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	<title>graduação | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>graduação | Graciemag</title>
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		<title>Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Dec 2023 14:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.] O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>[ Texto: Alexandre Fernandes Dantas, o Café – Professor de Jiu-Jitsu, veterano do UFC e líder da academia Black Team Jiu-Jitsu, no Leblon, RJ. É doutor em Ciência Política e Relações Internacionais e mestre em Direito.]</em></strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu brasileiro (BJJ) é organizado pela hierarquia, que se apresenta através das cores e graus da faixa que amarra o kimono.</p>
<p>Quanto mais escura for sua faixa, mais “privilégios” você terá na academia. Porém, esse status extrapola os limites do tatame. A moral, ou honra da faixa, acompanha o lutador na sua vida social, no seu trabalho etc. É uma marca indelével que o praticante de Jiu-Jitsu carrega consigo, mesmo que seja inconsciente.</p>
<p>E nessa longa e árdua escadaria, o último degrau é a faixa-preta – daí em diante o critério do merecimento desaparece e o critério da antiguidade é o único a valer.</p>
<p>Um professor de Jiu-Jitsu possui uma grande responsabilidade, já que ele, sozinho, avalia e avaliza o momento da graduação. Mas que critérios o mestre deve utilizar para averiguar quando o aluno deve passar de faixa?</p>
<div id="attachment_202133" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202133" class="size-full wp-image-202133" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg" alt="Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &quot;Café&quot; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)" width="1024" height="738" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-300x216.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-768x554.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/Brasileiro-2002-Alexandre-Cafe-150x108.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-202133" class="wp-caption-text">Especialista em Jiu-Jitsu e Direito, Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas cita até Aristóteles para debater o tempo de treino até a faixa-preta. Foto: Gustavo Aragão/GRACIEMAG (2002)</p></div>
<p>A regra temporal utilizada sozinha pode, ao que parece, gerar iniquidade, pois estabelecer um tempo mínimo ou máximo para a graduação deixa de lado as aptidões e o esforço de cada um. Como dizia Aristóteles, em seu livro “Ética a Nicômaco”: “O justo é, por conseguinte, uma espécie de termo proporcional” ao mérito individual. Para o filósofo grego, “é origem de disputas e queixas quando iguais têm e recebem partes desiguais, ou quando desiguais recebem partes iguais”. O importante para o aluno, portanto, é não faltar.</p>
<p>Há, em muitas academias, a ocorrência de alunos conhecidos como “eternos faixas-azuis”, aqueles que vão e voltam, perdendo boa parte da motivação no caminho. São praticantes que muitas vezes não percebem que estão apenas adiando seu progresso. Ficam longe um bom tempo, e quando retornam, têm enorme dificuldade – perdem no gás, no timing das posições e até na questão da confiança no próprio jogo. Nesse caso, o professor precisa que o aluno atente para o quesito assiduidade, que é muito valioso para quem quer passar de faixa.</p>
<p>Outro aspecto importante no assunto refere-se aos campeonatos de Jiu-Jitsu. De fato, o aluno competidor evolui mais rapidamente que o aluno que pratica apenas na academia. Isso ocorre pelos seguintes motivos: a preparação e busca por melhores resultados faz com que o atleta treine mais forte; a adrenalina da competição e o ato de se testar contra adversários de outras academias leva, naturalmente, à melhora técnica e à pujança. Se o caro leitor tiver a oportunidade, não deixe de experimentar a sensação de se testar num campeonato. Comece com um pequeno, na sua cidade.</p>
<div id="attachment_17707" style="width: 522px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17707" class="size-full wp-image-17707" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg" alt="" width="512" height="335" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1.jpg 512w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/09/cafe_02-1-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><p id="caption-attachment-17707" class="wp-caption-text">Alexandre Café em ação. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>A faixa-preta, no fim, vem por puro merecimento do praticante. Existe, claro, uma grande variação de avaliação entre as diversas escolas de Jiu-Jitsu ao redor do mundo, mas os professores têm critérios semelhantes como base para graduar um pupilo, como por exemplo: lealdade; assiduidade; conhecimentos técnicos específicos para a faixa; domínio da defesa pessoal; modo de se portar dentro da academia; higiene pessoal; honrar o nome da academia e do Jiu-Jitsu; ser um bom cidadão, etc. Esses critérios adotados pelo professor são de suma importância, afinal, aquele que recebe uma graduação, seja ela qual for, carrega de maneira indireta o nome de seu mestre.</p>
<p>Sendo assim, por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta deve ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da conquista de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a academia. Um faixa-preta, acima de tudo, deve ser um exemplo a ser seguido, daí a grande responsabilidade daquele que promove uma graduação, seja ela qual for – afinal, mesmo o faixa-branca está, a cada grau alcançado, cada vez mais próximo de se tornar faixa-preta.</p>
<p>É preciso lembrar, porém, que alguns praticantes vêm protagonizando episódios lamentáveis para a nossa amada arte marcial, graduando a si próprios ou colocando graus na faixa-preta antes do tempo necessário. Tal atitude pode ser classificada como absurda, vergonhosa e imoral, que nos remete ao clássico “Crítica da razão prática”, de Kant, onde o filósofo nos lembra que “a lei moral, acessível a todos os seres racionais, possui uma dignidade em si e nos dá simplesmente um mandamento”. Quem não consegue aguardar a hora da faixa, portanto, não está roubando apenas tempo, está roubando sua dignidade.</p>
<p>Portanto, a mensagem ao aluno novato ou ao aluno mais antigo é idêntica: saiba valorizar sua caminhada. Não se aflija, não peça faixa e, a mais importante, jamais use uma faixa ou grau sem merecer de fato e de direito. Tudo tem seu tempo, evite ser aquele praticante angustiado, que já começa a treinar querendo saber quando vai &#8220;se formar&#8221;. Divirta-se aprendendo.</p>
<p>E fica o conselho: busque saber a procedência da faixa que seu professor ostenta na cintura e pesquise no site da IBJJF se ele é matriculado. Seu aprendizado está diretamente ligado a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele. Se ele caminhou corretamente e lutou pela faixa-preta dele do jeito que deve ser, há uma grande probabilidade de que seus alunos recebam as devidas graduações nos momentos apropriados. Agora, se ele é um fanfarrão, aí, meu amigo, você acabará visto como uma classe inferior de faixa-preta.</p>
<p>Comece no caminho certo. Pois, no dia glorioso em que você for enfim graduado e alguém perguntar, “Quem lhe deu a faixa-preta?”, você poderá estufar o peito e responder com orgulho.</p>
<p><iframe title="Aprenda a finalizar no relógio de 2 maneiras, com Alexandre Café" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jdJcQTvsk4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt;&gt; Com quantos anos de treino o aluno deve ganhar a faixa-preta? GRACIEMAG perguntou e mestres e professores opinaram:</strong></em></p>
<div id="attachment_147110" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147110" class="size-full wp-image-147110" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/01/carlinhos-gracie1-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-147110" class="wp-caption-text">Carlos Gracie Jr. Foto:Luca Atalla</p></div>
<p><em><strong>Mestre Carlos Gracie Jr:</strong></em><br />
“No fim isso sempre vai depender da assiduidade do aluno, mas a IBJJF tem um tempo mínimo para o praticante poder tornar-se faixa-preta. Se for um camarada que treina sempre, com consistência, sem faltar aulas, ele pode pegar a faixa-preta depois de cinco anos e meio, seis. Pelas regras da IBJJF, o tempo mínimo para ficar na faixa-azul é de dois anos, na roxa mais um ano e meio, e mais um ano na faixa-marrom. Com mais um ano e pouco de faixa-branca em média, esse tempo somado seria de cinco anos e meio, seis anos. Já se ele começar a treinar Jiu-Jitsu quando criança, ele só pode conquistar a faixa-preta depois dos 19 anos e meio de idade.”</p>
<p><em><strong>Mestre Carlos Rosado:</strong></em><br />
“Acredito que cada aluno tem seu tempo. Uns vão aprender mais rápido, outros podem demorar um pouco mais a pegar o jeito, mas todos vão chegar lá, se não desistirem. O maior trunfo do Jiu-Jitsu é que não requer talento, como o futebol. Basta treinar para evoluir. Costumo dizer que não é o aluno que pede a faixa, e sim a faixa que pede o aluno. E a faixa só requisita o aluno quando ele está dando conta plenamente da graduação. Já uma faixa dada prematuramente acaba se tornando um fardo: todo praticante de Jiu-Jitsu que ganha uma faixa da qual não dá conta está fadado a nunca mais aparecer na academia, e parar de treinar de vez.”</p>
