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	<title>resiliência | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>resiliência | Graciemag</title>
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		<title>Ouro duplo em Vegas, lesão e retorno: a resiliência do campeão Antonio Denkvitts</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:07:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-245986" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/1-2-300x245.jpg" alt="" width="1984" height="1620" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/1-2-300x245.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/1-2-1024x837.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/1-2-768x628.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/1-2-150x123.jpg 150w" sizes="(max-width: 1984px) 100vw, 1984px" /></p>
<p>Após uma temporada avassaladora em 2024, coroada com o cobiçado ouro duplo no American National em Las Vegas, o <a href="https://www.instagram.com/antoniohad?igsh=Y3RtODd6ZmtuODVl">faixa-preta Antonio Denkvitts</a> parecia trilhar um caminho rumo ao topo do ranking mundial em sua categoria. No entanto, o esporte de alto rendimento impõe pausas forçadas, e uma séria lesão em 2025 levou o atleta ao estaleiro.</p>
<p>Longe dos holofotes e das áreas de luta, Denkvitts mergulhou em um processo de introspecção e reconstrução. O que para muitos seria um motivo de desânimo, para o lutador tornou-se uma oportunidade de &#8220;afiar o machado.&#8221; O retorno aos pódios em 2026 não é apenas uma volta à rotina de medalhas, mas a afirmação de um atleta que compreendeu que a resiliência é uma ferramenta tão vital quanto o knee cut ou o armlock que executa com perfeição.</p>
<p>Nesta entrevista exclusiva, Antonio fala sobre a volta por cima este ano (já com três pódios em três competições no eixo Florida-Texas), abre o jogo sobre as lições aprendidas no departamento médico, e explica por que, no tatame da vida, o segredo do sucesso reside na capacidade de evoluir 1% a cada novo amanhecer.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: A temporada 2024 foi bastante vitoriosa para você. Então veio uma séria lesão em 2025 e agora, em 2026, você já está voltando a subir ao pódio das competições. O que você aprendeu com esses altos e baixos na carreira de um campeão de Jiu-Jitsu?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/antoniohad?igsh=Y3RtODd6ZmtuODVl"><strong>ANTONIO DENKVITTS:</strong></a> Acredito que trabalhei muito duro para a temporada de 2024. Foi um período de muita dedicação, muito treino e foco total no objetivo, e isso acabou se refletindo nos resultados, como o ouro duplo no American National. Porém, logo depois veio uma lesão séria em 2025. Talvez eu tenha sido um pouco descuidado em algum momento ou exigido demais do meu corpo, e isso acabou cobrando o preço. O Jiu-Jitsu nos ensina muito sobre resiliência, e esse período foi uma grande prova disso para mim. Aprendi a escutar mais o meu corpo e entender que descanso também faz parte do treinamento. Muitas vezes o atleta quer treinar o tempo todo, mas saber a hora de recuperar é fundamental para ter longevidade no esporte. Durante a recuperação eu nunca parei completamente de treinar, apenas adaptei os treinos e respeitei os limites do meu corpo. Usei esse tempo para estudar mais o jogo, trabalhar posições que antes eu não treinava tanto e fortalecer pontos fracos. Essa é uma das coisas mais incríveis do Jiu-Jitsu: sempre existe algo que pode ser adaptado e desenvolvido. Hoje vejo que até os momentos difíceis acabam sendo oportunidades de evolução.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245982" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-300x225.jpg" alt="" width="914" height="686" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 914px) 100vw, 914px" /></strong></p>
<p><strong>Quais foram as suas principais conquistas no Jiu-Jitsu e o que elas representam para você?</strong><br />
Com certeza uma das conquistas mais marcantes foi o título do American National, especialmente por ter sido um ouro duplo em um campeonato grande, muito competitivo e realizado em Las Vegas. É um evento que reúne atletas de alto nível e conquistar esse resultado foi algo muito especial para mim. Mas além das medalhas, uma das maiores conquistas da minha carreira foi receber a faixa-preta. Para quem vive o Jiu-Jitsu, a faixa-preta representa muito mais do que habilidade técnica. Ela simboliza anos de disciplina, persistência, superação e aprendizado dentro e fora do tatame. Tanto as conquistas em campeonatos quanto a faixa-preta representam para mim a prova de que o trabalho duro, a consistência e a persistência sempre trazem resultados. O caminho muitas vezes é longo e cheio de desafios, mas quando você se mantém fiel ao processo, as recompensas acabam chegando.<br />
<strong><br />
Qual é o segredo para transformar um atleta mediano num grande campeão?</strong><br />
