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	<title>Michael Jordan | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Michael Jordan | Graciemag</title>
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		<title>A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 14:07:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233983" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233983" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg" alt="" width="1200" height="675" class="size-full wp-image-233983" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-233983" class="wp-caption-text">Por que grandes ícones do UFC não conseguem reconquistar seus títulos ou dar a tão famosa “volta por cima”? Documentário campeão de audiência com Michael Jordan pode oferecer as pistas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #274. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Num dos muitos momentos emocionantes da série “Arremesso final” (“The Last Dance”, no original da Netflix), o espectador depara-se com o supercampeão Michael Jordan chorando copiosamente no chão do vestiário. Era o ano de 1996, e o Chicago Bulls acabara de conquistar seu quarto título da NBA.</p>
<p>Cerca de dois anos antes, Jordan sentira que não tinha mais o que provar após o tricampeonato consecutivo da NBA (1991/92/93). Estava cansado da perseguição da mídia e muito abalado pelo assassinato de seu pai. Por isso, havia decidido se aposentar, procurar novos desafios, jogar beisebol. Contudo, como manter um dos atletas mais competitivos e obcecados de todos os esportes no sofá, a assistir em casa outros times e novos jogadores serem coroados, enquanto ainda tinha talento incomparável e vigor físico suficiente para superá-los?</p>
<p>Michael não conseguiu se conter e voltou à NBA no fim da temporada 1994-95. Sentiu a falta de ritmo de jogo, a dificuldade de entrosamento com o novo elenco e a diferença da preparação física do basquete para a que vinha fazendo no beisebol. Os Bulls foram derrotados nos playoffs pelo Orlando Magic e muitos já diziam que a Era Jordan já havia passado. Subestimaram a incomparável capacidade de motivação e dedicação do maior de todos os tempos.</p>
<p>Jordan iniciou sua preparação no dia seguinte à eliminação, treinou obsessivamente por três períodos diários, dedicou-se ao que determinavam seus técnicos e cobrou o mesmo comprometimento dos colegas de equipe. Daí nasceu um time espetacular, por anos o recordista de mais vitórias numa só temporada da NBA (72, com apenas dez derrotas), com Michael eleito o jogador do ano e o Chicago Bulls conquistando o quarto campeonato. O título veio justamente no Dia dos Pais, dando um significado ainda maior para Jordan, que havia parado justamente após a perda de seu genitor. Impossível não se emocionar.</p>
<p>O que possibilita um retorno triunfal como esse após um longo afastamento do esporte? A justificativa mais fácil e impensada para explicar o caso de Michael seria atribuir tudo ao talento inigualável do “Air Jordan”. Então por que grandes ícones do UFC como Anderson Silva e Conor McGregor não conseguiram reconquistar seus títulos? Por que alguns poucos conseguem e tantos falham em empreitadas desse tipo no MMA?</p>
<div id="attachment_233990" style="width: 935px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233990" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png" alt="" width="925" height="591" class="size-full wp-image-233990" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png 925w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-300x192.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-768x491.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-150x96.png 150w" sizes="(max-width: 925px) 100vw, 925px" /><p id="caption-attachment-233990" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p>É lógico que não podemos descartar a habilidade como um fator importante. Ninguém medíocre chega a se tornar um campeão do UFC e se manter por um tempo razoável. E é preciso ainda mais talento e inteligência para compensar o declínio físico que inevitavelmente vem com a idade e a inatividade. Foi graças a um nível técnico elevadíssimo que Dominick Cruz conseguiu recuperar seu cinturão peso-galo em 2016 depois de cerca de cinco anos de inatividade em razão de lesões gravíssimas nos joelhos.</p>
