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	<title>Garra | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>10 lições de vida e de Jiu-Jitsu do ídolo Ricardo Arona</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 10:57:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2000, recém promovido da faixa-roxa para a faixa-marrom, Ricardo Arona despontou como estrela da célebre academia Carlson Gracie. Dono de um olhar frio e um coração quente, o jovem niteroiense de 21 anos se embolava sem medo com os faixas-pretas do time, e assim foi moldando sua gana e afiando suas garras. Certo dia,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201720" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201720" class="size-large wp-image-201720" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg" alt="Ricardo Arona faz guarda, durante o ADCC 2001. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG" width="650" height="430" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-1024x678.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-768x508.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla-150x99.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Ricardo-Arona-no-ADCC-por-Luca-Atalla.jpg 1429w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-201720" class="wp-caption-text">Ricardo Arona faz guarda em duelo no ADCC. Foto: Luca Atalla/GRACIEMAG</p></div>
<p>Em 2000, recém promovido da faixa-roxa para a faixa-marrom, Ricardo Arona despontou como estrela da célebre academia Carlson Gracie.</p>
<p>Dono de um olhar frio e um coração quente, o jovem niteroiense de 21 anos se embolava sem medo com os faixas-pretas do time, e assim foi moldando sua gana e afiando suas garras.</p>
<p>Certo dia, foi marcada uma seletiva interna para apontar quem representaria a academia no ADCC 2000, em Abu Dhabi. O jovem faixa-marrom foi vencendo os bichos-papões com quedas pouco usuais e um jogo muito explosivo, calcado nos treinos em Itacoatiara, praia de Niterói, onde Arona treinava em dois percursos: um de explosão, numa subida reta, e outro de resistência, um caminho mais longo e sinuoso até o topo de um costão.</p>
<p>“Na final, me vi frente a frente com o Amaury Bitetti, que era meu ídolo. Consegui esgrimar e desequilibrá-lo com muito esforço, e quando vi que ia arremessá-lo de costas no chão, eu me segurei e o pus no chão cheio de respeito”, recordou Arona certa vez, para a reportagem de GRACIEMAG.</p>
<p>No ADCC 2000, Arona não respeitou ninguém, e derrubou astros consagrados como Tito Ortiz e Jeff Monson para faturar seu primeiro grande título relevante na carreira.</p>
<p>A seguir, destacamos algumas das principais lições de Arona para você desenvolver seu espírito de lutador e também lutar com olhos de tigre.</p>
<p><strong>1.</strong> “O lutador completo é o que tem a mente e o corpo preparados.”</p>
<p><strong>2.</strong> “Sempre busquei o contato com a natureza, subir montanha, nadar no mar, pegar onda. Itacoatiara, onde moro, é um lugar bem nativo, mexe com a minha essência de lutador. Gosto de estar sozinho com a natureza, isso mexe com o meu lado guerreiro.”</p>
<p><strong>3.</strong> “Gosto de me sentir um tigre sozinho na mata. Quando subo no ringue para lutar, me sinto como o mais forte dos felinos: solitário, caçador, pronto para matar ou morrer. Meu instinto diz que eu não posso ter medo de um lutador do meu peso.”</p>
<p><strong>4.</strong> “A cabeça é de fato o grande diferencial entre os lutadores. Você pode estar bem preparado fisicamente, mas se a cabeça não estiver numa boa são grandes as chances de derrota.”</p>
<p><strong>5.</strong> “Sempre tive lutas difíceis na minha vida. Aprendi a oxigenar bem o corpo nos momentos complicados. Nas situações mais críticas, no aperto, você não pode perder o controle. Tem de respirar e concentrar toda sua energia para sair do sufoco, de uma vez só – pois pode ser sua última oportunidade na luta. É tudo psicológico. Você tem de entrar à vontade sempre, e permanecer assim na hora de explodir e contra-atacar.”</p>
<p><strong>6.</strong> “Com 14 anos, comecei a treinar muito Jiu-Jitsu. Aos 15, já fazia muita taparia, treinos de defesa pessoal e vale-tudo na academia. Com isso perdi o medo. Quando o cara me encara, eu não tremo. Gosto da adrenalina. Pode ser qualquer um, que eu não temo ninguém. Eu só ando para a frente. Não ando para trás de jeito nenhum.”</p>
