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	<title>início | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>início | Graciemag</title>
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		<title>10 dicas para você sair logo da faixa-branca no Jiu-Jitsu, com Suyan Queiroz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 11:35:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor de Jiu-Jitsu radicado EUA, Suyan Queiroz, líder da nossa GMI First BJJ Carlson Gracie em Utah, conversou com nossa equipe sobre as principais dicas para aqueles que adotaram há pouco as maravilhas que o Jiu-Jitsu pode proporcionar. Para Suyan, os detalhes analisados abaixo, divididos em dez dicas, seriam essenciais para que ele tivesse passado com maior&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204063" style="width: 657px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204063" class="size-full wp-image-204063" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first.jpg" alt="" width="647" height="544" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first.jpg 647w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first-300x252.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first-150x126.jpg 150w" sizes="(max-width: 647px) 100vw, 647px" /><p id="caption-attachment-204063" class="wp-caption-text">Suyan e Carlão Santos na GMI First em Utah, nos EUA. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu radicado EUA, Suyan Queiroz, líder da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> First BJJ Carlson Gracie em Utah, conversou com nossa equipe sobre as principais dicas para aqueles que adotaram há pouco as maravilhas que o Jiu-Jitsu pode proporcionar.</p>
<p>Para Suyan, os detalhes analisados abaixo, divididos em dez dicas, seriam essenciais para que ele tivesse passado com maior aproveitamento e facilidade pelo período de faixa-branca, aquele no qual o atleta está se acostumando com os movimentos da arte suave. Confira as dicas e aplique nos seus treinos ou ajude seus colegas de tatame!</p>
<p><strong>1. O Jiu-Jitsu nos ensina muitas lições valiosas com o tempo</strong>, mas o iniciante que assimilá-las logo no início terá mais sucesso e sabedoria para ir mais longe. Por exemplo: cuide do corpo não somente enquanto estiver treinando, mas nas horas de folga também. Alimente-se com simplicidade e inteligência, alongue-se, beba muita água e descanse muito.</p>
<p><strong>2. Fique atento em todas as aulas.</strong> É o melhor meio para você absorver tudo o que puder. Evite no início buscar uma posição preferida; tente tudo o que for possível e deixe as preferências para o futuro próximo.</p>
<p><strong>3. Execute as posições passo a passo</strong>, e depois vá imprimindo velocidade no movimento aos poucos. Quando somos iniciantes, controlar isso é difícil, sempre tentamos imprimir velocidade antes de saber o movimento perfeitamente. Com isso, o movimento sai imperfeito e muito faixa-branca desiste de tentar de novo.</p>
<p><strong>4. Procure no início treinar com parceiros de treinos mais ou menos do mesmo peso.</strong> Logo no início no Jiu-Jitsu, você ainda não tem muito jeito com os movimentos, o que é normal, e treinar muito com parceiros mais pesados pode atrair contusões.</p>
<p><strong>5. Cadencie o ritmo de treino o máximo que conseguir.</strong> Isto é, treine com constância e frequência, sem precisar treinar 15 horas por dia e se estourar. Os iniciantes muitas vezes ficam com fome de Jiu-Jitsu e querem treinar o tempo todo sem respeitar muito o próprio limite. Aguarde e mate a fome aos poucos, sem se empanturrar.</p>
<p><strong>6. Não deu? Dê os três tapinhas e evite lesões.</strong> Não queira ser um casca-grossa na faixa-branca, sem respeitar seus limites&#8230; Eu me machuquei algumas vezes por pensar equivocadamente assim.</p>
<p><strong>7. Lembre sempre do seu último treino.</strong> O que você fez que deu certo? O que tentou que deu errado? Guarde isso na mente, para corrigir nos próximos rolas.</p>
<p><strong>8. Na defesa, procure usar a força apenas combinando os movimentos.</strong> No início é comum querermos fazer força de qualquer maneira, sem dosar e sem objetivo. Isso nos faz cansar com dois minutos de treino.</p>
<p><strong>9. No ataque, dose sua velocidade e sua pressão</strong>; ir com muita sede ao pote faz o praticante de Jiu-Jitsu perder posições valiosas, e passar sufoco desnecessário.</p>
