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	<title>Lucas Lepri | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Lucas Lepri | Graciemag</title>
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		<title>O que você gostaria de ter perguntado ao ídolo Leandro Lo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:07:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_238186" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238186" class="wp-image-238186 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-1024x683.jpg" alt="Leandro Lo contra Romulo Barral no Mundial 2016. Naquele mesmo ano, o ídolo enfrentaria os melhores do Jiu-Jitsu numa sabatina de perguntas, nas páginas de GRACIEMAG. Fotos: Gallerr" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral.jpg 1500w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238186" class="wp-caption-text">Leandro Lo contra Romulo Barral no Mundial 2016. Naquele mesmo ano, o ídolo enfrentaria os melhores do Jiu-Jitsu numa sabatina de perguntas, nas páginas de GRACIEMAG. Fotos: Gallerr</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No meio de janeiro de 2016, logo após mais uma exibição impecável e eletrizante de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wNt85-HPVqo" target="_blank" rel="noopener">Leandro Lo na Copa Pódio</a>, nossa equipe debatia pautas para a revista seguinte. Surgiu, então, a ideia que já havia sido realizada com outros lutadores fenomenais, como Rickson Gracie e Roger Gracie. Por que não convidar outros campeões do esporte para mandar suas perguntas a Lo? Que curiosidades eles tinham em relação ao astro mas não tiveram a oportunidade de perguntar?</p>
<p>A ideia de pauta foi prontamente acolhida, e os entrevistadores escolhidos. Marcus Buchecha, Michael Langhi, Rodolfo Vieira, Gilbert Durinho, Lucas Lepri, Claudio Calasans, Tarsis Humphreys, Felipe Preguiça e Guto Campos foram os primeiros nomes levantados.</p>
<p>Nove dias depois, o artigo estava pronto, e saiu assim:</p>
<p>&#8220;Na madrugada do último dia 10 de janeiro, Leandro Lo comemorava mais um título invicto. Na Copa Pódio, no Rio de Janeiro, o faixa-preta paulista venceu seis lutas para conquistar o GP dos Pesos Leves. Vitorioso em todos os GPs que participou no evento, o líder da recém-fundada equipe Brotherhood Jiu-Jitsu superou, na final, a pedreira Lucas Lepri (Alliance), com uma raspagem: 2 a 0. Eles já haviam se enfrentado nas primeiras fases do torneio, no Grupo Verde, e Leandro vencera graças a uma vantagem após 2 a 2 nos pontos – com uma raspagem para cada lado.</p>
<p>Com sua guarda aberta, rápida e mortal, Lo tem colecionado feitos raros no Jiu-Jitsu esportivo. Por exemplo: foi campeão mundial na faixa-preta em três divisões de peso diferentes – entre os leves (2012 e 2013), entre os médios (2014) e entre os meio-pesados (2015). O objetivo das subidas de categoria, além de buscar novos desafios, é o ouro mundial absoluto da IBJJF, que o tetracampeão mundial ainda persegue. Em junho deste ano, na Pirâmide de Long Beach, na Califórnia, ele vai tentar de novo.</p>
<p>Antes da caça ao ouro inédito, escalamos Lo para mais um desafio, em nossas páginas. Enfrentar as perguntas e dúvidas de alguns dos melhores lutadores de sua geração, muitos dos quais Lo já encarou nos tatames. Veja como ele lidou com este bombardeio, a seguir. Uma coisa podemos adiantar: Lo estava “de boa” e ficou amarradão com as perguntas. Confira.</p>
<p><strong><em>MARCUS BUCHECHA (Checkmat):</em> “Qual é a sua maior motivação para continuar lutando, já que há algum tempo você não perde na sua categoria? De onde tira a motivação para competir o tempo todo?”</strong></p>
