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	<title>Líbano | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Líbano | Graciemag</title>
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		<title>Faixa-roxa grávida comanda turma de homens no Líbano</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 19:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem mora nas Américas talvez nem repare na sorte que tem em poder usufruir das mais diversas academias, com os mais diversos faixa-pretas, capazes de oferecer aulas ao gosto do freguês. Na Europa, também existe uma boa oferta de professores. Mais ao leste do planeta, no entanto, a realidade é bem outra. Com exceção de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem mora nas Américas talvez nem repare na sorte que tem em poder usufruir das mais diversas academias, com os mais diversos faixa-pretas, capazes de oferecer aulas ao gosto do freguês.</p>
<p>Na Europa, também existe uma boa oferta de professores. Mais ao leste do planeta, no entanto, a realidade é bem outra. Com exceção de Abu Dhabi, onde existe uma grande concentração de professores contratados pelo governo, na faixa que vai da Europa Oriental ao Japão o mundo ainda carece de profesores faixas-pretas.</p>
<p>Mas a superação faz a arte seguir fortalecendo-se. No Líbano, por exemplo, Ghalia Smith, a primeira mulher árabe a conquistar a faixa-roxa, aluga uma sala todas as semanas para ensinar Jiu-Jitsu na capital, Beirute. Cerca de 20 pessoas se reúnem todos os sábados durante três horas para que a casca-grossa jordaniana possa demonstrar as técnicas da arte suave que aprendeu enquanto morava nos Emirados Árabes.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/03/ghalia.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-33054" title="ghalia" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/03/ghalia.jpg" alt="" width="580" height="564" /></a></p>
<p>Apesar de Beirute ser uma cidade bastante moderna para a região, é inevitável a supresa de ver uma mulher comandar um treino de Jiu-Jitsu para uma maioria de homens. Mas a maior surpresa não está aí. Ghalia não ministra as aulas sozinha. Carrega com ela uma gestação de 6 meses. Isto mesmo, Ghalia comanda as aulas grávida.</p>
<p>Apesar do auxílio do faixa-azul Daniel Hilal, surpreende a persistência dessa instrutora em passar o que sabe aos alunos libaneses. Se, por um lado, brasileiros, americanos e europeus devem valorizar os preciosos faixas-pretas que têm à sua disposição, outros tantos mundo afora devem valorizar o ímpeto dessas incríveis pessoas que superam obstáculos para ensinar.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/faixa-roxa-gravida-comanda-turma-de-homens-no-libano/">Faixa-roxa grávida comanda turma de homens no Líbano</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu a serviço da diplomacia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 14:14:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A embaixada brasileira no Líbano promoveu no último dia 31 de outubro uma noite brasileira na histórica e turística cidade de Byblos. O evento teve demonstrações de capoeira, samba e, claro, de Jiu-Jitsu. A arte se fez presente através de apresentações comandadas pelos faixas-roxas Ali Al Abadi e Ghalia Smith. A aproximação do Jiu-Jitsu com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21683" style="width: 685px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/libano.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-21683" class="size-full wp-image-21683" title="libano" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/libano.jpg" alt="" width="675" height="450" /></a><p id="caption-attachment-21683" class="wp-caption-text">Noite de Jiu-Jitsu no Líbano. Na foto, Al Abadi, Daniel Hilal, Rima Saade (do setor cultural da embaixada brasileira), o ministro consular Roberto Gabriel Medeiros e a faixa-roxa Ghalia Smith.</p></div>
<p>A embaixada brasileira no Líbano promoveu no último dia 31 de outubro uma noite brasileira na histórica e turística cidade de Byblos. O evento teve demonstrações de capoeira, samba e, claro, de Jiu-Jitsu.</p>
<p>A arte se fez presente através de apresentações comandadas pelos faixas-roxas Ali Al Abadi e Ghalia Smith.</p>
<p>A aproximação do Jiu-Jitsu com a embaixada se deu através de Tareq Smith, esposo de Ghalia e faixa-preta de Aikido. Tareq acha importante a chancela da representação brasileira, uma vez que o Jiu-Jitsu é uma forma de expressão do estilo de vida do povo brasileiro.</p>
<p>&#8220;Brasil e Líbano são países muito próximos, já que a maior colônia libanesa está no Brasil. Os libaneses têm adoração pelo Brasil, acho importantíssimo que a embaixada possibilite ao nosso povo o conhecimento da arte suave&#8221;, resume Tareq.</p>
<div id="attachment_21684" style="width: 590px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/ghalia-armbar.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-21684" class="size-full wp-image-21684" title="ghalia armbar" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/11/ghalia-armbar.jpg" alt="" width="580" height="433" /></a><p id="caption-attachment-21684" class="wp-caption-text">Ghalia demonstra a chave de braço.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-a-servico-da-diplomacia/">Jiu-Jitsu a serviço da diplomacia</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>MMA ganha força no deserto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:26:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Organização de MMA que promete agitar o Oriente Médio, mais precisamente a Jordânia, é batizada e tem data remarcada. O Desert Force Championship (DFC) acontece no dia 19 de novembro com cinco lutas internacionais e mais cinco com atletas locais. Devem participar atletas da Jordânia, Emirados Árabes, EUA, Holanda, Austrália, Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Egito,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17868" style="width: 459px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/044.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17868" class="size-full wp-image-17868" title="044" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/044.jpg" alt="" width="449" height="300" /></a><p id="caption-attachment-17868" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Organização de MMA que promete agitar o Oriente Médio, mais precisamente a Jordânia, é batizada e tem data remarcada. O Desert Force Championship (DFC) acontece no dia 19 de novembro com cinco lutas internacionais e mais cinco com atletas locais. Devem participar atletas da Jordânia, Emirados Árabes, EUA, Holanda, Austrália, Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Egito, Síria, Líbano e Palestina.</p>