<p>Todavia, se talento e dominância garantissem grandes retornos, Anderson Silva, o maior gênio da história do MMA, teria conseguido voltar a reinar. Não foi o que ocorreu. Após sua fatídica derrota e a impressionante lesão sofrida contra Chris Weidman, Anderson nunca mais foi o mesmo. Não existe “perda de talento”. Não era tampouco a idade apenas que começava a afetá-lo. Faltava a motivação.</p>
<p>Como visto acima, Michael Jordan soube transformar a tragédia da morte do pai e a desconfiança da imprensa em motivação. Aliás, Jordan era um mestre em se automotivar. Bastava que alguém o provocasse, que um colunista na imprensa duvidasse dele ou mesmo que um oponente se destacasse, para que Michael usasse isso como razão pela qual precisava treinar o triplo e vencer. Ele se desafiava a provar para todos e para si mesmo que ainda era o melhor, que ainda podia vencer qualquer um. E assim o fazia.</p>
<p>No MMA, quem mais soube se motivar e retornar em triunfo foi Randy Couture. Cinco vezes campeão do UFC, o “Natural” já não era jovem quando começou a lutar MMA. Na estreia no UFC, tinha 33 anos. Durante toda a carreira, conviveu com constantes questionamentos da imprensa e de parte do público. Toda vez que ia enfrentar algum lutador mais jovem como Vítor Belfort (“Fenômeno” então com apenas 20 anos de idade), com mais recursos como Pedro Rizzo ou mais rápido como Chuck Liddell, Randy Couture era visto como carta fora do baralho. Isso o motivava a surpreender, a calar os críticos, a nunca parar. A cada luta em que era tido como azarão, ele sempre parecia querer mais a vitória do que os rivais.</p>
<p>Seu último retorno ao trono foi o mais sensacional e emblemático. Com 43 anos e vindo de mais de um ano de inatividade, Randy enfrentou o bem mais alto, mais jovem e nocauteador Tim Sylvia. A imprensa previa uma derrota constrangedora para o “coroa”, naquele UFC 68. Couture transformou essas críticas pesadas e a desconfiança em combustível para uma chama que parecia inesgotável. Durante cinco rounds, Randy foi uma locomotiva. Com labaredas saindo de seus olhos, derrubou seguidamente Sylvia e usou um jogo de wrestling extremamente desgastante para miná-lo. Couture era quem parecia ser o jovem ali. Após ter seu braço levantado por decisão unânime, o ídolo americano sorriu e declarou: “Nada mal para um cara velho! ”</p>
<p>A série “Arremesso final” comprova que só talento e vontade não são suficientes se não houver dedicação. Jordan era extremamente disciplinado e treinava mais do que qualquer um no time. Não é fácil manter essa rotina quando já se alcançou as maiores honrarias de seu esporte. É preciso uma combinação de autoconhecimento, determinação e engajamento. Aquele velho adágio de que não basta a inspiração sem a transpiração. Quando tratamos de UFC, nenhum campeão representa melhor essa dedicação do que Georges St-Pierre.</p>
<p>Durante toda sua gloriosa carreira no peso meio-médio, o faixa-preta canadense sempre buscou treinar, aprimorar-se, preencher lacunas, desenvolver novas habilidades. Procurava os melhores treinadores no mundo em áreas onde precisava desenvolver habilidades específicas. Pupilo da lenda Freddie Roach no boxe e faixa-preta do professor Bruno Fernandes na GB Montreal, St-Pierre já foi a Londres aprender algumas técnicas da arte suave com Roger Gracie, foi à Tailândia aprimorar muay thai, treinou wrestling com a equipe do Canadá, fez treinos de força e flexibilidade com equipes de ginástica olímpica. A cada luta, esse empenho constante de St-Pierre gerava algo novo para dificultar a vida de seus adversários.</p>
<p>Ao se aposentar após sua nona defesa consecutiva do cinturão meio-médio, Georges continuou se mantendo em forma. Quatro anos depois, motivado por se tornar campeão de mais uma categoria e enfrentar outro veterano do esporte, GSP aceitou disputar o cinturão peso médio contra Michael Bisping, no UFC 217. Para isso, voltou a se dedicar com afinco único e profissional aos treinamentos. Era preciso ganhar mais musculatura e, ainda assim, continuar ágil para poder ganhar de um oponente maior e naturalmente mais pesado.</p>
