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	<title>Flavio Cachorrinho | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Aug 2024 14:43:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Flavio Cachorrinho | Graciemag</title>
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		<title>Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:27:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A espera pelas lutas, a análise dos adversários, o relato dos combates. O texto a seguir, produzido e editado para a GRACIEMAG #67, conta o Mundial de Jiu-Jitsu de 2002 na visão de Saulo Ribeiro, maior recordista em títulos até então, com seis medalhas de ouro e duas de prata acumuladas em sete anos de competição.</em></p>
<p>Aprenda com ele. E assine nossa <a href="http://www.graciemagshop.com.br" target="_blank" rel="noopener">revista digital para ler artigos como este. Oss!</a></p>
<p><em><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-7271 aligncenter" title="Saulo e pai site" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-e-pai-site.jpg" alt="" width="480" height="312"></a><br />
</em></p>
<p>Todo dolorido. Foi assim que eu acordei no domingo, 28, último dia do sétimo Mundial de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Peguei o meu kimono para ir para o Tijuca Tênis Clube pensando o seguinte: se hoje fosse um dia normal, a possibilidade de eu ir treinar era zero. Ia fazer um rango no restaurante Guaranamania, deitar e descansar. Tava na maior lombra.</p>
<p>Ao mesmo tempo, eu tinha de ir trabalhar, correr atrás do título que ainda não possuía, o de campeão absoluto. Fiz a minha parte ontem, venci três lutas e estou classificado para a final, mas não foi fácil.</p>
<p>Na verdade, depois da minha segunda luta, contra o [Roberto Corrêa] Gordo, sentei no chão ao lado do tatame muito puto. Fiz preparação física nos últimos meses, achava que estava numa forma ótima, mas no meio da luta eu tava morto.</p>
<p>Eu sabia que a minha luta com o “Careca” ia ser difícil, sempre é. Ao contrário da garotada nova que tem por aí, ele não erra, não dá esgrima e a gente se equivale tecnicamente. Mas quando eu abri vantagem no início, e quando ele me deu a perna direita e tomou um kouchi-gari, achei que a luta tava ganha. De repente, ele tinha trancado as pernas nos meus joelhos, e eu fui raspado. Puxei o ar e não veio nada, e me segurei para não transparecer meu desespero. Fechei a guarda e, antes do fim, quando fui para a minha raspagem, ele cresceu o olho no crucifixo, como sempre, e fiz mais dois pontos.</p>
<blockquote><p>Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você esteve ali antes&#8221; Saulo Ribeiro</p></blockquote>
<p>Tinha vencido, mas estava revoltado com o meu mau condicionamento. E fiquei me perguntando o porquê. Remoí isso durante o resto do dia, e só hoje de manhã achei a explicação: falta de ritmo de competição. No meu melhor ano, 98, eu lutava campeonato quase todos os finais de semana. De Jiu-Jitsu ou judô, pequeno ou grande, não queria saber. Desde 99, só tenho lutado o Mundial e o ADCC. É isso. Não adianta se preparar, você só sabe o que vai acontecer com o seu corpo ali dentro se você tiver estado ali antes. E quanto mais você competir, mais você vai conhecer o seu corpo.</p>
<p>Chegar no ginásio do Tijuca é sempre bom. Foi lá que, desde 96, venci cinco campeonatos mundiais. Claro que é problemático lembrar que ano passado – único ano em que fui derrotado –, nessa mesma hora, eu estava na mesma situação: tinha chegado à final do absoluto, mas ia tentar lutar o meio-pesado para ser campeão. A experiência tinha me ensinado que eu não podia cair no mesmo erro, partir para dentro dos caras do peso feito um louco e ficar no bagaço para as finais.</p>
<p>Até hoje ainda acho que eu não perdi o campeonato para o [Fernando Pontes] Margarida, durante a final. Eu perdi antes. Para o [Flávio Almeida] Cachorrinho, na semifinal. Apesar de ter vencido a luta, ele me matou. Que cara forte! Se ele não desse a esgrima, ia ser o cara mais difícil de ser vencido de todos. Eu não sei como ele perde para o Margarida, se ele é muito mais forte.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-7277 aligncenter" title="DSC_0076" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC_0076-e1268508289939.jpg" alt="" width="312" height="480"></a></p>
<p>Esse ano, meu plano era outro: vencer o peso sem me cansar muito. E, na área de aquecimento, como tava de baia, ia poder ver todo mundo antes de eu lutar. O Erik [Wanderley] foi chamado. Era hora de olhar o inimigo contra um cara mais fraco. Ele certamente vai usar todas as suas armas mais fortes para acabar logo o serviço. No meio da luta, alguém chega e pergunta: “Vai de moto para casa?”. “Claro, trouxe até o capacete”, brinco, sem deixar claro que, na verdade, aquela Honda Biz de prêmio para o campeão era o que menos importava.</p>
<p>Continuo prestando atenção. Ele mete a mão direita por cima, é candidato a tomar um ipon-seoi. Tomou uma queda. É outro cara bom e forte, mas, por baixo, dá a esgrima. Eu sei que ele vai vencer, provavelmente chegar à final, então reparo mais. Em pé, outro trejeito. Ele finge que vai puxar para a guarda e coloca a perna direita na frente para atacar. Pode tomar um ouchi-gari. Essa vai ser a estratégia.</p>
<p>11:00. Já estou há quase uma hora esperando, e minha luta se aproxima. De repente, noto um movimento na entrada do ginásio. Corro os olhos à procura do motivo e me surpreendo. É o Rickson. Veio fazer uma visita surpresa. A responsabilidade aumentou. O homem vai ver se tenho feito direito o dever de casa. Acompanho o bicho e penso alto: “O cara é foda. Dá para sentir a sua energia”.</p>
<p>A presença de Rickson, Royler, Renzo no estádio e alguns erros que vejo os caras cometendo nas lutas me faz refletir no suporte que esses caras me deram, me poupando de muitos desses erros. A versatilidade do Royler, sempre apto a fazer qualquer tipo de jogo; por cima, por baixo, em pé, no chão. O Renzo, que mesmo quando morre no gás nas lutas, ninguém consegue fazer nada com ele, o que prova ainda mais a sua técnica. E o Rickson, que quando treina contigo parece que tem 200kg. Procuro aprender o que cada um deles tem de melhor, adaptar isso no meu jogo.</p>