<p><strong>10. Saia sempre de sua zona de conforto. </strong>Essa atitude é fundamental para que você possa aprimorar mais o seu nível. Treine mais vezes com alguém que exigir muito de você, técnica e mentalmente. Tomar amasso no início e voltar no próximo treino é a melhor receita para evoluir.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-dicas-para-voce-sair-logo-da-faixa-branca-no-jiu-jitsu-com-suyan-queiroz/">10 dicas para você sair logo da faixa-branca no Jiu-Jitsu, com Suyan Queiroz</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Karla Hipólito ensina a valorizar o básico no Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/karla-hipolito-e-a-importancia-de-valorizar-o-basico-no-jiu-jitsu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=karla-hipolito-e-a-importancia-de-valorizar-o-basico-no-jiu-jitsu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 14:20:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campeã peso e absoluto master 4 no Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021, atual líder do ranking na mesma divisão, nossa GMI Karla Hipolito consegue equilibrar seus treinos de competição com a atarefada rotina de uma professora de luta. Com ampla experiência acumulada em ambos os campos de batalha, Karlona defende que a chave para o sucesso,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235452" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235452" class="size-full wp-image-235452" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg" alt="" width="1080" height="713" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-1024x676.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-768x507.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-150x99.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-235452" class="wp-caption-text">Experiente professora e competidora, Karlona Hipólito segue entre as melhores do mundo. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>Campeã peso e absoluto master 4 no Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021, atual líder do ranking na mesma divisão, nossa GMI Karla Hipolito consegue equilibrar seus treinos de competição com a atarefada rotina de uma professora de luta. Com ampla experiência acumulada em ambos os campos de batalha, Karlona defende que a chave para o sucesso, seja no tatame competitivo ou na academia, está na valorização das técnicas de base do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Karlona falou sobre os ensinamentos que deixa a seus alunos, sua paixão por competir e como a cabeça de atleta ajudou a dar início a sua carreira de ensino na Top Brother. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu inicio no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>KARLA HIPOLITO: Conheci o Jiu-Jitsu em 1996, através do professor Marcelo Nigue. Na época, eu praticava muay thai e malhava na mesma academia que o professor Marcelo frequentava. Um dia, ele me abordou e me convidou para um treino, dizendo que eu tinha um bom potencial para o Jiu-Jitsu e que poderia me tornar campeã nacional ou até mesmo mundial. Apesar de ter um certo preconceito com lutas agarradas, o prospecto de uma vida competitiva acabou me fazendo ceder e participar de uma aula gratuita. Foi assim que eu me apaixonei pelo Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_235450" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235450" class="size-full wp-image-235450" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg" alt="" width="1080" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-1024x674.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-768x506.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-150x99.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-235450" class="wp-caption-text">Karlona em ação no Brasileiro 2021. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><strong>Como foram os seus anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Gostava de treinar, mas queria muito competir. Naquela época, tinham poucas mulheres envolvidas com o Jiu-Jitsu, então participar de torneios não era tão fácil quanto hoje em dia. Mesmo assim não me deixei abalar e segui treinando e me preparando para participar de todos os campeonatos que podia. Não consegui lutar na faixa-branca, mas fui vice-campeã brasileira na azul e participei de vários campeonatos na roxa e na marrom.</p>
<p><strong>Em que ano e pelas mãos de quem você obteve a faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a preta em 2001, pelas mãos do professor Vinicius Amaral. Ele assumiu as aulas quando o Nigue saiu do Brasil e, no mesmo ano em que fui graduada à faixa-preta, fundou a equipe Game Fight. Não lembro quem estava fazendo o exame de faixa comigo, mas sei que foi uma guerra. Ficamos cerca de quatro horas prestando o exame, demonstrando posição, queda, defesa pessoal e todas as técnicas que um praticante deve saber ao alcançar a faixa-preta, tudo com e sem kimono.</p>
<p><strong>Você mencionou algumas vezes o seu foco nas competições. Como essa paixão influenciou a sua carreira como professora?</strong></p>
<p>Acima de tudo, sempre me vi como competidora dentro do esporte. Dito isso, quando fui graduada à faixa-azul, passei a atuar como instrutora do Nigue durante as aulas e isso despertou o interesse pelo ensino. Até então, não havia considerado esse caminho dentro do Jiu-Jitsu, mas foi uma experiência muito boa e que me ajudou muito quando eu finalmente comecei a dar aulas. Além da minha experiência como ajudante do professor, também me formei como bacharel em educação física, ou seja, mais um fator que ajudou a elevar o meu ensino. Apesar de toda a minha paixão pelos campeonatos, sou igualmente apaixonada por ser professora e sei respeitar os limites de cada aluno.</p>
