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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 13:18:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175630" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175630" class="size-full wp-image-175630" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg" alt="" width="1024" height="702" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-768x527.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-150x103.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-175630" class="wp-caption-text">O ídolo Ayrton Senna deixou grandes lições ao se tornar um vencedor das pistas. Foto: Instituto Ayrton Senna</p></div>
<p>1. Ayrton Senna, piloto tri mundial em 1988, 1990 e 1991 (vice em 1989 e 1993) entendia seu ofício como um grande trabalho de grupo. “Não existe mérito de uma pessoa na F-1. Mérito existe de uma equipe. São os mecânicos, os projetistas, os patrocinadores, que financiam o equipamento. Os fornecedores de motores, de pneus, enfim, é um conjunto de pessoas”, disse Senna, que faleceu durante uma corrida em 1994. Procure, como Ayrton, entender o Jiu-Jitsu como um esporte coletivo, e sua chance de sucesso será ainda maior.</p>
<p>2. Não vá para a academia com corpo presente e a cabeça em outro lugar. Como ensinava Senna, realizar algo pela metade é ineficaz: “Tento meu melhor em tudo o que faço. É o meu temperamento, não consigo fazer nada pela metade. Quando me proponho a fazer alguma coisa vou a fundo e dou o meu melhor”.</p>
<p>3. Ayrton Senna curtia mesmo era treinar, era onde ele se divertia: “O melhor mesmo é guiar em treinos. É ali que experimento a sensação do limite – frear dez metros depois da entrada da curva e, se o carro resistir, na próxima vez, ir um pouco além, pisar mais forte no acelerador. É nos treinos que sinto o volante nas mãos, a pressão dos pedais. Andar no limite é que dá prazer. Na corrida não dá para fazer isso porque o mais importante é manter a posição, não dá para arriscar uma rodada na curva”.</p>
<p>4. Senna era um mestre em manter a cabeça vazia ao competir: “Durante aquelas duas horas de corrida não penso em nada. A cabeça fica a mil por hora, mas absolutamente concentrada na corrida. O piloto fica completamente amarrado dentro do carro, preso pelo abdome, pernas e braços, controlando a própria respiração. Na corrida chego ao limite da resistência física e psicológica. Emoção só sinto depois de passar a linha de chegada”.</p>
<p>5. Senna sempre teve o apoio da família para competir. Outro ingrediente que julgava crucial no seu sucesso era a paixão: “Minha profissão é também o meu lazer”.</p>
<p>6. Antes de ser campeão pela primeira vez, Senna costumava declarar: “Acho que estou na direção certa, mas tenho ainda um longo caminho a percorrer”, como disse ao repórter Maurício Cardoso, de “Veja”. Treine duro e use a frase como mantra.</p>
<p>7. Faça das dificuldades e obstáculos um trunfo particular seu, como Ayrton fazia nas corridas chuvosas.</p>
<p>8. “Quando não tenho treino de pista, aproveito para cuidar da minha máquina – fazendo ginástica”, ensinava Senna, indicando que um campeão é feito de 24h de dedicação.</p>
<p>9. A primeira corrida do pequeno Senna foi aos 13 anos. O primeiro título mundial, aos 28 anos. Tenha paciência. O piloto sempre pregava calma, tranquilidade e pé no freio contra a ansiedade.</p>
<p>10. Senna entendia como ninguém que a vida passa rápido. Portanto, trabalhe duro, seja gentil com os outros, concentre-se nos objetivos e persiga a vitória até o fim. E assim será lembrado para sempre. “Somos insignificantes. Por mais que você programe sua vida, a qualquer momento tudo pode mudar”, ensinou o ídolo das pistas.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-para-futuros-campeoes-inspiradas-na-vida-de-ayrton-senna/">10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A lição de Gabi: “Lute como se fosse o último campeonato da sua vida”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Atendimento HostWP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 22:21:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A carioca Gabrieli Pessanha é hoje a faixa-preta mais temida do Jiu-Jitsu esportivo. Cria da Cidade de Deus, a atleta da Infight conquistou o ouro duplo no Mundial 2022, em junho, na Pirâmide de Long Beach. Além de se tornar bicampeã mundial aos 21 anos, Pessanha foi consagrada com o tão sonhado duplo Grand Slam.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237424" style="width: 791px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237424" class="size-full wp-image-237424" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Gabi-Pessanha-Mundial-2022.jpg" alt="" width="781" height="828" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Gabi-Pessanha-Mundial-2022.jpg 781w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Gabi-Pessanha-Mundial-2022-283x300.jpg 283w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Gabi-Pessanha-Mundial-2022-768x814.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/06/Gabi-Pessanha-Mundial-2022-141x150.jpg 141w" sizes="(max-width: 781px) 100vw, 781px" /><p id="caption-attachment-237424" class="wp-caption-text">Gabi Pessanha celebra mais uma vitória. Foto de Tyy Withrow/GRACIEMAG</p></div>
<p>A carioca Gabrieli Pessanha é hoje a faixa-preta mais temida do Jiu-Jitsu esportivo.</p>
<p>Cria da Cidade de Deus, a atleta da Infight conquistou o ouro duplo no Mundial 2022, em junho, na Pirâmide de Long Beach.</p>
<p>Além de se tornar bicampeã mundial aos 21 anos, Pessanha foi consagrada com o tão sonhado duplo Grand Slam. A fera conseguiu a façanha de vencer a categoria e o absoluto nas quatro competições mais importantes da IBJJF (Mundial, Brasileiro, Pan e Europeu) na temporada.</p>
<p>Mas Gabi suou para beliscar o absoluto no Mundial. A jovem craque teve pela frente a americana Amy Campo, estreante na competição como faixa-preta. As finalistas travaram um confronto bem equilibrado, com direito a uma raspagem para cada lado. No entanto, a carioca derrotou a rival na decisão dos jurados, após empate por 2 a 2.</p>
<p>A rainha do Jiu-Jitsu conversou com a equipe do GRACIEMAG.com e comentou o desempenho no Mundial, o grande diferencial em relação às adversárias e o que a mantém faminta por mais medalhas.</p>
<p><em><strong>GRACIEMAG:</strong></em> Você fez uma temporada impecável, e foi campeã do Mundial, Brasileiro, Pan e Europeu. O que esse Grand Slam duplo representa para você?</p>
<p><em>GABI PESSANHA:</em> Ganhei meu primeiro Grand Slam na faixa-roxa, em 2018, e lembro que fiquei muito feliz com essa conquista. Sempre quero o melhor do Jiu-Jitsu para mim e sei que estou construindo uma linda história. O sentimento é de gratidão por ter trabalhado muito e de muita felicidade pela história incrível que eu estou escrevendo através do Jiu-Jitsu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Gabrieli Pessanha v Gabi Garcia / World Championship 2021" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/oj2PAGYDnC8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Você ainda tem 21 anos e já conquistou os campeonatos mais importantes no Jiu-Jitsu. O que te faz manter o foco e não deixar o sucesso subir à cabeça?</strong></p>