<p>A disciplina do canadense o levou a praticamente morar na academia e mudar sua preparação para dar mais ênfase em finalizações e em poder de nocaute. Árdua dedicação que trouxe dividendos. Durante os dois primeiros minutos da luta no Madison Square Garden, St-Pierre ainda recebia muitos golpes, mas gradativamente se adaptava à nova dinâmica e conseguia encaixar o que havia treinado. Até que, no terceiro round, quando se esperava que os anos de aposentadoria cobrariam o preço de um atleta menos comprometido, GSP cresceu na luta, acertou um potente cruzado de esquerda, seguiu com socos no chão até pegar as costas de Bisping e finalizá-lo no mata-leão. Tudo que treinara à exaustão fora devidamente aplicado e Georges St-Pierre era novamente campeão do UFC.</p>
<p>Deveríamos nos inspirar nos exemplos desses retornos gloriosos para superarmos os desafios que a vida nos traz, amigo leitor. Não é preciso ser um Michael Jordan ou um Georges St-Pierre. Todos temos nossas próprias habilidades, limitações e dificuldades. Se soubermos combinar nossos talentos com muita motivação e dedicação, haveremos de triunfar.</p>
<div id="attachment_233992" style="width: 995px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233992" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png" alt="" width="985" height="649" class="size-full wp-image-233992" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png 985w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-768x506.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-150x99.png 150w" sizes="(max-width: 985px) 100vw, 985px" /><p id="caption-attachment-233992" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-com-o-campeao-michael-jordan/">A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>20 lições do Olimpo</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2021 05:57:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Do baú de GRACIEMAG: Muitos heróis mitológicos do esporte mundial sequer vestiram um kimono, como você pode perceber nas Olimpíadas. Seus ensinamentos, porém, são capazes de inspirar você durante sua jornada, e durante seus treininhos de Jiu-Jitsu. Confira! &#160; 1. “Nunca diga nunca, pois limites são como medos: não passam de uma ilusão.” (Michael Jordan,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-162256 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1.jpg" alt="" width="615" height="409" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1.jpg 615w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/08/usain-bolt-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px" /></p>
<p>Do baú de GRACIEMAG:</p>
<p>Muitos heróis mitológicos do esporte mundial sequer vestiram um kimono, como você pode perceber nas Olimpíadas.</p>
<p>Seus ensinamentos, porém, são capazes de inspirar você durante sua jornada, e durante seus treininhos de Jiu-Jitsu. Confira!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. “Nunca diga nunca, pois limites são como medos: não passam de uma ilusão.”</p>
<p><em>(Michael Jordan, campeão olímpico de basquete)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. “Quando comecei, imagino que alguns me olharam como uma espécie de mascote, especialmente quando comparado com a massa física dos russos, todos imensos. Lembro-me de olhar para eles e pensar: ‘Eles são grandes, mas as árvores grandes também podem ser abatidas’”</p>
<p><em>(<a href="https://www.instagram.com/pele/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">Pelé</a>, rei do futebol, relembrando a Copa de 1958)</em></p>
<p>3. “É mais fácil fazer seu trabalho de forma certa do que ficar explicando por que você não conseguiu.”</p>
<p><em>(Martina Navratilova, campeã de tênis)</em></p>
<p>4.“Se você sonha que pode me vencer, é melhor acordar rápido e me pedir desculpas.”</p>
<p><em>(Muhammad Ali, campeão olímpico de boxe)</em></p>
<p>5.“A traiçoeira armadilha do sucesso é um alçapão em que costumamos cair quando, embriagados pelos êxitos, passamos a nos achar melhores que os outros, ou mesmo invencíveis; e então nos afastamos da essência do sucesso: a preparação.”</p>
