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	<title>psicológico | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 17:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação. Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213329" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213329" class="wp-image-213329" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg" alt="" width="500" height="578" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha.jpg 376w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-259x300.jpg 259w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/Professor-Léo-Cunha-130x150.jpg 130w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-213329" class="wp-caption-text">Professor Léo Cunha, da Gracie Barra Santo Amaro. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sofreu com um revés num torneio ou um contratempo na sua rotina? Nosso GMI Léo Cunha, professor da GB Santo Amaro, entende que este tipo de coisa pode rolar, mas oferece a seus alunos e a você, persistente leitor, a mentalidade certa para encarar a situação.</p>
<p>Em papo com o GRACIEMAG, Léo explica as oportunidades que vem com a derrota, além de contar um pouco sobre suas raízes na arte suave e seu planejamento para voltar com tudo aos tatames após o fim da pandemia.</p>
<p>Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foram seus anos nas faixas coloridas? Simples ou tortuoso?</strong></p>
<p>LÉO CUNHA: Avançar nas coloridas sempre é divertido para uma criança, chega a ser motivacional. Quando eu cheguei à faixa-laranja, fui o primeiro com essa graduação no estado do Rio de Janeiro e sob a tutela do Zé Beleza, que foi meu professor até os 14 anos de idade. Na época foi até um pouco complicado, porque se eu fosse para um campeonato com a faixa-laranja, eu ganharia por falta de adversários. Esse foi um dos motivos que me levou a pular a faixa-verde e ir direto para a azul, na qual haviam oponentes para competir.</p>
<p><strong> Alguma memória marcante dessa época?</strong></p>
<p>Eu era bem ativo, participei de vários torneios e até levava jeito. Fui campeão em vários deles durante as coloridas. Tenho até uma história engraçada dessa época. Lutei a Copa Company, ainda muito jovem, ganhei a medalha e saí da competição diretamente para meu colégio. Roubaram minha medalha e nunca mais a vi (risos).</p>
<p><strong>Qual foi a sensação de alcançar a faixa-preta?</strong></p>
<p>Foi muito gratificante, tive a sensação de dever cumprido. Por conta daquela época em que havia várias brigas aqui no Rio, meu pai acabou me afastando do Jiu-Jitsu e eu fiquei dez anos sem vestir um kimono. Praticava triátlon, mas quando pude voltar ao Jiu-Jitsu, senti aquele amor antigo novamente. Pouco tempo após o meu retorno, recebi a faixa-preta. Foi um momento bem emotivo.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>São mentalidades diferentes. Ser professor é assumir um papel de liderança, com a responsabilidade de esclarecer e formar seus alunos. É entender que nem todo aluno está buscando competir ou tem ritmo de competição. Tenho muitos alunos, por exemplo, que são executivos e vem aqui para aprender Jiu-Jitsu e gastar energia antes de ir trabalhar. Esses caras não querem correr o risco de se lesionar. Quando falamos em treino de competição é aquela coisa mais intensa, com sangue nos olhos e sempre buscando se preparar para um grande combate. No fim das contas, a mentalidade de atleta e a de professor acabam se complementando. Um bom competidor deve conhecer os fundamentos básicos do esporte e um bom instrutor precisa ter vivência de campeonato.</p>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Gosto de ressaltar bastante que não existe derrota. Quando perdemos, somos derrubados por nós mesmos, mas ainda podemos aprender com nossos adversários. Acredito muito na disciplina, no foco e na repetição. Acredito no bem que o esporte traz para nossa cabeça e para o nosso corpo, contribuindo para a qualidade de vida. Também tento trazer aos meus alunos uma mensagem de família e integração, que foram valores que eu vivi ao longo dos meus anos no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>A nossa missão aqui na GB Santo Amaro é tentar transmitir aos nossos alunos um Jiu-Jitsu puro e limpo. Através disso, queremos formar boas pessoas e atletas competentes. Nossa meta é retomar as aulas após a pandemia e recuperar este tempo perdido. Queremos contribuir com a sociedade e formar um bom time de competição para continuar o legado da Gracie Barra e do mestre Carlinhos Gracie.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/leo-cunha-e-a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-no-jiu-jitsu/">Professor Léo Cunha e a arte de dar a volta por cima no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Jean Feijó e os mandamentos para ser um bom professor de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 09:24:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da Aurum Jiu-Jitsu em Blumenau, no estado de Santa Catarina, nosso GMI Jean Feijó sempre refletiu muito sobre a didática e a motivação aos aprendizes na arte suave. Ele recentemente conversou com a equipe GRACIEMAG sobre suas experiências como instrutor de Jiu-Jitsu e as principais lições que aprendeu enquanto ensinava. Confira e comente. *&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231947" style="width: 728px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231947" class="size-full wp-image-231947" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18.jpeg" alt="" width="718" height="599" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18.jpeg 718w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-300x250.