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	<title>doutor | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>doutor | Graciemag</title>
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		<title>Participe da pesquisa que vai mapear as principais lesões no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 14:43:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ortopedista e faixa-preta de Jiu-Jitsu, Dr. Gunter Sgarboza lançou um projeto para estudar mais a fundo a incidência de lesões no nosso esporte. Em conjunto com a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), Dr. Gunter desenvolveu uma pesquisa para rastrear o número e a natureza das lesões mais comuns. &#8220;Existem outros&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229439" style="width: 1090px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-229439" class="size-full wp-image-229439" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57.jpeg" alt="" width="1080" height="919" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57.jpeg 1080w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57-300x255.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57-1024x871.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57-768x654.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-10-at-10.00.57-150x128.jpeg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a><p id="caption-attachment-229439" class="wp-caption-text">Dr. Gunter Sgarboza lidera a pesquisa que irá mapear as lesões do Jiu-Jitsu. Foto: Divulgação</p></div>
<p>Ortopedista e faixa-preta de Jiu-Jitsu, Dr. Gunter Sgarboza lançou um projeto para estudar mais a fundo a incidência de lesões no nosso esporte. Em conjunto com a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), <a href="https://forms.gle/rFDaMVv2ZTWKRcpE6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dr. Gunter desenvolveu uma pesquisa</a> para rastrear o número e a natureza das lesões mais comuns.</p>
<p>&#8220;Existem outros trabalhos similares, com poucos participantes. Meu objetivo é pegar um grande números de respostas, mapear essas lesões e, desta forma, reconhecer as mais frequentes e trabalhar na prevenção delas.&#8221;</p>
<p>Para participar e ajudar a comunidade do Jiu-Jitsu a crescer cientificamente, com melhores condições de analisar e prevenir lesões comuns, basta responder a pesquisa, <strong><a href="https://forms.gle/rFDaMVv2ZTWKRcpE6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a></strong>. Faça parte!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/participe-da-pesquisa-que-vai-mapear-as-principais-lesoes-no-jiu-jitsu/">Participe da pesquisa que vai mapear as principais lesões no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como minimizar as chances de contágio por Covid-19 na retomada dos treinos de Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 15:09:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-228755" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/20200930_115825-300x225.jpg" alt="" width="1105" height="830" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/20200930_115825-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/20200930_115825-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/20200930_115825-150x112.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/09/20200930_115825.jpg 771w" sizes="(max-width: 1105px) 100vw, 1105px" /></p>
<p><em>Por Dr. Gunter Sgarboza*</em></p>
<p>Primeiro: se você estiver gripado ou com um misto de sintomas que indique essa situação (como febre, indisposição, dor no corpo, tosse, dor de garganta ou de cabeça, falta de ar, perda do paladar), você não deve ir treinar por 14 dias.</p>
<p>Lembrando que, em linhas gerais, essa orientação já deveria ser seguida mesmo antes da pandemia do coronavírus: qualquer pessoa com sintomas evidentes de gripe não deve treinar pois tende a transmitir a gripe para seus companheiros de treino.</p>
<p>Segundo: restrinja a quantidade de companheiros de treino.</p>
<p>Diminuir a quantidade de pessoas por treino, manter sempre os mesmos companheiros (de preferência pessoas próximas, com quem você já conviva no dia a dia), formando sempre o mesmo grupo de treino, com o mesmo professor.</p>
<p>Claro, se alguém for contaminado, todos desse grupo restrito devem ficar sem treinar e sem contato por 14 dias (ou até um exame confirmar que eles não têm o vírus).</p>
<p>Três: se você apresenta alguma comorbidade (exemplo: obesidade mórbida, doença pulmonar, cardiopatia); há uma tendência de o coronavírus evoluir de uma forma ruim, caso você seja infectado.</p>