<p><em><strong>LEANDRO LO:</strong> </em>Primeiro queria dizer que fiquei muito feliz de ver essas feras todas me mandando suas perguntas, obrigado. Bem mano, eu acho que minha motivação deve ser parecida com a do Buchecha, que sempre lutou até mais do que eu e disputou e venceu tudo no Jiu-Jitsu. A razão maior é que eu amo muito lutar Jiu-Jitsu, eu gosto mesmo de rolar na academia, é o que eu mais gosto de fazer, ir para a academia, vestir o kimono e treinar contra qualquer um, pode ser menos graduado, mais leve ou mais pesado, sabe velho? Não ligo tanto para derrota, o que eu curto é me testar. Para mim, o campeonato é como o treino, é onde eu posso ver como aquela técnica vai funcionar contra um ou outro. Como eu costumava pesar 76kg, sempre tive essa oportunidade de treinar e lutar com todo mundo, dos leves aos mais pesados no absoluto, e curto muito isso… No Jiu-Jitsu cada dia é um dia: se ontem eu ganhei de um adversário, amanhã ele pode ter encontrado um jeito de me surpreender. Ele também vai evoluir com o tempo e vai tentar criar outras dificuldades. Assim eu fico sempre com vontade de lutar, seja com caras novos ou com os oponentes de sempre, para ver se meu jogo ainda funciona contra eles. Meu desejo de competir também vem da vontade de me testar contra a nova geração do Jiu-Jitsu. Gosto de descobrir se eu ainda estou bem preparado para vencer os caras novos, descobrir como eu vou lidar com o jogo e o gás desses caras novos em competições. Por isso acho que só vou parar de lutar bem velho, quando não estiver aguentando mais ou começar a apanhar demais dos caras. Por enquanto, sou viciado em lutar, só falo em Jiu-Jitsu, meus amigos até brincam: “Vamos falar de outra coisa?”. Mas eu só falo em Jiu-Jitsu praticamente o dia todo (risos).</p>
<p><strong><em>BERNARDO FARIA (Alliance):</em> “Você mudou algo em sua parte física? Qual é a sua rotina de treinos atualmente? E quantos rolas você costuma fazer a cada treino?”</strong></p>
<p>Antes eu realmente não botava fé em preparação física, achava que bastava rolar e focar nos treinos de Jiu-Jitsu para ir bem nos campeonatos. Mas comecei a perceber que não é assim. Muitas vezes no meio dos campeonatos, especialmente no absoluto, a minha força acabava e só sobrava a técnica. Mas contra caras muito fortes e técnicos eu não conseguia fazer mais nada. Vi que era preciso trabalhar a força e o preparo físico. Meus oponentes são técnicos e fortes, eu não posso ser apenas técnico, acaba sendo uma luta desequilibrada. Hoje eu faço preparação física e musculação com um personal, três vezes por semana. Sobre os rolas, eu costumo fazer de oito a dez rolas por dia de kimono. Dá mais ou menos uma hora e meia de treino de sparring. Faço ainda uns treinos específicos de guarda e passagem de guarda, às terças e quintas, para afiar a posição e lapidar os erros. Segunda, quarta e sexta só sparring. Faz uns três anos que não faço drill.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Entre os poucos títulos que você ainda não tem, está o cobiçado absoluto do Mundial. Você vai ficar triste se terminar a carreira sem esta medalha?</strong></p>
<p>Até 2014 eu entrava no absoluto faixa-preta mais para me testar contra rivais diferentes, mais fortes, mas não pensava nem em ganhar. Era um tipo de diversão, apesar dos sufocos. Mas em 2015 o título virou uma vontade grande, uma obsessão maior. Ano passado eu já estava com muito foco na vitória, mas acabou que não deu, parei na semifinal, no Bernardo Faria. Eu só vou pensar em parar de disputar o Mundial da IBJJF quando ganhar o absoluto. Se eu não conseguir, vou me aposentar bem chateado… É o título que eu mais quero hoje. Vai ser foda para mim se eu não conseguir. Minha meta para 2016 será duríssima: ganhar os três GPs da Copa Pódio, o Mundial e o WPJJC de Abu Dhabi. Vou tentar, né.</p>
<div id="attachment_238184" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238184" class="wp-image-238184 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial-1024x683.jpg" alt="Leandro Lo recebe de presente a faixa de seu ídolo Romulo Barral no Mundial 2016, após a final dos meio-pesados. Fotos: Gallerr" width="650" height="434" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/Leandro-Lo-Barral-Mundial.jpg 1500w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-238184" class="wp-caption-text">Leandro Lo recebe de presente a faixa de seu ídolo Romulo Barral no Mundial 2016, após a final dos meio-pesados. Fotos: Gallerr</p></div>
<p><strong><em>MICHAEL LANGHI (Alliance):</em> “Como você divide seus treinos e a periodização para as competições? Há treinos só de drill e outros só de rola? Como você trabalha a cabeça durante os campeonatos, já que entra muito confiante para as lutas? Tem alguma estratégia mental? No que você gosta de pensar entre uma luta e outra?”</strong></p>