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-150x125.jpeg 150w" sizes="(max-width: 718px) 100vw, 718px" /><p id="caption-attachment-231947" class="wp-caption-text">Feijó e seus alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professor da Aurum Jiu-Jitsu em Blumenau, no estado de Santa Catarina, nosso GMI Jean Feijó sempre refletiu muito sobre a didática e a motivação aos aprendizes na arte suave. Ele recentemente conversou com a equipe GRACIEMAG sobre suas experiências como instrutor de Jiu-Jitsu e as principais lições que aprendeu enquanto ensinava. Confira e comente.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI, aqui! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JEAN FEIJÓ: Conheci o Jiu-Jitsu, como muitos da minha geração, após assistir o Royce Gracie lutando no UFC. Como sempre fui um dos menores da minha turma, achei legal alguém menor conseguir ganhar de adversários muito mais fortes. Morava em um lugar bem periférico da minha cidade e sem muitos recursos, então não tinha condições de me deslocar até lugares que tinham Jiu-Jitsu. Quando comecei a trabalhar no centro, conseguia ir até a academia e treinava no horário de meio-dia. Trabalhava com comunicação visual e não tinha condição financeira confortável, então ao invés de pagar mensalidade fazia banners, adesivos e outros materiais de divulgação para ajudar o mestre e poder continuar treinando.</p>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos aprendendo Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Meus primeiros anos nas coloridas foram bem legais, treinei e aprendi bastante, mas não foi uma época organizada. Não tive uma metodologia inicial, um treino contínuo ou ensinos sobre a parte estratégica do Jiu-Jitsu. Meu professor tinha a profissão dele e não se dedicava ou se preocupava tanto com o Jiu-Jitsu, então nós também não tínhamos esse zelo. As aulas eram mais voltadas para a descontração, estar lá com os amigos se divertindo. Também por conta do trabalho dele, muitas vezes o professor não comparecia e a aula era tocada por quem tivesse a maior graduação. Geralmente eram os roxas, mas até eu, na faixa-azul, já puxei o treino.</p>
<div id="attachment_231949" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231949" class="size-full wp-image-231949" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-1.jpeg" alt="" width="720" height="718" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-1.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-1-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.11.18-1-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231949" class="wp-caption-text">Uma das muitas turmas de Feijó. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>E nas competições, tinha algum interesse?</strong></p>
<p>Quando competi na branca e na azul, tive resultados legais, mas só aprendi sobre as regras na faixa-roxa. Meu professor era um cara muito gente boa e querido, mas, infelizmente, não era muito atento com às regras e estratégias. Nós competíamos, mas se não houvesse finalização, nem sabíamos se ganhamos ou não. Isso atrapalhou um pouco o início da minha carreira na parte da competição.</p>
<p>Outro ponto é que competir nunca foi tão legal para mim. O professor insistia para eu participar, mas quando ganhava, sentia como se fosse uma obrigação, e quando perdia, ficava muito decepcionado. Ainda assim, eu participava porque achava importante para o meu desenvolvimento.</p>
<p><strong>Como se desenvolveu a sua paixão pelo ensino?</strong></p>
<p>Com o passar dos anos, meu professor começou a dar menos aulas e a se afastar do Jiu-Jitsu. Assim que eu peguei a faixa-roxa, meu professor vendeu o tatame dele, a academia fechou e ele começou a dar aulas em menor frequência e na garagem da casa dele. Nós ficamos meio órfãos do Jiu-Jitsu, então eu perguntei ao mestre se poderia alugar uma sala pequena e começar a dar aula aos meus colegas. O espaço era bem pequeno e o tatame era quase do tamanho da sala inteira, de lona preta com raspas de pneu. O objetivo era continuar treinando e receber pessoas novas, caso alguém quisesse treinar com a gente. Não pensava em crescer e ter uma escola, era uma coisa bem despretensiosa, mas foi ai que começou a minha grande paixão no Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>O trabalho de professor pode se mostrar um desafio até mesmo para um faixa-preta. Como você, ainda com a roxa, conseguiu manter uma turma?</strong></p>
<p>Eu tinha por volta de dez alunos. Com o meu professor aqui de Blumenau afastado do Jiu-Jitsu, eu estreitei laços com o líder da nossa equipe, mestre Alexandre Souza. Como ele é de Florianópolis, eu passei a ir até lá com o objetivo de treinar e aprender com ele, além de trazê-lo para ministrar seminários aqui na nossa região. Foi uma grande transformação, nós tínhamos um Jiu-Jitsu muito limitado e, quando começamos a treinar com ele, abriu-se um leque gigante de possibilidades no Jiu-Jitsu, com uma visão técnica e detalhada sobre a arte. Nesse ponto, ainda com a roxa, eu comecei a realmente entender e compreender o Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_231953" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231953" class="size-full wp-image-231953" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.26.46.jpeg" alt="" width="720" height="483" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.26.46.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.26.46-300x201.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.26.46-150x101.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231953" class="wp-caption-text">Feijó gradua um de seus alunos à faixa-preta. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as principais memórias da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Eu recebi a minha faixa-preta das mãos do mestre Alexandre Souza e do mestre Diógenes Dias, ambos faixas-pretas do mestre Crolin Gracie. Foi um conjunto de sensações, uma mistura de alegria com o peso da responsabilidade, e acabou que não me senti tão alegre. Mas foi um momento importante para mim. Como não tinham outros faixas-pretas na cidade e o meu professor estava afastado, era importante que nós tivéssemos um faixa-preta local. Nesse momento da minha carreira que estávamos crescendo bastante, receber a preta do mestre Alexandre foi muito importante. O mestre Diógenes Dias tem meu respeito, amizade e me ensinou muito, mas o mestre Alexandre Souza é o cara que mais entende de Jiu-Jitsu que eu já vi, tem uma leitura e uma visão ímpar do Jiu-Jitsu. Receber a faixa-preta das mãos dele foi uma honra inenarrável, sinto muito orgulho.</p>