<div id="attachment_200874" style="width: 822px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200874" class="size-full wp-image-200874" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg" alt="" width="812" height="883" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg 812w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-276x300.jpg 276w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-768x835.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-138x150.jpg 138w" sizes="auto, (max-width: 812px) 100vw, 812px" /></a><p id="caption-attachment-200874" class="wp-caption-text">Karlon em duelo sem kimon contra a Talita Treta. Foto: Flashsport</p></div>
<p><strong>Qual é o ensinamento mais importante da sua vida de atleta que você sempre deixa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa competindo no Jiu-Jitsu, mas sempre faço questão de firmar três pontos que considero essenciais não só no tatame, mas na vida. É preciso se manter humilde, não perder a determinação e, principalmente, reconhecer os esforços de quem caminha ao seu lado. Um grande exemplo é o Ligeirinho, que além de ter uma boa carreira no Jiu-Jitsu, tem experiência em wrestling e MMA. Começamos a treinar juntos há cinco anos e , graças aos conhecimentos e dedicação que ele tem, sinto que evoluí muito como competidora, então sempre vou demonstrar a minha gratidão.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para se destacar no ensino do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Na minha humilde opinião, o professor deve valorizar o básico do Jiu-Jitsu. Como se trata de um esporte complexo e em constante evolução, é fácil você se perder nas muitas técnicas e acabar deixando o básico do esporte de lado. O professor que opta trabalhar esse ponto com seus alunos vai sempre ter bons alunos e eventualmente formará bons professores, porque tudo dentro do Jiu-Jitsu flui a partir do básico. Se tiver o básico forte, o atleta tem uma chance maior de ter uma carreira sólida no Jiu-Jitsu.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/karla-hipolito-e-a-importancia-de-valorizar-o-basico-no-jiu-jitsu/">Karla Hipólito ensina a valorizar o básico no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista exclusiva: Buchecha analisa 1° passo no MMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 16:25:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem na capa da GRACIEMAG #280, Marcus Buchecha buscou novos caminhos no esporte. Depois de conquistar trezes títulos no Mundial da IBJJF, dois títulos no ADCC e inúmeras outras vitórias na luta agarrada, Buchecha migrou para o MMA, e sua estreia vitoriosa trouxe lições valiosas para o nosso leitor. Após trocar o kimono pelas luvinhas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235614" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235614" class="size-full wp-image-235614" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211117-130057_2.png" alt="" width="720" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211117-130057_2.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211117-130057_2-300x300.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211117-130057_2-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235614" class="wp-caption-text">A estréia de Buchecha. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Homem na capa da <a href="https://www.graciemag.com/2021/11/17/graciemag-280-o-atropelo-de-buchecha/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG #280</a>, Marcus Buchecha buscou novos caminhos no esporte. Depois de conquistar trezes títulos no Mundial da IBJJF, dois títulos no ADCC e inúmeras outras vitórias na luta agarrada, <a href="https://www.instagram.com/marcusbuchecha">Buchecha</a> migrou para o MMA, e sua estreia vitoriosa trouxe lições valiosas para o nosso leitor.</p>
<p>Após trocar o kimono pelas luvinhas, Buchecha conversou com GRACIEMAG e falou sobre seu início no MMA, seus treinos na American Top Team e a luta contra Anderson “Braddock” Silva no One Championship, duelo que foi capa da nossa edição #280. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você comentou que se sentiu um faixa-branca no início (dos treinamentos), que perdia posição nas costas e outros deslizes que não eram comuns. Como fez para transformar essa angústia em motivação para evoluir?</strong></p>
<p>MARCUS BUCHECHA: Foi bem frustrante no começo. No Jiu-Jitsu, quando eu alcançava as costas, raramente perdia, é uma das minhas posições mais fortes. Já no MMA, como estou treinando com caras muito bons e experientes, eles defendem muito bem essa posição e fui forçado a mudar a minha abordagem. Apesar dessa frustração, tinha consciência de que, por serem esportes diferentes, não havia como transferir toda a minha experiência do Jiu-Jitsu pro MMA. Entendi que se tratava de um novo começo e essa compreensão me ajudou a manter a calma durante os meus primeiros passos nas artes marciais mistas. Já aprendi e melhorei muito, mas sigo evoluindo todos os dias. A transição foi um processo difícil, mas muito bom.</p>
