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	<title>George Foreman | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>George Foreman | Graciemag</title>
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		<title>O treino de ladeira e gás de Muhammad Ali</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 16:47:44 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_236781" style="width: 1191px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236781" class="wp-image-236781 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG.jpg" alt="Ali durante corridinha no Zaire, às vésperas do duelo contra George Foreman. Foto: Arquivos GRACIEMAG" width="1181" height="869" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG.jpg 1181w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG-300x221.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG-1024x753.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG-768x565.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/04/Ali-no-Zaire-Arquivos-GRACIEMAG-150x110.jpg 150w" sizes="(max-width: 1181px) 100vw, 1181px" /><p id="caption-attachment-236781" class="wp-caption-text">Ali durante corridinha no Zaire, hoje República do Congo, em 1974, às vésperas do duelo contra George Foreman. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Ao contrário da ampla maioria dos campeões, Muhammad Ali não era de dormir muito.</p>
<p>O peso pesado mais cultuado da história do boxe costumava descansar no máximo seis horas por noite. Pulava da cama, exercitava-se de manhã cedinho e compensava o cansaço com cochilos ao longo do dia.</p>
<p>Foi assim que, no Zaire, a poucos dias de seu combate mais famoso, Ali foi se deitar às nove da noite e pôs o alarme para as três da madrugada. Ainda com um sono violento, saiu de seu bangalô em Nsele e foi dar sua corridinha matinal, com amigos, seguranças e jornalistas.</p>
<p>O treininho para turbinar seu gás foi testemunhado pelo escritor Norman Mailer, que o relatou em detalhes no clássico “A luta”, livro lançado em 1975.</p>
<p>Mailer estava desconfiado, pois a corridinha de Ali, então com 32 anos, pareceu muito leve para quem enfrentaria, dali a quatro noites, o todo poderoso campeão George Foreman, na gloriosa noite de 30 de outubro de 1974.</p>
<p>Mas o desafiante ao título sabia o que estava fazendo.</p>
<p>O treino do <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Ali" target="_blank" rel="noopener">saudoso lutador americano (56v, 5d)</a>, falecido em 2016, começou com um trote leve ao som do coaxar dos sapos. Ali e sua trupe foram cruzando a vila onde ele ficou hospedado, próxima a uma floresta e um rio. Por ali ainda havia um jardim zoológico onde rugiu um leão cheio de sono, incomodado talvez com a presença dos forasteiros. Atento ao caminho, o lendário pugilista alternava entre o piso duro das ruas e o gramado no entorno.</p>
<p>A corrida de preparação para a disputa do cinturão dos pesados durou cerca de quatro quilômetros, com um ritmo leve por dois e meio. Na parte final do treino, Ali se dirigiu a uma subida, e fez uma corrida ladeira acima por cerca de um quilômetro e meio. Nessa hora, o cinquentão Mailer, que jantara e bebera num cassino, não aguentou, bufou e parou.</p>
<p>O trecho final da corrida de Ali envolveu tiros e ritmo acelerado no declive. Norman Mailer narra que o astro “disparara ladeira acima no último trecho, dando socos no ar, correndo de costas, depois de frente à toda outra vez.”</p>
<p>Ao retornar, o campeão olímpico em Roma-1960 deitou-se exaurido em frente à casa, quando se revigorou com uma bela garrafa de suco de laranja.</p>
<p>“Essas corridas me esgotam mais do que qualquer coisa que jamais senti no ringue. É pior até do que o 15º assalto, e não tem nada pior do que isso”, refletiu Ali, enquanto o sol surgia no Zaire às quatro da manhã.</p>
<p>Muhammad Ali então filosofou, e Mailer anotou: “Vou ganhar um milhão e 300 mil dólares por esta luta. Mas daria um milhão de dólares de bom grado se pudesse simplesmente comprar minha condição física atual sem todo trabalho duro”.</p>
<p>Quer ganhar gás como Ali? Monte seu treino e inclua piques com trotes antes, com uma subida inclinada ou escadaria. Converse com seu treinador ou com um preparador físico capacitado, encontre uma ladeira desafiadora perto de você e pulmões à obra. Oss!</p>