<p><strong>7.</strong> “Gosto de lutar contra caras mais fortes, vejo apenas como mais um desafio na vida – e eu gosto do desafio, quanto maior, melhor.”</p>
<p><iframe title="Ricardo Arona visita à academia Carlson Gracie" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/KUjoHzskdsU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>8.</strong> “Quando vou lutar, o espírito de guerreiro me domina. Nesse instante, se você pegar uma faca e me cortar, eu não sinto nada, de tanta adrenalina. Já quebrei duas costelas, tomei chute na cara e continuei indo para cima.”</p>
<p><strong>9.</strong> “Quem não tem uma essência forte, não se torna um vencedor num esporte duro como o nosso.”</p>
<p><strong>10.</strong> “No fim, meu mantra ao lutar é este: não posso sentir cansaço, não posso sentir dor.”</p>
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		<title>Como ligar o turbo e entrar no &#8220;modo competidor&#8221; no Jiu-Jitsu, com André Galvão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2018 17:46:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Astro do Jiu-Jitsu, com títulos nos maiores torneio do mundo, André Galvão se tornou sinônimo de raça e sucesso nos tatames, com ou sem kimono. Em entrevista para a revista GRACIEMAG, após mais uma conquista no ADCC, o líder da Atos relembrou as emoções de disputar o título do evento na Finlândia, em 2017, contra&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141966" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2628-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141966" class="size-full wp-image-141966" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2628-1.jpg" alt="Andre Galvão" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2628-1.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2628-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2628-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-141966" class="wp-caption-text">Andre Galvão em ação no ADCC. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Astro do Jiu-Jitsu, com títulos nos maiores torneio do mundo, André Galvão se tornou sinônimo de raça e sucesso nos tatames, com ou sem kimono.</p>
<p>Em entrevista para a revista GRACIEMAG, após mais uma conquista no ADCC, o líder da Atos relembrou as emoções de disputar o título do evento na Finlândia, em 2017, contra o amigo de infância e companheiro de equipe Cláudio Calasans, além de detalhar seu ritmo de treinos, preparação, e como faz para ativar o &#8220;modo competidor&#8221; que já rendeu tantas vitórias.</p>
<p>Confira na reportagem de Marcelo Dunlop, para o Bate-Pronto da GRACIEMAG.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você foi campeão absoluto no ADCC Inglaterra, em 2011, quando venceu Rousimar Toquinho, Pablo Popovitch e outras feras. Dois anos depois, credenciado para a superluta do evento, finalizou o Bráulio Estima no ADCC China. Em 2015, catou as costas de Roberto Cyborg no ADCC em São Paulo. Teria sido sua superluta com Claudio Calasans no ADCC Finlândia, agora em setembro, a mais difícil de toda volta ao mundo?</strong></p>
<p><strong>ANDRÉ GALVÃO:</strong> Acho que sim. Eu e o Juninho (é assim que eu chamo o Calasans) já sabíamos desde 2015 que nos enfrentaríamos. Ele participa de todos os camps aqui no quartel-general da Atos em San Diego desde 2011. A gente sempre treina junto. Ele chegou a fazer o camp do Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF de 2016 aqui com a gente também. Foi o último treino que demos juntos. Quando o ano de 2017 chegou, a gente precisou dar aquela “afastada” um do outro. Começamos a nos concentrar nesta superluta, que era o objetivo principal de ambos para o ano. Eu sabia que ele queria muito esse título, e respeitei isso o tempo todo. Na verdade sempre nos respeitamos muito, nossa amizade é muito saudável e essa luta não podia mudar isso. Pusemos então os laços de amizade de lado e fomos em busca do nosso sonho. Fizemos tudo muito profissionalmente, e está tudo certo. Com respeito acima de tudo, não tinha como dar errado.</p>
<p><strong>Como se prepara para uma luta específica por dois anos? Você ficou ansioso, passou meses estudando mais ainda o jogo dele?</strong></p>
