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	<title>Relato | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 13:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Alex Martins A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234722" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234722" class="size-full wp-image-234722" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png" alt="" width="586" height="534" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-300x273.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-150x137.png 150w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234722" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Alex Martins</em></p>
<p>A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.</p>
<p>O resultado foi bom, mas a trajetória certamente não foi fácil. Dentro e fora da academia, passei por momentos estressantes que me afetaram diariamente. Fiquei cerca de duas semanas dormindo mal, totalizando apenas 3 ou 4 horas de sono por noite, e isso contribuiu ainda mais para derrubar meu humor e minha motivação. Diante desse nível de estresse e preocupação, as coisas pareciam estar encaminhadas para dar errado.</p>
<p>O Jiu-Jitsu, no entanto, me ajudou a superar as dificuldades e me restabelecer. Através do meu treino, consegui manter o foco e o entusiasmo que sinto pelo esporte, em especial pela competição que se aproximava. A arte suave me amparou e me manteve calmo, impedindo que as energias negativas, nascidas das dificuldades e do estresse diário, me sobrecarregassem.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Ao pisar no tatame da competição, as preocupações perderam a ênfase. Já na primeira luta, tive um bom desempenho e passei a acreditar que poderia ser campeão. Como disse anteriormente, não foi fácil. Cada uma das quatro lutas que fiz neste campeonato pareciam finais e precisei me focar completamente para executar o meu jogo de forma efetiva, e assim alcançar o título.</p>
<p>Olhando para trás, vejo que essa experiência foi importante para mim. Através dela, consegui enxergar a força do Jiu-Jitsu, que me guiou em meio às dificuldades, e a minha própria capacidade de seguir com a cabeça erguida em direção a um novo desafio. Com essa experiência, eu agora entendo o poder da positividade, de acreditar no meu potencial e de manter a motivação em face das dificuldades. Essa determinação inabalável é apenas mais um dos ensinamentos que o Jiu-Jitsu me trouxe.</p>
<p><em>*Alex Martins é um faixa-preta, atleta e líder da academia AMBJJ. O GMI conquistou a medalha de ouro na divisão dos médios da categoria master 3 no Pan de Jiu-Jitsu 2021.</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alex-martins-e-a-determinacao-para-alcancar-o-ouro-no-pan-de-jiu-jitsu/">Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:42:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234248" style="width: 2570px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234248" class="size-full wp-image-234248" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1872" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-300x219.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1024x749.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-768x562.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1536x1123.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-2048x1497.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-150x110.jpg 150w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><p id="caption-attachment-234248" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>O jornalista <a href="https://www.instagram.com/eduardoohata/">Eduardo Ohata</a>, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico <a href="https://www.instagram.com/muhammadali/">Muhammad Ali</a> (1942-2016). O artigo de Ohata celebrou o legado do campeão mundial e olímpico dos pesos pesados, falecido há cinco anos, em 3 de junho de 2016.</p>
<p>Era o ano 2000 e o repórter foi cobrir a luta entre Oscar de la Hoya e Shane Mosley, no Staples Center de Los Angeles. Deu de cara com Muhammad Ali, cercado por sua família nas primeiras filas. “Comecei a me aproximar para pedir autógrafo numa luva de boxe, mas fui barrado por uma das filhas. Não escondi meu desapontamento e começava a me afastar, quando Ali fez um gesto com a mão. Olhei para sua filha, que, desta vez, abriu caminho. Ali pôs a mão no bolso, retirou uma espécie de ‘santinho’ islâmico e o entregou para mim; ao examiná-lo, vi que estava autografado. Ali me encarou muito de perto e fixamente, por cerca de 15 segundos, e esboçou um sorriso. Não tive outra reação a não ser ficar boquiaberto.”</p>
<p>Ohata então guardou seu pequeno tesouro dentro de uma enciclopédia, na casa dos pais em São Paulo. Parecia o mais seguro dos locais. Até que um dia… Eduardo foi visitar a mãe e descobriu que, sem imaginar o que continha, ela havia doado a enciclopédia. O repórter ficou primeiramente desolado, depois furibundo. Mas refletiu: “O que Ali teria feito?”. Conectado a uma paz interior e uma força mental dos mais notáveis campeões, Ohata surpreendeu com sua reação: “Decidi nada dizer, evitar discussões e não deixar aborrecida quem tanto já havia feito (e faz) por mim.” E guardou a história para ele até este ano, quando a contou no jornal.</p>
<p>Ali, o nocauteador que “flutuava como uma borboleta e ferroava como uma abelha”, marcou não apenas admiradores no Brasil, mas também alguns de seus mais temidos rivais:</p>
<p>“Ele foi o maior boxeador, o maior atleta de todos os tempos?”, questionou <a href="https://www.instagram.com/biggeorgeforeman/">George Foreman</a>, seu rival no Zaire em 1973, em entrevista a Ohata. “Não, ele foi muito mais. É uma piada reduzir Ali a isso. Ele era muito grande para o limitarmos ao mundo esportivo; pensar assim nos faz subestimar a sua missão. Ali possuía tantas qualidades que faziam da Terra um planeta melhor. Muhammad almejava que o mundo fosse um lugar melhor e acreditava que sua personalidade poderia ajudar nisso. Infelizmente, o mundo perdeu o significado de sua mensagem – todos sabem que ele se sacrificou por seus princípios, mas não têm ideia de quais eram.”</p>
<p>O legado de Ali, como lembra o colega, era de tolerância, não de divisão. “Alguns dos melhores momentos da minha vida foram quando estive com o campeão, a melhor pessoa que conheci. Ele nos mantinha sorridentes. Qualquer um pode ser um grande atleta ou um grande boxeador; mas seria preciso um milagre para surgir um novo Muhammad Ali”, concluiu Foreman.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tbt-o-legado-de-muhammad-ali-e-a-enciclopedia-perdida/">TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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