<div id="attachment_211624" style="width: 1514px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-211624" class="size-full wp-image-211624" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg" alt="" width="1504" height="1000" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089.jpg 1504w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/DSC_0089-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1504px) 100vw, 1504px" /></a><p id="caption-attachment-211624" class="wp-caption-text">Fernando Tererê em foto de Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><em><strong>Professor Fernando Tererê:</strong></em><br />
“No meu ponto de vista, a média geral para pegar a faixa-preta é de uns nove, dez anos de treino. Acho que com uns dez anos o praticante aprendeu bem e pode ser um bom faixa-preta. Porém, alguns competidores de ponta, aqueles que vencem campeonatos ano a ano, podem conquistar a faixa em seis, sete anos.”</p>
<p><em><strong>Mestre Júlio Cesar Pereira:</strong></em><br />
“O tempo de um praticante até a faixa-preta é uma trajetória individual, e tem a ver com os próprios objetivos pessoais de cada um. Tem praticante que sonha em ser campeão mundial e treina o triplo que os colegas, há outros que só buscam qualidade de vida e aparecem semanalmente, e até quem sonha em aprender tudo detalhadamente para um dia ser professor, ter sua academia. A meu ver, não dá para dizer ao aluno que daqui a cinco ou seis anos ele vai se tornar faixa-preta.”</p>
<p><em><strong>Professor Muzio De Angelis:</strong></em><br />
“Na minha academia no Rio, o tempo médio até a faixa-preta costuma ser de cerca de sete anos, se o aluno for assíduo, obviamente. Um ano na branca, dois na azul, dois anos na roxa e dois anos na marrom, em média. Acho que sete anos é um bom prazo mínimo. Inclusive gosto de numerologia e vejo o número 7 cercado de simbolismos. São sete os dias da semana, sete as notas musicais, sete as cores do arco-íris e Deus teria feito o mundo em sete dias com o descanso, segundo a Bíblia, além de diversas outras ocorrências. Se de acordo com os sábios o 7 é o número da perfeição, sete anos até a faixa-preta me parece um prazo adequado.”</p>
<div id="attachment_200740" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200740" class="size-full wp-image-200740" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg" alt="" width="1024" height="550" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-768x413.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Rilion-Gracie-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-200740" class="wp-caption-text">Rilion Gracie: &#8220;É preciso paciência, quem burla o tempo está se enganando&#8221;. Foto: Ray Santana/GRACIEMAG.</p></div>
<p><em><strong>Mestre Rilion Gracie:</strong></em><br />
“Tudo na vida é questão de empenho, você não pode ganhar um diploma sem ir à faculdade. A faixa-preta depende das horas de treino e da intensidade que aquele aluno será capaz de dedicar ao dojô. Os chamados ‘ratos de academia’ certamente vão chegar à graduação mais rapidamente. Ou seja, não é uma questão de tempo desde o dia em que você se matricula, mas uma questão de tempo dedicado. Em dezembro passado, graduei meu filho Roggan como faixa-preta. Foi uma conquista puramente dele. Se dependesse só do rendimento nos treinos, eu já poderia ter dado a faixa há dois anos, mas acho que a faixa-preta não depende apenas da vontade do professor, há outros aspectos. No caso dele, os próprios colegas de treino e demais professores da academia começaram a cobrar a faixa pelo que ele demonstrava diariamente. Eu apenas a amarrei na cintura dele, juntamente com o Renzo, mas estava todo mundo aferindo o nível dele e pleiteando a graduação. A pior coisa é o aluno burlar o tempo, por falta de paciência, e pegar faixa antes da hora. Não adianta eu aparentar ser uma coisa que na verdade eu não sou – essas pessoas estão enganando a si mesmas.”</p>
<p>*** Este artigo foi publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #239. Assine já a revista para não perder os melhores artigos sobre sua <a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arte marcial favorita, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/qual-e-o-tempo-correto-de-um-aluno-ate-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-professores-debatem/">Qual é o tempo correto de um aluno até a faixa-preta? Professores debatem</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Karla Hipólito ensina a valorizar o básico no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 14:20:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235452" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235452" class="size-full wp-image-235452" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg" alt="" width="1080" height="713" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-1024x676.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-768x507.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.33.45-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-235452" class="wp-caption-text">Experiente professora e competidora, Karlona Hipólito segue entre as melhores do mundo. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p>Campeã peso e absoluto master 4 no Brasileiro de Jiu-Jitsu 2021, atual líder do ranking na mesma divisão, nossa GMI Karla Hipolito consegue equilibrar seus treinos de competição com a atarefada rotina de uma professora de luta. Com ampla experiência acumulada em ambos os campos de batalha, Karlona defende que a chave para o sucesso, seja no tatame competitivo ou na academia, está na valorização das técnicas de base do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Em papo com GRACIEMAG, Karlona falou sobre os ensinamentos que deixa a seus alunos, sua paixão por competir e como a cabeça de atleta ajudou a dar início a sua carreira de ensino na Top Brother. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi o seu inicio no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>KARLA HIPOLITO: Conheci o Jiu-Jitsu em 1996, através do professor Marcelo Nigue. Na época, eu praticava muay thai e malhava na mesma academia que o professor Marcelo frequentava. Um dia, ele me abordou e me convidou para um treino, dizendo que eu tinha um bom potencial para o Jiu-Jitsu e que poderia me tornar campeã nacional ou até mesmo mundial. Apesar de ter um certo preconceito com lutas agarradas, o prospecto de uma vida competitiva acabou me fazendo ceder e participar de uma aula gratuita. Foi assim que eu me apaixonei pelo Jiu-Jitsu.</p>
<div id="attachment_235450" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235450" class="size-full wp-image-235450" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg" alt="" width="1080" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-300x198.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-1024x674.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-768x506.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-11-at-19.34.22-150x99.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-235450" class="wp-caption-text">Karlona em ação no Brasileiro 2021. Foto: Carlos Arthur Jr.</p></div>
<p><strong>Como foram os seus anos nas faixas coloridas?</strong></p>
<p>Gostava de treinar, mas queria muito competir. Naquela época, tinham poucas mulheres envolvidas com o Jiu-Jitsu, então participar de torneios não era tão fácil quanto hoje em dia. Mesmo assim não me deixei abalar e segui treinando e me preparando para participar de todos os campeonatos que podia. Não consegui lutar na faixa-branca, mas fui vice-campeã brasileira na azul e participei de vários campeonatos na roxa e na marrom.</p>
<p><strong>Em que ano e pelas mãos de quem você obteve a faixa-preta?</strong></p>
<p>Recebi a preta em 2001, pelas mãos do professor Vinicius Amaral. Ele assumiu as aulas quando o Nigue saiu do Brasil e, no mesmo ano em que fui graduada à faixa-preta, fundou a equipe Game Fight. Não lembro quem estava fazendo o exame de faixa comigo, mas sei que foi uma guerra. Ficamos cerca de quatro horas prestando o exame, demonstrando posição, queda, defesa pessoal e todas as técnicas que um praticante deve saber ao alcançar a faixa-preta, tudo com e sem kimono.</p>
<p><strong>Você mencionou algumas vezes o seu foco nas competições. Como essa paixão influenciou a sua carreira como professora?</strong></p>
<p>Acima de tudo, sempre me vi como competidora dentro do esporte. Dito isso, quando fui graduada à faixa-azul, passei a atuar como instrutora do Nigue durante as aulas e isso despertou o interesse pelo ensino. Até então, não havia considerado esse caminho dentro do Jiu-Jitsu, mas foi uma experiência muito boa e que me ajudou muito quando eu finalmente comecei a dar aulas. Além da minha experiência como ajudante do professor, também me formei como bacharel em educação física, ou seja, mais um fator que ajudou a elevar o meu ensino. Apesar de toda a minha paixão pelos campeonatos, sou igualmente apaixonada por ser professora e sei respeitar os limites de cada aluno.</p>
<div id="attachment_200874" style="width: 822px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200874" class="size-full wp-image-200874" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg" alt="" width="812" height="883" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n.jpg 812w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-276x300.jpg 276w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-768x835.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/04/17425841_1705140412834617_3294284729085600430_n-138x150.jpg 138w" sizes="auto, (max-width: 812px) 100vw, 812px" /></a><p id="caption-attachment-200874" class="wp-caption-text">Karlon em duelo sem kimon contra a Talita Treta. Foto: Flashsport</p></div>