<p>Eu acredito muito no meu Jiu-Jitsu, por isso a confiança. Se olho para o oponente e sinto que dá para vencer, que meu jogo vai complicar ele, entro ainda mais confiante. Tem horas que olho para o cara e acho que não vai dar para vencer, em especial os grandões, mas aí entro para me testar e ver o que dá, né. Não costumo pensar em posições ou em que eu vou tentar fazer ali dentro da área de luta, pois isso me atrapalhar. Prefiro deixar fluir na hora. Por exemplo, se eu pensar em puxar para a guarda e traçar toda uma estratégia para a luta voltada para isso, se ele puxar primeiro posso ficar frustrado e precisar repensar tudo. Acho que comecei a melhorar muito nas minhas atuações quando passei a deixar rolar e ver o que vai rolar na hora. Acho que a parte psicológica no Jiu-Jitsu depende muito do treino, se as posições foram bem feitas e funcionaram, você entra confiante para “deixar rolar” na hora. E acaba funcionando.</p>
<p><strong><em>CLAUDIO CALASANS (Ac. Calasans Camargo):</em> “Como atleta e professor, o que você acha mais importante? Ter o Jiu-Jitsu completo ou se especializar primeiro em ser ou guardeiro ou passador?”</strong></p>
<p>Acho que hoje em dia o cara tem que se especializar, mas nos dois aspectos. Tentar ficar realmente bom como guardeiro e também um ótimo passador. Não tem mais para onde fugirmos. Falo isso para os meus alunos. No Jiu-Jitsu de competição então, isso é ideal para enfrentar e surpreender qualquer oponente, seja qual for o jogo favorito dele. Todo mundo hoje puxa bem, e ataca bem por cima. Talvez o mais importante ainda seja não perder uma posição boa. Ficar especialista em finalizar nas costas se chegar nas costas, não perder montada e tal, ter uma guarda que complica muita gente, e uma base para não ser raspado por muita gente, uma boa queda. Quando você não está mais vulnerável e se sente seguro, e quando são poucos os que conseguem achar sua falha, você está no caminho certo. Acho que ser hoje um bom lutador de Jiu-Jitsu é ser um bom guardeiro e um bom passador, caso contrário você é um cara um pouco incompleto. Por isso no início acho que o aluno tem que treinar, rolar, competir o tempo todo, e só depois pensar em estratégia, parte física. O oponente tem que olhar para você e ficar desconfortável, com receio da sua guarda, da sua passagem, da sua derrubada. Sempre busquei isso para mim e receito isso para os alunos.</p>
<p><strong><em>TARSIS HUMPHREYS (Alliance):</em> “Qual foi a sua dieta para a Copa Pódio? Você se sente diferente quando luta fazendo dieta e comendo de forma saudável ou prefere lutar comendo tudo, seguindo aquela sua dieta nada ortodoxa?”</strong></p>
<p>Eu comia de tudo, tomava até refrigerante até há pouco tempo. Mas fui a uma nutricionista em dezembro, antes de lutar o GP dos Leves da Copa Pódio, e confesso que me senti muito melhor (risos). Acordava melhor para treinar de manhã, senti o corpo mais leve para treinar. Pedi uma dieta especial para subir de peso agora. Parei com a coca-cola, agora só em alguns fins de semana. Estou na dieta oficialmente, agora sigo o regime de um atleta.</p>
<p><strong><em>GILBERT DURINHO (Atos):</em> “Quais foram os cinco rivais mais duros que você enfrentou até hoje, aqueles adversários que deixaram você em mais desconforto? E você pensa em competir no MMA?”</strong></p>
<p>Pô, velho, eu acho todo mundo muito duro! Talvez eu possa listar cinco, sim. O Durinho era um deles, foi o cara que me botava muita dificuldade quando eu cheguei na faixa-preta, mas hoje está no MMA. Hoje, eu diria que são o Rodolfo Vieira, porque passa a guarda muito bem, é forte e tem muito gás; o Marcus Buchecha, contra quem fazer uma vantagem já é um esforço absurdo, acho ele um cara muito inteligente, que sabe exatamente o que está fazendo numa luta, que ataca na hora certa além de se defender bem demais; o Lucas Lepri estaria na lista, com quem lutei a final da Copa Pódio agora, pois em qualquer posição que ele cai ele tem muito recurso, sabe sair de todo ataque, seu Jiu-Jitsu é excelente mesmo; e o Felipe Preguiça, que tem muito Jiu-Jitsu e muito coração, não desiste nunca; e o último, já que não dá para citar mais cinco ou dez, seria o Keenan Cornelius, muito técnico e perigoso com sua guarda-lapela imprevisível, cada hora ele cria uma coisa nova. Posso falar mais um? O Bernardo Faria, que tem uma pegada forte e tem um gás incrível além de tudo. Sobre o MMA, não penso. Está dando para viver bem do Jiu-Jitsu, com minha academia e meus patrocinadores, então não penso em começar tudo de novo no MMA por enquanto. Nem sei se meus patrocinadores iriam continuar me apoiando em outro esporte. Nunca digo nunca, mas por enquanto não tenho esse objetivo.