<p>Volto a prestar atenção nas disputas. No ringue mais próximo, o da esquerda, [Ricardo] De la Riva vai lutar. É uma incógnita. Só dará para saber como ele vai se sair depois da primeira bufada. Voltar após nove anos é complicado. Depois de um [ano] já é foda. Uma torcida grande grita para ele. Maneiro o cara ter um carisma assim. Ele vence bem, e volta para a área de aquecimento. Vou cumprimentá-lo, e ele me parabeniza, aproveitando para elogiar o Royler. Dá para sentir que não é falsidade, esse cara é gente fina mesmo. Tem uma humildade muito grande. Mesmo se perder, continua sendo campeão.</p>
<p>Vejo a luta do Fábio Nascimento, o cara que vou enfrentar de primeira. Ele raspa o outro na meia-guarda. Ontem, na primeira luta do absoluto, ele me levantou assim. Mas eu pensei: “Me recuso a ir nessa”, e atochei o peso.</p>
<p>A minha hora não chega e por mais que queira me concentrar, fiquei mais é vendo as outras categorias, analisando os caras que estão aparecendo. Não sei porque, penso numa luta do Pé de Chumbo com o “Jaca”. Essa ia ser boa de ver. Os caras são muito preparados e fazem força sem cerimônia&#8230; No ringue que o De la Riva lutou, agora o [Marcelo] Pupo tava vencendo uma luta da categoria leve. Reparo como ele melhorou. Antigamente ele era fraco, mas agora, não perde posição, distribui o peso melhor. Pode surpreender e ser campeão.</p>
<blockquote><p>Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: &#8216;Assim ele facilita o trabalho da diretoria'&#8221;</p></blockquote>
<p>Fiz a minha primeira luta, e venci por pontos. Ele me deu a esgrima já no início da luta. Pensei: “Assim ele facilita o trabalho da diretoria”. Com esse erro, eu sabia que ia ser difícil perder. E venci. No meio da luta, ele fez uma pegadinha chata na minha perna, me prendeu na meia-guarda. Depois eu estudo isso melhor, penso. Vou lá cumprimentar meu pai, minha mulher, o pessoal que veio torcer por mim. Por mais que eu esteja focado na competição, tenho que dar uma atenção para quem tá sempre comigo.</p>
<p>Voltei então para a área de aquecimento, mas agora o tempo passava mais rápido. Quando Frédson e De la Riva se preparavam para lutar a semifinal do pena, eu já estava voltando para o outro lado, onde ia lutar a semifinal. Pensei na luta deles: meu coração está com o Frédson, que é de Manaus e da Gracie Barra, mas acredito na vitória do De la Riva. É mais técnico. E, nessa hora, se eu não acreditar mais na técnica, vou acreditar em quê?</p>
<p>Na espera para a semifinal, vejo o Pé de Pano – meu adversário na decisão do absoluto – chegando na área de luta. Com um tamanho desse, um peso desse e umas pernas dessas, não dá para pensar boa coisa. Ele vem falar comigo, porque a gente tinha meio que se comprometido de não lutar. Mas em um caso desses não tem jeito, e eu sei disso. É o título que os dois tão querendo, e qualquer pacto agora fica de lado. Os dois vão dar tudo, sem cerimônia.</p>
<p>Entro para lutar com o [Marcel] Louzado, do Godói. No início da luta, eu faço os dois pontos que vão me garantir a vitória, com uma ida para as costas em pé. Novamente, minha tática funciona. Eu tinha visto na luta anterior, contra o [mineiro Vinícius Antunes] Wallid, que ele entra de o-chi-gari. Deixei então minha perna direita na frente, de isca, e quando ele entrou, tirei a perna, agarrei na dele e fui para as costas. Ele tentou correr atrás, mas eu tava na final, e sabia disso. E a situação dele foi piorando no decorrer da luta.</p>
<p>Mal o juiz levanta o meu braço, uma surpresa de merda. Enquanto eu tava lutando, meu irmão tinha se machucado no ringue ao lado, e me avisaram. Chorando, ele era atendido pelos médicos e tava fora da briga.</p>
<p>Faltavam três horas para o início das finais. A única coisa que vinha na minha cabeça era o seguinte: comer ou não comer?</p>
<p><strong>Intermissão</strong><br />
17:00. Chegou a hora. Eles anunciam a ordem das finais. O absoluto primeiro. Pensei bem, coloquei a realidade na balança e pedi para trocar. Era arriscado demais. Posso cansar muito, perder para o Pé e fazer uma luta ruim no meio-pesado, perigando ficar sem os dois títulos. Lutando o meio-pesado primeiro eu teria mais chances de garantir ao menos um título. E podia ganhar mais confiança para a final do absoluto.</p>
<p>A luta contra o Erik foi dentro do previsto. Ele colocou a perna na frente, eu usei o ouchi-gari. Saí na frente, e era o que eu precisava. Lá para as tantas, ele me deu a esgrima. Cheguei na meia e consegui mais uma vantagem. Ele ainda tentou um ezequiel, mas eu sabia que não existia ângulo para apertar, já que eu tava jogando o meu peso para frente. Passei a guarda e garanti o título. Mas depois da força que eu fiz, deu até fraqueza pensar que ainda tinha o Pé de Pano.</p>
<p>Descansei enquanto rolaram as finais de todos os outros pesos. E entrei com uma tática definida na luta contra o Pé de Pano. O negócio era jogar por cima mesmo. Essa história de que ele não sabe passar [a guarda] é besteira, ele é pesado e passou a guarda de todo o mundo por aí. Eu ia obrigar o cara a mudar o tipo de guarda, jogar com os ganchos por dentro. Conseguir umas vantagens e quem sabe uma passagem e vencer. O plano foi indo bem, mas ele é tão longo que até a guarda de gancho me complicou, e eu acabei sendo raspado. Ainda dava para correr atrás, mas me descuidei e ele botou na [guarda] fechada. Foi quando eu senti o seu peso. Não dava para abrir de qualquer jeito, era capaz de ele cair montado. Tentei abrir sem ficar em pé, mas ele levantava o quadril e, com aquelas pernas longas, minha mão ia da canela para o joelho. Não tinha jeito, aquela era dele.</p>
<p>Após a premiação, enquanto dava uma entrevista, meu pai me jogou uma latinha da gelada. Era tudo que eu precisava, fazia um mês que não tomava uma cerveja. Mas a análise dos meus erros não saía da cabeça. E pensei em duas resoluções. Número um: tenho que competir tudo, Jiu-Jitsu e Judô, e estar em um ritmo bem melhor. Número dois: no fim das contas, disputar o meio-pesado novamente diminuiu minhas chances no absoluto. Ano que vem vou arriscar só o aberto. “Ano que vem”, eu pensei, e essa é a melhor parte: a vontade de estar aqui de novo. Isso eu ainda não perdi.</p>
<div id="attachment_7275" style="width: 322px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7275" class="size-full wp-image-7275" title="Saulo Napao 2002" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2010/03/Saulo-Napao-20021.jpg" alt="" width="312" height="480"></a><p id="caption-attachment-7275" class="wp-caption-text">Saulo Ribeiro por cima de Gabriel Napão. Fotos: Gustavo Aragão/GRACIEMAG</p></div>