<p><strong>Qual é o ensinamento mais importante da sua vida de atleta que você sempre deixa aos seus alunos?</strong></p>
<p>Aprendi muita coisa competindo no Jiu-Jitsu, mas sempre faço questão de firmar três pontos que considero essenciais não só no tatame, mas na vida. É preciso se manter humilde, não perder a determinação e, principalmente, reconhecer os esforços de quem caminha ao seu lado. Um grande exemplo é o Ligeirinho, que além de ter uma boa carreira no Jiu-Jitsu, tem experiência em wrestling e MMA. Começamos a treinar juntos há cinco anos e , graças aos conhecimentos e dedicação que ele tem, sinto que evoluí muito como competidora, então sempre vou demonstrar a minha gratidão.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para se destacar no ensino do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Na minha humilde opinião, o professor deve valorizar o básico do Jiu-Jitsu. Como se trata de um esporte complexo e em constante evolução, é fácil você se perder nas muitas técnicas e acabar deixando o básico do esporte de lado. O professor que opta trabalhar esse ponto com seus alunos vai sempre ter bons alunos e eventualmente formará bons professores, porque tudo dentro do Jiu-Jitsu flui a partir do básico. Se tiver o básico forte, o atleta tem uma chance maior de ter uma carreira sólida no Jiu-Jitsu.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/karla-hipolito-e-a-importancia-de-valorizar-o-basico-no-jiu-jitsu/">Karla Hipólito ensina a valorizar o básico no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI Kaue Cavassani ensina a arte de colher vitórias no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 21:51:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Tudo que você planta, você colhe”. Guiado por este pensamento, o professor Kaue Cavassani tem conseguido regar as sementes e conduzir com sucesso tanto sua vida de atleta como sua carreira de professor, na academia em Monte Sião. O faixa-preta da Checkmat Cavassani bateu um papo recentemente com a equipe GRACIEMAG sobre suas ideias, filosofias&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234619" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234619" class="size-full wp-image-234619" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475.png" alt="" width="720" height="417" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475-300x174.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120514-475-150x87.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-234619" class="wp-caption-text">O professor Kaue Cavassani com sua equipe. Foto: Reprodução</p></div>
<p>“Tudo que você planta, você colhe”. Guiado por este pensamento, o professor Kaue Cavassani tem conseguido regar as sementes e conduzir com sucesso tanto sua vida de atleta como sua carreira de professor, na academia em Monte Sião.</p>
<p>O faixa-preta da Checkmat Cavassani bateu um papo recentemente com a equipe GRACIEMAG sobre suas ideias, filosofias e suas dicas para lutadores. Confira.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você conheceu o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>KAUE CAVASSANI: Meu primeiro contato com o Jiu-Jitsu foi por meio de um amigo que morava na minha rua. Ele me convidou para conhecer a academia onde treinava e, desde então, não parei mais. Sinto que, antes de conhecer a arte marcial, o Jiu-Jitsu já habitava em mim, como um instinto. Por conta disso, consegui desde o princípio me adaptar bem à rotina de treinos e aos desafios que acompanham uma carreira no esporte.</p>
<div id="attachment_234621" style="width: 727px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234621" class="size-full wp-image-234621" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani.png" alt="" width="717" height="817" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani.png 717w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani-263x300.png 263w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Cavassani-132x150.png 132w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /><p id="caption-attachment-234621" class="wp-caption-text">Kaue em ação. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quando você começou a lutar e colecionar medalhas?<br />
</strong></p>
<p>Após três meses de treino, meu professor me levou para competir no Campeonato Paulista, e fui campeão após ganhar duas lutas. Fui a única criança na academia por alguns anos, então quando alcancei a faixa-azul, já estava cansado de levar e aplicar golpes mais complexos, como chaves de pé e leglock. Os ensinamentos que recebi nas minhas faixas coloridas me acompanham até hoje.</p>
<p><strong>O que mais lembra do dia em que conquistou a faixa-preta?<br />
</strong></p>
<p>Recebi a preta em julho de 2015, pelas mãos do professor Gilberto Gabas, um homem pelo qual tenho muito respeito e gratidão. A graduação veio no pódio do Mundial da CBJJE, competição que proporcionou uma das lutas mais duras da minha carreira. Ou seja, foi um dia completamente inesquecível.</p>
<div id="attachment_234617" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234617" class="size-full wp-image-234617" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677.png" alt="" width="720" height="735" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677-294x300.png 294w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot_20210905-120227-677-147x150.png 147w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-234617" class="wp-caption-text">Exibindo as medalhas do Rio Winter International. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Como separar a cabeça de atleta/competidor para se tornar um grande professor?</strong></p>
<p>Após anos de estrada no cenário competitivo, comecei a ajudar o professor a dar aulas para crianças. Através dessa experiência, aprendi a conciliar esses dois papéis, e hoje não vejo problemas para alcançar esse equilíbrio. Juntando minha academia e as filiais, tenho um time de quase 300 alunos e mesmo assim consigo equilibrar minha rotina de atleta com o treino deles. Além da faculdade, já que cursei Direito.</p>
<p><strong>Quais são as metas do professor para forjar uma equipe campeã?<br />
</strong></p>
<p>Com cinco anos de equipe, já tínhamos conquistado muita coisa. Digo aos alunos para valorizarem as facilidades que têm hoje em dia. Quando comecei a competir, era difícil pagar a inscrição e patrocínios eram raros. Hoje o esporte dá mais oportunidade para essa molecada, com patrocínios, academias bem estruturadas e até meios de transporte para competir. Tal qual a lei da semeadura, estamos plantando dedicação, foco e amor ao Jiu-Jitsu para colher crescimento e vitória.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/kaue-cavassani-e-a-arte-de-colher-vitorias-no-jiu-jitsu/">GMI Kaue Cavassani ensina a arte de colher vitórias no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fabio Leandro e a cerimônia de graduação da Alliance Venice</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 19:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sob o comando do professor GMI Fabio Leandro, a Alliance Venice realizou no último sábado, dia 30 de outubro, uma belíssima cerimônia de graduação para cerca de 400 alunos no estado norte-americano da Flórida. A academia, muito elogiada pelo respeito aos protocolos de saúde durante a pandemia do Covid-19, recebeu alunos de todas as faixas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235366" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235366" class="size-full wp-image-235366" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33.jpeg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.33-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-235366" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p>Sob o comando do professor GMI <a href="https://instagram.com/fabioleandrobjj?utm_medium=copy_link">Fabio Leandro</a>, a <a href="https://alliancevenice.com/">Alliance Venice</a> realizou no último sábado, dia 30 de outubro, uma belíssima cerimônia de graduação para cerca de 400 alunos no estado norte-americano da Flórida.</p>
<p>A academia, muito elogiada pelo respeito aos protocolos de saúde durante a pandemia do Covid-19, recebeu alunos de todas as faixas para serem promovidos e, na segunda parte da cerimônia, ainda ofereceu um tradicional churrasco brasileiro, exibindo um pouco da rica cultura de nosso país aos praticantes norte-americanos.</p>
<p>Num dos momentos mais marcantes do evento, o aluno Alex Hernandez (recém-promovido à faixa-azul) pediu sua companheira em casamento. E ela disse &#8220;sim!&#8221;, conforme você pode ver no vídeo mais abaixo.</p>
<p>O sucesso da cerimônia mostra que, mesmo num período difícil de pandemia, professores resilientes, criativos e otimistas, como é o caso de Fabio Leandro, são capazes de enfrentar a tormenta e seguir em frente ainda mais fortes no disputado mercado das artes marciais.</p>
<p>Confira abaixo alguns momentos da cerimônia de graduação da Alliance Venice!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<div id="attachment_235360" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235360" class="size-full wp-image-235360" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1.jpeg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1.jpeg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-01-at-14.37.34-1-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-235360" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
