Orlando, terá na sua grade os conceitos e a história do Jiu-Jitsu, e o professor Ricardo Libório está de frente neste projeto.</p>
<p>“O mais incrível, e o fato que mais me empolga, é que teremos este ano na UCF, pela primeira vez, uma matéria chamada Brazilian Jiu-Jitsu”, revelou o professor em conversa recente com GRACIEMAG. “Um dos professores da universidade é amante do judô japonês e fez questão de me convidar para ensinar a matéria, que será teórica, ensinada na sala de aula para os alunos, e vai envolver a história da arte, suas filosofias e conceitos. Isso não é pouco, ainda mais se considerarmos que a UCF tem hoje 56 mil estudantes.”</p>
<p>De passagem por Abu Dhabi, RIcardo Libório falou mais sobre o projeto, que irá popularizar ainda mais a nossa arte marcial em terras além do Brasil. Confira o papo no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ricardo Libório comenta chegada do Jiu-Jitsu nas universidades dos EUA" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/JlDR7jpUB8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-ricardo-liborio-comenta-chegada-do-jiu-jitsu-nas-universidades-dos-eua/">Vídeo: Ricardo Libório comenta chegada do Jiu-Jitsu às universidades dos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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