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	<title>força | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>força | Graciemag</title>
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		<title>A força versus a técnica no Jiu-Jitsu, por Alexandre Café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 12:32:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #242. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Texto: Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas O assunto tratado neste artigo é um dos maiores dilemas do Jiu-Jitsu brasileiro: o uso da força em detrimento da técnica&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230612" style="width: 772px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230612" class="wp-image-230612 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-1.jpg" alt="" width="762" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-1.jpg 762w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-1-300x170.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-1-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /><p id="caption-attachment-230612" class="wp-caption-text">Café no auge da forma física, durante campanha vitoriosa na Copa Cyclone de Submission, em 2004: para o faixa-preta, a técnica sempre será superior à força, como mestres Carlos e Helio Gracie ensinaram. Mas o ideal é que elas hoje caminhem juntas.</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #242. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Alexandre &#8220;Café&#8221; Dantas</em></p>
<p>O assunto tratado neste artigo é um dos maiores dilemas do Jiu-Jitsu brasileiro: o uso da força em detrimento da técnica nos treinos e/ou nas competições.</p>
<p>Entendemos como natural que o praticante iniciante utilize a força para suplantar sua falta de conhecimento da maioria das técnicas de ataque e de defesa. Porém, em sua essência, Jiu-Jitsu é a arte suave. Seu conceito principal é “máxima eficiência com o mínimo de esforço”. Nesse sentido, o lutador que faz muita força nas lutas é visto como uma espécie de atleta com pouco mérito. Que ainda falta muito a refinar em seu jogo.</p>
<p>Na academia, o praticante que faz muita força acaba ficando com poucos parceiros de treino, pois, involuntariamente, machuca os companheiros. E nas competições, seus feitos são vistos como uma espécie de fraude, como medalhas conquistadas apenas graças a sua força física. E a frase se repete nas arquibancadas: “Fulano ganhou de sicrano porque é bombado! Aí, é fácil!”. Mas tudo isso está longe de ser uma verdade absoluta. O fato é que não necessariamente aquele lutador que tem uma compleição robusta é fraco de técnica. Quem pensa assim 100% das vezes pode estar caindo num preconceito.</p>
<p>Posso afirmar isso, pois eu mesmo já sofri esse tipo de discriminação. Acostumado a vencer a maioria dos campeonatos na categoria superpesado, e a fechar vários pesos pesadíssimos e absolutos, com companheiros de treino como meu antigo parceiro de Gracie Barra Márcio “Pé de Pano” Cruz, eu logo comecei a escutar indiretas e acusações de que minhas conquistas eram baseadas simplesmente na força, ou seja, que meu Jiu-Jitsu no fundo era “inferior”.</p>
<p>Ouvir acusações desse tipo deixa qualquer um tomado de ira. Mas, em vez de ir “cobrar” aqueles que espalhavam tais fofocas, resolvi provar a minha verdade. Decidi baixar de peso e competir em meu campeonato oficial de despedida, o Mundial 2006 da IBJJF, no peso meio-pesado. Pois bem. Minha atuação foi tão boa como quando eu estava com 105 kg. Sobrepujei os mesmos atletas que derrotara em absolutos passados, e saí do Tijuca como campeão ao “fechar” o peso com meus companheiros Romulo Barral, Bráulio Estima “Carcará” e Delson Heleno “Pé de Chumbo”. Dominamos o pódio.</p>
<div id="attachment_230614" style="width: 771px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230614" class="wp-image-230614 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-2.jpg" alt="" width="761" height="606" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-2.jpg 761w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-2-300x239.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/FT-2-150x119.jpg 150w" sizes="(max-width: 761px) 100vw, 761px" /><p id="caption-attachment-230614" class="wp-caption-text">Alexandre Café no triunfo em cima de Marcelo Garcia, no Brasileiro de Equipes de 2002: para diferenciar força de grosseria, os praticantes de Jiu-Jitsu devem prezar e respeitar os conceitos de alavanca nos tatames.</p></div>
<p>Mas, e no caso do praticante iniciante? Como fazer que o aluno faixa-branca utilize cada vez menos força em seus treinos? O primeiro ponto é fazê-lo compreender, na teoria e na prática, que o BJJ se desenrola por meio de alavancas que, em sua grande maioria, são executadas sem qualquer necessidade de aplicação de força. A não utilização gradativa da força vai desenvolver cada vez mais a técnica do lutador, e consequentemente, sua faixa vai “escurecer” com naturalidade.</p>