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		<title>Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 16:51:09 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234490" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234490" class="size-full wp-image-234490" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png" alt="" width="586" height="591" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-297x300.png 297w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Thiago-Almeida-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234490" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Thiago Almeida</em></p>
<p>Em 1994, fui convidado por um amigo de escola a fazer uma aula experimental de Jiu-Jitsu. Apesar de treinar karatê desde pequeno, fiquei curioso com relação ao Jiu-Jitsu e fiz uma aula na escola Behring. O esporte não me prendeu e só voltei a ter contato com ele dois anos depois, quando um professor foi dar aulas na academia onde eu fazia natação. O nome dele era Kalil Scudeler e ele foi o meu primeiro instrutor.</p>
<p>Treinei muito, e consequentemente lutei o meu primeiro campeonato em 1998, alcancei o terceiro lugar no evento e, desde então, não parei mais de competir. Nessa época, fui campeão paulista, brasileiro e sul-americano. Pouco tempo depois, a academia em que eu treinava fechou e eu, ainda com a faixa-azul, fui treinar com o Fepa Lopes na Godoi/Macaco. Esta também acabou fechando e eu fiquei sob a tutela do Roberto Godoi, que à época já havia se separado do Macaco. Apesar de toda essa movimentação, foi uma grande alegria poder treinar com o Robertão, que era um excelente atleta, muito gente boa e um ídolo para mim.</p>
<p>Fiquei com o Roberto Godoi até a faixa-roxa, quando precisei ingressar na Cia Paulista por motivos financeiros. Lá, eu fiquei treinando sob o atleta português Eduardo Santoro, que estava em um momento muito bom da carreira dele e me esfolava em todos os treinos (risos).</p>
<p>Recebi a faixa-preta somente em 2008, pelas mãos do Max Trombini, que é um excelente coach que me ajudou a alcançar o título mundial na marrom um ano antes. Pouco tempo depois, o Eduardo saiu da Cia Paulista para abrir sua própria academia e eu fui junto com ele. Comecei a dar aulas na academia dele e também em uma menor que ficava próxima da minha casa, na região de Interlagos.</p>
<p>Eventualmente, o Portuga acabou indo morar nos EUA e abriu uma academia com o Cobrinha em Torrance, na Califórnia. Já eu me mudei para Indaiatuba e me filiei à Alliance em 2017. O Fabio Gurgel me recebeu muito bem, pois o Portuga era muito respeitado na Alliance e nós já havíamos feito alguns treinos na matriz como visitantes,</p>
<p>Hoje tenho minha academia em Indaiatuba e ainda me arrisco em alguns campeonatos master. Fui campeão do Roma Open da IBJJF em 2016, além de conquistar o circuito paulista e o campeonato paulista da FPJJ, ambos em 2019. Tento passar aos meus alunos o prazer da competição, faço comparativos para ressaltar a diversão que é participar de um torneio. Mesmo com o medo e o nervosismo, a sensação de pisar no tatame de um campeonato não tem preço.</p>
<p><em>*Thiago Almeida é um faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da no GMI Alliance Indaiatuba , em São Paulo.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/thiago-almeida-e-sua-jornada-no-jiu-jitsu-rumo-a-alliance-indaiatuba/">Meu amor tardio pelo Jiu-Jitsu, por Thiago Almeida (Alliance Indaiatuba)</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Eliza e Pedro Damasceno, o mais novo casal faixa-preta dos Emirados Árabes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 15:22:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A praia de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes, recebeu em março um grupo animado, mas com trajes um pouco diferentes dos usuais banhistas. Era a trupe liderada pelo professor Pedro Damasceno, brasileiro radicado em Abu Dhabi, que juntou os companheiros de treino para uma missão: graduar, mantendo o segredo até o fim, sua esposa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231541" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231541" class="size-full wp-image-231541" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1615.jpeg" alt="" width="640" height="361" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1615.jpeg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1615-300x169.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1615-150x85.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-231541" class="wp-caption-text">Emocionada, Eliza recebe a faixa-preta de seu marido e mestre. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A praia de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes, recebeu em março um grupo animado, mas com trajes um pouco diferentes dos usuais banhistas. Era a trupe liderada pelo professor Pedro Damasceno, brasileiro radicado em Abu Dhabi, que juntou os companheiros de treino para uma missão: graduar, mantendo o segredo até o fim, sua esposa à tão desejada faixa-preta.</p>
<p>“Como a maioria dos clubes em Abu Dhabi segue fechada por conta da Covid-19, tive a ideia de fazer a festa de graduação na praia aqui em frente de onde moramos”, contou Pedro ao GRACIEMAG.com. “Para que fosse ainda mais surpreendente e emocionante, combinei com os demais treinadores que estávamos marcando um suposto treinão aberto na praia, e só ela não sabia do que viria.”</p>
<p>Eliza Damasceno, 11 anos de Jiu-Jitsu, foi então graduada com méritos, e num cenário inesquecível. Entrevistamos a professora, para saber que lições ela tirou da celebração praiana, e o que aprendeu nesses anos todos de treino.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Após mais de uma década, a merecida faixa-preta. Conte-nos sobre seu início nos treininhos?</strong></p>
<p>ELIZA DAMASCENO: Iniciei no Jiu-Jitsu a um mês de completar meus 29 anos. Foi uma oportunidade boa pois enfim pude entender como o Jiu-Jitsu era muito mais que um esporte, e sim uma filosofia de vida um estilo de viver, que pode ser ainda mais essencial para as mulheres. Sempre gostei de praticar esportes e o Jiu-Jitsu me conquistou desde o começo por ser uma arte que mistura estratégia com força, explosão com autocontrole. Sempre fui muito competitiva e enxerguei no Jiu-Jitsu a oportunidade de me colocar à prova em competições. Mas ter todo incentivo do meu marido, o Pedro, foi o que fortaleceu mais ainda a minha vontade de aprender a arte suave, e ir subindo degrau a degrau a cada treino.</p>
<p><strong>O que você aprendeu de mais valioso, da faixa-branca até a faixa mais escura?</strong></p>
<p>Antes mesmo de vestir o kimono pela primeira vez, eu ouvia do Pedro sobre suas vivências e conquistas e via nos olhos dele o quanto o Jiu-Jitsu tem essa energia transformadora. Percebi que se me dedicasse eu poderia saborear um pouco daquilo tudo. Mas alguns pontos acho importante destacar: aprendi com o Jiu-Jitsu que sou muito mais capaz do que minhas inseguranças e as minhas incertezas. Hoje, vejo o Jiu-Jitsu como ferramenta transformadora de qualquer indivíduo, graças aos valores que aprendemos e reforçamos diariamente, como o respeito, a disciplina, o comprometimento e a autoconfiança. Aprendi, por fim, que meus erros e derrotas só me deixam mais forte. Por essa variedade de lições poderosas, o Jiu-Jitsu deve ser espalhado e treinado por todos, inclusive para a juventude nas escolas, como é feito com tanto sucesso aqui em Abu Dhabi, por tantos anos.</p>
<p><strong>Você engravidou enquanto treinava. Conte o que aprendeu?</strong></p>
<p>Quando engravidei da Katharina eu tinha acabado de conquistar a faixa-roxa. Estava num ritmo bom de treinos e competições. Quando ela completou 6 meses, já voltei a treinar. Minha professora na época, Polyana Lago, me ajudou muito, me incentivando mesmo com minha filha que mamava em livre demanda. E assim consegui entrar no ritmo de treino novamente. Foi quando comecei a sentir vontade de competir, mas minha preocupação era que desse modo eu não produzisse mais leite. Bateu, ali, uma sensação ambígua de querer me dedicar mais aos campeonatos e ao mesmo tempo me dedicar à minha filha. Mas Deus e meu marido fizeram de tudo para eu conseguir encontrar tempo e forças para não desistir. Os Emirados Árabes me deram muitas oportunidades de competir, aqui havia várias etapas dos torneios internacionais e dentro de mim sempre vinha essa vontade de voltar a competir. Quando vinha a insegurança, eu pensava na minha filha, e no quanto ela iria se sentir orgulhosa de mim. E de fato foi sempre assim: eu voltava com a medalha e ela se sentia também como uma pequena campeã. E isso só me motivava mais ainda.</p>
<p><strong>Mas certamente houve noites mal dormidas…</strong></p>
<p>Sim, teve uma vez em que tive de colocar na balança: no dia antes do Al Ain Open, minha filha teve febre e chorava de dor de ouvido. Fomos às pressas, durante a madrugada, para o setor de emergência do hospital. Depois de medicada, fomos para a casa, a febre havia baixado. Na manhã seguinte, com incentivo do meu marido, consegui lutar e ainda venci minha categoria. Acho que até venci mais rápido, porque o que eu mais queria era correr para casa e ficar grudada com minha pequena e dar muito amor a ela.</p>
