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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Ninja Pinto mira título no Pan Sem Kimono neste domingo</title>
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<p>O faixa-preta Ninja Pinto vive grande fase no Jiu-Jitsu competitivo. Embalado com o título no New Orleans Open da IBJJF, no último fim de semana em Louisiana, nos Estados Unidos, o atleta da Kronos BJJ mira o título do Pan Sem Kimono neste domingo em Dallas, no Texas. Ele briga pelo ouro na divisão peso-pluma master 2, na qual precisa vencer duas lutas para sair com o ouro. </p>
<p>Questionado sobre sua preparação para o torneio, Ninja diz que focou em treinos rápidos com companheiros do mesmo tamanho, sempre priorizando as alavancas, parte primordial para lutar sem o tradicional paletó de algodão.</p>
<p>“Estou preparado e ansioso para fazer esse Pan Americano Sem Kimono. Tenho treinado bastante, quero chegar lá e fazer o meu jogo. Tudo vai dar certo. Minha preparação para o sem kimono foi voltada para um jogo acelerado, para que eu possa atingir um ritmo com velocidade. Eu treino com pessoas muito rápidas e do meu tamanho. Mesmo nas aulas com meus alunos, mesmo de kimono, eu tento fazer esse mesmo jogo acelerado, sem pegada no kimono e mais alavanca com a mão na pessoa”, diz Ninja, antes de apontar como se vence uma luta sem kimono. </p>
<p>“Para ganhar uma luta sem kimono, o cara tem que ter muito gás e tem que estar forte. É jogo rápido. Então o reflexo e a velocidade contam muito, junto com os pequenos detalhes”, reflete o atleta, que ocupa a primeira posição no ranking da IBJJF no master 2. </p>
<p>Ninja também aproveitou para analisar o crescimento exponencial do Jiu-Jitsu competitivo sem kimono. Veja como ele pensa, a seguir. </p>
<p>“Ultimamente, a luta sem kimono tem ganhado muito destaque. Com a pandemia, o Jiu-Jitsu teve seu lado online com a Flo e eventos como Fight to Win, WHO e outros que começaram a explorar e destacar mais o Jiu-Jitsu Sem Kimono. Também houve a mudança da regra no adulto e agora vale chave de tornozelo em disputas na IBJJF. O Sem Kimono pegou uma visibilidade diferente”, comenta o professor da Internacional Brazil Academy, em Lenexa, nos Estados Unidos.</p>
<p>Depois do Pan, Ninja programa sua viagem ao Rio de Janeiro, Brasil, onde vai ministrar um dos seminários no camp da Kronos, ao lado de craques como Márcio André, Isaque Bahiense e Fabio Gurgel. </p>
<p><iframe title="Sweep when person gets up in guard Bjj" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/G8bujg7aQU0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ninja-pinto-mira-titulo-no-pan-sem-kimono-neste-domingo/">Ninja Pinto mira título no Pan Sem Kimono neste domingo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fabricio Bicudo propaga Jiu-Jitsu como desenvolvimento pessoal nos EUA e fala do poder da competição: “Aprende a viver em equipe”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2021 17:34:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230874" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230874" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986.jpg" alt="" width="1190" height="1138" class="size-full wp-image-230874" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986.jpg 1190w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986-300x287.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986-1024x979.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986-768x734.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/02/Bicudo-took-his-first-steps-in-jiu-jitsu-as-a-child-in-1986-150x143.jpg 150w" sizes="(max-width: 1190px) 100vw, 1190px" /><p id="caption-attachment-230874" class="wp-caption-text">Bicudo e o ouro conquistado no Pan nogi da IBJJF em 2020. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Aos 46 anos de idade, o professor Fabricio “Bicudo” Medeiros segue com a missão de propagar o Jiu-Jitsu nos Estados Unidos. Na terra do Tio Sam desde 2016, o faixa-preta tem implementado o esporte como ferramenta de desenvolvimento pessoal para crianças, adultos e até os mais velhos que desejam melhorar a parte física, mental e, claro, aprender as técnicas que fazem parte da modalidade.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu tem um grande poder de desenvolvimento pessoal. O praticante torna-se um ser humano melhor a cada aula, a cada desafio superado e isso reflete na sociedade, de modo geral”, explica o popular Bicudo, faixa-preta desde 2001, antes de comentar como ele lida com o Jiu-Jitsu na RT Martial Arts academy, sua academia na Flórida, nos Estados Unidos.</p>
