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	<title>instrutor | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>GMI Rodrigo Prujansky analisa papel do Jiu-Jitsu nas forças policiais</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 00:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu há 18 anos, Rodrigo Prujansky (GB Botafogo) se apaixonou pela defesa pessoal desde o primeiro treininho, quando ainda era uma criança que sofria bullying. Hoje, o professor de 38 anos é um instrutor requisitado entre as forças policiais, com experiência em cursos nos EUA, Israel e Brasil – e no Rio de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218270" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218270" class="size-full wp-image-218270" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg" alt="" width="1024" height="766" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-300x224.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-768x575.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/WhatsApp-Image-2019-09-07-at-13.48.34-150x112.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-218270" class="wp-caption-text">Prujansky passa detalhes do Jiu-Jitsu para policiais em Boca Raton, EUA. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu há 18 anos, Rodrigo Prujansky (GB Botafogo) se apaixonou pela defesa pessoal desde o primeiro treininho, quando ainda era uma criança que sofria bullying. Hoje, o professor de 38 anos é um instrutor requisitado entre as forças policiais, com experiência em cursos nos EUA, Israel e Brasil – e no Rio de Janeiro tão conturbado que conhecemos. Batemos um papo com ele, que detalhou lições bacanas sobre a arte de ensinar policiais, e explicou por que a arte suave é fundamental para salvar vidas durante operações de segurança.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você começou a ensinar Jiu-Jitsu para policiais?</strong></p>
<p>RODRIGO PRUJANSKY: Comecei esse projeto de disseminação do Jiu-Jitsu assim que me apresentei num Batalhão de Polícia de Choque, em dezembro de 2013. Na unidade, no Rio, já existia um dojo, doado pelo Dedé Pederneiras e por meus amigos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, mas não estava sendo utilizado. Fiz o pedido ao comandante do Batalhão, à época o então coronel da PM Vidal, que entendeu as razões e permitiu a utilização do espaço para a prática do Jiu-Jitsu e da defesa pessoal. No início, organizamos uma agenda com treinos de judô e Jiu-Jitsu. Depois disso, houve dois cursos no Batalhão, o Curso de Policiamento em Praças Desportivas e o Curso de Táticas de Patrulhamento Urbano e enxerguei muito potencial para eu colaborar. A partir daí, passei a ministrar aulas de defesa pessoal nos cursos de especialização do Choque e em diversas unidades da Polícia Militar do Rio.</p>
<p><strong>Qual é o maior benefício do aprendizado do Jiu-Jitsu para forças de segurança? O lado físico ou mental?</strong></p>
<p>Comento isso quase todos os dias quando estou ensinando Jiu-Jitsu. Um dos ensinamentos mais valiosos para todos que treinam de kimono, e acredito que isso vale mais ainda para os policiais, é o desenvolvimento do controle emocional. É esse o atributo e o benefício do Jiu-Jitsu que nos permite raciocinar sob pressão. Policiais no Brasil são verdadeiros heróis, pois vivem diariamente uma realidade de guerra, encarando bandidos armados com fuzis, metralhadoras e granadas, sem saber se voltarão para casa ao fim do dia. Somente a partir de um controle emocional que permita pensar com tranquilidade e acerto em momentos de perigo, pressão e cobrança, eles conseguem ter uma vida normal, e sobreviver na hora do perigo. Por isso a importância de um treinamento contínuo, de repetição de situações, e do Jiu-Jitsu, que ajuda a cabeça a trabalhar isso tudo.</p>
<p><strong>Como anda o ensino de defesa pessoal para oficiais nos EUA, comparado ao Brasil?</strong></p>
<p>Já tive a oportunidade de ensinar tanto em Israel como nos EUA. A realidade dos EUA é completamente diferente do Brasil, e o comportamento dos criminosos também, o que acaba por reduzir a preocupação dos mesmos para essa realidade. Posso dizer que o ensino da defesa pessoal para a polícia americana, infelizmente, ainda não é dos melhores, mesmo que possuam todos os equipamentos, infra-estrutura e orçamento. O ensino de Jiu-Jitsu durante os cursos de formação ainda é muito fraco, e pelo que pude perceber, acabam por se apoiar nos equipamentos, em especial nas armas eletro-incapacitantes. Mas e se tais armas não funcionarem, ou não der tempo de usá-las? O Jiu-Jitsu é a melhor opção no que se trata de controle de contato, portanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em que boas escolas e corporações importantes você ensinou?</strong></p>
<p>Em 2016, tive a oportunidade de ministrar cursos para as unidades especiais do exército e da polícia de Israel. No Rio, como comentei, comecei no Batalhão de Choque em 2013, e ainda fui no Comando de Operações Especiais da PM. Mais recentemente , pude ministrar treinamento para a polícia de Boyton Beach junto do meu professor Alexandre “Café” Dantas, em 2018, e este ano pude dar instrução para a polícia de Boca Raton, junto com os professores Sergio Costa e Fabiano Carvalho, da GB Boca Raton, que me convidaram. O resultado foi excelente, de onde surgiram mais convites para corporações de Morgate e até do Canadá.</p>
<p><strong>Qual para você é a principal diferença entre ensinar policiais e praticantes recreativos?</strong></p>
<p>Primeiro quero pontuar que qualquer pessoa que abdique de uma vida normal para manter o bem estar do próximo merece todo nosso respeito, seja em que país for. Esses profissionais sacrificam suas próprias vidas, seu bem estar, em prol da segurança dos demais. E sinto a obrigação de reforçar que todas as forças de segurança possuem, em sua maioria, pessoas de bem, honestas e capacitadas, como tenho visto durante esses anos todos. Respondendo a pergunta, a diferença no ensino entre policiais e praticantes recreativos reside em diversos fatores. Há, por exemplo, a individualidade e velocidade de aprendizado que varia de praticante para praticante. Mas o principal é que os policiais entendem que a defesa pessoal pode definitivamente ser o fator que vai salvar sua vida ou a de um companheiro diante de uma ameaça iminente. Um outro aspecto menos percebido é que o Jiu-Jitsu evita excessos e problemas de abuso de autoridade, pois a arte resolve confusões de forma muito mais eficaz e suave.</p>