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=htujPM_51AI" target="_blank" rel="noopener">Relembre uma aula galáctica de Lo, Rodolfo Vieira e Felipe Preguiça, aqui.</a></p>
<p><strong><em>RODOLFO VIEIRA (GFTeam):</em> “Sobre Jiu-Jitsu, eu não tenho muitas dúvidas, pois a gente conversa muito. Uma dúvida que eu tenho é: com quem você aprendeu a dançar tão bem?”</strong></p>
<p>(Risos) O Rodolfo é demais… Eu não danço bem coisa nenhuma. Acho que aprendi vendo o Jacaré do É o Tchan dançar. Tô brincando, ainda estou aprendendo.</p>
<p><strong><em>GUTO CAMPOS (Atos Guetho):</em> “Quando você entrou no Jiu-Jitsu, qual era a sua intenção? Queria apenas aprender uma arte marcial ou já pensava em seguir carreira no esporte?”</strong></p>
<p>Eu não era muito bom na escola, então sempre quis lutar e praticar esporte. Com 18 anos, quando eu era faixa-roxa, fiquei viciado em Jiu-Jitsu e sonhava viver da arte suave, mas teve uma fase em que a coisa ficou difícil e tentei arrumar um emprego numa empresa. Mas logo percebi que aquilo não me faria feliz e insisti.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Você tem aumentado bastante sua média de finalizações nos campeonatos, concorda? Você mudou sua mentalidade nos treinamentos?</strong></p>
<p>Antes, quando eu passava a guarda nos treinamentos, eu voltava para a guarda do cara para tentar passar de novo, para ficar um passador mais perigoso. Hoje eu tento encontrar as brechas para finalizar. Busco mais as finalizações no treino, e nos campeonatos tem acontecido mais.</p>
<p><strong><em>GRACIEMAG:</em> Por que sentiu que era a hora de criar a própria equipe, a Brotherhood?</strong></p>
<p>Uma hora você tem que seguir seu caminho, né? Achei que chegou a hora este ano. Eu me senti muito entrosado no treino com os amigos, com essa galera. Comecei a puxar um treino com essa galera de manhã, e criamos um vínculo muito forte, uma união muito grande. Acabamos decidindo junto montar uma equipe própria, só com os amigos que treinam juntos e sempre se ajudam. Foi uma sequência natural na vida de um atleta. Oss, galera.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-voce-teria-perguntado-ao-idolo-leandro-lo/">O que você gostaria de ter perguntado ao ídolo Leandro Lo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como passar a guarda 50/50, com o monstro Lucas Lepri</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 11:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hexacampeão mundial no peso leve – fora o fechamento em 2015 com Michael Langhi – e duas vezes vice até 77kg no ADCC, o fenomenal Lucas Lepri é famoso por um jogo bonito, agressivo e eficiente. Há alguns anos, durante ensaio fotográfico para GRACIEMAG, o mineirinho aproveitou a visita na Alliance Rio para ensinar um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hexacampeão mundial no peso leve – fora o fechamento em 2015 com Michael Langhi – e duas vezes vice até 77kg no ADCC, o fenomenal Lucas Lepri é famoso por um jogo bonito, agressivo e eficiente.</p>
<p>Há alguns anos, durante ensaio fotográfico para GRACIEMAG, o mineirinho aproveitou a visita na Alliance Rio para ensinar um detalhe importante para os passadores incomodados com a guarda 50/50.</p>
<p>Repare como o colecionador de ouros empurra as pernas do colega Victor Genovesi e aproveita o balanço para passar com suavidade. Confira a técnica no vídeo e estude mais este antídoto para seu jogo. Oss!</p>