<p><strong>O card de Saulo até 2002: 26-4<br />
</strong></p>
<p><strong>2002<br />
absoluto</strong><br />
Márcio Cruz (d)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Roberto Corrêa (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Erik Wanderlei (v)<br />
Marcel Louzado (v)<br />
Fábio Nascimento (v)</p>
<p><strong>2001<br />
absoluto</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Márcio Cruz (vc)<br />
Leandro Borgo (v)<br />
Marcos Scheffer (v)</p>
<p><strong>meio-pesado</strong><br />
Fernando Pontes (d)<br />
Flávio Almeida (v)<br />
Murilo Rupp (v)<br />
Roger Coelho (v)</p>
<p><strong>2000<br />
super-pesado</strong><br />
Daniel Simões (v)<br />
Gabriel Gonzaga (v)<br />
Adílson Lima (v)<br />
Roberto Ferreira (v)</p>
<p><strong>1999<br />
meio-pesado</strong><br />
Roberto Magalhães (v)<br />
José Marcelo (v)<br />
Givanildo Santana (v)<br />
Marcelo Hertz (v)</p>
<p><strong>1998<br />
pesado</strong><br />
Fabio Gurgel (v)<br />
Murilo Bustamante (v)<br />
Anderson Xavier (v)</p>
<p><strong>1997<br />
médio</strong><br />
José Mario Sperry (d)<br />
Antônio Schembri (v)<br />
Rony Rústico (v)<br />
Guilherme Santos (v)</p>
<p><strong>1996</strong><br />
leve<br />
Marcio Feitosa (v)</p>
<p>*v – vitória; d – derrota; vc – vitória por contusão</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/saulo-ribeiro-ensinou-as-dores-e-sufocos-de-ser-um-campeao-de-jiu-jitsu/">Como trabalha a mente de um competidor, por Saulo Ribeiro</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Remember Fernando Margarida vs. Flavio Cachorrinho from the 2000 Worlds</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 14:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[History]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Margarida]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Cachorrinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>In the saga of the World BJJ Championships, many matches have gone down in the sport&#8217;s history. One of those took place in 2000 between medium heavyweights Fernando Margarida and Flávio Cachorrinho. In one of the most memorable moments of any installment of the Worlds, Flavio Cachorrinho takes Margarida down spectacularly. Seconds later, a relentless&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">In the saga of the World BJJ Championships, many matches have gone down in the sport&#8217;s history. One of those took place in 2000 between medium heavyweights Fernando Margarida and Flávio Cachorrinho.</p>
<p class="p1">In one of the most memorable moments of any installment of the Worlds, Flavio Cachorrinho takes Margarida down spectacularly. Seconds later, a relentless Margarida responds with a surprising guard pass. Notice how both fighters celebrate each point with the very vocal crowd.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Antologia do Jiu-Jitsu: Fernando Margarida x Flávio Cachorrinho no Mundial de 2000" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/vamsZsEv2xw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/remember-fernando-margarida-vs-flavio-cachorrinho-from-the-2000-worlds/">Remember Fernando Margarida vs. Flavio Cachorrinho from the 2000 Worlds</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relembre Fernando Margarida x Flavio Cachorrinho no Mundial de 2000</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2016 16:57:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[antologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Flavio Cachorrinho]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundial 2000]]></category>
		<category><![CDATA[Worlds]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na saga dos Mundiais de Jiu-Jitsu da IBJJF, muitos combates apresentados no torneio tornaram-se parte da história do esporte. Um desses duelos memoráveis rolou na edição de 2000, entre Fernando Margarida e Flávio Cachorrinho, na divisão de meio-pesados. Num dos momentos mais antológicos do Mundial, o craque Flavio Cachorrinho aplica uma queda espetacular em Fernando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na saga dos Mundiais de Jiu-Jitsu da IBJJF, muitos combates apresentados no torneio tornaram-se parte da história do esporte. Um desses duelos memoráveis rolou na edição de 2000, entre Fernando Margarida e Flávio Cachorrinho, na divisão de meio-pesados.</p>
<p>Num dos momentos mais antológicos do Mundial, o craque Flavio Cachorrinho aplica uma queda espetacular em Fernando Margarida. Segundos depois, o inabalável Marga responde com uma surpreendente passagem de guarda. Repare como os lutadores vibravam a cada ponto junto à galera em polvorosa no alambrado.</p>
<p>Relembre a luta no vídeo abaixo!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/vamsZsEv2xw" width="940" height="529" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-relembre-fernando-margarida-x-flavio-cachorrinho-no-mundial-de-2000/">Relembre Fernando Margarida x Flavio Cachorrinho no Mundial de 2000</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>As lições de pressão e finalização com Flavio Cachorrinho x Rafael Lovato</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 17:33:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Flavio Cachorrinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Executivo de respeito da Gracie Barra, o faixa-preta Flávio “Cachorrinho” Almeida adora lutar o circuito de Jiu-Jitsu da IBJJF. Em 2010, Flávio deixou o terno um pouco de lado, vestiu o kimono, e gladiou na primeira edição do Las Vegas Open. Sua final foi contra o campeão mundial Rafael Lovato (Ribeiro). A luta começou equilibrada,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Executivo de respeito da Gracie Barra, o faixa-preta Flávio “Cachorrinho” Almeida adora lutar o circuito de Jiu-Jitsu da IBJJF. Em 2010, Flávio deixou o terno um pouco de lado, vestiu o kimono, e gladiou na primeira edição do Las Vegas Open.</p>
