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	<title>Mundial Por Equipes Mistas | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Brasil faz história no judô com prata no Mundial de Equipes, nova prova dos Jogos Olímpicos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 04:58:26 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203713" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203713" class="size-full wp-image-203713" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/37006724255_6865ea2a98_z-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-203713" class="wp-caption-text">Equipe brasileira que conquistou o vice-campeonato no Mundial Por Equipes Mistas. Foto: Paulo Pinto/CBJ</p></div>
<p>Após conquistar quatro medalhas nas disputas individuais, o Brasil garantiu seu quinto pódio neste domingo, 03, ao chegar à final do inédito Mundial Por Equipes Mistas de Judô, prova que estreará em Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020. Na decisão contra a forte seleção do Japão, o Brasil ficou com a medalha de prata e encerrou sua melhor participação em mundiais fora de casa, com um ouro, duas pratas e dois bronzes ao todo, além do quarto lugar geral no individual.</p>
<p>&#8220;Começar o primeiro Campeonato Mundial pós Olimpíada com esse resultado de cinco medalhas só dá mais motivação, não só aos atletas, como à comissão técnica, à direção da CBJ, aos nossos patrocinadores&#8221;, disse Ney Wilson, gestor de Alto Rendimento da CBJ. &#8220;Isso aumenta muito a autoconfiança de toda a equipe, o que é fundamental num início de ciclo olímpico para que a gente possa construir ao longo dos próximos três anos um trabalho que nos permita fazer um resultado semelhante em Tóquio.&#8221;</p>
<p>Onze atletas foram inscritos para a única prova coletiva do Mundial: Érika Miranda (57kg), Rafaela Silva (57kg), Maria Portela (70kg), Maria Suelen Altheman (+70kg), Beatriz Souza (+70kg), Marcelo Contini (73kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), Victor Penalber (90kg), Eduardo Bettoni (90kg), Rafael Silva (+90kg) e David Moura (+90kg).</p>
<p>Nas preliminares, os seis judocas escalados para os duelos iniciais venceram 14, das 18 lutas disputadas. A equipe superou Polônia e Canadá por cinco a um para avançar à semifinal. Na sequência, o Brasil bateu a Rússia por 4 a 2 e classificou-se para a primeira decisão do Mundial por Equipes da história.</p>
<p>Na decisão, o Japão trouxe seus principais atletas, quatro deles medalhistas de ouro ou prata neste Mundial no individual, e venceu todos as seis lutas.</p>
<p>&#8220;Tem algo especial na competição por equipes mistas e gostei muito da energia. É um pouco diferente, mas é muito bom. O resultado de seis a zero não demonstra a realidade do que foi o confronto, pois foram lutas muito divididas, algumas decididas por detalhes no golden score. É um ótimo resultado para começarmos a nos preparar para os Jogos de Tóquio&#8221;, avaliou Victor Penalber após a final.</p>
<p>Para Maria Portela, a introdução da competição por equipes mistas foi bom para o Brasil pelo país ter atletas fortes tanto no masculino, quanto no feminino em diversas categorias.</p>
<p>&#8220;Estou bem satisfeita com nossos resultados, apesar de não conseguirmos marcar nenhum ponto na final. Estou muito feliz com a medalha de prata. A competição por equipes mistas deu certo para os atletas do Brasil, pois nossa seleção é formada por judocas talentosos tanto no masculino, quanto no feminino. Entrar no tatame e lutar não só por você, mas por todos que estão com você na equipe. Nós somos muito bons nisso&#8221;, concluiu.</p>
<p><strong>O caminho do Brasil até a final</strong></p>
<p>OITAVAS-DE-FINAL: BRASIL 5 X 1 POL</p>
<p>O primeiro adversário foi a Polônia em duelo válido pelas oitavas-de-final. Para este combate, a seleção foi escalada com: Rafaela Silva (57kg), Marcelo Contini (73kg), Maria Portela (70kg), Eduardo Bettoni (90kg), Maria Suelen Altheman (+70kg) e David Moura (+90kg).</p>