<p>Meu objetivo no Jiu-Jitsu é ser melhor a cada dia. É isso que me faz manter o foco e a disciplina. Porque faço o que ninguém faz para não ser apenas mais uma. Tive de abrir mão de muita coisa. Meu professor, Marcio de Deus, trabalhou desde a faixa-amarela com a gente para não deixar nosso sucesso subir à cabeça. Então estamos conquistando tudo com a cabeça muito boa. Não sabemos o dia de amanhã. Hoje estamos no topo, mas amanhã a gente pode descer um degrau. Então não tem por que ter soberba. Ele trabalha muito isso com a equipe: humildade sempre, porque sabemos de onde viemos.</p>
<p><strong>Qual é o maior diferencial no seu jogo em relação às adversárias?</strong></p>
<p>Acho que é mesmo a vontade. Eu quero mais do que todo mundo, pode acreditar. Minha mãe até brinca e fala: “Vai faminta!”<br />
Eu luto com muita vontade e com muito coração. Tenho uma frase que sempre carrego comigo: lute como se fosse o último campeonato da sua vida. Meu professor sempre ensinou muito isso. Na minha primeira final de Campeonato Mundial, ele falou que a técnica e a força não iam sobressair, mas quem quer mais. E eu sempre estou faminta.</p>
<p><strong>O desempenho da Amy Campo na final do absoluto te surpreendeu?</strong></p>
<p>Não me surpreendeu, mas foi uma luta bem dura. Meu professor já tinha estudado a Amy e eu sei que ela vem do Jiu-Jitsu sem kimono. Então, em todos os momentos na luta, a travei com as pegadas porque ela cola bem e para tirar depois é difícil. Ela tirou meninas muito duras que eu achei que fossem para a final no absoluto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gabrieli Pessanha v Yara Soares / Brasileiro 2021" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/nIuRihSpDHQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Qual foi a primeira coisa que passou na sua cabeça quando você se deu conta que ganhou ouros duplos em dois Mundiais, num intervalo de seis meses?</strong></p>
<p>Confesso que a ficha ainda está caindo. O Mundial é um sonho e a maioria das pessoas que treinam Jiu-Jitsu profissionalmente pensa ser campeão mundial. E ser campeã mundial quatro vezes em seis meses é surreal. Ainda estou procurando palavras para agradecer porque está um misto de sentimentos.</p>
<p><strong>Quais são seus próximos passos no Jiu-Jitsu? Pensa em ser uma estrela também no MMA?</strong></p>
<p>Estamos vendo minha agenda de campeonatos, mas nada confirmado. Não penso em migrar para o MMA, ao menos por agora. Fico pensando, sabe? Se minha mãe já passa mal quando eu luto Jiu-Jitsu, imagina tomando soco na cara. No momento, estou com novos objetivos e vamos torcer para dar certo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-licao-de-gabi-pessanha-lute-como-se-fosse-o-ultimo-campeonato-da-sua-vida/">A lição de Gabi: “Lute como se fosse o último campeonato da sua vida”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista: Thalison analisa os treinos pré Abu Dhabi World Pro 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 15:50:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_219941" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-219941" class="size-full wp-image-219941" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament.jpeg" alt="" width="1600" height="900" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament.jpeg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament-300x169.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament-1024x576.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament-768x432.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament-1536x864.jpeg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/11/Soares-wants-to-win-your-the-next-tournament-150x84.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><p id="caption-attachment-219941" class="wp-caption-text">Evento será o primeiro de Thalison desde o início da pandemia. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Destaque da nova geração como faixa-preta, Thalison Soares é mais um dos grandes nomes que marcarão presença nos tatames do Abu Dhabi World Pro 2021. Em seu primeiro torneio desde o início da pandemia do Covid-19, o faixa-preta conta que, apesar de ter adaptado seu treino para as regras do evento, seu foco permanece em mostrar seu Jiu-Jitsu solto e cheio de técnica, mas sempre com objetivo de finalizar seus adversários.</p>
<p>Para falar de seus preparos, Thalison papeou com GRACIEMAG e deu detalhes sobre os treinos, suas expectativas para o World Pro e como o Jiu-Jitsu lhe deu as ferramentas necessárias para construir o seu futuro. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Na sua visão, qual a diferença do World Pro para outros eventos do mundo?</strong></p>
<p>THALISON SOARES: As diferenças que eu vejo não são exclusivas ao World Pro, mas sim à AJP. A federação faz um ótimo trabalho na organização dos eventos, proporciona uma experiência incrível aos espectadores e promove uma grande valorização dos atletas. Você participa desses eventos sabendo que, depois de todo o seu trabalho duro, vai ser devidamente recompensado e isso é um grande estímulo para o competidor. Além disso, eles dão exemplo de profissionalismo e estrutura para os campeonatos.</p>
<div id="attachment_215269" style="width: 1178px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-215269" class="size-full wp-image-215269" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison.jpg" alt="" width="1168" height="739" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison.jpg 1168w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison-300x190.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison-768x486.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison-1024x648.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/04/paulo-thalison-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1168px) 100vw, 1168px" /><p id="caption-attachment-215269" class="wp-caption-text">Thalison em treino quente com Paulo Miyao no tatame do hotel em Abu Dhabi. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Qual foi o primeiro ano e faixa que você competiu em Abu Dhabi e qual a melhor memória dentre todas as vezes que você lutou lá?</strong></p>
<p>Minha primeira participação foi em 2017, ainda na roxa. Saí campeão e repeti o feito no ano seguinte, novamente conquistando o ouro na mesma graduação. Em 2019, participei na marrom e mais uma vez fui campeão, mas além disso fui escolhido como o melhor faixa-marrom do mundo naquele ano. Foi uma experiência muito legal, colocar o meu nome na história, ao lado de grandes atletas como Nicholas Meregali e Gustavo Batista, é algo que me orgulho muito.</p>
<p><strong>O World Pro tem como objetivo criar o ambiente mais competitivo do Jiu-Jitsu internacional. Quais são os seus pontos fortes no jogo para buscar o título este ano?</strong></p>
<p>O meu diferencial é o mesmo de sempre, entro no tatame para finalizar. Geralmente, os atletas entram no tatame com o foco na vitória, sempre amparados no regulamento e no tempo de partida, mas eu tenho uma mentalidade diferente. Quando participo de uma competição, meu foco é só o Jiu-Jitsu, então sempre quero dar o meu melhor e finalizar os meus adversários, independentemente de outros fatores do evento.</p>