Acredito que o principal segredo é treinar não apenas o corpo e a técnica, mas também a mente. O aspecto psicológico é um dos maiores diferenciais no alto nível. Muitas vezes o que separa dois atletas tecnicamente muito bons é justamente a força mental e a capacidade de lidar com pressão. No meu caso, procuro trabalhar isso todos os dias. Não é apenas sobre chegar no treino e repetir movimentos, mas sobre estar mentalmente preparado para competir, superar dificuldades e manter o foco mesmo quando as coisas não saem como planejado. Outro ponto muito importante é fazer do Jiu-Jitsu o seu principal objetivo. Ser campeão exige sacrifícios, disciplina e muitas renúncias. O treino precisa ser prioridade. Não pular treinos, dar o máximo em cada sessão e buscar evoluir constantemente. Quando você sabe que fez tudo o que precisava ser feito na preparação, isso gera confiança. E essa confiança se reflete diretamente no psicológico e na forma como você entra para competir.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-245983" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-300x225.jpg" alt="" width="921" height="691" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/3-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 921px) 100vw, 921px" /></p>
<p><strong>Como você define o seu estilo de lutar e competir?</strong><br />
Eu gosto de lutar de forma solta e dinâmica. Sempre me senti muito confortável jogando por baixo, trabalhando a guarda. Gosto bastante da guarda com lapela, da De La Riva e da guarda aranha, posições que me permitem manter o quadril solto e criar diferentes tipos de ataque. Ao mesmo tempo, gosto muito de passar a guarda também. Minhas passagens favoritas são o knee cut e o leg drag, porque são posições que controlam muito bem o quadril do adversário. No Jiu-Jitsu, a passagem de guarda é um dos grandes desafios desse “xadrez” que acontece no tatame, talvez só atrás da finalização. Um cenário que gosto muito é puxar para a guarda, conseguir a raspagem e já cair por cima iniciando a passagem de guarda. A partir daí já começo a buscar a finalização. Falando em finalização, o armlock sempre foi meu golpe favorito desde a faixa-branca. Sempre me senti muito confortável atacando os braços do adversário. Quando consigo chegar na posição certa, sinto que tenho um bom controle para finalizar, especialmente começando do cem quilos.<br />
<strong><br />
Qual é a frase motivacional que você gosta de repetir para você mesmo quando está passando por uma situação difícil na carreira?</strong><br />
O Jiu-Jitsu nos ensina constantemente a sermos resilientes. Então algo que sempre repito para mim mesmo é: tente encontrar algo para melhorar no dia de hoje. E também gosto de lembrar que amanhã será um novo dia. Eu procuro buscar sempre aquele 1% a mais, mesmo nos dias difíceis. Nem sempre tudo vai sair perfeito, nem todos os treinos vão ser incríveis, mas sempre existe algo que podemos aprender ou melhorar. O importante é continuar evoluindo, passo a passo, sem desistir do processo e o amanhã estará lá para melhoras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-245989" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-3-300x231.jpg" alt="" width="1980" height="1524" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-3-300x231.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-3-768x592.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/03/2-3-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1980px) 100vw, 1980px" /></p>
<p><strong>Quais são as dicas que você costuma dar a quem tem o sonho de se tornar um competidor relevante?</strong><br />
A primeira coisa é fazer do Jiu-Jitsu o seu principal objetivo. Se você realmente quer chegar longe no esporte, precisa estar 100% comprometido com isso. Muitas vezes não existe plano B, é necessário acreditar no que você quer e fazer o que precisa ser feito para alcançar esse objetivo. Também é fundamental cuidar do corpo. Preparação física, alongamento, recuperação e alimentação são fatores extremamente importantes para que o atleta consiga manter um alto nível competitivo por muitos anos. Outro ponto essencial é a humildade. No Jiu-Jitsu todos erram, todos passam por derrotas e momentos difíceis. Ter humildade para reconhecer seus erros, escutar seus professores e aprender com cada experiência faz toda a diferença na evolução. E uma dica que muitas pessoas ignoram é aprender inglês. O Jiu-Jitsu é um esporte global. Grandes eventos, seminários, oportunidades e entrevistas muitas vezes acontecem em inglês. Falar o idioma abre muitas portas e permite que você alcance muito mais pessoas com a sua história e com o seu trabalho.</p>
<p><strong>Quando alguém hesita em treinar Jiu-Jitsu, o que você costuma dizer para convencer essa pessoa a vestir o kimono e começar a jornada na arte suave?</strong><br />