<p><em>(Bernardinho Rezende, campeão de vôlei como treinador)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6.“Eu queria agradecer aos meus fãs pelo incentivo. E aos que<br />
duvidaram de mim, muito obrigado também, porque vocês me<br />
empurraram até aqui.”</p>
<p><em>(Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7. “A primeira etapa é vencida pelo melhor técnico. A segunda é vencida pelo atleta de melhor forma. A terceira etapa é vencida pelo atleta com o maior coração.”</p>
<p><em>(Dan Gable, wrestler e treinador)</em></p>
<div id="attachment_226128" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-226128" class="size-full wp-image-226128" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577.jpg" alt="" width="288" height="268" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577.jpg 288w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/06/Jordan_by_Lipofsky_16577-150x140.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" /><p id="caption-attachment-226128" class="wp-caption-text">Michael Jordan, astro do basquete, não acreditava em limites.</p></div>
<p>8.  “Tento executar a coisa certa no momento certo. Podem ser<br />
pequenas coisas, mas frequentemente são essas que fazem a<br />
diferença entre vencer e perder.”</p>
<p><em>(Kareem Abdul-Jabbar, astro do basquete)</em></p>
<p>9. “A minha estratégia e a do meu treinador era juntar fotos de todos os melhores saltadores do planeta. A gente imaginava qual era a principal habilidade de cada um deles, e assim criava em nossa cabeça um atleta que nunca existiu. Então, a gente começava a trabalhar para me transformar naquele cara.”</p>
<p><em>(Sergei Bubka, lenda do salto com vara)</em></p>
<p>10. “Não force seus filhos nos esportes. Até hoje, meu pai jamais me levou para jogar golfe. Eu pedia a ele. É o desejo da criança de brincar que importa, não a vontade dos pais de ver o filho jogar. Mantenha o esporte divertido sempre.” (Tiger Woods, golfista)</p>
<p>11. “Adiar qualquer coisa é a doença mais comum e letal do mundo, e seu preço no sucesso e na felicidade das pessoas é pesado demais.”</p>
<p><em>(Wayne Gretzky, craque do hóquei no gelo)</em></p>
<p>12. “A equipe é onde a criança pode provar sua coragem para os<br />
outros. A gangue é onde o covarde vai para se esconder.”</p>
<p><em>(Mickey Mantle, lenda do beisebol americano)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13. “O importante é aprender uma lição a cada vez que você perde. A vida é um aprendizado constante, e você precisa tentar aprender o que funciona melhor para você. Olhe, a vida não é divertida quando você fica o tempo inteiro batendo com a cabeça numa parede de tijolos.”</p>
<p><em>(John McEnroe, lenda do tênis)</em></p>
<p>14. “O que une uma equipe é quando um cobre as fraquezas do<br />
outro.”</p>
<p><em>(Phil Jackson, técnico da NBA)</em></p>
<p>15. “Uma vez que algo vira uma paixão, a motivação está ali.”</p>
<p><em>(Michael Schumacher, piloto de corrida)</em></p>
<p>16. “Algumas pessoas gostariam que algo acontecesse. Algumas<br />
desejam que aconteça. E outras fazem acontecer.”</p>
<p><em>(Michael Jordan, campeão de basquete)</em></p>
<p>17. “Ter qualquer tipo de dúvida dentro de você é a maior fraqueza que um atleta pode ter.”</p>
<p><em>(Shawn Johnson, ginasta)</em></p>
<p>18. “Eu simplesmente não consigo lembrar o último dia em que deixei de treinar.”</p>
<p><em>(Michael Phelps, lenda das piscinas)</em></p>
<p>19. “Ninguém jamais se afogou em suor.”</p>
<p><em>(Dan Gable)</em></p>
<p>20. “Aprendi ao longo da minha carreira a gostar do sacrifício.”</p>
<p><em>(Rafael Nadal, campeão de tênis)</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/20-licoes-do-olimpo/">20 lições do Olimpo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que você, Pelé, Jordan e Bustamante têm em comum?