<div id="attachment_235458" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235458" class="size-full wp-image-235458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211112-115202_2.png" alt="" width="720" height="785" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211112-115202_2.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211112-115202_2-275x300.png 275w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot_20211112-115202_2-138x150.png 138w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-235458" class="wp-caption-text">Além da carreira de atleta, Thalison lidera sua própria academia em Byron Bay, na Austrália. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Fez algo diferente nos treinos para lutar este evento em suas regras? O que você está trazendo de novo para a disputa?</strong></p>
<p>Meus treinos mudaram pouco, fiz apenas algumas adaptações a fatores específicos do World Pro. Uma dessas modificações foi o tempo de partida, que é menor nesse evento e me levou a adaptar o meu tempo de reação para algo mais rápido. Além disso, fiz outras mudanças no jogo para me adaptar ao regulamento, mas sigo confiante de que vai dar tudo certo.</p>
<p><strong>Falando de Jiu-Jitsu no geral, como o esporte mudou a sua vida e por quais motivos você recomenda o Jiu-Jitsu para os mais jovens?</strong></p>
<p>O Jiu-Jitsu reflete a vida e, desta forma, ensina muito a seus praticantes. Conforme você evolui no esporte, vai aprendendo a aplicar essas lições na sua rotina fora dos tatames. Não desistir, dar a volta por cima e se manter tranquilo sob pressão são aulas que eu recebi no tatame e que moldaram a minha vida fora dele. Recomendo muito que todos experimentem o Jiu-Jitsu pois ele sempre vai ajudar a alcançar os seus objetivos, não importa quais sejam.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/thalison-soares-e-o-foco-no-jiu-jitsu-rumo-ao-abu-dhabi-world-pro-2021/">Entrevista: Thalison analisa os treinos pré Abu Dhabi World Pro 2021</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça o espaço Sesi Jiu-Jitsu Amapá, de Jean Alves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 17:43:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos responsáveis pela disseminação do Jiu-Jitsu no norte do Brasil, nosso professor GMI Jean Alves tem uma novidade para seus alunos. O Sesi Amapá, academia na qual Jean ensina a arte suave, está de casa nova, com um dojo bem estruturado e estilizado para ampliar a efetividade do ensino. “É um sonho que se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_235315" style="width: 1201px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235315" class="size-full wp-image-235315" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves.png" alt="" width="1191" height="1355" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves.png 1191w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves-264x300.png 264w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves-900x1024.png 900w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves-768x874.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/Jean-Alves-132x150.png 132w" sizes="auto, (max-width: 1191px) 100vw, 1191px" /><p id="caption-attachment-235315" class="wp-caption-text">Jean em frente ao novo dojo. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Um dos responsáveis pela disseminação do Jiu-Jitsu no norte do Brasil, nosso professor GMI <a href="https://www.instagram.com/jean_alves_p/">Jean Alves</a> tem uma novidade para seus alunos. O <a href="http://instagram.com/amapasesi/">Sesi Amapá</a>, academia na qual Jean ensina a arte suave, está de casa nova, com um dojo bem estruturado e estilizado para ampliar a efetividade do ensino.</p>
<p>“É um sonho que se tornou realidade”, diz Jean. “Essa estrutura é o reconhecimento da importância do projeto na vida de tantas pessoas, que tiveram sua realidade transformada através do Jiu-Jitsu. Com essa aparelhagem, o Sesi Amapá continuará utilizando o Jiu-Jitsu como ferramenta de inclusão e transformação, trabalhando a defesa pessoal, disciplina, inclusão, respeito e autoconfiança.”</p>
<p>GRACIEMAG parabeniza o professor Jean Alves e sua equipe do Sesi Amapá por seu novo espaço de aprendizado e por seu comprometimento com a disseminação do Jiu-Jitsu e seus benefícios para alunos de todas as idades. Confira o novo dojo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<div id="attachment_235317" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235317" class="size-full wp-image-235317" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.05.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.05.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.05-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.05-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.05-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-235317" class="wp-caption-text">Espaço interno inclui imagens de grandes personalidades do Jiu-Jitsu e regras do tatame. Foto: Reprodução</p></div>
<div id="attachment_235319" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-235319" class="size-full wp-image-235319" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.03.jpeg" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.03.jpeg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.03-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.03-768x576.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-27-at-16.04.03-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-235319" class="wp-caption-text">Equipe reunida no novo espaço de treinos. Foto: Reprodução</p></div>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CVgc20_p5Rq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/CVgc20_p5Rq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Gracie Magazine Brasil (@graciemagoficial)</a></p>
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		<title>Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 13:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Alex Martins A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234722" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234722" class="size-full wp-image-234722" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png" alt="" width="586" height="534" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex.png 586w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-300x273.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/09/Alex-150x137.png 150w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-234722" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Alex Martins</em></p>
<p>A preparação foi intensa rumo ao ouro no Pan 2021, mas nada diferente dos outros campeonatos. Mantive uma dieta regrada, sempre focado e, o mais importante, treinando com o meu time. Desde os faixas-brancas até os mais graduados, todos me ajudaram nesse preparo e me puxaram para dar o melhor de mim.</p>
<p>O resultado foi bom, mas a trajetória certamente não foi fácil. Dentro e fora da academia, passei por momentos estressantes que me afetaram diariamente. Fiquei cerca de duas semanas dormindo mal, totalizando apenas 3 ou 4 horas de sono por noite, e isso contribuiu ainda mais para derrubar meu humor e minha motivação. Diante desse nível de estresse e preocupação, as coisas pareciam estar encaminhadas para dar errado.</p>