<p>Mesmo que já soubéssemos dessa luta desde o fim do ADCC 2015, é preciso dar um passo de cada vez. Ninguém aguenta focar quando há 24 meses de espera, é um período longo e há outras missões a cumprir – durante esse tempo muitas coisas podem acontecer. Durante esse período eu venci dois títulos mundiais da IBJJF, em 2016 e 2017, além de precisar trabalhar para elevar minha equipe ao primeiro lugar no Pan-Americano e no Mundial deste ano. Mas sempre mantenho o foco nas lutas por vir. Ainda por cima fiz uma cirurgia de menisco no ano passado, em agosto. Então é uma maratona até a hora da luta. Teve todo um planejamento, mas não dá para ficar preso a uma luta que só vai rolar em dois anos. Existe um planejamento, mas este é iniciado com muita precisão cerca de nove semanas antes do combate.</p>
<p><strong>Vamos lembrar sua trajetória nas superlutas. Bráulio, Cyborg e Calasans têm jogos totalmente diferentes, mas você foi lá e pegou as costas dos três. Dos quatro se ainda contarmos o Toquinho na final do peso do ADCC 2011, foto que inclusive foi capa de GRACIEMAG naquele ano…</strong></p>
<p>Verdade. Todos ali têm características bem diferentes. Na verdade cada luta é uma luta diferente, mas eu preciso manter o meu Jiu-Jitsu. Não penso em mudar o meu estilo, eu simplesmente estudo o adversário e trabalho em cima das características do Jiu-Jitsu dele. E o trabalho em equipe faz toda diferença nos treinos. O que tirei das outras lutas para esta superluta com o Juninho foi a experiência ganha a cada duelo. O meu estilo é esse, e cada dia estou me sentindo melhor indo para as costas. Como vocês acompanham, eu sempre buscava catar as costas desde a faixa-branca. Se vocês olharem aí nos arquivos de GRACIEMAG no Mundial 2003, quando venci o absoluto roxa, vão ver que a pegada de costas vem desde sempre (risos)!</p>
<p><strong>O Jiu-Jitsu sem kimono e a luta agarrada têm evoluído tão rápido quanto o Jiu-Jitsu de pano?</strong></p>
<p>Sim, muita coisa anda mudando, o Jiu-Jitsu em geral está mudando de forma acelerada. Creio que, apesar de ser uma arte milenar, o esporte com as regras atuais é bem novo ainda, o primeiro Mundial foi em 1996, o primeiro ADCC em 1998… Estamos vivendo uma fase de evolução com certeza. A evolução com kimono é mais perceptível e comentada pois existem campeonatos mundiais todos os anos. Já a evolução do ADCC vai de dois em dois anos, e também existe. Percebo uma mudança grande na parte das quedas, nos ataques de perna, chaves de calcanhar e leglocks. No ADCC 2011 eu investi muito no wrestling, e acho que muita gente percebeu que era preciso dar importância às quedas para vencer lá. Outro aspecto que evoluiu foi a capacidade física dos lutadores. Hoje existem mais metodologias de treino, de preparação física, se comparado ao ADCC 2003 foi um salto enorme.</p>
<p><strong>A revista deste mês fala de hábitos vencedores. Qual é a sua rotina em dias de competição?</strong></p>
<p>No dia da luta eu procuro entrar no foco total, e nada tira minha atenção. Procuro me motivar comigo mesmo, pensando em tudo que passei para chegar até ali. E aí vem a transformação Galvão para Gorila! E vem cedo, assim que eu acordo. Procuro me manter não somente motivado, vou um pouco além: o sentimento é o de ficar muito feliz com o momento, e com tudo ao redor. Várias coisas podem acontecer durante o dia para tirar o meu foco, mas me preparo mentalmente para que nada tire minha atenção do alvo. Também procuro pensar nas promessas que Deus fez para mim através de sua Palavra. Isso me motiva muito, e me dá muita confiança! Por fim, tomo um bom café da manhã e descanso até a hora da luta, que isso é importantíssimo. E aí, quando a hora do show chega&#8230;é gorilar até o fim da luta! (Risos).</p>
<p><strong>Como foi quando você se viu cara a cara com o Calasans?</strong></p>
<p>Eles me chamaram primeiro, e eu entrei. Depois veio ele. Aí ele tirou o agasalho, e quando eu olhei para ele, pensei: “Caraca, vou lutar com esse gorila branco, BORAAA!” (Risos). Começou o combate e busquei sentir a luta de início, procurei ler a forma corporal dele para saber o que se passava na cabeça dele. Comecei a imprimir o ritmo e senti que nos primeiros quatro minutos ele começou a ficar um pouco cansado, talvez pela pressão psicológica, ou pelo fator fisiológico mesmo. Mantive então o ritmo, derrubei quando ainda não valia ponto, para sentir mesmo. Depois, quando começou a valer ponto, aumentei o meu ritmo gradativamente. O tempo foi passando e fui melhorando, e ele se desgastando. Até a hora que tive a oportunidade de pegar as costas. Tentei finalizar mas acho que poderia ter ajustado melhor os encaixes do mata-leão e também do katagatame, na hora em que montei. Ficamos em pé novamente e continuei imprimindo o meu ritmo o tempo todo – nisso faltavam três minutos e a luta já estava 14 a 0 para mim. Quando o último minuto chegou, comecei a acelerar mais. Nesta hora começamos a falar um com o outro e não quero dividir isso aqui, pois não me lembro muito bem o que foi dito, não quero falar aqui algo que não falamos ou acrescentar algo por falha de memória. Mas a gente apenas conversou. Depois tudo acabou! Venci e comemorei muito. Depois de tudo, quando já estávamos indo embora, nos falamos no estacionamento, e tudo ficou bem.</p>