<div id="attachment_218239" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-218239" class="size-large wp-image-218239" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-1024x755.png" alt="" width="650" height="479" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-1024x755.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-300x221.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-768x566.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417-150x111.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/09/Screenshot_20190907-130003-e1567872390417.png 1080w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-218239" class="wp-caption-text">Nosso GMI Rodrigo Prujansky em uma de suas concorridas aulas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Você foi da seleção brasileira de polo aquático, certo? Quais as semelhanças e diferenças do lutador para o atleta de alto rendimento?</strong></p>
<p>Olha, creio que todo atleta de alto rendimento possui no seu interior a vontade de vencer, aquela superação de tentar alcançar o seu melhor, dia após dia. Mas o lutador, acredito, é um ser humano diferente dos demais. Ele acorda, come, respira e pensa o tempo todo numa coisa: que é preciso estar pronto para o combate – a qualquer hora, em qualquer lugar. Um nadador, por exemplo, se alimenta de modo regrado porque isso será melhor para seu rendimento; já o lutador precisa se alimentar bem para estar pronto para a luta, para o próximo desafio contra outro cara, daqui a alguns minutos. É outro nível. E posso dizer com propriedade pois me dediquei às piscinas por anos, tendo duas medalhas de prata em Pans. Mas é diferente – na natação, há uma raia de distância para o adversário, sem toque ou contato. No polo não, há de fato bons paralelos com os lutadores. Em vez de brigar contra o cronômetro, os jogadores precisam sobreviver num ambiente hostil como a água, e ainda brigar por espaços contra adversários, entre socos, cotoveladas, cabeçadas, chutes, agarrões e muitos caldos. É um verdadeiro coliseu aquático. A porrada canta firme!</p>
<p><strong>Pode ser pior que o UFC então&#8230;<br />
</strong></p>
<p>Os caras são guerreiros, mas a grande diferença é que no polo aquático há um time jogando com você. Então é possível que um “gladiador” do mesmo time nade para auxiliá-lo quando você estiver em desvantagem, o que não ocorre nas artes marciais. O lutador sabe que ali, dentro do tatame, do ringue, de onde quer que ele esteja, existem somente ele e o adversário, e nada mais importa do que superá-lo, do que manter-se vivo. Ele sabe que não pode contar com o apoio de mais ninguém que não seja ele mesmo. Daí a necessidade de fazer do seu corpo o seu templo e da sua cabeça o seu porto seguro, ciente das suas forças e fraquezas. Por isso o lutador de Jiu-Jitsu e MMA deve acordar e dormir pensando somente nisso, em como superar suas fraquezas e alcançar novos limites. É uma vida de samurai.</p>
<p><strong>Perfeito. E quando você percebeu que viveria esta vida, Rodrigo? Que faria do Jiu-Jitsu seu ganha-pão?</strong></p>
<p>Entrei no Jiu-Jitsu quando eu tinha 11 anos de idade, e lá se vão 27 anos. A minha primeira aula foi de defesa pessoal, e durou a semana inteira. Eu sofria naquela época o que chamamos de bullying hoje, e reconheço que aquela semana foi fundamental na minha vida. Aqueles pequenos e simples movimentos mudaram o meu rumo – pois alteraram para sempre o meu modo de pensar e de me comportar. O Jiu-Jitsu me trouxe autoconfiança, disciplina, respeito e acima de tudo, autoconhecimento. Nos melhores e nos piores momentos da minha vida ele sempre esteve presente. Então, com 17 anos, ainda faixa-roxa, pus na minha cabeça que precisava tentar divulgar tudo aquilo que eu senti para todas as pessoas que eu viesse a conhecer.</p>
<p><strong>Você hoje administra a GB Botafogo e outras escolas. Onde começou a ensinar?</strong></p>
<p>Após ter uma oportunidade na academia onde treinava, na Gracie Ipanema do Marcelo Yogui, que tinha feras como Bruno Severiano, Helio Soneca, Leandro Slaib, Alexandre Café, Jair Sorriso e muitos outros, tive a certeza de que queria para sempre ter aquela sensação que todo professor tem ao ver o brilho nos olhos dos seus alunos. É um brilho que surge quando eles entendem a técnica, mas que não desaparece: dia após dia, enquanto eles vão melhorando em seus universos pessoais, o brilho só fica mais forte. O Jiu-Jitsu é muito mais que uma arte de defesa pessoal, ou uma arte marcial, é um verdadeiro estilo de vida. Hoje, tenho o prazer de dividir o tatame com a minha esposa Bruna, meu filho Enzo, meu irmão Felipe e também com meus sobrinhos, Ryckson e Felipinho! Não é à toa que estamos sempre divulgando o Jiu-Jitsu para todos, pois essa é a nossa vida, e conhecemos de perto suas vantagens. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-rodrigo-prujansky-detalha-por-que-o-jiu-jitsu-e-fundamental-para-o-trabalho-policial/">GMI Rodrigo Prujansky analisa papel do Jiu-Jitsu nas forças policiais</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quer se tornar um professor de sucesso no Jiu-Jitsu? Chegou LT Educação!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 15:46:27 +0000</pubDate>
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<div id=":110" class="Am Al editable LW-avf tS-tW tS-tY" tabindex="1" role="textbox" spellcheck="false" aria-label="Message Body" aria-multiline="true">
<p><a href="https://www.cursos.leaoteixeira.com/" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-237398" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0036-300x135.jpg" alt="" width="796" height="358" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0036-300x135.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0036-768x346.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0036-150x68.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0036.jpg 1024w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" /></a></p>