Começar algo novo nunca é fácil, independente do que seja. Sempre existe insegurança ou receio, mas normalmente são justamente as coisas mais difíceis que mais valem a pena a longo prazo. O Jiu-Jitsu traz inúmeros benefícios, tanto para a saúde física quanto para a saúde mental. Durante o treino você acaba esquecendo dos problemas do dia a dia, descarrega energia e sente uma grande sensação de recompensa depois de um treino intenso. Além disso, o Jiu-Jitsu cria amizades muito fortes. O ambiente do tatame gera uma comunidade onde as pessoas se ajudam, evoluem juntas e criam laços que muitas vezes duram a vida inteira. Um exemplo pessoal que sempre gosto de mencionar é o meu pai. Ele passou muitos anos querendo começar e finalmente iniciou os treinos há dois anos com seus 56 anos. Hoje ele está completamente envolvido com o esporte e sendo um faixa-azul. Isso mostra que nunca é tarde para começar e tem zero arrependimentos de ter feito.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ouro-duplo-em-vegas-lesao-e-retorno-a-resiliencia-do-campeao-antonio-denkvitts/">Ouro duplo em Vegas, lesão e retorno: a resiliência do campeão Antonio Denkvitts</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de tentar outra vez, no Jiu-Jitsu e na vida</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 14:46:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * 1. Na primeira peneira pela qual passou no basquete, ainda na escola, o mito Michael Jordan foi recusado – era baixinho demais. 2. O lutador Ronaldo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_138322" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-138322" class="size-full wp-image-138322" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1.jpg" alt="" width="640" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/DSC_0308-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-138322" class="wp-caption-text">Ronaldo Jacaré contra Roger Gracie, em foto de Gustavo Aragão.</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p><strong>1.</strong> Na primeira peneira pela qual passou no basquete, ainda na escola, o mito Michael Jordan foi recusado – era baixinho demais.</p>
<p><strong>2.</strong> O lutador Ronaldo Jacaré terminou sua primeira luta de MMA, no Jungle Fight, no chão – nocauteado no primeiro assalto.</p>
<p><strong>3.</strong> Pelé perdeu um dos primeiros pênaltis que cobrou pelo Santos, quando tinha 15 anos. Isolou a bola por cima do travessão, perdeu o título e tentou abandonar o futebol, chorando, pela porta dos fundos. Foi impedido por um porteiro sagaz.</p>
<p><strong>4.</strong> Em seu primeiro espetáculo no consagrado teatro Rival, o cantor Zeca Pagodinho vendeu um total de 13 ingressos.</p>
<p><strong>5.</strong> A lenda Marcelinho Garcia perdeu o primeiro torneio de submission de que participou.</p>
<p><strong>6.</strong> James Joyce, um dos mais cultuados escritores do mundo, teve seu livro “Dublinenses” recusado 22 vezes por editoras, e demorou dez anos para vê-lo publicado.</p>
<p><strong>7.</strong> O primeiro “Harry Potter”, de JK Rowling, foi rechaçado por mais de uma dúzia de editoras.</p>
<p><strong>8.</strong> Roger Gracie perdeu no absoluto as finais do Mundial em 2003, 2004, 2005 e 2006, até vencer em 2007, quando firmou-se como um dos maiores competidores da história.</p>
<p><strong>9.</strong> Produtor de “Guerra nas estrelas” e “Indiana Jones”, George Lucas foi ignorado pelo público em seu primeiro filme.</p>
<p><strong>10.</strong> A primeira edição do que viria a se tornar GRACIEMAG, revista com 25 anos de tradição, tinha apenas dez páginas, em preto e branco, e era distribuída apenas em academias e casas de sucos.</p>
<p>E você, já falhou e deu a volta por cima? Não desista.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-tentar-outra-vez-no-jiu-jitsu-e-na-vida/">A arte de tentar outra vez, no Jiu-Jitsu e na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI à frente da Rilion Gracie Rio Bonito, João Zaroni entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade. Em papo com GRACIEMAG, João explica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234432" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234432" class="size-full wp-image-234432" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png" alt="" width="589" height="551" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png 589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-300x281.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px" /><p id="caption-attachment-234432" class="wp-caption-text">Nos tatames da Rilion Gracie Rio Bonito. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI à frente da <a href="https://www.instagram.com/riliongracie.riobonito/">Rilion Gracie Rio Bonito</a>, <a href="https://www.instagram.com/joaogabrielzaroni/">João Zaroni</a> entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, João explica o papel desempenhado por cada característica, além de falar sobre seu início na arte suave e ensinar como o respeito é fundamental para a formação de grandes campeões no esporte. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOÃO ZARONI: Conheci o Jiu-Jitsu em meados de 2006. Na rua da minha igreja, havia uma garagem em que um professor dava aulas, e como eu já gostava de assistir vale-tudo, acabei indo conhecer e comecei a treinar lá. O problema desse lugar é que o pessoal de lá usava drogas entre os treinos e meus pais, ao ficarem sabendo disso, me proibiram de treinar. Como eu já gostava bastante do Jiu-Jitsu, continuei treinando escondido e deixando o kimono naquela garagem até chegar à faixa-azul, quando meu professor foi dar aula em uma academia melhor e eu pude treinar sem me esconder.</p>