<div id="attachment_235609" style="width: 582px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235609" class="size-full wp-image-235609" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Capa-1.png" alt="" width="572" height="729" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Capa-1.png 572w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Capa-1-235x300.png 235w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Capa-1-118x150.png 118w" sizes="auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px" /><p id="caption-attachment-235609" class="wp-caption-text">Buchecha na capa da GRACIEMAG #280. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual foi o ensinamento chave que fez seu jogo encaixar novamente?</strong></p>
<p>Por ainda ser praticamente um novato no esporte, acho difícil apontar um ensinamento específico. O que sinto que realmente fez a diferença foi estar ao lado de pessoas que têm o mesmo objetivo que eu. Esse foi um ponto que ajudou muito durante minha carreira no Jiu-Jitsu, meus colegas da Checkmat sempre almejaram ser campeões mundiais e isso contribuía na hora do treino. Hoje, na American Top Team, o clima é o mesmo e, além disso, estou treinando bastante. No Jiu-Jitsu, por ser mais experiente, conseguia treinar um pouco menos porque já sabia como e o que treinar. No MMA é diferente, voltei a treinar pesado duas vezes por dia. Estou acumulando bastante tempo de tatame para me adaptar ao esporte.</p>
<p><strong>O que chama sua atenção nos treinos na American Top Team?</strong></p>
<p>Lá na ATT, encontrei um monte de pesos pesados treinando juntos ao mesmo tempo, coisa rara. Vi que era o local certo para mim. Só feras, caras como o Marcelo Golm, Marcos Rogério “Pezão”, Said Sowa, Jairzinho Rosentruik e o Cara de Sapato, entre outros amigos. Não vejo a hora de continuar a aprender com eles, com o Katel, o Léo Vieira, Steve Mocco no wrestling e meu preparador Diego Lacerda. O Conan Silveira, o treinador-chefe da ATT cuida bem de tudo.</p>
<p><strong>Na luta contra Anderson “Braddock”, o plano inicial era o norte-sul e joelhadas?</strong></p>
<p>Na verdade, não. Meu objetivo era usar o Jiu-Jitsu, que é a minha arma mais forte. Quando estava na montada, senti que ele estava muito forte, me impedindo de bater ou criar distância suficiente para tentar uma finalização. Diante daquela situação, escolhi a posição norte-sul porque vi que seria mais difícil para ele me segurar. Eu não queria levar aquela luta para o segundo round pois estaria em risco, então recorri a essa estratégia para garantir a vitória.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/entrevista-exclusiva-marcus-buchecha-analisa-1-passo-no-mma/">Entrevista exclusiva: Buchecha analisa 1° passo no MMA</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 16:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame. Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234581" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234581" class="size-large wp-image-234581" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png" alt="" width="650" height="574" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-1024x904.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-300x265.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-768x678.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1-150x132.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-1.png 1074w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234581" class="wp-caption-text">Dudu Correa com seus aluninhos nos EUA. Foto: Reprodução</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>GMI e professor da Rada Jiu-Jitsu, Eduardo Correa acumula 14 anos de arte suave. Com sua experiência, Eduardo lidera turmas de todas as idades nos Estados Unidos e carrega consigo a missão de formar faixas-pretas dentro e fora do tatame.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, o professor contou sobre suas aspirações no esporte, a importância de acreditar em si mesmo, no Jiu-Jitsu e como foram seus primeiros contatos com o Jiu-Jtsu, que se tornou seu estilo de vida. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte?</strong></p>
<p>EDUARDO CORREA: Sempre gostei muito de praticar esportes e, ao longo da minha vida, pratiquei judô, natação, boxe e até futsal. Em 2007, enquanto cursava Educação Física na faculdade, fazia estágio de natação em uma escola que possuía uma academia de Jiu-Jitsu, liderada pelo professor Rogério Leite, da equipe Carlson Gracie. Curioso, falei com o professor e fiz a minha primeira aula, que acabou sendo um caminho sem volta, pois não parei mais de treinar.</p>
<p><strong>Como foram os anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Tive bastante dificuldade no início pois era um dos mais magros na academia mas, com o tempo, fui percebendo minha evolução, tanto na parte técnica quanto na vida pessoal, tendo em vista que me sentia mais confiante e acreditava no meu potencial. Também fiz muitas amizades que carrego até hoje, dentre elas o meu professor, que nunca desistiu de mim e que conseguiu enxergar potencial que nem mesmo eu via em mim mesmo. Quando alcancei a roxa, decidi que viveria do Jiu-Jitsu e passei a ajudar meu professor em algumas das aulas, para ter mais experiência.</p>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Não me interessava muito em competir, mas entendia como era necessário passar por essa etapa do Jiu-Jitsu. Minha primeira competição foi na faixa-azul, graduação na qual fui vice-campeão estadual, mas continuei competindo até depois de conquistar a faixa-preta, na qual obtive meus títulos de maior expressão no esporte.</p>