<p><strong>Você ressaltou anteriormente a importância de uma visão técnica para a prática do Jiu-Jitsu. Qual é a importância dessa perspectiva para o ensino da arte suave?</strong></p>
<p>Cada esporte tem uma forma ideal, mas o Jiu-Jitsu é totalmente versátil, então o praticante pode ter qualquer forma física e se dar bem, só depende dele conseguir se adaptar e entender o que ele deve usar. Olhar um atleta e direcionar ele para o perfil de jogo, movimento e estratégia ideal, e depois direcionar outro atleta de forma totalmente diferente é um xadrez muito complexo e eu acho isso fenomenal. Eu posso ser um grande campeão conhecendo cinco ou seis técnicas de Jiu-Jitsu, mas para eu ser um grande professor, preciso conhecer muita coisa e ter uma bom olhar estratégico. Um grande professor precisa gostar muito de aprender para que ele consiga despertar essa mesma paixão no aluno.</p>
<p><strong>Além de atuar como professor, você também é técnico de alto rendimento em Blumenau. Qual é a principal diferença entre essas importantes funções?</strong></p>
<p>Como professor de Jiu-Jits tento desenvolver o máximo dos meus alunos, ensinar tudo que eu acho que eles precisam saber e tornar eles e o Jiu-Jitsu deles cada vez melhor. Como técnico, eu preciso tirar o melhor do atleta, observar o que esse atleta tem a oferecer e insistir nesse ponto para que ele seja campeão. Ou seja, o técnico explora o que o atleta tem de melhor e o professor ensina esse atleta para que ele seja cada vez melhor.</p>
<div id="attachment_231951" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231951" class="size-full wp-image-231951" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.14.26.jpeg" alt="" width="720" height="716" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.14.26.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.14.26-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.14.26-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231951" class="wp-caption-text">&#8220;Um grande professor precisa gostar muito de aprender para que ele consiga despertar essa mesma paixão no aluno&#8221;. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>A pressão de competir no Jiu-Jitsu varia entre os atletas, afetando intensamente uns e outros nem tanto. Com isso em mente, como você aconselha seus alunos a lidar com esse problema?</strong></p>
<p>Tenho um aluno que diz que só precisa ser melhor que o adversário em um momento da luta. Eu acho que isso é um grande ensinamento que incentiva a manter o foco na solução. Às vezes, se eu vejo uma luta e considero o foco do meu adversário, o prestígio que ele tem, aquilo vai ser um grande problema para mim. É preciso focar na solução. É fundamental ter essa mudança no pensamento, não questionar se é capaz de ganhar, mas sim como vai ganhar. Tirar o foco do problema e botar ele na solução é um dos grandes ensinamentos do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong> Você considera o preparo mental tão importante quanto o físico?</strong></p>
<p>É preciso entender que o cara pode ter a maior capacidade técnica, força e preparo, mas se não tiver uma boa cabeça não consegue botar o jogo dele em prática. Eu tenho vários alunos com nível técnico altíssimo e que gostam de competir, mas não conseguem render em competições. Por conta disso, passei a me dedicar mais ao estudo da mente humana e comecei a fazer um curso de programação neurolinguística, que é sensacional para o Jiu-Jitsu. Além disso, também estudo coaching para trabalhar melhor com os meus atletas.</p>
<p><strong>E como esses cursos afetaram a sua didática?</strong></p>
<p>Depois que eu fiz esses estudos, passei a ver o quanto o Jiu-Jitsu é transformador na cabeça das pessoas. Na programação neurolinguística, nós mudamos fatores na cabeça de outras pessoas através da emoção e o Jiu-Jitsu funciona da mesma forma. O ensinamento de cair e levantar, por exemplo, é lindo no papel, mas demonstrado não tem preço. Uma coisa é eu te incentivar a ter perseverança e correr atrás da solução para os seus problemas, mas outra coisa é eu te demonstrar isso no tatame. A emoção é a maneira mais eficiente do aprendizado ser absorvido pelas nossas cabeças. Entender isso foi um divisor de águas na minha carreira como professor.</p>
<div id="attachment_231957" style="width: 808px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231957" class="size-full wp-image-231957" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.40.13.jpeg" alt="" width="798" height="798" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.40.13.jpeg 798w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.40.13-300x300.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.40.13-150x150.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.40.13-768x768.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 798px) 100vw, 798px" /><p id="caption-attachment-231957" class="wp-caption-text">O Feijó Centro de treinamento é a base de operações do nosso GMI. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Olhando em retrospecto, quais foram as principais mudanças que a experiência trouxe à sua academia?</strong></p>