<p><iframe title="Muhammad Ali vs George Foreman &quot;Legendary Night&quot; Highlights HD  ElTerribleProduction" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/M22nWSzyccE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-treino-de-ladeira-e-gas-de-muhammad-ali/">O treino de ladeira e gás de Muhammad Ali</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:42:41 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234248" style="width: 2570px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234248" class="size-full wp-image-234248" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1872" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-300x219.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1024x749.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-768x562.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1536x1123.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-2048x1497.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-150x110.jpg 150w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><p id="caption-attachment-234248" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>O jornalista <a href="https://www.instagram.com/eduardoohata/">Eduardo Ohata</a>, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico <a href="https://www.instagram.com/muhammadali/">Muhammad Ali</a> (1942-2016). O artigo de Ohata celebrou o legado do campeão mundial e olímpico dos pesos pesados, falecido há cinco anos, em 3 de junho de 2016.</p>
<p>Era o ano 2000 e o repórter foi cobrir a luta entre Oscar de la Hoya e Shane Mosley, no Staples Center de Los Angeles. Deu de cara com Muhammad Ali, cercado por sua família nas primeiras filas. “Comecei a me aproximar para pedir autógrafo numa luva de boxe, mas fui barrado por uma das filhas. Não escondi meu desapontamento e começava a me afastar, quando Ali fez um gesto com a mão. Olhei para sua filha, que, desta vez, abriu caminho. Ali pôs a mão no bolso, retirou uma espécie de ‘santinho’ islâmico e o entregou para mim; ao examiná-lo, vi que estava autografado. Ali me encarou muito de perto e fixamente, por cerca de 15 segundos, e esboçou um sorriso. Não tive outra reação a não ser ficar boquiaberto.”</p>
<p>Ohata então guardou seu pequeno tesouro dentro de uma enciclopédia, na casa dos pais em São Paulo. Parecia o mais seguro dos locais. Até que um dia… Eduardo foi visitar a mãe e descobriu que, sem imaginar o que continha, ela havia doado a enciclopédia. O repórter ficou primeiramente desolado, depois furibundo. Mas refletiu: “O que Ali teria feito?”. Conectado a uma paz interior e uma força mental dos mais notáveis campeões, Ohata surpreendeu com sua reação: “Decidi nada dizer, evitar discussões e não deixar aborrecida quem tanto já havia feito (e faz) por mim.” E guardou a história para ele até este ano, quando a contou no jornal.</p>
<p>Ali, o nocauteador que “flutuava como uma borboleta e ferroava como uma abelha”, marcou não apenas admiradores no Brasil, mas também alguns de seus mais temidos rivais:</p>
<p>“Ele foi o maior boxeador, o maior atleta de todos os tempos?”, questionou <a href="https://www.instagram.com/biggeorgeforeman/">George Foreman</a>, seu rival no Zaire em 1973, em entrevista a Ohata. “Não, ele foi muito mais. É uma piada reduzir Ali a isso. Ele era muito grande para o limitarmos ao mundo esportivo; pensar assim nos faz subestimar a sua missão. Ali possuía tantas qualidades que faziam da Terra um planeta melhor. Muhammad almejava que o mundo fosse um lugar melhor e acreditava que sua personalidade poderia ajudar nisso. Infelizmente, o mundo perdeu o significado de sua mensagem – todos sabem que ele se sacrificou por seus princípios, mas não têm ideia de quais eram.”</p>
<p>O legado de Ali, como lembra o colega, era de tolerância, não de divisão. “Alguns dos melhores momentos da minha vida foram quando estive com o campeão, a melhor pessoa que conheci. Ele nos mantinha sorridentes. Qualquer um pode ser um grande atleta ou um grande boxeador; mas seria preciso um milagre para surgir um novo Muhammad Ali”, concluiu Foreman.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tbt-o-legado-de-muhammad-ali-e-a-enciclopedia-perdida/">TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições e o legado de Muhammad Ali x George Foreman 40 anos depois</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 17:12:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos 40 anos, os mitos Muhammad Ali e George Foreman escreviam uma parte importantíssima da história do esporte, especialmente do mundo das lutas. No evento &#8220;Rumble in the Jungle&#8221;, no Zaire, um desacreditado Ali nocauteou o favorito Foreman diante de um imenso público presente na arena. Nenhum dos dois foi o mesmo após o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos 40 anos, os mitos Muhammad Ali e George Foreman escreviam uma parte importantíssima da história do esporte, especialmente do mundo das lutas. No evento &#8220;Rumble in the Jungle&#8221;, no Zaire, um desacreditado Ali nocauteou o favorito Foreman diante de um imenso público presente na arena.</p>
<p>Nenhum dos dois foi o mesmo após o lendário duelo no continente africano. Ambos os atletas seguem reverenciados nos dias atuais. O livro &#8220;A luta&#8221;, de Norman Mailer, é ainda hoje uma das maiores referências em reportagens esportivas em todos os tempos.</p>