<div id="attachment_234585" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234585" class="size-large wp-image-234585" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png" alt="" width="650" height="529" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-1024x833.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-300x244.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-768x625.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2-150x122.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dudu-correa-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234585" class="wp-caption-text">Eduardo dá aulas de Jiu-Jitsu na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Recebi a preta no dia 1 de março de 2016, pelas mãos do professor Rogério, que me acompanhou desde o meu primeiro dia como faixa-branca. A graduação foi feita em um dia normal de treino e me pegou completamente desprevenido. Eu era o único faixa-marrom na academia naquele dia e, quando fizemos a formação para encerrar o treino, meu mestre falou que estava me achando muito solitário como faixa-marrom e me informou que eu era o mais novo faixa-preta da equipe. Não teve como segurar, cai de joelhos e comecei a chorar de emoção, pois sabia como foi difícil chegar até ali, quanto esforço e anos da minha vida foram dedicados a essa arte que eu amo. Eu finalmente havia conquistado meu maior objetivo e foi, sem dúvidas, um dos dias mais felizes da minha vida.</p>
<p><strong>Como foi a sua chegada nos EUA? Quais eram suas expectativas?</strong></p>
<p>No mesmo ano em que recebi a faixa-preta, vim para San Diego em uma viagem de férias com a minha esposa. Apaixonado por Jiu-Jitsu, trouxe meu kimono e encontrei a academia do professor Alfredo Barum, que também era da escola Carlson Gracie. Fiz alguns treinos, conheci muita gente e acabei comentando que sonhava em morar aqui com a minha esposa. Com todo mundo me apoiando nessa decisão e me incentivando a correr esse risco, conversei com a minha esposa e, em seguida, fui fazer uma proposta ao professor Barum, que combinou comigo que eu ajudaria durante às aulas em troca da mensalidade. No mesmo dia, pedi demissão do meu antigo trabalho e cancelei meus agendamentos como personal trainer.</p>
<p><strong>Qual foi seu primeiro contato com a Rada BJJ?</strong></p>
<p>Alguns meses após minha mudança para os Estados Unidos, conheci o professor Rafael Dallinha em um open mat. Tivemos bastante afinidade logo de cara e eu notei que, como ele estava saindo de uma sociedade e assumindo a academia sozinho, estava precisando de ajuda. Repeti a oferta que havia feito ao professor Barum e, com o passar do tempo, ele foi gostando do meu trabalho e me deu a chance de trabalhar como professor. Hoje sou o responsável pelo programa de crianças da Rada BJJ, além de dar aulas para adultos e particulares. E assim uma viagem de férias, que estava programada para durar apenas 15 dias, já alcançou a marca dos cinco anos (risos).</p>
<div id="attachment_234583" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234583" class="size-large wp-image-234583" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png" alt="" width="650" height="474" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-1024x746.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-300x219.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-768x560.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa-150x109.png 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/dallinha-buffara-dudu-correa.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-234583" class="wp-caption-text">Rafael Dallinha, Ricardo Buffara e Dudu Correa após o treino na RADA Lajolla. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como é o trabalho por aí? Quais são suas metas como professor e representante do Jiu-Jitsu mundo afora?</strong></p>
<p>Trabalhar com Jiu-Jitsu nos Estados Unidos é muito bom. As pessoas aqui gostam e valorizam seu trabalho, diferentemente do Brasil. Hoje trabalho em prol da minha maior meta como professor, que é passar para as pessoas tudo que meu mestre me ensinou, além de mostrar como o Jiu-Jitsu tem o poder de mudar vidas. Ser campeão é apenas uma consequência.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Muito simples, não separo (risos). Tudo que eu aprendi e ainda aprendo como atleta é passado aos meus alunos. Tudo depende da maneira que você conduz as aulas e aprender a converter esses ensinamentos faz parte do processo. Se hoje meus alunos me consideram um bom professor, devo isso a tudo que passei e vivi nesses 14 anos de tatame. Sempre digo que o Jiu-Jitsu pode mudar a vida deles, basta que se esforcem e acreditem em seus potenciais. A cabeça pode ser a nossa maior inimiga, já que ela conhece nossos pontos fortes e fracos, então é preciso aprender a controlá-la para conquistar os seus sonhos.