<p>Seja como for, de maneira nenhuma quero dizer que a força não é um aspecto importante para um lutador. Os benefícios de uma pujança física são inúmeros, desde a prevenção a lesões até como um aspecto de preponderância entre atletas que têm nível técnico e gás parecidos. Vejo a musculação, quando respeitada a individualidade físico/corporal de cada um, como uma grande aliada para o lutador de Jiu-Jitsu. O principal macete é malhar sem se descuidar do alongamento e do treino aeróbico.</p>
<p>Mas, afinal, o que vale mais, força ou técnica? Não tenho dúvidas: a resposta sempre será que a técnica há de prevalecer. Nossos “pais fundadores” do Jiu-Jitsu brasileiro eram pequenos e franzinos. Os grandes mestres Carlos Gracie e Helio Gracie utilizavam as técnicas do BJJ para derrotar adversários muito maiores e mais fortes. Porém, na sua grande maioria, eram rivais leigos na “luta de chão”, desconhecedores da ciência do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Com o tempo, devido à grande disseminação que a arte suave alcançou, tornou-se cada vez mais difícil encontrarmos lutadores sem conhecimento nenhum das técnicas popularizadas pela família Gracie. Por isso, hoje a força física se tornou um elemento crucial para que o lutador moderno atinja seus objetivos dentro do esporte.</p>
<p>Portanto, não negligencie seus treinos: a força e a técnica podem e devem andar juntas, para sua caminhada ser mais longa – e você se tornar um lutador mais completo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-forca-versus-a-tecnica-no-jiu-jitsu/">A força versus a técnica no Jiu-Jitsu, por Alexandre Café</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você treina o pescoço para o Jiu-Jitsu? Aprenda com Neiman Gracie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2022 13:02:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O treinamento físico dos músculos é imprescindível para atletas do Jiu-Jitsu e outras modalidades esportivas, não só pela pujança, mas também na prevenção de lesões. O fortalecimento evita que tendões e músculos mais sensíveis se lesionem sob estresse. Braços, pernas, abdômen são os mais fortalecidos, mas e o pescoço? Você costuma treinar? O atleta Neiman&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_212096" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/neiman.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-212096" class="wp-image-212096" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/neiman.jpg" alt="" width="500" height="357" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/neiman.jpg 428w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/neiman-300x214.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/10/neiman-150x107.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><p id="caption-attachment-212096" class="wp-caption-text">Neiman treina com carga aplicada no aparelho para malhar o pescoço. Foto: Reprodução</p></div>
<p>O treinamento físico dos músculos é imprescindível para atletas do Jiu-Jitsu e outras modalidades esportivas, não só pela pujança, mas também na prevenção de lesões. O fortalecimento evita que tendões e músculos mais sensíveis se lesionem sob estresse. Braços, pernas, abdômen são os mais fortalecidos, mas e o pescoço? Você costuma treinar?</p>
<p>O atleta Neiman Gracie, fera do Jiu-Jitsu de estilo finalizador e integrante do plantel do Bellator, tem na sua rotina de treinos uma atenção especial para a musculatura do pescoço. Quem faz Jiu-Jitsu, por exemplo, sabe como a região dos ombros, trapézio e pescoço fica prejudicada após uma sessão mais pesada de treinos.</p>
<p>Para Neiman, o fortalecimento da região é importante para treinar com mais segurança ao longo da semana. Ele utiliza um aparelho específico para incluir carga enganchada e trazer mais resistência na levantada do pescoço, e faz séries como se estivesse malhando qualquer outro músculo do corpo.</p>
<p>&#8220;Faço umas três vezes por semana para dar uma fortalecida no pescoço&#8221;, explica Neiman. &#8220;Executo na forma de três a quatro séries, de 20 a 25 repetições, com pesos por volta de 5kg. Me ajuda nos treinos de Jiu-Jitsu e boxe. Estar com o pescoço forte é sempre bom.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, tem o hábito de fortalecer outros grupos musculares pouco trabalhados na academia? Procure sempre um preparador físico qualificado antes de qualquer exercício físico, e bons treinos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="A dica de Neiman Gracie para você malhar o pescoço para lutar Jiu-Jitsu e MMA" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/poKmH0lB6L0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-treina-o-pescoco-para-o-jiu-jitsu-aprenda-com-neiman-gracie/">Você treina o pescoço para o Jiu-Jitsu? Aprenda com Neiman Gracie</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Helio Gracie e a lição sobre o uso da força no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 