<p>Na parte esportiva, eu dei uma freada. Queríamos produzir campeões a todo custo, mas hoje eu estou muito mais dedicado a criar uma boa estrutura porque eu sei que, a partir dela, vão surgir as estrelas que levarão nosso nome para frente. Eu tenho vários campeões aqui, mas nenhum faixa-preta adulto a nível mundial. Sei que assim que formarmos um atleta nesse modelo, vamos atrair vários outros para a mesma trajetória. A partir do momento que um faz, os outros passam acreditar que é possível. Nosso foco com o Jiu-Jitsu é trabalhar nosso sistema de aulas, então nós oferecemos na nossa academia aulas exclusivas para homens e mulheres, para competição, para iniciantes, aulas em inglês e dividimos as idades de forma pensada para maximizar o aprendizado. Hoje, o Jiu-Jitsu está saindo da margem de luta e passando pela margem de esporte, mas eu acredito que o ápice dessa evolução será na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Em 2020, a pandemia do Coronavírus chegou com tudo e causou uma brusca interrupção em nossas rotinas e planejamentos. Frente a este cenário, quais são os atuais planos para a Aurum Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Nós temos várias filiais dentro do nosso estado e já estamos com tudo pronto para abrir a nossa primeira academia na Irlanda, assim que acabar o lockdown por lá. O objetivo é trabalhar no exterior com franquias próprias da Aurum em parceria com professores que queiram atuar naqueles locais. Pensando nisso, eu já disponibilizo o Jiu-Jitsu em inglês na minha academia, que é uma aula comum, mas que nos comunicamos somente na língua inglesa, para que nossos alunos e professores que pensam em ir para o exterior comecem a praticar o idioma.</p>
<div id="attachment_231955" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231955" class="size-full wp-image-231955" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.27.07.jpeg" alt="" width="720" height="468" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.27.07.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.27.07-300x195.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-23-at-16.27.07-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-231955" class="wp-caption-text">Noite movimentada no Feijó CT. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/os-ensinamentos-de-jean-feijo-para-ser-um-bom-professor-no-jiu-jitsu/">Jean Feijó e os mandamentos para ser um bom professor de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vídeo: Gustavo Dantas ensina a identificar – e corrigir – 10 falhas psicológicas no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 10:16:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já teve alguma atuação abaixo do esperado no Jiu-Jitsu? Pode ser que o problema esteja na forma como você prepara sua mente antes de competir. Nosso GMI no Arizona, Estados Unidos, o professor Gustavo Dantas é especialista na técnica de fortalecer a parte psicológica dos atletas da arte suave. Após anos de estudo teórico&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_129354" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-129354" class="size-full wp-image-129354" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg" alt="" width="1600" height="1067" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1.jpg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/LB-Open-Expo-28-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-129354" class="wp-caption-text"><em>Gustavo Dantas em foto de Erin Herle</em></p></div>
<p>Você já teve alguma atuação abaixo do esperado no Jiu-Jitsu? </p>
<p>Pode ser que o problema esteja na forma como você prepara sua mente antes de competir. Nosso GMI no Arizona, Estados Unidos, o professor Gustavo Dantas é especialista na técnica de fortalecer a parte psicológica dos atletas da arte suave.</p>
<p>Após anos de estudo teórico e experiências práticas, Gustavo identificou dez erros que costumam sabotar os competidores, e agora apresenta soluções realmente eficazes para você evitá-los.</p>
<p>Num primeiro momento, o professor da <a href="https://instagram.com/gdjjacademy?igshid=1odkv34e40lqm">GD Jiu-Jitsu Academy</a> oferece um questionário para que o atleta possa reconhecer características psicológicas a ser aperfeiçoadas.</p>
<p>Em seguida, o professor vai ao ataque contra a primeira falha, numa série de vídeos desenvolvidos para que você, amigo leitor, nunca mais sofra &#8220;travas mentais&#8221; quando estiver sob pressão numa arena. Confira.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Top 10 Erros Psicológicos que os atletas cometem e como evitá-los | Vlog Desliga, Deleta &amp; Bloqueia" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/2zfOFME_oq4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-gustavo-dantas-ensina-a-identificar-e-corrigir-10-falhas-psicologicas-em-atletas-de-jiu-jitsu/">Vídeo: Gustavo Dantas ensina a identificar – e corrigir – 10 falhas psicológicas no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A chave para uma consciência tranquila no Jiu-Jitsu, por Thiago Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 16:38:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234736" style="width: 608px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234736" class="size-full wp-image-234736" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade.png" alt="" width="598" height="366" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade.png 598w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-300x184.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-150x92.png 150w" sizes="auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px" /><p id="caption-attachment-234736" class="wp-caption-text">Thiago em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Na busca por uma carreira de sucesso no Jiu-Jitsu, é fácil sucumbir às pressões que tal estilo de vida carrega e focar apenas em resultados e títulos conquistados em campeonatos. Familiar com a esfera competitiva e seus desafios, nosso GMI Thiago Andrade, líder da GFTeam Porto, em Portugal, gosta de reforçar a seus alunos que mais importante que uma medalha é o esforço de quem sabe que deu o seu melhor, independentemente do resultado.