<p>A Escola de Jiu-Jitsu <a href="https://cursos.leaoteixeira.com">Leão Teixeira</a> acaba de lançar o seu mais novo pilar: <a href="https://www.cursos.leaoteixeira.com/" target="_blank" rel="noopener">a LT Educação</a>; uma plataforma de cursos destinados a instrutores e professores de Jiu-Jitsu de todo o planeta, com o objetivo de auxiliá-los na evolução de suas carreiras.</p>
<p>“A idéia é propagar o conhecimento adquirido ao longo desta minha jornada de mais de 30 anos de experiência, auxiliando instrutores e professores de Jiu-Jitsu a terem êxito com suas turmas infantis,” ressalta o <a href="https://instagram.com/leaoteixeirajjescola?igshid=YmMyMTA2M2Y=">Mestre Leão Teixeira, faixa coral 7º grau.</a></p>
<p>O curso é 100% online e inclui conteúdo totalmente gravado em formato de vídeo aulas.</p>
<p><a href="http://cursos.leaoteixeira.com"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-237400" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0035-300x149.jpg" alt="" width="830" height="412" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0035-300x149.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0035-768x380.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0035-150x74.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0035.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 830px) 100vw, 830px" /></a></p>
<p>São mais de 44 horas de conteúdo, uma oportunidade perfeita para instrutores e professores interessados em aprimorar seus conhecimentos nos ensinamentos de Jiu-Jitsu infantil com um mestre que é referência no assunto.</p>
<p>Você irá aprender tudo sobre organização e planejamento de aulas para crianças, defesa pessoal, Jiu-Jitsu esportivo, estações de atividades em grupo e técnicas extras, além de entender como fidelizar o seu aluno, com foco nas turmas de 3 a 9 anos de idade. Adicional a isso, o curso contempla um ano de acesso ilimitado à plataforma, com um material didático exclusivo para os assinantes, 12 meses de acesso à plataforma e certificado de conclusão.</p>
<p><a href="http://cursos.leaoteixeira.com"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-237404" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0037-1-300x152.jpg" alt="" width="868" height="440" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0037-1-300x152.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0037-1-768x389.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0037-1-150x76.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0037-1.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px" /></a></p>
<p>Adicional ao formato digital, mentorias online e workshops práticos serão ministrados ao longo do ano, para os que quiserem ter a oportunidade de se aprofundar ainda mais nos ensinamentos aprendidos no formato digital, ao lado do Mestre Leão Teixeira.</p>
<p>Para estrear este novo formato, um workshop prático que será ministrado no Rio de Janeiro, na matriz da Escola de Jiu-Jitsu Leão Teixeira no dia 9 de julho de 2022.</p>
<p>“Durante a pandemia, reformulamos todo o nosso formato com o intuito de torná-lo mais rico em conteúdo e de fácil acesso aos instrutores e professores de Jiu-Jitsu no Brasil e no mundo”, explica Leão Teixeira.</p>
<p><strong>As inscrições e todas as informações podem ser encontradas em cursos.leaoteixeira.com, pelo e-mail cursos@leaoteixera.com ou através da nossa central de atendimento pelo whatsapp +55 (21) 2391-8355.</strong></p>
<p>Não perca esta oportunidade.<br />
Torne-se um profissional de destaque no Jiu-Jitsu!</p>
<p><a href="http://cursos.leaoteixeira.com"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-237406" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0038-300x127.jpg" alt="" width="815" height="345" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0038-300x127.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0038-768x324.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0038-150x63.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220613-WA0038.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 815px) 100vw, 815px" /></a></p>
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		<title>Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI à frente da Rilion Gracie Rio Bonito, João Zaroni entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade. Em papo com GRACIEMAG, João explica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234432" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234432" class="size-full wp-image-234432" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png" alt="" width="589" height="551" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png 589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-300x281.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px" /><p id="caption-attachment-234432" class="wp-caption-text">Nos tatames da Rilion Gracie Rio Bonito. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI à frente da <a href="https://www.instagram.com/riliongracie.riobonito/">Rilion Gracie Rio Bonito</a>, <a href="https://www.instagram.com/joaogabrielzaroni/">João Zaroni</a> entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, João explica o papel desempenhado por cada característica, além de falar sobre seu início na arte suave e ensinar como o respeito é fundamental para a formação de grandes campeões no esporte. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOÃO ZARONI: Conheci o Jiu-Jitsu em meados de 2006. Na rua da minha igreja, havia uma garagem em que um professor dava aulas, e como eu já gostava de assistir vale-tudo, acabei indo conhecer e comecei a treinar lá. O problema desse lugar é que o pessoal de lá usava drogas entre os treinos e meus pais, ao ficarem sabendo disso, me proibiram de treinar. Como eu já gostava bastante do Jiu-Jitsu, continuei treinando escondido e deixando o kimono naquela garagem até chegar à faixa-azul, quando meu professor foi dar aula em uma academia melhor e eu pude treinar sem me esconder.</p>
