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	<title>Londres | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Londres | Graciemag</title>
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		<title>Planeja abrir academia de Jiu-Jitsu fora do Brasil? Prof. Eduardo Carriello dá dica essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 19:17:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da Gracie Barra em Londres, Eduardo Carriello escolheu morar e ensinar na magnífica capital inglesa por conta do dia a dia das filhas. O líder da GB Oval tinha uma vantagem e tanto: ele e sua esposa tinham passaportes europeus. Mesmo assim, o professor encarou muitos desafios, obstáculos e aprendizados, e hoje os divide&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_220485" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-220485" class="size-full wp-image-220485" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n.jpg" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/21462993_10155452711901830_8733792232872960292_n-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-220485" class="wp-caption-text">Professor Eduardo Carriello com seus alunos da GB Oval. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professor da Gracie Barra em Londres, Eduardo Carriello escolheu morar e ensinar na magnífica capital inglesa por conta do dia a dia das filhas. O líder da GB Oval tinha uma vantagem e tanto: ele e sua esposa tinham passaportes europeus. Mesmo assim, o professor encarou muitos desafios, obstáculos e aprendizados, e hoje os divide com os leitores de GRACIEMAG.</p>
<p>Confira e aprenda com o faixa-preta, que também é hoje pai de duas faixas-pretas.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Professor, por que escolheu a Inglaterra? Quais os desafios de administrar uma academia na Europa?</strong></p>
<p><strong>EDUARDO CARRIELLO:</strong> Escolhi a Inglaterra para morar e ensinar para trazer minhas filhas. Eu quis proporcionar a elas melhor qualidade de vida e melhores oportunidades de ensino. Tenho ascendência italiana, por parte de pai, e portuguesa/espanhola por parte de mãe, o que tornou mais fácil a decisão e moradia na Europa. Mas os desafios foram muitos. A cultura, a língua, a comida e o clima, e também o fato de morar distante da família e amigos. Mas eu tinha um propósito e segui em frente. Administrar uma empresa em Londres é um imenso aprendizado. Sou eternamente grato aos meus amigos Richard Byrne, James Sellar, Roger Gracie, Andrew Johnson e Steven Dellar que me ajudaram e ensinaram muito sobre os negócios. Também tive ajuda de outros amigos, mas seria impossível citar todos.</p>
<p><strong>O que aprendeu de mais valioso?</strong></p>
<p>A coisa mais importante que aprendi em Londres é que para fazermos uma empresa que tem como serviço principal o Jiu-Jitsu, temos de saber reconhecer e nos desdobrar em diferentes papéis para ensinar o bom Jiu-Jitsu.</p>
<p>Por exemplo, o que me atraiu no Jiu-Jitsu foi a vontade de lutar. Assim sendo, para mim é fácil pensar no Jiu-Jitsu enquanto atleta, lutador. Porém, quando vou ensinar, preciso assumir minha identidade de professor, deixando de lado o lutador. Como assumir esse papel? Como um professor deve pensar e agir quando está em contato com o seu aluno?</p>
<p><strong>E, na sua mente, o pior é que o professor deve “ganhar” do lutador…</strong></p>
<p>Isso, afinal no papel de lutador, o faixa-preta poderia incentivar e até forçar o aluno a competir – por pensar que isso é o melhor para ele. Mas o professor precisa analisar se isso realmente faz sentido. Um professor terá discernimento para poder ajudar o aluno a realizar o que é melhor para ele, se é treinar três vezes por semana apenas, se é treinar Jiu-Jitsu e fazer condicionamento físico. Resumindo, o professor terá sabedoria para orientar e direcionar o pupilo, enquanto o lutador vai somente saber dicas de como se compete.</p>
<p><strong>E há outras identidades que o faixa-preta precisa assumir, certo? O gestor, empresário, fazer o marketing…</strong></p>
