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	<title>positivos | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>BJJ Stars: 11 pontos positivos e 1 negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 23:35:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214053" style="width: 592px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/buchecha-joao.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-214053" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/buchecha-joao.jpg" alt="" width="582" height="443" class="size-full wp-image-214053" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/buchecha-joao.jpg 582w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/buchecha-joao-300x228.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/buchecha-joao-150x114.jpg 150w" sizes="(max-width: 582px) 100vw, 582px" /></a><p id="caption-attachment-214053" class="wp-caption-text">João Gabriel desencantou e bateu Buchecha. Foto: Carol Haber/BJJ Stars</p></div>
<p><strong>1º) A palavra das estrelas</strong></p>
<p>A opinião parecia unânime: era o torneio de lutas casadas mais bem produzido em São Paulo, e provavelmente no Brasil, em muitos anos. E a opinião vinha justamente das pessoas mais bem posicionadas durante o BJJ Stars: os próprios lutadores, que assim que saíam das pelejas faziam questão de elogiar e agradecer, no microfone da apresentadora Dani Bolina, o excelente trabalho da organização na noite de 23 de fevereiro. Fepa Lopes aproveitou e anunciou o BJJ Stars 2, marcado para Manaus em outubro, e com Saulo Ribeiro x Roberto Godoi como uma das atrações.</p>
<p><strong>2º) Nicholas Meregali</strong></p>
<p>Num torneio estrelado por astros como Leandro Lo, Marcus Buchecha, João Gabriel Rocha, Felipe Preguiça e os favoritos dos paulistas Roberto Godoi, Marco Barbosinha e Bia Basílio, o gaúcho Nicholas Meregali perigava ser visto como coadjuvante. Talvez por isso, ele tenha declarado dias antes da luta: “A gente só escreve nosso nome na História vencendo grandes desafios”, postou ele. “Leandro Lo é meu adversário e vou fazer meu nome em cima dele, pois não aceito ser segundo colocado. Leandro Lo está no meu caminho, e vai sair.” Lo não gostou nada do que ouviu, e na pesagem no próprio sábado empurrou Nicholas longe, com as mãos no peito. O aluno de Mário Reis não reagiu. Umas oito horas depois, Meregali mostrou-se inabalável: numa tentativa de raspagem balão de Lo, o jovem gaúcho caiu em pé feito um felino. Quando o 0 a 0 parecia entalhado no placar, Nicholas deixou os torcedores de Lo atônitos ao deslizar para as costas e começar a apertar o pescoço do atual rei mundial absoluto. Leandro se contorceu para não bater, mas o tempo era curto para tentar virar o 4 a 0 no placar. “Autoconfiança não é arrogância”, diria Nicholas depois. “Eu sei que serei o rei do esporte”.</p>
<p><strong>3º) A forma de Godoi</strong></p>
<p>No vasto salão do Hebraica reservado para o aquecimento, o veterano professor Roberto Godoi, 22 anos só de faixa-preta, não parava de se movimentar, exibindo boa forma física. Na hora do combate com Renato Babalu, com sua torcida cantando feliz, o “Jason” deixou fluir a boa forma técnica, e venceu por 2 a 0: “Era para sair uma raspagem simples que costumo fazer sentado da guarda aberta”, explicaria depois. “Mas o Babalu defendeu bem e acabei me jogando numa raspagem da guarda-X. Eu gosto de usar essa nos treinos: em vez de subir na guarda X e ter de gastar muita energia contra a molecada, eu dou pressão como se fosse subir e, quando o camarada defende, jogo ele para trás somente na manha, sem força.”</p>
<p><strong>4º) João Gabriel, o imune</strong></p>
<p>No dia seguinte ao BJJ Stars, João Gabriel Rocha tinha consulta marcada com a médica oncologista. Foi uma consulta simbólica pois fechava de forma vitoriosa o ciclo de cinco anos de acompanhamento, após uma difícil fase quimioterápica. E pensar que no Hebraica João derrotou o maior recordista em títulos mundiais do Jiu-Jitsu, o brabo Marcus Buchecha. &#8220;Foi muito difícil interromper a carreira no auge, para tratar uma doença tão complicada”, disse João, emocionado após o combate. “Mas continuei trabalhando e acho que o segredo da vida será sempre esse: continuar em frente&#8221;. O momento mais tenso da luta foi no fim, quando Buchecha, quase nos limites do dojo, tentava inveter e cair por cima de João Gabriel. O árbitro interrompeu, o paulista caiu por cima e a galera pediu os pontos. Mas não havia raspagem: João forçara a passagem cruzando o joelho e obrigou Buchecha a se posicionar em quatro apoios. A manobra rendeu uma vantagem no placar a João e descaracterizou a guarda de Buchecha, daí não ter havido pontos na inversão aplicada pelo atleta da CheckMat.</p>
<p><strong>5º) Bia x Nicolini no duelo de gerações</strong></p>