<p>Sua final foi contra o campeão mundial Rafael Lovato (Ribeiro). A luta começou equilibrada, mas Cachorrinho conseguiu espaço para chegar na lateral e pegar as costas de Lovato. Com calma, o atleta da GB foi capaz de usar a lapela para estrangular. Reveja!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/LEGm3acUAmk" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a title="site da GRACIEMAG" href="http://graciemagshop.com.br/?utm_source=Mundial%20Sem%20Kimono&amp;utm_medium=Paulinho%20Bara%C3%BAna&amp;utm_campaign=Dicas" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-165088" alt="banner_rodape_campanha_GB_lancamento" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/10/banner_rodape_campanha_GB_lancamento.jpg" width="1064" height="350" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-pressao-e-finalizacao-com-flavio-cachorrinho-x-rafael-lovato/">As lições de pressão e finalização com Flavio Cachorrinho x Rafael Lovato</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cachorrão reforça amor pelo Jiu-Jitsu e comenta evolução do chão de Frankie Edgar</title>
		<link>https://www.graciemag.com/campeao-cachorrao-reforca-seu-amor-pelo-jiu-jitsu-e-comenta-evolucao-do-chao-de-frankie-edgar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=campeao-cachorrao-reforca-seu-amor-pelo-jiu-jitsu-e-comenta-evolucao-do-chao-de-frankie-edgar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 14:52:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carlson Gracie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O faixa-preta Ricardo “Cachorrão” Almeida, de 36 anos, colecionou títulos no MMA e um cartel com 13 vitórias e cinco derrotas. As glórias, no entanto, continuam, graças a uma mente cada vez mais disposta a aprender e botar seu Jiu-Jitsu à prova. Foi o que o carioca radicado em Nova Jersey realizou no último fim&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142262" style="width: 716px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-142262" class=" wp-image-142262 " title="Ricardo Cachorrão Almeida" alt="" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/11/Ricardo-Cachorrão-Almeida.jpg" width="706" height="470" /><p id="caption-attachment-142262" class="wp-caption-text">Ricardo &#8220;Cachorrão&#8221; Almeida em ação no Mundial de Jiu-Jitsu. Foto: Ivan Trindade/GRAIEMAG</p></div>
<p>O faixa-preta Ricardo “Cachorrão” Almeida, de 36 anos, colecionou títulos no MMA e um cartel com 13 vitórias e cinco derrotas. As glórias, no entanto, continuam, graças a uma mente cada vez mais disposta a aprender e botar seu Jiu-Jitsu à prova.</p>
<p>Foi o que o carioca radicado em Nova Jersey realizou no último fim de semana, quando venceu o Mundial Sem Kimono, no meio-pesado sênior 1.</p>
<p>Sem querer saber de curtir as glórias no sofá, o professor de Frankie Edgar ainda tem mais quatro semanas de gravação do “TUF 19”, no qual seu pupilo encara BJ Penn ao término do reality show.</p>
<p>Cachorrão comentou esse e outros assuntos com GRACIEMAG, após triunfar na Pirâmide de Long Beach:</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Que lição você aprendeu após pegar sua medalha de ouro no Mundial Sem Kimono 2013, Ricardo?</strong></p>
<p><strong>RICARDO CACHORRÃO:</strong> Eu amo o Jiu-Jitsu hoje como no meu primeiro dia. Adorei fazer parte dessa festa que é um Mundial de Jiu-Jitsu. Foi meu primeiro campeonato na Pirâmide, e vou levar muitas memórias inesquecíveis desse dia. Meu irmão, Flávio Cachorrinho, veio de uma cirurgia no joelho na semana do campeonato, e mesmo assim estava lá berrando muito para mim de sua cadeira de rodas. E ver meu irmão assim me deixou assustado, tenho muitos compromissos e responsabilidades e pela primeira vez entrei no tatame com receio grande de me machucar. Se o Jiu-Jitsu não for usado com muita precaução e respeito, pode ser danoso a todos, inclusive aos campeões.</p>
<p><strong>Como foi sua final, contra o Fábio Alexandre, da Carlson Gracie?</strong></p>
<p>Sabia que o Fábio é juiz da IBJJF, conhece bem a regra e tem uma meia-guarda forte. Tentei lutar sem errar. Uma disputa de cinco minutos torna bem complicado se recuperar de um erro, então joguei no erro dele. Quando ele me deu espaço, marquei vantagens e em seguida os pontos. Quando já dava para eu começar a soltar o jogo, o tempo acabou. Acho que lutei razoavelmente bem, dentro do jogo e das regras necessárias para ganhar um campeonato.</p>
<p><strong>Você está gravando o próximo &#8220;TUF&#8221; no time de Frankie Edgar. O que tem aprendido por lá?</strong></p>
<p>É uma rotina frenética de dois treinos por dia e duas lutas por semana, uma em cada peso. É uma experiência única e bem interessante. Ainda temos mais quatro semanas de gravação.</p>
<p><strong>Frankie venceu BJ duas vezes por decisão unânime, em 2010, fazendo valer seu boxe e movimentação. Como está o Jiu-Jitsu dele para surpreender no desfecho da trilogia?</strong></p>
<p>Frankie ama Jiu-Jitsu e está cada dia mais duro no chão. Vai pegar a faixa-preta agora no fim do ano. Acho que vai ser um lutão. Sou muito fã do BJ, é um dos maiores talentos do MMA. Mas acredito que o Frankie colocou muito mais horas de tatame e treinos do que o BJ nos últimos anos. Frankie sempre evolui muito tecnicamente entre suas lutas. Vai ser aquilo, o talento do BJ contra a garra e a persistência do Frankie.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/campeao-cachorrao-reforca-seu-amor-pelo-jiu-jitsu-e-comenta-evolucao-do-chao-de-frankie-edgar/">Cachorrão reforça amor pelo Jiu-Jitsu e comenta evolução do chão de Frankie Edgar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Veja ao vivo o Mundial Master &#038; Sênior e aprenda 5 macetes de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Oct 2013 15:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje e amanhã, 5 e 6 de outubro, a pirâmide de Long Beach, na Califórnia, recebe a segunda edição do Mundial Master &#38; Sênior da IBJJF. O evento estelar traz o retorno de diversos astros da velha guarda, como Saulo Ribeiro, Gabriel Vella, Flavio Cachorrinho, Roberto Tussa, Renato Tavares, Gabriel &#8220;Pensador&#8221; Leite, Denilson Pimenta, Renato&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_138238" style="width: 775px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-138238" class="size-full wp-image-138238" title="Rafael Formiga vai lutar neste sábado" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/Rafael-Formiga-vai-lutar-neste-sábado.png" alt="" width="765" height="508" /><p id="caption-attachment-138238" class="wp-caption-text">Rafael Formiga vai lutar neste sábado. Foto: GRACIEMAG</p></div>
<p>Hoje e amanhã, 5 e 6 de outubro, a pirâmide de Long Beach, na Califórnia, recebe a segunda edição do Mundial Master &amp; Sênior da <a title="site da IBJJF" href="http://static.ibjjfdb.com/Campeonato/000211/en-US/RegistrationsByCategoryAndAcademy.pdf" target="_blank">IBJJF</a>.</p>