<p>“Nossa academia tem o objetivo de oferecer o melhor ensino e proporcionar a melhor experiência para nossos alunos. Na minha academia, a atmosfera é de família e o aluno novo que chega aqui sente-se acolhido. É muito mais que aprender uma arte marcial, é estar em um ambiente legal, fazer amigos e participar de uma comunidade. Eu tento fazer das minhas aulas um lance de família. Nos fins de semana, também estou com meus alunos, sempre tem um churrasco brasileiro ou inventamos alguma coisa. Para mim, o Jiu-Jitsu é isso. Além dos nossos treinos, criamos uma conexão entre professor, aluno e família. Eu chamo isso de inclusão, todos são importantes dentro do nosso dojô.”</p>
<p>Praticante de Jiu-Jitsu desde 1986, Fabrício deu seus primeiros passos no esporte como criança, passando por todas as etapas até ser graduado como faixa-preta em 2001, pela academia Carlson Gracie, uma das mais tradicionais escolas do Rio de Janeiro. Hoje, depois de 35 anos dedicados ao esporte, ele consegue proporcionar qualidade de vida para sua família.</p>
<p>“Eu treinei e fui professor de Jiu-Jitsu boa parte da minha vida em Niterói, lugar onde nasci, mas fui criado em São Gonçalo mesmo. Ver aonde eu cheguei é muito gratificante, para mim, porque vejo que todo meu esforço valeu a pena. Abdiquei de muitas coisas, fiquei longe da minha família diversas vezes, algo que era difícil, mas hoje vejo que tudo fez parte do processo para chegar até aqui. Moro aqui, nos Estados Unidos, com meu filho Yuri e fico bem feliz pela educação que ele tem aqui. É incrível ver o inglês dele evoluindo até o ponto dele me corrigir algumas vezes (risos). É tudo bem gratificante, mas ainda sinto falta de não ter meu filho Yan e outros familiares, que estão no Brasil. Mas vamos estar juntos em breve”, projeta o professor.</p>
<p>Campeão brasileiro, mundial e pan-americano sem kimono master da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF), Fabrício é um assíduo competidor desde os 10 anos de idade. Sua experiência reflete em sua forma de ensinar, como ele mesmo diz, a seguir:</p>
<p>“Com toda a experiência que eu tenho, eu passo para os meus alunos que o Jiu-Jitsu não é um esporte individual, mas sim coletivo. Você entra no tatame das competições sozinho, mas sem os seus amigos você não treina. Algo que eu sempre digo nas aulas é: ‘você não é a pessoa mais importante dentro do tatame, o seu parceiro de treino que é. Sem ele você não treina, não desenvolve sua técnica, seu jogo, você não rola, não faz seu drill. Então você também tem que ajudar o seu parceiro a se desenvolver e crescer’. Quando se cria essa atmosfera de equipe, de união, de querer ver o outro crescer, isso é bom para todos. Eu, diariamente, passo lições aos meus alunos. Essa é uma das lições mais valiosas, tem que ter esse espírito de família”, ensina o craque, que é faixa-preta de Renato Tavares.</p>
<p>Fabrício deve voltar a lutar em março no Miami Open da IBJJF, ainda sem data oficial para acontecer.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="1a  Luta Fabrício Bicudo Medeiros - Internacional Master/Sênior de JJ 2013" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/oNUY9mv6O58?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe> </p>The post <a href="https://www.graciemag.com/fabricio-bicudo-propaga-jiu-jitsu-como-desenvolvimento-pessoal-nos-eua-e-fala-do-poder-da-competicao-aprende-a-viver-em-equipe/">Fabricio Bicudo propaga Jiu-Jitsu como desenvolvimento pessoal nos EUA e fala do poder da competição: “Aprende a viver em equipe”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Miltão Machado relembra origens do seu compromisso com o Jiu-Jitsu na Gracie Barra</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 19:59:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229588" style="width: 1450px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229588" class="size-full wp-image-229588" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o.jpg" alt="" width="1440" height="1080" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o.jpg 1440w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/28337243_1168425369960264_1947548109785553633_o-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></a><p id="caption-attachment-229588" class="wp-caption-text">Professor Miltão Machado, ao centro, com a turma da Gracie Barra HQ. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;">