<div id="attachment_234436" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234436" class="size-full wp-image-234436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png" alt="" width="496" height="289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-300x175.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234436" class="wp-caption-text">Zaroni em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre achei as competições muito legais mas, infelizmente, o meu primeiro professor não competia, então raramente íamos aos eventos. Cheguei a ir sozinho, na faixa-azul, para poder competir. Passei a competir com frequência somente na faixa-marrom, quando ingressei em uma equipe mais organizada e que valorizava a participação nos torneios.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a tão sonhada faixa-preta em maio de 2019, do professor Diogo Lopes. Tive uma retrospectiva de tudo que eu passei até aquele ponto, todos os sacrifícios e todas as escolhas difíceis. Naquele momento eu soube que, apesar de não ter sido fácil, escolhi o caminho certo ao trocar de academia e seguir a minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Ver todas as suas expectativas sendo realizadas é algo que não tem preço.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>O egoísmo é algo que acompanha a vida do atleta. Ele precisa pensar no que é melhor para ele em primeiro lugar, porque ele que estará no tatame competitivo disputando pelo futuro dele. Já o professor precisa ser o inverso, é necessário ter altruísmo e afinidade para lidar com outras pessoas, porque é um ofício que não depende apenas de você. A única semelhança entre ambos é o amor pelo que se faz, que é o diferencial para ser bem-sucedido em qualquer profissão.</p>
<div id="attachment_234438" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234438" class="size-full wp-image-234438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png" alt="" width="496" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-300x239.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-150x119.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234438" class="wp-caption-text">Junto aos alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa na minha trajetória pelo Jiu-Jitsu, mas se tivesse que limitar tudo isso, diria três palavras: resiliência, disciplina e felicidade. Resiliência para não se deixar abater quando sofrer uma derrota ou quando passar por um momento difícil. Disciplina para aprender e executar os ensinamentos com excelência. Felicidade por estar fazendo algo que gosta e para sempre buscar a evolução.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Tudo se resume a uma palavra: Respeito. É preciso respeitar as etapas do desenvolvimento e aprendizado de cada um, com divisões de turma por idade e metodologias específicas. Esse respeito também deve ser mostrado ao aluno, que tem seus próprios objetivos, às mulheres, que cada vez mais assumem seus lugares no tatame, e ao verdadeiro espírito do Jiu-Jitsu, que acima de tudo, busca saúde física, mental e espiritual. A partir deste respeito, formar campeões se torna uma consequência.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-zaroni-e-os-tres-atributos-para-superar-desafios-no-jiu-jitsu/">Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Xandão Neves e a missão de mudar vidas através do Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 12:23:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233692" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233692" class="size-full wp-image-233692" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-1.jpeg" alt="" width="496" height="489" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-1.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-1-300x296.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-1-150x148.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233692" class="wp-caption-text">Xandão e seus jovens alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Apesar do cenário competitivo em ascensão, existem aqueles que veem o Jiu-Jitsu primeiramente como uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida de seus praticantes. É o caso de <a href="https://instagram.com/xandao.neves?utm_medium=copy_link">Alexandre Neves</a>, mais conhecido como Xandão por seus amigos e alunos. GMI e líder da Outlast Academy, o faixa-preta conta que, embora não tenha nada contra competir, seu objetivo principal é mudar as vidas daqueles que chegam ao seu tatame.</p>