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o faixa-preta explica como um bom treino contribui para o psicológico do atleta, além de falar sobre suas origens na arte suave e seus planos para um futuro próspero no Jiu-Jitsu. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>THIAGO ANDRADE: Iniciei a prática do Jiu-Jitsu aos 14 anos, no ano de 1998. Conheci o esporte através de uns amigos, que já treinavam e sugeriram que eu experimentasse. Junto com meu primo e mais três amigos, fizemos a aula experimental e acabei me apaixonando pelo Jiu-Jitsu. Iniciei com o professor Marcos Bastos, mas fiquei apenas dois anos com ele e ingressei no famoso tatame da Universidade Gama Filho, sob os cuidados do mestre Julio Cesar.</p>
<div id="attachment_234738" style="width: 605px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234738" class="size-full wp-image-234738" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar.png" alt="" width="595" height="553" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar.png 595w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar-300x279.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-Julio-Cesar-150x139.png 150w" sizes="auto, (max-width: 595px) 100vw, 595px" /><p id="caption-attachment-234738" class="wp-caption-text">Thiago e mestre Julio Cesar. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Naquela época, os treinos não eram separados por turmas e graduações, ou seja, as aulas eram bem duras desde o início. Meus colegas de treino que já competiam, então essa transição para a rotina de atleta foi feita de forma bem natural. Tive um ótimo desempenho nas coloridas, especialmente na faixa-azul, na qual quase não perdi. No entanto, uma lesão na faixa-roxa acabou por me afastar das competições por alguns anos, só retornando aos tatames competitivos na marrom.</p>
<p><strong>Como foi sua graduação para faixa-preta?</strong></p>
<p>Em 2018, vinte anos após o meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu, eu recebi a faixa-preta pelas mãos do mestre Julio Cesar. Havia ficado 10 anos fora do Jiu-Jitsu por conta da lesão, mas consegui me recuperar, retornar aos tatames e, através de muito trabalho duro, alcançar a preta. O fato da graduação ter sido realizada em Las Vegas e junto a todos os meus amigos e irmãos da GFTeam consolidou essa data como um dos dias mais especiais da minha vida.  </p>
<p><strong>Como separar a cabeça de competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Apesar de desafiadora no início, essa separação foi se tornando mais natural na medida em que amadureci em ambas as funções. Além disso, com o crescimento da equipe, os alunos passaram a precisar cada vez mais da minha atenção, então adaptei minha visão e mentalidade no Jiu-Jitsu para suprir essa crescente demanda.</p>
<div id="attachment_234740" style="width: 608px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234740" class="size-full wp-image-234740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Thiago-Andrade-equipe.png" alt="" width="598" height="370" /><p id="caption-attachment-234740" class="wp-caption-text">Nos tatames de sua academia em Portugal, a GFTeam Porto. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta, aquele que você sempre repassa aos alunos?</strong></p>
<p>Treino é para treinar! É o momento que todo praticante tem para tentar coisas novas, errar e se corrigir, repetir movimentos para melhorar seu domínio e descobrir os limites de seu jogo. É importante que o aluno dê o seu melhor para se desenvolver e preparar durante os treinos, de forma que chegue à competição e possa mostrar seu potencial. O importante não é o resultado, mas sim a consciência tranquila de quem sabe que fez um bom trabalho.</p>
<p><strong>Quais são suas meteas para forjar uma equipe ainda mais forte?</strong></p>
<p>Acredito que toda equipe forte se inicia de dentro pra fora. Por isso, trabalhamos para construir relações fortes de união e zelamos por um bom ambiente dentro da escola, de forma a fomentar o desenvolvimento dos alunos a nível individual e em grupo. A meta é consolidar nosso sistema de ensino desde as bases do aprendizado, focando na contribuição para os objetivos de nossos praticantes. Desta forma, acredito que nossa equipe se tornará ainda mais forte e nossos atletas serão cada vez mais vitoriosos.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-chave-para-uma-consciencia-tranquila-no-jiu-jitsu-por-thiago-andrade/">A chave para uma consciência tranquila no Jiu-Jitsu, por Thiago Andrade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 13:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Alex Martins A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234722" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234722" class="size-full wp-image-234722" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png" alt="" width="586" height="534" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-300x273.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-150x137.png 150w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234722" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Alex Martins</em></p>
<p>A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.</p>
<p>O resultado foi bom, mas a trajetória certamente não foi fácil. Dentro e fora da academia, passei por momentos estressantes que me afetaram diariamente. Fiquei cerca de duas semanas dormindo mal, totalizando apenas 3 ou 4 horas de sono por noite, e isso contribuiu ainda mais para derrubar meu humor e minha motivação. Diante desse nível de estresse e preocupação, as coisas pareciam estar encaminhadas para dar errado.</p>