<div id="attachment_234436" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234436" class="size-full wp-image-234436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png" alt="" width="496" height="289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-300x175.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234436" class="wp-caption-text">Zaroni em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre achei as competições muito legais mas, infelizmente, o meu primeiro professor não competia, então raramente íamos aos eventos. Cheguei a ir sozinho, na faixa-azul, para poder competir. Passei a competir com frequência somente na faixa-marrom, quando ingressei em uma equipe mais organizada e que valorizava a participação nos torneios.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a tão sonhada faixa-preta em maio de 2019, do professor Diogo Lopes. Tive uma retrospectiva de tudo que eu passei até aquele ponto, todos os sacrifícios e todas as escolhas difíceis. Naquele momento eu soube que, apesar de não ter sido fácil, escolhi o caminho certo ao trocar de academia e seguir a minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Ver todas as suas expectativas sendo realizadas é algo que não tem preço.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>O egoísmo é algo que acompanha a vida do atleta. Ele precisa pensar no que é melhor para ele em primeiro lugar, porque ele que estará no tatame competitivo disputando pelo futuro dele. Já o professor precisa ser o inverso, é necessário ter altruísmo e afinidade para lidar com outras pessoas, porque é um ofício que não depende apenas de você. A única semelhança entre ambos é o amor pelo que se faz, que é o diferencial para ser bem-sucedido em qualquer profissão.</p>
<div id="attachment_234438" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234438" class="size-full wp-image-234438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png" alt="" width="496" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-300x239.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-150x119.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234438" class="wp-caption-text">Junto aos alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa na minha trajetória pelo Jiu-Jitsu, mas se tivesse que limitar tudo isso, diria três palavras: resiliência, disciplina e felicidade. Resiliência para não se deixar abater quando sofrer uma derrota ou quando passar por um momento difícil. Disciplina para aprender e executar os ensinamentos com excelência. Felicidade por estar fazendo algo que gosta e para sempre buscar a evolução.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Tudo se resume a uma palavra: Respeito. É preciso respeitar as etapas do desenvolvimento e aprendizado de cada um, com divisões de turma por idade e metodologias específicas. Esse respeito também deve ser mostrado ao aluno, que tem seus próprios objetivos, às mulheres, que cada vez mais assumem seus lugares no tatame, e ao verdadeiro espírito do Jiu-Jitsu, que acima de tudo, busca saúde física, mental e espiritual. A partir deste respeito, formar campeões se torna uma consequência.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-zaroni-e-os-tres-atributos-para-superar-desafios-no-jiu-jitsu/">Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Luiz Dias e a arte de formar campeões na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 15:55:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma simples arte marcial ou esporte, o Jiu-Jitsu carrega consigo uma filosofia que guia seus praticantes a uma vida regrada e sem excessos. Como instrutor e líder da GAS Jiu-Jitsu, nosso GMI Luiz Dias compreende bem a doutrina carregada pela arte suave e busca utilizá-la para formar campeões dentro e fora dos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201729" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201729" class="size-large wp-image-201729" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-201729" class="wp-caption-text">Luiz Dias e sua dedicação diária ao Jiu-Jitsu. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Mais do que uma simples arte marcial ou esporte, o Jiu-Jitsu carrega consigo uma filosofia que guia seus praticantes a uma vida regrada e sem excessos. Como instrutor e líder da GAS Jiu-Jitsu, nosso GMI Luiz Dias compreende bem a doutrina carregada pela arte suave e busca utilizá-la para formar campeões dentro e fora dos tatames.</p>
<p>Luiz teve seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu muito jovem e, por conta disso, não poderia compreender a influência que a arte dos Gracie teria sobre sua vida a partir dali. Apesar de não gostar de competir, Luiz atuava em disputas locais e se sentia cada vez mais emocionado ao conquistar uma nova faixa. Esse sentimento chegou ao seu ápice na faixa-preta.</p>
<p>“Peguei minha faixa-preta das mãos do grande mestre Leoni Nascimento”, contou Luiz. “Lembro que fiquei em casa depois da graduação, de kimono e faixa, me olhando no espelho e tentando acreditar que aquele momento havia finalmente chegado. É um dos maiores orgulhos da minha vida.”</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Com a faixa-preta, uma nova fase se iniciou na carreira de Luiz e o professor passou a guiar as gerações seguintes às doutrinas do Jiu-Jitsu. Ao longo de sua trajetória como instrutor, passou a valorizar o aprendizado obtido nas competições que participou, sempre incentivando seus alunos a treinar cada vez mais duro. Hoje, com anos de experiência e à frente de uma equipe bem sucedida, o mestre conta que achou seu objetivo na arte suave.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu para mim é um estilo de vida e eu não vivo sem ele. Independentemente das competições, meu foco hoje é ter a equipe unida, com treinos duros e respeitando o ritmo de cada aluno. Já tenho campeões na faixa-preta, mas o meu verdadeiro objetivo no Jiu-Jitsu é formar campeões na vida.”