<p>De volta a Curitiba após 10 anos acumulando conhecimento nos Estados Unidos, Xandão papeou com GRACIEMAG para compartilhar suas experiências e objetivos no Jiu-Jitsu, além de ressaltar a importância de se manter atualizado na arte suave. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>XANDÃO: Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi na Chute Boxe. Comecei lá aos treze anos, após sair do judô por conta da morte do meu professor. Após dois anos treinando muay thai, eu fiz uma luta interna com um garoto que era faixa-azul de Jiu-Jitsu. Fui para a trocação, mas o meu adversário me colocou pra baixo e me pegou no armlock. Depois, fui pra revanche e foi a mesma coisa. Perguntei que estilo de luta era aquele e ele me falou, então não perdi tempo e me matriculei no Jiu-Jitsu no dia seguinte, ainda na Chute Boxe. Meu professor foi o Cristiano Marcello, que ficou comigo até a faixa-roxa, aos 20 anos. Depois fui para os Estados Unidos, onde obtive a faixa-preta e morei até os 31 anos.</p>
<p><strong>Gostava de competir?</strong></p>
<p>Comecei a competir no Jiu-Jitsu assim que peguei a faixa-amarela. No início, ainda com a amarela e com a azul, competia bastante, mas esse hábito foi diminuindo conforme alcancei a roxa e a marrom. Até fui campeão mundial na preta pela Jiu-Jitsu World League, nos Estados Unidos, mas eu não sou um cara muito focado em competição. Ao meu ver, competição é um trabalho, algo que fazemos porque é necessário para obter experiência, mas eu gosto mesmo é de dar aula. Quando estou treinando, procuro sempre aprender coisas novas para transmitir para os alunos.</p>
<div id="attachment_233694" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233694" class="size-full wp-image-233694" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48.jpeg" alt="" width="496" height="468" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-300x283.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-15.57.48-150x142.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233694" class="wp-caption-text">Treinando nos tatames da Checkmat, após sair do Brasil. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é a sua memória mais marcante da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Obtive a preta em 2015 nos Estados Unidos, pelas mãos do professor João Assis, da Checkmat. Sempre quis ser faixa-preta de Jiu-Jitsu e de muay thai, então lembro de me sentir muito bem, com uma sensação de dever cumprido por ter finalmente alcançado um dos meus sonhos. Foi um dia muito bom que deixou uma memória maravilhosa e fez crescer ainda mais o meu respeito pelo professor João, que me ensinou muito.</p>
<p><strong>Você também ficou uma época treinando juntos aos irmãos Mendes. Como foi esta experiência?</strong></p>
<p>Treinei lá por dois anos e foi uma experiência muito boa e divertida. Eles eram muito organizados e cobravam isso dos alunos, só podíamos treinar se estivéssemos com tudo higienizado, desde o kimono limpo até as unhas cortadas. O conteúdo das aulas também era muito bem trabalhado, com muitos drills e rolas de três minutos para ficar mais dinâmico. Tinham também treinos mais pesados, voltados para competição, que ensinavam muitas posições legais e promoviam rolas mais longos, para simular um torneio. Foi uma das experiências mais legais que vivi e posso dizer, sem exagero, que mudou o meu Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Com a meta de ser professor já alcançada, qual é o seu atual objetivo no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Hoje eu carrego e trago ao tatame da minha escola a missão de mudar a vida dos meus alunos. Não tem problema se quiser competir, mas o meu foco é ajudar essas pessoas a superar seus medos a cada treino. Tem gente aqui que sofre com ansiedade, depressão ou estresse, e eu quero ajudar o máximo que posso a superar esses obstáculos. Ouvir que consegui mudar a vida de um deles é o que mais vale a pena para mim.</p>
<div id="attachment_233696" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233696" class="size-full wp-image-233696" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-16.13.57.jpeg" alt="" width="496" height="295" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-16.13.57.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-16.13.57-300x178.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-16.13.57-150x89.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233696" class="wp-caption-text">&#8220;Meu foco é ajudar essas pessoas a superar seus medos a cada treino&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual é o ensinamento mais importante que você passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Um aprendizado que tive quando treinei na Califórnia e que sempre ensino aos meus alunos é a persistência. Pode estar tomando a maior surra, mas é preciso levantar e ir para cima com a força para vencer. Isso também vale para a vida fora dos tatames, mesmo que esteja tudo dando errado, é preciso ter foco e não desistir nunca dos seus objetivos.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para ser um bom professor no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>É importante se manter sempre atualizado, tanto nas técnicas como nas metodologias. Ser &#8220;Old School&#8221; ou &#8220;Raiz&#8221; não é algo que me atraia, pois isso vai na contramão da evolução e acaba te levando a perder a relevância e se tornar obsoleto. Eu sempre busco me aprimorar em todos os aspectos da minha vida, especialmente no meu papel de professor. Hoje eu estou buscando a psicologia, para que eu consiga identificar melhor as individualidades dos meus alunos e, consequentemente, ser mais eficaz na minha abordagem com eles.