<p>O evento estelar traz o retorno de diversos astros da velha guarda, como Saulo Ribeiro, Gabriel Vella, Flavio Cachorrinho, Roberto Tussa, Renato Tavares, Gabriel &#8220;Pensador&#8221; Leite, Denilson Pimenta, Renato Babalu, Fabio Leopoldo, Godói, Bruno e Ricardo Bastos, Bernardo Pitel, Bruno Fernandes, Rodrigo Pinheiro e outros.</p>
<p>Uma das grandes feras é Rafael “Formiga” Barbosa, faixa-preta da Soul Fighters, que vai buscar a medalha de ouro no peso médio master.</p>
<p>Em conversa com Formiga, separamos cinco lições úteis para seus treinos de Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>1. Divida o tempo para evoluir no Jiu-Jitsu</strong></p>
<p>“Faço meus treinos para competição em quatro partes. Primeiro trabalho meu condicionamento físico, com corridas e musculação em média de uma hora por dia. Nos treinos de Jiu-Jitsu, trabalho as técnicas e a explosão para puxar o gás. Reservo um tempo para criar estratégias para cada oponente, vendo lutas na internet. Bolo sempre um plano B”.</p>
<p><strong>2. Alimentação</strong></p>
<p>“Dieta é a parte chata pré-competição. Porém, é uma ferramenta importantíssima para o seu corpo ter um bom desempenho. Alimente-se de frutas e comidas saudáveis e você verá a evolução no seu Jiu-Jitsu”.</p>
<p><strong>3. Faça intercâmbios</strong></p>
<p>“No primeiro semestre fiz camps para o Pan e o Mundial da IBJJF junto com o pessoal da Soul Fighters na academia do Caio Terra. Sem dúvida isso ajudou a refinar minha técnica. Estou com minhas posições mais afiadas e o jogo bem evoluído”.</p>
<p><strong>4. Teste-se</strong></p>
<p>“Aqui em Connecticut, onde eu moro, não tem muitos faixas-pretas para eu treinar. Mas, como há diversos campeonatos da IBJJF rolando, tento lutar quase duas vezes por mês para me manter com o Jiu-Jitsu em alto nível. A competição é uma forma de aprender novas técnicas também”.</p>
<p><strong>5. Jamais desista</strong></p>
<p>“Nunca desista até que o tempo acabe. Já vi muitos atletas ganhando por muitos pontos serem finalizados no minuto final. O contrário também, estarem perdendo e conseguirem virar a luta no final. No treino ou na luta, você pode ditar as regras”.</p>
<p>Para assistir ao evento ao vivo, visite <a title="site da IBJJTV" href="http://www.ibjjftv.com/" target="_blank">IBJJFTV.com.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/veja-ao-vivo-o-mundial-master-senior-e-aprenda-5-macetes-de-jiu-jitsu/">Veja ao vivo o Mundial Master & Sênior e aprenda 5 macetes de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Flávio Cachorrinho comenta o ouro absoluto com o joelho machucado</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Aug 2013 00:43:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chicago Open]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Cachorrinho]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Gracie]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Flávio “Cachorrinho” Almeida venceu seu primeiro título absoluto na faixa-preta no último fim de semana, no Chicago Open de verão. No disputado torneio da IBJJF, Flávio primeiro apertou o pescoço de Léo Iturralde (Alliance) na montada, e depois fez uma final eletrizante contra Vitor Oliveira (GFTeam), onde precisou superar um joelho torcido logo no começo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_131440" style="width: 829px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2013/08/jiu-jitsu-chicago-open-de-jiu-jitsu-cachorrinho-leva-absoluto-vitor-oliveira-vence-sem-kimono/flavio-cachorrinho-tenta-pegar-o-braco-de-vitor-oliveira/" rel="attachment wp-att-131440"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-131440" class=" wp-image-131440 " title="Flávio Cachorrinho tenta pegar o braço de Vitor Oliveira" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flávio-Cachorrinho-tenta-pegar-o-braço-de-Vitor-Oliveira.jpg" alt="" width="819" height="530" /></a><p id="caption-attachment-131440" class="wp-caption-text">Flávio Cachorrinho tenta pegar o braço de Vitor Oliveira. Foto: Ivan Trindade/ GRACIEMAG</p></div>
<p>Flávio “Cachorrinho” Almeida venceu seu primeiro título absoluto na faixa-preta no último fim de semana, no Chicago Open de verão. No disputado torneio da IBJJF, Flávio primeiro apertou o pescoço de Léo Iturralde (Alliance) na montada, e depois fez uma final eletrizante contra Vitor Oliveira (GFTeam), onde precisou superar um joelho torcido logo no começo do combate.</p>
<p>Com uma queda que o professor costuma usar desde juvenil, Flávio derrubou o mais jovem Vitor e venceu. O que ele aprendeu com a vitória cheia de dor e sacrifício? GRACIEMAG procurou saber:</p>
<p><strong>GRACIEMAG: O que a conquista do seu primeiro absoluto na faixa-preta representa para você, agora um executivo da GB?</strong></p>
<p><strong>FLÁVIO CACHORRINHO:</strong> Mais do que a vitória, a conquista representa um aprendizado mediante à superação de um enorme desafio. Sempre associei sucesso ao trabalho duro e tenho consciência de que todos naquela chave de absoluto treinaram muito mais que eu. Em função disso, tive certa dificuldade de encontrar a atitude mental necessária para lutar no meu melhor. Só tinha pedreira. Apesar de não ter motivos lógicos para acreditar na possibilidade de vitória, acreditei mesmo assim, e essa foi a grande lição. Acho que muitos chamam isso de fé. Queria provar para todo mundo e para mim mesmo que é possível buscar a excelência como professor, empreendedor e atleta ao mesmo tempo. Missão cumprida. Meu mestre Carlinhos, assim como meu irmão Ricardo Cachorrão e meu cunhado Marcio Feitosa, sempre me ensinaram a lutar para a frente, em um ritmo dinâmico. Estava num bom dia e no fim tudo fluiu bem.</p>
<p><strong>Você montou e pegou o professor equatoriano Léo Iturralde (Alliance) na semifinal. Como foi?</strong></p>
<p>Ele me travou bem na guarda dele segurando minha lapela direita. Mas acho que ele segurou tanto que ele mesmo ficou preso e não conseguia me desequilibrar. Aguardei a oportunidade de baixar a perna direita dele e passar. Quando ele vacilou, investi com tudo na passagem. Como ele não me deu as costas, me forçou a progredir para a montada. Chegando ali, percebi um cansaço nele e fui para o estrangulamento. Aí apertei. Fiz apenas o que o Roger Gracie me ensinou [risos]. Já tomei muito amasso do Roger e obviamente aprendi muito com a fera.</p>