<p>“Já fazíamos o Capital Challenge, que tem grande identidade com o Jiu-Jitsu. Usaremos essa identidade em eventos futuros da arte suave”, explica nosso GMA Zaid Mirza sobre a mudança no nome da organização de MMA.</p>
<p>“Dsert Force é o nome que decidimos para este evento de MMA, inspirado pela grande maioria do Oriente Médio. O povo do deserto é conhecido por suportar condições difíceis e sacrifícios, assim como os lutadores de MMA. Queremos mostrar ao mundo o poder do povo dessa região”, completa Mirza, que também lança a Liga de Lutas do Oriente Médio (MEFL, em inglês).</p>
<p>A intenção é, no futuro, realizar eventos uma vez por mês e lançar talentos da região para lutar em grandes organizações como UFC, Dream, Strikeforce e o próprio DFC.</p>
<p>“A primeira apresentação terá lugar no Cairo, Egito, em janeiro de 2011. O cage da MEFL vai girar todos os países árabes e do Oriente Médio&#8221;, revela Mirza.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mma-ganha-forca-no-deserto/">MMA ganha força no deserto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ensinar é finalizar a indiferença</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:59:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Capital do Líbano, Beirute retrata bem o país inteiro. Pessoas ricas ou pobres, liberais ou conservadoras, mas todas com um sorriso espontâneo. Enfim, um lugar com a cara do Brasil. Sendo a cara da terra do Jiu-Jitsu, não é difícil imaginar o quanto esta cidade possa se tornar receptiva à arte suave. Foi isso que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14869" style="width: 762px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Green_Line_Beirut_1982.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14869" class="size-full wp-image-14869" title="Green_Line,_Beirut_1982" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Green_Line_Beirut_1982.jpg" alt="" width="752" height="544" /></a><p id="caption-attachment-14869" class="wp-caption-text">Beirute em 1982. Foto: James Case/Divulgação.</p></div>
<p>Capital do Líbano, Beirute retrata bem o país inteiro. Pessoas ricas ou pobres, liberais ou conservadoras, mas todas com um sorriso espontâneo. Enfim, um lugar com a cara do Brasil. Sendo a cara da terra do Jiu-Jitsu, não é difícil imaginar o quanto esta cidade possa se tornar receptiva à arte suave. Foi isso que nos trouxe aqui.</p>
<p>Expor o Jiu-Jitsu e agregar mais adeptos é algo que hoje ocorre em todos os cantos no planeta. Lutadores rompem fronteiras e proporcionam acesso a milhares de pessoas para que descubram o famoso &#8220;Jiu-Jitsu life style&#8221;.</p>
<p>Aproveitando os charmosos cafés do bairro boêmio de Hamra, tive tempo para refletir sobre os pitorescos lugares que o Jiu-Jitsu me proporcionou conhecer. Num dia você está em Pequim, na outra semana em Las Vegas. Mora em Abu Dhabi e vai dar um treino em Dubai. Dá um seminário no Cairo e visita uma academia na Europa.</p>
<p>Porém, ontem visitei um dos lugares mais miseráveis em que estive nos meus 37 anos de vida. Na companhia de Tareq Saleh, correspondente da BBC Brasil no Oriente Médio, fui conhecer os campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila.</p>
<p>Fui até aquela “popular” localidade pensando de que forma a implantação do Jiu-Jitsu no Líbano poderia contribuir com crianças refugiadas através de um projeto social. Algo parecido com os que vários faixas-pretas fazem, com notório sucesso, em comunidades carentes do Rio de Janeiro, por exemplo.</p>
<p>Devo confessar que me senti perdido. Fiquei embasbacado com o que vi e ouvi, relatos que nem caberiam colocar aqui. Foi como se tivesse caído na guarda 50/50 do Rafael Mendes, ou fica parado ou é raspado. Fiquei calado, não estava a fim de tomar dois pontos.</p>
<p>Quase na saída do campo, meu amigo Tareq resolveu comprar carvão para seu narguilê, e fomos numa pequena tenda da feira que corta a rua principal. Um garoto de uns 12 anos nos atendeu. Ele estava inteiramente “carvoado”, mas não escondia parte de sua pele branquinha, enquanto seus óculos estilo Harry Potter protegiam brilhantes olhos azuis. Pagamos barato pelo quilo do carvão, mas o pequeno refugiado não aceitou de maneira nenhuma ficar com o troco: “’É o preço justo&#8221;, disse.</p>
<p>Preço justo! Contribuir para que crianças como essa tenham acesso ao nosso amado Jiu-Jitsu, buscar alternativas para que um trabalho social seja desenvolvido em regiões carentes, apoiar nosso valorosos colegas professores que estão diariamente ensinando pessoas desprovidas de bens. Sim, isso é um preço justo a pagar por tudo que o Jiu-Jitsu nos proporcionou em nossas vidas.</p>
<p>Saí de Sabra e Chatila finalizado. No entanto, como depois de qualquer treino em que você é derrotado, você volta a treinar forte e buscar soluções para evoluir. E vai tentando raspar, passar a guarda e finalizar. Em Beirute e no resto do mundo, vamos continuar batalhando para tentar finalizar a indiferença.</p>
<div id="attachment_14870" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Beirutcity.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14870" class="size-full wp-image-14870" title="Beirutcity" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/07/Beirutcity.jpg" alt="" width="800" height="522" /></a><p id="caption-attachment-14870" class="wp-caption-text">Vista aérea de Beirute. Foto: Divulgação.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/ensinar-e-finalizar-a-indiferenca/">Ensinar é finalizar a indiferença</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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