<div id="attachment_231543" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231543" class="size-full wp-image-231543" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1656.jpeg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1656.jpeg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1656-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_1656-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-231543" class="wp-caption-text">Equipe reunida nas areias de Ras Al Khaimah. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong>Como é dar aulas para meninas em Abu Dhabi?</strong></p>
<p>Desde o início, minha maior preocupação foi conquistar a amizade das aluninhas, enquanto conquistava o respeito das diretoras e funcionários da escola. A partir do momento que eu demonstrei que eu me entregaria de corpo e alma àquela escola, me mostrando disponível, solícita, pró-ativa, interessada com tudo o que se relacionava à escola, tanto as alunas quanto o corpo docente me enxergaram como uma peça importante para o bom desenvolvimento das estudantes, de modo geral. Essa troca de relações positivas é crucial, pois logo transborda para os pais, que também são peças fundamentais para a adesão das meninas às aulas de Jiu-Jitsu, e posteriormente nas excursões aos campeonatos, e na hora de participar dos torneios. Na primeira escola em Al Ain, que faz parte de Abu Dhabi, tive uma grande parceira, a treinadora Bruna Marques. Na época, eu era faixa-roxa e ela já era faixa-preta. Nosso entrosamento e respeito mútuo fizeram nossa escola conquistar muitas medalhas e uma ótima adesão das alunas às aulas de Jiu-Jitsu. E meu Jiu-Jitsu também ganhou muito graças à essa proximidade.</p>
<p><strong>E a graduação? Desconfiou de nada mesmo?</strong></p>
<p>Essa conquista da faixa-preta foi uma das melhores sensações que já tive na vida, ainda melhor do que quando me formei em Psicologia na UFSC em Santa Catarina. O modo que o Pedro organizou tudo, como se fosse apenas um treinão na praia, fez de tudo ainda mais especial. Lá eu me vi cercada de pessoas que foram muito importantes na minha trajetória, mas não desconfiei. Tenho um marido muito apaixonado e dedicado ao Jiu-Jitsu, e receber dele a faixa-preta significa que estou fazendo tudo certo. Afinal, ele é muito exigente e leva muito a sério as graduações dos seus alunos. Além de toda emoção vivida na praia, uma sensação de responsabilidade tomou conta de mim ali. E é curioso, pois junto com a faixa você ganha uma sede de aprender mais ainda, para fazer jus à honraria. Sou abençoada de ter como mestre e professor o meu marido, assim como a professora Polyana Lago. Sem contar os professores incríveis Antonio Vinicius e Huggo Maciel, que dão aulas para nós nestes últimos dois anos. Hoje estou com 40 anos, e pronta para aprender por mais 40 anos!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-eliza-e-pedro-damasceno-o-mais-novo-casal-faixa-preta-dos-emirados-arabes/">As lições de Eliza e Pedro Damasceno, o mais novo casal faixa-preta dos Emirados Árabes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mauro Ayres avalia 2020 após graduação na pandemia: &#8220;Apesar de tudo, saldo positivo&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 16:19:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Mauro Ayres A graduação deste ano de 2020 na Mauro Ayres BJJ Academy foi maravilhosa. Nos adequamos aos protocolos de segurança, aos anseios dos pais, que queriam ver os filhos serem graduados e tal. Tivemos um limite de pessoas na sala por metragem, não aglomeramos ao dividir as turmas. Foram graduações separadas, no mesmo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229949" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229949" class="size-full wp-image-229949" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.59.31.jpeg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.59.31.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.59.31-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.59.31-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.59.31-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-229949" class="wp-caption-text">Professor Mauro Ayres na sua graduação de 2020, em tempos pandêmicos. Foto: Felipe Diniz</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Mauro Ayres</em></p>
<p>A graduação deste ano de 2020 na Mauro Ayres BJJ Academy foi maravilhosa. Nos adequamos aos protocolos de segurança, aos anseios dos pais, que queriam ver os filhos serem graduados e tal. Tivemos um limite de pessoas na sala por metragem, não aglomeramos ao dividir as turmas. Foram graduações separadas, no mesmo dia, mas com muita emoção. O clima foi de superação total. As crianças e pais estavam muito orgulhosas, por terem feito o trabalho ao longo do ano. Fiquei muito contente com todos os alunos. As crianças aderiram com garra ao ensino on-line e isso fez que eles se fortalecessem, e receber a nova graduação emocionou bastante, pelas dificuldades que eles enfrentaram.</p>
<div id="attachment_229947" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229947" class="size-full wp-image-229947" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.56.56.jpeg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.56.56.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.56.56-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.56.56-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-11.56.56-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-229947" class="wp-caption-text">Mauro recebendo a faixa nova com o quarto grau das mãos de Carlson Gracie Jr. Foto: Felipe Diniz</p></div>
<p>Contamos com a presença do mestre Carlson Gracie Jr., mesmo com a agenda sempre apertada conseguiu estar presente. Para mim foi uma grande honra. Inclusive, recebi o 4° grau das mãos dele, grau este que receberia no início do ano, antes da pandemia, mas o lockdown impediu que a cerimônia fosse realizada. Foi especial receber o grau na faixa, me fez olhar para trás, relembrar as primeiras competições, ainda muito amadoras naquela época, depois a vida como instrutor, os torneios mais organizados quando eu estava na marrom e início na preta. As viagens, seminários, competições internacionais e todos que estiveram comigo nessa jornada. Ter o diploma reconhecido e receber a faixa, sendo esta amarrada pelo mestre Carlson Gracie Jr., é uma sensação incrível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_229945" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229945" class="size-full wp-image-229945" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-13.16.23.jpeg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-13.16.23.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-13.16.23-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-13.16.23-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/12/WhatsApp-Image-2020-12-08-at-13.16.23-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-229945" class="wp-caption-text">O pequeno Romeu, filho de Maurinho, recebendo a nova faixa das mãos de Carlson Jr. Foto: Felipe Diniz</p></div>
<p>Além disso, contei com o mestre Carlson para graduar o meu filho Romeu para a faixa-cinza-e-preta, que foi um momento marcante para mim. Consegui fazer com que ele e a minha filha Rafaela treinassem durante a pandemia, e tivessem um aproveitamento ótimo. Às vezes até desanimados, sem querer treinar, tiveram consciência que tinham que me ajudar. Eles foram minha fortaleza, para que a academia continuasse de pé, principalmente a minha filha, que passou a treinar todos os dias, em todos os horários de aula on-line. Fiquei satisfeito demais.</p>
<p>Vale ressaltar que, mesmo com o Covid-19 bagunçando tudo, o saldo foi positivo. Fui campeão europeu, reformei a academia, com a ajuda dos alunos que mantiveram seus compromissos com a escola, transformamos o dojo e no fim do ano retomamos com as aulas presenciais, seguindo os protocolos do município. Mesmo com as adversidades foi um ano positivo. Que tudo passe logo e voltemos ao normal. Oss!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>*Mauro Ayres é faixa-preta de Jiu-Jitsu e líder da academia GMI Mauro Ayres BJJ Academy, em Ipanema.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mauro-ayres-avalia-2020-apos-graduacao-na-pandemia-apesar-de-tudo-saldo-positivo/">Mauro Ayres avalia 2020 após graduação na pandemia: “Apesar de tudo, saldo positivo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que aprendi com meu irmão Pi, instrutor de Jiu-Jitsu e portador de Down, por André Monteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2020 11:20:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: André Monteiro* * Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Venho hoje, a convite de GRACIEMAG, falar um pouco do meu irmão que me alegra e inspira sempre, o Felipe “Pi”, faixa-marrom de Jiu-Jitsu. Felipe, que tem síndrome de Down,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224623" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224623" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201.jpeg" alt="" width="1280" height="883" class="size-full wp-image-224623" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201-300x207.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201-1024x706.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201-768x530.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image2-e1589109181201-150x103.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-224623" class="wp-caption-text">O craque Felipe com o irmão André, em foto marcante de Ilan Pellenberg</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por: André Monteiro*</em></p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br"><em><strong>* Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Venho hoje, a convite de GRACIEMAG, falar um pouco do meu irmão que me alegra e inspira sempre, o Felipe “Pi”, faixa-marrom de Jiu-Jitsu. Felipe, que tem síndrome de Down, treina desde 2008, e é um cara que tem preguiça para tudo, menos para duas coisas: comer (adora seus brownies) e botar o kimono para treinar Jiu-Jitsu.</p>