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Meu maior objetivo é formar campeões na vida e fazer pelas pessoas o mesmo que o Jiu-Jitsu fez por mim, fomentando respeito dentro e fora do tatame. Quem já alcançou a faixa-preta sabe que o caminho é árduo, difícil e requer muita dedicação, motivo pelo qual tantos desistem. Apesar do Jiu-Jitsu ser para todos, essa caminhada não é para qualquer um, então essa é a minha meta: formar faixas-pretas não só no tatame, mas na vida.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/eduardo-correa-e-sua-missao-de-formar-faixas-pretas-na-vida/">Eduardo Correa explica missão de formar faixas-pretas na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso GMI à frente da Rilion Gracie Rio Bonito, João Zaroni entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade. Em papo com GRACIEMAG, João explica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234432" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234432" class="size-full wp-image-234432" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png" alt="" width="589" height="551" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni.png 589w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-300x281.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Zaroni-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px" /><p id="caption-attachment-234432" class="wp-caption-text">Nos tatames da Rilion Gracie Rio Bonito. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Nosso GMI à frente da <a href="https://www.instagram.com/riliongracie.riobonito/">Rilion Gracie Rio Bonito</a>, <a href="https://www.instagram.com/joaogabrielzaroni/">João Zaroni</a> entende os desafios que se apresentam no caminho para o sucesso no Jiu-Jitsu. A partir de sua trajetória, o faixa-preta separou três atributos que vão te ajudar a superar qualquer dificuldade na sua carreira: resiliência, disciplina e felicidade.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, João explica o papel desempenhado por cada característica, além de falar sobre seu início na arte suave e ensinar como o respeito é fundamental para a formação de grandes campeões no esporte. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu início no esporte? Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>JOÃO ZARONI: Conheci o Jiu-Jitsu em meados de 2006. Na rua da minha igreja, havia uma garagem em que um professor dava aulas, e como eu já gostava de assistir vale-tudo, acabei indo conhecer e comecei a treinar lá. O problema desse lugar é que o pessoal de lá usava drogas entre os treinos e meus pais, ao ficarem sabendo disso, me proibiram de treinar. Como eu já gostava bastante do Jiu-Jitsu, continuei treinando escondido e deixando o kimono naquela garagem até chegar à faixa-azul, quando meu professor foi dar aula em uma academia melhor e eu pude treinar sem me esconder.</p>
<div id="attachment_234436" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234436" class="size-full wp-image-234436" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png" alt="" width="496" height="289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-300x175.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124913-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234436" class="wp-caption-text">Zaroni em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Assim que começou a prática, já teve interesse em competir?</strong></p>
<p>Sempre achei as competições muito legais mas, infelizmente, o meu primeiro professor não competia, então raramente íamos aos eventos. Cheguei a ir sozinho, na faixa-azul, para poder competir. Passei a competir com frequência somente na faixa-marrom, quando ingressei em uma equipe mais organizada e que valorizava a participação nos torneios.</p>
<p><strong>Em que ano você pegou a faixa-preta e das mãos de quem? Qual a melhor memória deste dia?</strong></p>
<p>Peguei a tão sonhada faixa-preta em maio de 2019, do professor Diogo Lopes. Tive uma retrospectiva de tudo que eu passei até aquele ponto, todos os sacrifícios e todas as escolhas difíceis. Naquele momento eu soube que, apesar de não ter sido fácil, escolhi o caminho certo ao trocar de academia e seguir a minha visão sobre o Jiu-Jitsu. Ver todas as suas expectativas sendo realizadas é algo que não tem preço.</p>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>O egoísmo é algo que acompanha a vida do atleta. Ele precisa pensar no que é melhor para ele em primeiro lugar, porque ele que estará no tatame competitivo disputando pelo futuro dele. Já o professor precisa ser o inverso, é necessário ter altruísmo e afinidade para lidar com outras pessoas, porque é um ofício que não depende apenas de você. A única semelhança entre ambos é o amor pelo que se faz, que é o diferencial para ser bem-sucedido em qualquer profissão.</p>