09:47:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma grande controvérsia sobre o Jiu-Jitsu moderno. Seria a arte suave não tão suave como dizem? Há quem defenda que sem força o atleta não vence. Também têm aqueles que acreditam que a técnica vença sempre, não importa a pujança do oponente. Mas o que o professor Helio Gracie achava disso? Defensor ferrenho da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141734" style="width: 649px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141734" class="size-full wp-image-141734" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/1-1.jpg" alt="" width="639" height="423" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/1-1.jpg 639w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/1-1-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/1-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 639px) 100vw, 639px" /></a><p id="caption-attachment-141734" class="wp-caption-text">Helio Gracie, em foto de Luca Atalla</p></div>
<p>Existe uma grande controvérsia sobre o Jiu-Jitsu moderno. Seria a arte suave não tão suave como dizem? Há quem defenda que sem força o atleta não vence. Também têm aqueles que acreditam que a técnica vença sempre, não importa a pujança do oponente. Mas o que o professor Helio Gracie achava disso?</p>
<p>Defensor ferrenho da filosofia da alavanca, o saudoso grande mestre gostava de ressaltar sua desvantagem na força, e que a técnica aplicada de maneira correta seria a chave de suas vitórias. Contudo, Helio não se absteve dos músculos. O segredo estava em outro detalhe: a hora certa de usar.</p>
<p>Esquecer o uso da força para aprender ao máximo o uso da alavanca era a receita de Helio. A potência, no seu ver, era para ser usada apenas no momento certo. Ele exemplificou falando dos filhos:</p>
<p>“Se precisarem lutar uma, duas, dez horas eles lutam, porque não fazem força. A hora que precisa ele bota a força em cima da técnica.”</p>
<p>Confira abaixo a rara aula do grande mestre Helio Gracie e evolua o seu Jiu-Jitsu!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rio de Janeiro, Agosto de 1993 - Cássio Werneck e Helio Gracie" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/i_hpuun8pLg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/helio-gracie-e-a-licao-sobre-o-uso-da-forca-no-jiu-jitsu/">Helio Gracie e a lição sobre o uso da força no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Helio Gracie explica por que um &#8220;galinha-morta&#8221; não precisa ser forte no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 04:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma grande controvérsia sobre o Jiu-Jitsu moderno. Seria a arte suave não tão suave como dizem? Há quem defenda que sem força o atleta não vence. Também têm aqueles que acreditam que a técnica vença a pujança. Mas o que Helio Gracie achava disso? Defensor ferrenho da filosofia da alavanca, o saudoso grande mestre&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/helio-gracie-explica-por-que-um-galinha-morta-nao-precisa-ser-forte-no-jiu-jitsu/">Helio Gracie explica por que um “galinha-morta” não precisa ser forte no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma grande controvérsia sobre o Jiu-Jitsu moderno. Seria a arte suave não tão suave como dizem? Há quem defenda que sem força o atleta não vence. Também têm aqueles que acreditam que a técnica vença a pujança. Mas o que Helio Gracie achava disso?</p>
<p>Defensor ferrenho da filosofia da alavanca, o saudoso grande mestre gostava de ressaltar sua desvantagem na força, e que a técnica aplicada de maneira correta seria a chave de suas vitórias. Contudo, Helio não se absteve dos músculos. O segredo estava em outro detalhe: a hora certa de usar.</p>
<p>Esquecer o uso da força para aprender ao máximo o uso da alavanca era a receita de Helio. A potência, no seu ver, era para ser usada apenas no momento certo. Ele exemplificou falando dos filhos:</p>
<p>&#8220;Se precisarem lutar uma, duas, dez horas eles lutam, porque não fazem força. A hora que precisa ele bota a força em cima da técnica.&#8221;</p>
<p>Confira abaixo a rara aula do grande mestre Helio Gracie!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rio de Janeiro, Agosto de 1993 - Cássio Werneck e Helio Gracie" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/i_hpuun8pLg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/helio-gracie-explica-por-que-um-galinha-morta-nao-precisa-ser-forte-no-jiu-jitsu/">Helio Gracie explica por que um “galinha-morta” não precisa ser forte no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Jiu-Jitsu é um esporte individual ou coletivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:07:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores enganos em relação às artes marciais é que se tratam de modalidades individuais. Olhe em volta na sua academia. Sem seu professor, a voz da sabedoria que o ensina a direção a seguir, você não acertaria uma simples pegada. Sem seus companheiros, com suas características e qualidades diversas, você provavelmente não teria&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228848" style="width: 921px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228848" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca.jpg" alt="" width="911" height="650" class="size-full wp-image-228848" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca.jpg 911w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca-300x214.