<p>O Jiu-Jitsu, no entanto, me ajudou a superar as dificuldades e me restabelecer. Através do meu treino, consegui manter o foco e o entusiasmo que sinto pelo esporte, em especial pela competição que se aproximava. A arte suave me amparou e me manteve calmo, impedindo que as energias negativas, nascidas das dificuldades e do estresse diário, me sobrecarregassem.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Ao pisar no tatame da competição, as preocupações perderam a ênfase. Já na primeira luta, tive um bom desempenho e passei a acreditar que poderia ser campeão. Como disse anteriormente, não foi fácil. Cada uma das quatro lutas que fiz neste campeonato pareciam finais e precisei me focar completamente para executar o meu jogo de forma efetiva, e assim alcançar o título.</p>
<p>Olhando para trás, vejo que essa experiência foi importante para mim. Através dela, consegui enxergar a força do Jiu-Jitsu, que me guiou em meio às dificuldades, e a minha própria capacidade de seguir com a cabeça erguida em direção a um novo desafio. Com essa experiência, eu agora entendo o poder da positividade, de acreditar no meu potencial e de manter a motivação em face das dificuldades. Essa determinação inabalável é apenas mais um dos ensinamentos que o Jiu-Jitsu me trouxe.</p>
<p><em>*Alex Martins é um faixa-preta, atleta e líder da academia AMBJJ. O GMI conquistou a medalha de ouro na divisão dos médios da categoria master 3 no Pan de Jiu-Jitsu 2021.</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alex-martins-e-a-determinacao-para-alcancar-o-ouro-no-pan-de-jiu-jitsu/">Alex Martins e a determinação para alcançar o ouro no Pan de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 14:07:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #274. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Num dos muitos momentos emocionantes da série “Arremesso final” (“The Last Dance”, no original da Netflix), o espectador depara-se com o supercampeão Michael Jordan chorando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233983" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233983" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg" alt="" width="1200" height="675" class="size-full wp-image-233983" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/michael-jordan-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-233983" class="wp-caption-text">Por que grandes ícones do UFC não conseguem reconquistar seus títulos ou dar a tão famosa “volta por cima”? Documentário campeão de audiência com Michael Jordan pode oferecer as pistas. Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #274. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Num dos muitos momentos emocionantes da série “Arremesso final” (“The Last Dance”, no original da Netflix), o espectador depara-se com o supercampeão Michael Jordan chorando copiosamente no chão do vestiário. Era o ano de 1996, e o Chicago Bulls acabara de conquistar seu quarto título da NBA.</p>
<p>Cerca de dois anos antes, Jordan sentira que não tinha mais o que provar após o tricampeonato consecutivo da NBA (1991/92/93). Estava cansado da perseguição da mídia e muito abalado pelo assassinato de seu pai. Por isso, havia decidido se aposentar, procurar novos desafios, jogar beisebol. Contudo, como manter um dos atletas mais competitivos e obcecados de todos os esportes no sofá, a assistir em casa outros times e novos jogadores serem coroados, enquanto ainda tinha talento incomparável e vigor físico suficiente para superá-los?</p>
<p>Michael não conseguiu se conter e voltou à NBA no fim da temporada 1994-95. Sentiu a falta de ritmo de jogo, a dificuldade de entrosamento com o novo elenco e a diferença da preparação física do basquete para a que vinha fazendo no beisebol. Os Bulls foram derrotados nos playoffs pelo Orlando Magic e muitos já diziam que a Era Jordan já havia passado. Subestimaram a incomparável capacidade de motivação e dedicação do maior de todos os tempos.</p>
<p>Jordan iniciou sua preparação no dia seguinte à eliminação, treinou obsessivamente por três períodos diários, dedicou-se ao que determinavam seus técnicos e cobrou o mesmo comprometimento dos colegas de equipe. Daí nasceu um time espetacular, por anos o recordista de mais vitórias numa só temporada da NBA (72, com apenas dez derrotas), com Michael eleito o jogador do ano e o Chicago Bulls conquistando o quarto campeonato. O título veio justamente no Dia dos Pais, dando um significado ainda maior para Jordan, que havia parado justamente após a perda de seu genitor. Impossível não se emocionar.</p>
<p>O que possibilita um retorno triunfal como esse após um longo afastamento do esporte? A justificativa mais fácil e impensada para explicar o caso de Michael seria atribuir tudo ao talento inigualável do “Air Jordan”. Então por que grandes ícones do UFC como Anderson Silva e Conor McGregor não conseguiram reconquistar seus títulos? Por que alguns poucos conseguem e tantos falham em empreitadas desse tipo no MMA?</p>
<div id="attachment_233990" style="width: 935px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233990" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png" alt="" width="925" height="591" class="size-full wp-image-233990" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture.png 925w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-300x192.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-768x491.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Couture-150x96.png 150w" sizes="auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px" /><p id="caption-attachment-233990" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p>É lógico que não podemos descartar a habilidade como um fator importante. Ninguém medíocre chega a se tornar um campeão do UFC e se manter por um tempo razoável. E é preciso ainda mais talento e inteligência para compensar o declínio físico que inevitavelmente vem com a idade e a inatividade. Foi graças a um nível técnico elevadíssimo que Dominick Cruz conseguiu recuperar seu cinturão peso-galo em 2016 depois de cerca de cinco anos de inatividade em razão de lesões gravíssimas nos joelhos.</p>
<p>Todavia, se talento e dominância garantissem grandes retornos, Anderson Silva, o maior gênio da história do MMA, teria conseguido voltar a reinar. Não foi o que ocorreu. Após sua fatídica derrota e a impressionante lesão sofrida contra Chris Weidman, Anderson nunca mais foi o mesmo. Não existe “perda de talento”. Não era tampouco a idade apenas que começava a afetá-lo. Faltava a motivação.</p>
<p>Como visto acima, Michael Jordan soube transformar a tragédia da morte do pai e a desconfiança da imprensa em motivação. Aliás, Jordan era um mestre em se automotivar. Bastava que alguém o provocasse, que um colunista na imprensa duvidasse dele ou mesmo que um oponente se destacasse, para que Michael usasse isso como razão pela qual precisava treinar o triplo e vencer. Ele se desafiava a provar para todos e para si mesmo que ainda era o melhor, que ainda podia vencer qualquer um. E assim o fazia.</p>
<p>No MMA, quem mais soube se motivar e retornar em triunfo foi Randy Couture. Cinco vezes campeão do UFC, o “Natural” já não era jovem quando começou a lutar MMA. Na estreia no UFC, tinha 33 anos. Durante toda a carreira, conviveu com constantes questionamentos da imprensa e de parte do público. Toda vez que ia enfrentar algum lutador mais jovem como Vítor Belfort (“Fenômeno” então com apenas 20 anos de idade), com mais recursos como Pedro Rizzo ou mais rápido como Chuck Liddell, Randy Couture era visto como carta fora do baralho. Isso o motivava a surpreender, a calar os críticos, a nunca parar. A cada luta em que era tido como azarão, ele sempre parecia querer mais a vitória do que os rivais.</p>