<div id="attachment_234438" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234438" class="size-full wp-image-234438" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png" alt="" width="496" height="395" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753.png 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-300x239.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Screenshot_20210824-124753-150x119.png 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-234438" class="wp-caption-text">Junto aos alunos. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual o melhor ensinamento da sua época de atleta que você sempre passa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa na minha trajetória pelo Jiu-Jitsu, mas se tivesse que limitar tudo isso, diria três palavras: resiliência, disciplina e felicidade. Resiliência para não se deixar abater quando sofrer uma derrota ou quando passar por um momento difícil. Disciplina para aprender e executar os ensinamentos com excelência. Felicidade por estar fazendo algo que gosta e para sempre buscar a evolução.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe ainda mais forte e se destacar como referência no ensino do Jiu-Jitsu e formação de campeões?</strong></p>
<p>Tudo se resume a uma palavra: Respeito. É preciso respeitar as etapas do desenvolvimento e aprendizado de cada um, com divisões de turma por idade e metodologias específicas. Esse respeito também deve ser mostrado ao aluno, que tem seus próprios objetivos, às mulheres, que cada vez mais assumem seus lugares no tatame, e ao verdadeiro espírito do Jiu-Jitsu, que acima de tudo, busca saúde física, mental e espiritual. A partir deste respeito, formar campeões se torna uma consequência.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/joao-zaroni-e-os-tres-atributos-para-superar-desafios-no-jiu-jitsu/">Zaroni aponta 3 atributos para superar desafios no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender&#8221;, ensina Vitor Terra</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 08:03:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da nossa GMI Gracie Terra, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Vitor Terra preza por alguns conceitos básicos para seu alunos iniciantes. Competidor ferrenho, Terra listou para as páginas de GRACIEMAG suas principais dicas para os atletas evoluirem bem nos primeiros passos do Jiu-Jitsu, como absorver ao máximo os conceitos básicos, atentar à&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200673" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200673" class="size-full wp-image-200673" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal.jpg" alt="Professor Vitor Terra, em foto de seu acervo pessoal." width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-200673" class="wp-caption-text">Professor Vitor Terra, em foto de seu acervo pessoal.</p></div>
<p>Professor da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> Gracie Terra, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Vitor Terra preza por alguns conceitos básicos para seu alunos iniciantes.</p>
<p>Competidor ferrenho, Terra listou para as páginas de <a href="https://graciemagshop.com.br/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG</a> suas principais dicas para os atletas evoluirem bem nos primeiros passos do Jiu-Jitsu, como absorver ao máximo os conceitos básicos, atentar à defesa pessoal, se alimentar corretamente e nunca deixar de tirar uma dúvida com seu professor.</p>
<p>Confira abaixo as dicas de Vitor Terra para você evoluir e chegar com lastro na sua próxima graduação!</p>
<p>1. O primeiro passo é fundamental: encontrar um professor em que você confie, num ambiente de treinamentos que faça você se sentir em casa. Ninguém evolui se vai treinar chateado ou incomodado.</p>
<p>2. Jiu-Jitsu não é força. Tente fazer o mínimo o mínimo de força possível nesse início. Se você está bufando e trincando os dentes para executar uma manobra, provavelmente está forçando demais.</p>
<p>3. Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender tudo. O melhor caminho para subir para o degrau dos faixas-azuis naturalmente é não se afobar. O lema é: “O que começa certo termina certo”. Lembre-se de todo dia exercitar sua paciência e perseverança.</p>
<p>4. Muita gente se esquece do principal: o professor está ali para tirar ensinar e esclarecer o que você não está conseguindo executar. Se tiver alguma dúvida, pergunte.</p>
<p>5. É crucial respeitar seu corpo. Procure não treinar pensando em quantidade, mas qualidade.</p>
<p>6. Deixe o seu ego de lado e não escolha treino. Nessa etapa, não faz a mais leve diferença se você for finalizado uma ou dez vezes no mesmo dia; o importante é capitalizar o erro, entender o que você está errando. É a postura do tronco? São os braços abertos demais? Falta mover o quadril? Pergunte ao seu professor ou a um colega mais graduado.</p>
<p>7. Sempre que aprender uma posição nova, escolha um lado favorito para praticá-la e repita até dominá-la. Jamais comece treinando logo para os dois lados, isso pode ficar para depois.</p>
<p>8. A essência do Jiu-Jitsu é a defesa pessoal, portanto é preciso não se esquecer de treinar movimentações que não são vistas em campeonatos. Não esqueça que a arte vai muito além das competições. Além do mais as técnicas úteis para o dia a dia ajudam você a entender os conceitos do Jiu-Jitsu e fazem você treinar melhor na hora do rola.</p>
<p>9. Invista em aulas particulares. Se por algum motivo estiver desconfiando que faltam alguns ajustes ou que você está evoluindo muito pouco, uma atenção especial do professor pode ser suficiente para tirar suas dúvidas pontuais e fornecer ao seu jogo um detalhe pequeno capaz de fazer uma diferença gigante.</p>