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Luiz Dias e Rodrigo Resende ensinam defesa pessoal do Jiu-Jitsu para surfistas" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/p8dePkg93XI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/luiz-dias-e-o-jiu-jitsu-como-ferramenta-para-formar-campeoes-na-vida/">Luiz Dias e a arte de formar campeões na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>GMI: Jean Feijó celebra 20 anos de Jiu-Jitsu em Blumenau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 12:32:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Jean Feijó começou a ensinar como quase todo mundo: cobrindo o horário de um faixa-preta ausente. E lá se vão 20 anos de aprendizados, muito kimono suado e alunos formados para a vida, desde seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu. Hoje, nosso GMI que é referência no ensino em Santa Catarina faz um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224038" style="width: 876px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224038" class="size-full wp-image-224038" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/feijo.jpg" alt="" width="866" height="697" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/feijo.jpg 866w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/feijo-300x241.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/feijo-768x618.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/feijo-150x121.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 866px) 100vw, 866px" /><p id="caption-attachment-224038" class="wp-caption-text">O professor Jean, da Aurum Jiu-Jitsu, durante aula em sua academia em Santa Catarina. Foto: Reprodução</p></div>
<p>O professor Jean Feijó começou a ensinar como quase todo mundo: cobrindo o horário de um faixa-preta ausente. E lá se vão 20 anos de aprendizados, muito kimono suado e alunos formados para a vida, desde seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu. Hoje, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> que é referência no ensino em Santa Catarina faz um balanço dessas primeiras duas décadas de Jiu-Jitsu, e o que tem aprendido de mais valioso sobre a vida.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi a maior lição desses 20 anos, professor?</strong></p>
<p><strong><em><a href="https://www.instagram.com/jeanfeijo_bjj_coach/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener">JEAN FEIJÓ:</a> </em></strong>Tive meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu perto do ano 2000, e creio que a maior lição que aprendi foi de humildade. Não importa quanto tempo a gente treina, nunca sabemos tudo. Aprendi muito nesses anos, e sigo aprendendo. Outra grande lição para a vida: não existe jamais uma luta ganha, nem luta perdida. Você saca isso na própria academia – mesmo um aluno sendo menos &#8221; técnico&#8221; ou menos graduado, ou mais “fraco”, ele ainda pode achar uma maneira de vencer seu oponente.</p>
<p><strong>E sobre seu trabalho como professor? O que aprendeu de mais valioso?</strong></p>
<p>Cada dia descubro uma nova lição. Mas creio que uma das mais importantes é que, por mais que você estude, sempre haverá algum detalhe a aprender ou melhorar. Isso é puro Jiu-Jitsu, uma arte que não para de evoluir e mudar, como o próprio mundo. Frequentemente somos apresentados a coisas novas e o professor que ficar preso no passado, achando que sabe tudo, acaba ficando para trás muito rápido. Quando comecei a trabalhar com o Jiu-Jitsu, nunca imaginei que o esporte e a comunidade seriam do tamanho que são hoje. Se fizermos um bom trabalho e conseguirmos mostrar ao mundo o quanto o Jiu-Jitsu transforma vidas, assim como já provamos o quanto ele é eficiente contra qualquer rival, nossa arte só vai crescer ainda mais.</p>
<p><strong>Essa evolução constante do Jiu-Jitsu se nota logo nos torneios, certo?</strong></p>
<p>Exato. Nas lutas ocorre da mesmíssima forma. Os torneios são verdadeiros laboratórios. Um aspecto importante que vi ao longo da minha carreira é a importância do controle mental e emocional. Vejo muito atleta treinando bem a parte técnica e física, sobrando nesses quesitos, mas dando pouca atenção à cabeça, e por isso não rendem tanto quanto poderiam. Um dos macetes para isso é aprender a perder na academia, se colocar em situações difíceis no treino. Acho que nossa arte é uma metáfora muito forte da vida – o que aprendemos e vivenciamos nos tatames, nós levamos para nossa vida fora da academia.</p>
<p><strong>Por que você se filiou ao time da Aurum Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Viramos Aurum por diversas razões, mas principalmente para conseguir organizar melhor nosso trabalho e crescimento. Acredito que para uma equipe crescer sólida, é fundamental uma boa organização e planejamento. Na questão de ensino, sempre pensei o Jiu-Jitsu mais como uma escola do que como academia. Isto é, eu acho importante ter metodologia, didática, separação de turmas, controle objetivo de graduação, treinamento e formação de professores, estrutura hierárquica, ambientes padronizados, uniformização, entre tantos outros pontos. Tentei várias vezes propor essas mudanças na minha antiga equipe, mas por pensarmos um pouco diferente, decidimos seguir rumos diferentes, com total respeito, clareza e coerência sempre. E assim foi. Em 2018 demos os primeiros passos na construção da Aurum, onde com muito trabalho e dedicação, estamos conseguindo aplicar um modelo diferenciado de entrega do Jiu-Jitsu que vem dando resultados incríveis, tanto no crescimento da equipe, quanto na velocidade de aprendizado dos alunos.</p>
<p><strong>Ainda recorda de seu primeiro dia como instrutor?</strong></p>
<p>Do primeiro dia não lembro exatamente, porque na época em que comecei ainda era comum o professor se ausentar e pedir para o aluno mais graduado puxar o treino. Era a época em que quase todos tinham o Jiu-Jitsu como uma segunda profissão. Portanto, comecei dando essa assistência na academia já na faixa-azul. Logo que fui graduado a roxa, em 2006, meu professor vendeu os tatames e fechou nossa academia.</p>
<p><strong>Como você superou esse primeiro obstáculo?</strong></p>
<p>Sem me abater ou jogar a toalha. Aluguei uma sala pequena de aproximadamente cinco metros por cinco, montei o tatame de lona e continuei a treinar. A ideia inicial era manter o time treinado e dar aula caso aparecesse algum aluno interessado, o que não sabia se ocorreria. Foi nesse momento que descobri minha verdadeira missão. É a minha grande paixão dentro do Jiu-Jitsu, formar, ensinar e educar os mais novatos. Em 2010 eu decidi que o Jiu-Jitsu seria minha única profissão, e é o que faço até hoje sem parar, com amor e alegria. Depois disso migramos para uma associação de moradores, até que consegui montar um espaço melhor e fomos ampliando aos poucos. Hoje, nossa matriz tem 450 metros quadrados, com dois andares e quatro tatames – o maior tem 170 metros quadrados. Estamos aproximadamente com 500 alunos, de 3 a 60 anos. Está sendo um bom começo (risos).</p>