<p>Seu último retorno ao trono foi o mais sensacional e emblemático. Com 43 anos e vindo de mais de um ano de inatividade, Randy enfrentou o bem mais alto, mais jovem e nocauteador Tim Sylvia. A imprensa previa uma derrota constrangedora para o “coroa”, naquele UFC 68. Couture transformou essas críticas pesadas e a desconfiança em combustível para uma chama que parecia inesgotável. Durante cinco rounds, Randy foi uma locomotiva. Com labaredas saindo de seus olhos, derrubou seguidamente Sylvia e usou um jogo de wrestling extremamente desgastante para miná-lo. Couture era quem parecia ser o jovem ali. Após ter seu braço levantado por decisão unânime, o ídolo americano sorriu e declarou: “Nada mal para um cara velho! ”</p>
<p>A série “Arremesso final” comprova que só talento e vontade não são suficientes se não houver dedicação. Jordan era extremamente disciplinado e treinava mais do que qualquer um no time. Não é fácil manter essa rotina quando já se alcançou as maiores honrarias de seu esporte. É preciso uma combinação de autoconhecimento, determinação e engajamento. Aquele velho adágio de que não basta a inspiração sem a transpiração. Quando tratamos de UFC, nenhum campeão representa melhor essa dedicação do que Georges St-Pierre.</p>
<p>Durante toda sua gloriosa carreira no peso meio-médio, o faixa-preta canadense sempre buscou treinar, aprimorar-se, preencher lacunas, desenvolver novas habilidades. Procurava os melhores treinadores no mundo em áreas onde precisava desenvolver habilidades específicas. Pupilo da lenda Freddie Roach no boxe e faixa-preta do professor Bruno Fernandes na GB Montreal, St-Pierre já foi a Londres aprender algumas técnicas da arte suave com Roger Gracie, foi à Tailândia aprimorar muay thai, treinou wrestling com a equipe do Canadá, fez treinos de força e flexibilidade com equipes de ginástica olímpica. A cada luta, esse empenho constante de St-Pierre gerava algo novo para dificultar a vida de seus adversários.</p>
<p>Ao se aposentar após sua nona defesa consecutiva do cinturão meio-médio, Georges continuou se mantendo em forma. Quatro anos depois, motivado por se tornar campeão de mais uma categoria e enfrentar outro veterano do esporte, GSP aceitou disputar o cinturão peso médio contra Michael Bisping, no UFC 217. Para isso, voltou a se dedicar com afinco único e profissional aos treinamentos. Era preciso ganhar mais musculatura e, ainda assim, continuar ágil para poder ganhar de um oponente maior e naturalmente mais pesado.</p>
<p>A disciplina do canadense o levou a praticamente morar na academia e mudar sua preparação para dar mais ênfase em finalizações e em poder de nocaute. Árdua dedicação que trouxe dividendos. Durante os dois primeiros minutos da luta no Madison Square Garden, St-Pierre ainda recebia muitos golpes, mas gradativamente se adaptava à nova dinâmica e conseguia encaixar o que havia treinado. Até que, no terceiro round, quando se esperava que os anos de aposentadoria cobrariam o preço de um atleta menos comprometido, GSP cresceu na luta, acertou um potente cruzado de esquerda, seguiu com socos no chão até pegar as costas de Bisping e finalizá-lo no mata-leão. Tudo que treinara à exaustão fora devidamente aplicado e Georges St-Pierre era novamente campeão do UFC.</p>
<p>Deveríamos nos inspirar nos exemplos desses retornos gloriosos para superarmos os desafios que a vida nos traz, amigo leitor. Não é preciso ser um Michael Jordan ou um Georges St-Pierre. Todos temos nossas próprias habilidades, limitações e dificuldades. Se soubermos combinar nossos talentos com muita motivação e dedicação, haveremos de triunfar.</p>
<div id="attachment_233992" style="width: 995px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233992" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png" alt="" width="985" height="649" class="size-full wp-image-233992" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva.png 985w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-300x198.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-768x506.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Anderson-Silva-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px" /><p id="caption-attachment-233992" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Zuffa LLC</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-dar-a-volta-por-cima-com-o-campeao-michael-jordan/">A arte de dar a volta por cima, com o campeão Michael Jordan</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 20:52:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233460" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233460" class="size-full wp-image-233460" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg" alt="" width="496" height="372" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233460" class="wp-caption-text">Ronny com a molecada boa do Jiu-Jitsu. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Professor da GB West Bay Doha, no Catar, nosso GMI Ronny Carvalho conhece bem os desafios da vida de um atleta, sempre em busca de títulos no Jiu-Jitsu. Com isso em mente, o faixa-preta abriu seu baú de histórias para GRACIEMAG e contou sobre sua trajetória, seu foco nos treinos e as qualidades necessárias para conquistar o sonhado ouro nas competições. Confira nas linhas abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi o seu primeiro contato com o Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>RONNY CARVALHO: Sou de Formiga, uma cidade mineira que gerou grandes nomes do Jiu-Jitsu como Rodrigo Ranieri, Marcelo Garcia e Matheus Diniz. Inclusive, foi através do Ranieri que o Jiu-Jitsu começou a ter força em Formiga e foi por causa dele que conheci o esporte. Na época, eu tinha 14 anos de idade e me apaixonei rapidamente. Pouco tempo depois, conheci o mestre Paulão Rezende, que ensinou o Jiu-Jitsu para o Ranieri. Ele morava em Poços de Caldas, que é uma cidade vizinha, e foi o responsável por lapidar essa geração de atletas que saiu de Formiga. Nós deixamos a nossa cidade natal e fomos morar em lá para poder treinar com o Paulão.</p>
<p><strong>Como foram seus primeiros anos no Jiu-Jitsu?</strong></p>
<p>Me mudar para Poços de Caldas foi uma grande mudança na minha vida. A cidade já tinha fama no Jiu-Jitsu porque o Marcelinho Garcia havia conquistado o Mundial na faixa-azul e por conta de outros atletas que saíram de lá e deixaram a sua marca no esporte. Quando cheguei na cidade, passei a ter uma visão diferente do Jiu-Jitsu e decidi que queria viver dele, mas entendia que para isso eu precisaria me adaptar ao sistema de treinamento do Paulão, que era duríssimo. Sem falar que os campeonatos rolavam mensalmente e todos competiam, com estímulo do Paulão. Às vezes nem tínhamos dinheiro para viajar, mas nos juntamos e íamos na raça mesmo para participar das competições. Foi uma época cheia de altos e baixos, mas também foi uma ótima experiência e uma fase muito boa da minha vida. Apesar de estar hoje na Gracie Barra, junto com o Bráulio Estima, a quem sou muito grato, mantenho meu respeito e minha admiração pelo Paulão, que me ensinou tudo que eu sei sobre o Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Eventualmente você saiu de Minas Gerais e ficou em Brasília, sob a tutela do professor João Roque. O que motivou essa mudança?</strong></p>