<p>Portanto, infelizmente, você não deve treinar neste momento, deve evitar correr riscos de contrair o vírus.</p>
<p>Este conselho também serve caso você more com alguma pessoa com comorbidades.</p>
<p>Quatro: contribua para que a sua imunidade se mantenha alta.</p>
<p>Durma bem, coma bem, tenha bons relacionamentos, não se estresse à toa. Assim, se você for contaminado, seu corpo tende a se defender de forma eficiente e você não terá grandes problemas.</p>
<p>Se você tiver dúvidas específicas, entre em contato comigo no Instagram @doutoresportista ou pelo meu site <a href="http://doutoresportista.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://doutoresportista.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1601565097074000&amp;usg=AFQjCNG11wgQaaX9T20fY4fnhu4ZZaZEOw">doutoresportista.com.br</a>. Será um prazer ajudar. Oss!</p>
<p><em>*Gunter Sgarboza é médico ortopedista, especialista em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte. Professor faixa-preta desde 2008, campeão do Master &amp; Senior do Rio 2011, vice-campeão do Pan &#8211; Los Angeles 2008 absoluto.</em></p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-226710 alignleft" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-269x300.jpg" alt="" width="1059" height="1181" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-269x300.jpg 269w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-768x855.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-135x150.jpg 135w" sizes="(max-width: 1059px) 100vw, 1059px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-minimizar-as-chances-de-contagio-por-covid-19-na-retomada-dos-treinos-de-jiu-jitsu/">Como minimizar as chances de contágio por Covid-19 na retomada dos treinos de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que alguns lutadores &#8220;não batem no pé&#8221;? Dr. Gunter explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 11:21:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Dr. Gunter Sgarboza* Dando a sequência ao texto que escrevi anteriormente, quem não conhece aquele cara nos tatames que não costuma bater em chaves ou em estrangulamentos? Alguns parecem de borracha e outros parecem que não tem dor, o pé vira ao contrário e nada. Vamos procurar entender. O princípio do Jiu-Jitsu sempre foi&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/dr-gunter-explica-por-que-alguns-lutadores-de-jiu-jitsu-nao-batem-no-pe/">Por que alguns lutadores “não batem no pé”? Dr. Gunter explica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_149871" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-149871" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1.jpg" alt="" width="1024" height="678" class="size-full wp-image-149871" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1-768x509.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/12/Caio-Terra-e-Laercio-Fernandes-na-guerra-de-chaves-de-pC3A9-durante-as-finais-pro-league-foto-Erin-Herle-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><p id="caption-attachment-149871" class="wp-caption-text">Caio Terra e Laercio Fernandes na guerra de chaves de pé. Foto: Erin Herle/GRACIEMAG.com</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: Dr. Gunter Sgarboza*</em></p>
<p>Dando a sequência ao <a href="https://www.graciemag.com/2020/07/13/mitos-e-verdades-sobre-superpoderes-no-jiu-jitsu/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">texto que escrevi anteriormente</a>, quem não conhece aquele cara nos tatames que não costuma bater em chaves ou em  estrangulamentos? Alguns parecem de borracha e outros parecem que não tem dor, o pé vira ao contrário e nada. Vamos procurar entender.</p>
<p>O princípio do Jiu-Jitsu sempre foi atingir as partes mais vulneráveis do corpo, realizar torções e pressões em áreas especiais onde o corpo é mais fraco. Levar a articulação a uma posição não confortável, parar o fluxo sanguíneo, ou apertar em uma região mais sensível. Essas técnicas foram desenvolvidas por milhares de anos, primeiro na Índia, depois Japão e por fim no Brasil, por mestres como Carlos e Helio, que estudaram e testaram até entenderem os pontos fracos do corpo. Por isso nossa arte suave é tão eficiente. Mas porque algumas pessoas não batem? </p>