<p>Comecei a treinar Jiu-Jitsu em 1992 e anos e anos depois vim morar nos Estados Unidos, onde tenho minha academia, em Long Island. Por eu ser o irmão mais velho, o Pi se acostumou a me seguir em meus hábitos. Foi assim, por exemplo, que também se tornou vascaíno fanático, sempre com seu caderno anotando os times e jogadores do clube. Até o dia em que resolveu que queria me imitar também no Jiu-Jitsu.</p>
<p>Era 2008, e ele até então não treinava. Ao passar as férias comigo, como de hábito, ele gostou da minha rotina nos Estados Unidos e começou a treinar direto, todos os dias. Começava assim a respirar, a seu modo particular, o estilo de vida do Jiu-Jitsu – na academia, por exemplo, assumiu o balcão e pedia nome e telefone de quem passasse. Com seu jeito brincalhão, conquistou rapidamente a todos, e sem falar uma palavra em inglês!</p>
<div id="attachment_224621" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224621" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0.jpeg" alt="" width="1280" height="854" class="size-full wp-image-224621" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0.jpeg 1280w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-1024x683.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image0-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-224621" class="wp-caption-text">Felipe orgulhoso com seu diploma de faixa-marrom. Foto> Ilan Pellenberg</p></div>
<p>Passei a morar, em 2010, com um amigo, o faixa-preta Leandro Fabrício “Dodô”, e junto com a gente um monte de cariocas que tinham vindo ensinar Jiu-Jitsu no Texas. A casa era uma bagunça e tanto, mas o meu irmão se divertia. Com dois anos de treino, ele conquistou assim a faixa-azul.</p>
<p>Quando estava no Rio, o Pi treinava na Nova Geração e na academia do Mauro Ayres. Com o Dodô, ele pegou a faixa-roxa. E, em 2019 agora, foi enfim graduado faixa-marrom.</p>
<p>Mesmo com todas as dificuldades, meu irmão tem como mérito uma memória visual incrível para o Jiu-Jitsu básico. Ele realmente vê uma técnica e a executa de primeira, sem maiores problemas. Para um gordinho, ele se movimenta muito bem e, claro, tem suas posições favoritas.</p>
<div id="attachment_224625" style="width: 864px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224625" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817.jpeg" alt="" width="854" height="710" class="size-full wp-image-224625" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817.jpeg 854w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817-300x249.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817-768x639.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/image4-e1589109367817-150x125.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 854px) 100vw, 854px" /></a><p id="caption-attachment-224625" class="wp-caption-text">Felipe tendo a faixa-marrom amarrada pelo irmão André Monteiro. Foto: Ilan Pellenberg</p></div>
<p>Se, antigamente, era eu que o inspirava a treinar, hoje é o contrário. O Pi me inspira em vários aspectos. Primeiro: ele não falta aos treinos, dia de treino dele é dia de treino, ele conta com isso e nada o impede.</p>
<p>A segunda é que o Pizão não tem medo nenhum de competir. Já disputou, assim, competições no Rio e nos EUA. Ao lutar, ele não muda o que ele é: quer brincar, dar espetáculo para a torcida e, claro, ganhar. Ele tem apenas um defeito ao treinar: o bicho não quer saber de bater! Dar os três tapinhas não entra na cabeça do valente Pizão.</p>
<p>E isso a gente fala com ele mil vezes, porque é perigoso – na academia todos o conhecem e soltam, mas num campeonato fica aquela tensão – então, há sempre uma conversa com o árbitro, os treinadores e até com o oponente dele. No fim é divertido.</p>
<div id="attachment_224627" style="width: 626px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/56f99a5c-fdb1-4b8d-a05b-a8f29164ba7c-e1589109466727.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224627" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/56f99a5c-fdb1-4b8d-a05b-a8f29164ba7c-e1589109466727.jpeg" alt="" width="616" height="450" class="size-full wp-image-224627" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/56f99a5c-fdb1-4b8d-a05b-a8f29164ba7c-e1589109466727.jpeg 616w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/56f99a5c-fdb1-4b8d-a05b-a8f29164ba7c-e1589109466727-300x219.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/56f99a5c-fdb1-4b8d-a05b-a8f29164ba7c-e1589109466727-150x110.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 616px) 100vw, 616px" /></a><p id="caption-attachment-224627" class="wp-caption-text">Felipe em ação no campeonato de Jiu-Jitsu. Foto: Arquivo pessoal.</p></div>
<p>O sonho do Pi agora é ter a própria academia. Ele já gosta de ajudar na aula das crianças aqui em Long Island e sabe ser durão com elas, quando fazem bagunça. Eu acho isso o máximo, e se ele quer, ele vai conseguir.</p>
<p>A faixa-preta ainda vai chegar. Minha meta é que ele siga vindo treinar, e continue nos ajudando, para se tornar um ótimo assistente nas aulas. Não quero graduá-lo como um faixa-preta por honra ao mérito – quero, sim, que seja por puro merecimento e honestidade, com respeito à realidade dele. Ele cansa muito mais que outros, por exemplo, mas adora um desafio, e gosta de se embolar até com faixas-pretas campeões, uma fera. É em cima do tatame que ele vai provar se merece o êxito, como o Jiu-Jitsu ensina.</p>
<p>Meu irmão sempre foi muito colado comigo, e repito sempre aos amigos: sou grato por ter o Pi do jeito que ele é. Eu sei que muitas pessoas acham que eles são limitados, porém a capacidade deles de se adaptarem à nossa realidade o tornam seres humanos únicos.<br />
A felicidade, o amor e o carinho que ele sabe transmitir – e não apenas para os parentes, mas para todos ao redor – são marcas especiais de muitos com a síndrome de down, e com ele isso não é diferente. Quem conhece um down de perto certamente tem boas memórias de convívio.</p>
<p>Rumo à faixa-preta, Pizão! Obrigado por tudo.</p>
<p>* André Monteiro, faixa-preta quarto grau e professor da academia A-Force BJJ Academy, foi entrevistado pelo editor Marcelo Dunlop.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-aprendi-com-meu-irmao-pi-instrutor-de-jiu-jitsu-e-portador-de-down-por-andre-monteiro/">O que aprendi com meu irmão Pi, instrutor de Jiu-Jitsu e portador de Down, por André Monteiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A primeira graduação à distância no Jiu-Jitsu a gente não esquece</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 14:10:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo em tempos de confinamento, percebi outro dia como o Jiu-Jitsu permanece com sua capacidade de nos alegrar e surpreender. Pela primeira vez em quase 15 anos como faixa-preta, mais de 30 de Jiu-Jitsu, fui graduado de uma maneira diferente – à distância, por meio de meu smartphone e redes sociais. Coisas do coronavírus, mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224289" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224289" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-1024x578.jpg" alt="" width="650" height="367" class="size-large wp-image-224289" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-1024x578.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-768x433.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-1536x867.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha-150x85.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/04/cobrinha.jpg 1910w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-224289" class="wp-caption-text">Faixa-preta e árbitro do UFC Osíris Maia com o pupilo e também faixa-preta Carlos Cobrinha. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Mesmo em tempos de confinamento, percebi outro dia como o Jiu-Jitsu permanece com sua capacidade de nos alegrar e surpreender. </p>
<p>Pela primeira vez em quase 15 anos como faixa-preta, mais de 30 de Jiu-Jitsu, fui graduado de uma maneira diferente – à distância, por meio de meu smartphone e redes sociais. Coisas do coronavírus, mas que me deram uma felicidade imensa, que dificilmente vou esquecer. A ideia partiu do professor e responsável pelo que sou hoje, e por eu conseguir viver da luta e do Jiu-Jitsu: meu mestre Osiris Maia. </p>
<p>Fui formado por faixas-pretas diretos de Carlson Gracie, todos campeões: Marcelo Alonso, Amaury Bitetti e Maurício Saddam. Entretanto, foi o Osiris Maia – também faixa-preta do Carlson, além de grão-mestre de muay thai pela equipe Naja e árbitro do UFC – quem me acompanhou em todas as graduações na minha academia Brazilian Fight, no Rio de Janeiro. Em 2006, a faixa-preta foi por ele amarrada em mim e também pelo meu companheiro Gabriel Willcox, outro personagem fundamental para que eu alcançasse o mérito.</p>