<p>Apesar de morar em Poços de Caldas, eu frequentemente precisava sair do estado por conta do trabalho e, nessas ocasiões, eu procurava outras academias para treinar. Quando fui para Brasília, eu procurei o João Roque por indicação do meu mestre e me adaptei bem ao estilo dele. O João é um mestre incrível e eu passei a considerar ele e o pessoal de lá como minha segunda família no Jiu-Jitsu. Me mantive competindo mensalmente e ficava impressionado com os atletas de lá, só tinha casca-grossa. Após um ano e alguns títulos conquistados em Brasília, o João Roque me graduou à faixa-marrom.</p>
<div id="attachment_233458" style="width: 506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233458" class="size-full wp-image-233458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg" alt="" width="496" height="617" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1.jpeg 496w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-241x300.jpeg 241w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/WhatsApp-Image-2021-07-06-at-16.54.06-1-121x150.jpeg 121w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><p id="caption-attachment-233458" class="wp-caption-text">Ronny com Léo Vieira em sua conquista no Europeu 2008. Foto: Reprodução</p></div>
<p><strong>Quais são as memórias mais marcantes da sua graduação à faixa-preta?</strong></p>
<p>Eu fui graduado à preta no fim de 2008, pelas mãos do professor Reinaldo Ribeiro. Pouco tempo depois de chegar na marrom, o Bernardo Pitel, que era aluno do João Roque, me chamou para ir junto com ele competir no Europeu. Fui vice-campeão na categoria Master 1 e decidi ficar por lá, treinando junto com o Reinaldo. Eu fui criado junto com ele no Jiu-Jitsu, éramos da mesma equipe. Me senti muito honrado em receber a preta das mãos dele, que foi um cara que me cobrou muito e me ensinou mais ainda sobre o Jiu-Jitsu. Estreei minha faixa no ano seguinte e alcancei o terceiro lugar no Europeu 2009 da IBJJF.</p>
<p><strong>O ensino é uma vertente do Jiu-Jitsu que é cada vez mais procurada por praticantes, independente da idade. Na sua opinião, é possível equilibrar a vida de atleta e a de professor?</strong></p>
<p>Acho importante manter o foco nos nossos objetivos. Se o atleta busca ser campeão, independente de ser estadual, nacional ou mundial, ele precisa manter esse foco. O caminho para alcançar esse patamar não é fácil, são muitos desafios e dificuldades. Preparar um aluno que vive com a mentalidade de competição para ser professor, especialmente se for jovem, é algo que eu não sou a favor. Prefiro trabalhar o psicológico desse atleta para que ele não se perca do seu objetivo, sempre tendo em mente as coisas que ele precisa fazer para alcançar essa meta, como treinar bastante, comer bem e dormir cedo.</p>
<p><strong>Qual é o treino que não pode faltar em uma das suas aulas?</strong></p>
<p>Eu sempre trago um dos treinos que aprendi com o Paulão Rezende, nos meus primórdios lá em Poços de Caldas. Coloco os alunos para fazer três minutos de guarda e depois, ainda na mesma dupla, mais três minutos de passagem de guarda. Divido esse treino em quatro rodadas, sendo que nas duas primeiras é permitido finalizar e nas últimas mantemos apenas a passagem. Como o objetivo é que o aluno consiga passar a guarda de maneira rápida, colocamos uma margem de trinta segundos para completar uma raspagem. Isso aumenta muito o nível do atleta nas competições.</p>
<p><strong>Qual é o diferencial para um atleta se tornar um campeão?</strong></p>
<p>Na parte física, acredito que um campeão precisa ter, no mínimo, seis horas diárias de treino. Essas horas podem ser divididas ao longo de vários treinos no dia, mas é essencial para que o atleta possa formular uma estratégia e praticar bastante. O jogo do campeão deve consistir de, no máximo, quatro posição que ele vá usar nas lutas, ou seja, manter o foco dos treinos no que ele já sabe fazer. Uma queda que ele consiga fazer bem ou uma raspagem que esteja habituado, são movimentos que devem integrar o jogo desse atleta e devem ser a prioridade no treinamento.</p>
<p>Na parte psicológica, ao meu ver, se trata de um esforço conjunto entre o professor e o atleta. Por um lado, o atleta precisa ter disciplina e dedicação para chegar ao alto nível necessário para se tornar um campeão. Consumo de bebidas alcoólicas, ou até mesmo refrigerantes, e dormir tarde não combinam com a vida de um atleta profissional. Por outro lado, o professor precisa saber administrar o psicológico desse aluno, sem cobrar de forma excessiva. Além do preparo físico, um campeão precisa estar mentalmente blindado para deixar de lado as dificuldades da vida dentro e fora dos tatames e executar sua estratégia com sucesso na competição.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ronny-carvalho-e-o-foco-necessario-para-ser-um-campeao-no-jiu-jitsu/">Ronny Carvalho e o foco necessário para ser um campeão no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bráulio Estima e sua inabalável persistência no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 21:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #266. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * Em seus primeiros campeonatos da IBJJF, ainda nas faixas coloridas, Bráulio Estima sofreu uma série de derrotas logo na luta inicial. “Era uma frustração enorme,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233380" style="width: 521px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-233380" class=" wp-image-233380" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1.jpg" alt="" width="511" height="546" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1.jpg 377w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1-281x300.jpg 281w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/07/Braulio-Estima-ADCC-2006-1-140x150.jpg 140w" sizes="auto, (max-width: 511px) 100vw, 511px" /><p id="caption-attachment-233380" class="wp-caption-text">Foto: Pedro Stabile</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #266. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>Em seus primeiros campeonatos da IBJJF, ainda nas faixas coloridas, Bráulio Estima sofreu uma série de derrotas logo na luta inicial. “Era uma frustração enorme, mas acho que se eu continuasse perdendo até hoje, eu estaria treinando e tentando de novo. A determinação está acima dos resultados e das medalhas”, diz o professor da Gracie Barra Birmingham, na Inglaterra.</p>
<p>“Eu ia de Recife ao Rio para perder logo de cara. Era terrível, mas se você, mesmo derrotado, usar o mau resultado para corrigir o seu jogo, no fundo você está sendo bem sucedido. Bate a tristeza, vem a incerteza se você está treinando certo, mas o principal é voltar para o tatame com vontade de melhorar. Cada lição que tomei naqueles primeiros anos me fez um lutador campeão anos depois. Como grande mestre Carlos Gracie sempre ensinou: ‘No Jiu-Jitsu não se perde, ou você ganha ou você aprende’”, ensina Bráulio, que, já com a faixa-preta na cintura, passou a saborear muitas glórias como consequência de sua inabalável persistência.</p>
<p>Na foto acima, Estima (também conhecido pela alcunha “Carcará”) recorre à guarda fechada para vencer o impávido Delson Heleno, o Pé de Chumbo, na final da categoria meio-pesado do Mundial 2006, a última edição do evento realizada no Rio de Janeiro, no ginásio do Tijuca Tênis Clube.</p>