<p><strong>Na final do aberto, seu joelho saiu do lugar no início. Como lidou com a dificuldade?</strong></p>
<p>Quando o joelho estalou, achei que pudesse ter quebrado. A dor foi tanta que me deu náusea. Fiquei chateado de ver que teria de parar. Mas a médica foi legal. Perguntei para ela se podia continuar, e ela disse: &#8220;Você tem uma lesão séria no joelho, mas se sua vontade de vencer for maior que a dor, você pode&#8221;. Olhei para o Vitor que estava por ali, ele me estendeu a mão e me ajudou a levantar. Voltei, apliquei a queda e depois raspei para sair com a vitória. Foi incrível. Talvez uma das melhores e mais emocionantes que já fiz. Meu jogo entrou certinho, consegui bloquear as quedas e cansá-lo um pouco. O bicho tem muita disposição, joguei no contragolpe e deu certo.</p>
<p><strong>Qual o maior aprendizado que fica depois disso tudo?</strong></p>
<p>A mente é a fonte da maior força do homem. Tenha a mente de um campeão, pense e lute como um campeão.</p>
<p><strong>Como treina um faixa-preta metade executivo, metade atleta?</strong></p>
<p>Eu treino dez rounds com 30 segundos de descanso, com drills por cima e por baixo. Gosto sempre de treinar queda. Dá força, velocidade, condicionamento físico e equilíbrio. Além de você se tornar um professor e um competidor completo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/flavio-cachorrinho-comenta-o-ouro-absoluto-com-o-joelho-machucado/">Flávio Cachorrinho comenta o ouro absoluto com o joelho machucado</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A guerra entre Flávio Cachorrinho e Vitor Oliveira no Chicago Open de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Aug 2013 12:58:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assista à final do absoluto faixa-preta do torneio de verão Chicago Open, entre Flávio Almeida, o Cachorrinho (GB) e Vitor Oliveira (GFTeam). O campeonato foi realizado pela IBJJF no último fim de semana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assista à final do absoluto faixa-preta do torneio de verão Chicago Open, entre Flávio Almeida, o Cachorrinho (GB) e Vitor Oliveira (GFTeam). O campeonato foi realizado pela IBJJF no último fim de semana.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/ZKNTwb5ZXI8" frameborder="0" width="940" height="529"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/video-jiu-jitsu-a-guerra-entre-flavio-cachorrinho-e-vitor-oliveira-no-chicago-open-de-jiu-jitsu/">A guerra entre Flávio Cachorrinho e Vitor Oliveira no Chicago Open de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Flávio Cachorrinho e a medalha de ouro: “Só existe Jiu-Jitsu onde há desafio”</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Aug 2013 20:23:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Renan Vital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após dois anos, Flávio “Cachorrinho” Almeida desafivelou o cinto de executivo, amarrou a faixa-preta e resgatou o kimono para o Las Vegas Open de Jiu-Jitsu, de onde voltou com a medalha de ouro no peso pesado. Primeiro, o irmão de Ricardo Cachorrão apertou o pescoço de Eliot Kelly (Coalition 95) pelas costas, e depois venceu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_131246" style="width: 702px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-131246" class="wp-image-131246 " title="Flávio Cachorrinho a caminho das costas." src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/08/Flávio-Cachorrinho-a-caminho-das-costas..jpg" alt="" width="692" height="462" /><p id="caption-attachment-131246" class="wp-caption-text">Flávio Cachorrinho a caminho das costas. Foto: Ivan Trindade/ GRACIEMAG</p></div>
<p>Após dois anos, Flávio “Cachorrinho” Almeida desafivelou o cinto de executivo, amarrou a faixa-preta e resgatou o kimono para o Las Vegas Open de Jiu-Jitsu, de onde voltou com a medalha de ouro no peso pesado. Primeiro, o irmão de Ricardo Cachorrão apertou o pescoço de Eliot Kelly (Coalition 95) pelas costas, e depois venceu Renan Vital (Gordo) por pontos na final.</p>
<p>Flávio, 33 anos, conversou com GRACIEMAG e comentou a conquista. Confira e aprenda com o professor da GB.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como foi retornar às competições após dois anos parado?</strong></p>
<p><strong>FLÁVIO CACHORRINHO:</strong> Estou satisfeito com meu desempenho. Cometi alguns erros técnicos na final, mas fora isso acho que estava bem fisicamente e lutei de forma dinâmica, soltando o meu Jiu-Jitsu. Senti um pouco as pegadas e o tempo das posições. A maioria dos meus parceiros de treino é mais leve, eu não estava acostumado com a força e pegada dos pesos pesados. E lutar dez minutos, também, é bem diferente de lutar seis, o tempo da luta no master. Esse foi o maior ajuste que tive de fazer. Saber me dosar mais para render até o final, sabe? Eu fiz muito treino educativo para condicionamento físico e técnico, o que me ajudou a ampliar o meu jogo.</p>
<p><strong>Na sua visão, como foi a final dos pesados com o Renan?</strong></p>
<p>Abri uma boa vantagem no começo com uma raspagem e uma pegada de costas. Mas o Renan é duríssimo e cresceu da metade da luta em diante. A queda de ombro dele é perigosa e tratei de administrar o cansaço enquanto ele estava disposto a correr atrás do prejuízo. Acabei usando muito minha guarda, os treinos renderam frutos. Depois, perto do fim da luta peguei as costas novamente e venci – e com o berimbolo. A posição não saiu por acaso, tenho treinado bastante essa manobra moderna. Tento sempre acompanhar a evolução do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>Qual foi a lição que você tirou da medalha de ouro em Vegas?</strong></p>
<p>Na minha opinião, só existe Jiu-Jitsu onde há desafio. Se o aluno, atleta, ou professor não está sendo desafiado, ele não está crescendo; e sem crescimento pessoal a prática do Jiu-Jitsu não faz sentido.</p>
<p><strong>É esta a importância da competição na formação de um praticante?</strong></p>