<p>Na minha experiência como lutador marcial há 40 anos, e médico há 22 anos, a genética, o treinamento e como cada indivíduo lida com a dor são os fatores principais. Existem sim pessoas mais alongadas. Esta característica é chamada de hiperfrouxidão ligamentar: são aquelas que o braço enverga e o cara não sente desconforto. No entanto, esta característica é uma faca de dois gumes, pois pessoas com esta condição tem a chance de deslocar mais facilmente os ossos das articulações, ou seja, um osso desconectar do outro e romper ligamentos. É o que chamamos na ortopedia de luxação de ombro, cotovelo, etc. Algumas pessoas tendem a ter menos sensibilidade, mas também existe o problema de se machucarem mais, pois o golpe pode passar do ponto.</p>
<p>Por isso, vejo que o treinamento, com certeza, é a chave para não bater toda hora. Quanto mais treinado, mais o lutador adquire alongamento, experiência e resistência à dor. E é por isso que mão de vaca não pode ser aplicado na faixa-branca, enquanto o mata-leão no pé e chaves de joelho só para marrons e pretas. É preciso experiência para receber esses golpes e saber o ponto certo para bater e não machucar. </p>
<p>Na luta, o alongamento é muito importante e todos sabemos que é só treinar que se adquire. Geralmente, 1/3 da aula que dou dedico ao alongamento e nos outros 2/3 se treina a força e a experiência para saber receber melhor os golpes. Mas é na forma como se lida com a dor que vejo ser o ponto que diferencia um lutador de outro. A dor existe, mas cada um lida com ela dependendo da personalidade, experiência, vontade de vencer. Não dá para esquecer, por exemplo, do Ronaldo Jacaré, que mesmo com o baço quebrado continuou lutando e venceuo Roger Gracie naquela famosa final do Mundial. </p>
<p>Campeões são forjados de várias formas e maneiras, mas passar por cima da dor é uma das grandes características destes indivíduos. E isso só vem com o treinamento do corpo e da mente.<br />
Me sigam no Instagram <a href="http://instagram.com/doutoresportista" rel="noopener noreferrer" target="_blank">@doutoresportista</a> e no meu site <a href="http://www.doutoresportista.com.br" rel="noopener noreferrer" target="_blank">doutoresportista.com.br</a>, que darei mais dicas como se tornar um campeão. Oss!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-226710 alignleft" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-269x300.jpg" alt="" width="269" height="300" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-269x300.jpg 269w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-920x1024.jpg 920w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-768x855.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033-135x150.jpg 135w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/07/IMG-20200713-WA0033.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 269px) 100vw, 269px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Gunter Sgarboza é médico ortopedista, especialista em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte. Professor faixa-preta desde 2008, campeão do Master &amp; Senior do Rio 2011, vice-campeão do Pan &#8211; Los Angeles 2008 absoluto.</p>
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<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/dr-gunter-explica-por-que-alguns-lutadores-de-jiu-jitsu-nao-batem-no-pe/">Por que alguns lutadores “não batem no pé”? Dr. Gunter explica</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Artigo: Como se prevenir às dores no púbis, por Gustavo Asmar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 13:07:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Dr. Gustavo Asmar * Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #243 . Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * A pubalgia é uma doença com muita incidência entre os praticantes de esportes em que ocorrem mudanças bruscas de direção&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222641" style="width: 737px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/pubis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-222641" class="size-full wp-image-222641" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/pubis.jpg" alt="" width="727" height="457" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/pubis.jpg 727w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/pubis-300x189.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/pubis-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /></a><p id="caption-attachment-222641" class="wp-caption-text">Dor recorrente na região do púbis pode ser tratada por um especialista. Foto: Reprodução</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por: Dr. Gustavo Asmar</em></p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br/"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #243 . Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>A pubalgia é uma doença com muita incidência entre os praticantes de esportes em que ocorrem mudanças bruscas de direção nos movimentos, assim como movimentações explosivas. É o caso do futebol, da corrida e também do Jiu-Jitsu, só para citarmos três exemplos. O conceito do tratamento da pubalgia vem mudando drasticamente. Antigamente, atacava-se apenas a dor e recomendava-se o tratamento fisioterápico na região do púbis. Hoje em dia, o conceito mudou. Os ortopedistas ligados ao trauma do esporte procuram estudar exaustivamente a biomecânica do quadril, da coluna vertebral e da musculatura do “core” do corpo, para assim identificar o porquê do início deste quadro.</p>
<p>Uma das causas seria o desequilíbrio muscular entre a musculatura adutora (muito forte e encurtada) com um enfraquecimento da musculatura abdominal. Se não trata do rapidamente, este processo pode levar a uma fraqueza na parede posterior do canal inguinal, gerando hérnias musculares no local. E, pela proximidade com um nervo chamado genital, gera uma dor referida na região do púbis. Logo, não adianta fazer uma fisioterapia focada no púbis, pois a dor é irradiada de outra região. Nesses casos, devemos sempre iniciar o tratamento com fisioterapia e reforço da musculatura abdominal e paravertebral, e, nos casos sem sucesso, indicar a cirurgia de reforço da parede abdominal onde há a lesão.</p>
<p>Outra causa que vem ganhando muito destaque é a grande relação entre a dor na região pubiana e pacientes que apresentam uma restrição na mobilidade articular do quadril. Essa restrição pode ser causada por uma doença chamada impacto fêmur acetabular (muito mais comum em lutadores de Jiu-Jitsu que na população geral) ou por um trabalho ineficaz de alongamento e fortalecimento muscular da região do quadril.</p>
<p>No caso de impacto do quadril (uma alteração anatômica que o lutador possui associada a movimentos repetitivos, como o da raspagem, acentua a destruição articular), o tratamento é cirúrgico, por meio de um procedimento minimamente invasivo com vídeo. Já nos casos musculares, bons treinadores em conjunto com o fisioterapeuta obtêm ótimo resultado terapêutico.</p>
<p>A conclusão que chegamos é que o problema no púbis não se trata de uma doença local, mas sim do reflexo de uma alteração biomecânica em diversos locais da bacia, da coluna e da coxa, a qual pode gerar uma dor irradiada ou uma sobrecarga mecânica nesta região. Portanto, o tratamento eficaz é buscar qual lesão o lutador realmente apresenta e tratá-la com brevidade. Daí a importância do acompanhamento médico e da procura por um especialista em trauma do esporte assim que apareçam os sintomas.</p>
<p style="text-align: right;"><em>* Dr. Gustavo Asmar é ortopedista especialista em trauma</em><br />
<em>do esporte e cirurgia vídeo artroscópica. Membro do Centro</em><br />
<em>de Trauma do Esporte do INTO</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/artigo-como-se-prevenir-as-dores-no-pubis-por-gustavo-asmar/">Artigo: Como se prevenir às dores no púbis, por Gustavo Asmar</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rompeu o ligamento? Entenda o caso na visão de um especialista esportivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 06:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: *Dr. Al DeSimone A ruptura do ligamento cruzado anterior (conhecido no esporte e na medicina pela sigla LCA) continua sendo uma das contusões mais devastadoras para um atleta, e no caso dos lutadores isso não é diferente. O LCA é um dos principais ligamentos de apoio dentro da articulação do joelho, proporcionando a estabilidade&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_208754" style="width: 4378px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-208754" class="size-full wp-image-208754" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira.jpg" alt="" width="4368" height="2808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira.jpg 4368w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-300x193.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-768x494.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-1024x658.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/04/Lesao-em-campeonato-by-Raphael-Nogueira-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 4368px) 100vw, 4368px" /></a><p id="caption-attachment-208754" class="wp-caption-text">A melhor dica para não se lesionar é saber a hora de bater. Foto: Raphael Nogueira/GRACIEMAG</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Texto: *Dr. Al DeSimone</em></p>