<p><iframe title="Aprenda como passar a guarda 50/50 no Jiu-Jitsu, por Lucas Lepri" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/fQOHKzxXvFM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-aprenda-como-passar-a-guarda-5050-no-jiu-jitsu-por-lucas-lepri/">Como passar a guarda 50/50, com o monstro Lucas Lepri</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Lucas Lepri para eliminar os buracos do seu Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 18:09:23 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_147026" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147026" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1.jpg" alt="" width="640" height="426" class="size-full wp-image-147026" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/lucas-lepri-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-147026" class="wp-caption-text">Lucas Lepri em foto para a GRACIEMAG #238, por Gustavo Aragão</p></div>
<p>De 2007 até 2019, Lucas Lepri sempre figurou entre os maiores competidores da faixa-preta nos pesos leves. Com o título no Mundial do ano passado, a fera acumulou seis ouros mundiais, um pódio fechado com Michael Langhi em 2015, e habilidade de sobra para os fãs de Jiu-Jitsu estudarem com frieza, na figura de um atleta muito técnico que quase não leva pontos nos maiores torneios do mundo e executa suas técnicas com precisão nos tatames.</p>
<p>Para entender melhor o jogo justo de Lepri, conversamos com a fera e com Elan Santiago, primeiro professor de Lepri que hoje está radicado no Catar, e montamos este dossiê com as melhores dicas sobre o assunto para você blindar o seu jogo e se tornar um competidor ainda melhor.</p>
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<p>Qual é o dia mais feliz na vida de um faixa-preta de Jiu- Jitsu? Engana-se quem pensou numa medalha de ouro em Mundial. Apesar de ser um feito memorável, tal glória não é para todos, e é equiparada a um sentimento único: o dia em que o faixa-preta percebe que seu aluno é tão habilidoso e completo que é ca- paz de finalizá-lo de fato num treino. Tal experiência aconteceu com o fenomenal Lucas Lepri, hoje tri mundial dos leves, num certo rola ocorrido ali pelo fim do ano de 2002.</p>
<p>Seu professor, Elan Santiago, lembra com emoção daquele dia em Uberlândia, simpática cidade de Mi- nas Gerais. “Eu percebi que o Lucas estava evoluindo muito, e cheguei a comentar com um amigo que ele, em dois anos ou menos se bobear, se tornaria capaz de me finalizar. Ninguém levou fé no que eu disse. Acontece que, uns três meses depois daquilo, fomos treinar. O Lucas foi passando devagar, cruzando o joelho como eu ensinara, me baseando no estilo do Zé Mario Sperry, e chegou do lado matando um dos meus braços. Encaixou a kimura e não tive opção”, recorda Elan, até hoje um pouco emocionado.</p>
<p>“Fiquei deitado uns segundos, maravilhado, saboreando aquela transmissão de conhecimento que no Jiu-Jitsu fica cristalina. Parei o treino, reuni a turma e discursei que aquele era, de verdade, a ocasião mais feliz para mim no Jiu-Jitsu até então. O dia em que fui finalizado por um aluno meu. A partir dali comecei a botar minhas fichas em que o Lepri seria um dia o melhor peso leve da história dos Mundiais, com mais ouros na faixa- -preta do que qualquer um”, aposta o professor da Alliance.</p>
<p>Com 32 anos, Lepri ainda quer mais títulos além dos três ouros que tem, conquistados nos Mundiais da IBJJF em 2007, 2014 e 2016 – em 2015, Lucas fechou com Michael Langhi, que ficou com o título oficialmente. Mais do que as peças de ouro, contudo, Lepri coleciona a admiração dos seus colegas. Dos galinhos aos pesadíssimos, de Bruno Malfacine a Marcus Buchecha, outros muitos competidores, analistas, professores e árbitros o consideram um dos faixas-pretas mais técnicos, eficientes e completos do cenário atual do esporte. Um craque em estar sempre um passo à frente dos adversários, e que tampouco demonstra ter grandes brechas em seu Jiu-Jitsu. “Duas coisas impressionam nas lutas do Lepri: ele termina com o kimono seco e arrumado, e seus combates quase não fazem barulho. É só um suish, suish, suish, e o outro cara termina batucando”, exemplifica uma velha raposa do Jiu-Jitsu. </p>
<p>Mas o que o leitor, seja professor ou aluno, pode aprender com Lucas Lepri para saltar de patamar? A equipe GRACIEMAG estudou o elaborado jogo de Lepri, investigou suas quedas, sua guardinha sentada de gancho, suas passagens afiadas cruzando o joelho e outros muitos segredos, numa instrutiva tarde na Alliance Rio. A seguir, contamos o que extraímos de mais valioso. </p>