<p><strong>O que planeja para o futuro?</strong></p>
<p>Vejo nossa equipe como uma referência no ensino de Jiu-Jitsu no médio prazo, daqui a uns cinco anos. E creio que seremos uma das maiores e principais equipes do mundo a longo prazo. Hoje nosso foco maior é na organização e criação de um modelo de negócio e ensino diferenciado e sólido, para então começar a expansão que planejamos. Queremos construir uma base solida para validar nossa metodologia tanto na parte de ensino quanto competitiva. Estamos também com a nossa primeira filial fora do Brasil, em Dublin, na Irlanda, com meu sócio Guilherme Toto, onde estamos desenvolvendo um modelo de franquia que depois queremos replicar pelo mundo todo. Confio que de fato não existe mais limites para o quanto nossa arte pode crescer, no Brasil e no planeta todo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-jean-feijo-celebra-20-anos-de-jiu-jitsu-em-blumenau/">GMI: Jean Feijó celebra 20 anos de Jiu-Jitsu em Blumenau</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Paulo Peposo e o Jiu-Jitsu nas forças policiais: “Segue indispensável&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 10:20:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu e judô, e instrutor de artes marciais nas forças de segurança de Minas Gerais, nosso GMI Paulo &#8220;Peposo&#8221; Cury é um dos grandes estudiosos da defesa pessoal para policiais. Além de lecionar técnicas de abordagem e defesa nas corporações, o líder da Peposo Team, que também é bacharel em Direito, analisa constantemente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216469" style="width: 1216px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216469" class="size-full wp-image-216469" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo.jpg" alt="" width="1206" height="758" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo.jpg 1206w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-768x483.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-1024x644.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/peposo-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1206px) 100vw, 1206px" /></a><p id="caption-attachment-216469" class="wp-caption-text">Peposo em aula para imobilização no solo para agentes de segurança. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Faixa-preta de Jiu-Jitsu e judô, e instrutor de artes marciais nas forças de segurança de Minas Gerais, nosso GMI Paulo &#8220;Peposo&#8221; Cury é um dos grandes estudiosos da defesa pessoal para policiais.</p>
<p>Além de lecionar técnicas de abordagem e defesa nas corporações, o líder da Peposo Team, que também é bacharel em Direito, analisa constantemente as técnicas de Jiu-Jitsu mais usadas nas abordagens policiais e em suas atividades de rotina.</p>
<p>Confira nas linhas abaixo as impressões de Paulo Peposo sobre o tema, que vem ganhando o mundo, e quais as medidas defendidas pelo professor sobre o assunto.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O policial brasileiro sabe abordar suspeitos, Peposo?</strong></p>
<p><strong>PAULO PEPOSO:</strong> Vejo o combate corpo a corpo das forças policiais contra cidadãos infratores dentro das expectativas mundiais. É baixo o índice de letalidade quando se trata de imobilização corpo a corpo, não há violência excessiva por parte dos policiais. Situações onde há excesso de força por certos policiais na hora da abordagem são exceções à regras, devem ser analisadas nas suas especificidades, dentro de cada caso de procedimentos policiais.</p>
<p><strong>Como o Jiu-Jitsu protege os policiais e cidadãos?</strong></p>
<p>Há de considerar que todo o estudo de combates corpo a corpo das forças policiais visam à imobilização do infrator, respeitando a dignidade humana em detrimento do crime cometido por ele. As forças policiais devem atuar de forma imparcial, visando a proteger a integridade pessoal da vítima e do cidadão infrator. Dito isso, o Jiu-Jitsu utilizado pelas forças policiais de Minas Gerais, que eu acompanho de perto, minimiza a resistência por parte do cidadão infrator, por se tratar de uma arte onde há inúmeras possibilidades de imobilizar sem usar de força excessiva – e sem colocar o policial em risco. A contenção do infrator é mais eficaz, rápida e minimiza os risco de machucados e lesões para ambos os lados.</p>
<p><strong>Quando há excesso, é muitas vezes falta de treino de Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Cada caso é um caso. A força utilizada pelos agentes públicos depende muito das qualificações dos cidadãos infratores e dos agentes, e dos contextos que cada situação exige. As forças policiais têm passado por vários estudos técnicos em relação a técnicas de defesa policial, contudo a falta de conhecimento técnico de defesa pessoal por alguns agentes públicos pode sim contribuir para o uso de força exacerbada.</p>
<p><strong>O Jiu-Jitsu segue como uma ferramenta indispensável no treinamento de forças policiais?</strong></p>
<p>Certamente. O Jiu-Jitsu bem trabalhado é uma ferramenta indispensável para agregar à formação de policiais. Com a Defesa Pessoal Policial, a melhor forma de imobilizar cidadãos infratores resistentes, notamos que o Jiu-Jitsu se mostra a arte mundial mais eficaz no solo, pois utiliza de técnicas precisas de imobilização dos membros superiores, inferiores e, se necessário, de técnicas controladas de estrangulamento para minimizar a reação da agressão e dessa forma preservar a vida do infrator.</p>
<p><strong>Tivemos recentemente o caso de George Floyd nos EUA. O que ocorreu ali, na sua visão?</strong></p>