<p>Texto: Milton Machado</p>
<p>Meu primeiro contato com as artes marciais foi com Jiu-Jitsu. Já sabia algo a respeito por conta das primeiras edições do UFC. O ano era de 1995, eu morava no sul de Minas Gerais e tinha alguns amigos na faculdade que eram de Brasília. Eles tinham as fitas VHS do UFC, e eu assistindo o Royce Gracie destruir todo mundo me chamou a atenção, mas não a ponto de querer praticar aquele esporte. No final daquele ano, voltei pra casa da minha família em Governador Valadares e naquela época eu gostava de puxar ferro, mas estava só por conta de festas e noitadas, e o físico já estava mudando para pior. Então, decidi procurar por algo diferente da maromba para ficar em forma novamente.</p>
<p>Visitei academias de karatê, muay thai e kung fu, mas não estava muito afim de tomar socos e chutes, então procurei o judô. Eu estava com 20 anos de idade e o professor então me falou que eu já estava um pouco fora da idade pra ficar tomando quedas e que aprender o “chão” seria mais interessante. A princípio não queria muito, eu tinha aquele pensamento do tipo &#8220;não quero marmanjo me apertando&#8221;ou &#8220;o kimono muito pesado, se me abafar eu morro&#8221;, e por aí vai. O professor na época que era o Léo Barbosa, aluno do Bitta, e ele me ofereceu um mês de graça. Topei tentar.</p>
<p>Naquele tempo a coisa funcionava diferente. Não existia o profissionalismo e cuidados com segurança de hoje. Quem pisava no tatame entrava ali pra matar ou morrer, ou seja, meu primeiro dia os caras quase me mataram, daí eu fiquei muito puto e continuei treinando nas semanas seguintes só pra dar o troco. Com duas semanas de treino eu senti uma mudança no meu corpo e na minha cabeça, um sentimento diferente. Eu havia me encontrado e nunca mais parei.</p>
<p>Lembro de falar com minha namorada na época que eu não queria saber de estudar, iria só trabalhar e treinar Jiu-Jitsu, e que iria me tornar faixa-preta para ensinar e fazer pelos outros o que o Jiu-Jitsu havia feito por mim. Daí nunca mais parei. Passei por equipes pequenas em Mina, depois Bahia ondei treinei da azul até a roxa, então me mudei pro Espírito Santo por causa da minha namorada. Nessa época já era faixa-roxa e lá comecei treinar com o professor Elcio Freitas, faixa-preta do mestre Moacir, e fiquei até a faixa marrom, isso foi entre 2006 e 2007.</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p>Eu e minha namorada nos separamos e eu estava voltando pra Minas. Perguntei pro meu professor quem eu devia procurar e ele disse que se possível treinasse na Gracie Barra. Voltei e fui morar no norte do estado, onde conheci o professor Marcos David que era ligado ao Aldo Caveirinha. Cheguei lá, me apresentei, fui convidado a treinar e aí já viu, a galera quis fazer a &#8220;sabatina&#8221; pra ver se eu estaria apto a entrar no grupo. Após 2 horas de porrada, eu fui convidado a permanecer no grupo, e logo depois fui graduado à faixa-preta, em 2007, pelo professor Marcos David.</p>
<p>Até então competia o máximo que podia quando minha agenda e o bolso permitiam, por conta do meu trabalho e família. A partir de 2008 comecei a competir assiduamente e desde então são 12 anos em que não paro. Atualmente compito no mínimo todo mês. Comecei a ensinar ainda na azul quando estava morando na Bahia. Naquela época era difícil encontrar faixas-pretas ensinando em cidades pequenas e, incentivado pelo meu professor naquela época, comecei a ensinar. Era difícil conciliar por conta do trabalho, mas não desisti.</p>
<p>Em 2007 abri um pequeno espaço na cidade de Januaria, mas novamente devido ao trabalho me mudei para cidade de Andradas, no Sul de Minas. No ano de 2010 em uma conferência da GB o professor Marco Joca fez um discurso no qual falou que viu muitos faixas-pretas deixarem o Jiu-Jitsu por ser difícil naqueles tempos, sobreviver da arte suave, e percebeu que era porque os professores não se dedicavam 100% ao esporte, e nesse caso era difícil para colher resultados satisfatórios. Depois de ouvir eu parei pra pensar e finalmente resolvi que iria me dedicar somente a prática e ensino da arte suave.</p>