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca-768x548.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/forca-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 911px) 100vw, 911px" /></a><p id="caption-attachment-228848" class="wp-caption-text">Unidos somos ainda mais fortes. Foto: Mike Pesh</p></div>
<p>Um dos maiores enganos em relação às artes marciais é que se tratam de modalidades individuais. Olhe em volta na sua academia. </p>
<p>Sem seu professor, a voz da sabedoria que o ensina a direção a seguir, você não acertaria uma simples pegada. </p>
<p>Sem seus companheiros, com suas características e qualidades diversas, você provavelmente não teria a motivação diária para evoluir, estaria estagnado e não desenvolveria sua criatividade. </p>
<p>E, por fim, sem seus adversários, você não evoluiria nem teria o sangue nos olhos para enfrentar qualquer desafio fora dos tatames. </p>
<p>Se você é um jovem de 8 a 80 anos, com um pouco mais de idade ou um pouco menos, junte-se já a esse grande time chamado Jiu-Jitsu, com milhões de praticantes pelo mundo. E você vai ver como o esporte individual que mais depende do trabalho em equipe faz a força, e pode fazer uma enorme diferença em sua vida.</p>
<p><strong>** Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #232. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital</strong></em></a></strong><em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-jiu-jitsu-faz-a-forca-entenda-a-coletividade-do-nosso-esporte-individual/">O Jiu-Jitsu é um esporte individual ou coletivo?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Sairemos da pandemia enfraquecidos ou mais fortes?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 18:29:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #273. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * O horizonte nunca pareceu tão nebuloso quanto no momento atual. Vivemos uma crise nunca antes vista por nossa geração. A pandemia causada pelo coronavírus mudou&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_221896" style="width: 1052px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221896" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2.jpg" alt="" width="1042" height="707" class="size-full wp-image-221896" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2.jpg 1042w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-300x204.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-1024x695.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-768x521.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/mascara-2-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1042px) 100vw, 1042px" /></a><p id="caption-attachment-221896" class="wp-caption-text">Os desafios de manter o Jiu-Jitsu ativo em tempos de crise. Foto e arte: Reginaldo Almeida para GRACIEMAG</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #273. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>O horizonte nunca pareceu tão nebuloso quanto no momento atual. Vivemos uma crise nunca antes vista por nossa geração. A pandemia causada pelo coronavírus mudou o mundo para sempre, esportivo ou não.</p>
<p>Causada por um vírus altamente contagioso e cujas características são pouco conhecidas, a doença Covid-19 se alastra rapidamente, infecta facilmente superfícies e representa risco à vida de todos, em especial pelos problemas respiratórios. Apesar de idosos e pessoas com doenças preexistentes serem o grupo de maior risco, os dados revelam que ninguém está imune. Há muitos casos registrados de óbitos de jovens, de pessoas consideradas saudáveis e mesmo crianças. </p>
<p>Diante da ausência de uma vacina ou de remédios com eficácia comprovada, o isolamento social foi a medida mais recomendada por especialistas. A ideia não é isolar as pessoas para sempre; mas, sim, diminuir a taxa de infectados simultâneos, para que haja tempo de erguer mais hospitais, adquirir mais equipamentos respiratórios e realizar mais estudos, evitando o colapso dos sistemas de saúde. Passada a fase crítica, a ideia é o retorno gradual às atividades. </p>
<p>Mesmo assim, nada deverá voltar completamente ao que era antes. Quanto tempo levaremos para poder voltar a frequentar um cinema? Voltaremos a nos cumprimentar com beijos e apertos de mão? Como há de ficar a economia mundial?</p>