</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 17:21:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao vivo no Instagram @Graciemagoficial, em abril, o campeão de Jiu-Jitsu e MMA Murilo Bustamante relembrou um de seus maiores momentos na carreira: o dia em que precisou finalizar duas vezes o mesmo oponente, no UFC. O faixa-preta de Carlson Gracie estava defendendo o seu título peso médio contra Matt Lindland em 2002,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_194318" style="width: 898px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-194318" class="size-full wp-image-194318" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/busta-1.jpg" alt="" width="888" height="605" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/busta-1.jpg 888w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/busta-1-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/busta-1-768x523.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/busta-1-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /><p id="caption-attachment-194318" class="wp-caption-text">Murilo Bustamante solta os socos para garantir o cinturão do UFC. Foto: Susumu Nagao/Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Em entrevista ao vivo no <a href="http://www.instagram.com/graciemagoficial" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram @Graciemagoficial</a>, em abril, o campeão de Jiu-Jitsu e MMA Murilo Bustamante relembrou um de seus maiores momentos na carreira: o dia em que precisou finalizar duas vezes o mesmo oponente, no UFC.</p>
<p>O faixa-preta de Carlson Gracie estava defendendo o seu título peso médio contra Matt Lindland em 2002, no UFC 37. No início da luta, o carioca derrubou Lindland e encaixou seu armlock favorito, mas o árbitro John McCarthy interrompeu a luta ao enxergar um aparente tapinha. Mas Lindland ainda não tinha batido, e protestou. Restou a “Big John” reiniciar a ação, e após conter seus demônios na mente, Murilo sacou outra finalização: dessa vez, uma guilhotina no terceiro round.</p>
<p>Ao repórter Carlos Eduardo “Cobrinha”, nosso correspondente em Portugal, <a href="https://www.instagram.com/murilobusta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bustamante</a> admitiu: “Quando Big John cometeu aquele erro, minha vontade foi de desistir. Por sorte, a porta do octagon estava trancada, e só por isso eu não abri e fui embora.”</p>
<p>A ideia de desistir está sempre batendo à nossa porta, de fato. Nossa e de muitos outros esportistas.</p>
<p>Michael Jeffrey Jordan, antes de ser considerado o melhor jogador da NBA, ameaçou largar o basquete. Em sua escola na Carolina do Norte, o jovem Mike soube que estava dispensado do time para o próximo ano. Era um dos mais baixos do time e não estava impressionando.</p>
<p>Abatido ao chegar em casa com a notícia, ouviu dos pais James e Delores Jordan o bom conselho: use as férias para melhorar suas habilidades. Michael Jordan não largou a bola naquelas férias de verão, e voltou para o time. (A história é contada no documentário “Arremesso final”, ou “The last dance” no original, que fez barulho na Netflix.)</p>
<p>Quem também cogitou desistir de seus sonhos e de seu destino foi um certo Edson Arantes do Nascimento. Antes de se consagrar campeão paulista, brasileiro e mundial, o Rei do Futebol sentiu o baque da derrota. Durante uma decisão entre seu Santos e o time do Jabaquara, na divisão sub-16, um imaturo Pelé chutou um pênalti por cima do travessão, e o time perdeu o caneco.</p>
<p>Na manhã seguinte, perto de 6h30, Pelé acordou de cara inchada, ainda transtornado, e quis deixar o clube, onde ele morava. De malas prontas, foi barrado por um funcionário, um santo chamado Sabuzinho. “Quando entendeu o que eu estava tentando fazer, Sabuzinho me deu uma importante lição de moral. Todo mundo comete erros de vez em quando, ele disse; o segredo é aprender com eles, não desistir por eles.”</p>
<p>Sua vida está ainda mais complicada, pela pandemia? Inspire-se em seus ídolos, ouça os Sabuzinhos que aparecerem, e não desista.</p>
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<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&gt;&gt;&gt;&gt; Artigo publicado originalmente na edição #273 de GRACIEMAG. Assine 12 edições da revista de Jiu-Jitsu mais clássica do planeta aqui, por apenas 99 reais e mais molezas e promoções!</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-voce-pele-michael-jordan-e-murilo-bustamante-tem-em-comum/">O que você, Pelé, Jordan e Bustamante têm em comum?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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