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	<title>instinto | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 13:18:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na família Gracie, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas. “Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244135" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-244135" class="wp-image-244135 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg" alt="Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação" width="800" height="852" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-282x300.jpg 282w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-768x818.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/10/Gato-Wikipedia-800px-Cat_eye_2267157496-141x150.jpg 141w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-244135" class="wp-caption-text">Olho de gato. Foto: Wikipedia/Divulgação</p></div>
<p>Os gatos (Felis catus para os amantes da ciência) são dotados de olhar desconcertante, vértebras flexíveis, velocidade de 50km/h e caçam como poucos. Por atributos marcantes como esses, os enigmáticos peludos são uma fonte de eterna inspiração para lutadores de Jiu-Jitsu.</p>
<p>E ainda mais para professores, que volta e meia acabam por usá-los como exemplo na hora de passar lições importantes nos tatames.</p>
<p>Na família Gracie, por exemplo, as frases e metáforas com a presença de gatos e outros grandes felinos são variadas, instrutivas e, claro, engraçadas.</p>
<p>“Se dois lutadores têm o mesmo nível técnico”, costumava dizer o faixa-vermelha Helio Gracie, “o maior leva vantagem. O gato jamais vai vencer o tigre.”</p>
<p>Outra do grande mestre: “Meu filho, pulo-do-gato não se ensina a urso!”</p>
<p>Seu neto Kron também se tornou um especialista nas boas frases felinas. Certa vez, ensinou a equipe GRACIEMAG:</p>
<p>“Numa luta de Jiu-Jitsu, você deve mentalizar que é o leão e o adversário é o cara que corre de você. Quando ele cansar&#8230; Você vai e morde.”</p>
<p>E há, claro, talvez o dito mais repetido pela família, cujo autor foi grande mestre Carlos Gracie, e depois foi popularizado por Carlson, Rickson e todos os campeões que viriam depois. Esta, com um leão subentendido na frase: “Se tamanho fosse documento, o elefante era o rei das selvas.”</p>
<p><iframe title="Cat Jiu-Jitsu At Night" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/edyiPA500GA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em pleno século XXI, os estudos acerca dos gatos domésticos só fazem avançar, em especial sobre a personalidade dos bichanos e o que passa por suas pequenas mentes irrequietas. Descobriu-se, por exemplo, que gatos são bem diferentes dos cachorros e outros animais de estimação no quesito motivação e recompensa. Enquanto o cão pode ser muito bem treinado caso receba uma guloseima ou um biscoito, no caso do gato a tarefa é um pouco mais complexa.</p>
<p>É que, no caso dos gatos, a recompensa que mais agrada quase nunca é a do paladar, mas do afeto, como procura demonstrar o documentário “Inside the Mind of a Cat”, do diretor Andy Mitchell (Netflix).</p>
<p>Numa das experiências no filme, um gato entra numa sala e tem quatro opções para escolher: sua comida favorita, um cheiro que o agrada, seu brinquedo predileto e sua dona. O malandro vai quase sempre para perto do afago e do colo do humano, num sinal de que para os espertos gatos, o coração ainda vence o estômago.</p>
<p>O faixa-preta que assistir ao filme pode pensar nos seus alunos mais espertos e ágeis. O que cada um deles busca? Será que querem somente uma recompensa corriqueira, como a medalha ou a vitória? Ou eles vão treinar atrás de diversão, conforto, interação ou outro tipo de recompensa afetuosa? Cabe, sempre, ao sábio mestre enxergar no escuro e descobrir.</p>
<p>Como dizia o poeta Agrippino Grieco, o gato “é um concentrado de tigre em domicílio”. No fundo, para melhor aprendermos com eles, e estarmos sempre ágeis e serenos, nada melhor que um bom treininho de Jiu-Jitsu.</p>
<p><iframe title="A MELHOR PASSAGEM DE GUARDA BORBELA - O Pulo do Gato" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/K7jOAqoUHUM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-mais-valiosa-que-os-gatos-podem-ensinar-a-quem-luta-jiu-jitsu/">A lição mais valiosa que os gatos podem ensinar a quem luta Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Marcelo Garcia exclusivo: “Estou mais lento, mas sou capaz de resolver o problema numa luta”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 16:26:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“A sensação é ótima. Voltei a acordar e ir à academia com aquele pensamento martelando a cabeça: ih, tem alguém lá fora querendo ganhar de mim! Estava sentindo muita falta disso”, comentou o faixa-preta formado por Fabio Gurgel</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_223133" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-223133" class="size-large wp-image-223133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro-1024x1024.jpg" alt="" width="650" height="650" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/Marcelo-Garcia-x-Ricco-Rodriguez-no-ADCC-2005-em-foto-de-Kid-Peligro.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-223133" class="wp-caption-text">Marcelo Garcia contra o gigante Ricco Rodriguez no ADCC 2005, há 20 anos, na disputa de um absoluto histórico em Long Beach. Foto de Kid Peligro.</p></div>