<p>Para os praticantes de lutas e profissionais de artes marciais, os reflexos do coronavírus e das medidas de contenção foram devastadores. Academias precisaram ser fechadas. Eventos de MMA acabaram todos cancelados. Lutadores e professores perderam de repente suas fontes de renda e passam por dificuldades. Apaixonados pelo Jiu-Jitsu – caso deste cronista – sofrem de “crise de abstinência”, por não poderem praticar a arte marcial que amam e que lhes conferia tantos benefícios para sua qualidade de vida. Quando poderemos voltar com tranquilidade aos treininhos?</p>
<p>Hoje, enquanto escrevo, me sinto como se houvesse levado um direto de esquerda de Conor McGregor, seguido de uma joelhada de Wanderlei Silva, derrubado por Khabib Nurmagomedov e sendo golpeado por cotoveladas de Jon Jones, prostrado no chão. Entretanto, se tem uma coisa que o MMA nos ensina há décadas é que, nos momentos de maior dificuldade, a reação mais sábia e produtiva é ter calma – respirar, manter a concentração, reunir o máximo de força de vontade e lutar para se recuperar.</p>
<p>Se você estiver enfrentando dificuldades gigantescas, sentindo-se pequeno e tomando um castigo cruel, inspire-se na sobrenatural resistência de Rodrigo “Minotauro” Nogueira em 2002, contra o ex-jogador de futebol americano Bob Sapp, no Pride Shockwave. Minotauro, 65kg mais leve que Sapp, levou durante dois rounds quedas cinematográficas e pancadas na cabeça capazes de abrir rombos no solo. Apanhou brutalmente por quase 15 minutos e chegou a pensar em desistir. Mas jamais se entregou: o baiano absorveu os golpes, inverteu a luta com uma raspagem de almanaque e finalizou o descomunal oponente. Uma das maiores recuperações da história do MMA.</p>
<div id="attachment_40121" style="width: 459px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/minotauro-vs-bob-sapp-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-40121" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/minotauro-vs-bob-sapp-1.jpg" alt="" width="449" height="300" class="size-full wp-image-40121" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/minotauro-vs-bob-sapp-1.jpg 449w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/minotauro-vs-bob-sapp-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/minotauro-vs-bob-sapp-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 449px) 100vw, 449px" /></a><p id="caption-attachment-40121" class="wp-caption-text">Minotauro x Bob Sapp é uma das lutas clássicas do extinto Pride. Foto: Susumu Nagao.</p></div>
<p>Se a inércia e todo esse tempo parado estiver incomodando, respire e inspire-se em Randy Couture, velho campeão do UFC, que em 2007 não deixou nem a aposentadoria atrapalhá-lo: tirou as luvas do armário, topou luta contra Tim Sylvia, 12 anos mais jovem e bem mais alto, e conquistou, aos 43 anos, o cinturão dos pesos pesados do UFC, seu quinto título na organização. Perdurar é a lição de Couture.</p>
<p>Se tudo estiver dando errado, reinvente-se e inspire-se na mudança de estratégia de Anderson Silva, no antológico confronto com Chael Sonnen, no UFC 117, em 2010. O mais talentoso striker da história foi posto à prova quando teve seu jogo anulado pelo wrestling e controle de solo do falastrão Sonnen. Derrubado sem demora por cinco rounds, Anderson não conseguia fazer uso de suas esquivas nem de sua temida precisão em socos, chutes e joelhadas. No chão, Silva recebeu mais de 200 golpes em quase 25 minutos. A dois minutos de perder seu título, mudou a tática: chamou para a guarda, ligou o botão do Jiu-Jitsu e finalizou Sonnen com um triângulo épico, para delírio geral.</p>
<p>Se for preciso recomeçar, inspire-se em Murilo Bustamante, em seu feito contra Matt Lindland, no UFC 37. O faixa-preta de Carlson derrubou o duro Lindland logo no primeiro round, passou a guarda e encaixou um justo armlock. O juiz John McCarthy interrompeu a luta mas Lindland, talvez por deslealdade, garantiu que não havia desistido. Para desespero de Murilo, McCarthy mandou a luta recomeçar. O brasileiro sabia o quão difícil era fazer tudo certo, vencer mas ter de recomeçar injustamente de novo. Murilo então transformou a frustração em motivação, voltou ao combate e finalizou Lindland pela segunda vez, agora com uma guilhotina. Uma lição inestimável de força mental que Murilo jamais esqueceria.</p>
<p>Se você tomou um golpe do destino, inspire-se em Georges St-Pierre e em sua lição de aprimoramento. Antes da consagração, GSP teve de escalar uma montanha de oito lutas, inclusive contra BJ Penn e Matt Hughes, até chegar ao trono meio-médio. Sua luta seguinte, contra Matt Serra, parecia uma barbada para apostadores e comentaristas. Mas, no esporte como na vida, tudo pode mudar em instantes. Serra acertou-lhe um cruzado certeiro e nocauteou o ídolo canadense no primeiro round, no UFC 69. Bastou um lance imprevisível para seu cinturão virar pó. Ainda assim, após um tempo de abatimento, St-Pierre sacudiu a poeira: retornou aos treinos, reergueu-se e jurou voltar ao octagon melhor do que jamais havia sido. Dito e feito: GSP lapidou seus pontos fracos, nocauteou Matt Serra na revanche e nunca mais foi derrotado no UFC, tornando-se um lutador quase sem falhas. E um dos maiores campeões (senão o maior) da história do MMA.</p>