<p>Pois é, todo praticante deve procurar competir. Trata-se, no fundo, de buscar situações, em que os limites da sua capacidade física, mental e emocional sejam testados. Só quando o praticante tem consciência dos seus próprios limites, pode trabalhar para expandi-los. Para muitos, frequentar aulas duas vezes por semana de forma consistente já é um desafio enorme, que proporciona o crescimento almejado. Para outros, esse desafio só ocorre numa competição de alto nível físico e técnico como os campeonatos da IBJJF. Seja qual for a situação de cada indivíduo, o importante é se manter desafiado, porque o desafio é uma pré-condição para a prática do Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-flavio-cachorrinho-e-a-medalha-de-ouro-so-existe-jiu-jitsu-onde-ha-desafio/">Flávio Cachorrinho e a medalha de ouro: “Só existe Jiu-Jitsu onde há desafio”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>The film Bully proves the USA has a problem. And Jiu-Jitsu may be the solution</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:10:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>If schoolyard bullying is a disease, cinema may be the cure. That&#8217;s the idea behind film director Lee Hirsh&#8217;s latest work, Bully, in the US box office right now. The movie is overpowering, a punch in the gut to anyone who felt the problem was merely a rite of passage kids have to go through&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61138" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-61138" class="size-full wp-image-61138" title="GB crianca bullying" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/GB-crianca-bullying.png" alt="GB crianca bullying" width="640" height="425" /><p id="caption-attachment-61138" class="wp-caption-text">How do you make friends and learn to defend yourself from violent classmates? With Jiu-Jitsu, preaches the new Gracie Barra campaign. Publicity photo.</p></div>
<p>If schoolyard bullying is a disease, cinema may be the cure. That&#8217;s the idea behind film director Lee Hirsh&#8217;s latest work, Bully, in the US box office right now. The movie is overpowering, a punch in the gut to anyone who felt the problem was merely a rite of passage kids have to go through to mature. Through scenes capturing violent assaults and reports of suicide, the movie stirs the emotions and proves once and for all that bullying, at least in the USA, is a serious social and public health problem. They&#8217;ve tried everything. But how about Jiu-Jitsu?</p>
<p>In a recent article in Brazilian weekly magazine Carta Capital, the psychiatrist Gustavo Teixeira, a professor at Bridgewater University in the US state of Massachusetts, defines school bullying as follows: “when there&#8217;s an relationship of power between two individuals and a child or teenager suffers frequent physical or emotional violence.”</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=eUy2ZWoStr0</p>
<p>In tackling the problem, the solutions so far come up with are equal parts utopic and confusing, like “awareness building” for inexperienced parents, the meanies themselves, and teachers and school superintendents who are often at a loss when it comes to how they should proceed. So far, though, there&#8217;s been little discussion of spreading an individual and direct remedy: protecting the victim by teaching martial arts like Jiu-Jitsu.</p>
<p>Ever since the days of Grandmaster Carlos Gracie, a lot of Brazilian Jiu-Jitsu academies have understood the solution to be injecting confident and self-defense techniques into the youth, who are helpless by nature. Nowadays, the role of Jiu-Jitsu schools extends even further, as it serves to unite boys and girls of different age groups, parents, educators and experienced black belts within the same environment. By sowing the seeds of mutual respect and self-confidence, Jiu-Jitsu sprouts friendships, thereby leaving bullying no room to flourish.</p>
<p>That&#8217;s something the folks at the <a title="Site das escolas Gracie Barra" href="http://www.graciebarra.com/br/" target="_blank">Gracie Barra network of schools</a> took note of. Starting in June, GB plans to spread the idea throughout American territory. The goal is as bold as it is admirable: to attack the evil at every school and town, to win over the country.</p>
<p>“Anyone who knows Jiu-Jitsu knows how kids don&#8217;t need to be physically strong to defend themselves. We managed to gather teachers who&#8217;ve already spent years studying Jiu-Jitsu for kids from across the United States. Together, they put together specific self-defense techniques and a &#8216;No-Bullying&#8217; course for our schools. If we can get all the GB schools around the world to embrace this important cause, we can make a difference,” stated Flavio “Cachorrinho” Almeida, the executive director at Gracie Barra.</p>
<p>The campaign and teaching of techniques is already underway. If you missed the first internet seminars, contact your school or email support@graciebarra.com.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gracie Barra Webinar Invitation 05/04/12" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0E5AHRka4EA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>If you have your own ideas on how to deal with the bullying issue in the USA, Brazil or the rest of the world, share them with us in the comments field below.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-film-bully-proves-the-usa-has-a-problem-and-jiu-jitsu-may-be-the-solution/">The film Bully proves the USA has a problem. And Jiu-Jitsu may be the solution</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O filme &#8220;Bully&#8221; prova que os EUA têm um problema. E o Jiu-Jitsu pode ser a salvação</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-filme-bully-prova-que-os-eua-tem-um-problema-e-o-jiu-jitsu-pode-ser-a-salvacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-filme-bully-prova-que-os-eua-tem-um-problema-e-o-jiu-jitsu-pode-ser-a-salvacao</link>
		
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se o bullying escolar é uma doença, o cinema pode ser a cura. Foi com essa ideia na cabeça e a câmera na mão que o diretor Lee Hirsch filmou &#8220;Bully&#8221;, em cartaz nos Estados Unidos. O filme é devastador, um soco no estômago de quem via o problema apenas como um rito inevitável de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61138-2" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-61138-2" class="size-full wp-image-61138" title="GB crianca bullying" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/05/GB-crianca-bullying.png" alt="GB crianca bullying" width="640" height="425" /><p id="caption-attachment-61138-2" class="wp-caption-text">Como fazer amigos e aprender a se defender de colegas violentos? Com o Jiu-Jitsu, prega nova campanha da Gracie Barra. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>Se o bullying escolar é uma doença, o cinema pode ser a cura. Foi com essa ideia na cabeça e a câmera na mão que o diretor Lee Hirsch filmou &#8220;Bully&#8221;, em cartaz nos Estados Unidos. O filme é devastador, um soco no estômago de quem via o problema apenas como um rito inevitável de amadurecimento das crianças. Entre cenas de pancadas e relatos de suicídios, o filme comove e prova de uma vez por todas que o bullying, ao menos nos EUA, tornou-se um grave problema social e de saúde pública. Tudo já foi tentado. Que tal o Jiu-Jitsu?</p>