<p><em>IMITE O BOM EXEMPLO DE LUTADORES COMPLETOS </em><br />
Garotão capoeirista, dono de uma base sólida e um domínio corporal invejável, Lucas Lepri começou no Jiu-Jitsu depois de se impressionar com umas lutas na TV. No caso dele, não foi Royce Gracie ou uma luta no UFC, mas um reality show curioso, intitulado “20 e poucos anos” e transmitido pela MTV no ano 2000. Um dos personagens era o jovem paulista Fernando “Margarida” Pontes, que vivia viajando pelo país e pelos EUA perseguindo o sonho de ser campeão mundial como faixa-preta – meta que atingiria em 2001. Lucas, ainda cabeludinho e com o apelido simpático de “Sansão”, foi tomado de admiração por aquele estilo de vida e foi experimentar o Jiu-Jitsu. Marga sempre foi seu ídolo nos tatames, e Lucas passou a admirar e perseguir o jogo ofensivo por baixo e por cima, e em especial a finalização em todos os combates. </p>
<p><iframe loading="lazy" title="Lucas Lepri teaches how to pass the one leg X guard landing on the omoplata" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/p4jz2E0l06c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>CONQUISTE UMA MENTE VENCEDORA E SEM BRECHAS </em><br />
Lepri fez um senhor Mundial de Jiu-Jitsu em 2007, quando finalizou Celsinho Venícius e Michel Maia para abiscoitar seu primeiro ouro na faixa-preta. O que se seguiu foi um jejum angustiante, em que o craque batia na trave mas não voltava ao topo do pódio – o que só foi ocorrer novamente em 2014. Foi hora de amansar a mente e lapidar a cabeça de campeão. “Eu senti que o gás e a técnica estavam em dia, mas eu precisava treinar um pouco a parte mental para avançar aqueles centímetros que faltavam até o ouro. Li alguns livros de velhos técnicos e competidores, como por exemplo o “Psychology of Champions”, que o Rubens Cobrinha me indicou. Ali aprendi a perder o medo e a não me cobrar demais. Com a leitura aliada aos treinos duros, retomei a autoconfiança, e voltei a vencer.&#8221;</p>
<p><em>ABSORVENDO 70% DOS ENSINAMENTOS </em><br />
Segundo o professor Elan Santiago, Lepri sempre teve um ouvido extraordinário para o aprendizado. &#8220;O normal é um aluno reter 30% da novidade que o professor demonstra. O Lucas compreendia mais de 70% desde a faixa-branca, já executava a técnica pedida com perfeição e incluía suas próprias variações”, destaca. Apesar de isso ser um dom, torna-se uma dica preciosa para qualquer praticante: é preciso absorver o máximo do que o instrutor está demonstrando. Para tal, atenção redobrada, silêncio e determinação para repetir o golpe ensinado sempre vão ajudá-lo a aumentar essa absorção da nova informação. </p>
<p>Se você sentir que está esquecendo rápido ou não está retendo bem o que foi aprendido, procure anotar num grande caderno/agenda cada técnica nova, e pergunte tudo ao professor até eliminar sua dificuldade naquela posição. “Um tipo de treino que eu gosto é o de repetir a posição para fixar, mas no treino à vera”, acrescenta Lepri. “Em vez de realizar cem passagens num colega deitadão ao estilo drill, eu procuro concretizar dez vezes aquele tipo de passagem contra um colega que está tentando me raspar. Vou, passo, finalizo, tento de novo, até o fim do treino”. </p>
<p><em>PROCURE EXECUTAR A “LUTA PERFEITA” </em><br />
O que é realizar uma luta considerada perfeita no Jiu-Jitsu? Derrubar, passar a guarda, montar e finalizar, sem jamais deixarem encostar suas costas no chão. Se você buscar executar essa “luta perfeita” em alguns treinos, mentalizando que você não pode deitar de costas, sua sequência de ataques, suas quedas e transições para a vitória vão dar um salto de qualidade. Jamais negligencie sua guarda, mas escolha um dia ou alguma parte do treino para testar se você é capaz de uma “luta perfeita”. </p>
<p><em>QUEBRANDO A VAIDADE DO REI DA ACADEMIA</em><br />
É uma rotina comum no Jiu-Jitsu um aluno evoluir muito na academia e, ao mesmo tempo em que ganha habilidade, é assombrado pela vaidade. A vaidade, porém, é uma das grandes inimigas da evolução do lutador, e precisa ser combatida na raiz. O aluno que se acostuma a ganhar sempre tende a ficar limitado, a apelar sempre para seu jogo mais forte. “Para se tornar um praticante de Jiu-Jitsu completo, é preciso enfrentar dificuldades diárias, e superá-las. Se o seu treino está fácil demais, algo está errado”, prega Elan Santiago. E como atacar esse problema? Quebrando a vaidade e derrubando o rei da academia de seu trono. </p>