<p>“Sempre adotei o tema ‘devagar e sempre’, mas sempre pra frente”, analisa Bráulio, revelando mais uma ótima dica aos leitores da GRACIEMAG. “Acredito que quando o lutador aponta objetivos mais alcançáveis, ele se mantém o tempo todo motivado e combate a frustração. Há muitas metas a buscar: perder peso, aprender a não ser amassado, aprender a se defender, afiar determinado golpe, vencer um colega de treinos… Se eu fico martelando na minha cabeça objetivos como, por exemplo, ser o próximo campeão do UFC, a coisa está tão distante e traz tanta pressão que não chego nem no próximo degrau.”</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/braulio-estima-e-sua-inabalavel-persistencia-no-jiu-jitsu/">Bráulio Estima e sua inabalável persistência no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rodrigo Cavaca e o foco para alcançar o título mundial no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2021 17:03:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Rodrigo Cavaca* Em 2005, na minha terceira competição de faixa-preta, com 24 anos, estava eu sentado ao lado de fora da área de luta, assistindo as lutas de futuros adversários que se enfrentavam na minha chave, em um campeonato Paulista muito difícil, que acontecia no Tênis Clube em São Paulo. Naquele absoluto, nomes como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_232689" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-232689" class="size-full wp-image-232689" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-24-at-13.35.05.jpeg" alt="" width="720" height="714" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-24-at-13.35.05.jpeg 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-24-at-13.35.05-300x298.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-24-at-13.35.05-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-232689" class="wp-caption-text">Confira abaixo o relato da fera. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Rodrigo Cavaca*</em></p>
<p>Em 2005, na minha terceira competição de faixa-preta, com 24 anos, estava eu sentado ao lado de fora da área de luta, assistindo as lutas de futuros adversários que se enfrentavam na minha chave, em um campeonato Paulista muito difícil, que acontecia no Tênis Clube em São Paulo. </p>
<p>Naquele absoluto, nomes como Demian Maia, Napão, Big Mac, Robert Drysdale (hoje meu sócio-fundador da Zenith, mas na época foi meu adversário no absoluto e me superou por 3 a 0 ao passar minha guarda. Não esqueci!), Eduardo Telles, Jorge Patino Macaco, Marcos Souza e diversos outros grandes lutadores que eram ou se tornaram campeões mundiais.</p>
<p>E eu chegando ali no meio desses craques todos, vindo de uma equipe pequena do litoral de São Paulo. Por mais que tenha tido uma base forte nas faixas coloridas e conquistado títulos de expressão, não era a mesma coisa de treinar diariamente com os grandes campeões, assim como aconteceu no ano seguinte em que me mudei para São Paulo para treinar na equipe Brasa, na época campeã mundial.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Mas o que eu tinha dentro de mim era a certeza de que iria alcançar o que ninguém tinha sonhado na minha região, mesmo sem ter referências dentro da minha equipe ou na minha área: conquistar o mundo na faixa-preta.</p>
<p>Em outubro de 2005, quando meu mestre Élcio me graduou à faixa-preta depois de apenas 8 meses de marrom, eu me senti pronto para ir atrás desse desafiador e ousado objetivo, pois o que eu sentia dentro do meu coração era amor pelo que fazia todos os dias dentro do tatame, a vontade capaz de superar qualquer obstáculo colocado a minha frente e o foco permanecia sempre em subir um degrau de cada vez até alcançar o lugar mais alto do pódio do tão almejado campeonato mundial que, para nós do Jiu-Jitsu, representa as olimpíadas.</p>
<p>Depois de exatamente 10 anos desde que comecei a treinar, no ano de 2010, e ter treinado uma média de 4 horas por dia sem interrupções, totalizou-se 14.600 horas de treino até a conquista do meu primeiro título mundial na faixa-preta, em Long Beach, Califórnia. Com isso, pude mostrar a todos da região em que eu morava, que todos poderiam realizar o que antes não passava de um sonho.</p>
<p><em>* Rodrigo Cavaca é faixa-preta de Jiu-Jitsu, líder da Zenith e formador de grandes campeões de Jiu-Jitsu</em></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rodrigo-cavaca-e-o-foco-para-alcancar-o-titulo-mundial-no-jiu-jitsu/">Rodrigo Cavaca e o foco para alcançar o título mundial no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>8 lições de Kobe Bryant para lutadores de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 16:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 26 de janeiro, o mundo do esporte perdeu Kobe Bryant, de 41 anos, em um chocante acidente de helicóptero que levou junto sua filha e mais sete amigos da família. Dono de cinco títulos da NBA e duas medalhas olímpicas, além de um Oscar, Kobe colecionou recordes que lhe abrem um lugar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_221135" style="width: 856px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-221135" class="wp-image-221135 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA.jpg" alt="" width="846" height="1197" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA.jpg 846w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-212x300.jpg 212w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-724x1024.jpg 724w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-768x1087.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/02/Kobe_Bryant_Drives-Keith-Allison-from-Kinston-USA-106x150.jpg 106w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /><p id="caption-attachment-221135" class="wp-caption-text">O ex-karateca Kobe Bryant leva a bola, durante jogo pelos Lakers. Foto: Keith Allison from Kinston, USA/ Wikipedia</p></div>
<p>No último dia 26 de janeiro, o mundo do esporte perdeu Kobe Bryant, de 41 anos, em um chocante acidente de helicóptero que levou junto sua filha e mais sete amigos da família.</p>
<p>Dono de cinco títulos da NBA e duas medalhas olímpicas, além de um Oscar, Kobe colecionou recordes que lhe abrem um lugar eterno na história do esporte.</p>
<p>Em abril de 2016, nossa equipe compilou alguma das frases favoritas que a saudosa lenda da bola alaranjada, e ex-karateca, gostava de usar para motivação. Relembre e use para sua própria rotina nos treinos. Oss, e RIP, Kobe.</p>
<p><strong>1. “A última vez que eu me senti intimidado foi quando eu tinha 6 anos, numa aula de karatê.</strong> Eu era faixa-laranja e o instrutor me disse para enfrentar um faixa-preta alguns anos mais velho e bem maior do que eu. Eu estava apavorado, e o cara realmente acabou comigo. Mas foi ali que eu percebi que ele não acabou comigo tanto quanto eu temia, eu não me machuquei. E vi que não havia nada a temer na verdade. Foi ali que percebi que intimidação não existe se sua mente está na sintonia certa.”</p>
<p><strong>2. “Cuidado ao me provocar</strong>. Se você balançar uma árvore, pode cair um leopardo lá de cima.”</p>
<p><strong>3. “Você está disposto a fazer o que é certo mesmo que isso signifique ser tachado como o vilão?</strong> Eu prefiro ser lembrado como um vencedor do que como um bom companheiro de equipe. Gostaria que ambas as coisas andassem de mãos dadas o tempo todo, mas isso não é realidade.”</p>