<p>Penta mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta e tetracampeão do ADCC, Marcelo Garcia é um lutador associado àquelas cinco letras, por vezes um pouco gastas: lenda.</p>
<p>Peso leve que despontou para a glória como azarão anônimo, num galáctico ADCC 2003 que levou ao Ibirapuera astros de alto quilate como Mark Kerr, Ricardo Arona, Royler, Renzo e Ryan, Fernando Margarida, Saulo Ribeiro e tantas feras, o mineirinho da Alliance ganhou o coração da comunidade do Jiu-Jitsu aos 20 anos naquele evento. Vinte e dois anos depois, o carinho e o respeito de todos seguem intactos.</p>
<p>No Havaí, onde mora e treina com alunos para seu aguardado retorno no One Championship no dia 24 de janeiro, Marcelinho parece rápido e afiado – ao menos nas respostas ao entrevistador, em conversa por vídeo. Rebate e analisa tudo sem fintas ou firulas. Fala das perdas, do câncer no esôfago, das expectativas e da idade que avança. Tudo sem perder o sorriso, marca registrada de um campeão sempre de bem com a vida.</p>
<p>“A sensação é ótima. Voltei a acordar e ir à academia com aquele pensamento martelando a cabeça: ih, tem alguém lá fora querendo ganhar de mim! Estava sentindo muita falta disso”, comentou o faixa-preta formado por Fabio Gurgel, dias antes de enfrentar o embalado magrinho japonês Masakazu “Ashikan-Judan” Imanari, que apesar de em plena forma é seis anos mais velho e mais leve que o brasileiro.</p>
<p>O duelo, nas regras do Jiu-Jitsu sem kimono, será no evento One 170: Tawanchai vs. Superbon 2, em Bangkok, a cinematográfica capital da Tailândia.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Sua velocidade era um grande trunfo. Como está a agilidade e explosão após os quarenta?</strong></p>
<p><strong>MARCELO GARCIA:</strong> Sim, eu hoje me sinto bem mais lento. Sei que os meus reflexos não são os mesmos de 20 anos atrás. Mas aceito isso sem nenhum drama. Por outro lado, percebo nos treinos com os mais jovens que ainda sou capaz de resolver o problema que os oponentes apresentam. Estou treinando para a luta com o Imanari há dois meses, com meus alunos em Kailua. São em sua maioria faixas-azuis de talento e com muita fome de títulos, e era assim que eu sempre treinava quando abri a academia em Nova York, então isso não será um problema.</p>
<p><strong>Seu retorno causou certa comoção na comunidade, nas redes sociais. O clima festivo de algum modo poderia atrapalhar sua concentração?</strong></p>
<p>Eu só posso agradecer pelo apoio e pelo carinho que os amigos e amigas do Jiu-Jitsu me enviam, né? Só sinto o lado bom desse incentivo. Minha cabeça está bem concentrada no problema que tenho de resolver lá no ringue. A sensação é ótima. Voltei a acordar para ir à academia com aquele pensamento martelando a cabeça: é, há novamente alguém lá fora querendo ganhar de mim! Senti falta disso. Estou tão empolgado quanto aquele garoto que estava aquecendo para enfrentar o Renzo Gracie no Ibirapuera em 2003, numa das lutas que mudaram minha vida. Eu estou me sentindo tão bem física e mentalmente que queria que a luta fosse hoje, para não dar chance de mais nada dar errado.</p>
<p><strong>Você ficou de janeiro de 2023 a janeiro de 2024 sem vestir o kimono por conta do câncer no esôfago. Como seu corpo se portou nessa batalha contra a doença?</strong></p>
<p>Eu cheguei a pesar 72kg, sem apetite nenhum. Aí vinha a ansiedade, eu comia muito e não me exercitava, e o peso ia até 92kg. Com a mudança de vez para o Havaí com minha família e o retorno aos treinos no ano passado, estou me sentindo de novo como nos bons tempos, com menos de 80kg. Aqui a vida é ótima, sempre quis morar no paraíso. Ainda não surfo muito, mas tento muito, né? Quem sabe um dia? Agora quero fazer essa luta e, se tudo der certo, mais uma ainda em 2025. Meu contrato prevê um total de seis lutas, quero cumprir e depois renovar. O que sei é que esta não é a saideira, sobre isso estou certo.</p>
<p><strong>Imagine que o One Championship tenha uma ideia muito louca e organize um torneio dos sonhos com quatro fenômenos da luta agarrada: Roger Gracie, Ricardo Arona, Gordon Ryan e você. Com quem você acha que faria a final? </strong></p>