<p>Exatamente. Depois que a aula termina, é que vou para o escritório, pois preciso pensar no Jiu-Jitsu com a cabeça de empresário. Tenho dentro de mim ainda uma vontade grande de lutar, de treinar, mas preciso silenciar isso um pouco e pensar em planejamento, marketing financeiro. Se eu deixar somente as minhas emoções me guiarem, e por elas seguir minha vivência na escola, eu provavelmente terei dificuldades em trocar de papéis. Serei sempre um lutador, quando deveria ser professor, ou serei um simples professor quando na verdade deveria ser empresário. Essa foi minha grande lição, saber que tenho de assumir várias identidades, e saber quando mudar de um papel para outro.</p>
<p><strong>Inspirador, professor. Quando você percebeu que viveria em prol do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu veio em 1991. Em 1995 eu já começava a dar aulas, na cidade de São Pedro Da Aldeia, Rio de Janeiro, para outros iniciantes. Eram tempos de escassez de instrutores e um faixa-azul já era um oásis no deserto. Comecei assim a dar aulas com meu amigo e sócio Marco Chuck, depois que nossos instrutores Roberto Atalla e Jonatas Loures deixaram a cidade em busca de melhores oportunidades. Desde então a paixão pelo esporte e o ofício de ensinar se tornaram parte essencial da minha vida.</p>
<p><iframe title="3 exercícios para aquecer a guarda antes do treino, com o GMI Eduardo Carrielo" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/lo4-KGf7kc8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Onde você vê sua equipe nos próximos anos?</strong></p>
<p>Os planos para os próximos dez anos são de expansão, com objetivo de abrir a nossa segunda filial em breve . Também temos projetos sociais junto com instituições de caridade e apoio a crianças com deficiência e famílias de baixa renda. Sempre que visto o kimono, me vêm à mente toda a responsabilidade como educador e o grande objetivo de sempre buscar ajudar o próximo.</p>
<p><strong>Como funciona essa parceria com os projetos sociais?</strong></p>
<p>Estamos com uma parceria muito boa com a Confor Self Development Center (SDC), projeto criado pelo professor Pedro Marcelino, que também ensina aqui na Gracie Barra Oval. É uma escola especializada em ajudar o ser humano a aprender coisas que possui valor para a vida, como inteligência emocional, ética no dia a dia, filosofia das artes marciais, meditação, yoga, criatividade, alimentação vegetariana, autoconhecimento – tudo num nível profundo e profissional.</p>
<p><strong>Sua família toda costuma vestir o kimono. Qual é o público alvo da GB Oval hoje?</strong></p>
<p>Tenho quatro filhos: a Natalia, 26 anos, e a Carol, 25, já são faixas-pretas. A Duda, que também já treina, completa 8 anos em julho. E meu primeiro menino, Kai, faz 2 anos no dia 28 de abril. Minha esposa, Emilia Carriello, trabalha na empresa, na administração da escola e, claro, treina com a gente. Toda família treina e vive o Jiu-Jitsu!</p>
<p>A Gracie Barra Oval atende alunos dos 4 aos 60 anos, dentro do ideal da Gracie Barra de Carlos Gracie Jr, isto é, Jiu-Jitsu para todos. É sempre um desafio tornar uma arte marcial atraente para pessoas de diferentes culturas, gêneros e faixas etárias, mas felizmente estamos conseguindo. Creio que os currículos e a estrutura didática da Gracie Barra facilitam esse processo.</p>
<p><strong>O que aprendeu nestes tempos de pandemia e quarentena?</strong></p>
<p>Somos sortudos por morarmos num apartamento em cima da GB Oval, na qual podemos nos exercitar diariamente. Também temos o Kennington Park ao lado, que apresenta toda a diversidade natural e bioenergética que precisamos, quando permitido. Estamos usando a resiliência e calma que aprendemos no Jiu-Jitsu para lidarmos como toda esta situação. Acreditamos que tudo vai passar e em breve vamos aprender muito com tudo, simplificando, valorizando e acima de tudo respeitando mais nossas vidas e a dos próximos. Desejamos melhores pensamentos, energias e muito amor para todos do mundo inteiro. Fiquem bem, e positividade sempre!</p>