<p><strong>Algum recado para o Calasans, agora que a emoção passou?</strong></p>
<p>Cara, o Juninho é um cara que eu amo, para quem eu sempre desejo o melhor, pois sei muito bem o quanto ele é guerreiro e trabalhador. É um verdadeiro atleta e grande exemplo de campeão. Ele talvez seja o campeão mais humilde que já conheci até hoje!</p>
<p><strong>E o domingo do ADCC, como foi? Você ficou só assistindo e torcendo, estilo imperador da parada no Coliseu. O que aprendeu?</strong></p>
<p>Pois é, vi a rapaziada se matando (risos). O domingo é sensacional, pois você consegue ver a condição de todos os grandes guerreiros do campeonato até as finais. Eu estava bem confiante nos meus alunos, pois treinamos bastante. O Keenan Cornelius, por exemplo, que foi vice no peso até 88kg, tem um Jiu-Jitsu muito especial. Ele é tipo um software que está toda hora se atualizando. É tudo muito moderno e calculista, e bonito de ver. Pelo que assisti lá na Finlândia, achei que muitos caras dessa nova safra do Jiu-Jitsu tem trazido um jogo para frente e inteligente. A inteligência vem pelo excesso de informação que eles têm nos dias atuais, com o acesso fácil pela internet, vídeos, livros, google etc. Isso deixa os atletas mais estudados, com a capacidade de absorção e de aprendizado muito mais rápida do que em épocas anteriores.</p>
<p><strong>Falamos de preparação física, e vimos que muitos lutadores chegaram exauridos no fim do torneio. Com esse lance do absoluto vir depois, o ADCC é o “ironman triatlo” do Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Creio que quem está mais bem preparado vence, não tem esse lance de sorte mesmo não, mas o evento não é tão mais desgastante que outros de pano. Não tem esse negócio de “iron man”, só que de fato é um outro tipo de luta. O que muda mesmo é o fato de não ter o pano para controlar os rivais. Se você analisar, os que estavam mais preparados e focados nas regras do ADCC venceram. O Gordon Ryan e o Felipe Pena eram mesmo os mais bem preparados ali. Foram os caras que tiveram foco no treinamento. Não vi nenhum dos dois competindo próximo do ADCC. O Felipe lutou o Mundial e depois ficou só sem o pano. O Gordon focou dois anos para estar ali, e sempre mencionava o ADCC durante as entrevistas. Eles foram os caras que não mostraram sinal de fadiga, que não ficaram perdidos com a regra, por isso chegaram à final mais importante da competição. Tudo é foco, e saber o que é a sua prioridade. Achei que vários atletas ali, inclusive atletas renomados no mundo do Jiu-Jitsu que não estavam com foco 100% no ADCC, ficaram cansados ou perdidos nas regras durante o evento.</p>
<p><strong>Como será essa guerra em 2019, entre você e Preguiça? Quem vai pegar as costas de quem?</strong></p>
<p>Olha, depois que o Preguiça ganhou eu fiquei feliz por ele. Agora é me preparar para guerrear contra mais um campeão absoluto do ADCC. Estou superfeliz no momento e na hora nem fiquei pensando muito em como seria a luta, afinal muita coisa pode acontecer até lá. Sei que estarei mais velho, com uns 37 anos, mas como sou saudável creio que vou chegar bem, e com mais experiência. E ainda poderemos nos encontrar antes, de kimono. Se algum organizador quiser ver esta luta sem pano acredito que terão que encher o nosso bolso, né? (risos). Para encerrar, gostaria de agradecer toda minha família, minha esposa, minha filha, meu cunhado e minhas sobrinhas que estão aqui comigo na Califórnia me ajudando bastante. Gostaria de agradecer a todos os meus funcionários, meus instrutores e alunos que me ajudaram muito. E aos meus fãs, que sempre me mandam mensagens maravilhosas e a Deus por me dar saúde e paz. Ele me guiou até aqui.