<p>Se você é professor, crie desafios para seu aluno mais promissor, como dar mais um treino mesmo cansado, ou levando-o a ficar no centro passando ou raspando todos os colegas. Incentive um treino específico de defesa de costas quando já estiver cansado, e por aí vai. Se você é aluno, busque o treino mais difícil da academia, o cara mais pesado, depois o cara mais rápido, sem jamais se iludir que você é invencível. Ao acostumar-se a batucar ou passar dificuldades, o praticante vai abrir a mente e aprender novidades. </p>
<div id="attachment_147071" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147071" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg" alt="" width="640" height="427" class="size-full wp-image-147071" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/lepri-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147071" class="wp-caption-text">Lucas Lepri em papo com GRACIEMAG. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p><em>OBJETIVOS DE UM MINUTO </em><br />
Para ser cada vez mais completo, não basta apenas ir à academia. Treinar todo dia vai fazer você ficar duro, atento nas defesas, mas se você quiser ser eficaz por cima, por baixo, na guarda, passando, e ter um arsenal de finalizações, você vai precisar dos treinos específicos, quando você afia separadamente cada aspecto do seu jogo. Um dos treinos que Elan Santiago gostava de puxar com Lepri era uma contagem regressiva de um minuto. Por baixo, o guardeiro tem somente um minuto para raspar e ficar por cima. Quando você estabelece um prazo para sua movimentação, você acelera seu jogo enquanto evita que o passador se acostume com sua guarda e perceba o que você vai tentar. Seja rápido e mortal, procure treinar de olho no relógio da parede. </p>
<p><em>TREINE SEM KIMONO PARA VERIFICAR A EFICÁCIA DE SUAS MANOBRAS</em><br />
Lucas Lepri tem uma série de posições no seu arsenal que dependem da pegada na lapela, mas faz questão de ter um jogo tão eficiente com ou sem o pano. “Minha guarda sentada com ganchos e minha passagem cruzando o joelho eu executo sem o kimono com o mesmo grau de eficiência, não fico dependente da pegada”, explica o mineirinho de Uberlândia. Na Alliance, por sinal, toda sexta é dia de deixar o kimono no armário, num verdadeiro treino casual. Busque treinar sem o kimono de vez em quando para medir sua técnica numa situação com menos pontos de apoio, e muito mais escorregadia. </p>
<p><em>ESTUDE O TEMPO TODO </em><br />
Elan relembra ainda que as técnicas que ia passando para o Lucas ao longo dos anos eram todas colhidas  no melhor laboratório que havia: “Eu ia ver os campeonatos da CBJJ não apenas para torcer, mas para aprender. E voltava de lá com uma quedinha do Saulo Ribeiro, uma manobra nova do Fernando Tererê, uma passagem do Fabio Gurgel. Dali você vai para a academia e testa, tenta de novo, até compreender se aquela técnica é útil para você ou não, mas de qualquer modo ela não será surpresa quando alguém tentar encaixar em você”, define Elan. </p>
<p><em>CORPO BLINDADO, EVOLUÇÃO MENOS LENTA</em><br />
Lucas Lepri jamais passou por uma cirurgia em sua vida de competidor, apesar dos treinos árduos e da centena de combates que realizou no Jiu-Jitsu. Para o mineirinho da Alliance, a parte física sempre foi fundamental para manter o corpo são e não perder treinos. “Desde que mudei para os EUA, em 2008, faço uma preparação sob  orientação do meu treinador, Kevin. Faço muito treino de explosão, levantamento, elástico, pilometria, o que para mim tem funcionado de modo essencial para fortalecer meus ligamentos e o corpo em geral. Treino Jiu-Jitsu há 16 anos e nunca me machuquei seriamente, vejo o treino físico constante e consistente não apenas como um meio de turbinar meu gás, mas como uma prevenção de contusões”, ensina Lepri. “Outra coisa que me ajudou a não me machucar foi sempre dar os três tapinhas rápido, sem vaidade e sem deixar estalar”, conclui