<p>A campeã olímpica abriu o duelo com vitória por waza-ari e Marcelo Contini (73kg) ampliou a vantagem com uma vitória por ippon. Maria Portela (70kg) imobilizou Karolina Talach por 20 segundos e marcou o terceiro ponto brasileiro. Eduardo Bettoni (90kg) jogou Piotr Kuczera por um waza-ari, marcou o quarto ponto e garantiu o Brasil nas quartas. Maria Suelen Altheman (+70kg) também imobilizou Anna Zaleczna até o ippon e aumentou o placar para 5 a 0. A Polônia conseguiu um ponto de honra no último combate com Maciej Sarnacki imobilizando David Moura por 20 segundos. Resultado final: Brasil 5 x 1 Polônia.</p>
<p>QUARTAS-DE-FINAL: BRASIL 5 X 1 CANADÁ</p>
<p>Novamente, Rafaela Silva abriu o confronto, mas caiu de waza-ari para Jessica Klimkait. Marcelo Contini levou um waza-ari de Antoine Bouchard, respondeu com outro e imobilizou o adversário no golden score para empatar a disputa. Maria Portela, também no golden score, superou Kelita Zupancic por um waza-ari, e Victor Penalber ampliou a vantagem para 3 a 1, com dois waza-aris sobre Louis Krieber Gagnon (90kg). Maria Suelen imobilizou Portuondo na quarta luta e garantiu o Brasil na semifinal com o quarto a um. Por fim, Rafael Silva jogou Kyle Reyes por waza-ari e fechou o placar.</p>
<p>SEMIFINAL: BRASIL 4 X 2 RÚSSIA</p>
<p>Rafaela Silva começou bem, com vitória por um waza-ari sobre Anastasiia Konkina. Na segunda luta, Eduardo Katsuhiro (73kg) forçou uma punição por passividade a Uali Kurzhev, no golden score, e fez o segundo ponto do Brasil. Em luta equilibrada no terceiro encontro, Maria Portela (70kg) foi paciente para finalizar Alena Prokopenko no quarto minuto do golden score, imobilizando a adversária por 20 segundos (ippon). A Rússia diminuiu, com Igor Igolnikov jogando Penalber de ippon, mas Maria Suelen Altheman, em grande forma, pontuou com um waza-ari e, na sequência, imobilizou Sokolova, anotou sua terceira vitória por ippon e garantiu o Brasil na final. Renat Saidov superou Rafael Silva na última luta, mas já era tarde. Brasil 4, Rússia 2.</p>
<p>FINAL: BRASIL 0 X 6 JAPÃO</p>
<p>O primeiro duelo foi entre duas gigantes. A campeã olímpica Rafaela Silva e a vice-campeã mundial Tsukasa Yoshida. No tempo normal, a luta terminou empatada nas punições (2-2) e, depois de mais de dois minutos de golden score, Rafaela foi imobilizada pela japonesa. No segundo combate, Marcelo Contini (73kg) encarou o campeão mundial Soichi Hashimoto, que pontuou com um waza-ari e ampliou a vantagem. O Japão abriu três a zero com Chizuru Arai que fez luta parelha com Maria Portela e venceu pela vantagem mínima de uma punição no golden score. Kenta Nagasawa (90kg) forçou três punições a Victor Penalber e marcou o quarto ponto japonês, já garantindo o ouro. Em seguida, Maria Suelen Altheman (+70kg) foi imobilizada pela vice-campeã mundial Sarah Asahina. No último combate, Rafael Silva (+90kg) sofreu o waza-ari com dois minutos e meio de golden score com Takeshi Ojitani, fechando o placar em seis a zero para os japoneses.</p>
<p><strong>Entenda como funciona a competição por equipes mistas</strong></p>
<p>Neste tipo de prova, cada confronto entre países tem seis lutas. Vence o duelo o país que tiver o maior número de vitórias individuais. O primeiro critério de desempate é o número de vitórias por ippon e o segundo é o número de vitórias por waza-ari. Se ainda assim o empate permanecer, será sorteada uma categoria de peso para fazer a luta final de desempate no formate de golden score, ou seja, o atleta que obtiver a primeira vantagem, mesmo que seja apenas uma punição, vence.</p>
<p>É a primeira vez que Federação Internacional de Judô está testando esse modelo de disputa com equipes formadas por homens e mulheres. O evento já está confirmado no programa oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, também de forma inédita.</p>
<p>Antes, as provas por equipes era separadas por gênero e não eram disputadas nas Olimpíadas. Nesse formato, o Brasil tem quatro pratas e dois bronzes, no masculino, além de um bronze e uma prata, no feminino.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/brasil-faz-historia-no-judo-com-prata-no-mundial-de-equipes-nova-prova-dos-jogos-olimpicos/">Brasil faz história no judô com prata no Mundial de Equipes, nova prova dos Jogos Olímpicos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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