<p>O Jiu-Jitsu, no entanto, me ajudou a superar as dificuldades e me restabelecer. Através do meu treino, consegui manter o foco e o entusiasmo que sinto pelo esporte, em especial pela competição que se aproximava. A arte suave me amparou e me manteve calmo, impedindo que as energias negativas, nascidas das dificuldades e do estresse diário, me sobrecarregassem.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Ao pisar no tatame da competição, as preocupações perderam a ênfase. Já na primeira luta, tive um bom desempenho e passei a acreditar que poderia ser campeão. Como disse anteriormente, não foi fácil. Cada uma das quatro lutas que fiz neste campeonato pareciam finais e precisei me focar completamente para executar o meu jogo de forma efetiva, e assim alcançar o título.</p>
<p>Olhando para trás, vejo que essa experiência foi importante para mim. Através dela, consegui enxergar a força do Jiu-Jitsu, que me guiou em meio às dificuldades, e a minha própria capacidade de seguir com a cabeça erguida em direção a um novo desafio. Com essa experiência, eu agora entendo o poder da positividade, de acreditar no meu potencial e de manter a motivação em face das dificuldades. Essa determinação inabalável é apenas mais um dos ensinamentos que o Jiu-Jitsu me trouxe.</p>
<p><em>*Alex Martins é um faixa-preta, atleta e líder da academia AMBJJ. O GMI conquistou a medalha de ouro na divisão dos médios da categoria master 3 no Pan de Jiu-Jitsu 2021.</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alex-martins-e-a-determinacao-para-alcancar-o-ouro-no-pan-de-jiu-jitsu/">Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marcos Cunha, Duda Tozoni e a formação de campeões na TMC Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2021 12:59:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor GMI da The Match Champ e líder do projeto social UCLA Jiu-Jitsu, o faixa-preta Marcos Cunha tem um trato especial com seus alunos, focado em formar campeões nos tatames e na vida. Em papo com GRACIEMAG, o professor comenta o sucesso de sua aluna Duda Tozoni, recém-promovida a faixa-preta que estará em ação no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233803" style="width: 866px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233803" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg" alt="" width="856" height="579" class="size-full wp-image-233803" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun.jpg 856w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-300x203.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-768x519.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/cun-150x101.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 856px) 100vw, 856px" /></a><p id="caption-attachment-233803" class="wp-caption-text">Duda e Marcos em treino na TMC. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Professor GMI da <a href="https://www.instagram.com/thematchchamp/">The Match Champ</a> e líder do projeto social <a href="https://www.instagram.com/uclajiujitsu/">UCLA Jiu-Jitsu</a>, o faixa-preta <a href="https://www.instagram.com/marcosvscunha/">Marcos Cunha</a> tem um trato especial com seus alunos, focado em formar campeões nos tatames e na vida.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor comenta o sucesso de sua aluna Duda Tozoni, recém-promovida a faixa-preta que estará em ação no BJJBet, o crescimento de sua equipe feminina e o trabalho psicológico que realiza com seus alunos que decidem investir na esfera competitiva.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Marcos Cunha e suas diretrizes para formar campeões na TMC" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/L-wUpY2Qo18?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marcos-cunha-duda-tozoni-e-a-formacao-de-campeoes-na-tmc-jiu-jitsu/">Marcos Cunha, Duda Tozoni e a formação de campeões na TMC Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 20:52:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da GB West Bay Doha, no Catar, nosso GMI Ronny Carvalho conhece bem os desafios da vida de um atleta, sempre em busca de títulos no Jiu-Jitsu. Com isso em mente, o faixa-preta abriu seu baú de histórias para GRACIEMAG e contou sobre sua trajetória, seu foco nos treinos e as qualidades necessárias para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233460" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233460" class="size-full wp-image-233460" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg" alt="" width="496" height="372" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233460" class="wp-caption-text">Ronny com a molecada boa do Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professor da GB West Bay Doha, no Catar, nosso GMI Ronny Carvalho conhece bem os desafios da vida de um atleta, sempre em busca de títulos no Jiu-Jitsu. Com isso em mente, o faixa-preta abriu seu baú de histórias para GRACIEMAG e contou sobre sua trajetória, seu foco nos treinos e as qualidades necessárias para conquistar o sonhado ouro nas competições. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RONNY CARVALHO: Sou de Formiga, uma cidade mineira que gerou grandes nomes do Jiu-Jitsu como Rodrigo Ranieri, Marcelo Garcia e Matheus Diniz. Inclusive, foi através do Ranieri que o Jiu-Jitsu começou a ter força em Formiga e foi por causa dele que conheci o esporte. Na época, eu tinha 14 anos de idade e me apaixonei rapidamente. Pouco tempo depois, conheci o mestre Paulão Rezende, que ensinou o Jiu-Jitsu para o Ranieri. Ele morava em Poços de Caldas, que é uma cidade vizinha, e foi o responsável por lapidar essa geração de atletas que saiu de Formiga. Nós deixamos a nossa cidade natal e fomos morar em lá para poder treinar com o Paulão.