<p>10. Quem vai longe no Jiu-Jitsu é quem se alimenta bem e se hidrata o tempo todo. Além de beber água, busque alimentos que saciam e deixam você sempre leve e cheio de energia para treinar, como água de coco, suco de maçã e de melancia.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/concentre-se-no-basico-e-nao-tenha-pressa-de-aprender-ensina-vitor-terra/">“Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender”, ensina Vitor Terra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saiba qual é a hora de iniciar as crianças nos exercícios físicos e no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 15:49:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manter-se em movimento é uma das dicas principais de médicos e especialistas em saúde, e a regra se aplica igualmente para adultos e crianças. Contudo, por mais que a escolha de uma modalidade esportiva ou exercícios físico fique a critério do praticante, no caso das crianças há uma preocupação sobre qual esporte é o mais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200010" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/kids-pan.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200010" class="size-full wp-image-200010" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/kids-pan.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/kids-pan.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/kids-pan-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/02/kids-pan-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-200010" class="wp-caption-text">Os pequenos são um show a parte nos torneios de Jiu-Jitsu Foto: IBJJF</p></div>
<p>Manter-se em movimento é uma das dicas principais de médicos e especialistas em saúde, e a regra se aplica igualmente para adultos e crianças. Contudo, por mais que a escolha de uma modalidade esportiva ou exercícios físico fique a critério do praticante, no caso das crianças há uma preocupação sobre qual esporte é o mais adequado ou qual o momento certo para que a mesma inicie sua estrada. Então, qual seria o momento certo de colocar seu filho para praticar exercícios?</p>
<p>Na visão de médicos pediatras, a criança pode começar a brincar, correr e se movimentar mais intensamente a partir dos 3 anos de idade. Práticas esportivas com mais cobrança, com disputas um contra um, torneios e afins, são mais recomendado para aluninhos com 6 anos ou mais. Para os mais conservadores, a idade de 9 anos se coloca mais recomendada para inscrever os jovens campeões nos campeonatos, pois estes já conseguem ter maturidade para lidar com a emoção das vitórias e frustrações da derrota. </p>
<p>Mas isso tudo se encaixa na visão geral do quesito esportivo. Na visão mais específica, do nosso bom e velho Jiu-Jitsu, a coisa muda um pouco de figura. Conversamos com o mestre Leão Teixeira, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" rel="noopener" target="_blank">GMI</a> da Escola de Jiu-Jitsu Leão Teixeira, que é especialista no assunto. Para o mestre, a idade de 3 anos é ótima para o início no esporte. Tratando-se de uma arte marcial, poderia o Jiu-Jitsu ser perigoso para os pequeninos? Mestre Leão explica que, com a instrução correta, só existem benefícios na prática da arte suave logo cedo.</p>
<p>&#8220;Antes dos 3 anos o professor não tem voz de comando&#8221;, explica o mestre Leão. &#8220;A atenção fica dispersa pela idade. Depois disso, a gente faz aulas específicas para os mais jovens, com técnicas específicas para cada faixa etária. O Jiu-Jitsu é excepcional para os mais jovens, pois não exige força e é uma luta de defesa e contra-ataque, não tem golpes traumáticos e não estimula a violência gratuita. Desta forma a criança cresce com confiança.</p>
<p>&#8220;<a href="https://www.instagram.com/p/BghoDGSn16e/" rel="noopener" target="_blank">Temos um curso específico para lecionar o Jiu-Jitsu para crianças</a>, o que é um diferencial na nossa escola. No caso mais delicado, que é na faixa de 3 a 6 anos, o professor ensina 15 movimentos de defesa pessoal e Jiu-Jitsu, com total atenção em cada aluno, com uma estratégia totalmente diferenciada. Outro detalhe é colocar cada faixa etária em horários diferentes, com técnicas diferentes de ensino e cuidados específicos. </p>
<p>&#8220;Ter o esporte bem cedo na vida do aluno auxilia na educação e formação do jovem. No caso do esporte de combate, temos ainda os conceitos de respeito, hierarquia e o equilíbrio emocional. Num treinamento de médio a longo prazo pode trazer uma base muito forte na confiança do indivíduo, e isso pode ser essencial no futuro do mesmo.&#8221;</p>
<p>E para você, amigo leitor, qual seria a melhor hora de colocar os pequenos para praticar o Jiu-Jitsu ou outra modalidade esportiva? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saiba-qual-e-a-hora-de-iniciar-as-criancas-nos-exercicios-fisicos-e-no-jiu-jitsu/">Saiba qual é a hora de iniciar as crianças nos exercícios físicos e no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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