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/xandao-neves-e-a-missao-de-mudar-vidas-atraves-do-jiu-jitsu/">Xandão Neves e a missão de mudar vidas através do Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como aprender a superar uma derrota no Jiu-Jitsu e em outros esportes</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2018 05:37:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208971" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208971" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-1024x683.jpg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-208971" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/roxlo-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-208971" class="wp-caption-text">Rodolfo Vieira contra Leandro Lo na Copa Podio em 2014. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG</p></div>
<p>Mais do que em qualquer outra carreira, derrotas são muito comuns no esporte. Porém, se o atleta não souber aceitar essa falha, principalmente se for em uma competição importante, isto pode prejudicar seu desempenho futuro, abalar fortemente o seu emocional e até mesmo o resto de sua carreira. O psicólogo desportivo João Alexandre Borba defende a importância em se aprender lidar com a derrota na carreira de qualquer atleta. </p>
<p>“O atleta profissional, não só sofre com a exposição da fama, como também com a pressão da família, amigos e milhares de fãs ao redor do país e do mundo, para ganhar cada competição. Diferente dos artistas, que também sofrem do mesmo problema, há muito mais fanatismo e expectativas no esporte”, diz o especialista.</p>
<p>João Alexandre acrescenta que por esse motivo, o acompanhamento psicológico em atletas é de extrema importância, para que eles aprendam a lidar com essas questões. “A resiliência, que é um termo vindo da física para um objeto que sofre um ataque e consegue voltar à sua forma original, já virou adjetivo para as pessoas, principalmente no esporte. Ser resiliente e ter essa capacidade de aprender a se levantar e voltar para a força e potencial iniciais, é fundamental”, afirma.</p>
<p>O psicólogo dá cinco dicas de como aprender a lidar com as emoções e aceitar a derrota. Confira:</p>
<p>1. O atleta precisa responder uma pergunta essencial: O que é a derrota para mim? “Quando as pessoas perdem e falham, elas entendem e processam isso de maneiras diferentes, tem pensamentos diferentes e é um erro acreditar que é igual. É essencial que o atleta compreenda bem o que perder significa para ele”, comenta Borba.</p>
<p>2. Saber quais crenças o atleta tem sobre ele com aquela derrota. “Crenças são pensamentos confirmados. O atleta acredita que é um fracasso, que nada e morre na beira da praia e nunca consegue alcançar o que quer? Ou ele tem consciência de que a derrota faz parte do sucesso? O que ele pensa sobre si mesmo é de grande valia para poder realmente ser ajudado em momentos de superação”, afirma o especialista.</p>
<p>3. Análise de perfil. “A psicologia faz uma análise profunda para a descoberta do perfil do atleta. É importante que ele se conheça, para saber se é mais metódico, ousado, afetivo, ou seja, qual é a sua forma de praticar o esporte e também lidar com essa perda. Com isto descobrimos o que precisa ser trabalhado de acordo com cada personalidade”, argumenta.</p>
<p>4. Começar o acompanhamento psicológico o mais cedo possível.“É importante também que não se espere o momento da derrota para buscar ajuda psicológica. O atleta precisa de treinos mentais que, combinado com a hipnose clínica, traz ótimos resultados”, diz o psicólogo, que também é hipnólogo.</p>
<p>5. Mudar a rotina de treinos. “Mudar um exercício por outro ajuda o atleta a dar uma refrescada na mente. Após uma derrota, não se pode repetir o padrão de treino. Com a mudança, o profissional se sente mais fortalecido, como se estivesse mudando a estratégia. Isso ajuda demais”, conta João Alexandre.</p>
<p>O especialista conclui, dizendo: “O acompanhamento psicológico de atletas ajuda a trabalhar as crenças limitantes, que geralmente são desenvolvidas ainda quando criança, como certos traumas e a também despertar em paralelo as estimuladoras, que realmente são as que motivam e  levam o atleta para onde ele deseja chegar”, finaliza.