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-ligar-o-turbo-e-entrar-no-modo-competidor-no-jiu-jitsu-com-andre-galvao/">Como ligar o turbo e entrar no “modo competidor” no Jiu-Jitsu, com André Galvão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Treino duro sem desculpas: o Jiu-Jitsu old school e a doutrina casca-grossa</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 19:53:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na mais recente edição de GRACIEMAG, de número #225, nosso artigo de capa destaca 13 lições do chamado Jiu-Jitsu “old school”. Se você ainda não garantiu sua revista nas bancas, convidamos a garantir a sua hoje mesmo, no caminho para a academia. Caso queira assinar ou adquirir números atrasados, mande um email para o sac@graciemag.com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-184360" alt="p_40_225br" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/11/p_40_225br.jpg" width="620" height="408" /></p>
<p>Na mais recente edição de GRACIEMAG, de número #225, nosso artigo de capa destaca 13 lições do chamado <a title="Edicao de GRACIEMAG" href="https://www.graciemag.com/pt/2015/11/13-licoes-de-jiu-jitsu-old-school/" target="_blank">Jiu-Jitsu “old school”. </a></p>
<p>Se você ainda não garantiu sua revista nas bancas, convidamos a garantir a sua hoje mesmo, no caminho para a academia. Caso queira assinar ou adquirir números atrasados, mande um email para o sac@graciemag.com e saiba como fazê-lo.</p>
<p>Uma das bases dessa filosofia é a dita <strong>“doutrina casca-grossa”</strong>, que busca eliminar as desculpas tolas da vida do amante do Jiu-Jitsu. Ou como ensina a matéria de capa:</p>
<p>“Às vezes, ouvimos um praticante de Jiu-Jitsu dizer que não foi à academia porque estava fazendo muito frio no dia ou chovia torrencialmente. <em><strong>São desculpas intoleráveis dentro da filosofia old school</strong></em>. Só para a gente trabalhar com ‘parâmetros de disposição’, a maioria dos professores de Jiu-Jitsu old school é de uma época anterior ao profissionalismo do MMA. Naquele tempo, os desafios entre artes marciais distintas se chamavam vale-tudo. Lutadores subiam ao ringue sem patrocínio, vislumbrando uma bolsa baixíssima se comparada às de hoje (alguns participavam de graça). Lutavam sem limites de peso e de tempo. Muitas vezes disputavam campeonatos de vale-tudo em formato de GP, nos quais podiam fazer mais de três lutas numa mesma noite. Sem luvas!</p>
<p>“Se você treina numa academia que de alguma forma valoriza essa época, é preciso ter respeito a esses guerreiros do passado. Claro, não se trata de passar por provações tão tenebrosas. Porém,<em><strong> há um mínimo de atitudes a serem honradas, entre elas a disposição ao treino, a pontualidade, a dedicação, a raça durante os combates, o ímpeto em aprender, a lealdade ao mestre</strong></em>, a persistência e a resistência também.</p>
<p>“‘Academia de Jiu-Jitsu não é fábrica de confetes’, costuma dizer Fabio Gurgel. Apesar do bom-humor das palavras de Gurgel, leve a mensagem a sério. <strong><em>Deixe as desculpas esfarrapadas de lado e simplesmente vá treinar</em></strong>!”, incentiva o artigo.</p>
<p>A edição #225 de GRACIEMAG traz muito mais, claro: tem um Plano de Aula irado com as <em><strong>posições prediletas do campeão absoluto do ADCC 2015, </strong><strong><em>Cl</em>audio Calasans</strong></em>. E apresenta uma entrevista emocionante com <em><strong>Tarcísio Jardim, que teve a sagacidade de superar um incêndio terrível</strong></em> em sua academia no Nordeste, levantou a cabeça, reconstruiu o dojô e ainda teve disposição para ser o campeão mundial absoluto master 1 de 2015.</p>
<p>Garanta já sua GRACIEMAG, sempre com uma lição a ser aprendida. Para saber como <a title="Assine a revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank">assinar com desconto, clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/treino-duro-sem-desculpas-por-dentro-do-jiu-jitsu-old-school-e-da-doutrina-casca-grossa/">Treino duro sem desculpas: o Jiu-Jitsu old school e a doutrina casca-grossa</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial Master 2015 em Las Vegas conta com 10 campeões mundiais inscritos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 17:43:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ser campeão mundial na faixa-preta adulto não é o último estágio na carreira de um lutador de Jiu-Jitsu, apesar de ser um dos momentos mais saborosos. Prova disso é que vários deles seguem competindo em bom nível. Afinal, o estudo das posições, as adaptações à idade e às novas técnicas jamais se encerra. No Mundial&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_160282" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-160282" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/07/xande.jpg" alt="Saulo Ribeiro treinando com o irmão Xande durante ensaio fotográfico. Foto: Divulgação" width="720" height="528" class="size-full wp-image-160282" /><p id="caption-attachment-160282" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro treinando com o irmão Xande durante ensaio fotográfico. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Ser campeão mundial na faixa-preta adulto não é o último estágio na carreira de um lutador de Jiu-Jitsu, apesar de ser um dos momentos mais saborosos. Prova disso é que vários deles seguem competindo em bom nível. Afinal, o estudo das posições, as adaptações à idade e às novas técnicas jamais se encerra.</p>
<p>No Mundial Master 2015, a ser realizado nos dias 25 e 26 de setembro em Las Vegas, a lista oficial de inscritos traz nomes consagrados em seus tempos de adulto. O evento teve sua capacidade de atletas esgotada, por isso a festa em Vegas promete.</p>
<p>Entre os lutadores que têm ao menos uma medalha de ouro mundial na faixa-preta adulto guardada em casa, estão feras como o peso-pluma amazonense Gabriel Moraes (Alliance) e o peso-pena Samuel Braga (GB Texas), o superpesado Rodrigo Comprido (Brasa) e o pesadíssimo Marcio Corleta (Winner JJ) no master 1.</p>
<p>No master 2, Felipinho Costa (Brasa) volta aos torneios como pluma, mesma categoria do também campeão mundial Bernardo Pitel (Nova União). No pena master 2, temos a fera Carlos Lemos &#8220;Escorrega&#8221; (GB Downers Grove), e no meio-pesado Rafael &#8220;Gordinho&#8221; Lima, da Start Brazilian Jiu-Jitsu.</p>
<p>Saulo Ribeiro puxa a fila do master 3, no peso pesado, assim como Roberto Traven no peso pesado master 4. Além deles, outros vários medalhistas, campeões brasileiros, ex-lutadores de MMA e donos de uma história bonita em eventos da IBJJF.</p>
<p>E você, vai torcer para quem? Veja a <a href="http://static.ibjjfdb.com/Campeonato/000450/en-US/RegistrationsByCategoryAndAcademy.pdf" title="Lista de inscritos para o Mundial Master de Jiu-Jitsu da IBJJF em 2015" target="_blank">lista de inscritos, aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-master-de-jiu-jitsu-2015-em-las-vegas-conta-com-10-campeoes-mundiais-inscritos/">Mundial Master 2015 em Las Vegas conta com 10 campeões mundiais inscritos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que motiva você a levantar do sofá e ir treinar?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 18:36:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como ensinam os velhos mestres, sem motivação a gente não consegue nem levantar da cama ou descascar uma banana. A chama fundamental para a formação de um campeão (tanto de Jiu-Jitsu como de MMA) chama-se motivação. Como inflamar essa chama, cabe a cada pessoa descobrir. Veja, no vídeo a seguir garimpado por GRACIEMAG, o que levou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como ensinam os velhos mestres, sem motivação a gente não consegue nem levantar da cama ou descascar uma banana.</p>
<p>A chama fundamental para a formação de um campeão (tanto de Jiu-Jitsu como de MMA) chama-se motivação.</p>
<p>Como inflamar essa chama, cabe a cada pessoa descobrir.</p>
<p>Veja, no vídeo a seguir garimpado por GRACIEMAG, o que levou um ex-campeão a retomar os treinamentos. O vídeo é estrelado pela lenda do MMA Fedor Emelianenko</p>
<p>E você, querido leitor: o que motiva você a ir todo dia treinar na academia? Comente com a gente e inspire os demais internautas.</p>
<p>Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/ylB6Ev4ENJY" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-que-motiva-voce-a-levantar-do-sofa-e-ir-treinar-aprenda-neste-video-com-fedor-emelianenko/">O que motiva você a levantar do sofá e ir treinar?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Veja os melhores momentos da seletiva de Jiu-Jitsu em Gramado</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 16:54:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/6zOgCEKn3tY" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/veja-os-melhores-momentos-da-seletiva-de-jiu-jitsu-em-gramado/">Veja os melhores momentos da seletiva de Jiu-Jitsu em Gramado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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