o campeão mundial. </p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-lucas-lepri-para-eliminar-os-buracos-do-seu-jiu-jitsu/">As lições de Lucas Lepri para eliminar os buracos do seu Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rei dos leves, Lucas Lepri analisa campanha no Mundial de Jiu-Jitsu 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 14:20:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há quem discorde que Lucas Lepri é o maior peso leve do Jiu-Jitsu atual. Com seis títulos mundias na categoria, cinco deles consecutivos (2007, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019), o faixa-preta da Alliance segue como o terror da nova safra da arte suave. Aos 33 anos de idade, Lepri segue dominante numa divisão que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216207" style="width: 1425px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216207" class="size-full wp-image-216207" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17.jpeg" alt="" width="1415" height="903" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17.jpeg 1415w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17-300x191.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17-768x490.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17-1024x653.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-10-at-11.05.17-150x96.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1415px) 100vw, 1415px" /></a><p id="caption-attachment-216207" class="wp-caption-text">Lucas Lepri com a mão erguida após vencer Lucas Valente na final do peso leve. Foto: Blanca Marisa Garcia</p></div>
<p>Não há quem discorde que Lucas Lepri é o maior peso leve do Jiu-Jitsu atual. Com seis títulos mundias na categoria, cinco deles consecutivos (2007, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019), o faixa-preta da Alliance segue como o terror da nova safra da arte suave. Aos 33 anos de idade, Lepri segue dominante numa divisão que abriga grandes nomes da nova geração, como Renato Canuto, Levi Jones-Leary, Yan Pica-Pau, Lucas Rocha, Ygor Rodrigues, Lucas Valente e outros.</p>
<p>Para brilhar com mais um ouro, em mais uma campanha perfeita sem levar nenhum ponto, Lepri venceu Athos Miranda, John Combs e Rodrigo Freitas na semifinal, até encontrar na finalíssima o jovem Lucas Valente, da Gracie Barra. Com jogo sólido por cima, Lepri convenceu os árbitros e garantiu mais título.</p>
<p>Em conversa exclusiva com GRACIEMAG, Lepri falou da sua motivação para seguir beliscando ouros em Long Beach e sobre a batalha final até o título. Confira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Mais um título. Evoluindo como o vinho?</strong><br />
Lucas Lepri: Estou como o vinho sim, e é maneiro demais. Consegui ganhar meu sexto título mundial na faixa-preta, e me senti super bem. Foi mais um Mundial que passei sem levar nenhum ponto. Fiquei muito feliz com o meu desempenho. É sempre um desafio lutar com a molecada nova, né? Me deixa ainda mais motivado a treinar e chegar lá bem.</p>
<p><strong>E o Lucas Valente, seu adversário pelo ouro. Te surpreendeu?</strong><br />
Eu nunca tinha o visto lutar. Ele chegou bem na final, apesar de não fazer duas lutas no caminho, caindo direto na semifinal. De qualquer forma ele tirou o Renato Canuto nessa semifinal e avançou. Eu vi essa luta de perto e reparei o quão flexível ele era, além de entrar bem nas pernas. Gosta de fazer o laço com a lapela, posição que prende um pouco. Ele fez comigo, inclusive.</p>
<p><strong>Como foi a final, na sua análise?</strong><br />
Ele fez um jogo bem travado com a lapela, mas eu continuei pressionando, sem cometer erros. Minei a guarda dele por cima, jogando para os dois lados até chegar numa posição melhor. No fim da luta eu quase passei algumas vezes, e no minuto final eu engoli a perna dele para entrar. Essa foi a estratégia. Ganhar espaço aos poucos até ele ir se entregando. Deu certo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rei-dos-leves-lucas-lepri-analisa-campanha-no-mundial-de-jiu-jitsu-2019/">Rei dos leves, Lucas Lepri analisa campanha no Mundial de Jiu-Jitsu 2019</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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