</p>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Me mudar para Poços de Caldas foi uma grande mudança na minha vida. A cidade já tinha fama no Jiu-Jitsu porque o Marcelinho Garcia havia conquistado o Mundial na faixa-azul e por conta de outros atletas que saíram de lá e deixaram a sua marca no esporte. Quando cheguei na cidade, passei a ter uma visão diferente do Jiu-Jitsu e decidi que queria viver dele, mas entendia que para isso eu precisaria me adaptar ao sistema de treinamento do Paulão, que era duríssimo. Sem falar que os campeonatos rolavam mensalmente e todos competiam, com estímulo do Paulão. Às vezes nem tínhamos dinheiro para viajar, mas nos juntamos e íamos na raça mesmo para participar das competições. Foi uma época cheia de altos e baixos, mas também foi uma ótima experiência e uma fase muito boa da minha vida. Apesar de estar hoje na Gracie Barra, junto com o Bráulio Estima, a quem sou muito grato, mantenho meu respeito e minha admiração pelo Paulão, que me ensinou tudo que eu sei sobre o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Eventualmente você saiu de Minas Gerais e ficou em Brasília, sob a tutela do professor João Roque. O que motivou essa mudança?</strong></p>
<p>Apesar de morar em Poços de Caldas, eu frequentemente precisava sair do estado por conta do trabalho e, nessas ocasiões, eu procurava outras academias para treinar. Quando fui para Brasília, eu procurei o João Roque por indicação do meu mestre e me adaptei bem ao estilo dele. O João é um mestre incrível e eu passei a considerar ele e o pessoal de lá como minha segunda família no Jiu-Jitsu. Me mantive competindo mensalmente e ficava impressionado com os atletas de lá, só tinha casca-grossa. Após um ano e alguns títulos conquistados em Brasília, o João Roque me graduou à faixa-marrom.</p>
<div id="attachment_233458" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233458" class="size-full wp-image-233458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg" alt="" width="496" height="617" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-241x300.jpeg 241w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-121x150.jpeg 121w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233458" class="wp-caption-text">Ronny com Léo Vieira em sua conquista no Europeu 2008. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as memórias mais marcantes da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Eu fui graduado à preta no fim de 2008, pelas mãos do professor Reinaldo Ribeiro. Pouco tempo depois de chegar na marrom, o Bernardo Pitel, que era aluno do João Roque, me chamou para ir junto com ele competir no Europeu. Fui vice-campeão na categoria Master 1 e decidi ficar por lá, treinando junto com o Reinaldo. Eu fui criado junto com ele no Jiu-Jitsu, éramos da mesma equipe. Me senti muito honrado em receber a preta das mãos dele, que foi um cara que me cobrou muito e me ensinou mais ainda sobre o Jiu-Jitsu. Estreei minha faixa no ano seguinte e alcancei o terceiro lugar no Europeu 2009 da IBJJF.</p>
<p><strong>O ensino é uma vertente do Jiu-Jitsu que é cada vez mais procurada por praticantes, independente da idade. Na sua opinião, é possível equilibrar a vida de atleta e a de professor?</strong></p>
<p>Acho importante manter o foco nos nossos objetivos. Se o atleta busca ser campeão, independente de ser estadual, nacional ou mundial, ele precisa manter esse foco. O caminho para alcançar esse patamar não é fácil, são muitos desafios e dificuldades. Preparar um aluno que vive com a mentalidade de competição para ser professor, especialmente se for jovem, é algo que eu não sou a favor. Prefiro trabalhar o psicológico desse atleta para que ele não se perca do seu objetivo, sempre tendo em mente as coisas que ele precisa fazer para alcançar essa meta, como treinar bastante, comer bem e dormir cedo.</p>
<p><strong>Qual é o treino que não pode faltar em uma das suas aulas?</strong></p>
<p>Eu sempre trago um dos treinos que aprendi com o Paulão Rezende, nos meus primórdios lá em Poços de Caldas. Coloco os alunos para fazer três minutos de guarda e depois, ainda na mesma dupla, mais três minutos de passagem de guarda. Divido esse treino em quatro rodadas, sendo que nas duas primeiras é permitido finalizar e nas últimas mantemos apenas a passagem. Como o objetivo é que o aluno consiga passar a guarda de maneira rápida, colocamos uma margem de trinta segundos para completar uma raspagem. Isso aumenta muito o nível do atleta nas competições.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para um atleta se tornar um campeão?</strong></p>
<p>Na parte física, acredito que um campeão precisa ter, no mínimo, seis horas diárias de treino. Essas horas podem ser divididas ao longo de vários treinos no dia, mas é essencial para que o atleta possa formular uma estratégia e praticar bastante. O jogo do campeão deve consistir de, no máximo, quatro posição que ele vá usar nas lutas, ou seja, manter o foco dos treinos no que ele já sabe fazer. Uma queda que ele consiga fazer bem ou uma raspagem que esteja habituado, são movimentos que devem integrar o jogo desse atleta e devem ser a prioridade no treinamento.</p>
<p>Na parte psicológica, ao meu ver, se trata de um esforço conjunto entre o professor e o atleta. Por um lado, o atleta precisa ter disciplina e dedicação para chegar ao alto nível necessário para se tornar um campeão. Consumo de bebidas alcoólicas, ou até mesmo refrigerantes, e dormir tarde não combinam com a vida de um atleta profissional. Por outro lado, o professor precisa saber administrar o psicológico desse aluno, sem cobrar de forma excessiva. Além do preparo físico, um campeão precisa estar mentalmente blindado para deixar de lado as dificuldades da vida dentro e fora dos tatames e executar sua estratégia com sucesso na competição.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ronny-carvalho-e-o-foco-necessario-para-ser-um-campeao-no-jiu-jitsu/">Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marcus Buchecha e a &#8220;Parábola do Leão&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2021 18:27:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216074" style="width: 1008px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216074" class="size-full wp-image-216074" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg" alt="" width="998" height="654" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49.jpeg 998w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-300x197.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-768x503.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-02-at-22.53.49-150x98.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /><p id="caption-attachment-216074" class="wp-caption-text">Conheça o ritual pré-luta da fera do Jiu-Jitsu. Foto: Blanca Marisa Garcia</p></div>