<p>A luta feminina do evento foi uma das melhores da noite, e talvez merecesse ser realizada mais tarde – bem como a final do Grand Prix. Bia Basílio levantou a galera ao demonstrar por que é uma das mais temidas lutadoras da atualidade, chegando a cair montada na estrela Michelle Nicolini e abrir 7 a 0. Mas a defesa da lutadora do One FC estava em dia, e depois de alguns minutos, ela livrou-se de um estrangulamento na agulha. No fim, 9 a 2 para Bia e muitos aplausos para ambas.</p>
<p><strong>6º) A festa da torcida</strong></p>
<p>As grandes, médias e pequenas academias de São Paulo foram um dos pontos altos do espetáculo, ao promoverem cantos e gritos de guerra para seus professores, em especial Marcos Barbosinha, que superou Wellington Megaton em luta em pé eletrizante. O clima era perfeito, com torcedores de todas as idades, e na área VIP via-se convidados como o chef Alex Atala papeando sobre Jiu-Jitsu com a lenda Murilo Bustamante, entre muitos outros campeões. Patrick Gaudio, vencedor do bom duelo contra Tim Spriggs, levou sua filhota no colo na hora de receber o troféu. Mais família impossível.</p>
<p><strong>7º) O jovem Pé de Chumbo</strong></p>
<p>Escalar ex-astros do UFC como Renato Babalu e Delson Pé de Chumbo foi outra boa cartada do evento. Pé de Chumbo e Tererê fizeram um bonito duelo de ex-campeões mundiais, e o faixa-preta da serra de Teresópolis não deu moleza para o astro do morro do Cantagalo. Delson pôs muita pressão na guarda aberta de Tererê, passou e estrangulou do cem-quilos, a 4min de luta. “Eu ainda sou um garoto!”, celebrou, após dar seu famoso salto mortal.</p>
<p><strong>8) Emoções no Grand Prix</strong></p>
<p>Após ser capaz de manter a frieza diante das câmeras e do microfone, Luis Marques (LM Jiu-Jitsu) desabou. Sentado num canto escondido do Hebraica, o lutador chorou lágrimas de esguicho após passar por três pedreiras: Diogo Almeida, Paulinho Procópio (finalização) e Jurandir Conceição, na final. “Machuquei o ombro e o pé antes do evento, e achei que não daria”, explicou.</p>
<p><strong>9) Mackenzie e as perguntas</strong></p>
<p>Mackenzie Dern não se limitou a ficar torcendo pelo papai Megaton: subiu ao palco para perguntas técnicas e interessantes aos atletas. Golaço do evento. Para nossa reportagem, falou também da gravidez de 7 meses: “Vou voltar ao UFC ainda este ano. Quero também lutar o ADCC na Califórnia em setembro, pois é um torneio ótimo para treinar as chaves de tornozelo e voltar à forma”, disse a campeã.</p>
<p><strong>10) Tererê e o charme</strong></p>
<p>Todo evento de Jiu-Jitsu que se preze deveria contar com Fernando Tererê. O astro carioca foi saudado pela torcida, talvez reflexo dos anos em que morou e treinou em Sampa. Mesmo derrotado, roubou a cena ao jogar todo seu dengo na direção da competente apresentadora Dani Bolina, que só ria.</p>
<p><strong>11) Jiu-Jitsu é roquenrol</strong></p>
<p>O intervalo entre as lutas é sempre um desafio para a produção. E, se de fato poderiam haver duas lutas a menos (o evento foi até as 2h da matina), a solução encontrada foi perfeita: música ao vivo com uma banda competente tocando velhos sucessos do rock. Belo embalo para a plateia.</p>
<p><strong>12) O ponto negativo</strong></p>
<p>E, por fim, o descontrole. Ao término da confusão, quando ninguém se machucou, alguém até tentou brincar: “A organização na próxima vez pode por uma grade em vez de tatame aberto, para ninguém repetir o Erberth Santos e sair correndo atrás da torcida…”. Mas o ocorrido não teve graça nenhuma. É a velha moral da história: atletas que pretendem lutar por bolsas de profissionais jamais podem agir como amadores.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/2019/02/25/video-organizador-do-bjj-stars-fepa-lopes-comenta-altos-e-baixos-do-evento/" rel="noopener" target="_blank">Clique aqui e veja as considerações finais de Fepa Lopes, organizador do evento.</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/BuWigdjAGg2/" rel="noopener" target="_blank">Clique aqui e veja a nota de esclarecimento de Erberth Santos.</a></p>
<h3>BJJ Stars 1<br />
Clube Hebraica, São Paulo, SP<br />
23 de fevereiro de 2019</h3>
<p>Felipe Preguiça venceu Erberth Santos por desistência (Erberth correu em direção da torcida)<br />
João Gabriel Rocha venceu Marcus Buchecha por 3 vantagens a 0<br />
Nicholas Meregali venceu Leandro Lo por 4 a 0<br />
Roberto Godoi venceu Renato Babalu por 2 a 0<br />
Marco Barbosa venceu Wellington Megaton por 2 a 0 (punições)<br />
Isaque Bahiense venceu DJ Jackson na decisão dos árbitros<br />
Patrick Gaudio venceu Tim Spriggs por 14 a 2<br />
Delson Pé de Chumbo finalizou Fernando Tererê no estrangulamento aos 4min<br />
Gabriel Rollo venceu Celsinho Venicius por 3 vantagens a 2 (0 a 0)<br />
Bianca Basílio venceu Michelle Nicolini por 9 a 2<br />
Ricardo Pingo finalizou Carlos Eduardo “Cadu” na chave de braço aos 7min43s, após variar do triângulo para a omoplata e então para o armlock</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-stars-11-pontos-positivos-e-1-negativo/">BJJ Stars: 11 pontos positivos e 1 negativo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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