<p>Todos esses exemplos nos mostram que, diante de obstáculos que parecem intransponíveis, o importante é jamais ceder ao desespero. Mesmo mais apavorante que um Bob Sapp, essa pandemia vai passar e a humanidade vai perdurar, resistir, e se reinventar. Sim, em breve vamos começar de novo e voltar ainda melhores. Afinal, como ensinava, no antológico filme “Batman, o Cavaleiro das Trevas”, o promotor de justiça Harvey Dent, “a noite é sempre mais sombria pouco antes do amanhecer”.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/sairemos-da-pandemia-enfraquecidos-ou-mais-fortes/">Sairemos da pandemia enfraquecidos ou mais fortes?</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>João Gabriel detalha ausência do Mundial de Jiu-Jitsu e volta por cima no King of Mats</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 22:37:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou em se preparar por um ano inteiro para um torneio e ficar fora dele? Seria um baque enorme para qualquer um, e foi para João Gabriel Rocha a dura dose de azar deste ano. Uma infecção intestinal tirou a fera da Soul Fighters do Mundial 2019, golpe forte que o mesmo explicou com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208194" style="width: 795px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208194" class="size-full wp-image-208194" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n.jpg" alt="" width="785" height="487" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n.jpg 785w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n-300x186.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n-768x476.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/03/29133820_2114351435246844_7574708841254748160_n-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 785px) 100vw, 785px" /></a><p id="caption-attachment-208194" class="wp-caption-text">O foco e a mente blindada de João Gabriel são um diferencial na sua carreira. Foto: IBJJF</p></div>
<p>Já pensou em se preparar por um ano inteiro para um torneio e ficar fora dele? Seria um baque enorme para qualquer um, e foi para João Gabriel Rocha a dura dose de azar deste ano. Uma infecção intestinal tirou a fera da Soul Fighters do Mundial 2019, golpe forte que o mesmo explicou com exclusividade à GRACIEMAG.</p>
<p>&#8220;Eu fui comer uma massa um dia antes um dia antes do Mundial&#8221;, contou JG. &#8220;Minha esposa é doutora em nutrição e ela me disse para comer uma massa. Eram umas 17 ou 18h, por aí, e eu estava voltando para o hotel depois de comer. Como eu não queria sair por volta das 22h para comer de novo, e na Califórnia só tem fast food quando fica mais tarde, por isso acabei passando num mercado próximo ao restaurante que eu comi aquela massa. Comprei um sushi pronto e isso me fez um mal absurdo. Acordei de madrugada vomitando muito, e esse processo se estendeu até umas 8h da manhã, até que a minha esposa foi à farmácia comprar um remédio para melhorar a situação. Parei de vomitar, mas estava com o corpo detonado, não conseguia andar direito, desidratado. Isso foi por volta de 4 ou 5 horas antes de lutar, por isso eu optei em não lutar. &#8221;</p>
<p>A dura saída do torneio claramente deixou João abalado. O problema, porém, é que ele não teria sequer chance de absorver o golpe: em uma semana, viajaria para a Rússia rumo ao King of Mats, organizado pela AJP. Ainda debilitado, tanto fisicamente quanto psicologicamente, João resolveu partir, e a mente blindada de campeão, que já passou por grandes provações na vida, voltou a colocar o campeão de pé. A vitória veio em Moscou, ao se recuperar de uma derrota no mesmo torneio para Kaynan Duarte e encontrar de novo o algoz na final, dessa vez com vitória. Para entender melhor, mergulhamos fundo nesse mês de altos e baixos de João, e a forma como sua cabeça funcionou pode ser a chave para você também se superar nas suas adversidades, amigo leitor.</p>
<p>&#8220;Fiquei muito decepcionado com a parada do Mundial&#8221;, lembrou João.  &#8220;Estava treinado, estava bem demais. Pensei em desistir de lutar o King of Mats, era uma semana depois do Mundial e já teria que viajar. Não treinei direito, consegui apenas treinar três vezes nesses 14 dias. Três treinos de Jiu-Jitsu e nenhum de preparação física. Levei na mala apenas a minha experiência de competições e fiquei empolgado no caminho. Ao chegar na Rússia já fiquei no clima certo para competir e luta após luta ganhei mais confiança. Acabou que deu certo.&#8221;</p>
<p>Sobre a campanha, apesar de vitoriosa na gélida Moscou, João ressaltou que não teve seu melhor desempenho em competições. O padrão entre lutar bem e vencer, porém, ainda é um mistério para ele. A ciência está longe de ser exata.</p>
<p>&#8220;Às vezes a gente ganha e não tem um desempenho tão bom. Outras vezes a gente luta muito e não ganha, e o resultado não vem. Até hoje eu não sei o que é melhor. O formato deles é bem difícil, uma luta dura atrás da outra. O preparo físico tem que estar em dia.&#8221;</p>