<p>Além da técnica e do treinamento físico, o preparo psicológico é essencial para um bom desempenho nos tatames. Com isso em mente, <a href="https://www.instagram.com/marcusbuchecha" target="_blank" rel="noopener">Marcus Buchecha</a> revelou em suas redes sociais o discurso motivacional que gosta de ouvir momentos antes de iniciar seus combates: A Parábola do Leão.</p>
<p>Trata-se de um trecho do filme &#8220;O chacal não perdoa&#8221; em que o ator Cristopher Walken fala sobre um leão que, devido ao calor, descansa e ignora os incômodos e os avanços cada vez mais ousados de outros animais em seu território. Por fim, o leão se levanta e devora a todos, de forma a comprovar sua dominância.</p>
<p>Confira o trecho abaixo e comente se você, focado leitor, tem algum ritual para entrar em seus combates com a mentalidade certa. Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Christopher Walken - The Lion Speech (PORTUGUES)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iWwYfvM3bK0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marcus-buchecha-e-a-parabola-do-leao-no-jiu-jitsu/">Marcus Buchecha e a “Parábola do Leão”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu pode ajudar você e sua família a vencer a ansiedade e a depressão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 03:09:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tão perigosos quanto as doenças do corpo, os males da mente são capazes de derrubar um desavisado num piscar de olhos. A ansiedade em excesso e a depressão podem fazer um touro confiante se transformar num ratinho acuado. Mas, como para tudo na vida há solução, o nosso Jiu-Jitsu também tem sua parcela de contribuição&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204805" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204805" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa.jpg" alt="" width="400" height="261" class="size-full wp-image-204805" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa.jpg 400w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-204805" class="wp-caption-text">Se recupere da tristeza, ansiedade e depressão com uma boa dose de Jiu-Jitsu. Foto: Nelson Chaves</p></div>
<p>Tão perigosos quanto as doenças do corpo, os males da mente são capazes de derrubar um desavisado num piscar de olhos. A ansiedade em excesso e a depressão podem fazer um touro confiante se transformar num ratinho acuado. Mas, como para tudo na vida há solução, o nosso Jiu-Jitsu também tem sua parcela de contribuição para resolver males de tal natureza.</p>
<p>O primeiro passo é se movimentar, literalmente. Afinal, todo exercício físico libera endorfinas no corpo, e estas, além de propriedades analgésicas, ajudam contra a ansiedade. Mas o Jiu-Jitsu vai além: ele ajuda na parte social também. Como é um esporte de contato que exige treinos com outras pessoas, os treinos rendem novas amizades, conhecimentos e companheirismo, fatores que os estudos confirmam serem cruciais para afastar a depressão e demais distúrbios mentais.</p>
<p>Além das questões físicas, químicas e sociais, a arte suave também ajuda a fortalecer a mente de seus atletas contra qualquer adversidade. Temos como ótimo exemplo a batalha maior de João Gabriel Rocha, faixa-preta da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> Soul Fighters, que venceu um câncer em 2014. Para ele, o Jiu-Jitsu foi ferramenta imprescindível na dura batalha contra os efeitos colaterais da quimioterapia e para afastar quaisquer pensamentos negativos.</p>
<p>&#8220;Eram três litros de químio injetados nas minhas veias diariamente&#8221;, disse João Gabriel, em entrevista recente à equipe GRACIEMAG. &#8220;Sentia meu corpo inteiro queimar por dentro. Mas encarava cada ciclo, cada sessão, como uma luta até a medalha de ouro, e o sofrimento como se fossem aqueles últimos dez segundos de luta, em que eu precisava suportar tudo, dar mais um gás sinistro para vencer. Eu tinha certeza de que venceria a doença. Jamais a ideia da morte me abalou, na minha cabeça só passavam os próximos planos no Jiu-Jitsu, como e quando retomaria os treinos, quando lutaria de novo etc. Mantive a cabeça muito boa, com o auxílio do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Já o professor Cleiber Maia, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> da LPM Jiu-Jitsu, no Rio, contou uma história prática de como o esporte salvou um amigo atormentado pela tristeza crônica:</p>
<p>&#8220;Conheci um atleta que tinha uma tendência depressiva, reclamava da vida em vários aspectos. Num dia de campeonato da SJJSAF, eu estava sem adversário para uma luta especial contra o Alan Oliveira, faixa-preta que tem paralisia cerebral. Chamei este meu amigo para lutar com o Alan. Eles lutaram e assim que o duelo terminou ele se ajoelhou no tatame e chorou. Me disse que não era justo reclamar da vida ao ver o Alan sempre com um sorriso no rosto.&#8221;</p>
<p>E você, conhece algum exemplo de como o Jiu-Jitsu foi uma ferramenta vital contra a depressão e a ansiedade? Comente conosco.</p>
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