<p>Graças ao Osiris e a suas lições de Jiu-Jitsu, me atirei em competições, onde belisquei medalhas em todas as faixas, entre branca e preta, e depois me tornei instrutor e professor. Como jornalista nos canais GRACIEMAG, articulista no portal do UFC e em cargos de destaque no canal Combate, sempre procurei aplicar seus ensinamentos. </p>
<p>Jamais deixei os treinos de lado, mas fiquei anos sem me importar com os graus na faixa-preta, por interpretar que era algo importante apenas aos mestres e donos de academia. Mas, em Portugal, onde resido hoje e onde voltei às minhas raízes – como professor de Jiu-Jitsu e de novo como colaborador de GRACIEMAG – fui lembrado pelo Osiris de que minha faixa estava desatualizada, por assim dizer.</p>
<p>Mas, como conversei com ele, eu jamais me sentiria à vontade em aplicar os famosos esparadrapos na faixa sem um consentimento ou convite de um professor graduado.</p>
<p>Por isso tudo, o vídeo abaixo foi uma emoção diferente, e um alento. Ainda mais quando nos vemos a milhares de quilômetros da maioria dos amigos e família, trancados num apartamento em meio a uma pandemia mundial. </p>
<p>Relembrei partes importantes da minha vida, e de elementos que fazem tão legal essa relação de aluno e mestre, que é uma grande amizade no fim das contas. Pode parecer estranho, para muitos leitores, uma graduação à distância, eu sei. Mas receber um reconhecimento assim, de palavras e gestos, é sempre inspirador. Espero que seja para vocês também.</p>
<p>E fica a lição: o Jiu-Jitsu, de perto ou de longe, é sempre um sólido fundamento para nossas vidas. </p>
<p>Veja o vídeo da graduação, aqui: </p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/B_iVaRMps9Q/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma publicação compartilhada por Carlos Eduardo Ozório Cobra (@carloscobrinha)</a> em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-04-28T19:54:29+00:00">28 de Abr, 2020 às 12:54 PDT</time></p>
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</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Ator Márcio Garcia recebe a faixa-preta de Jiu-Jitsu: &#8220;É apenas o começo&#8221;</title>
		<link>https://www.graciemag.com/ator-marcio-garcia-recebe-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-e-apenas-o-comeco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ator-marcio-garcia-recebe-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-e-apenas-o-comeco</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 18:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos & Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ Marcio Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Catello Branco]]></category>
		<category><![CDATA[faixa-preta]]></category>
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		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[kimono]]></category>
		<category><![CDATA[persistência]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_220179" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/castello-marcio1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-220179" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/castello-marcio1.jpg" alt="" width="720" height="540" class="size-full wp-image-220179" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/castello-marcio1.jpg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/castello-marcio1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/12/castello-marcio1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><p id="caption-attachment-220179" class="wp-caption-text">Castello Branco ao ldo de Marcio Garcia, recém graduado à faixa-preta. Foto: Eduardo Ferreira</p></div>
<p>O faixa-preta é um faixa-branca que nunca desistiu. Essa máxima do Jiu-Jitsu se encaixa perfeitamente na longa jornada do ator e apresentador Márcio Garcia na arte suave. Após quase 30 anos de dedicação ao esporte, com um hiato de 15 anos sem praticar a arte por conta de seus compromissos na TV e por uma série de lesões, Márcio voltou aos tatames e foi recompensando no último domingo, dia 7 de dezembro, quando recebeu a tão almejada faixa-preta de Jiu-Jitsu das mãos do seu mestre Leonardo Castello Branco. </p>
<p>O ator, que ficou famoso por seu papel na novela “Caminho das Índias”, que foi ao ar na TV Globo em 2009, e por apresentar o programa dominical “Tamanho Família”, também na Rede Globo, falou sobre a emoção de conquistar a faixa-preta e das lições que aprendeu com o Jiu-Jitsu.</p>
<p>“Foi emocionante essa graduação&#8221;, disse Márcio. &#8220;Foram muitos anos treinando, mas também passei muito tempo parado. Deu aquela agonia no retorno, porque estava há mais de 15 anos sem treinar. É um pouco frustrante, porque muita coisa que estava no automático eu tive que reaprender. Mas o Léo, que é um mestre e um irmão, foi super paciente e fez um trabalho durante praticamente dois anos para que eu pudesse chegar até aqui. </p>
<p>&#8220;O mais interessante de todo esse processo é a coisa da persistência. Geralmente quem chega a faixa-preta faz todo o processo de forma contínua, e essa minha interrupção não foi fácil. Mas foi muito bom ter resgatado e ter conseguido levar para a minha família e para os meus amigos o que aprendemos dentro de uma academia de Jiu-Jitsu e que levamos para a vida toda. Lição de respeito, disciplina, hierarquia… Foi incrível! Hoje é um dia memorável. Agora, vamos em frente. Essa faixa não é o final, é apenas o começo.”</p>
<p>Formado pelo grande mestre Fernando Pinduka e campeão mundial de Jiu-Jitsu em 1999, Castello Branco foi o responsável pela graduação de Márcio Garcia à faixa-preta. Castello, que já formou centenas de faixas-pretas e treinou alguns dos mais respeitados lutadores da arte suave, foi um dos fundadores e líder da equipe Alliance, e posteriormente fundou e também liderou a equipe Brasa Jiu-Jitsu. O professor relembrou o início de seu ilustre aluno no esporte e o quanto foi especial amarrar a faixa-preta em sua cintura.</p>
<p>“O Márcio começou comigo quando eu tinha uma salinha no Largo do Machado&#8221;, relembrou Castello. &#8220;Ele rodou comigo por outras academias, pegou a azul, a roxa e a marrom. Aí ele deu uma parada. Ele estava morando mais distante, teve algumas lesões e tinha a questão do trabalho dele, então acabou dificultando um pouco. Ele parou por quase 15 anos. Foi uma satisfação ele me procurar há dois anos querendo voltar a treinar para chegar a faixa-preta. Na hora eu me coloquei a disposição, porque ele tem talento para o esporte e é um cara extremamente dedicado. Quando ele começa alguma coisa, ele vai até o fim. Então, foi uma enorme satisfação dar essa faixa-preta pra ele. Ele se dedicou bastante e sempre encaixava um horário para ter aula comigo. Estou muito feliz e sei que ele vai dar continuidade, porque é um cara que ama o esporte.”</p>
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<p></a> </p>
<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/B528RT8J3Gs/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Artista conta seu caminho até a faixa-preta depois de parar por 15 anos</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/graciemagoficial/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Gracie Magazine Brasil</a> (@graciemagoficial) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2019-12-09T16:32:42+00:00">9 de Dez, 2019 às 8:32 PST</time></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ator-marcio-garcia-recebe-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu-e-apenas-o-comeco/">Ator Márcio Garcia recebe a faixa-preta de Jiu-Jitsu: “É apenas o começo”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Confederação Brasileira de Judô estabelece medidas de igualdade entre mulheres e homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 17:50:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Regulamento Nacional de Eventos da Confederação Brasileira de Judô trouxe algumas novidades para 2019. Entre elas, a paridade na graduação mínima para homens e mulheres em todas as classes de idade e em todas as competições nacionais realizadas pela CBJ. Além disso, todos os eventos terão uma cota mínima de duas árbitras mulheres convocadas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203714" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203714" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg" alt="" width="640" height="421" class="size-full wp-image-203714" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-203714" class="wp-caption-text">Mudanças  visam a igualdade de gênero no judô e aumento da representatividade feminina no esporte. Foto: Divulgação<br /></p></div>
<p>O Regulamento Nacional de Eventos da Confederação Brasileira de Judô trouxe algumas novidades para 2019. Entre elas, a paridade na graduação mínima para homens e mulheres em todas as classes de idade e em todas as competições nacionais realizadas pela CBJ. Além disso, todos os eventos terão uma cota mínima de duas árbitras mulheres convocadas pela Coordenação Nacional de Arbitragem para atuar nas disputas nacionais.</p>
<p>As medidas fazem parte da política da CBJ de promoção da igualdade de gênero e de aumento da representatividade feminina no esporte, uma das principais agendas do Comitê Olímpico Internacional para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.</p>