<p>Relembre a luta, e aproveite, leitor praticante de Jiu-Jitsu, para capturar lições de garra, mente forte e perseverança no duelo explosivo.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/i9tQsbHaYn8" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-e-o-legado-de-muhammad-ali-x-george-foreman-40-anos-depois/">As lições e o legado de Muhammad Ali x George Foreman 40 anos depois</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ali vs. Foreman: sometimes teasing the opponent works</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jul 2013 22:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Anderson Silva was caught with a left hand to his chin last Saturday night. The Spider was once again using his well known strategy of teasing the opponent to get inside his head and then strike. It worked many times before, like the famous rematch with Rich Franklin. It did not work with Chris Weidman.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Anderson Silva was caught with a left hand to his chin last Saturday night.</p>
<p>The Spider was once again using his well known strategy of teasing the opponent to get inside his head and then strike.</p>
<p>It worked many times before, like the famous rematch with Rich Franklin.</p>
<p>It did not work with Chris Weidman.</p>
<p>Looking back, many fighters have adopted this strategy before and many had success doing it.</p>
<p>The video below is a great example of that.</p>
<p>On October 30, 1974, challenger Muhammad Ali faced world champion and undefeated George Foreman, in Kinshasa, Zaire.</p>
<p>The Rumble in the Jungle, as the bout was called, was a great display of how it&#8217;s possible to bring the opponent to your game and beat him while doing that.</p>
<p>Watch this amazing video with the highlights of that historical night.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/bVseoF1-p3M" frameborder="0" width="940" height="705"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ali-vs-foreman-sometimes-teasing-the-opponent-works/">Ali vs. Foreman: sometimes teasing the opponent works</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 momentos no Boxe e no Judô em tributo às Olimpíadas‏</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 17:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, a partir das 17h (de Brasília), acontece a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres. Serão 17 dias de disputas em 29 modalidades, na competição que é chamada de maior espetáculo esportivo da terra. Para esquentar as turbinas, o GRACIEMAG.com pescou cinco momentos no boxe e no judô. Do saudoso Teofilo Stevenson em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.graciemag.com/pt/2012/07/5-momentos-no-boxe-e-no-judo-em-tributo-as-olimpiadas%e2%80%8f/th_-london_olympics_2012_logo/" rel="attachment wp-att-70242"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-70242" title="th_-london_olympics_2012_logo" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/07/th_-london_olympics_2012_logo.jpg" alt="" width="600" height="371" /></a></p>
<p>Hoje, a partir das 17h (de Brasília), acontece a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres. Serão 17 dias de disputas em 29 modalidades, na competição que é chamada de maior espetáculo esportivo da terra. Para esquentar as turbinas, o GRACIEMAG.com pescou cinco momentos no boxe e no judô. Do saudoso Teofilo Stevenson em Moscou a Rogério Sampaio em Barcelona, lembre alguns dos grandes momentos na nobre arte e no caminho suave.</p>
<p>1. Teofilo Stevenson vs Grzegorz Skrzecs &#8211; Moscou 1980</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Teofilo Stevenson vs Grzegorz Skrzecz + 81 kg 1/4 Finals Olympic Games 1980 Moscow" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/1q40VOx7dzE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2. Rogério Sampaio vs József Csák &#8211; Barcelona 1992</p>
<p><iframe loading="lazy" title="final da olimpiada de 92" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/cMuKdxW5l20?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>3. George Foreman vs Jonas Cepulis &#8211; México 1968</p>
<p><iframe loading="lazy" title="George Foreman -vs- Ionas Chepulis [Final JJ.OO. Mexico&#039;68 Peso Pesado]" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/zOEEwC2trBE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>4. Aurélio MIguel &#8211; Seul 1988</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=BWHoJyNc_Bw</p>
<p>5. Oscar de La Hoya vs Adilson Rosa &#8211; Barcelona 1992 1ª parte</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Adilson Rosa vs Oscar de la Hoya 1/2 Olimpiadas Barcelona 1992" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/QDYKpOQ93QE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>6. Oscar de La Hoya vs Adilson Rosa &#8211; Barcelona 1992 2ª parte</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Adilson Rosa vs Oscar de la Hoya 2/2 Olimpiadas Barcelona 1992" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/dVgtcfG9sSY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O jornalista que presenciou &#8220;duas lutas do século&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 18:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[boxe]]></category>