<p>Sobre o adversário mais complicado do torneio, Kaynan Duarte, João disse que estava pronto para uma guerra, mas sem ter na manga o conhecimento profundo do adversário, e isso quase custou o título.</p>
<p>&#8220;Fiz duas lutas com o Kaynan e, sem menosprezar os outros, achava que ele poderia ser a luta mais dura, até porque ele tirou o Leandro Lo uma semana antes, no Mundial. A campanha dele foi muito boa em Long Beach. No primeiro duelo eu tentei impôr logo o meu jogo contra ele, queria soltar tudo que eu tenho, e foi o que eu fiz. Logo no início consegui a queda e quase passei. Ele me raspou e eu raspei de volta caindo nas costas, colocando os ganchos. Nos embolamos mais ainda em seguida. Estava bem na luta, ganhando nos pontos, com menos de 2min para o fim. Poderia ter administrado, as a ausência do Mundial me deixou com muita vontade de lutar, eu meio que despejei tudo isso naquele momento. Queria mostrar que eu estava bem, que poderia ter feito a melhor campanha da vida na Califórnia. O que eu fiz foi subir segurando a pena dele. Eu não sabia disso, eu não vejo luta dos meus adversários, uma falha minha, e depois eu soube que ele puxa uma guilhotina muito boa daquela posição. Já cai com o golpe encaixado. Acho até que bati muito rápido, poderia ter cedido a raspagem, mas bati e fiquei muito mal na hora. Mas não podia me abalar, tinha que voltar para o restante do torneio.&#8221;</p>
<p>Para levantar a poeira, mais uma vez entrou em cena a mente do campeão: aproveitar o cachote, levantar a cabeça cheia de areia, respeitar fundo e mergulhar de novo, com mais atenção.</p>
<p>&#8220;Na luta seguinte encarei o Igor Silva e ganhei dele. Depois enfrentei o Jackson Sousa, e finalizei. Fiquei muito focado depois da primeira derrota. Na semifinal enfrentei o Jonnatas Gracie, um garoto novo que chegou há pouco na preta e fez uma luta dura comigo. Escorreguei na hora de passar a guarda dele e ele atacou meu braço. Consegui escapar e ganhar a luta.&#8221;</p>
<p>O ataque no braço em questão foi destaque nas redes sociais. Um golpe muito bem aplicado por Jonnatas poderia mais uma vez colocar em risco o título de João. Ele escapou do golpe, e os detalhes da fuga, num equilíbrio de frieza técnica e grosseria foram a chave do sucesso.</p>
<p>&#8220;Foi um pouco dos dois. No movimento eu não deixei ele passar a perna por cima da minha cabeça, então ele teve que cruzar uma perna na outra pra isolar só o meu braço. Assim não deu tanta pressão quanto num armlock tradicional. Minha estratégia foi segurar a perna para girar e subir, sem o peso da perna fica mais fácil. Ele virou de barriga para baixo e apertou ainda mais o golpe. Tava pegando, mas não trouxe perigo de quebrar ou algo assim, por ele ser bem mais leve que eu, também. Se fosse alguém mais pesado teria mais trabalho para sair. Foi questão de força e peso naquela hora, mas com certeza a técnica ajudou bastante para ele não ajustar melhor o golpe.&#8221;</p>
<p>Depois de passar pela semifinal, era chegada a hora de encarar Kaynan mais uma vez. Mesmo mordido com a guilhotina, João não se abalou, botou a cabeça no lugar e usou a experiência para vencer o algoz.</p>
<p>&#8220;Na final cai de novo com o Kaynan. Não queria cometer o mesmo erro da primeira, entrei da forma mais tranquila possível, cadenciando o ritmo. Ele também estava com receio de atacar, ficou na defensiva. Ele chamou na 50/50 e no final tentou subir. Consegui tirar a perna e sair nas costas em pé. Não conclui a queda porque acabou o tempo, mas a vantagem valeu a vitória. Usei a experiencia ao meu favor, além de estar bem cansado. Essas duas semanas treinando pouco fizeram falta na hora do gás.&#8221;</p>
<p>No saldo final, além do título e dos dólares do evento, além da chance de encarar Erberth Santos pelo título peso pesado do King of Mats, João voltou da Rússima com mai uma lição importante, mas um torneio no qual a força de vontade teve de ser ainda maior.</p>
<p>&#8220;Esse campeonato foi a síntese da superação para mim, principalmente na questão psicológica. Quando um atleta de alto nível assim como eu, que entra para ser campeão, nunca para preencher o pódio apenas, chegar num torneio como o Mundial e não poder lutar, ter que esperar um ano para tentar de novo, isso te deixa bem chateado, e acaba não rendendo depois. Ter uma competição como essa, logo em seguida, com vários caras que inclusive foram campeões no Mundial, exigia de mim muito mais foco. Por vezes a sua maior arma é a força de vontade.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, já teve que ir além para trazer a melhor versão de você, assim como fez João? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/fora-do-mundial-2019-joao-gabriel-detalha-a-mente-campea-para-se-superar-e-vencer-o-king-of-mats/">João Gabriel detalha ausência do Mundial de Jiu-Jitsu e volta por cima no King of Mats</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Arthur Gogó e a importância do treino físico para prevenir lesões e render mais no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 18:54:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Competidor no Jiu-Jitsu e no MMA, além de ter papel importante na manutenção das filiais da GFTeam espalhadas pelo Brasil, o professor Arthur Gogó, líder da nossa GMI GFTeam Cascadura, preza pela preparação física além dos treinos duros de Jiu-Jitsu, mas existe um motivo maior para tal. Os exercícios físicos fora do treino do Jiu-Jitsu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_202534" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-202534" class="size-full wp-image-202534" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n.jpg" alt="" width="960" height="779" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n-300x243.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n-768x623.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/06/19399906_1806270549388269_431224889244347604_n-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-202534" class="wp-caption-text">Arthur Gogó emação no Rio Open de Jiu-Jitsu . Foto: Flashsport</p></div>
<p>Competidor no Jiu-Jitsu e no MMA, além de ter papel importante na manutenção das filiais da GFTeam espalhadas pelo Brasil, o professor Arthur Gogó, líder da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> GFTeam Cascadura, preza pela preparação física além dos treinos duros de Jiu-Jitsu, mas existe um motivo maior para tal.</p>
<p>Os exercícios físicos fora do treino do Jiu-Jitsu são diretamente ligados à maneira com a qual você vai render no seu próximo treininho ou campeonato. Se você pretende se dar bem na academia, treinar com mais segurança e prevenir acidentes nos campeonatos, esta é a receita.</p>
<p>&#8220;É um esforço conjunto&#8221;, explica Gogó. &#8220;A prática do exercício fortalece o corpo e as articulações. Consequentemente, ao se sentir mais forte, você consegue treinar melhor o Jiu-Jitsu. Você se sente mais apto a dar o seu máximo no treino, e o fato de estar com o corpo forte e menos inclinado a sofrer lesões te dá condições de treinar mais no tatame, o que melhora o seu gás. Uma coisa está diretamente ligada a outra, não tem mistério.&#8221;</p>
<p>No vídeo abaixo, você confere alguns dos exercícios que o professor Gogó gosta de aplicar na sua rotina, atividades estas que o deixaram na ponta dos cascos para disputar neste final de semana o Pan de Jiu-Jitsu da IBJJF, na categoria master 2 super pesado. Veja e melhore seus treinos hoje!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Arthur Gogó e seu treino físico para render melhor no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/1Z2J-AqDEvQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/arthur-gogo-e-a-importancia-do-treino-fisico-para-prevenir-lesoes-e-render-melhor-no-jiu-jitsu/">Arthur Gogó e a importância do treino físico para prevenir lesões e render mais no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Passagem de guarda sem força: o legdrag suave de Arthur Gogó no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 17:44:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201590" style="width: 934px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201590" class="size-full wp-image-201590" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/gogo.jpg" alt="" width="924" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/gogo.jpg 924w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/gogo-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/gogo-768x499.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/gogo-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 924px) 100vw, 924px" /><p id="caption-attachment-201590" class="wp-caption-text">Confira os detalhes da técnica no vídeo. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Os grandes professores de Jiu-Jitsu prezam pelo uso da técnica acima da força, mas todo atleta e competidor sabe que, na prática, tem hora que uma forcinha é necessária para chegar em posições de vantagem.</p>
<p>Contudo, nosso GMI Arthur Gogó, da GFTeam Cascadura, deixa a força de lado para chegar no legdrag com inteligência, na posição que ele nos ensina hoje.</p>
<p>Gogó inicia a progressão posicionando o adversário de lado no tatame, para logo em seguida distribuir bem o peso sobre ele. Na sequência, o professor troca o posicionamento das pernas e chega suavemente à passagem via legdrag.</p>
<p>Que tal experimentar esta movimentação nos treinos desta semana? Oss!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sem força: O legdrag suave do GMI Arthur Gogó no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/OHTaeeICYZY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/passagem-de-guarda-sem-forca-o-legdrag-suave-de-arthur-gogo-no-jiu-jitsu/">Passagem de guarda sem força: o legdrag suave de Arthur Gogó no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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