<p>Abri minha própria escola Gracie Barra Andradas, que foi essencial para o reconhecimento do meu trabalho. Vim ao EUA em 2015 para competir o Mundial de Masters(Las Vegas) e Pan Sem Kimono (Nova York). No Mundial fui parado nas quartas pelo Fabrício Morango por uma vantagem, no Pan fui vice no peso e terceiro no absoluto. Voltei pro Brasil e comecei a pensar em voltar pro Pan do ano seguinte. Vim lutar o Pan em 2016 e a convite dos Professores Kayron Gracie e Rafael Moskito passei seis meses auxiliando aulas e aprendendo inglês na GB Rancho Santa Margarita, e também competindo.</p>
<p>Voltei para o Brasil em setembro daquele ano e em maio de 2017 o Rafael me convidou para vir competir pela escola GB Chino e aqui estou desde então. Deixei meus instrutores coordenando a escola no Brasil, e eles vem realizando um trabalho muito bom ajudando na expansão do Jiu-Jitsu GB naquela região.</p>
<p>A maior barreira pra mim como atleta e professor foi a língua inicialmente, mas o Rafael sempre me ajudou muito nesse aspecto, sempre me corrigindo e ainda com o apoio dos amigos de equipe ficou fácil de aprender e se adaptar. Atualmente estou competindo e treinando nas escolas GB Costa Mesa e GB West Anaheim, e tenho planos para abrir minha própria escola em breve, e dessa forma poder levar os benefícios do Jiu-Jitsu para todos e fazer pelos outros o que o Jiu-Jitsu fez por mim.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/miltao-machado-relembra-origens-do-seu-compromisso-com-o-jiu-jitsu-na-gracie-barra/">Miltão Machado relembra origens do seu compromisso com o Jiu-Jitsu na Gracie Barra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Medidas de segurança para retorno ao Jiu-Jitsu, por professor Alex Martins</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2020 18:50:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_224750" style="width: 844px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-224750" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000.jpg" alt="" width="834" height="607" class="size-full wp-image-224750" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000.jpg 834w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000-768x559.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG-20200511-WA0000-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 834px) 100vw, 834px" /></a><p id="caption-attachment-224750" class="wp-caption-text">Alex Martins Brazilian Jiu-Jitsu em dia de casa cheia, antes da pandemia. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>“Nossa academia aqui em Dallas, no estado do Texas, conta hoje com cerca de 180 alunos. Quando soubemos da gravidade do coronavírus, ainda na fase inicial, decidimos por fechar imediatamente as portas da Alex Martins BJJ. Isso bem antes da notificação do governo estadual. Fechamos cientes de que ficaríamos nessa situação por um bom tempo. A partir daí começamos a nos movimentar, a reinventar a forma de ensinar Jiu-Jitsu na quarentena, mas já pensando no dia da reabertura.</p>
<p>“Começamos com aulas online. Todas as turmas foram contempladas com aulas específicas. A turma de crianças e juniores era na parte da tarde, e a de adultos, à noite. O conteúdo era de exercícios físicos e técnicas de Jiu-Jitsu, para o estudo em casa. Outra decisão foi reduzir o preço para os alunos que tiveram redução na renda por conta da pandemia. Tive apenas uma baixa no quadro de alunos com essas medidas.</p>
<p>“Agora nos aproximamos da reabertura das portas. O governo definiu três etapas para retomar o funcionamento aqui. Na primeira, restaurantes, clínicas e escritórios voltaram a funcionar de forma limitada. Na segunda fase, a partir de 18 de maio, academias de artes marciais, musculação, crossfit e afins estarão aptas a reabrir, com as restrições cabíveis.</p>
<p>“Recebemos um protocolo do governo do Texas com as medidas de segurança para professores e alunos. Teremos de manter dois metros de distância de um para outro, por exemplo. Os professores serão aptos a lecionar por apenas uma hora, dando lugar depois a outro professor, em rodízio. No fim de cada aula, é exigido uma limpeza geral do dojo, com materiais desinfetantes específicos, além da presença de álcool em gel em diversos pontos da academia.</p>