<p>A técnica empregada pelo policial Dereck Chauvim foi desproporcional, arbitrária, abusiva e violenta, pois não havia necessidade de empregar a técnica do estrangulamento indireto, no caso utilizando o joelho para interromper o fluxo sanguíneo da artéria carótida do cidadão imobilizado. A técnica foi mal utilizada, pois há outras formas de imobilizar o cidadão infrator estando em decúbito ventral (de barriga no solo), como inserir o joelho nas escápulas e o outro joelho próximo ao tórax, desse modo impedindo a mobilização dos membros superiores do cidadão infrator, preservando o pescoço. Foi então uma aplicação de amador, afinal ao aplicar técnicas de Jiu-Jitsu no solo não há necessidade de imobilizar um cidadão por muito tempo. Toda técnica de defesa pessoal usada de forma incorreta, em qualquer arte marcial, torna-se perigosa para ambos os lados. Mas, se usada de forma correta, será benéfica para todas as sociedades.</p>
<p><strong>Na sua opinião, o que falta para o Jiu-Jitsu ser treinado por todas as forças de segurança?</strong></p>
<p>Há um descaso das políticas públicas para com os investimentos nas artes marciais, e falta reconhecimento de sua relevância na formação policial adequada. Sempre fui um visionário da luta e tenho compromisso crescente com o bem-estar social. Busco inclusive desenvolver projetos sociais com o objetivo de conscientizar crianças e adolescentes, desde cedo, quanto à real função da luta e de suas técnicas enquanto práticas de defesa pessoal. O Jiu-Jitsu na verdade combate a violência. Procuro ensinar o uso da força com moderação de acordo com as necessidades e circunstâncias, nunca para machucar ou agredir o próximo. É um trabalho constante nosso pela saúde, pela qualidade de vida, em busca de parcerias adequadas com educadores e especialistas da área da saúde mental.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/paulo-peposo-e-o-jiu-jitsu-nas-forcas-policiais-segue-indispensavel/">Paulo Peposo e o Jiu-Jitsu nas forças policiais: “Segue indispensável”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI: O que uma academia de Jiu-Jitsu deve ter para ser perfeita para os alunos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 17:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que uma escola deve oferecer aos alunos para ser considerada ideal? No Jiu-Jitsu, há muitos aspectos que fazem de uma academia um sucesso de público e de crítica. Por exemplo? Instrutores competentes. Horários especiais voltados para crianças. Espaço amplo e confortável. Higiene impecável para a saúde dos praticantes. Etc etc. Quando a academia forma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120372" style="width: 970px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-120372" class="size-full wp-image-120372" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/10369205_784074234946352_2486295022883612786_n-1.jpg" alt="A academia Art of Jiu-Jitsu liderada pelos Mendes. Foto: Owen Francis " width="960" height="641" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/10369205_784074234946352_2486295022883612786_n-1.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/10369205_784074234946352_2486295022883612786_n-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/10369205_784074234946352_2486295022883612786_n-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/10369205_784074234946352_2486295022883612786_n-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-120372" class="wp-caption-text">A academia Art of Jiu-Jitsu liderada pelos Mendes. Foto: Owen Francis Photography/Divulgação.</p></div>
<p>O que uma escola deve oferecer aos alunos para ser considerada ideal? No Jiu-Jitsu, há muitos aspectos que fazem de uma academia um sucesso de público e de crítica. Por exemplo?</p>
<p>Instrutores competentes. Horários especiais voltados para crianças. Espaço amplo e confortável. Higiene impecável para a saúde dos praticantes. Etc etc. Quando a academia forma então campeões mundiais no esporte, alcança um destaque ainda maior, pois atrai os olhos da mídia.</p>
<p>Para os irmãos Rafael e Guilherme Mendes, que comandam a bem falada Art of Jiu-Jitsu, em Costa Mesa, Califórnia, o segredo do sucesso passa por um mandamento: atenção aos detalhes.</p>
<p>No dojô dos irmãos Mendes, que volta e meia recebe convidados como Kelly Slater e campeões de MMA, a organização recebe um olhar especial, e quem ganha com isso é o novo aluno.</p>
<p>Em edição recente de GRACIEMAG, Rafael Mendes detalhou como funciona sua academia na Califórnia. O pentacampeão mundial se aprofundou em itens como gerenciamento e quais são esses detalhes que eles nnao perdem de vista diariamente.</p>
<p>Confira os aspectos destacados por Rafa:</p>
<h3>. Organização da academia de Jiu-Jitsu:</h3>
<p>“Somente a organização traz todos os benefícios necessários para uma academia, ou melhor, uma empresa, se destacar no mercado. Procure organizar desde o menor dos detalhes até os mais importantes”.</p>
<h3>. Limpeza:</h3>
<p>“Temos uma pessoa trabalhando na limpeza e manutenção da academia o dia inteiro, e não apenas no fim ou início de expediente. Com isso, a academia está sempre limpa. Se alguma criança derrama um líquido no chão, imediatamente já tem alguém limpando; assim que a aula acaba, a pessoa responsável pela limpeza entra no tatame e limpa para a próxima turma. E, quando os alunos acabam de tomar banho, esta pessoa organiza e limpa o vestiário. Se algo quebra, é arrumado imediatamente. A academia está sempre nova, tudo está sempre novo, nada fica velho, nada fica quebrado”.</p>
<h3>. Segurança dos alunos:</h3>
<p>“Contratamos uma pessoa responsável pelo estacionamento, para ajudar as pessoas a encontrar vaga e estacionar. Mas esta pessoa também está lá para ter certeza de que as crianças vão em segurança do estacionamento até a porta da academia”.</p>
<h3>. Variedade de serviços na academia:</h3>
<p>“Temos duas pessoas trabalhando no setor de vendas. São vendas de produtos, de matrículas, de aulas particulares, de serviços especiais como lavanderia, festas de aniversário na AOJ, camps de treinamento para crianças e adultos e diversos serviços”.</p>
<h3>. Jiu-Jitsu e gerência:</h3>
<p>“Temos um gerente da academia responsável em controlar e organizar todos os outros funcionários. Sua função é se certificar de que tudo ocorra 100% como programado todos os dias. Se algo dá errado ou aparece um problema, nosso gerente rapidamente busca resolver a situação. Ele não só comanda o time de vendas, como também controla todos os outros funcionários, desde a limpeza, estacionamento até os instrutores e professores”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafael Mendes teaches a drill to defend the pass and lock the triangle" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/iAOT0XDrXHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>. Aulas de Jiu-Jitsu</h3>