<p><a href="http://www.graciemag.com/gmi">Seja um GMI! Clique aqui e divulgue sua escola, em qualquer lugar do planeta.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/planeja-abrir-academia-de-jiu-jitsu-fora-do-brasil-prof-eduardo-carriello-da-dica-essencial/">Planeja abrir academia de Jiu-Jitsu fora do Brasil? Prof. Eduardo Carriello dá dica essencial</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Tayane Porfírio comenta mudança para a Gracie Barra</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 14:17:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_215147" style="width: 1254px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215147" class="size-full wp-image-215147" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg" alt="" width="1244" height="936" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39.jpeg 1244w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-300x226.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-768x578.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-1024x770.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-16-at-15.27.39-150x113.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1244px) 100vw, 1244px" /></a><p id="caption-attachment-215147" class="wp-caption-text">Tayane em aulão ministrado na GB Fulham. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Do Rio das Pedras para Londres. Foi por essa singela troca de ares que a campeã mundial Tayane Porfírio pegou a todos de surpresa nessa terça-feira, após divulgar uma foto vestindo as cores da Gracie Barra. Faixa-preta consagrada no time da Alliance, a fera falou com exclusividade à GRACIEMAG que estava de fato indo para o time liderado por Carlinhos Gracie, e por motivos bem específicos.</p>
<p>Tayane frisou que não teve nenhum problema com a Alliance, e que tinha partido de mala e cuia para a Gracie Barra Fulham para buscar melhores oportunidades de carreira e poder ajudar sua família aqui no Brasil.</p>
<p>&#8220;Cheguei a um ponto de não mais conseguir ajudar meus pais, e isso se tornou doloroso&#8221;, disse Tayane. &#8220;Meu pai não pode trabalhar por problemas de saúde e minha mãe se mata de trabalhar para poder prover aos meus irmãos e sobrinho. Quero ver minha família bem e me sentir realizada trabalhando com o que eu amo.&#8221;</p>
<p>Contudo, o que mais se ouviu nas redes sociais e a maior pergunta gerada por conta da mudança é se agora, com Tayane na Gracie Barra, os fãs podem esperar um duelo entre ela e Gabi Garcia. Antes elas defendiam a mesma bandeira, e um fechamento poderia acontecer. Tayane, contudo, foi comedida.</p>
<p>&#8220;Bom, eu prefiro não falar sobre lutar com ela. Acho que cada um tem um tipo de atitude em se expor, e não é legal ficar falando em específico de uma só atleta, até porque são várias atletas no Mundial e ninguém sabe se a gente vai se esbarrar ou não.&#8221;</p>
<p>Confira abaixo o papo na íntegra, na nossa entrevista exclusiva desta quarta-feira!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi a saída da Alliance?</strong><br />
<strong>TAYANE PORFÍRIO:</strong> Cheguei na equipe em 2014, há 5 anos. A relação com a equipe sempre foi tranquila, tanto com os professores quantos demais competidores. Seja nas sedes ou filiais. Minha relação com o Gigi sempre foi maravilhosa, eu o tenho como pai. Ele me acolheu, e ensinou muito além do Jiu-Jitsu. Sobre valores, princípios, me orientou inúmeras vezes profissional e pessoalmente falando. Um verdadeiro mestre. Um guia. A conversa com o Gigi foi difícil. O assunto, querendo ou não, é delicado. Não quero que pensem que o Gigi perdeu uma atleta, na verdade o Gigi me tornou esta atleta. Agora, ele só fez com que a atleta dele ganhasse o mundo. O reconhecimento vai ser sempre “ela foi aluna do Alexandre Paiva” “ela é faixa-preta do Gigi”. Estou com ele desde a azul, foi ele que me tornou a Tayane Porfírio que eu sou hoje!</p>
<p><strong>E como foi o convite para ir para a GB?</strong><br />