<div id="attachment_217464" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217464" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram.jpg" alt="" width="1080" height="755" class="size-full wp-image-217464" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram-300x210.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram-768x537.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram-1024x716.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/Screenshot_20190805-153611_Instagram-150x105.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-217464" class="wp-caption-text">Professor Alex Martins. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>“Outra medida é aferir a temperatura dos alunos e professores na chegada, além de seguir a cartilha de reconhecimento dos sintomas principais da doença – para tal, cada aluno e professor deve se autoexaminar. Sem sintomas, a pessoa torna-se apto a frequentar a academia. Vale lembrar que a academia não pode estar com a capacidade máxima de pessoas, mas apenas 25% disso.</p>
<p>“A terceira etapa será com mais liberdade de treinos, como atividades de contato entre familiares e pessoas que moram juntas. Ainda não há data definida ou certeza sobre as medidas da terceira etapa, que vão depender de resoluções do governo e especialistas médicos, mas a nossa reabertura está atendendo em todas as designações para a plena segurança de professores e alunos.</p>
<p>“Nossa principal intenção é ajudar o próximo, fazer com que os alunos tenham uma vida melhor por meio do esporte. Fico triste pela ausência da rotina que estávamos acostumados, mas nós criaremos uma nova rotina. Como professor, estou trabalhando para melhorar minhas qualificações para os próximos meses, aprimorando a academia em geral.</p>
<p>“O impacto foi e está sendo enorme para todos nós da academia. Eu estava acostumado a dar diversas aulas particulares por dia, além de lecionar em várias turmas. Contudo, a nossa força vem da positividade – sabemos que isso vai passar. Não esperávamos um &#8216;ataque&#8217; desta proporção. Mas estamos perto de vencer este inimigo invisível. A missão hoje é conter a disseminação do vírus com responsabilidade, e o Jiu-Jitsu nos ajuda nisso com a sua filosofia. Mantemos a energia e a positividade, com atividade física (e mental) de qualidade, aumentando a imunidade dos atletas e relaxando corpo e cabeça – é isso que nos dá cada vez mais certeza de que passaremos por esse período turbulento. Todos juntos.&#8221;</p>
<p><a href="http://graciemag.com/gmi">Entre para o time GMI!</a></p>
<p><strong>Alex Martins BJJ</strong><br />
2318 Beatrice St, TX 75208<br />
Dallas<br />
# (214) 587-8203<br />
alex_martins05@hotmail.com</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/medidas-de-seguranca-para-retorno-ao-jiu-jitsu-por-professor-alex-martins/">Medidas de segurança para retorno ao Jiu-Jitsu, por professor Alex Martins</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI: Rafael Dallinha aprendeu com o Jiu-Jitsu o melhor modo de lidar com valentões do surfe</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 09:05:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O professor Rafael Dallinha está para completar 15 anos de Estados Unidos, e depois de muita ralação, abriu sua própria escola de Jiu-Jitsu, a belíssima Rada Jiu-Jitsu em La Jolla, bairro nobre de San Diego – mais uma história de sucesso na arte suave. Na entrevista a seguir, nosso GMI conta sobre os percalços do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_216449" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216449" class="size-full wp-image-216449" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg" alt="" width="1080" height="786" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000.jpg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-300x218.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-768x559.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-1024x745.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/0_IMG-20190624-WA0000-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-216449" class="wp-caption-text">Rafael Dallinha com seu alunos na Rada Jiu-Jitsu La Jolla. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>O professor <a href="https://www.instagram.com/radabjj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rafael Dallinha</a> está para completar 15 anos de Estados Unidos, e depois de muita ralação, abriu sua própria escola de Jiu-Jitsu, a belíssima <a href="https://www.lajollajiujitsu.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rada Jiu-Jitsu em La Jolla</a>, bairro nobre de San Diego – mais uma história de sucesso na arte suave. Na entrevista a seguir, nosso GMI conta sobre os percalços do início e do que aprendeu ao lidar com os valentões do surfe, outra de suas paixões. “A academia está crescendo muito, com uma turma bem legal de crianças”, conta Dallinha. “Há três meses abrimos a segunda academia, a Rada Oceanside. O trabalho segue”.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Como você descobriu que o Jiu-Jitsu seria sua profissão?</strong></p>