<p>(Risos) Creio que a final que o povo ia gostar de ver era Roger Gracie contra mim. Preciso puxar a sardinha para o meu lado, né? Seria só lutaço, mas eu gostaria de chegar lá e disputar a final com o Roger.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="LEGEND Marcelo Garcia Hits His Signature Guillotine | Marcelo Garcia vs David Hart" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/sfAdcAdIDus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/marcelo-garcia-exclusivo-estou-mais-lento-com-a-idade-mas-ainda-sou-capaz-de-resolver-o-problema-numa-luta/">Marcelo Garcia exclusivo: “Estou mais lento, mas sou capaz de resolver o problema numa luta”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</title>
		<link>https://www.graciemag.com/voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:23:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues. O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217493" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217493" class="size-full wp-image-217493" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-217493" class="wp-caption-text">Mestre Rickson se aposentou invicto dos esportes de combate, nos ringues e tatames. Foto: RicksonGracie.com.</p></div>
<p>Trevor Alfred Charles Jones periga nunca ter vestido um kimono na vida, mas foi um parceiro fiel de Rickson Gracie nos ringues.</p>
<p>O compositor sul-africano foi o autor do tema musical do filmão “O último dos moicanos”, de 1992, música que acompanhava mestre Rickson em seu longo e eletrizante caminho do vestiário até estar olho no olho com o adversário.</p>
<p>Até hoje, a linda melodia para orquestra de violino e violoncelo segue como uma sinfonia popular, em especial na internet.</p>
<p>Mas por que todo atleta tem sua canção favorita para os minutos de ansiedade? E por que você treina melhor ou pior quando escuta aquela música no carro ou no seu smartphone?</p>
<p>Há uma razão de milhares de anos para tudo isso. Os sons, desde os primeiros hominídeos ao redor da fogueira, foram nossos maiores aliados. Era pelo som, pelo vento ou pelo urro que sabíamos que era preciso correr ou lutar, por exemplo.</p>
<p>Em termos científicos, os ruídos e esporros ativam de modo instantâneo nosso sistema límbico — também conhecido como cérebro emocional —, a parte da mente responsável por nossas memórias e reações imediatas dos nossos músculos, hormônios e células. É o que você experimenta no cotidiano ao escutar um trovão lá fora e sentir o corpo tremer.</p>
<p>Certos cineastas perceberam logo isso. E foi assim que passaram a usar, notadamente em seus filmes de terror, músicas que lembram os sons de alarme da natureza. Quanto mais variação de volume, de timbre e de grave para agudo, e quanto mais intensa e abrupta forem as variações, mais adrenalina.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="♪Promentory ♫ Trevor Jones (Tema do filme O Último dos Moicanos) 1992" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Bquy7lBfVTU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>É assim que, se o tema de “Psicose” faz qualquer ferrabrás se arrepiar no sofá, uma doce melodia também é capaz de amansar qualquer um. E a música certa, com a memória sonora apropriada, será capaz de ligar o interruptor do mais tranquilo dos samurais, instantes antes do combate mais importante de sua carreira.</p>
<p>Afinal, como bem resumiu a jornalista e pensadora <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran_Lebowitz" target="_blank" rel="noopener">Fran Lebowitz</a>, “a música é uma droga que não nos mata”. Só nos fortalece, afinal as melodias nasceram dos sons do mundo e também criam um novo mundo para quem as escuta.</p>
<p>Rickson, claro, não se apresentava de modo impecável apenas pelo que lhe entrava pelos ouvidos, mas por toda uma vida dedicada aos treinos, aos detalhes técnicos e ao conhecimento de sua família.</p>
<p>Mas escute esta joia das trilhas sonoras do cinema e responda: tais acordes não acendem em você uma vontade quase irreprimível de inspirar, expirar e cair dentro dos tatames?</p>
<p>Boas audições, ouvidos atentos ao seu mestre, e bons treinos.</p>
<p>Artigo original do portal de Rickson, onde você pode assitir a um vídeo com alguns dos <a href="https://rickson.academy/pt/posts/why-rickson-used-to-fight-flawlessly-when-listening-to-the-last-of-the-mohicans" target="_blank" rel="noopener">melhores lances da carreira do mestre, aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-luta-melhor-quando-ouve-sua-musica-favorita-aprenda-o-motivo-com-mestre-rickson-gracie/">Você luta melhor quando ouve sua música favorita? Aprenda o motivo com mestre Rickson</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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