<p><strong>4. “Eu não tenho nada em comum com as pessoas preguiçosas que culpam os outros por sua falta de sucesso.”</strong></p>
<p><strong>5. “Não há uma jogada que seja uma jogada nova</strong>. Eu roubei todas essas jogadas de todos esses grandes jogadores. Tento honrar os caras que vieram antes, porque aprendi muito com eles. É tudo em nome do jogo. É muito maior do que eu.”</p>
<p><strong>6. “Eu era como um cavalo selvagem que tinha o potencial de se tornar um campeão</strong>, mas no início era selvagem demais. Por sorte tive um treinador como Phil Jackson para me domar.”</p>
<p><strong>7. “Quando eu tenho a chance de marcar Michael Jordan, eu quero marcá-lo.</strong> Eu quero ele. É o desafio definitivo.”</p>
<p><strong>8. “Se você me vir brigando com um urso, pode rezar pelo urso”</strong>.</p>
<p>&gt;&gt;&gt; Estas lições foram originalmente publicadas na edição #231 de GRACIEMAG, em . Para ler sua revista de Jiu-Jitsu favorita, <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui. </a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/8-licoes-de-kobe-bryant-para-lutadores-de-jiu-jitsu/">8 lições de Kobe Bryant para lutadores de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roger Gracie explica a eficiência de seu Jiu-Jitsu: jogo progressivo, foco e grandes rivais</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 13:11:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Cada um tem a sua história, o seu momento. Não se deve diminuir ou aumentar a história de ninguém&#8221;, disse o tímido, porém sempre preciso Roger Gracie, em conversa com GRACIEMAG esta semana, ao analisar o título de &#8220;melhor Jiu-Jitsu do mundo&#8221; na visão de vários professores. Mesmo sendo apontado como o Pelé da arte&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217084" style="width: 1304px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217084" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger.jpg" alt="" width="1294" height="768" class="size-full wp-image-217084" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger.jpg 1294w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger-300x178.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger-768x456.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger-1024x608.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/roger-150x89.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1294px) 100vw, 1294px" /></a><p id="caption-attachment-217084" class="wp-caption-text">Roger Gracie em papo com Graciemag. Foto: Reprodução</p></div>
<p>&#8220;Cada um tem a sua história, o seu momento. Não se deve diminuir ou aumentar a história de ninguém&#8221;, disse o tímido, porém sempre preciso Roger Gracie, em conversa com GRACIEMAG esta semana, ao analisar o título de &#8220;melhor Jiu-Jitsu do mundo&#8221; na visão de vários professores. </p>
<p>Mesmo sendo apontado como o Pelé da arte suave, Roger reafirmou que não tem segredos no seu jogo. Muito treino, foco e uma mente fixa no objetivo maior do Jiu-Jitsu ditaram o ritmo de sua carreira, durante seus 20 anos como competidor. De passagem pela academia do nosso GMI Kléber Buiu, na Gracie Barra Parque Olímpico, Roger falou sobre o seu jogo progressivo, os grande rivais que gostaria de ter enfrentado e o foco inabalável para ter sucesso dentro e fora dos tatames. Confira!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Roger Gracie explica a eficiência de seu Jiu-Jitsu: jogo progressivo, foco e grandes rivais" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/EgDx6MNOOoU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roger-gracie-explica-a-eficiencia-de-seu-jiu-jitsu-jogo-progressivo-foco-e-grandes-rivais/">Roger Gracie explica a eficiência de seu Jiu-Jitsu: jogo progressivo, foco e grandes rivais</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Jéssica Bate-Estaca mira nova disputa de cinturão após vitória no UFC deste sábado</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jessica-bate-estaca-mira-nova-disputa-de-cinturao-apos-vitoria-no-ufc-deste-sabado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jessica-bate-estaca-mira-nova-disputa-de-cinturao-apos-vitoria-no-ufc-deste-sabado</link>
		
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		<pubDate>Sat, 24 Feb 2018 05:28:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estrela da luta coprincipal do UFC Orlando, que rola neste sábado, dia 24 de fevereiro, Jéssica Bate-Estaca entrará no octógono com atenção redobrada. Atual número dois do ranking, Jéssica tem mira fixa em voltar a lutar pelo título, mas primeiro terá de superar Tecia Torres. Com a iminência do duelo entre Rose Namajunas, dona do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207759" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gettyimages-923540966.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207759" class="size-large wp-image-207759" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/02/gettyimages-923540966-1024x742.jpg" alt="" width="650" height="471" /></a><p id="caption-attachment-207759" class="wp-caption-text">Bate-Estaca e Tecia Torres na encarada do UFC Orlando. Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Estrela da luta coprincipal do UFC Orlando, que rola neste sábado, dia 24 de fevereiro, Jéssica Bate-Estaca entrará no octógono com atenção redobrada. Atual número dois do ranking, Jéssica tem mira fixa em voltar a lutar pelo título, mas primeiro terá de superar Tecia Torres.</p>
<p>Com a iminência do duelo entre Rose Namajunas, dona do cinturão peso palha, e Joanna Jedrzejczyk, ex-campeã da divisão, Bate-Estaca quer uma vitória empolgante sobre Tecia para firmar seu lugar para desafiar pela primeira vez Rose, ou ter sua revanche contra Joanna.</p>
<p>&#8220;O meu foco hoje é vencer a luta contra a Tecia Torres e ter a oportunidade de disputar o cinturão novamente&#8221;, disse Jéssica. &#8220;Já imaginei a vitória na trocação ou batendo no ground and pound. Espero que ela tenha treinado muito, por que eu treinei muito.&#8221;</p>
<p>Além de Jéssica, os brasileiros faixas-pretas de Jiu-Jitsu Renan Barão e Rani Yahya também estarão em ação no card, exibido ao vivo pelo Combate a partir das 18h30. Confira no vídeo abaixo as declarações de Jéssica Bate-Estaca para o evento de hoje e aqueça para mais um grande evento do UFC!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="UFC Orlando: Jéssica Andrade - Preparada para tudo" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/qR7Ptw88voE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>UFC Fight Night: Emmett x Stephens<br />
Orlando, Flórida, EUA<br />
24 de fevereiro de 2017</h3>
<p>Josh Emmett x Jeremy Stephens<br />
Jéssica Bate-Estaca x Tecia Torres<br />
Ovince St-Preux x Ilir Latifi<br />
Mike Perry x Max Griffin</p>
<p><strong>Card preliminar</strong></p>
<p>Renan Barão x Brian Kelleher<br />
Sara McMann x Marion Reneau<br />
Angela Hill x Maryna Moroz<br />
Ben Saunders x Alan Jouban<br />
Sam Alvey x Marcin Prachnio<br />
Rani Yahya x Russell Doane<br />
Eric Shelton x Alex Perez<br />
Albert Morales x Manny Bermudez</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jessica-bate-estaca-mira-nova-disputa-de-cinturao-apos-vitoria-no-ufc-deste-sabado/">Jéssica Bate-Estaca mira nova disputa de cinturão após vitória no UFC deste sábado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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