<p><strong>RAFAEL DALLINHA:</strong> Eu vim para os Estados Unidos em 2004 para lutar o Pan da IBJJF, eu treinava com o Murilo Rupp no Brasil, e ele fez a conexão para eu treinar aqui na Califórnia com o Rodrigo Medeiros da Carlson Gracie. Disputei bem o campeonato, fiz umas lutas importantes contra uma galera bem dura, medalhei, conquistei patrocínios, e resolvi ficar. Eu ainda era faixa-azul, mas ali percebi que eu queria ganhar minha faixa-preta e ter minha academia. Eu estudava e trabalhava num banco no Brasil, mas vi que era aquilo que desejava para minha vida. Não foi fácil, entreguei pizza, limpei banheiros, ralei, mas deu tudo certo e hoje vivo da arte suave.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios de se tornar professor nos EUA?</strong></p>
<p>A língua. Eu cheguei aos EUA em 2004 e não falava nada de inglês. Quando ganhei a faixa-roxa, o Rodrigo Medeiros me pôs para ajudar nas aulas para crianças, e ali fui aprendendo a me comunicar com os nas pequenos. Outro desafio grande é aprender a cultura americana. Com o tempo a gente entende que nem todo americano curte um tapa nas costas, um apelido, aquela informalidade por vezes excessiva do brasileiro.</p>
<p><strong>E o surfe, como nasceu essa paixão?</strong></p>
<p>Cresci em Santa Catarina e sempre quis ser surfista profissional. Eu morava num dos melhores picos de onda do mundo, na minha opinião, e desde os 8 anos estava numa prancha. Mas apesar do prazer que a atividade me dava, e do fato de eu surfar direitinho, jamais vencia nenhum campeonato. Comecei a treinar Jiu-Jitsu e vi que na luta eu era mais habilidoso, e conseguia mais medalhas do que no mar (risos). Anos depois, na Califa, treinei com várias lendas do esporte, como o longboarder Joel Tudor, o Colin Smith…</p>
<p><strong>Como surfista você vivenciou alguma briga ou treta por conta de localismo? O que aprendeu?</strong></p>
<p>Apenas em duas ocasiões eu precisei usar o Jiu-Jitsu para me defender ao pegar onda. Aprendi que o surfe, seja nos EUA ou em qualquer canto do planeta, tem muitos machões na água, aquela espécie de pessoa que acha que vai intimidar você e pronto, mas que 90% deles não têm a menor ideia do que é brigar, clinchar e derrubar um oponente. Fazem de bravatas, para espantar os forasteiros, mas nunca brigaram mano a mano na vida. Aprendi então a melhor maneira de lidar com esses folgados: manter a humildade e a frieza, e simplesmente dar as costas e remar para longe deles. E é uma atitude que eu não adotava tanto antes de conhecer o Jiu-Jitsu – o primeiro instinto é responder o insulto, chamar para fazer na mão. E em 99% das vezes não é preciso. Machucar o cara, perder um dia de surfe, qual o sentido? Chega até a ser desumano bater num surfista leigo, seja ele grandão ou não.</p>
<p><strong>O que aprendeu ao dar aulas para a polícia nos EUA?</strong></p>
<p>Em 2007 eu me mudei para o Arizona, recebi um convite para dar aula para a polícia da fronteira. Aprendi muito, sobre mentalidade, controle psicológico, força mental. Tenho vários policiais e marinheiros de elite hoje na academia, e esses caras são muito casca-grossas – com o conhecimento técnico e a mente deles, ficam imbatíveis numa situação de briga. Eles têm uma resistência, um coração, uma disciplina, atributos invejáveis realmente. Estou até criando um curso especial para polícias e forças táticas para 2020. Ensino mas aprendo muito com eles.</p>
<p><strong>=RADA= Jiu Jitsu Academy</strong><br />
908 Pearl Street, La Jolla<br />
California, 92037<br />
(619) 252-5678<br />
rafael@lajollajiujitsu.com<br />
<a href="http://www.lajollajiujitsu.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.lajollajiujitsu.com</a><br />
Instagram: <a href="http://instagram.com/radabjj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@radabjj</a> e <a href="http://instagram.com/lajollajiujitsu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@lajollajiujitsu</a></p>