<p>&#8220;Em 2018, nós tivemos a primeira disputa por equipes mistas formadas por homens e mulheres no Grand Prix Nacional de Clubes, seguindo o regulamento do Campeonato Mundial por Equipes Mistas e da nova prova que integrará o programa do judô nos Jogos de 2020&#8221;, lembra Matheus Theotônio, gestor técnico de eventos nacionais da CBJ. &#8220;Para 2019, estabelecemos a igualdade nas graduações mínimas de homens e mulheres e criamos a Comissão de Pesagem, que será formada por um técnico homem, uma técnica mulher, um árbitro homem e uma árbitra mulher. Além disso, teremos em todas as competições nacionais, pelo menos, duas árbitras mulheres atuando&#8221;, destaca.</p>
<p>A diferença na graduação mínima era o único aspecto que diferenciava o regulamento de competição de homens e mulheres no judô nacional. Até 2018, por exemplo, para participar do Campeonato Brasileiro Sênior de Judô, os homens precisavam ser, no mínimo, faixa roxa, enquanto as mulheres deveriam ser, no mínimo, faixa verde. A partir de 2019, a graduação mínima para os dois gêneros no Brasileiro Sênior será a faixa roxa. Veja aqui o regulamento completo.  </p>
<p>Os demais elementos de uma disputa no judô &#8211; tempo de luta, tamanho da área de competição, uniforme (judogi), quantidade de categorias, premiação, regras, pontuações &#8211; são iguais, tanto para homens, quanto para mulheres.</p>
<p>As conquistas e os avanços das mulheres no esporte são visíveis. Mas, o caminho no rumo da igualdade ainda é longo. Do total de atletas federados na CBJ (Zempo), por exemplo, 57.305 (75,04%) são homens e 19.063 atletas (24,96%) são mulheres. Entre os técnicos federados, 323 (14%) são mulheres contra 1.982 (86%) homens.   </p>
<p>No entanto, impulsionadas pelas conquistas e lutas de pioneiras da modalidade, como Rosicleia Campos, Solange Pessoa, Soraia André, Vânia Ishii, Monica Angelucci, Fabiane Hukuda, Edinanci Silva, Daniele Zangrando, Marilaine Ferranti, Ketleyn Quadros, Sarah Menezes, Mayra Aguiar, Rafaela Silva, entre tantas outras grandes judocas brasileiras, a tendência é que cada vez mais meninas sintam-se representadas nos tatames para mudar essa realidade desigual.</p>
<p>Em 2018, por exemplo, o número de meninas inscritas no Campeonato Brasileiro Sub-18 superou o número de meninos inscritos. A competição teve 190 inscrições nas categorias femininas e 188 nas masculinas. </p>
<p>No mesmo ano, a técnica Yuko Fujii assumiu o comando da seleção masculina do Brasil na preparação para os Jogos de Tóquio 2020. A japonesa tornou-se, portanto, a primeira mulher a treinar uma seleção principal masculina de judô no país e foi convidada para contar essa história no primeiro Congresso da Federação Internacional de Judô pela Promoção da Equidade de Gênero.  </p>
<p>A CBJ entende e reconhece a necessidade de fazer do Judô um esporte para todos e todas, promovendo a modalidade sem qualquer forma de discriminação, seja ela por classe social, religiosa, racial ou de gênero.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/confederacao-brasileira-de-judo-estabelece-medidas-de-igualdade-entre-mulheres-e-homens/">Confederação Brasileira de Judô estabelece medidas de igualdade entre mulheres e homens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: Conferência Halavanca consolida método de ensino e premia melhores do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 21:03:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A terceira edição da Conferência Halavanca, realizada no último final de semana, contou com mais de 300 participantes entre professores, alunos e equipe técnica que, conduzidos pelo hexacampeão mundial Helder &#8220;Bob Esponja&#8221; Medeiros, atualizaram seus conhecimentos na arte suave. Com a presença de participantes da Paraíba e de estados como o Rio de Janeiro e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212959" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212959" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato-1024x575.jpeg" alt="" width="650" height="365" class="size-large wp-image-212959" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato-1024x575.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato-300x169.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato-768x431.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato-150x84.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Graduação-do-segundo-grau-da-faixa-preta-de-Cara-de-Sapato.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-212959" class="wp-caption-text">Graduação do segundo grau da faixa-preta de Cara de Sapato. Foto: Divulgação</p></div>
<p>A terceira edição da Conferência Halavanca, realizada no último final de semana, contou com mais de 300 participantes entre professores, alunos e equipe técnica que, conduzidos pelo hexacampeão mundial Helder &#8220;Bob Esponja&#8221; Medeiros, atualizaram seus conhecimentos na arte suave.</p>
<p>Com a presença de participantes da Paraíba e de estados como o Rio de Janeiro e Pernambuco, a conferência contou ainda com convidados como o peso médio do UFC Antônio Carlos Cara de Sapato, premiado como destaque internacional entre os Melhores do Ano. Um curso teórico e prático foi ofertado aos professores, além do seminário incluindo graduação de alunos e a premiação reconhecendo os esforços de destaque na equipe.</p>
<div id="attachment_212960" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212960" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores-1024x683.jpeg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-212960" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores-1024x683.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores-150x100.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Curso-Teórico-Professores.jpeg 1224w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-212960" class="wp-caption-text">Curso teórico de professores. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Helder Medeiros, líder da equipe Halavanca, com vinte anos de experiência no tatame, é ainda técnico da seleção nacional jovem de Jiu-Jitsu dos Emirados Árabes. Ele ressalta a importância da conferência como estabelecimento de uma tradição para a equipe. “Esse evento tornou-se o maior do nosso time e um dos maiores do país. Apesar de ser uma equipe relativamente recente, estamos obtendo importantes conquistas como a consolidação do nosso método de ensino”, afirmou Hélder.</p>
<p>O criador da Halavanca BJJ enfatiza que a metodologia de ensino que ele desenvolveu vem se expandindo para o mundo inteiro. “Nossa metodologia vem sendo aplicada em vários países do mundo, como Austrália (Portal Jiu-jítsu) com o professor Davi Moreira, Kazhakistan com professor Jakson Bernardo, México com a professora Alma Violetacolo e com a criação de pólos na Suécia, para desbravarmos a Europa”, completou.</p>
<div id="attachment_212961" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212961" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards-1024x683.jpeg" alt="" width="650" height="434" class="size-large wp-image-212961" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards-1024x683.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards-150x100.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/12/Halavanca-Awards.jpeg 1224w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-212961" class="wp-caption-text">Prof. Helder Medeiros com as premiações do Havalanca Awards. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Em relação à premiação de Antônio Carlos Cara de Sapato ocorrida durante a conferência, Hélder elogia sua performance. “Não podemos esquecer do Antônio Cara de sapato que hoje é prova viva de eficiência desta metodologia de ensino que prioriza a excelência dos conceitos básicos do Jiu-Jitsu em sua essência que é a arte marcial, sendo hoje um dos maiores representantes do Jiu-Jitsu no UFC”, disse ele. O peso médio foi aluno de Hélder Medeiros, que o graduou faixa-preta.</p>
<p>Para Helder Medeiros, esse é um grande momento, principalmente com a expansão do esporte na Paraíba através de ações como um projeto de extensão que vem sendo realizado pela UEPB, bem como da iniciativa de implantação do Jiu-Jitsu como disciplina obrigatória em escolas no município de Barra de São Miguel a partir do próximo ano, para a faixa etária dos 6 aos 14 anos. “Nossa metodologia tem a preocupação não só com a excelência técnica de seus atletas, mas acima de tudo com a excelência do indivíduo e sua evolução como ser humano. Jiu-Jitsu é comprovadamente ferramenta de construção e educação e vemos nosso projeto-piloto que se tornou pioneiro no mundo em Abu Dhabi, servindo de modelo para todo o Brasil”, concluiu.</p>
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<p>Confira a lista dos premiados como Melhores do Ano:</p>
<p>Melhores do Ano 2018</p>
<p>Colaboradores Halavanca</p>
<p>Sensei Pinheiro</p>
<p>Colaboradores Halavanca</p>
<p>Oscar Júnior</p>
<p>Revelação Masculino</p>
<p>Antônio Batista</p>
<p>Revelação Feminino</p>
<p>Bruna Mariana</p>
<p>Destaque Kids</p>
<p>Victor Gabriel</p>
<p>Destaque Master</p>
<p>Michel Laureano</p>
<p>Destaque Internacional</p>
<p>Antônio Carlos Júnior</p>
<p>Atleta do Ano</p>
<p>João Luiz</p>
<p>Professor do Ano</p>
<p>Carlos Augusto</p>
<p>Academia do Ano</p>
<p>Vibe Academia</p>
<p>Prêmio Renato Silva</p>
<p>Francisco de Assis</p>
<p>Pedra Angular</p>
<p>Adriano Gomes</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-conferencia-halavanca-consolida-metodo-de-ensino-e-premia-melhores-do-ano/">Jiu-Jitsu: Conferência Halavanca consolida método de ensino e premia melhores do ano</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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