<p>“Hoje contamos com dez instrutores (coaches) e quatro professores faixas-pretas trabalhando o dia todo, nas 15 aulas que damos diariamente. Destas, oito aulas são para crianças. Entre crianças e adultos, são mais de 80 aulas por semana, começando 5h30 da manhã e terminando às 22h”.</p>
<h3>. Marketing da academia:</h3>
<p>“Temos três pessoas que se dedicam exclusivamente ao departamento de arte, criando novas campanhas de marketing e desenhando novos produtos. Além disso, trabalham na produção e edição de fotos e vídeos de alta qualidade para as redes sociais, como instagram, facebook, twitter. Os vídeos também abastecem o nosso site, no qual temos um sistema de treinamento online – todos os dias filmamos as aulas e postamos no website, assim pessoas do mundo todo podem fazer parte da AOJ, podem ver o que fazemos aqui e a maneira como ensinamos. A partir dessa ferramenta, alunos e também professores podem seguir nosso método de ensino”.</p>
<h3>. Currículo e reuniões:</h3>
<p>“Todo mês temos reuniões com instrutores e professores, nas quais atualizamos o currículo de cada aula. Conversamos sobre o que está funcionando em cada aula e também o que não está – tudo o que funciona nós atualizamos, fazemos melhor, adaptamos para o melhor aproveitamento e aprendizado. O que não funciona é cancelado”.</p>
<h3>. Protocolos para o ensino de Jiu-Jitsu:</h3>
<p>“Cada classe tem seu método e seu sistema – não somente um sistema para coordenar a aula, mas também um protocolo para cada situação inesperada, como uma criança que está chorando ou alguém que não está se sentindo bem etc. Assim estamos sempre preparados para cada situação. Temos um código de conduta, um sistema em que todos os funcionários da academia estão em sintonia”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>**** E a sua academia, que novidades e benefícios ela apresenta? Para divulgá-los entre nossos leitores, <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank">entre para o time GMI, aqui</a>.</em></strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-o-que-uma-academia-de-jiu-jitsu-deve-ter-para-ser-perfeita-para-os-alunos/">GMI: O que uma academia de Jiu-Jitsu deve ter para ser perfeita para os alunos?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cachorrão tem uma opinião forte sobre quem se recusa a treinar com os alunos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 03:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A vida após o UFC tem sido bastante ocupada para Ricardo Almeida, o Cachorrão. Nosso GMA em Nova Jersey, onde ensina Jiu-Jitsu há quase uma década, gasta parte de seu tempo nos treinos com o campeão dos leves do UFC, Frankie Edgar, Kris McCray, o novato Jimy Hettes e outras feras do octagon. Nas &#8220;horas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53333" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-53333" class="size-full wp-image-53333" title="Ricardo Almeida cumprimenta como num treino de Jiu Jitsu Foto por Gustavo Aragao" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/01/Ricardo-Almeida-cumprimenta-como-num-treino-de-Jiu-Jitsu-Foto-por-Gustavo-Aragao.jpg" alt="Ricardo Almeida cumprimenta, como num treino de Jiu-Jitsu. Foto: Gustavo Aragão." width="640" height="566" /><p id="caption-attachment-53333" class="wp-caption-text">Ricardo cumprimenta os leitores semanalmente com bons textos em seu Facebook. Foto: Gustavo Aragão.</p></div>
<p>A vida após o UFC tem sido bastante ocupada para <a title="Página do Facebook de Ricardo Almeida, o Cachorrão, ex-lutador do UFC e professor de Jiu-Jitsu em NJ" href="http://www.Facebook.com/RABJJ" target="_blank">Ricardo Almeida, o Cachorrão</a>. Nosso GMA em Nova Jersey, onde ensina Jiu-Jitsu há quase uma década, gasta parte de seu tempo nos treinos com o campeão dos leves do UFC, <a title="Site do campeão do UFC Frank Edgar." href="http://WWW.FRANKEDGAR.COM" target="_blank">Frankie Edgar</a>, Kris McCray, o novato Jimy Hettes e outras feras do octagon.</p>
<p>Nas &#8220;horas vagas&#8221;, cuida das três crianças, é jurado de MMA no Bellator, ensina em sua escola, treina Jiu-Jitsu e divide seus ensinamentos pelo Facebook, sempre inspirando a equipe do GRACIEMAG.com.</p>
<h3>Ensino de Jiu-Jitsu, medo e omissão</h3>
<p>Nessa segunda-feira, Cachorrão emplacou em sua página um texto forte, que leva a uma reflexão ampla. Para Ricardo Almeida, professores que se recusam a treinar com alunos são uma fraude. Sim, uma fraude.</p>
<p>&#8220;Instrutores que não treinam com seus alunos são uma fraude. Muitas vezes eles o fazem por medo de ser finalizados na frente de toda a turma&#8221;, escreveu o faixa-preta de <a href="http://www.twitter.com/RenzoGracieBJJ" target="_blank">Renzo Gracie</a>. &#8220;O dia em que eu tiver medo de ser finalizado eu paro de dar aula&#8221;.</p>
<p>Confira o texto na íntegra, e não deixe de comentar o que acha, logo abaixo.</p>
<p><em>&#8220;Instrutores que não treinam com seus alunos são uma fraude.</em></p>
<p><em>Muitas vezes eles o fazem por medo de serem finalizados na frente de toda a turma.</em></p>
<p><em>O dia em que eu tiver medo de ser finalizado eu paro de dar aulas.</em></p>
<p><em>E olha, eu detesto dar os três tapinhas!</em></p>
<p><em>Não por me achar pior caso eu viesse a perder uma luta ou um treino.</em></p>
<p><em>E sim porque eu sou um perfeccionista, e realmente me incomoda cometer erros técnicos.</em></p>
<p><em>Ser um faixa-preta não tem nada a ver com invencibilidade, mas com a arte de lapidar o que fazemos e perseverar na adversidade.</em></p>
<p><em>Tenham uma grande semana, dentro e fora da academia.&#8221;</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/cachorrao-tem-uma-opiniao-forte-sobre-quem-se-recusa-a-treinar-com-os-alunos/">Cachorrão tem uma opinião forte sobre quem se recusa a treinar com os alunos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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