<p><strong>=RADA= Oceanside/760 Jiu Jitsu</strong><br />
3320 Mission Avenue, suite F, Oceanside, California</p>
<div id="attachment_216458" style="width: 1210px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-216458" class="size-full wp-image-216458" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla.jpg" alt="" width="1200" height="1600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla.jpg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-225x300.jpg 225w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-768x1024.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/06/Rada-em-La-Jolla-113x150.jpg 113w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><p id="caption-attachment-216458" class="wp-caption-text">Nossa GMI em La Jolla, San Diego.</p></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-rafael-dallinha-aprendeu-com-o-jiu-jitsu-o-melhor-modo-de-lidar-com-valentoes-do-surfe/">GMI: Rafael Dallinha aprendeu com o Jiu-Jitsu o melhor modo de lidar com valentões do surfe</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: GMI Suyan Queiroz ensina raspagem da guarda-aranha na First BJJ</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 19:24:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204350" style="width: 833px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204350" class="size-full wp-image-204350" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/11012832_10153599936081209_1404948074784650867_n.jpg" alt="" width="823" height="567" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/11012832_10153599936081209_1404948074784650867_n.jpg 823w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/11012832_10153599936081209_1404948074784650867_n-300x207.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/11012832_10153599936081209_1404948074784650867_n-768x529.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/11012832_10153599936081209_1404948074784650867_n-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 823px) 100vw, 823px" /><p id="caption-attachment-204350" class="wp-caption-text">Matheus Queiroz com o pai, Suyan Queiroz, na GMI First BJJ em Salt Lake City. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p>Professor de Jiu-Jitsu radicado em Utah, nos EUA, Suyan Queiroz ensina para os americanos o que há de melhor na nossa arte suave em sua academia, a <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> First BJJ Carlson Gracie. Hoje, o professor traz para você, estudioso leitor de GRACIEMAG, uma das suas raspagens preferidas com o pé no bíceps.</p>
<p>Junto do seu filho e aluno Matheus Queiroz, Suyan mostra o detalhe para inverter com facilidade da posição. Após botar um lado na guarda-aranha e laçar o braço do adversário com a outra perna, Suyan estica o gancho da laçada até a virilha do oponente, para criar a alavanca necessário para raspar.</p>
<p>Assim que conclui a inversão, o faixa-preta ensina duas variações de conclusão: ou finalizando no armlock, ao utilizar as duas pegadas de manga já feitas anteriormente, ou terminando o giro na montada, em posição de superioridade no solo.</p>
<p>Confira a aula de pai e filho no vídeo abaixo e não pare de aprender jamais!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="GMI: Suyan Queiroz ensina raspagem da guarda-aranha na First BJJ" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/Pd_bZMqi2cA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-gmi-suyan-queiroz-ensina-raspagem-da-guarda-aranha-na-first-bjj/">Jiu-Jitsu: GMI Suyan Queiroz ensina raspagem da guarda-aranha na First BJJ</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: Carlão Santos ensina queda com finalização na GMI First BJJ Center</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 16:12:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para o competidor que gosta de ter na manga um queda forte que seja aplicável em todos os treinos e campeonatos, nosso GMI Carlão Santos, da academia First BJJ Center em Utah, já tem sua opção preferida. Carlão, faixa-preta líder da First ao lado do também professor Suyan Queiroz, ensinou uma queda simples e eficaz, que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204063" style="width: 657px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204063" class="size-full wp-image-204063" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first.jpg" alt="" width="647" height="544" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first.jpg 647w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first-300x252.