		<category><![CDATA[George Foreman]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Mendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falecido no fim do mês passado, o jornalista gaúcho Luiz Mendes (1924-2011) foi lembrado por toda a imprensa brasileira pelos serviços prestados ao futebol. Mas o comentarista também foi ligado às lutas, nos áureos tempos. Luiz Mendes esteve presente na clássica batalha de Jiu-Jitsu entre Helio Gracie e Masahiko Kimura, no Maracanã, cobrindo o evento&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48894" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-48894" class="size-full wp-image-48894" title="luizmendesgarotinho" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/11/luizmendesgarotinho.jpg" alt="" width="800" height="600" /><p id="caption-attachment-48894" class="wp-caption-text">Luiz Mendes com o locutor José Carlos Araujo. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Falecido no fim do mês passado, o jornalista gaúcho Luiz Mendes (1924-2011) foi lembrado por toda a imprensa brasileira pelos serviços prestados ao futebol. Mas o comentarista também foi ligado às lutas, nos áureos tempos.</p>
<p>Luiz Mendes esteve presente na clássica batalha de Jiu-Jitsu entre Helio Gracie e Masahiko Kimura, no Maracanã, cobrindo o evento pela Rádio Globo. E foi até o Zaire narrar a luta de boxe entre o desafiante Muhammad Ali contra o campeão George Foreman, como a GRACIEMAG contou em outubro de 2004, sete anos antes do falecimento do jornalista.</p>
<p>&#8220;Foi uma luta tremendamente parelha, mas em que o Ali foi muito superior tecnicamente e ganhou de forma indiscutível, ficando assim com o título mundial. O povo do Zaire estava eufórico, porém não dividido, pois havia mais torcida para o Ali do que para o Foreman&#8221;, lembrou Mendes, que chegou a comandar um programa de boxe nos anos 1970 na TV Rio, o &#8220;TV Rio Ringue&#8221;, com a participação de Léo Batista.</p>
<p>&#8220;Quando voltei ao Brasil, encontrei o povo aqui elogiando muito o novo campeão. Naquela época o interesse dos brasileiros pelo boxe era muito grande. Torci intimamente pelo Ali, por simpatia&#8221;, disse o hoje saudoso &#8220;Palavra Fácil&#8221;.</p>
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		<title>The journalist who witnessed two “fights of the century”</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 20:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boxing]]></category>
		<category><![CDATA[George Foreman]]></category>
		<category><![CDATA[Helio Gracie]]></category>
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		<category><![CDATA[Masahiko Kimura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Having passed away last last month, journalist Luiz Mendes (1924-2011) was remembered by the entire Brazilian press for his service to soccer. But as a commentator he also dealt with fighting, way back when. Luiz Mendes witnessed the epic Jiu-Jitsu battle between Helio Gracie and Masahiko Kimura in the Maracanã stadium, covering the event for&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48894-2" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-48894-2" class="size-full wp-image-48894" title="luizmendesgarotinho" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/11/luizmendesgarotinho.jpg" alt="" width="800" height="600" /><p id="caption-attachment-48894-2" class="wp-caption-text">Luiz Mendes with anchorman José Carlos Araujo / Publicity photo</p></div>
<p>Having passed away last last month, journalist Luiz Mendes (1924-2011) was remembered by the entire Brazilian press for his service to soccer. But as a commentator he also dealt with fighting, way back when.</p>
<p>Luiz Mendes witnessed the epic Jiu-Jitsu battle between Helio Gracie and Masahiko Kimura in the Maracanã stadium, covering the event for Rádio Globo radio station. He also went all the way to Zaire to commentate in coverage of the boxing bout between then world champion George Foreman and challenger Muhammad Ali, as GRACIEMAG recounted in October 2004, seven years before the journalist&#8217;s death.</p>
<p>“It was a very evenly matched bout, but one where Ali was technically superior and that he clearly won, thus taking the world title. The people of Zaire were euphoric but not partisan, as more of them were cheering for Ali than for Foreman,” recalled Mendes, who went on to anchor a show on boxing for TV Rio network in the 1970s, called “TV Rio Ringue,” on which Léo Batista participated.</p>
<p>“When I got back to Brazil, I found the people here heaping praise on the new champion. At that time Brazilians were very interested in boxing. I personally cheered for Ali, out of sympathy,” said the late writer.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-journalist-who-witnessed-two-fights-of-the-century/">The journalist who witnessed two “fights of the century”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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