Ninguém de fato me chamou ou convenceu a compor a equipe GB. A decisão de vir para a Gracie Barra de Londres foi apenas de abraçar a oportunidade que tenho aqui. Londres provem de mais infraestrutura e qualidade de vida.<br />
Já considerava sair do Brasil por vários motivos como segurança, reconhecimento, etc. Conheci Londres em 2016 e já “sonhava” com esse lugar por filmes e fotos, acabei me apaixonando. Londres e Portugal sempre foram minhas paixões. Além do mais aqui tenho amigos, não me sinto desamparada e aprenderei inglês. Sabemos o quanto isso é importante em qualquer profissão, principalmente para lutadores. Precisar viajar, dar seminários e saber comunicar bem. Sinto que esse momento chegou. Vinha estudando essa possibilidade desde agosto, conversava com amigos meus sobre minha situação no Brasil e sempre me falavam que eu precisava sair do Brasil pra dar aula, ter melhores condições financeiras etc. Eu acho que eu sei onde meu calo aperta, sei que vão falar que sou creonte e coisas do tipo, mas quem vai pagar minhas contas? Sou eu! As pessoas do meio do Jiu-Jitsu precisam amadurecer e parar de falar tanta besteira. Eu não deixo de ser brasileira</p>
<p><strong>Qual foi o real motivo da sua mudança?</strong><br />
Aqui vou poder ganhar um bom salário, fazendo o que eu amo e poder ajudar minha família! Infelizmente no Brasil você tem que decidir entre pagar aluguel ou comer. O Jiu-Jitsu não é reconhecido no Brasil como deveria. As pessoas reclamam de um seminário que custa R$ 40,00, acham caro. Cobrar R$ 100,00 numa aula particular vão dizer que você está louco. Há muitas empresas também que vêem o atleta como um total pedinte. Não entendem a logística de patrocínio. Precisamos de roupas sim, mas roupas esportivas não pagam conta de luz, por exemplo. Atletas se machucam, precisam pagar consultas médicas, remédios, fisioterapia etc. O principal motivo de mudar é minha família. Sempre fui uma pessoa que pensei muito na família, em ajudá-los. Se eles estão bem, eu estou bem. Tenho emocional e inspiração pra seguir. Cheguei a um ponto de não mais conseguir ajudar meus pais, e isso se tornou doloroso. Meu pai não pode trabalhar por problemas de saúde e minha mãe se mata de trabalhar para poder prover aos meus irmãos e sobrinho. Quero ver minha família bem e me sentir realizada trabalhando com o que eu amo.</p>
<p><strong>E para quando podemos esperar sua estreia na GB?</strong><br />
Ainda não sei. Preciso me organizar e minha família se adaptar a isso também. Meu irmão morava comigo, minha mão voltou pro nordeste.. enfim, muita coisa acontecendo. Preciso me estruturar para então voltar a ativa.</p>
<p><strong>Com a ida para a GB, fica inevitável projetar uma colisão de estrelas entre você e Gabi. Como acha que vai ser?</strong><br />
Bom, eu prefiro não falar sobre lutar com ela. Acho que cada um tem um tipo de atitude em se expor, e não é legal ficar falando em específico de uma só atleta, até porque são várias atletas no Mundial e ninguém sabe se a gente vai se esbarrar ou não. Colisão de estrelas vemos várias vezes, em diferentes organizações. Eu entendo a expectativa do público mas não tenho nada específico com ninguém. São várias atletas “nessa rota de colisão” e ninguém sabe ao certo quem vai “pro confere” ou como vai acabar. O importante é sempre fazermos uma luta limpa, honesta e com profissionalismo. Fico extremamente feliz de hoje ser uma das atletas que se destacam. Tenho 24 anos, ainda tem muita coisa por vir, e sei que vão surgir diversas outras atletas. Acredito que cada uma faz a diferença em seu meio e todas tem espaço para brilhar! Mais uma vez irei usar essa frase: Deus trabalha em silêncio, planeja em oculto e honra em público!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-tayane-porfirio-comenta-mudanca-para-a-gracie-barra/">Entrevista exclusiva: Tayane Porfírio comenta mudança para a Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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