<p>A ruptura do ligamento cruzado anterior (conhecido no esporte e na medicina pela sigla LCA) continua sendo uma das contusões mais devastadoras para um atleta, e no caso dos lutadores isso não é diferente. O LCA é um dos principais ligamentos de apoio dentro da articulação do joelho, proporcionando a estabilidade necessária a essa região do corpo durante esportes de corrida, de dribles ou de torções.</p>
<p>Nos últimos anos, tenho visto uma quantidade crescente de lesões de LCA em competidores de Jiu-Jitsu e outras artes marciais. Um estudo recente determinou que 4% das lesões do LCA ocorrem em atletas de artes marciais, e com uma frequência três vezes maior no meio da luta ou perto do fim desta.</p>
<p>Como a lesão ocorre com maior frequência durante lances de torção (em vez de lances de impacto), são as chaves de tornozelo e os leglocks as manobras de mais alto risco para uma ruptura do LCA. O diagnóstico é geralmente feito por meio da obtenção de um histórico completo, bem como da realização de um exame clínico. O atleta costuma descrever sintomas clássicos, como o estalo percebido dentro da articulação do joelho, seguido de imediata dor ou inchaço.</p>
<p>Muitas vezes é difícil suportar o peso do corpo naquele joelho, devido ao desconforto e à sensação de instabilidade. Os raios-X, embora comumente exibam na imagem uma aparência normal, podem mostrar fraturas associadas. A ressonância magnética é o teste de diagnóstico preferido,pois vai confirmar um LCA rompido e ajudar a visualizar outras lesões dos tecidos moles que também podem ter ocorrido no momento da contusão.</p>
<p>O tratamento inicial do atleta com uma ruptura do LCA, de acordo com nossa visão, consiste em gelo, repouso, compressão e elevação da perna. Usar pouco o joelho para sustentar o peso do corpo é frequentemente recomendado, por isso o uso das muletas. Uma tala também pode fornecer mais estabilidade e proteção de lesões concomitantes envolvendo o joelho.</p>
<p>É crucial no tratamento inicial a fisioterapia, para readquirir parte da amplitude de movimentação, melhorar a força do quadríceps e diminuir o inchaço. Atletas ou indivíduos com alto nível de demanda muitas vezes justificam intervenção cirúrgica. O tratamento consiste na reconstrução do ligamento cruzado anterior, além da intervenção em outras lesões associadas.</p>
<p>Imediatamente após a cirurgia, aconselha-se a imobilização com a tala, uso de muletas para deslocamento e a fisioterapia. Movimentos controlados ligados ao Jiu-Jitsu podem ser retomados dentro de quatro a seis semanas após a operação. Isso inclui, no início, um trabalho de chão voltado para a defesa com o uso de talas, seguido por uma progressão para as técnicas de equilíbrio e força. O retorno total às competições é geralmente permitido em oito meses e meio a nove meses, o que possibilita a cura apropriada, o retorno da força da perna e a maturação do enxerto do ligamento. Os resultados cirúrgicos geralmente são excelentes e o atleta terá tudo para retomar suas atividades funcionais completas, incluindo o Jiu-Jitsu e as artes marciais de alto nível.</p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_213963" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-20-at-19.17.55.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213963" class="wp-image-213963 size-thumbnail" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/WhatsApp-Image-2019-02-20-at-19.17.55-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a><p id="caption-attachment-213963" class="wp-caption-text">Dr. Al DeSimone. Foto: Divulgação</p></div>
<p><em>*Dr. Al DeSimone é cirurgião ortopédico certificado, com especialização em esportes. Ele atende há 24 anos e atualmente é diretor do Instituto de Medicina Esportiva do Sul da Flórida. Participou como médico da equipe de esqui olímpico dos EUA, do time nacional de rugby americano e em equipes de hóquei no gelo. Ele atua ativamente na comunidade do Jiu-Jitsu na Flórida e tratou vários lutadores profissionais. Desde 2008, sua organização sem fins lucrativos, a “Charity for Champions”, forneceu mais de 400 bolsas de estudo para jovens esportistas.</em></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rompeu-o-ligamento-entenda-o-caso-na-visao-de-um-especialista-esportivo/">Rompeu o ligamento? Entenda o caso na visão de um especialista esportivo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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