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de Imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-aprender-a-superar-uma-derrota-no-jiu-jitsu-e-em-outros-esportes/">Como aprender a superar uma derrota no Jiu-Jitsu e em outros esportes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minotauro revive trajetória em documentário sobre sua vida: &#8220;História de superação&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 07:08:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lenda do MMA brasileiro e um dos mais conhecidos atletas de lutas do mundo, Rodrigo Minotauro tem uma história incrível de superação, no esporte e na vida, e parte dessa trajetória é contada no documentário “Minotauro”, produzido pelo Combate em parceria com a produtora Hungry Man. Na pré-estreia da produção, realizada nessa quarta-feira, dia 18&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_151353" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-151353" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-1024x727.jpg" alt="" width="650" height="461" class="size-large wp-image-151353" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-1024x727.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-300x213.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-768x545.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Minotauro-1-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-151353" class="wp-caption-text">Rodrigo Minotauro revisita grandes momentos da carreira no documentário &#8220;Minotauro&#8221;. Foto: Carlos Arthur Jr./GRACIEMAG</p></div>
<p>Lenda do MMA brasileiro e um dos mais conhecidos atletas de lutas do mundo, Rodrigo Minotauro tem uma história incrível de superação, no esporte e na vida, e parte dessa trajetória é contada no documentário “Minotauro”, produzido pelo Combate em parceria com a produtora Hungry Man.</p>
<p>Na pré-estreia da produção, realizada nessa quarta-feira, dia 18 de abril, Minotauro recebeu amigos e a imprensa no Chez Heaven, restaurante no qual é sócio ao lado da namorada e chef Heaven Delhaye. </p>
<p>O documentário conta detalhes da infância de Rodrigo e Rogério Minotouro, como o acidente que quase tirou a vida de Minotauro, ao ser atropelado por um caminhão, e a paixão instantânea pelo Jiu-Jitsu, ao ver Royce Gracie em ação nas primeiras edições do UFC.</p>
<p>A arte suave tem presença marcante no documentário, e conta o nascimento do “Minotauro da Bahia” nas baias dos campeonatos, assim como o engraçado caso no qual o carismático Minota pede uma ajuda financeira ao pai para buscar seu sonho nos EUA, no Pan-Americano da IBJJF.</p>
<p>Outras passagens importantes do documentário falam sobre o sucesso no Rings, evento japonês que disputava espaço com o Pride na época, a cobertura histórica do Fantástico sobre o MMA, suas vitórias e derrotas no UFC e a recuperação relâmpago de Minotauro para atuar e vencer no primeiro UFC Rio, em duelo contra Brendan Schaub.</p>
<p>“Eu revivi esses momentos”, disse Minotauro em papo com GRACIEMAG. “E quem assistir vai poder ver o que se passou naqueles momentos. Não contamos só as vitórias, mostrei as derrotas, as lesões. Superei todas, e o quanto eu aprendi em cada pedaço do meu corpo que eu deixei nos ringues e cages é contado aqui. A resiliência para seguir não foi só do lutador, foi da pessoa. É uma história de superação. Cada um de nós tem a sua história de superação, e eu pude mostrar um pouco da minha.”</p>
<p>O documentário será exibido em breve, no canal Combate, com data ainda a ser definida. </p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-minotauro-revive-trajetoria-no-jiu-jitsu-e-mma-em-documentario-sobre-sua-vida-historia-de-superacao/">Minotauro revive trajetória em documentário sobre sua vida: “História de superação”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O dia em que Flávio Canto persistiu como Ronaldo Jacaré, no judô</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 16:09:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medalhista olímpico no judô e referência brasileira no esporte, Flávio Canto escreveu seu nome e foi um dos mais respeitados atletas na modalidade. Fera também no Jiu-Jitsu, arte que usou com sucesso para ajustar suas finalização no judô, Flávio realizou grandes batalhas no tatame, algumas delas que entraram para a história. A que relembramos hoje,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205405" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205405" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690.jpg" alt="" width="1024" height="690" class="size-full wp-image-205405" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690-300x202.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690-768x518.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/Canto-site-1-1024x690-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-205405" class="wp-caption-text">Flávio Canto, ídolo no esporte brasileiro. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Medalhista olímpico no judô e referência brasileira no esporte, Flávio Canto escreveu seu nome e foi um dos mais respeitados atletas na modalidade. Fera também no Jiu-Jitsu, arte que usou com sucesso para ajustar suas finalização no judô, Flávio realizou grandes batalhas no tatame, algumas delas que entraram para a história.</p>
<p>A que relembramos hoje, porém, não se trata da conquista de um ouro, e sim da vitória da mente sobre o corpo e o respeito do atleta para com o nível competitivo. Aconteceu nos Jogos Pan-Americano de 2007, realizado no Rio de Janeiro. No duelo, que valia vaga na final do peso meio-médio (até 81kg), Canto encarou o judoca bom de Jiu-Jitsu Travis Stevens (EUA). </p>