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/first-150x126.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 647px) 100vw, 647px" /><p id="caption-attachment-204063" class="wp-caption-text">Suyan Queiroz e Carlão Santos na GMI First em Utah, nos EUA. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Para o competidor que gosta de ter na manga um queda forte que seja aplicável em todos os treinos e campeonatos, nosso GMI Carlão Santos, da academia First BJJ Center em Utah, já tem sua opção preferida.</p>
<p>Carlão, faixa-preta líder da First ao lado do também professor Suyan Queiroz, ensinou uma queda simples e eficaz, que aplica desde os tempos de faixa-azul e aprimorou ao longo dos anos, tanto é que a utiliza até hoje.</p>
<p>No detalhe da posição, Carlão domina a gola do adversário e rechaça a pegada do oponente. Em seguida, agarra a faixa do adversário ainda em pé, para aplicar a alavanca com o gancho da perna, derrubar e cair no cem-quilos. Para terminar, o professor ainda deixa uma opção de finalização no estrangulamento.</p>
<p>Veja os detalhes da posição no vídeo abaixo e aprenda o melhor do Jiu-Jitsu com a nossa equipe de GMIs!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="GMI: Carlão Santos ensina queda com finalização na academia First" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/vq98JYMRVQs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-carlao-santos-ensina-queda-com-finalizacao-na-gmi-first-bjj-center/">Jiu-Jitsu: Carlão Santos ensina queda com finalização na GMI First BJJ Center</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>MMA passa a ser legal em 42 estados americanos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[MMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje foi um dia de festa para fãs e cartolas no UFC em Boston, Massachusetts. O governador Deval Patrick, após dois anos de trâmites legais, assinou a lei que legaliza as artes marciais mistas, o MMA, no estado americano. Vice-presidente para assuntos governamentais do UFC, Marc Ratner declarou ao site do jornal &#8220;Boston Herald&#8221; que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foi um dia de festa para fãs e cartolas no UFC em Boston, Massachusetts.</p>
<p>O governador Deval Patrick, após dois anos de trâmites legais, assinou a lei que legaliza as artes marciais mistas, o MMA, no estado americano.</p>
<div id="attachment_884" style="width: 490px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-884" class="size-full wp-image-884" title="ufn15_01_miller_vs_kimmons_004" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2009/12/ufn15_01_miller_vs_kimmons_004.jpg" alt="Em Nebraska, o mata-leão de Dan Miller em Rob Kimmons, em setembro de 2008. Foto: Josh Hedges/Zuffa." width="480" height="401" /><p id="caption-attachment-884" class="wp-caption-text">Em Nebraska, o mata-leão de Dan Miller em Rob Kimmons, em setembro de 2008. Foto: Josh Hedges/Zuffa.</p></div>
<p>Vice-presidente para assuntos governamentais do UFC, Marc Ratner declarou ao site do jornal &#8220;Boston Herald&#8221; que comemorou muito a decisão, e já pensa num evento para julho ou agosto de 2010 na capital Boston, uma das cidades mais nobres do país. Segundo o jornal, o MMA agora está legalizado em 42 estados americanos.</p>
<p>Outra notícia ligada ao esporte nos EUA foi relativa ao antidoping.</p>
<p>Em nota divulgada pela Comissão Atlética da Califórnia, os lutadores que testarem positivo para tetrahidrocanabinol, principal composto químico da maconha, serão punidos. A punição já existia em parte, mas agora não estarão fora nem os atletas que usam a substância de forma medicinal.</p>
<p>Segundo a Comissão da Califórnia, levando em conta o artigo 303, tem o direito de punir qualquer lutador que testar positivo para o uso de drogas. A Lei de Consumo Compassivo apenas protege os usuários de acusações criminais.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mma-passa-a-ser-legal-em-42-estados-americanos/">MMA passa a ser legal em 42 estados americanos</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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