<p>Em artigo recente na revista &#8220;Carta Capital&#8221;, o psiquiatra Gustavo Teixeira, professor da Universidade de Bridgewater, em Massachusetts, assim define o bullying escolar: &#8220;Ele se dá quando há uma relação de poder desigual entre dois indivíduos e pela frequência com que a criança ou o adolescente sofre atos de violência física ou moral&#8221;.</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=eUy2ZWoStr0</p>
<p>Para atacar o problema, contudo, as soluções pesquisadas são tão utópicas quanto confusas, como &#8220;conscientizar&#8221; pais inexperientes, grupos de valentões que existem desde sempre, professores e diretores de colégios muitas vezes perdidos. Por enquanto, pouco se fala em espalhar um remédio individual e direto: proteger a vítima com o ensino de artes marciais como o Jiu-Jitsu.</p>
<p>Desde os tempos de grande mestre Carlos Gracie, muitas academias de Jiu-Jitsu brasileiro entendem que a solução do problema passa por injetar confiança e técnicas de autodefesa na criança, que nasce desamparada por natureza. Hoje, o papel da escola de Jiu-Jitsu vai além, pois une meninos e meninas de diferentes séries, pais, educadores e faixas-pretas experientes no mesmo ambiente. Ao regar a semente do respeito mútuo e da autoconfiança, o Jiu-Jitsu faz brotar amizades e o bullying não encontra espaço para florescer.</p>
<p>Foi o que a <a title="Site das escolas Gracie Barra" href="http://www.graciebarra.com/br/" target="_blank">rede de escolas Gracie Barra</a> percebeu. A partir de junho, a GB pretende espalhar essa ideia por todo o território americano. A meta é ousada e admirável: atacar o mal em cada escola, em cada cidadezinha, para ganhar o país.</p>
<p>&#8220;Quem conhece o Jiu-Jitsu sabe que a criança não precisa ser forte para ser capaz de se defender. Conseguimos unir professores de todos os cantos dos EUA que já estudam o Jiu-Jitsu para crianças há muitos anos. Juntos, eles criaram exercícios específicos de defesa pessoal e formataram o curso &#8216;No-Bullying&#8217; para nossas escolas. Se conseguirmos que todas as GBs pelo mundo abracem essa importante causa, podemos fazer a diferença&#8221;, comentou Flavio Almeida, o Cachorrinho, diretor executivo da Gracie Barra.</p>
<p>A campanha e o ensino das técnicas já começaram. Se você perdeu os primeiros seminários via internet, entre em contato com sua escola ou no email: support@graciebarra.com.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Gracie Barra Webinar Invitation 05/04/12" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/0E5AHRka4EA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se você tem mais ideias de como atacar o bullying, nos EUA, no Brasil e no mundo, comente com a gente aqui.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-filme-bully-prova-que-os-eua-tem-um-problema-e-o-jiu-jitsu-pode-ser-a-salvacao/">O filme “Bully” prova que os EUA têm um problema. E o Jiu-Jitsu pode ser a salvação</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>An exchange packed with judo and Jiu-Jitsu techniques—and gold medals</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:16:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mike Swain, 51, is one of the most respected judo teachers in the USA, and his students have solid reasons to admire him. Solid and golden. Mike is the first American ever to win the World Judo Championship, in 1987, at lightweight, and the next year he snapped up a bronze medal at the Seoul&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60816" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60816" class="size-full wp-image-60816" title="Flavio Almeida locks in his grips.Flavio Almeida, o Cachorrinho, com as pegadas em dia. Foto: John Cooper/2010." src="http:/wp-content/uploads/2012/05/Flavio-Almeida-Cachorrinho-em-acao-no-Las-Vegas-Open-2010-Foto-por-JCooper-3.jpg" alt="Flavio Almeida, o Cachorrinho, com as pegadas em dia. Foto: John Cooper/2010." width="640" height="606" /><p id="caption-attachment-60816" class="wp-caption-text">Flavio &quot;Cachorrinho&quot; Almeida jockeying for grips / Photo: John Cooper/2010</p></div>
<p>Mike Swain, 51, is one of the most respected judo teachers in the USA, and his students have solid reasons to admire him. Solid and golden. Mike is the first American ever to win the World Judo Championship, in 1987, at lightweight, and the next year he snapped up a bronze medal at the Seoul Olympics.</p>
<p>The owner of a classic style of fighting, Mike lives in Campbell, California, and trains in San Jose. He recently encountered another teacher admired for his teaching methods and the titles he has won in Flavio “Cachorrinho” Almeida.</p>
<p>“We were searching for a high-quality mat for Gracie Barra, and the Swain company has an awesome product. That&#8217;s how we came to be friends, and he did a seminar at my school. I wanted to return the favor, so I went to teach at his judo school in San Jose,” remarked Flavio. “Some of the judokas there are getting ready for the London-2012 Games, and I was glad to help out a bit.”</p>
<p>Check out the training session between Olympic medalist and the GB professor of Jiu-Jitsu. Don&#8217;t forget to share what you learned in and what you thought of the video, in the comments field below.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Judo and Gracie Barra BJJ Meet in San Jose State" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/1dt-HYmMLOU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/an-exchange-packed-with-judo-and-jiu-jitsu-techniques-and-gold-medals/">An exchange packed with judo and Jiu-Jitsu techniques—and gold medals</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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