<p>Após o equilíbrio na disputa dentro dos primeiro minutos, Travis aplicou uma queda no qual Canto caiu de mau jeito, por cima do cotovelo, e acabou por fraturar o mesmo. A dor, no entanto, foi ignorada pelo brasileiro, que volout ao centro do tatame par reiniciar o combate, em gesto de esforço e respeito. Stevens aplicou nova queda e venceu a disputa por ippon.</p>
<p>Veja o lance no vídeo abaixo e supere os seus limites!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Flavio Canto (BRA) vs Travis Stevens (EUA) judo pan 2007" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/bOhQqMhCZyU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-dia-em-que-flavio-canto-persistiu-como-ronaldo-jacare-no-judo/">O dia em que Flávio Canto persistiu como Ronaldo Jacaré, no judô</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Insista no armlock e finalize com Keenan Cornelius no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 19:03:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108736" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-108736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1.jpg" alt="Keenan Cornelius vs. Diego Gamonal" width="940" height="627" class="size-full wp-image-108736" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/12/IMG_4306-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /></a><p id="caption-attachment-108736" class="wp-caption-text">Keenan Cornelius em ação. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>A resiliência é uma das virtudes mais apreciadas num lutador de Jiu-Jitsu, seja para superar os obstáculos do tatame ou da vida. No caso de Keenan Cornelius, a definição da palavra foi exemplificada na final do Seattle Open de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Depois de ficar um tempo encostado para recauchutar a carcaça, Keenan voltou com sede de vitórias, e no evento americano em questão encarou Mohammaed Mustafa pelo ouro no peso pesado. Depois da metade da luta, Keenan se embolou com o oponente na guarda de lapela que acabou com um bote no braço. O adversário resistiu bravamente, mas Keenan mudou a pegada, trocou a posição, fez nova transição e finalmente conseguiu esticar no armlock.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo a insistência que valeu para finalizar e não desista jamais!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Keenan Cornelius vs Mohammaed Mustafa / Seattle Open 2017" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/720B_1hrmhM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-insista-no-armlock-e-finalize-com-keenan-cornelius-no-jiu-jitsu/">Vídeo: Insista no armlock e finalize com Keenan Cornelius no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: A superação de Léo Leite para vencer no MMA assim como fez no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2017 17:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bicampeão mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta, Léo Leite migrou com sucesso para o MMA. Invicto no esporte de luvinhas com 10 vitórias, Léo revelou, em material produzido pelos nosso parceiros da Gallerr, que teve de superar duras provas para chegar aos seus objetivos no esporte. Mesmo com o duplo ouro mundial na arte suave, Léo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_146600" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-146600" class="size-full wp-image-146600" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/09/leo-leite-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/09/leo-leite-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/09/leo-leite-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/09/leo-leite-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-146600" class="wp-caption-text">A receita de Léo Leite para manter-se firme e focado no seu objetivo de vencer. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Bicampeão mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta, Léo Leite migrou com sucesso para o MMA. Invicto no esporte de luvinhas com 10 vitórias, Léo revelou, em material produzido pelos nosso parceiros da Gallerr, que teve de superar duras provas para chegar aos seus objetivos no esporte.</p>
<p>Mesmo com o duplo ouro mundial na arte suave, Léo teve grande frustração ao perder uma vaga para Jogos Olímpicos na modalidade irmã, o judô. Sem enfraquecer, Léo continuou os fortes treinos e buscou um novo desafio na carreira, forjada por obstáculos superados, muita dedicação e resiliência.</p>
<p>Confira as declarações e os treinos do campeão Léo Leite no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Resilience -- an insight into Leo Leite&#039;s life" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/k8EE96BL7nQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-a-superacao-de-leo-leite-para-vencer-no-mma-assim-como-fez-no-jiu-jitsu/">Vídeo: A superação de Léo Leite para vencer no MMA assim como fez no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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